Reclamações públicas
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Danos causados nas jantes do automóvel
Em 24/07/2015, desloquei-me ao centro auto do E.Leclerc, no Entroncamento, a fim de substituir quatro pneus na minha viatura 67-AI-20. Durante o serviço, o funcionário que executava o mesmo, comentou que estava a ser dificil retirar os pneus usados, das respetivas jantes, pois parecia que estavam colados e já eram precisas três pessoas. Perante o comentário, solicitei ao senhor que fizesse o maximo cuidado, pois as jantes eram de liga leve e por isso, poderiam ficar danificadas, tendo o mesmo dito para eu ficar descançado que tal não aconteceria. Curioso com a situação, aproximei-me da minha viatura que se encontrava no elevador, já com dois pneus substituidos e as respetivas rodas montadas e verifiquei que as jantes se econtravam danificadas com mossas, com indicios de ter sido colocado uma alavanca entre o pneu e a jante, forçando a mesma e partindo o rebordo das jantes. Posto isto chamei de imediato o funcionário que se encontrava a montar o 3º pneu, alertei-o para a situação, tendo o mesmo dito que as jantes já se encontravam danificas só que não se via porque os pneus anteriores tinham proteção de jante e escondiam esses danos. Não convencido com argumento, verifiquei e chamei a atenção dos funcionários que se encontravam no local (3 ou 4, não posso confirmar) que a 4ª jante, ainda com o pneu usado, se encontrava em perfeitas condições, assim como todas as outras, tendo sido comentado por um dos funcionários, que por acaso esta até entava em bom estado. Preplexo com a situação e bastamte nervoso, afastei-me para o exterior da oficina, ficando a minha esposa a observar a substituição do 4º pneu, tendo ela ouvido alguns comentários de um funcionário, que roçam a má educação, falta de profissionalismo e de formação e verificado e confirmado aquilo que eu suspeitava. Aplicaram uma alavanca metálica entre o pneu e a jante a fim de criar espaço para intoduzir a máquina, forçaram a mesma, esta saltou e danificou a jante. Posto isto os funcionários, na presença de um elemento, que me pareceu ser seu superior hierarquico, continuaram a retirar o pneu usado e quando este estava fora da jante chamaram-me para me mostrar que aquela jante também estava danifida, tendo justificado, mais uma vez, que os pneus usados eram diferentes dos que estavam a ser montados, pois tinham uma saliencia de proteção para as jantes não roçarem nos passeios nem noutros obstáculos.Perante a situação e alguns argumentos de ambas as partes, decidi deslocar-me à receção, onde sugeri a recolocação de um pneu usado, a fim de confirmar se realmenta o pneu escondia ou não os danos visiveis nas jantes. Pelo responsável pelos serviços gerais, foi-me dito que não podia fazer isso porque podia danificar um pneu novo e além disso, também não tinha tempo para executar esse pedido. Perante a recusa, prontifiquei-me a, caso fosse realizada a troca do pneu e se confirmasse que o mesmo escondia os danos da jante, a pagar o tempo dispendido bem como eventuais estragos nalgum pneu novo, o que de novo foi negado pelo responsável.Perante a situação não tive outra alternativa senão apresentar reclamação por escrito (nº21327880).Para que fique claro, os pneus em causa são Runflatt, os substituidos eram de origem e nunca nenhuma jante nem pneus foram desmontados, senão nesta data..
Veiculo novo conduzido na via pública sem conhecimento/autorização do proprietário antes da entrega
Eu comprei um carro Toyota Auris novo com a matricula 71-PX-84 no stand indicado. No dia da entrega pela confiança depositada no processo e pelo desconhecimento do funcionamento do veiculo novo não reparei no número de kilometros do veiculo. Mas no dia de entrega o vendedor fez o reset do contador de kilometros de inicio de viagem, porque eu vi e ele informou-me o que estava a fazer. Passado uns dias, já familiarizada com o carro e por ausentei-me por uns dias de férias, verifiquei a diferença de 65 km entre o contador de km da viagem e o contador de km real. Contactei o vendedor do stand e este informou-se que o carro tinha sido conduzido na via pública entre o parque de Adroana até ao stand na Av.Républica. E que também não tinha tido conhecimento desta situação na altura, informou-se apenas depois da minha queixa. Eu verifiquei posterioriormente após esta conversa que a distância entre os dois sitios indicados é no máximo 35Km. Quando eu sei que o processo normal de transporte de veiculos novos é através de camiões e que os carros só são conduzidos restritamente dentro das oficinas. Eu apresentei queixa ao serviço de apoio aos clientes Toyota e depois de averiguarem a minha queixa internamente tentaram responsabilizar-me por uma pressão exercida por mim (falsamente) para a entrega do veiculo e considerei que tentaram ridicularizar a minha queixa indicando que um carro novo não tinha 0 Km. Tenho mails trocados como prova. Actualmente eu não tenho queixas do carro, mas não quer dizer não existiram visiveis de forma imediata. A minha principal queixa basea-se no facto de eu ter comprado um carro novo, paguei por isso, e já sendo proprietária do mesmo foi conduzido na via pública sem a minha autorização e conhecimento antes de ser entregue à minha pessoa. Dada a resposta tendênciosa por parte do serviço de apoio aos clientes baseada em adulteração dos factos reais e não coerentes e vagos, decidi apresentar a queixa através deste site.
Queixa falha no compromisso
Exmos Senhores,Quero fazer uma reclamação da Remax Latina II, em particular da vendedora A Sra. Lurdes Vilela.No dia 11 de Junho fui ver uma casa e gostei tanto que tentei de imediato marcar uma segunda visita que ficou logo marcada para dia 15 e Junho. No dia 16 apresentei uma proposta para compra da mesma e foi-me informado que o proprietário teria 5 dias para responder. Na semana seguinte informaram-me que a proposta tinha sido aceite mas que eu teria 10 dias para concluir o processo de aprovação bancária ou caso contrário a casa deixaria de estar reservada. No entanto, só me enviaram os documentos do imóvel no dia 24 de Junho (já tinham passado 2 dias). Na sexta-feira dia 3 de Julho foi-me informado que teria mais 2 dias extra uma vez que tive de aguardar 2 dias pelo envio de toda a documentação, prazo esse que terminaria dia 7 de Julho. Na terça-feira dia 7 de Julho recebi a aprovação do empréstimo e a gestora de conta referiu que iram proceder com a avaliação do imóvel.O meu contacto na Remax a Sra. Margarida Oliveira informou a angariadora do imóvel a Sra. Lurdes Vilela da Remax Latina II da aprovação nesse mesmo dia. A Sra. Lurdes disse à Margarida que estaria tudo ok e que iria informar o proprietário. Nessa noite liguei a Sra. Lurdes para saber os próximos passos e esta informou-me que eu já não teria direito ao imóvel e que nessa manhã já tinha avançado com outra proposta. Ao ser questionado o porquê da situação uma vez que os prazos foram cumpridos, esta informou que tinha sido a decisão do proprietário e que este era um homem muito severo. Tentei perceber a razão mas sem sucesso.Liguei directamente e este informou não saber nada do assunto, que não sabia que eu já tinha o crédito aprovado.Marquei uma reunião com a Sra. Lurdes e a Sra. Catarina Leal (ambas da Remax Latina II) à qual também fizeram questão de comparecer a Sra. Margarida Oliveira e a Sra. Isabel Santos (estas duas últimas para me defender e porque sempre disseram que aquilo era falta de ética e uma grande trapalhada). Nessa reunião a Sra. Lurdes afirmou que a outra proposta foi aceite ainda dentro do meu prazo e que quando a minha aprovação chegou eu já não tinha a casa reservada para mim apesar de ainda estar dentro do meu prazo. Disseram também que a outra proposta tinha os mesmos 10 dias para conseguir marcar a avaliação. Foi-me ontem informado que a outra proposta avançou. No entanto não sei se será verdade é se a outra proposta já tem mesmo a avaliação marcada. A verdade é que ao vender a casa através de mais outro player (Margarida) a Sra. Lurdes teria de dividir a comissão com ela. A Margarida e a Isabel são testemunhas que eu fiz tudo nos prazos e que a própria Lurdes confessou que aceitou a outra proposta dentro do meu prazo sem nos informar.Toda esta história está mal contada e revela uma falta de profissionalismo e ética. O meu banco ficou chocado com o facto de não aceitarem marcar a avaliação e que nunca tinham visto nada igual. Que não se para um processo quando está neste estado. Dissera-me que terão de me cobrar a comissão de abertura do dossier. Contudo, acho que este valor deve ser cobrado a quem falhou e não a mim.
Garantia Motherboard (componentes PC)
Comprei no dia 1 de Junho uma Motherboard MSI na loja PC DIGA Leiria, passados 20 dias de uso o componente deixou de funcionar por completo. Após a avaria, o PC foi levado a uma loja para aferir qual o problema, onde eu assisti a todo o processo e me disseram que a motherboard estava inutilizável. Enviei a motherboard para RMA (onde enviam o componente para o fabricante e ele arranja ou substitui o producto) e foi-me dito que a etiqueta com número de série da motherboard, foi removida - deixando-me assim sem hipótese de re-haver o meu dinheiro ou um producto em boas condições. É bastante fácil neste processo, receber a motherboard e retirar a etiqueta culpando posteriormente o cliente - estou sem alternativas, preciso de ajuda.
Execução de dívida de condomínio
Sou proprietário da fração L do edifício Torre do Lago, sito na Maia. O apartamento em causa encontra-se alugado desde Fevereiro de 2017 e até então encontrava-se devoluto. Como não residia nesta morada, mantive ao longo do tempo um atraso na regularização nas responsabilidades do condomínio. Em fevereiro/março deste ano acordei com a empresa que gere o condomínio (Excelser) do referido edificio o compromisso de regularizar o montante devido em 4 prestações mensais proximas de 150€. Liquidei as duas primeiras prestações e solicitei á Excelser os respetivos recibos das verbas liquidadas, que nunca o fizeram. Enquanto aguardava pelos recibos para continuar a cumprir com o acordo sou confrontado com um processo de execução em fase de penhora de salários, que transformou uma dívida à volta dos 300€ num valor proximo dos 1250€, contando com os honorários do agente de execução. Transformaram uma dívida num valor 4 x superior de forma ilegítima. Tratou-se de um ato premeditado, de má fé, indigno, doloso e ilegitimo de uma empresa sem escrúpulos, sem principios e que se rege por códigos de conduta sem qualquer tipo de qualificação. Criaram-me um problema grave porque a minha mulher já tem o salário penhorado e os consequentes problemas familiares entre casal que esta situação acarreta. Espero que a empresa assuma o seu comportamento danoso e ilegitimo inerente a esta situação e assuma os custos associados aos danos provocados.
Reclamação à empresa Condominios da Vila
Eu sou a Emília Azevedo e, venho por este meio fazer queixa sobre a empresa que administrou o nosso prédio até fim de Junho/2015, esta empresa chama-se -CONDOMÍNIOS DA VILA, situada em, Rua Cimo de Vila, nº 9 4480-158 Azurara Vila do Conde/PORTO-, o responsável é o Sr. Alfredo Santos, vou mencionar 2 incidentes que a empresa CONDOMÍNIOS DA VILA concretizou no n/ prédio, Trv. dos Oleiros nº325 B1 e B2 , Trv. dos Pelames A1 e A2- Gião Vila do Conde. Esta empresa já tinha dado sinais de que as contas eram incoerentes desde á 2 anos atrás, mas , na verdade o que nos levou a destituí-la foi que esta empresa gerida pelo Sr. Alfredo Santos , deixou de pagar as faturas da eletricidade da nossa garagem e, é claro, a EDP fez o corte da luz , e sem que os condóminos se apercebessem que não existia luz na garagem, o Sr. Alfredo pediu ao seu funcionário que fizesse uma ligação clandestina para que tivéssemos luz nas áreas comuns, isto ocorreu desde Maio/2014 a Outubro/2014, ora, ficamos sem faturação elétrica 5 meses. Em Novembro/2014 o Sr. Alfredo fez um contrato com uma nova distribuidora de eletricidade e os técnicos da EDP verificaram que ali havia GATO foi quando os condóminos se aperceberam do decorrido...confrontamos o Sr. Alfredo na reunião de Janeiro/2015 e, ele negou dizendo que tinha sido o seu funcionário...isto é grave.... E existe ainda um outro problema, também grave, uma divida a fornecedor que lhe CONFIAMOS 710,79€ (que muito nos custou a pagar porque, somos condóminos pobres que trabalhamos para fazer face às n/ obrigações) para ele pagar a ligação à rede do saneamento à INDAQUA - Gestão de Águas de Vila do Conde,S.A. e, este Sr. Alfredo não somente ficou com o dinheiro como realizou junto da INDAQUA um contrato em prestações de 24 meses para pagar os 710,79€, mais uma vez, fê-lo sem que nós soubéssemos, este episodio ocorreu em Junho/2015, e quando ele foi destituído é que se descobrir este saque .A Indaqua está agora a pedir-nos o pagamento do valor em divida.
propaganda enganosa
ME FOI OFERECIDO UMA PROMOÇÃO AO GINASIO FITNESS UP NO QUAL SE EU E MINHA ESPOSA(CLIENTES NUMERO: 05520 E 05521) MATRICULASSEMOS JUNTOS E NAQUELE INSTANTE TERIAMOS UM DO PREÇO DE 65,00 PARA ADESAO E TIVEMOS UM DESCONTO DE 50,00 EUROS PARA CADA UM ,PAGAMOS O SEGURO DE 10,00 E 5,00 PARA O CARTÃO DE ENTRADA OU SEJA, 100 EUROS PELOS DOIS DE DESCONTO ,ESTE FOI O MOTIVO PRINCIPAL QUE DECIDIMOS ADERIR . A TAXA INDIVIDUAL POR SEMANA SERIA DE 9,20 SEM FIDELIDADE AO GINASIO E QUALQUER PLANO INFERIOR A ESSE VALOR SE VIESSEMOS A SAIR ANTES DE UM ANO TERÍAMOS DE PAGAR A DIFERENÇA, FOI OFERTADO UM MÊS DE ACADEMIA OUTRO PRÊMIO DADO ESPONTANEAMENTE PELA ACADEMIA E O VALOR COBRADO E PAGO POR NÓS ERA DE 4,80 POR PESSOA,OU SEJA, 9,60 POR SEMANA PARA OS DOIS. FREQUENTAMOS O GINASIO DE 21 DE JUNHO A 28 DE JULHO ,O QUE PODE SER COMPROVADO PELO NOSSO CARTÃO ELETRONICO QUE ESTÁ CONOSCO,POIS PAGAMOS POR ELE. E NO DIA 17 DE AGOSTO PAGAMOS A QUANTIA DE 157,60 POR FALTA DE ENTENDIMENTO E IRIAM CONTINUAR A COBRAR SEMANA APOS SEMANA. VALOR PAGO TOTAL NESTA DATA DE 157,60 ,ONDE TERÍAMOS DE PAGAR SOMENTE 6 SEMANAS x 4,40 DE CADA NUM TOTAL DE 8,80 POR SEMANA X 6 SEMANAS DANDO 52,80 ESTA E O VALOR DEVIDO E REALMENTE PROPORCIONAL AO VALOR UTILIZADO.
Cessação de contrato dia 21 de agosto. E dia 1 de setembro foi tirado por débito directo o valor .
Foi efectuado contrato de seguro de um telefone comprado numa loja phonehouse.No dia 21 de agosto de 2015 foi enviado mail para o cancelamento do mesmo.Recebi um mail da empresa . Dizendo que apartir daquele dia seria cancelado o mesmo.Para meu espanto dia 1 de setembro foi me retirado o valor de 24.99 €.Hoje dia 6 de setembro liguei para a empresa. Fui informado que seria recercido noninicio do mês de Outubro sem qualquer aviso.Tenho prova dos e-mails trocados.
problema da fatura da encomenda
sou conselheira da marca yves rocher e tenho duas faturas em atraso uma no valor 29,52 euros, e a outra fatura no valor 29,72 euros. Nao consegui pagar mas pedi ajuda á minha chefe de zona para me ajudar,disse-me que sim que ajudava, mas quando foi para lhe pedir a tal ajuda disse-me que nao tinha possibilidades de vir a minha casa e ajudar e agora tenho que pagar 66 euros de encomendas.
problema no telhado
nos passados dia03 e 04 de Fevereiro de 2017 devido ao mau tempo que ocorreu aqui nesta zona com chuva e vento forte, ocorreram danos no telhado que originaram infiltrações em certas zonas, do apartamento onde resido, visto ser o ultimo andar, foi informada o responsável do condomínio, que andou a tentar colar as telhas com espuma, foi-lhe questionado se o seguro do condomínio abrange os danos no telhado, não me souberam informar, disseram que já tinham falado com o seguro e que iria ser contactado pelo perito, até a data ninguém me contactou, pergunto eu será que o seguro que andamos a pagar é mesmo para um seguro de condomínio? Desloquei-me ao sotam e visualizei varias telhas estaladas, partidas, plásticos colocados no solo para que a agua não se infiltre.Este é apenas um dos exemplos visto que resido na rua santa Catarina nº10, 6º Esq desde 2011 a campainha já se encontrava avariada, até ao momento nada fizeram, estando eu sempre a fazer pressão junto deles.Há infiltrações na garagem, nada fazem para a resolver, para não falar na areia que se acumula e com as infiltrações torna-se em lama.
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