Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Cativo de valores indevidos
Venho por este meio comunicar a V.Exas de que, no dia 20 de Agosto de 2019, percebi a minha conta na Caixa Geral de Depósitos bloqueada com a totalidade do saldo do meu ordenado mínimo de 600€cativo.Dirigi-me ao balcão da CGD da Pontinha e fui muito bem atendida pelo Gerente ou sub gerente Dr.Pedro, o qual apresentei a queixa por escrito e que iria fazer chegar a reclamação à Dra Carla Nunes da DAP. Esta senhora disse-me que iria mandar para casa a documentação necessária para fazer um acordo de pagamento em prestações de um cartão de crédito que até hoje nunca chegou nada. Como devem de calcular não posso estar à espera árduo eterno que Sua Exa no desbloqueio parte do cativo referente ao ordenado mínimo estabelecido por Lei, não foi respeitado e salvaguardado como a lei indica no numero 5 do Artigo 738.º, no que respeita a Bens parcialmente penhoráveis:“5 — Na penhora de dinheiro ou de saldo bancário, éimpenhorável o valor global correspondente ao saláriomínimo nacional .Manifestei também por escrito na Reclamação Portal da Queixa nº Nº 31024319 e informei também por escrito ao Banco de Portugal da irregularidade de processo de cobrança. Agradeço esclarecimento em relação a esta ilegalidade cometida pela instituição bancária em questão. Esta situação, torna evidente a violação do artigo em causa (738º), e esta violação foi efetuada pelo funcionário que levou a esta situação não tendo em conta que tem que salvaguardar o valor do ordenado mínimo nacional, 600€.Pergunto: qual é o processo Judicial em que o funcionário de baseou para bloquear a minha conta que nunca poderá ser bloqueada em valores inferiores a 600€. Neste momento encontro-me privada de qualquer meio de subsistência e sobrevivência humana.Volto a referir que Solicito que desbloqueiem o saldo que por lei não é penhorável. Preciso dele para sobreviver!Cliente da CGD nº3180123 com o número de conta 0809012618230
Caixa Geral de Depósitos - Resolução de Reembolso (excedido o prazo limite definido por lei)
Bom dia,No dia 3 de Janeiro, 16 de Janeiro e 19 de Janeiro de 2019 a Amazon.es emitiu reembolsos no valor de 25,53€ , 279,38€ e 5,50€ respectivamente que correspondem à devolução de um artigo comprado online e respectivos portes.Os reembolsos foram processados pela Amazon.es mas os mesmos não foram repostos na minha conta bancaria CGD.Entrei imediatamente em contacto com a CGD, à qual entreguei as seguintes referências numerárias providenciadas pela a Amazon.es, de maneira a que a CGD consiga ver estes reembolsos no seu sistema interno:55204719019200331862969 : 25 euros55204719019200331862969 : 279,38 euros55204719016200637495947 : 5,50 eurosAo registo deste problema foi atribuída a referência 01219001009 e após vários contactos realizados da minha parte de maneira a ter uma atualização, a resposta é sempre a mesma “ o problema está em análise”.Sendo que por lei o tempo limite para a reposição dos reembolsos seriam de 180 dias (6 meses), prazo o qual já foi excedido, irei apresentar formalmente queixa através do meu advogado a todas as entidades responsáveis pela supervisão das vossas actividades.Agradeço a resolução e a devolução de 310€ em dívida.João Oliveira
conta congelada
A reclamação têm inicio em Janeiro de 2012 tinha acabado de entrar para universidade do Minho no Campus de Guimarães onde ficaria situado a agência da caixa geral de depósitos durante a inscrição foi me cedido toda a documentação para abertura de conta que seria sem custos visto ser uma contas estudantes...., até aqui tudo bem. comecei a depositar algumas dezenas de € para movimentar a conta, ora isso foi sol de pouco dura pois passado 4 meses dirigindo-me a uma caixa multibanco para efectuar um levantamento, o cartão foi caçado pela maquina. Passado uns dias dirigi-me a agência no Campus onde fui informado que tal aconteceu porque segundo a agência estaria em litígio para com o Banco e que a conta estaria congelada ao qual respondi com ignorância que já estivera em litígio , mas que naquele momento estaria já em insolvência e que normalmente esta informação já deveria estar em posse do banco ( ao qual eu pergunto porquê que abriram a conta?).Ao que o director do banco me respondeu que nada poderia fazer para reactivar a conta,e que eu estaria impossibilitado de encerrar a mesma até que esta situação fosse resolvida.Passaram 7 anos, 7 ..., inicio de 2018 depois de tantos anos e já com a exoneração efectiva pensei que o assunto estaria arrumado e trancado a sete chaves, mas não, volto ao portal do banco inseri os códigos de acesso tudo muito bem verifico o saldo e lá está a maioria do saldo tinha desaparecido mas como pergunto eu, uma conta que não pode ser encerrada não pode efectuar qualquer tipo de movimentações e continua congelada passado 6 anos teve que pagar manutenção de conta porquê? Mas como sou persistente e gosto de perceber por mim mesmo em Janeiro de 2018 fiz um deposito de 40€ que também não pude movimentar pois a conta continua suspensa mas continua a ser debitada a manutenção de conta. Agora passado um ano, querendo verificar se a nível de responsabilidade de credito estava tudo em ordem, para meu grande espanto mais uma vinda desta mesma agência ao mesmo banco não percebo de onde vêm esta responsabilidade sabendo que deste banco só e só tenho uma conta que passado 6 anos continua congelada não tenho nem cartões nem caderneta e pouca disponibilidade para ir a agências de incompetentes.Por isso peço ao portal que analise esta situação mas não só a minha que tente aprovar de quantas contas este banco está a extorquir dinheiro de contas inactivas e congeladas por eles mesmos.Além desta instituição não dar cavaco a ninguém nem sequer se dar ao trabalho de informar o cliente do ponto da situação, passado dois meses ainda arranjaram forma de acordar o dragão, pois para mais uma vez o meu espanto quando acedi a conta de novo neste dia o que deparei?... mais umas cobrança de manutenção de conta e desta vez não foram assim tão poucas foram mesmo até o ultimo cêntimo. Mas quando é que isto vai parar alguém sabe?É vergonhoso.sem mais assunto Agradecimentos.António Freitas de Lima
Demora levantamento de Penhora pela CGD
Bom dia,No passado dia 08 de Abril verifiquei que tinha ficado com saldo cativo na minha conta. Contactei a linha de apoio ao cliente da CGD e fui informada que se tratava de uma penhora por parte da Autoridade Tributária. Contactei o serviço de finanças da minha área de residência e regularizei a situação. No dia 22 de Abril a autoridade tributária enviou o pedido de levantamento de penhora que foi recebido a dia 23 de Abril pela CGD. A penhora em causa deixou o ora reclamante sem meio de sustento, sem recursos para liquidar os compromissos do dia-a-dia, como a renda de casa, Luz, Gás, e outros encargos inerentes à alimentação, deslocações e outros, mesmo já estando o processo de penhora resolvido desde dia 22 de Abril. Pelo exposto, não está salvaguardado o artigo 738.º/5 do CPC que consagra a impenhorabilidade parcial ou relativa das prestações periódicas ordenadas à garantia da subsistência do executado e seu agregado familiar, segundo limites que assumem como referência a retribuição mensal mínima garantida, atualmente 600€.?Dia 08 de abril - cativo o valor de 50€ numa conta e ficando com um saldo disponível de 48,62€ e noutra ficou indisponível o valor de 269,62 ficando com saldo disponível nessa conta de 0,00€.??Quando chego ao final do mês, a dia 29 de abril recebo o meu vencimento volto a ficar com mais um valor cativo na minha conta a somar aos que já estavam. Foi colocado cativo o valor de 477,18€ e fiquei com 181.66€ disponíveis até voltar a receber o meu vencimento no final de Maio. Já contactei a Caixa Geral de depósitos que me indica estar a analisar a situação e que me dão uma resposta em 10 dias úteis.Não posso aguardar 10 dias úteis, tenho despesas para pagar e tenho receio das consequências do atraso desse pagamento, tenho um plano de prestações a decorrer junto das Finanças, um plano de prestações de um processo cível, e um filho menor para alimentar. Tenho a penhora resolvida desde dia 22/04 e até ao momento a CGD mantém cativo o meu saldo, vou passar vergonha a pedir dinheiro emprestado e pedir para atrasar pagamentos como a renda da casa e as despesas de educação do meu filho. Não precisava de passar por estes danos se a CGD tivesse levantado a penhora conforme solicitado pela autoridade tributária.Solicito intervenção urgente tendo em conta as consequências da demora de resolução por parte da CGD.
Depósito de notas não efetuado
Dirigi-me à agência da caixa geral de depósitos no Centro comercial Colombo hoje, 07/03/2018 pelas 13:55 para efetuar um depósito de 250€ (5notas de 50€). coloquei o cartão, depósito de notas e saiu o talão que coloco em anexo com a informação DEPÓSITO DE NOTAS NÃO EFETUADO. POR FAVOR DIRIJA-SE À SUA AGÊNCIA. O dinheiro não foi devolvido.Contactei de imediato a caixa geral de depósitos que abriu um inquérito para averiguar a situação. Enquanto aguardava em espera a chamada, saiu da agência um senhor que havia feito a recolha das notas de todos os multibanco e se havia apercebido da minha situação. Informou-me para ficar descansada que em minutos o dinheiro estaria disponível na conta. Até ao momento não me foi depositado o valor.De lamentar todo o sucedido, dado até ao momento não ter ainda o dinheiro na conta. De lamentar os transtornos pessoais que a situação causou.Agradeço avaliação célere da situação, dado precisar do respetivo dinheiro na conta. Informo que enviarei esta mesma reclamação ao banco de Portugal, dado ser de lamentar o facto da situação demorar tanto tempo a ser resolvida.
reclamação de cobrança de comissão por guarda de titulo
A minha esposa Maria Helena Fernandes dos Santos Mota da Silva co titular da minha conta na CGD em Braga, por reomendação de trabalhador da CGD balcão de Lamaçães adquiriu títulos da PT em oeração de venda mediada e nas instalaçãoes da CGD. Os títulos não se encontram na nossa conta nem estão disponíveis. A CGD Há anos que nos cobra cerca de NOVE EUROS TRIMESTRALMENTE por alegada guarda dos mesmos que sabe não estarem á guarda desta HÁ muito. A gerente de conta informa-nos que os títulos estão na liquidatária do grupo BCP. Já nos deslocámos diversas vezes ao balcão Já pagámos por documentos para recebermos o valor ou os títulos Não existem os títulos na CGD esta cobra-nos comissões de guarda ? exigimos a devolução de todas as comissões desde que os títulos deixaram de estar guardadas na CGD . Exigimos saber a identificação completa da entidade a quem a CGD entregou os títulos de que se arroga depositária quando e o documento da entrega.
Depósito em numerário na caixa automática
Costumo efectuar depósitos em numerário nas caixas automáticas da CGD. Os depósitos são sempre efectuados fora de horas de expediente das sucursais sempre no final do dia após as 21:30 assumindo sempre a data de depósito do próprio dia.Em 2018.12.02 domingo efectuei 2 depósitos na mesma caixa automática, um de € 280 e outro de € 220. O primeiro depósito correu bem creditou a conta em € 280 com a data de 2018.12.02 o segundo depósito correu mal, a máquina reteve o dinheiro e não efectuou o depósito na conta. Tinha efectuado os depósitos para provisionar a conta para pagamento de cheque que iria à conta na segunda feira. Na segunda feira o cheque foi à conta e não havia provisão suficiente, faltavam € 0,18, tendo a CGD cobrado € 37,44 de comissão. A CGD regularizou o depósito que correu mal na segunda feira mas com data de segunda feira, como o cheque foi à conta e não havia provisão cobraram uma comissão de € 37,44.Apresentei reclamação na CGD e não obtive resposta.Reclamo o facto de o dinheiro para pagamento do cheque estar na posse da CGD, não havendo por esta razão lugar ao pagamento de qualquer comissão.
Apoio em burla por transferência bancária
No passado dia 25 de setembro de 2018 efetuei uma transferência para uma conta deste mesmo banco (Caixa Geral de Depósitos) para proceder ao pagamento de um bem que estava a adquirir a partir da plataforma OLX, no valor de 390€, a qual se demonstrou ser uma burla por parte do sujeito que me estava a vender o bem. Contactei o serviço de apoio da CGD para que me pudessem auxiliar nesta situação, tendo eu apresentado uma participação do caso às autoridades, disseram-me que a única solução seria pagar o pedido de restituição da transferência no valor de cerca de 30€ para que a instituição pedisse à pessoa que me burlou para devolver o valor em causa.Como é óbvio não aceitei tal solução visto que, sendo uma burla, não iria ser aceite tal pedido pelo outro sujeito.A única solução que me apresentaram foi de apenas esperar pela resolução das autoridades policais que pode provavelmente levar meses, se alguma vez for solucionada.
Funcionamento inumano
O meu nome é Carlos Manuel de Oliveira dos Santos Silva, sou cidadão nacional com o nº 10046781, trabalhador, contribuinte, com 44 anos de idade. Venho desta forma manifestar a minha reclamação, a minha repudia, a minha revolta sobre o seguinte assunto:Efetuei reserva de um imóvel na Av. Manuel Alpedrinha, nº 14, 3º A, em Amadora, em 23 de agosto de 2017 através da agência imobiliária ERA, entregando para o efeito um cheque no valor de 2.500 Euros. Efetuei pedido de crédito bancário à Caixa Geral de Depósitos, à qual passei a ser cliente nº 161723606. Cumpri com todos os requisitos necessários para a aquisição do imóvel em questão, apesar das dificuldades que me foram colocadas para conseguir um crédito habitação em virtude da vida me ter tornado um doente oncológico e também pelo baixo rendimento que aufiro em virtude de ser mais um funcionário público com o salário e a carreira congelada há diversos anos pelos governantes do meu país. Estamos em janeiro de 2018 e passados 5 meses (cinco meses!) desde a reserva, a escritura do imóvel foi cancelada 6 vezes (seis vezes!). Leu bem, seis vezes.Inicialmente a escritura foi cancelada pela Caixa Geral de Depósitos porque o imóvel tinha um problema relacionado com a insolvência de um dos proprietários do imóvel, situação que a agência não me reportou aquando da reserva e aparentemente não comunicou à entidade bancária. Por este motivo, a escritura foi cancelada mais duas vezes pela imobiliária enquanto resolviam o problema que tinham conhecimento existir com o imóvel. Seguidamente, a escritura voltou a ser cancelada mais uma vez numa véspera porque segundo a imobiliária, um dos herdeiros / proprietários do imóvel não podia estar presente porque ia apanhar azeitonas e não ia perder os “40 euros que ia ganhar nesse dia”. Sim, leu bem, isto foi literalmente a justificação que me foi dada pela imobiliária. Seguidamente, a escritura voltou a ser cancelada mais uma vez na véspera porque segundo a imobiliária, um dos herdeiros não tinha apanhado o avião no dia anterior à escritura (!) desde a Argélia para se apresentar na escritura o dia seguinte. Pelo meio e após várias reclamações da minha parte, sou mandado pelos representantes da imobiliária ERA, a ter calma e para “não me preocupar com nada” e inclusive, que eu estava se calhar “a exagerar um bocadinho”. A certa altura do processo, ainda tiveram a petulância de recomendar que eu fosse para uma pensão, em vez de tentarem resolver o problema que me criaram. Os meses foram passando e financeiramente cheguei a um ponto de rutura, em que já tive de pedir dinheiro emprestado para pagar tratamentos no hospital e para poder pagar o aluguer de uma casa que entretanto tive de passar a viver e onde pago 450 euros por mês, que é mais de metade do meu salário (!). Devido a esta situação, passei a ter problemas de hipertensão, problema que nunca tinha tido antes na minha vida e que é o resultado de toda esta pouca vergonha que tem sido lidar com a imobiliária ERA e a Caixa Geral de Depósitos, tendo ido várias vezes nos últimos 5 meses às urgências com episódios graves. A agência ERA Alfragide e a Caixa Geral de Depósitos, comunicam maioritariamente através de correio eletrónico, não prestam serviço direto ao cliente nem dão previsão para efetivação da compra do imóvel. O último cancelamento de escritura foi no dia 15 de janeiro de 2018, tendo sido desta vez da responsabilidade da Caixa Geral de Depósitos devido a uma incompetência no seu funcionamento administrativo.Escandalosamente, a Caixa Geral de Depósitos informou do cancelamento da escritura às 8:33h. do dia 15 de janeiro de 2018, tão somente duas horas e meia antes da hora marcada (!!) na conservatória para a efetivação da escritura. Perdi um dia de trabalho, que já ninguém me paga e nem sequer um pedido de desculpas formal me foi dado pelo banco. Sinto-me gozado e enxovalhado por estas duas instituições. Este processo não tem fim e estou desesperado. Necessito de uma casa para viver. Não entendo o funcionamento da imobiliária nem do banco, e quais as razões que têm levado a que este imóvel não me seja vendido ou que seja efetuada a escritura. Preciso que alguém me ajude, já gastei mais de 600 euros com custos de processo e desde que reservei o imóvel, já gastei mais de 4.000 euros em alugueres de casas que podia ter poupado se a escritura do imóvel que reservei já tivesse sido concretizada.No momento em que escrevo esta carta, já passaram dois dias desde o último cancelamento de escritura e nem uma palavra mereci ainda, da parte da imobiliária ERA, nem da Caixa Geral de Depósitos. Nada. Sou tratado como se não fossemos todos seres humanos, isto tem sido indecente e uma humilhação completa e peço a quem leia estas palavras que faça algo pois isto já é uma questão de humanidade. Eu preciso desesperadamente de uma casa para viver.Alguém tem de ser responsabilizado por todo o mal que me tem sido imposto com este processo. Apenas quero viver a minha vida. Alguém me ajude, POR FAVOR.À atenção de alguémCom os melhores cumprimentos,
Retirada indevida da cobrança do TPA
Exmo/a. Senhor/a,Venho por este meio, informar V. Ex. que aquando a aquisição da máquina TPA, em Dezembro, de 2016, não estava em vigor a comissão de desinstalação de equipamento, foi unicamente acordado a prestação mensal de 19,99 €/mês mais comissões por movimentos. A lei a que V. Exas. se referem foi uma lei actualizada a 14 de Maio de 2017, (Novas Comissões no Contracto de Prestação de Serviços Sistema de Aceitação de Pagamentos em Terminal de Pagamento Automático TPA ), foi posterior ao contracto inicial, nunca eu tendo sido informada da alteração do contracto, nem por carta registada, nem por via email. Sendo assim creio ter sido um lapso da vossa parte, o qual eu até entendo, mas não sou obrigada a pactuar com os vossos erros. Deste modo, creio que, da vossa parte também não é correcto continuarem a cobrar prestações indevidas. Em Outubro, quando eu entreguei o TPA ao Sr. Paulo Araújo, perguntei quanto é que tinha que pagar pela devolução da mesma, e foi-me transmitido que tinha apenas que pagar duas mensalidades de 19,99 €, (isto até Dezembro), continuando sem referir que teria que pagar a desinstalação do equipamento TPA. No dia 6 de Novembro, do presente mês foi retirado da minha conta, por débito directo uma de quantia 265,99 €. Como devem de calcular eu sinto-me burlada pela vossa instituição bancária e na qual espero a devolução do mesmo valor o mais rápido possível. O Sr. Paulo Araújo pediu-me desculpa pelo facto de nunca me ter informado do sucedido, mas creio que isso não chega para eu vos desculpar. Assim sendo, eu espero que me devolvam o indevido cobrado por V. Exas. é o mínimo que V. Exas. podem fazer para se retractarem de tal incidente. Creio que compreenderão a minha a minha reclamação, assim como eu entenderei o Vosso pedido de desculpa.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
