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CREDITO HABITAÇÃO CGD
Venho por este meio reclamar relativamente ao crédito habitação feito na cgd. Após apresentação da simulação e confirmação da efetivação do crédito com a cgd, apenas dias antes da avaliação do imóvel me informaram que a garagem, fração incluída na certidão permanente da habitação, teria que ser escriturada à parte. Para além deste procedimento ter-me sido informado tarde, quando o processo já estava na fase final, é de lamentar que esta seja uma norma adoptada pela cgd quando não o é por outros bancos, uma vez que todas as escrituras anteriores da casa, também realizadas através de pedido e crédito, têm as duas frações incluídas. Pela falta de sinceridade e apenas na fase final, com pagamentos já realizadas me informarem disto, a cgd é um banco que não recomendo para crédito habitação.
RECLAMAÇÃO CGD
Cliente: Bernardo Saraiva de Menezes de Aiala SerôdioNúmero de contrato Caixa Direta: 323653823 de Junho de 2020Assunto: Reclamação CGDCaro responsável,Venho por este meio submeter a minha reclamação relativamente aos serviços de call centre da CGD e do balcão da Praça de Alvalade. No passado dia 25 de Maio, um dia depois de perder o meu cartão de débito da Caixa, contactei o banco por telefone para proceder ao cancelamento do cartão e respetiva emissão de uma segunda via. Quem me atendeu o telefone, prontamente tratou do cancelamento e registou no sistema da CGD a emissão de um novo cartão, à condição da confirmação da morada de envio (tinha duas moradas no sistema), apresentando um comprovativo de residência num balcão à escolha. No dia seguinte, desloquei-me ao balcão das Laranjeiras que estava fechado à hora de almoço com fila à porta. Pergunto-me se é assim tão necessário uma hora inteira de almoço quando os bancos fecham tão cedo. Sugeria aos funcionários fazerem turnos para manter sempre o atendimento à hora de almoço que é a única hora a que as pessoas podem tratar deste tipo de assuntos. Vi-me obrigado a tratar do assunto no dia seguinte, elegendo o balcão da CGD da Praça de Alvalade. Expliquei a situação ao jovem que me atendeu e 10 minutos depois estava despachado. Fiz questão ainda de confirmar se a emissão estava encaminhada/validada e ainda o preço do cartão (diferente daquele que me informaram ao telefone, estranhamente).Enquanto que me foi dito que o tempo de entrega do cartão a casa seria de 5 dias úteis no mínimo (eventualmente prazo este alargado devido às circunstâncias atuais, algo que entendi como cliente sensato que sou), passadas 3 semanas (!) não havia sinais de cartão algum. Admirado, entrei então em contacto novamente com o call centre da CGD, o qual me informa que o pedido nunca tinha sido processado devido a desatualizações nos meus dados pessoais. Algo que nunca tinha sido referido. Volto a perguntar o preço do cartão e indicam-me outro preço diferente dos outros dois comunicados.Sou ávido critico de este tipo de incompetências e faltas de comunicação. Isto é típico de uma empresa estatal portuguesa. O processo é simplíssimo. Pergunto-me como é que é possível tamanha ineficiência. E ainda cobram 14€ (se é mesmo este preço) pela emissão de um cartão jovem(!). É por estas e por outras razões que eu, e muitos jovens informados, vão lentamente abandonando os serviços tradicionais, retrógrados e overpriced da banca tradicional e viram-se para soluções fintech altamente user-friendly e eficientes, onde, por exemplo, a emissão de um cartão, vindo do Reino Unido, são apenas 6€. Este pobre customer service faz me reponderar se quero continuar a ser cliente da Caixa. Convençam-me do contrário. Tomem em boa nota este tipo de feedback ou vão perder muita clientela para a concorrência. Numa empresa que estima os seus clientes não pode haver espaço a este tipo de situações. O maior banco português tem de ser o primeiro a dar o exemplo da excelência de serviço. Não foi o caso.Aguardo resposta.Cumprimentos, Bernardo Serôdio
PPR-Poupança reforma
Exmos Srs.Em setembro de 2019 solicitei à Lusitânia a abertura de um PPR e a transferência do saldo do meu PPR na Caixa Geral de Depósitos (através de carta que anexo), indicando explicitamente que pretendia manter a Apólice original, até por estar ligada ao meu cartão de crédito e programa de cash-back.Sem a minha autorização, a Caixa Geral de Depósitos e a Fidelidade cancelaram o meu PPR e cartão de crédito, que continuo a pagar.Apesar de ter feitos imensas reclamações por escrito e pessoalmente, aos balcões e nos sites da CGD, as respostas que obtenho são para ir abrir um novo PPR.Neste momento estou a pagar o cartão de crédito, através de um pacote mensal de despesas, e a perder o cashback há mais de 6 meses.
Caixa Geral de Depósitos
Boa Tarde,à 2 semanas fiquei sem o meu cartão multibanco, numa caixa dentro da Caixa Geral de Santo Tirso. Uma avaria na máquina.A semana passada 2/3 (não estou certa) diriji me ao balcão, onde me foi dito para aguardar que já tinha sido emitido outro cartão.dia 6 diriji-me de novo ao balcão para fazer um levantamento.hoje diriji-me de novo ao balcão para outro levantamento.Das 3 vezes que me diriji ao balcão faltei 1 hora ao trabalho , de cada vez.. cada vez que levantei dinheiro paguei 4.95€. Ninguém me sabe dizer quando vem o cartão multibanco.Foi me informado no balcão para fazer uma reclamação no site da CGD , mas é impossível porque as reclamações não aceitam o e'mail!!Resumindo, á duas semanas que estou sem meio de pagamento, e com despesas desnecessárias que ninguém cobre.eu pretendo respostas.. quero saber quando vem outro cartão? quero saber quem me vai pagar as horas que perdi no trabalho e quem me paga o valor dos levantamentos.Estou indignada porque tive de recorrer a favores para pagar as contas este mês.Agradeço a vossa ajuda!Obrigado
Fraude com cartão de crédito
Boa tarde,Detectei, a 30/08/2019, um movimento fraudulento do meu cartão de crédito com a indicação da seguinte entidade VIATORTRIPADVISOR UK 7 Soho Square, no montante de €419,00. Face a esta situação contactei o Serviço Caixa Direta, no mesmo dia, para proceder ao cancelamento do cartão de crédito. Foi-me informado que foi aberto um processo de fraude e que deverei aguardar um contacto da CGD a informar do desenvolvimento do mesmo. Não obstante devo proceder ao pagamento do montante e, caso me seja reconhecida razão, posteriormente o mesmo será creditado na minha conta. Entretanto também tentei contactar a empresa Viator, via facebook, pois a mesma não dispõe de outro meio de contacto no site oficial. Foi-me respondido que tenho que ligar para um call-center e me facultado uma série de números internacionais dos países onde têm, presumo eu, representação. Não liguei pois não faço ideia como proceder neste caso.Contactei também o site https://www.hsjohnson.com/, onde realizei a última transação com o cartão de crédito e inseri o número do mesmo. A empresa refere nunca ter tido uma situação semelhante de apropriação dos dados do cartão de crédito.Hoje contactei novamente a CGD e pedir o Nº do processo de fraude, tendo me sido dito que não é necessário um número pois quando contacto o Serviço Caixa Direta e faço a autenticação já me conseguem 'identificar'. De todo o modo fico apreensiva por não ter um comprovativo de todo este processo, considerando a delicadeza do assunto e o prejuízo que causou.Andreia Nóbrega
Funcionamento inumano
O meu nome é Carlos Manuel de Oliveira dos Santos Silva, sou cidadão nacional com o nº 10046781, trabalhador, contribuinte, com 44 anos de idade. Venho desta forma manifestar a minha reclamação, a minha repudia, a minha revolta sobre o seguinte assunto:Efetuei reserva de um imóvel na Av. Manuel Alpedrinha, nº 14, 3º A, em Amadora, em 23 de agosto de 2017 através da agência imobiliária ERA, entregando para o efeito um cheque no valor de 2.500 Euros. Efetuei pedido de crédito bancário à Caixa Geral de Depósitos, à qual passei a ser cliente nº 161723606. Cumpri com todos os requisitos necessários para a aquisição do imóvel em questão, apesar das dificuldades que me foram colocadas para conseguir um crédito habitação em virtude da vida me ter tornado um doente oncológico e também pelo baixo rendimento que aufiro em virtude de ser mais um funcionário público com o salário e a carreira congelada há diversos anos pelos governantes do meu país. Estamos em janeiro de 2018 e passados 5 meses (cinco meses!) desde a reserva, a escritura do imóvel foi cancelada 6 vezes (seis vezes!). Leu bem, seis vezes.Inicialmente a escritura foi cancelada pela Caixa Geral de Depósitos porque o imóvel tinha um problema relacionado com a insolvência de um dos proprietários do imóvel, situação que a agência não me reportou aquando da reserva e aparentemente não comunicou à entidade bancária. Por este motivo, a escritura foi cancelada mais duas vezes pela imobiliária enquanto resolviam o problema que tinham conhecimento existir com o imóvel. Seguidamente, a escritura voltou a ser cancelada mais uma vez numa véspera porque segundo a imobiliária, um dos herdeiros / proprietários do imóvel não podia estar presente porque ia apanhar azeitonas e não ia perder os “40 euros que ia ganhar nesse dia”. Sim, leu bem, isto foi literalmente a justificação que me foi dada pela imobiliária. Seguidamente, a escritura voltou a ser cancelada mais uma vez na véspera porque segundo a imobiliária, um dos herdeiros não tinha apanhado o avião no dia anterior à escritura (!) desde a Argélia para se apresentar na escritura o dia seguinte. Pelo meio e após várias reclamações da minha parte, sou mandado pelos representantes da imobiliária ERA, a ter calma e para “não me preocupar com nada” e inclusive, que eu estava se calhar “a exagerar um bocadinho”. A certa altura do processo, ainda tiveram a petulância de recomendar que eu fosse para uma pensão, em vez de tentarem resolver o problema que me criaram. Os meses foram passando e financeiramente cheguei a um ponto de rutura, em que já tive de pedir dinheiro emprestado para pagar tratamentos no hospital e para poder pagar o aluguer de uma casa que entretanto tive de passar a viver e onde pago 450 euros por mês, que é mais de metade do meu salário (!). Devido a esta situação, passei a ter problemas de hipertensão, problema que nunca tinha tido antes na minha vida e que é o resultado de toda esta pouca vergonha que tem sido lidar com a imobiliária ERA e a Caixa Geral de Depósitos, tendo ido várias vezes nos últimos 5 meses às urgências com episódios graves. A agência ERA Alfragide e a Caixa Geral de Depósitos, comunicam maioritariamente através de correio eletrónico, não prestam serviço direto ao cliente nem dão previsão para efetivação da compra do imóvel. O último cancelamento de escritura foi no dia 15 de janeiro de 2018, tendo sido desta vez da responsabilidade da Caixa Geral de Depósitos devido a uma incompetência no seu funcionamento administrativo.Escandalosamente, a Caixa Geral de Depósitos informou do cancelamento da escritura às 8:33h. do dia 15 de janeiro de 2018, tão somente duas horas e meia antes da hora marcada (!!) na conservatória para a efetivação da escritura. Perdi um dia de trabalho, que já ninguém me paga e nem sequer um pedido de desculpas formal me foi dado pelo banco. Sinto-me gozado e enxovalhado por estas duas instituições. Este processo não tem fim e estou desesperado. Necessito de uma casa para viver. Não entendo o funcionamento da imobiliária nem do banco, e quais as razões que têm levado a que este imóvel não me seja vendido ou que seja efetuada a escritura. Preciso que alguém me ajude, já gastei mais de 600 euros com custos de processo e desde que reservei o imóvel, já gastei mais de 4.000 euros em alugueres de casas que podia ter poupado se a escritura do imóvel que reservei já tivesse sido concretizada.No momento em que escrevo esta carta, já passaram dois dias desde o último cancelamento de escritura e nem uma palavra mereci ainda, da parte da imobiliária ERA, nem da Caixa Geral de Depósitos. Nada. Sou tratado como se não fossemos todos seres humanos, isto tem sido indecente e uma humilhação completa e peço a quem leia estas palavras que faça algo pois isto já é uma questão de humanidade. Eu preciso desesperadamente de uma casa para viver.Alguém tem de ser responsabilizado por todo o mal que me tem sido imposto com este processo. Apenas quero viver a minha vida. Alguém me ajude, POR FAVOR.À atenção de alguémCom os melhores cumprimentos,
Cheque de reembolso do IRS expirado
Recebi um cheque de reembolso do IRS no ano passado a meados de Julho, cujo valor era de 56€. Devido à minha casa estar em obras, acabei por perder rumo do cheque e não o depositei atempadamente. Eventualmente o cheque voltou às minhas mãos, ainda em 2015, e aí procurei informar-me online, por via de fóruns e comunicados oficiais, acerca do que fazer nesta situação. A ideia, portanto, seria ir ao meu departamento de finanças local e solicitar um cheque atualizado para, aí sim, o poder depositar. No entanto, por entre as minhas pesquisas em casa, vi várias pessoas a referir que se dirigiram aos seus bancos com cheques de reembolso do IRS fora de validade, algumas delas clientes da CGD, e estes haviam sido aceites. Sendo que o estacionamento mais próximo do departamento de finanças de Ílhavo é, indiscutivelmente, em frente à CGD, pensei em fazer uma paragem lá e questionar acerca desta possibilidade, evitando assim ter que ir mais longe. Face ao que tinha lido online, pensei que depositar o meu cheque, ainda que fora de validade, fosse uma possibilidade, e nada melhor do que me informar de forma definitiva no meu banco. Foi com esse objetivo que entrei no posto da CGD de Ílhavo.Comecei por questionar se seria possível depositar aquele cheque, porque apesar de estar fora de validade, havia ficado com a ideia de que poderia ser possível depositar na mesma. O colaborador exitou por breves segundos, mas continuou dizendo que podiamos tentar. Questionei se não haveria problema, ele respondeu-me literalmente se entrar, entrou, ao que eu assenti dizendo que desde que não houvesse problema, estava tudo bem. O colaborador finalizou o depósito em silêncio e afirmou, por fim, que havia entrado, e estaria tudo em ordem. Assinei o comprovativo de depósito e saí, passando ainda pela recepcionista com quem havia comentado sobre a situação quando cheguei. Ela ficou admirada e referiu que, na volta, o cheque ainda me aparecia em casa rejeitado. Eu disse que, supostamente, estaria tudo dentro dos conformes. Ela assentiu.Semanas depois recebo o cheque em casa, com um carimbo que deixava explicito que este havia sido revogado. Tudo bem, pensei eu, vou trocá-lo às finanças. Infelizmente a CGD não se ficou por aí e achou por bem retirar coisa de 36€ da minha conta para custos administrativos que envolveram o tratamento do meu cheque expirado. Entretanto fui às finanças com o meu cheque e solicitei um recente, que me foi entregue sem problemas passado algumas semanas. Fiz o depósito desse atempadamente e tive acesso aos meus 56€. Aí estava resolvido.Foi desta forma que expus a situação a um elemento da gerência da CGD de Ílhavo: eu ter-me-ia dirigido à CGD de Ílhavo há alguns meses para questionar acerca da possibilidade de depositar aquele cheque expirado e fui esclarecido que se o cheque entrasse, entrava, não fui demovido de o depositar, pelo contrário. Não fui informado acerca das possíveis consequências que poderiam surgir por depositar aquele cheque, e eu fui lá primariamente para me informar, sublinho. Semanas depois, o cheque chegou a casa revogado e, pior que isso, a CGD havia tirado 36€ da minha conta à custa disto. Apenas queria este dinheiro de volta, visto que não me sinto responsável por naquele dia ter depositado o cheque porque havia sido desinformado pelo colaborador. Este nada fez para defender os meus interesses, os interesses de um cliente com duas contas na CGD, uma delas com 7 anos. Felizmente tenho boas pernas, portanto, muito facilmente teria subido a escadaria e entrado nas finanças para solicitar a troca do cheque por um que pudesse depositar. Não o fiz porque me foi transmitido que não era necessário.O individuo encolheu os ombros, lamentou, mostrou compreensão e tentou fazer com que eu deixasse passar o assunto, argumentando que não havia nada que ele pudesse fazer. Depois de um jogo verbal do gato e do rato, questionei sobre a melhor forma de obter uma resolução para este assunto e ele sugeriu que eu fizesse uma reclamação por escrito. Podia fazer a reclamação em casa ou lá mesmo. Eu resolvi fazer a reclamação por escrito na CGD de Ílhavo. O tom do sub-gerente foi alterando, e chegou a proferir frases como para a próxima não deve deixar passar o tempo, assim não acontece isto, como que numa tentativa de me repreender. Visto que tenho 23 anos, talvez ele tenha achado uma alternativa razoável adotar um discurso condescendente, com palavras soltas. Mas adiante.Fiz a reclamação por escrito a expôr esta situação, como aqui o faço mas mais detalhada, com datas exatas de tudo. Nunca obtive resposta, já lá vai mais de meio ano.
uso de cartão de crédito fraudulento, CGD exige pagamento
Bom dia,eu resido nos EUA, o que tem dificultado ainda mais esta situação, mas brevemente, trata-se do seguinte. O meu cartão Ímpar da CGD foi usado de forma fraudulenta durante o mês de Junho, Julho e Agosto. Assim que a situação foi detectada, o cartão foi cancelado, e uma reclamação feita. A falta de meios de controle e segurança relativos ao uso do cartão assustou-me: o cartão foi usado em vários países diferentes para fazer, por vezes, pagamentos em montantes exorbitantes, foi usado em sites duvidosos, e o plafond foi ainda ultrapassado. Ou seja, a CGD não parece ter quaisquer meios de monitorização do dinheiro dos clientes. Como disse, quando a situação foi detectada no mês passado, foi logo uma reclamação. Tenho entretanto estado em contacto com a D. Helena Serras Pereira da minha agência de Abrantes, que se tem prontificado a seguir a situação e ajudar. Só que, apesar de também ela apresentar pedidos sistemáticos de esclarecimento e seguimento da minha situação, nem sequer a ela a CGD tem respondido! Enfim, hoje, recebi na minha morada portuguesa (onde reside a minha mãe) uma primeira carta de incumprimento. Após abordarmos a situação, e após a minha mãe se ter dirigido à agência de Abrantes, a D. Helena telefonou para vários departamentos, até que alguém (isto aconteceu em frente da minha mãe), lhe disse que os atrasos no processamento das reclamações eram normais, e que o normal mesmo era que o cliente pagasse primeiro, a reclamação fosse processada, para então ser ressarcido depois (sendo que nada disto, foi acompanhado com a mínima referência a um horizonte temporal máximo para a resolução da situação). Eu voltei a insistir, e já fiz outra reclamação hoje. No entanto, não tenho qualquer garantia que o meu nome não seja lançado na tal da lista negra do Banco de Portugal. Acho isto incompreensível e inadmissível. Mas acho também de um desplante incrível que a CGD pretenda que eu pague primeiro, reclame depois, e eventualmente que eu seja ressarcida. Mas, também acho inacreditável que o cliente seja responsabilizado pela clara negligência e falta de celeridade (até interna) da CGD na resolução destes assuntos. O que esperar de uma instituição que nem responde à gerente da agência de Abrantes?! PS: como a forma de comunicação da Caixa não é muito clara, ainda me resta perceber se não é a caixa que já me está a dever dinheiro a mim.
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