Reclamações públicas

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Cobrança extra indevida e não comunicada previamente

Venho por este meio comunicar V.Exca. que:No passado dia quinze de junho, pelas 16h30m, o paciente Sérgio Amaro Ferreira de Castro Bastos deu entrada na receção de internamento para uma cirurgia cardiovascular do membro inferior esquerdo, sob comando do Prof. Dr. José Oliveira Pinto, prevista nesse mesmo dia às 19h30m. Cumprindo as formalidades de termos de responsabilidade, conhecimento do dito pacote de serviços da cirurgia com internamento e pagamento do mesmo num valor de 1710,20€, ainda questionei a gestora de cliente de no caso de ter alta ainda no próprio dia, pudesse reaver parte desse valor, se não ficasse internado. A gestora disse que esse valor do pacote incluía todo o serviço, independente de ficar ou não internado, acrescentando ainda que as despesas do serviço agendado estavam fechadas com este pagamento. Neste processo foi ainda solicitado um contacto telefónico de um responsável para eventual necessidade, ao qual dei o da minha esposa (que me acompanhava).Entretanto dei entrada no quarto destinado e cumpri todos os procedimentos pré-operatórios dados pelo enfermeiro de serviço.No momento de ida para a sala de recobro, na preparação para entrar no bloco operatório, fui sucessivamente abordado pela médica anestesista, médico cirurgia vascular (José Pinto) e enfermeiro, percebendo que o atraso intervenção se devesse a um impasse sobre o histórico de cardiologia. Nessa demora informei que o médico cardiologista do grupo Trofa Saúde de Braga Sul, Dr. João Português, me acompanha e confirma o baixo risco de uma anestesia geral face ao meu quadro cardíaco. Naturalmente que em cima de uma maca não poderia comprovar mas pedi-lhes que consultasse o boletim clínico feito pelo Dr. João Português sobre a minha situação. Perante o prolongar de mais de 30 minutos do horário previsto para entrar no bloco, aumentava a minha ansiedade face à indefinição, até que um clínico me aborda dizendo que para minha salvaguarda, após a operação, ficaria em vigilância nos cuidados intermédios (sem nunca referir acréscimos financeiros). Mediante à questão levantada, aceitei de pronto, até porque o estado de ansiedade aumentava perante tanta indefinição e prolongar do processo.Após entrada no bloco operatório, fui ainda surpreendido que levaria uma anestesia geral (quando inicialmente seria uma pequena cirurgia a laser, de ambulatório, presumindo uma anestesia local), até perder a consciência.Depois de acordar no recobro e ser transportado para a sala de cuidados intermédios, presumo que pelas 21h30, foi-me servido a refeição de jantar com bastante qualidade. Entretanto o Dr. José Pinto liga-me, transmitindo gentilmente que a operação correu bem. Com o avançar da noite, apesar de monitorizado com aparelhos de frequência cardíaca e tensão arterial, sentia cada vez maior desconforto e dores agudas nos tendões e calcanhar esquerdo, cada vez mais difícil de suportar. Infelizmente não tinha um enfermeiro permanente na sala e nas suas rondas solicitei que ajudasse e retirou uma das duas meias de compressão, e daí passei a suportar melhor o referido desconforto. Infelizmente descansei muito pouco nessa noite porque também tinha uma luz de presença frontal à minha cama e, ao longo das horas acordado percebi que o enfermeiro(a) passavam esporadicamente para monitorizar a minha situação.Pelas 8h, presumo que na mudança de turno, passou a estar um enfermeiro permanente (José Eduardo Mota) na sala de cuidados intermédios. Durante toda a manhã tive visitas regulares da médica, Dra. Vanessa Machado, que após mais pareceres emitiu uma nota de alta médica pelas 12h30m do dia 16 de junho. De seguida passei pela sala de receção do internamento a confirmar a minha alta médica e sou surpreendido com valor com um valor extra de 167,06€ referente a despesas não contempladas no acordo (pacote). Nesse momento confrontei o gestor de conta que custos adicionais eram esses quando em momento algum desde a receção de internamento e em todo o período jamais me foi transmitido. Pedi naturalmente para entrar em contacto com um responsável superior, ao qual não apareceu por supostamente estar em hora de almoço mas foi respondido por telefone à gestora de conta, que o enfermeiro chefe, Filipe Batista, me tinha transmitido na sala de recobro (minutos antes da operação) que iria ser vigiado nos cuidados intermédios e traria custos adicionais para o paciente. Essa afirmação está envolvida em muitas incongruências e revela falta de profissionalismo da pessoa em causa pelo seguinte:1.Nunca foi transmitido um valor adicional ao estipulado.2. Informar a necessidade de cuidados intermédios, antes de uma cirurgia (já de si atrasada), revela insensibilidade com o paciente, em crescente ansiedade.3. A decisão dos cuidados intermédios e do suposto valor adicional deveria ser imediatamente transmitida à pessoa responsável que me acompanhou até ao internamento (minha esposa) e deu o contacto telefónico (solicitado e registado pela gestora).Questiono ainda o serviço de cuidados intermédios:1. Não deveria estar um clínico permanente na sala de cuidados intermédios, no período noturno entre as 0h e 8h (apesar de monitorizado à distância)?Por estas ocorrências de mau serviço clínico, considero injusto exigir custos adicionais quando o paciente não foi devidamente tratado. Penso que a administração deveria certificar que tudo correu bem (e não correu), rever algumas das condutas dos seus profissionais (e prestação de serviço), antes de exigir cobranças adicionais.A saúde privada deve exigir qualidade acrescida, quando o serviço é pago e bem pago. Peço que reconsidere a cobrança exigida e tenha a humildade de a retirar (devolver) face as estas ocorrências.

Resolvida
A. F.
21/06/2023

Tratamento não concluído , totalidade já paga

A empresa não segue as datas das consultas dentárias agendadas , são já dois anos no total em que tenho vindo do estrangeiro de propósito para concluir Um tratamento urgente iniciado em Portugal Lisboa em 2020. No início As primeiras consultas levar uma eternidade e foram registradas durante vários períodos, entretanto o pagamento total foi efetuado e eu estou a morar fora da Europa e como pode imaginar os os custos dos voos de regresso a Portugal são preços elevados e cada vez que chego a Lisboa para concluir esses tratamentos, as consultas são canceladas ou adiadas em cima da hora.. E o dinheiro que gasto em viagem seja superior ao dinheiro gasto para o tratamento. Por essa razão gostaria que a empresa arranjasse uma solução ou alternativa para concluir o tratamento. Caso contrário que reembolse os custos que tenho tido até ao presente dia pois começam a ser extremamente elevados.

Encerrada
R. P.
21/06/2023

Cancelamento

Venho comunicar minha indignação com atendimento Medicare, tentei fazer o cancelamento de um plano contratado por telefone no dia 27/02/2019 onde durante a contratação perguntei inúmera vezes se poderia cancelar á qualquer altura e a resposta sempre foi sim, mas quando liguei agora para fazer o cancelamento me disseram que eu teria de solicitar o cancelamento ou não renovação da anuidade 30 antes da data de renovação, que seria 27/01/2023 e que agora só poderia fazer isso em janeiro de 2024. Por inúmeras vezes disse que isso não era justo pois na altura que contratei ninguém me disse isso, e insistiram em dizer que estava no contrato enviado por email, contrato que não assinei e não validei, mesmo a senhora que me atendeu dizer que eu havia validado por email e não me enviando essa comprovação. Não quero continuar com plano Medicare

Encerrada
S. L.
20/06/2023

Erro e prescrição enganada

Venho por este meio informar que a minha colega de quarto encontra-se bastante mal,isto porque:Há uma semana atrás ela queixou-se de uma for intensa na perna esquerda onde tinha lhe aparecido uma mancha vermelha na coxia,nós colegas dela pensávamos que era A Zona e ai ela foi ao serviço de urgência do hospital de santo Antonio e foi vista pela uma médica que ao comentar lhe a sua opinião, ela de imediato também concordou no seu diagnóstico mesmo sem lhe fazer uma análise ao sangue. Receitou lhe medicação para a zona .Mas durante esta semana ela foi ficando cada vez pior, tinha vômitos, febre e começou lhe a aparecer papos enormes em todo o corpo (perna estômago,nas costas e até no pescoço.)É ficamos bastante reciados por ela! E pesquisamos na net tudo o que poderia ser possível. É ela foi novamente ao hospital reclamar e ao verem na neste estado avançado da doença, diagnosticaram INFEÇÃO DE CELULITE que pelos vistos leva até a morte,porém ninguém sabe como ela ainda vai reagir a medicação agora,porque disseram lhe que neste estado tão avançado nao era nada bom.

Encerrada
S. B.
20/06/2023

Vencimento

Gostaria de fazer queixa da senhora Liliana Pragana dos Recursos Humanos do Centro Cirúrgico de Coimbra, que ao fazer o meu último recibo de vencimento, me descontou do ordenado base mais do que devia. Tentei fazer algumas perguntas sobre cada montante do recibo, e principalmente sobre esse montante, e em vez de admitir o erro, tenta colocar me área para os olhos justificando se com informações sem nexo e que me faziam devedora quando na verdade a entidade é que me deve. Não ficando satisfeita com as minhas questões acerca do assunto, coloca a advogada da entidade Marta Frias Borges contra mim, compactuando com as falcatruas do recibo de vencimento. Gostaria que a senhora Liliana e a senhora Marta fossem alvos de processo disciplinar por tentativa de burla a uma funcionária. Quem esta Nos recursos humanos não pode simplesmente inventar valores para pagamento dos funcionários e fazer o que lhes apetece.

Resolvida

Hospital de Misericórdia de Évora - Cobrança de valor adicional de consulta sem aviso prévio

Exmos. Senhores,No passado dia 14 de Junho de 2023 estivemos presentes (eu e o meu marido) no Hospital da Misericórdia de Évora (Rede Luz Saúde) para duas consultas de Higiene Oral com o Dr. Edir Barreto. Antes de agendarmos as consultas fomos informados do valor (38€ cada consulta), e procedemos com a marcação. Depois de realizada a consulta, no momento do pagamento, cobraram um valor de 88€ por consulta alegando que foi feito um tratamento durante a consulta, e que este tratamento teria um valor acrescido. No entanto, em nenhum momento nos foi avisado deste valor adicional, nem nos foi pedido o consentimento para avançar com o tratamento tendo em conta este novo valor.Sentimos que violaram os nossos direitos enquanto utentes e que, no mínimo, deveríamos ter sido avisados previamente deste valor, para então decidir se quereríamos ou não avançar com o tratamento. Peço por favor que revejam esta situação e rectifiquem os valores das faturas.Ficamos a aguardar.Cumprimentos,Madalena MartinsSebastião Martins

Encerrada
A. R.
19/06/2023

Problema com aceitação de IRS 2021

Eu fui ha varela dos autocarros para fazer o passe social e um senhor do escritorio disse que nao aceitava a certidao do IRS do ano 2021 mas na lei das financas deviam ter aceitado porque o iRS de ano 2022 ainda esta ser aceite e em processo. Fui impedido de fazer o Passe Social Gratuito que o governo Regional dos Azores esta a oferecer.

Resolvida
J. A.
17/06/2023

Atendimento SNS 24

Como nada dizem (ver anexo), comunico que a APP do serviço nacional de saúde 24, não contacta com o centro saúde. Sou doente respiratório, de 06 em 06 meses o centro de saúde, após contacto meu, envia-me a receita do CPAP (aparelho respiratório, que me ajuda durante a noite). Como a APP e o telefone, não dá para contactar com o centro saúde e eu não posso ir lá porque não ando, telefonei para o SNS24, na tentativa de me ajudarem a resolver o problema, julgava eu. Depois de explanar o assunto, dizem para contactar o centro saúde telefonicamente, depois de explicar que não atendem o telefone, dizem que me desloque lá, depois de referenciar que não ando dizem que vá com os Bombeiros. Insatisfeito com a resposta, fui ao computador (estava no telemóvel) para redegir uma reclamação, antes fui ver o site do SNS 24, NÃO É QUE DEU!!! Antes de mandarem para os Bombeiros, deviam inteirar-se do problema e ajudar o utente, nunca responder como me responderam. Já agora quero saber os argumentos que têm sobre este assunto e o porquê de não responderem, e qual passo seguinte. Obrigado PS: número de sócio da DECO 0635483 36

Resolvida
S. C.
17/06/2023

cobrança abusiva de procedimento médico

Venho, por esse meio, informar a V.Exas, que no dia 25 de maio de 2023 às 9:40h fui à Clinica de Saúde Boavista para uma consulta oftalmológica no intuito de fazer uma limpeza nas lentes dos meus olhos, originária de uma cirurgia de cataratas realizada no Brasil.No inicio do tratamento informei ao médico que o procedimento que faria seria pelo VICTORIA (FUTURE HEALTHCARE. De imediato o médico dilatou a pupila do meu olho esquerdo, porém informou que iria iria solicitar autorização para os dois olhos, informando que o valor de forma particular para esse procedimento era 200,00 euros por cada olho, mas que pelo plano com certeza ficaria mais barato, pois FUI BASTANTE CLARA NA MINHA FALA, QUE 200,00 EUROS ERA MUITO ALÉM DO QUE PODERIA PAGAR, QUE FARIA CASO O VALOR FOSSE COM A COOPARTICIPAÇÃO DO VICTORIASAUDE, assim Dr. Luiz Carlos Costa me fez acreditar que o valor seria inferior a 200,00 Euros realizando a limpeza em um dos meus olhos(esquerdo), após, preencheu um documento através dos meus dados do meu Cartão de Cidadã portuguesa, perguntou há quanto tempo estava com o problema. Portanto, após ser atendida me dirigi até a receção paguei o valor da consulta, 15 euros, e me foi dito que iriam solicitar autorização, que quando o Doutor realizasse o segundo olho a Clinica já estaria com a autorização e o valor a ser pago, me forneceram a impressão em um papel A4 de Ato Marcado na data de 01/06/2023 às 9:40h, Agendamento para Dr. LUIS CARLOS COSTA - ATO:CE-OFTALMOLOGIA - SUBSEQUENTE (sem preparação).Assim, no dia 01/06/2023 compareci na CLINICA DE SAUDE BOAVISTA e de imediato me encaminharam para o consultório médico onde Dr. Luiz Carlos passou à dilatar a pupila do meu olho direito e fez a limpeza da lente em meu olho direito.assim, me dirigi à receção onde me foi cobrada a quantia de 250 euros por cada olho.Fiquei surpresa e encarei como um equívoco, pois o procedimento cobrado era mais caro que o procedimento feito particular na clinica.A colaboradora também achou estranho e pediu para que eu aguardasse em casa o resultado de uma nova autorização ao plano, e que entraria em contato comigo.Acontece que pela demora do contado fui pessoalmente na Clinica de Saúde Boavista após alguns dias e nada tinham a informar, no dia 05/06/2023 liguei para a Linha de Apoio ao Cliente telefone 213 134 200 as 14:00h falando com vários de vossos colaboradores, Tiago, Lara Neves, Alexandre, Cristina, Manoela ... Lara foi a colaboradora que passou à informar que a Casa de Saúde Boavista não havia realizado nenhuma solicitação de Autorização, orientou-me a não pagar nada e aguardar resposta da VICTORIA FUTURE HEALTNCARE.Todavia, somente na data de ontem (16/06/2023)por volta das 12horas recebi E-mail da VICTORIA (FUTURE HEALTHCARE anexando carta de Recusa:Diante de Todo exposto venho requerer de Vossas Excelências que cancelem essa cobrança abusiva uma vez que não autorizei de forma particular (200 euros) e não compreendo a cobrança de um valor superior ao do procedimento particular sendo utilizado o plano de saúde. Se, o plano de Saúde informa que o procedimento não tem cobertura não compreendo ainda como a Clinica cobra um valor dizendo que foi o VICTORIA SAUDE que forneceu quando a propria Victoria informa que o procedimento não é coberto!Diante deste imbróglio não estou me eximindo de pagar o procedimento realizado, solicito que essa situação seja resolvida e eu possa ter paz de espirito.Com meus melhores cumprimentosCordialmente,Solange Rejane Alvares Costa

Resolvida
C. S.
16/06/2023

Reembolso

Passados 19 dias após a cobrança indevida de 18,00€ a um utente isento por incapacidade e portador de atestado de incapacidade, o hospital ainda não efetuou o reembolso que assumiu ser devido, não responde ao utente e não responde às reclamações a si dirigidas.Fui atendido na urgência do Hospital de Évora no dia 28.05.2023, tendo me sido cobrado 18,00€ à saída, que paguei em dinheiro no local. Verifiquei posteriormente que o valor referia-se a taxa moderadora do qual sou isento, uma vez que tenho incapacidade 60% declarada em atestado médico.Contactado o hospital sobre o assunto, recebo a seguinte resposta da parte da funcionária Feliciana:informamos que após análise do Atestado Multiuso, a sua reavaliação não dá direito a isençãoApós reclamação efetuada em várias plataformas, o Hospital assumiu o erro, uma vez que a minha incapacidade de 60% me confere a isenção ao pagamento de taxa moderadora. O hospital assumiu o reembolso dos 18,00€ à minha pessoa, por parte da funcionária Ana Pinto:Simultaneamente e para que possamos dar seguimento à sua solicitação, o reembolso do valor pago de taxa moderadora, agradecemos que nos envie o seu IBAN para efetivação do mesmoForneci os dados necessários ao hospital para o reembolso, sendo que ao fim de 4 dias não foi efetuada qualquer ação, pelo que contactei novamente o hospital e recebo a escandalosa resposta por parte da funcionária Ana Pinto:Precisamos ainda que nos devolva o original do recibo para procedermos à anulação do mesmoResido a mais de 200Km do hospital, e não deverei arcar com os custos de envio de uma folha de papel que em nada serve para anular uma cobrança indevida, pois a cobrança encontra-se no sistema informático do hospital, assim como já forneci cópia do mencionado recibo através de digitalização por correio eletrónico.Venho por este meio solicitar assistência urgente neste assunto, bem como manifestar o meu veemente repúdio em toda esta burocracia que me estão a querer impor, bem como os danos morais que me estão a causar por ter sido um cidadão honesto. Não basta terem me cobrado dinheiro indevidamente e ainda me molestam com este monstro burocrático.Agradeço resposta urgente,ObrigadoCarlos Silva

Encerrada

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