Reclamações públicas

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Encomenda que ficou presa na alfândega ainda não foi entregue

Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que, no dia 24/11/2021 recebi notificação de que a minha encomenda estava na alfândega e teria de fazer o processo de desalfandegamento. Nesse mesmo dia inseri os documentos necessários e fiz o pagamento. A AT só aceitou a saída da minha encomenda no dia 3/12/2021 e até ao dia de hoje ainda não recebi a minha encomenda. Pago portes para que a encomenda me seja entregue o mais rapidamente possível para depois ficar semanas à espera que a mesma me seja entregue. Já enviei e-mail diretamente aos CTT e única coisa que me disseram, era que teria de aguardar. Preciso da encomenda urgentemente, no entanto, não tenho qualquer feedback. Para minha surpresa, hoje recebi mais uma notificação de uma outra encomenda que ficou presa na alfândega, já completei todo o processo de desalfandegamento, e com um bocado de sorte, vou ficar mais um mês à espera da mesma. Também tenho uma outra encomenda que aguarda entrada na rede há uns 4 dias. Estou cansada de ter problemas com os CTT, ou é porque não tocam à campainha, ou é porque não ligam, ou é porque dizem que estive ausente quando estou em teletrabalho e passo o dia em casa, e depois fazem com que tenha de perder o meu tempo de trabalho a ir aos CTT buscar as encomendas. A única coisa que peço, é que me façam a entrega das encomendas RÁPIDO, uma vez que preciso delas e é por isso que pago imenso pelos portes. Das duas uma, ou mas entregam, ou vou exigir-vos reembolso, tanto do valor que paguei da alfândega, bem como o valor que paguei pelas encomendas.

Resolvida

Impossibilidade de Realizar Pagamento de Portagens via Referencia Multibanco

Ao ter recebido a notificação de que existia uma portagem em divida gerei uma referencia multibanco para pagamento utilizando o site dos CTT. Ao que por razoes alheias, o site do meu banco se encontrava com dificuldades técnicas impossibilitando o pagamento desta portagem.Assim que foi possível voltei a realizar o processo de geração de uma referencia multibanco ao que não foi possível.Em contacto com a Linha de Apoio a Serviços de Pagamentos foi me informado que esta referencia apenas possui validade de 1 dia, e consequentemente fico impossibilitado de gerar novas referencias num prazo de 4 dias.Esta situação é simplesmente ridícula, visto que o prazo máximo de pagamento da portagem em divida é de 5 dias.Os CTT oferecem um serviço de pagamento por referencia multibanco que ao que parece é inexistente, obrigando-me a deslocar até uma payshop de forma a liquidar a portagem em divida.

Resolvida

Recusa atendimento prioritário

Ponto CTT -Feijó Papelaria Parati mais uma vez a ma formação de quem esta afrente de um servico publico ficou bem presente.No sábado dia 11 de Dezembro dirigi-me ao ponto CTT Feijó Na papelaria Parati no mercado do Feijó para levantar uma encomenda ,uma vez que estava muita gente solicitei prioridade sou portadora de um atestado de incapacidade multiusos com 60% As pessoas deixaram-me passar mas ja dentro da papelaria a proprietária mais uma vez disse que nao era obrigada a me dar prioridade uma x que solicitou informação aos ctt que lhe informaram segundo ela que a prioridade com atestado ja nao e valida e que nao tem capacidade nem e medica para avaliar se o atestado e valido ou nao.Mais uma vez fui humilhada por alguem que estando no atendimento ao publico devia estar informada e nao esta exijo ser indeminizada pela humilhacao que esta senhora me fez passar

Resolvida

Obrigada a pagar alfandega quando esta já estava paga

Exmos,Fiz uma encomenda de fora da EU, partida de um site internacional (Etsy), de número RC800913146MD, com valor total 19,67 euros, que já incluía IVA, de valor 3,68 euros. Desde já, não recebi qualquer notificação no correio, não obstante segundo a vossa aplicação esta ter sido enviada para minha casa dia 22 de Novembro. Muita sorte tive eu de por acaso verificar hoje (4 de Dezembro), caso contrário a encomenda podia já ter sido destruída ou enviada de-volta ao destinatário. Para além disso, apesar da encomenda vir já com as tarifas pagas fui obrigada a passar pelo processo de desalfandegamento. Fui obrigada a pagar mais 6,98 euros (!!!), isto incluindo taxa CTT, o que é claramente desnecessária visto que a falha é vossa e foram vocês que filtraram mal a minha encomenda obrigando-me a pagar IVA sob um objecto em que já tinha pago IVA.A minha questão por conseguinte é quando e como venho a reaver os meus 6,98 euros, atendendo que tenho provas documentais que fui ilegalmente cobrada este valor?Incrivelmente dessatisfeita,Cristina Ferreira

Encerrada

Informaçao incorrecta leva a gasto de 66,42euros

Venho por este meio expor a minha situação que decorreu na loja dos CTT Teixeira Gomes , em Portimão, a 19 de Novembro de 2021. Quando chamaram a minha senha, dirigi-me à funcionaria e pedi uma cópia com autenticação digital de documentos que precisava de enviar para a Universidade de Faro a fim de prosseguir estudos . A senhora pareceu algo confusa com a expressão digital, e eu li em voz alta então do documento da faculdade, publicado em Diário da República , que dizia que de acordo com a legislação portuguesa em vigor, poderão certificar cópias as seguintes entidades: CTT, Notários,Advogados,Solicitadores,Conservatórias,Juntas de Freguesia .... A resposta da senhora foi o que fazem nesses sítios todos é o que fazemos aqui. Perante esta afirmação , e, se de facto não há mais nada sem ser isto, pedi então a autenticação de 3 fotocópias , valor total 66,42 euros. Vi que a senhora enquanto autenticava ia colocando dados no computador e fiquei satisfeita a pensar que isso é que deve ser o tal de digital porque os dados estão a ser ali colocados. Paguei e vim embora. Em casa olhei para as autenticações e lembrei-me do certificado covid com QR code e fiquei a pensar se digital não seria algo do género. Mandei um dos documentos autenticados para a Universidade de Faro e eles disseram que as autenticações não eram válidas porque teriam de ter uma assinatura electrónica ou Qr code ou outro tipo de código. Fui no dia 23 de Novembro , horas após ter obtido a resposta da Universidade, aos correios onde me disseram que a venda já não era daquele dia, não conseguiam anular . A gestora responsável disse, nesse dia, e apenas e só nesse dia, que a autenticação digital não é serviço que prestem e que podia consultar online a prova de que não fazem nem no Algarve, nem em zona nenhuma do pais. Também disse que como a funcionaria dos CTT nunca disse Isto é uma autenticação digital estão automaticamente ilibados de qualquer responsabilidade. No entanto, disse que como tenho recibos e documentos todos direitinhos podia reclamar online no site dos Ctt, foi o que fiz . Recebi a resposta dos Ctt a cliente foi alertada que os CTT não tinham serviço de certificações digitais (sem QR code), embora a publicação do Diário da República fizesse menção a um código QR . Primeiro, se eu tivesse sido informada desde inicio que não faziam certificações digitais nunca teria gasto aquela quantia , tinha saído e procurado local onde fizessem. Segundo ,a publicação em Diário da Republica que anexei e enviei aos CTT , NUNCA menciona QR code , aliás, nem é necessário QR code, como depois me informou a faculdade , bastava uma assinatura digital de funcionário legalmente habilitado a passar estas cópias autenticadas. Na respostam dos CTT continuam : A colaboradora que efetuou o serviço terá explicado que apenas seria possível efetuar uma certificação normal.Foi pedido à cliente que consultasse o nosso site, por forma a confirmar o serviço disponível nos CTT.Ainda assim, a cliente aceitou o único serviço disponível nos CTT. Em relação a esta última parte , é mentira que me tenham dito para consultar o site ( isso só aconteceu posteriormente , pela responsável superior), e também não é verdade que a funcionária me tenha dito que apenas seria possível fazer uma autenticação normal ( a funcionária de facto pareceu não entender bem o que era digital mas também não disse que o que faziam era só a normal , em oposição à digital. Pelo contrário, garantiu que o faziam nos CTT é o que se faz nos outros lados que eu li do documento do Diário da Republica. Daí eu ter pensado só pode ser isto então. Hoje sei que é mentira porque felizmente já tenho os documentos com autenticação digital, feitos por uma advogada , portanto, o que se faz nos outros lados , não é, necessariamente , o que faz nos CTT. Em conclusão, compreendo que os funcionários dos CTT não são obrigados a saber o que é ou não digital mas , em caso de dúvida, o normal seria pedir para aguardar um pouco e ir confirmar com quem soubesse e dizer categoricamente que não têm o serviço. Dizer que o que fazem nos Ctt é o que se faz em todos os lados foi a frase que me levou a comprar o serviço, portanto julgo-me merecedora de um reembolso já que esta informação NAO corresponde à realidade. A resposta dos Ctt chega a magoar já que nem se deram ao trabalho de ver o documento que mandei do Diário da Republica onde apenas consta copias com autenticação digital e não menciona Qr codes, e também não se verificaram que eu só fui informada de que todos os serviços que os CTT prestam têm de estar online , na segunda visita aos Ctt, a 23 de Novembro. Peço ajuda para resolver esta situação, da minha parte daqui para a frente não voltarei a pedir serviço nenhum sem confirmar online letra por letra exactamente ao que corresponde e peço que, do lado de lá, neste caso os Ctt , procedam de forma a, em caso de duvida, confirmarem com colegas ou com superiores para não induzir o cliente em erro.

Resolvida

DEVOLUÇÃO INDEVIDA DE PRODUTO IMPORTADO AOS EUA

Comprei um produto a uma empresa nos Estados Unidos. O produto chegou a Portugal a 27.10.2021.No dia 9/11/2021 paguei, online, a taxa de desalfândegamento, e recebi o email dos CTT comprovando esse pagamento. Os dias passam, o produto não foi entregue.Quando acedi ao portal dos CTT, vejo o estado do produto como Suspensão da Importação, Não cumpre requisitos aduaneiros, Devolvido.Perdi dias, horas , a enviar inúmeros emails, e inúmeros telefonemas aos CTT, para perceber o que se passara, e fiquei a saber o seguinte:- O meu produto foi devolvido à empresa a quem comprei o produto, nos EUA, apesar de eu ter pago a taxa de desalfândegamento- Dos inúmeros funcionários dos CTT com quem falei e troquei emails, nenhum me soube dar uma razão lógica para o facto do produto ter sido devolvido aos EUA.- A D. Rita Colher, do Apoio aos Clientes, afirmou o seguinte no seu email que me enviou: os CTT, enquanto operador postal, recebe as encomendas postais provenientes de países terceiros e armazenando-as nas suas instalações, verificando em seguida se existe informação online sobre o objeto para fins Alfandegários, que é o pré-aviso ou ITMATT . Com esta informação é verificado se o objeto precisa de dados por parte do destinatário ou não. Esclarecemos que o ITMATT (eletronic customs), corresponde aos dados alfandegários eletrónicos, que não são mais do que as informações que o expedidor fornece eletronicamente sobre o remetente, o destinatário e o conteúdo dos itens que enviou, nomeadamente o código IOSS (IVA). Caso esteja tudo efetuado na origem, o objeto segue para distribuição sem parar na Alfandega, caso contrário, é enviada notificação para efetuar o esalfandegamento. Uma vez que não existe qualquer informação por parte do expedidor, embora compreendendo a situação reportada, não foi possível efetuar as operações acima descritas, pelo que o objeto foi devolvido à origem.Esta informação espanta-me , porque eu paguei a taxa de deslafândegamento no dia 9.11.2021 e, para tal, tive de preencher o formulário dos CTT, fornecendo informação muito detalhada sobre o produto que comprei aos EUA, bem como sobre a empresa que o vendeu!Daí ser absolutamente inexplicável que CTT aleguem, agora, que não existe qualquer informação por parte do expedidor sobre o produto. Essa informação foi cabalmente prestada quando paguei a taxa de desalfandegamento!- Posteriormente a D. Rita Colher informou que a reclamação foi encaminhada para o departamento de indemnizações dos CTT, o que comprova que eu não tive qualquer responsabilidade sobre o ocorrido, e que os CTT admitem o erro que cometeram.- Tendo informado empresa dos EUA que me vendeu o produto sobre o sucedido, a mesma afirmou que não irá reenviar o produto para Portugal, e retirará o país da lista dos países para onde vende os seus produtos, para não correr o risco de devolução inexplicável dos seus produtos.Foi esta a consequência de todo este episódio, o que lesará uns milhares de utentes dos CTT. E espelha uma total ineficiência, desorganização e caos, na forma como os CTT processam os produtos importados dos EUA.A única forma de eu me sentir ressarcida pela devolução indevida aos EUA, de um produto que foi adquirido cumprindo todas as normas em vigor, é os CTT devolverem-me esse mesmo produto, resolvendo o imbróglio que criaram.Porque o reembolso das despesas que fiz não me devolverá o produto, do qual necessito.

Resolvida

CTTs não tocam à campainha

Venho por este meio reclamar dos CTTs de Bragança devido a encomendas que não chegam a ser entregues pessoalmente e na data prevista pois os mesmos não se dão ao trabalho de tocar à campainha. Hoje, dia 29 de Dezembro, logo de manhã cedo recebi uma mensagem dos CTT expresso em como iria receber a minha encomenda nesse dia até as 19h. Esperei a manhã e a tarde toda em casa, deixei de ir fazer algumas coisas pra ter a certeza de que estaria em casa para receber a encomenda quando chega às 17:30 e ainda nada de encomenda… estranhei porque nesta zona eles costumam passar ou antes do almoço ou depois. Quando sai para ir buscar os meus filhos à escola, reparei que tinha cartas no correio. Abri e qual o meu espanto quando vejo 3 notificações no correio em que diziam que eu não as tinhas recebido pois encontrava-me ausente sendo que uma delas, sou obrigada a amanhã dirigir me a um posto CTT, de novo, para levantar a encomenda quando a mesma devia ter sido entregue em mão uma vez que eu estava em casa e só sai por volta das 17:30. Eles colocaram que eu não estava em casa às 14:10, supostamente a hora em que la tinham ido. Já não é a primeira vez, nem segunda nem terceira e nem será a última que fazem uma destas mas começa a encher a paciência. As pessoas perdem compromissos e limitam a sua vida par puderem estar em casa na hora da entrega das encomendas e eles simplesmente , lembram-se e nem as campainhas tocam. É só deixar o aviso e a pessoa que se desenrasque depois para ir buscar a encomenda.

Encerrada

Alice Marques - CTT Storm - Castelo Branco

Venho por este meio reclamar e com isto realçar, a falta de educação, profissionalismo, falta de capacidade de escuta, falta de empatia, e acima de tudo a lata que a Sra Alice Marques tem ao fazer o atendimento no posto de CTT Storm em Castelo Branco. Espero uma encomenda a 2 dias em casa, querendo alguma actualização da minha encomenda entro em contacto para o posto o qual atende esta Sra., expondo a minha situacao responde de imediato que não pode ajudar, eu persisto a dizer que a encomenda foi recepcionada ali, se pelo menos isso pode ser confirmado, ao qual esta desenquadrada forma de pessoa diz não posso dar essa informação, estou a ajuda-lo em tudo o que posso, você nao esta a entender, nao posso fazer nada por si.... Sempre altamente prepotente e arrogante. De repente silêncio, e comeca a falar um Sr que de imediato pede o nr de envio e consegue de facto informar uma pessoa. Esta Sra devia dar o seu lugar a alguém que dá valor ao trabalho e que acima de tudo o faz. Nao andei na escola com esta sra, nao sou filho dela nem amigos. É uma vergonha que uma instituição como os CTT empreguem, aceitem e compactuem com este tipo de comportamento. De lamentar. Esta reclamação vai ser publica para esta Madame criar vergonha na cara. E so nao digo que devia ser despedida, porque ainda ia viver a conta dos meus descontos.

Resolvida

Atribuição número CCI

Venho por este meio reclamar do pedido de uma caixa CCI para:António Miguel da Cruz Marques Fernandes ePaula Carla Domingo dos SantosRua José Gaspar da Silva, Lagameças 2965-255 Poceirão.Como desconhecia o sistema da entrega de correio no meio rural, os vizinhos é que avisaram que tinha de solicitar uma caixa CCI ao CTT. Efetuei o pedido a 13/10/21 e foi informado, por um funcionário com a farda e conduzia uma carrinha CTT, que em mês no máximo teria o número da caixa CCI.Estamos a 25/10/2021 já enviei me dirigi á agência do Monte Belo em Setúbal, já falei com o responsável dos carteiros (Sr. José Filipe), já enviei carta registada ao cuidado do diretor ou diretora da agência e já reclamei várias vezes junto ao provedor do Cliente via internet. Até à data todos os meus pedidos foram simplesmente ignorados. Esta situação é muito complicada pois minha esposa é doente oncológica. Já várias vezes, documentos muito importantes foram anulados ou caducados (exemplo: atestado multiuso) por causa de não receber a correspondência. Referi no pedido que esta situação que é MUITO URGENTE e por motivos de DOENÇA GRAVE. Espero que este atraso dos CTT não provoque consequências graves devido à não atribuição do CCI, nesse caso terei de responsabilizar os CTT junto da autoridade competente.Acho que é uma falta de respeito para com as pessoas/cliente de não cumprir os prazos nem responder a pedidos por escrito ou por mail.Sem outro assuntoAntónio Miguel da Cruz Marques Fernandes

Encerrada

Caos na Alfândega

Comprei uma pomada ayurvédica na Amazon, que foi remetida da Índia. A mesma pomada existe à venda (mais cara) em Portugal, em lojas especializadas em produtos ayurvédicos (lojas físicas e online). O artigo ficou retido na alfândega e não pode ser desalfandegado sem o parecer da INFARMED. Após contactar o serviço de apoio dos CTT, tenho recebido informação contraditória. Algumas respostas revelam que só leram o cabeçalho e enviam link para desalfandegar e efectuar pagamento. No site dos ctt/alfândega o objeto/artigo surge com a designação errada de Herbal Omeprazole e um valor exorbitante em euros (convertidos de rupias) quando paguei na Amazon menos de 10 euros (convertidos de libras). Os ingredientes da pomada são:Óleo de Gaultheria – 15% / Folhas de Menta (Pudinah ka Phool) – 5% / Óleo de Terebentina (Tarpin ka Tel) – 3% / Óleo de Eucalipto (Nilgiri Tel) – 2%Anos atrás, tive um problema semelhante, quando outro produto Indiano (Amla) ficou retido na Alfândega. Passe a publicidade, até no Celeiro vendem Amla! Na altura, acabaram por me enviar o artigo, à segunda tentativa. Neste caso, não tenho esperança de rever o que paguei. Por ter sido comprado na Amazon, só pode ser devolvido através da Amazon. Tudo o que mexe fora da UE fica retido na alfândega. Até um arranhador de costas precisa de aprovação do INFARMED e de engordar os cofres da AT. Mesmo que tenha custado um euro, eles cobram logo 30 vezes mais! Assim, a minha sugestão é que aguardem pela aprovação do INFARMED (têm mais tempo livre e paciência que eu) e, após aprovação, ofereçam a pomada a algum familiar o amigo que precise.Depois de experimentarem, não vão querer aquela treta que promete tirar as dores de venda livre nas Farmácias. Entre outros ingredientes nocivos, aprovados pelo INFARMED, contêm Paracetamol. Esta é uma oferta que não se irá repetir. De futuro terão de comprar a pomada em Portugal. Acabaram as borlas. Da minha parte, nada mais irá parar na Alpândega!!!!

Encerrada

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