Reclamações públicas

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Debito em conta indevido - SEPA

Não conheço esta Empresa de lado nenhum e nunca os comprei nada. Não sei como e sem a minha autorização foi-me debitado na minha conta bancária 29,99 € não sei de quê que logicamente revoguei. Passadas duas semanas aconteceu de novo o mesmo débito que foi novamente revogado.

Encerrada
F. C.
01/01/0001

problema no telhado

nos passados dia03 e 04 de Fevereiro de 2017 devido ao mau tempo que ocorreu aqui nesta zona com chuva e vento forte, ocorreram danos no telhado que originaram infiltrações em certas zonas, do apartamento onde resido, visto ser o ultimo andar, foi informada o responsável do condomínio, que andou a tentar colar as telhas com espuma, foi-lhe questionado se o seguro do condomínio abrange os danos no telhado, não me souberam informar, disseram que já tinham falado com o seguro e que iria ser contactado pelo perito, até a data ninguém me contactou, pergunto eu será que o seguro que andamos a pagar é mesmo para um seguro de condomínio? Desloquei-me ao sotam e visualizei varias telhas estaladas, partidas, plásticos colocados no solo para que a agua não se infiltre.Este é apenas um dos exemplos visto que resido na rua santa Catarina nº10, 6º Esq desde 2011 a campainha já se encontrava avariada, até ao momento nada fizeram, estando eu sempre a fazer pressão junto deles.Há infiltrações na garagem, nada fazem para a resolver, para não falar na areia que se acumula e com as infiltrações torna-se em lama.

Encerrada
M. P.
01/01/0001

Movimento de 465,09 € pendente desde 21/09 e ausência de resolução pela Europcar

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Europcar, relativa ao contrato de aluguer n.º 7019387276, devido a um problema com um movimento bancário no valor de 465,09 €, ocorrido no dia 21/09/2026, que até à presente data continua sem resolução. No início do aluguer foi efetuada uma pré-autorização/caução no valor de 565,09 € no cartão bancário. Posteriormente, aquando da devolução da viatura, foi processado o pagamento correspondente ao aluguer, no valor de 465,09 €. O problema é que, relativamente ao dia 21/09, surgiu um movimento de 465,09 € que continua a constar como pendente/bloqueado na minha conta bancária, apesar de já terem passado vários dias e de eu ter efetuado inúmeros contactos tanto com a Europcar como com a minha entidade bancária, o Millennium BCP. Desde o início tenho explicado à Europcar que aquilo que pretendo esclarecer não é a caução de 565,09 €, mas sim especificamente o movimento de 465,09 € datado de 21/09. Contactei a Europcar diversas vezes, tanto através de reclamações escritas como através do respetivo apoio ao cliente telefónico. Infelizmente, o apoio ao cliente telefónico tem-se revelado completamente incapaz de resolver a situação. Sempre que contacto a linha, não me conseguem fornecer o comprovativo de que necessito, não conseguem esclarecer concretamente o estado da operação de 465,09 € e acabam por me encaminhar novamente para outros meios de contacto. Tenho, portanto, sido obrigada a recorrer sucessivamente a e-mails e a plataformas de reclamações simplesmente para tentar obter um documento que permita ao banco localizar e resolver a situação. Contactei igualmente o Millennium BCP, uma vez que o movimento permanece pendente na minha conta. Para que o banco possa analisar adequadamente a operação, tenho solicitado à Europcar um comprovativo específico de anulação, cancelamento ou libertação relativo ao movimento de 465,09 € de 21/09, juntamente com a respetiva referência da transação ou autorização. Contudo, apesar dos vários pedidos, a Europcar não me forneceu esse comprovativo específico. Num dos contactos, a Europcar chegou a enviar-me documentação que não correspondia à operação que eu estava a solicitar. Voltei a esclarecer que precisava do documento referente aos 465,09 € de 21/09, mas continuo sem o receber. Mais recentemente, a Europcar respondeu informando que: * no início do aluguer foi realizada uma pré-autorização/caução de 565,09 €; * na devolução da viatura foi debitado o valor de 465,09 €; * a caução de 565,09 € teria sido desbloqueada; * segundo a empresa, esse desbloqueio é automático e o valor nunca teria estado na posse da Europcar; * e que eu deveria resolver a situação junto da minha entidade bancária. Esta resposta, porém, continua sem resolver o problema que lhes tenho apresentado. Não estou a pedir esclarecimentos sobre a caução de 565,09 €. Estou a solicitar informação e documentação relativa ao movimento de 465,09 € de 21/09 que continua pendente na minha conta. Se a Europcar considera que não existe qualquer operação pendente do seu lado, deveria conseguir fornecer uma declaração ou comprovativo identificando concretamente a transação de 465,09 €, com a data, referência/autorização e indicação de que a operação foi anulada, libertada ou concluída. Em vez disso, recebo respostas genéricas relacionadas com a caução e sou novamente encaminhada para o banco, enquanto o banco necessita precisamente da informação proveniente do comerciante/adquirente para poder localizar corretamente a operação. Face à ausência de resolução, apresentei também reclamação através do Portal da Queixa. Depois de várias interações e reaberturas da reclamação, a mesma acabou por ser encerrada com o estado “Sem Resolução”, uma vez que o problema continua por solucionar. Considero esta situação particularmente frustrante porque tenho realizado todas as diligências que me são solicitadas. Contacto o banco, sou remetida para a Europcar; contacto a Europcar, sou novamente remetida para o banco. Entretanto, 465,09 € continuam indisponíveis na minha conta, sem que nenhuma das entidades apresente uma solução concreta. O que solicito à Europcar é muito simples: 1. Que seja analisado especificamente o movimento de 465,09 € de 21/09/2026, e não a caução de 565,09 €. 2. Que me seja fornecido um comprovativo de anulação/libertação da operação, caso esta tenha sido anulada ou libertada. 3. Que seja indicada a data exata da anulação/libertação. 4. Que seja facultada a referência da transação, código de autorização ou outro identificador bancário que permita ao Millennium localizar a operação. 5. Caso a Europcar afirme que a operação está totalmente concluída do seu lado, que o confirme expressamente por escrito relativamente aos 465,09 €, identificando a respetiva transação. 6. Caso exista efetivamente algum bloqueio ou duplicação associado à Europcar ou ao seu fornecedor de pagamentos, que seja efetuada a sua libertação imediata. Depois de todos os contactos já efetuados, considero inaceitável continuar sem uma resposta concreta, sobretudo quando o apoio ao cliente telefónico não consegue prestar qualquer auxílio efetivo e as respostas escritas continuam a incidir sobre uma operação diferente daquela que estou a contestar. Possuo e posso disponibilizar extratos/movimentos bancários, comunicações da Europcar, documentação enviada pela empresa, contactos efetuados com o banco e o histórico da reclamação apresentada no Portal da Queixa, que comprovam as diligências efetuadas. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste para que esta situação seja finalmente esclarecida e resolvida. Deixo em anexo o documento enviado por parte da europcar, e o print relativo ao valor que se encontra pendente na minha conta. Com os melhores cumprimentos.

Em curso
L. D.
01/01/0001

Corte de fornecimento de água, internet e tv à cabo

O senhorio quer que eu saia do quarto que arrendei, mas ainda não denunciou o contrato, pois não recebi nenhum aviso. Propus resolução amigável, mas antes de obter qualquer resposta do senhorio percebi que os serviço de internet, tv à cabo e fornecimento de água foram cortados. Pago por estes serviços adiantadamente, junto com o pagamento da renda mensal. Apesar de haver diversos quartos e moradores, somente eu estou na casa neste período e acredito que esta situação seja para forçar minha saída, na qual, por motivos contratuais, eu seria prejudicado.Grave é a falta de água, pois não consigo tomar banho, escovar dentes, usar a sanita e cozinhar, ou seja, não consigo manter minimamente minha dignidade dada a situação na qual me encontro. Creio ter que alugar quarto em algum hotel e ter que comer fora de casa até que a situação se normalize, o que acarretará em custos não previstos.Tentei me comunicar por meio dos telefones para assuntos urgentes disponibilizados em contrato pelo senhorio, mas não fui atendido. Enviei e-mails e ainda não obtive respostas. Estou à procura de quarto para passar esta noite e me preocupo com meus pertences que ficarão no quarto e no frigorífico enquanto eu estiver fora.

Encerrada
D. G.
01/01/0001

Multa

Eu estava a viajar nos autocarros da STCP na cidade do Porto quando um fiscal da empresa 2045 me abordou para verificar se eu estava a viajar cumprindo as normas impostas pela STCP quando verificou, que apesar de eu possuir títulos disponíveis no meu cartão Andante para viajar por algum motivo desconhecido este mesmo cartão não ficou validado, e me pediu a minha identificação. Pedi ao fiscal que me explicasse o que se estava a passar, uma vez que não sou residente da área do Porto e por isso não tenho por habito usar os transportes públicos desta mesma cidade, logo não sei quais são os procedimentos adotados pelos fiscais, e o porque de ele querer os meus dados, uma vez que apenas a PSP e a GNR possuem competências e autoridade suficiente para identificar um cidadão, contudo o fiscal forneceu-me algumas informações que mais tarde verifiquei que tinham sido enganosas e que não retratavam a realidade do processo. Inclusive perguntei ao fiscal se ele me estaria a passar uma multa ao qual o mesmo me respondeu que apenas queria a minha identificação para preencher os meus dados e para me fornecer um notificação para que eu comparece-se junto de uma loja do Andante onde a minha situação seria esclarecida e resolvida, no entanto a informação que obtive junto da loja do andante foi que eu teria de pagar a multa que o fiscal me tinha passado, quando na verdade ele me tinha indicado que aquilo não era uma multa, ou que então podia expor a minha situação à STCP e a situação iria ser analisada. No entanto, obtive informações junto de alguns clientes habituais da STCP e dos transportes do Porto e fui informado que os fiscais em situações como a minha, onde os usuários possuem títulos disponíveis nos passes, contudo o passe não está validado, eles efetuam a validação do mesmo na hora da fiscalização. Assim os principais motivos da minha queixa devem-se ao facto de ter tentado obter esclarecimentos no momento em que ocorreu a situação, sendo que o fiscal me forneceu informações enganosas, ao qual junto o fato dos colaboradores da STCP me terem informado que eles fazem isso para despachar as pessoas. Assim não vejo forma possível de aceitar este comportamento Outro motivo que me leva a efetuar a queixa está relacionado com o facto dos fiscais que regulam os transportes do Porto atuarem de modo diferente perante situações que em tudo são idênticas, isto é, em certas situações o problema é resolvido na hora e noutras, como o meu caso, as pessoas são autuadas sem sequer saberem e sem obterem os devidos esclarecimentos. Para tentar resolver este problema entrei em contacto com a STCP e com a 2045, SA, todavia, da parte da STCP não me adiantaram qualquer informação relativa ao desenvolvimento do processo e da parte da 2045, SA, apenas me informaram que na verdade o comportamento do fiscal que me autuou não tinha sido correto mas que nada havia a fazer.

Encerrada
B. C.
01/01/0001

Não respondem aos clientes

Quando nos dirigimos á respectiva loja de condominio, é frequente não responderem por exemplo aos mail's enviados e quando respondem demoram semanas sem respostas completas ao solicitado. Esta situação tem sido frequente pelo menos no ultimo ano. A pessoa responsável é o sr. Carlos Santos que nem o telemóvel tem atendido.

Encerrada

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