Reclamações públicas

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Conflito de interesses

Exmos. Srs. No dia 17 de junho de 2025, ao realizar uma manobra de saída de estacionamento com a devida precaução, nesse mesmo momento é acionada plataforma hidráulica de um camião de uma grande empresa de transportes, que se encontrava parado na faixa de rodagem e o operador acionou a plataforma sem aviso ou sinalização, com a agravante que no local do comando não tinha nenhuma visibilidade da faixa de rodagem. Participei o acidente à seguradora Fidelidade, com todos os documentos necessários: fotos, croqui, declaração amigável e descrição detalhada do acidente. Ainda assim, a seguradora atribuiu-me injustamente a responsabilidade, desconsiderando todos os elementos de prova. Para além disso, recusou prestar o apoio jurídico incluído na minha apólice, alegando conflito de interesses, uma vez que ambas as viaturas estão seguradas pela mesma companhia. Ora se pago protecção jurídica não deve a seguradora disponibilizar meios isentos que não entrem em conflito de interesses. Sinto-me totalmente desprotegido como cliente, naturalmente em desvantagem com um cliente da fidelidade que tem uma das maiores frotas nas estradas em Portugal e considero esta decisão abusiva e injusta.

Resolvida

Acidente de trabalho- Valores

Dois PROBLEMAS GRAVES!!! Não recebi meu reembolso faz 1 semana e 4 dias e estou aguardando atendimento vosso, 2 dias após ser solicitado abertura do seguro pelo trabalho. Vamos aos facto Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a seguradora Fidelidade – Companhia de Seguros, S.A., no âmbito de um acidente de trabalho ocorrido em 19 de julho de 2025, cujos efeitos ainda perduram. Fui inicialmente atendido após uma queda de cerca de 1 metro, com dores torácicas, tendo sido prescrita medicação sintomática. No entanto, apesar de relatar dores persistentes e de não me encontrar em condições clínicas para retomar o trabalho pesado (como exige minha função), a seguradora deu alta médica, ignorando completamente o impacto físico das tarefas exigidas pelo meu posto. Retornei ao trabalho em 30/07/2025, e as dores agravaram-se imediatamente. Tive que recorrer novamente ao Hospital de Santo António, onde a médica responsável: Diagnosticou-me com contusão muscular torácica; Aplicou uma injeção de Diclofenac para alívio da dor; Afirmou que não devo realizar esforços físicos enquanto persistirem os sintomas; Orientou vigilância e sinais de alerta para reavaliação urgente. A atitude da seguradora, ao ignorar a natureza do meu trabalho e me liberar com dores ativas, colocou minha saúde em risco e contraria os princípios da boa-fé, diligência e proteção ao trabalhador previstos na legislação portuguesa.

Resolvida

Derrube de muro

Bom dia! Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa Fidelidade - Companhia de Seguros, S.A, por no passado dia 12 de junho um seu segurado me ter derrubado os muros de proteção de degraus e até á data ninguém me contactou para a resolução do problema. O processo é o OA25146747/001 e a matricula do camião é 38-PI-59. Já enviei as fotos dos estragos provocados bem como o orçamento da reparação. Agradecia desde já o vosso apoio na resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Fernando Dias.

Encerrada

Seguradora Fidelidade sem solução ao meu pedido

Fiz uma solicitação de extrato do meu seguro a mais de uma semana, não me foi enviado e foi dado aqui como resolvida, estou no aguardo e sempre respondem que vão enviar e nada, terei que solicitar por via judicial? Viatura em questão 24-XH-22

Resolvida

Solicitacao do extrato do seguro automovel

Gostaria de notificar a Seguradora Fidelidade pela falta de eficiência e ate mesmo negligência, estou a solicitar a mais de uma semana meu extrato do segura da viatura, estou a morar em outro pais e tenho o risco de multas por conta desta demora! Entrei em contacto por e sempre dizem enviar o extrato e nada de ser enviado! Necessito o mais rápido possivel! Eduardo, referencia da viatura matricula 24-xh-22

Resolvida

Metade de indeminização recebida - Danos em viatura na via publica

Exmos. Senhores, Venho por este meio, deixar a minha reclamação relativa ao Processo nº: 25RC002166 / 002 Apólice nº: RC64494833 Data do Sinistro: 2025-01-19. Exposição: Vimos por este meio reclamar sobre o valor de indemnização de um sinistro que envolveu várias viaturas e um buraco na via pública , feito por uma empreitada que não acautelou a segurança rodoviária, O sinistro envolveu várias viaturas, e no meu caso tive dois pneus furados em eixos diferentes e como por lei tenho obrigatoriamente de trocar os quatro pneus pois eram de fabricantes diferentes nos eixos. O custo total da reparação foi de 369,91€ . Para além do incomodo causado, susto e tempo perdido , tive de pedir a cópia do auto policial no valor de 48€ e perder o meu tempo em deslocações e em emails para várias entidades da CM de Lisboa, até chegar à entidade pública responsável pela obra (SRU) que, por sua vez imputou e encaminhou o processo para o empreiteiro. Foram apresentadas as faturas, a peritagem foi feita quase 6 meses depois e apenas recebi uma carta da Fidelidade , com o nome errado ainda por cima. Liguei para a linha de apoio ao cliente e a situação foi corrigida e foi nos enviado um email com o recibo do valor a receber, mas qual é o nosso espanto quando apenas refere a indemnização de dois pneus. Valor de 197,95€ (metade do valor). Foi também perdido tempo em troca de emails com uma colaboradora vossa que insistia que a minha esposa não era a proprietária do carro , pois tinha ainda o nome de solteira no certificado de matricula. Tive de enviar novo documento e certidão de casamento. Venho por isso reclamar o restante valor da reparação mais o valor da cópia do auto da PSP no valor total de 245,95€, Aguardo resposta Cumprimentos. Pedro e Fátima

Encerrada

Reclamação formal sobre recusa de reconhecimento de acidente de trabalho – Processo n.º 925233703/0

Assunto: Reclamação formal sobre recusa de reconhecimento de acidente de trabalho – Processo n.º 925233703/0 Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente à decisão, comunicada em carta datada de 04 de julho de 2025, referente à não assunção de responsabilidade pelo evento ocorrido no dia 01/07/2025, constante do processo n.º 925233703/0. O evento em causa trata-se de um acidente de trabalho, ocorrido durante o desempenho das minhas funções como motorista de pesados ao descer do camião, tendo resultado num traumatismo torsional no joelho direito, conforme descrito no relatório clínico emitido pela Unidade Local de Saúde do Estuário do Tejo, em anexo. No referido relatório, com data e hora de admissão de 01 de julho de 2025, às 18h44, consta o seguinte diagnóstico médico: > “Traumatismo torsional do joelho direito ao descer do camião. Dor e edema do joelho direito. Derrame IA+, mas sem tensão. Rx sem patologia OA aguda. Artrocentese de 60c de líquido citrino. Alívio após artrocentese. Deve manter seguimento no seguro.” Fica assim claramente estabelecida a relação entre o acidente e a atividade profissional exercida, ocorrendo durante o horário laboral e no exercício de uma função habitual do motorista. A situação preenche, sem margem para dúvidas, os critérios definidos no Artigo 8.º da Lei n.º 98/2009, de 4 de setembro, que define como acidente de trabalho aquele que ocorre no local e tempo de trabalho, e em consequência da atividade laboral. A vossa justificação para recusa, alegando ausência de conexão com a atividade laboral, não se sustenta à luz dos factos e da prova clínica apresentada. Ao desconsiderar este acidente como laboral, estão a colocar o trabalhador numa situação de vulnerabilidade e desproteção injustificada. Solicito a reavaliação imediata do processo, com base na documentação clínica anexa, e que seja reconhecido o acidente como de trabalho, com a consequente assunção de responsabilidades e cobertura de despesas médicas, compensações e demais direitos legais aplicáveis. Fico ao dispor para quaisquer esclarecimentos adicionais e aguardo uma resposta célere e fundamentada. Com os melhores cumprimentos, Helder Germano Valerio NIF: 296823295 Cartão cidadão N° 18053291Assunto: Reclamação formal sobre recusa de reconhecimento de acidente de trabalho – Processo n.º 925233703/0 Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente à vossa decisão, comunicada em carta datada de 04 de julho de 2025, referente à não assunção de responsabilidade pelo evento ocorrido no dia 01/07/2025, constante do processo n.º 925233703/0. O evento em causa trata-se de um acidente de trabalho, ocorrido durante o desempenho das minhas funções como motorista de pesados ao descer do camião, tendo resultado num traumatismo torsional no joelho direito, conforme descrito no relatório clínico emitido pela Unidade Local de Saúde do Estuário do Tejo, em anexo. No referido relatório, com data e hora de admissão de 01 de julho de 2025, às 18h44, consta o seguinte diagnóstico médico: > “Traumatismo torsional do joelho direito ao descer do camião. Dor e edema do joelho direito. Derrame IA+, mas sem tensão. Rx sem patologia OA aguda. Artrocentese de 60c de líquido citrino. Alívio após artrocentese. Deve manter seguimento no seguro.” Fica assim claramente estabelecida a relação entre o acidente e a atividade profissional exercida, ocorrendo durante o horário laboral e no exercício de uma função habitual do motorista. A situação preenche, sem margem para dúvidas, os critérios definidos no Artigo 8.º da Lei n.º 98/2009, de 4 de setembro, que define como acidente de trabalho aquele que ocorre no local e tempo de trabalho, e em consequência da atividade laboral. A vossa justificação para recusa, alegando ausência de conexão com a atividade laboral, não se sustenta à luz dos factos e da prova clínica apresentada. Ao desconsiderar este acidente como laboral, estão a colocar o trabalhador numa situação de vulnerabilidade e desproteção injustificada. Solicito a reavaliação imediata do processo, com base na documentação clínica anexa, e que seja reconhecido o acidente como de trabalho, com a consequente assunção de responsabilidades e cobertura de despesas médicas, compensações e demais direitos legais aplicáveis. Fico ao dispor para quaisquer esclarecimentos adicionais e aguardo uma resposta célere e fundamentada. Com os melhores cumprimentos, Helder Germano Valerio NIF: 296823295 Telemóvel: 967143681 Cartão cidadão N° 18053291

Encerrada

Dois seguros multirisco

Para: Fidelidade - Companhia de Seguros, S.A 04/07/2025 Boa noite, No dia 30/06/3024, realizei a transferência do me crédito habitação, que se encontrava no banco CGD para o banco BPI, após a culminação do processo, fui cancelar o seguro associado ao crédito habitação (multi risco), e eles alegam que não existe justa causa pelo facto de ter sido transferência do crédito habitação, no entanto, neste momento tenho contratado com a nova instituição financeira, um seguro multi-risco na seguradora Allianz, assim sendo, gostaria saber se esta posição manifestada pela companhia de seguros Fidelidade, encontra-se ajustada ao atual enquadramento legal em vigor. De referir que para o cancelamento do seguro, foi entregue uma cópia da nova escritura, como solicitado pela assistente de linha de apoio da Fidelidade, sem nunca mencionar o impedimento de resolução de seguro que agora alega a Fidelidade. Fico ao dispor para qualquer esclarecimento adicional, aguardo o vosso esclarecmento. Cumprimentos

Resolvida

Seguradora recusou me apoio essencial após perda total e impacto grave para na vida pessoal e profis

Exmos. Senhores, Eu sou um Lesado em Sinistro, 100% Prejudicado. Venho, por este meio, apresentar uma nova reclamação contra a OK! Seguros (marca da Via Directa – Companhia de Seguros, S.A.), controlada pela Fidelidade – Companhia de Seguros, S.A., relativamente ao processo de sinistro já identificado na reclamação anterior. Embora já tenha aceite formalmente a proposta de indemnização apresentada pela seguradora, estou a ser claramente prejudicado pela recusa no reembolso das despesas de mobilização (Uber), que foram necessárias após a devolução da viatura de substituição, no dia 2 de julho de 2025, antes da conclusão do processo e sem alternativa oferecida. Sou trabalhador com salário base e totalmente dependente do veículo para: • Deslocar-me ao trabalho diariamente; • Levar e buscar o meu filho de 3 anos da escola; • Apoiar a minha esposa nos seus deslocamentos laborais. Ontem dia 3/06/25 por telefone, e e-mail confirmei a o recebimento da indemnização a representante da seguradora, Sra. Célia Barata que também confirmou que o reembolso das despesas de mobilidade não seria feito e que não é responsabilidade da seguradora mesmo eu tendo enviado todos os comprovativos, com valores que influenciam com base nos meus rendimentos. Esta conduta é inaceitável e contraria frontalmente: • O Art.º 38.º do DL 291/2007, que determina que todos os danos diretos e consequentes devem ser indemnizados, incluindo a perda de uso do veículo; • O princípio da boa-fé (Art.º 762.º do Código Civil), claramente violado pela gestão fria e desorganizada do processo; • O dever de diligência e responsabilidade de qualquer seguradora com legitimidade para operar em Portugal. Além disso, as seguradoras agiu sem transparência e com negligência, ao retirar a viatura de substituição antes do processo estar finalizado, colocando-me numa situação de EMERGÊNCIA e HUMILHAÇÃO, com impactos pessoais e profissionais graves. Hoje é sexta-feira dia 04/16/2025 e mais uma vez entro num fim de semana completamente desamparado considerando que o acidente aconteceu no dia 16/05/2025 até hoje sem viatura, sem possibilidade de trabalhar ou deslocar-me, acumulando prejuízos que afetam diretamente a minha estabilidade financeira e familiar. A falta de resposta célere da seguradora apenas agrava esta INJUSTIÇA. Solicito à DECO PROTESTE apoio. • A mediação para garantir o reembolso integral das despesas de mobilidade já enviadas; • Que seja exigido à OK! Seguros (Via Directa / FIDELIDADE) que cumpra com os deveres legais enquanto gestora de seguros obrigatórios; • Que seja considerado o impacto social e financeiro causado pela ausência de transporte e apoio da seguradora, mesmo com todas as obrigações legais do lado do consumidor cumpridas. Fico disponível para fornecer todos os documentos, comprovativos e registos de comunicações. Conto com o vosso apoio para que este tipo de prática seja devidamente sancionado e corrigido, conto também com o apoio da CIMPAS e ASF que estão acompanhando o desfecho dessa situação, pois já foram Notificados, porem antes de tomar medidas cabíveis queremos uma posição de boa fé e empatia da parte da seguradora, com base na Lei. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada

Processo: 924243024/00

Venho, por meio desta, manifestar minha total insatisfação com esta empresa que se intitula seguradora. Em setembro de 2024, sofri um acidente de trabalho ao carregar um frigorífico. A empresa na qual trabalho prontamente acionou a seguradora em razão do ocorrido. Posteriormente, fui encaminhado a uma clínica, onde realizei uma ressonância magnética. O relatório apontou pequena quantidade de líquido livre na articulação, com incipiente bursite subacromial-deltoideia. Apesar desse diagnóstico, a médica responsável simplesmente me deu alta, afirmou que estava tudo bem e que eu poderia retomar normalmente minhas atividades laborais. Por ser leigo, questionei quais tratamentos deveria seguir, e fui orientado apenas a tomar medicamentos enquanto sentisse dores. Passei dois meses tomando remédios, mas as dores até hoje persistem. Tentei então reabrir o processo e fui informado, por telefone, de que seria necessário consultar um médico de família ou o médico do trabalho, realizar novos exames e, somente então, haveria a possibilidade de reabertura. Segui as orientações: procurei a médica de família, que solicitou radiografia e ecografia para avaliar a real condição do meu ombro. Para minha surpresa, o quadro evoluiu de bursite para tendinite, em razão da falta de tratamento e acompanhamento adequados durante o período em que estive sob responsabilidade da seguradora. A médica de família ressaltou que não houve o devido acompanhamento e que a seguradora deveria reabrir o processo, possibilitando o início do tratamento correto, incluindo fisioterapia. Ainda insatisfeito, procurei também o médico do trabalho, apresentei todos os exames, e ele confirmou exatamente as mesmas conclusões da médica de família. Diante disso, solicito que minha situação seja resolvida com a máxima urgência. Fui avaliado por dois profissionais, ambos confirmando a evolução inadequada do meu quadro clínico em razão da ausência de cuidados apropriados. Aguardo um posicionamento imediato. Processo: 924243024/00

Resolvida

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