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CANCELAMENTO DE SERVIÇO
Venho, por meio desta, e mais uma vez em curto espaço de tempo, expressar a minha insatisfação relativamente à prestação de serviços de telecomunicações contratados à vossa empresa. No seguimento dos problemas técnicos que tinham sido verificados nos últimos tempos e não tendo já a fidelização do serviço, pedi portabilidade dos 5 nºs tlm que tinha no pacote, tendo sido esta concluída nos dias 19/2 às 13h30 para 4nºs e no dia 20/2 às 9h30 para o 5º nº. A intenção seria ficar apenas com o serviço FIXO de TV, NET e VOZ pois ainda que não funcionasse a 100% sendo fixo não padecia da anomalia que se verificava na outra zona geográfica para onde sempre nos deslocamos e que não tem a vossa rede a funcionar corretamente. E à data de dia 20/2 era esta a informação que constava da minha área de cliente, que o serviço contratado estava agora apenas com net, tv e voz fixo. No entanto a 21/2 recebo na minha morada 2 cartões de tlm, sem qualquer informação acerca destes transmitida da vossa parte, e ao verificar a área de cliente deparo-me com 2nºs novos associados ao meu serviço. Faço o pedido de cancelamento destes através da área de cliente e recebo de seguida o v/contato. A informação que obtenho é que estão a proceder ao envio de novos cartoes porque a portabilidade não desassocia serviços e que para usufruir apenas do serviço fixo teria que refidelizar. Ora se até agora o serviço contratado não estava a ir de encontro às nossas expetativas, decidi mesmo cancelar todo o serviço convosco. Ao que a vossa colaboradora diz não ser possível concluir o processo pois o processo das portabilidades ainda não estava concluído, teria que aguardar uns dias e fazer a entrega do formulário numa loja, por email ou correio. Não entendi a explicação sendo que já haviam 2 dias que estava em outra operadora. Desta forma dirigi-me no dia 24/2 à V/loja de Portimao, assinei o formulário de cancelamento e o vosso colaborador sem qualquer esclarecimento adicional disse que já estava tudo tratado informando apenas que a entrega dos equipamentos teria de ser efetuada em outra loja ou agendado com estafeta para recolha na morada. Informou ainda que iria ser contactado para confirmação do cancelamento. Ainda na tarde de dia 24/2 pouco depois de ter saído da v/loja recebo o contacto do vosso colaborador, sendo este efetuado com o intuito diferente mas avançamos para o cancelamento pois não estou deveras satisfeito com o tipo de tratamento nos últimos tempos. Informou-me então que o serviço ficava cancelado e acordamos a recolha dos equipamentos para o dia 6/3 na minha morada. Momentos depois recebo um email com uma informação totalmente diferente, mencionando a data de 16/3 para o efetivo cancelamento do serviço e ainda que será lançada fatura da mensalidade. Esta ultima informação não faz qualquer sentido, sendo que nem estou a usufruir do vosso serviço. Quanto aos nºs de tlm, foram portabilizados 5nº, se fosse pra continuar com o pacote igual teriam que associar novamente o mesmo nº de cartoes(5) e so associaram 4, que nunca foram sequer introduzidos em qualquer equipamento sendo que destes apenas recebi 2. Acresço ainda referir que não estou a usufruir do vosso serviço movel desde os dias 19/2, iniciei o pedido de cancelamento na área de cliente a 21/2, tendo este sofrido atrasos por culpa vossa, mas conclui o pedido na data de 24/2/2025. Terei disponibilidade para me dirigir a uma loja para entregar o v/equipamento no próximo dia 27/2. Face ao exposto, considerarei efetivamente cancelado o serviço convosco, ficando ilegível para qualquer cobrança da vossa parte. Com os melhores cumprimentos,
Rescisão sem penalização
Exmos. Senhores, Boa tarde, Mudei de casa, no início de Novembro 2024, para uma morada que não tem (nem nunca teve) fibra instalada. Pedi (por via telefónica a 28 de outubro 2024) que o contrato fosse transferido para esta nova morada dado o período de fidelização terminar em novembro 2025 e disseram-me que, aquando da instalação dos serviços, a nova morada (Rua Ilse Losa 170) seria atualizada no sistema. Como os serviços nunca foram instalados, a morada também nunca sofreu atualização. Apesar de me ter dirigido à loja MEO Alameda TODOS os meses (novembro 2024, dezembro 2024, janeiro 2025 e fevereiro 2025) para reclamar estar a pagar um serviço que não tinha, ainda assim o débito direto nunca foi cancelado e, aquando do aumento do valor mensal, continuou a ser cobrado. Hoje reparo que a Vodafone está a instalar os serviços no prédio; dirigi-me novamente à MEO para tentar que o meu serviço fosse reposto. Resposta obtida: não existe qualquer previsão de quando a instalação será feita. Por isso, solicitei o cancelamento do serviço/contrato sem encargos dado não existir nem nunca ter existido cobertura para conseguirem cumprir com o mesmo (artigo 132.º da nova Lei das Comunicações Eletrónicas). O colega que me atendeu deu-me a saber que teria que pagar uma multa de 190€ e ainda o valor relativo a dois meses (ou seja, 96,46€ pelo mês de fevereiro e ainda 96,46€ pelo mês de março). Gostaria que esta situação fosse resolvida de uma forma civilizada, uma vez que o meu único objetivo é rescindir com um serviço do qual não usufruo há quatro meses. Obrigada. Cumprimentos, Lígia Pereira da Silva
Esclarecimento de fatura, cobranças indevidas e rescisão contratual por desemprego involuntário
Exmos. Senhores, Venho solicitar esclarecimentos sobre a fatura FT 101/088228168 (502,10€) emitida após a rescisão do meu contrato com a Vodafone no dia 31-01-2025. Solicitei o cancelamento ao abrigo do art. 133.º da Lei n.º 16/2022, que prevê isenção de penalizações em caso de desemprego involuntário (apresentei atempadamente declaração da Segurança Social). No entanto, foi cobrada uma penalidade de incumprimento contratual de 82,94€, valor que deve ser removido, pois a rescisão ocorreu dentro dos critérios legais. Além disso, identifiquei cobranças relacionadas a um número que desconheço, 912381XXX, incluindo um pacote de 20GB (€ 2,41). O meu pacote incluía apenas os números 934996XXX e 933115XXX com 60GB cada um, pelo que solicito confirmação sobre a legitimidade deste número associado a minha conta e a retificação dos valores indevidamente cobrados. A fatura também inclui uma cobrança de € 276,42 pelos equipamentos FTTR. Esses equipamentos são os mesmos da marca Huawei, sobre os quais manifestei interesse, por e-mail, em adquiri-los em caráter particular, sem nunca ter recebido uma resposta vossa. Assim, solicito esclarecimento sobre essa questão e a possibilidade de compra, ou, alternativamente, instruções para a devolução a fim de evitar encargos adicionais. Dessa forma, solicito: - Cancelamento da penalidade de incumprimento contratual no valor de € 82,94; - Confirmação sobre a legitimidade do número 912381XXX e retificação das cobranças associadas; - Esclarecimento sobre os equipamentos FTTR (Huawei), incluindo a possibilidade de aquisição ou instruções para devolução. Caso não obtenha resposta adequada e a resolução do problema, reservo-me o direito de recorrer à ANACOM e ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo (já o fiz, através do livro de reclamações online, ROR00000000045214169 de 17-02-25). Aguardo esclarecimentos e o tratamento desta reclamação o mais rápido possível, obrigado. Fernando Júnior
Cobranças indevidas
Exmos. Senhores, Em (21.10.2024) denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º (RF152798402BE). Sucede que até hoje, o serviço ainda se encontra ativo, apesar do prazo previamente estabelecido para procederem à denúncia contratual. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos. Othon Ferraz,
Denúncia de contrato não efetuada
Exmos. Senhores, Em 20 DE NOVEMBRO DE 2024 denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º C963375417 . Sucede que até hoje, passados que são 60 dias, o serviço ainda se encontra ativo, apesar do prazo de 10 dias previamente estabelecido para procederem à denúncia contratual. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Também gostaria que me devolvessem o valor de 71.39€, que paguei indevidamente em 28 de JANEIRO de 2025, pois ainda não tinha cancelado o vosso débito direto. Agradeço que voltem a creditar o referido valor na mesma conta de onde fizeram o débito direto, ou seja, PT50 0269 0756 00203137323 10 Cumprimentos. Marcelo Pinto 93 823 66 53
Problema na cessação do contrato
Exmos. Senhores, Já dei baixa do serviço no início do ano, e da devolvi os equipamentos. Na linha telefônica dizem estar tudo resolvido mas continuam a enviar-me notas de crédito para pagar e disseram que iriam enviar o comprovativo em como a situação estava resolvida, até agora nada. Cumprimentos.
Livre resolução que não é livre
Exmos. Senhores, No seguimento da decisão de livre resolução do contrato, como expôs na reclamação abaixo, recebi a factura FT 101/087562921 no valor de 341, 47€ (sendo apenas devido a mensalidade de 36,48€, sendo o restante a cobrança injusta da instalação e equipamentos). Segue em anexo, vídeo comprovativo da má qualidade do serviço TV. Solicito a intervenção da DECO para anular esta factura abusiva. Atenciosamente, Rui Mendonça Reclamação n° 11945340 de 26 Janeiro Exmos Senhores, O meu nome é Rui Mendonça, cliente Vodafone em Paredes de Coura (distrito Viana do Castelo), com a conta 315009999. Accionei o meu direito ao arrependimento dentro do prazo legal porque o serviço de televisão apresenta quebra de imagem constante (mesmo após 3 tentativas de correcção pela assistência técnica) , porque o wi-fi tem curto alcance (não chega ao quarto numa casa pequena de tipologia V1). Em suma, mudei de operador (e fiz upgrade de serviços e equipamentos: 1 Gbps, wi-fi 7) para melhorar o serviço e acabei com um pior. Ao qual, logicamente, não desejo fidelizar-me por 24 meses. Ao solicitar a livre resolução do contrato foi-me transmitido que será facturado o serviço de instalação e equipamento no valor de 320€. O que eu considero absolutamente injusto, pois não poderia ter conhecimento prévio das suas falhas. Mais ainda tratando-se de equipamento de ultima geração., supostamente superior ao anteriormente instalado. Pelo que, venho por este meio reclamar desta injustiça e solicitar a livre resolução livre de custos. Não sou responsável pelos serviços e equipamentos instalados. Sou responsável por ter solicitado melhores serviços e melhores equipamentos (pagando mais por eles), e isso eu não obtive. Espero que esta situação se possa resolver a bem e o mais depressa possível, pelo que solicito a intervenção da DECO para intermediar este diferendo em defesa dos direitos do consumidor. Bem -hajam. Cumprimentos., Rui Mendonça
Empresa pouco transparente e injusta
Exmos. Senhores, Apresentei uma reclamação relativamente a uma cobrança indevida, mas creio que não fui suficientemente claro, pois não obtive um retorno adequado. Não utilizei o serviço de roaming na Zona 2 e, ainda assim, informam-me que o fiz, sem qualquer tipo de prova ou documentação que demonstre o tempo de utilização e a quantidade de dados consumidos. Desativei o roaming assim que cheguei ao destino e, se por acaso “utilizei” o serviço, terá sido apenas para receber a mensagem de aviso. No entanto, não me foi fornecido qualquer comprovativo de utilização nem uma explicação detalhada sobre a cobrança. A falta de transparência da vossa empresa relativamente às faturações é inaceitável. Para além disso, obtive informações contraditórias em três canais diferentes da MEO. Este será o meu último mês como vosso cliente. Acresce ainda que me foi cobrado um valor adicional de quase 60 euros na fatura, sem qualquer justificação adequada. As tentativas de contacto têm sido extremamente frustrantes, pois não consigo explicar a minha situação e recebo apenas respostas automáticas. Foi feita uma tentativa de contacto num dia em que não me era possível atender chamadas, sendo esta a única via disponibilizada para expor devidamente o meu caso. Como não poderei responder à minha última reclamação, volto a colocá-la aqui e aguardo uma resposta final. Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas nº 824210448366. Venho alertar para o erro existente na(s) fatura(s) emitida(s), onde foi cobrado um valor de roaming que não utilizei nem solicitei. O montante é exorbitante e diz respeito a um serviço de que não usufruí. Caso seja obrigado a pagar este valor injusto, procederei à mudança de operadora, pois está a ser extremamente difícil entrar em contacto convosco para resolver esta questão e vejo-me forçado a recorrer a este meio. Solicito a correção imediata da(s) fatura(s) e reservo-me o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos,
Contestação de cobrança indevida e cessação de contrato
Boa tarde Estou a contactar-vos na sequência de uma série de acontecimentos relacionados com o meu último contrato com a Vodafone. O meu nome é Inês Braceiro e o meu número de cliente é 314027545. Tinha um contrato de 2 anos com a Vodafone, que cessou a 31 de agosto deste ano(segue anexado o contrato). A Vodafone entrou em contacto comigo para saber se queria renovar o contrato, e eu informei que ia mudar de casa e que desejava renovar. Recebi inclusive uma proposta de adesão. No entanto, não aceitei essa proposta e o meu colega de casa fez um novo contrato com a Vodafone por outro meio. Quando o novo router foi instalado, tivemos a cortesia de devolver o router antigo, apesar de ninguém ter informado que isso seria necessário. Quando fui entregar o router (segue anexo), ninguém me disse mais nada sobre o contrato. Apesar disso, comecei a receber várias mensagens com faturas, tendo pago o valor correspondente ao mês de setembro, embora já não estivesse a usufruir do serviço. Após receber essas faturas, liguei à Vodafone para esclarecer a situação, sendo informada de que o contrato deveria ter sido cessado. No entanto, nunca fui informada sobre tal e, por isso, desloquei me imediatamente a uma loja para cessar o contrato (segue anexo). Mais uma vez, ninguém me alertou para qualquer outro procedimento. Recebi posteriormente uma mensagem a pedir que indicasse uma data para devolver o router. Não respondi, pois a mensagem indicava que deveria ignorá-la caso já tivesse efetuado a devolução. No final de dezembro e janeiro, fui contactada para comunicar que tinha um pagamento de 360€ em atraso. Questionei este valor e expliquei a situação, enviando os documentos relativos à cessação do contrato e à devolução do router por email. O assistente informou-me que a situação seria averiguada. Alguns dias depois, ligaram novamente para me informar que o valor foi reduzido para 60€, referente aos meses de outubro, novembro e dezembro. No entanto, respondi que não faria o pagamento, uma vez que não faz sentido pagar por um serviço que já não tenho desde setembro. Após essa comunicação, continuaram a ligar-me repetidamente, e já informei que não efetuarei o pagamento. Inclusive, estou a formalizar uma queixa junto da Deco Proteste devido ao constrangimento causado por esta situação. Gostaria de comunicar, por meio desta, que não efetuarei qualquer pagamento e peço que cessem os contactos relacionados a este assunto. É inadmissível que tenha sido tentada uma cobrança indevida de um valor sem fundamento, referente a um serviço que não utilizo desde setembro. Além disso, constatei que a Vodafone não disponibiliza um livro de reclamações online, limitando-se a um fórum onde vários clientes relatam problemas idênticos ao meu, incluindo a questão do pedido de devolução do router mesmo após este já ter sido entregue, e a cobrança indevida de faturas após a cessação do contrato. A falta de um canal adequado para apresentar reclamações é inaceitável e prejudica a transparência e o direito dos consumidores. Peço que regularizem esta situação o mais rapidamente possível. Aguardo uma resposta. Cumprimentos, Inês Braceiro
Incompetência
Exmos. Senhores, Venho por este meio fazer apresentar uma queixa sobre a operadora Amigo, a filial lowcost da Vodafone. Éramos clientes Vodafone e resolvemos alterar para a operadora Amigo via telefónica, e foi feito um pedido de portabilidade dos números dos telemóveis que se encontavam no nosso pacote Vodafone. Uma vez que é a mesma empresa, achávamos que o processo iria decorrer sem problemas, não podíamos estar mais enganados. No dia 25 de Janeiro foi feita a instalação do serviço de TV + Internet da Amigo, os novos cartões, ainda não tinham chegado. Assim que os técnicos ativaram as novas boxes, os telemóveis perderam o acesso à rede Vodafone, ficámos incontestáveis e sem possibilidade de contactar ninguém sem ser a través de telefones de terceiros. Após contactar a Amigo no dia 27/01 informaram-me que o pedido de portabilidade havia sido cancelado. Pedi para darem inicio ao processo novamente uma vez que estávamos sem telemóveis. Passou-se uma semana e continuávamos sem cartões, após várias tentativas consegui finalmente falar com a Amigo no dia 09/02! E qual não é o meu espanto quando me é dito, NOVAMENTE, que o processo de portabilidade havia sido cancelado dia 24/01, ou seja, o processo nunca foi reaberto! Decidimos ir até uma loja Vodafone, para percebermos se os nossos contactos ainda estavam associados à mesma, já não constavam na base de dados da empresa pois foi realizado o pedido de portabilidade. Dirigimo-nos então até um balcão Amigo, em Alfragide, para tentar, mais uma vez, perceber o ponto de situação. A portabilidade continuava cancelada, no entanto reabriram o processo e deram-nos dois cartões que iriam receber os nosso números de sempre, dos colaboradores da Amigo(Alfragide) ficaram de nos ir dando um Feedback relativamente ao nosso processo. Acabámos por apresentar uma queixa no livro de reclamações relativamente a este problema nas portabilidades. No dia seguinte recebo um email desse mesmo colaborador (Gabriel Simões) a informar que os nossos antigos número haviam sido desativados, DESATIVADOS! E que desse modo não haveria forma de os reativar. (Ainda gostaria de saber quem foi o responsável!). Foi-nos sugerido, por esse mesmo trabalhador que adotássemos números novos, coisa que eu não concordei, aliás, nem sequer respondi ao email. Passado poucos minutos recebo dois contratos de números novos, já associados ao meu tarifário atual. Achando a situação muitos estranha decidimos deslocarmo-nos ao posto da Amigo no Colombo, onde expusemos a situação e nos foi dito que haviam de facto adicionado números novos ao nossa contrato, sem autorização, ou seja, o trabalhador de Alfragide achou-se no direito de tomar esta decisão por nós! Após uma hora a tentar perceber o que se passa ao certo com as portabilidade, saímos de lá com mais uma queixa no livro de reclamações, com os novos números cancelados e continuamos à espera de notícias desta portabilidade dúbia e já sem qualquer esperança de reavermos os nossos contactos originais. Continuamos a aguardar a resolução deste problema, que claramente foi causado por incompetência dentro a empresa. Cumprimentos. Lúcia Marques
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