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Recusa Entrega Relatório Peritagem
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a companhia Generali Tranquilidade SA, por ter uma moradia nova segurada na referida companhia com um seguro muito completo multirriscos (Apólice 0006764099) que engloba a moradia , o recheio, sismos, reconstrução jardim etc. Tendo aberto um sinistro (ocorrência nº 0022097065) no dia 10-10-2024, por uma grande in filtração ocorrida n o dia 7-10-2024 em vários pontos da moradia, foi-nos informado pelo perito que o telhado tem defeitos na sua concepção/construção que daí podem advir graves problemas de ordem estrutural da moradia (telhado, madeiras que suportam as telhas, pladur, pavimento flutuante, paredes etc. Ao ser solicitado o Relatório de peritagem junto da seguradora (linhasinistros@tranquilidade.pt, na pessoa da Sra. Rita Páscoa do departamento sinistros/claims) para junto do construtor da moradia, fazer a necessária reçlamação relativamente aos defeitos de constução do telhado e consequentemente a imediata reparação dos defeitos identificados pelo perito, a companhia recusou o seu envio ao próprio segurado, com o argumento do relatório ser um documento interno da companhia de seguros, e não poder por isso enviar ao cliente. Uma vez que a seguradora tem como principio segurar o imóvel para zelar pela integridade do mesmo, é totalmente inaceitável esta recusa de entrega de um relatório de peritagem decorrente de um sinistro do próprio segurado, na medida em que o seguro é total sobre o imóvel incluindo sismos. Assim, considero imperativo que a companhia proceda ao envio do relatório de peritagem sem mais demoras, sendo o motivo urgente para reparação dos defeitos detectados, pelo perito. Cumprimentos.
A aguardar reembolso desde 10/2023
Exmos. Senhores, Venho por esta via apresentar a minha reclamação, visto já ter tentado entrar em contacto diretamente com o Fundo Ambiental via telefone (sempre impossível entrar em contacto) e email (sem resposta) Submeti a minha candidatura ao programa de Edifícios mais Sustentáveis em Outubro de 2023 e, passado mais de um ano, continuo sem ter qualquer feedback relativo ao ponto de situação da minha candidatura. Muito obrigado pela atenção. Melhores cumprimentos., Diogo Marques
Prejuízo e desencontro de informação
Exmos. Senhores, Ola, estou entrando em contato devido ao prejuízo financeiro ocasionado pela a rauva, isso é uma situação que não se pode aceitar, pois não consigo fatura e já paguei duas parcelas da rauva. Estou a perder clientes, tenho 10 mil em faturas para emitir, que se não for emitido irei perder os clientes. Neste momento, não temos senha das finanças e a senha que temos não funciona pois um alguém por parte da rauva pediu uma nova senha, não há possibilidade de esta senha ter sido pedido por parte de outra pessoa, pois somente a rauva tem a pergunta e a resposta para pedir nova senha. Nós não temos isso em mãos, e nunca nos foi dado por parte da rauva essa pergunta e resposta. Não temos condições de continuar nessa situação, pagando a rauva e não conseguir receber dos clientes, ainda mais tendo em vista que foi solicitada uma nova senha por parte da rauva a qual nao pedimos, assim inviabilizando o nosso faturamento. Espero que tenham uma solução rapida para meu problema, meus clientes me deram um prazo de 48 horas para emitir as faturas se não iram fechar com outra empresa, e caso isso aconteça, a responsabilidade disso será inteiramente da rauva. Cumprimentos.
Extrema lentidão e falta de respostas
Exmo. Senhor ou Senhora, Venho por este meio expressar a minha profunda insatisfação e frustração com os serviços prestados pela Generali Tranquilidade no seguimento de um grave acidente automóvel que sofri há precisamente 41 dias. Morosidade e Falta de Comunicação A lentidão e a ausência de respostas por parte da Generali Tranquilidade têm sido absolutamente inaceitáveis. É com grande consternação que me vejo obrigada a contactar diariamente a seguradora, implorando por respostas às minhas questões mais básicas. Mesmo assim, a empresa demora entre três a quatro dias para fornecer uma simples resposta, o que demonstra um flagrante desrespeito pelo cliente. Desvalorização Injustificada e Cálculos Erróneos Acresce a esta situação já por si lamentável: A carta recebida com os valores de ressarcimento pela perda total do meu automóvel, com apenas oito meses de idade, revela uma desvalorização absolutamente desproporcional, aproximando-se de um quinto do valor original. O cálculo desta desvalorização foi efetuado de forma incorreta, e aguardo há dias pela sua retificação, sem qualquer resposta. Falta de Transparência e Esclarecimentos Persistem sem resposta questões fundamentais, tais como: Quais as provas que sustentam a atribuição de culpa pelo acidente à minha pessoa? Qual o prazo previsto para o pagamento da indemnização? Estas são informações básicas que qualquer segurado tem o direito de obter para manter um mínimo de tranquilidade durante este processo já por si penoso. Conclusão O trauma resultante do acidente grave que sofri é já suficientemente perturbador. Contudo, lidar com a Generali Tranquilidade tem-se revelado uma provação ainda mais desgastante. É nos momentos de maior necessidade que se revela a verdadeira qualidade de uma empresa à qual confiámos a nossa segurança. Lamento profundamente constatar que, no caso da Generali Tranquilidade, essa qualidade é inexistente, assim como o cuidado e o respeito pelo cliente. Passados 41 dias, nem sequer se iniciou o processo de pagamento da minha indemnização, deixando-me numa situação de incerteza quanto à resolução deste caso. Esta experiência lamentável assegura que jamais voltarei a confiar os meus seguros a esta empresa, cuja atuação em nada corresponde ao nome que ostenta.
Extrema lentidão e falta de respostas
Exmo. Senhor ou Senhora, Venho por este meio expressar a minha profunda insatisfação e frustração com os serviços prestados pela Generali Tranquilidade no seguimento de um grave acidente automóvel que sofri há precisamente 41 dias. Morosidade e Falta de Comunicação A lentidão e a ausência de respostas por parte da Generali Tranquilidade têm sido absolutamente inaceitáveis. É com grande consternação que me vejo obrigada a contactar diariamente a seguradora, implorando por respostas às minhas questões mais básicas. Mesmo assim, a empresa demora entre três a quatro dias para fornecer uma simples resposta, o que demonstra um flagrante desrespeito pelo cliente. Desvalorização Injustificada e Cálculos Erróneos Acresce a esta situação já por si lamentável: A carta recebida com os valores de ressarcimento pela perda total do meu automóvel, com apenas oito meses de idade, revela uma desvalorização absolutamente desproporcional, aproximando-se de um quinto do valor original. O cálculo desta desvalorização foi efetuado de forma incorreta, e aguardo há dias pela sua retificação, sem qualquer resposta. Falta de Transparência e Esclarecimentos Persistem sem resposta questões fundamentais, tais como: Quais as provas que sustentam a atribuição de culpa pelo acidente à minha pessoa? Qual o prazo previsto para o pagamento da indemnização? Estas são informações básicas que qualquer segurado tem o direito de obter para manter um mínimo de tranquilidade durante este processo já por si penoso. Conclusão O trauma resultante do acidente grave que sofri é já suficientemente perturbador. Contudo, lidar com a Generali Tranquilidade tem-se revelado uma provação ainda mais desgastante. É nos momentos de maior necessidade que se revela a verdadeira qualidade de uma empresa à qual confiámos a nossa segurança. Lamento profundamente constatar que, no caso da Generali Tranquilidade, essa qualidade é inexistente, assim como o cuidado e o respeito pelo cliente. Passados 41 dias, nem sequer se iniciou o processo de pagamento da minha indemnização, deixando-me numa situação de incerteza quanto à resolução deste caso. Esta experiência lamentável assegura que jamais voltarei a confiar os meus seguros a esta empresa, cuja atuação em nada corresponde ao nome que ostenta.
Falta de respeito com vida das pessoas
03 de Dezembro 2024 Exmos. Senhores, Venho através desta plataforma contar o que se passou e o que se passa com o meu problema com o MILLLENIUM BCP. Resolvi pedir a uma empresa de consultoria sobre o refinanciamento da minha casa, quando obtive o feedback da empresa, a mesma me informou que necessitaria do Procotó APB para que o procedimento seguisse para outra Instituição Bancária. Entrei em contato com MILLENIUM BPC por volta da data do dia 16 de julho de 2024 para pedir informações o que era necessário para o procedimento de transferência de crédito para outro banco, e pedir o Protocolo APB, como o crédito da casa está em meu nome e da minha Ex-esposa, apresentei o que havia ficado resolvido no divórcio, me disseram que a minha Ex-esposa teria que estar presente para assinar os papéis e que não aceitaria por procuração, mesmo apresentando todas as documentações relativas ao divórcio, e sendo que na partilha dos bens está especificado no que a casa ficaria em meu nome. disseram que não aceitariam que o assunto fosse resolvido por procuração, porém minha Ex-esposa vive em outo país , e não poderia vir a Portugal. Não aceitando o que me foi dito recorri a um advogado, sendo que no meu humilde conhecimento, sei que com uma procuração devidamente especificada conseguiria resolver o assunto. Ao recorrer ao Advogado (começamos os gastos) a mesma foi a instituição e a ela já aceitaram fazer através de procuração. Fizemos todos os procedimentos necessários , enviamos a procuração para o Brasil, esperamos o retorno da mesma apostilada conforme as leis portuguesa exigem, e quando a advogada foi ao Banco, apresentar a procuração conforme exigida, disseram que havia um numero em falta na mesma, porém isso não foi informado quando foi pedido as informações. Enviamos novamente os papeis para o Brasil (mais gastos e tempo da minha EX-esposa) a documentação chegou disseram que está tudo correto, porem até o momento não obtivemos nenhuma resposta. Essa novela começou em 16 de julho 2024, quando foi pedir informação junto ao MILLENIUM BCP . Tive que alterar minhas férias , a espera que o assunto fosse resolvido , passou o tempo da minhas férias ao Brasil, devido isso coloquei o titulo da minha reclamação (Falta de respeito com vida das pessoas).. Aqui encontrei a forma de expor minha indignação e constatar que realmente os bancos fazem o que querem , devido isso coloquei o titulo " Cumprimentos. Sancler Stefaisk
Sinistro aberto há quase dois anos
Exmos. Senhores, No dia 15 de maio de 2023 - ou seja há cerca de um ano e sete meses - eu, Michiel Steurbaut, portador do NIF 292969359, abrimos um sinistro (23MR274191) com a nossa seguradora OCIDENTAL SEGUROS, relacionados com uma situação de risco de Danos Por Água que estava a afetar a fração de baixo. No início desse processo, a seguradora enviou um técnico até à nossa fração no dia 25 de maio de 2023, com o relatório dessa primeira visita (anexo II) a chegar no dia 27 de junho de 2023 com a indicação que o seguro não cobriria esta ocorrência, uma vez que "os prejuízos resultam de falta de manutenção do isolamento das juntas e dos mosaicos, uma situação que não está incluída na cobertura de Danos por água que tem contratada". As conclusões estavam obviamente erradas, uma vez que: A fração de baixo (cave esquerda) diretamente impactada pela situação, queixava-se de uma gigante descarga de água sempre que tomamos banho ou usávamos a sanita. Isto dificilmente seria causado por uma eventual falha de manutenção de isolamento, como dizem (especialmente se esse isolamento foi reforçado tão recentemente). Por coincidência, no mesmo dia que recebemos o relatório tivemos a visita de um outro técnico da OCIDENTAL SEGUROS devido a um outro sinistro no prédio, que nos confirmou que o relatório estava errado. Por esse motivo, pedimos uma segunda visita que era suposto acontecer a 4 de julho de 2023, mas ninguém apareceu (temos e-mails que o comprovam). Durante esse processo, além de dezenas de chamadas e emails para o apoio ao cliente da OCIDENTAL SEGUROS, nunca nos foi dado um feedback fidedigno, assim como as os deadlines que foram definidos para as fases seguintes foram cumpridos. Durante esse período tivemos que lidar com imensos confrontos dos inquilinos da fração abaixo - assim como os seus familiares - e com visitas da Polícia e dos Bombeiros devido a queixa dos mesmos por questões de saúde pública. Esta situação aconteceu porque a AGEAS/ OCIDENTAL não foram capazes de identificar a causa do problema, e sem a mesma não poderíamos avançar com a resolução, fazendo com que a fração abaixo tivesse água constantemente a cair na sua casa de banho em caso de descargas ou banhos. A segunda visita oficial aconteceu dois dias mais tarde e confirmou as nossas suspeitas. Nesse mesmo relatório (anexo III), recebido a 24 de julho, foi indicado que a causa era uma “rotura na prumada de esgoto das casas de banho do edifício”, localizada ao nível da casa de banho da nossa fração, tendo o tópico sendo encaminhado após isso de imediato para o condomínio que coordenou as fases seguintes. Os orçamentos de reparação para a resolução do problema foram enviados para a OCIDENTAL SEGUROS/ AGEAS a 13 de setembro de 2023, uma vez que, por se tratar de um problema nas áreas comuns, o mesmo estava inserido na cobertura do seguro ativo. No dia 28 de setembro de 2023, reenviamos os orçamentos com o relatório para a AGEAS a pedir o reembolso - uma vez que tivemos de pagar para a obra poder começar - e, no mesmo dia, foi indicado que o processo “por parte do gabinete técnico já se encontrava concluído, solicitando que contacte a companhia de seguros OCIDENTAL”. Esta informação foi depois desmentida pelo apoio ao cliente via telefónica. Desde aí, não houve qualquer conclusão. No dia 5 de março de 2024 enviamos as faturas com os valores pagos para a resolução do problema tanto para a Ocidental Seguros, como para a AGEAS: 1245€+235€= 1480€ (anexo IV). A 10 de abril de 2024, a AGEAS voltou a pedir o registo fotográfico da intervenção realizada na nossa casa de banho (informação que já tinham na sua posse), as quais foram reencaminhadas a 15 de abril. Em maio, voltaram a pedir as faturas pagas à empresa que efetuou as reparações que foram enviadas, uma vez mais (já tinham sido a 5 de março) no dia 8 de maio de 2024. A 12 de junho de 2024, como resposta a mais uma queixa efetuada por nós nos canais apropriados, foi-nos indicado pela OCIDENTAL (reclamacoes@ocidental.pt) que os elementos enviados por nós nos últimos meses requerem “a análise técnica do Gabinete de Peritagem antes que possam assumir quaisquer procedimentos”. A 9 de setembro de 2024 voltamos a enviar uma nova queixa que tivemos resposta a 7 de outubro de 2024 indicando que “ainda não recebemos o parecer técnico por parte do Gabinete de Peritagem”. Desde esse período até ao dia de hoje, 1 de dezembro, foram efetuadas por nós imensas chamadas e emails a pedir desenvolvimento dos factos e resolução do mesmo, mas sem sucesso. Tal como indicado no início desta mensagem, este processo prolonga-se por quase dois anos, com recorrentes informações erradas e contraditórias a serem enviadas pela OCIDENTAL SEGUROS. Esta demora fez com que tivéssemos enfrentado sérios períodos de ansiedade e pressão psicológica por parte dos vizinhos afetados por este problema face à péssima gestão efetuada pela AGEAS. Por este motivo, pedimos a ajuda da DECO para podermos finalmente finalizar este processo e receber o reembolso a que temos direito. Cumprimentos.
Não activação de seguro
Exmos. Senhores, Necessito da vossa ajuda em relação á activação de um seguro. Pago este seguro já há um ano, encontro-me de baixa desde o dia 28 de agosto,mas só este mês lembrei-me da existência desse mesmo seguro. Já liguei três vezes em datas diferentes para activar o seguro, e em todas as chamadas vão ficar com "nota dda minha situação" para quem se encontra com o meu processo. Resumindo, não passa daqui, não consigo receber informação do que é necessário para activar o seguro, nem tão pouco o activar. Este seguro foi efetuado através da Cetelem, para a seguradora Cardiff Cumprimentos. Neuza Rodrigues (Vossa associada)
Serviço
Exmos Senhores, No passado dia 30 de julho, desloquei-me ao balcão do Novo Banco e falei com a Sra. Anabela Reitor com o propósito de fazer o pedido de amortização total referente ao remanescente no valor (+/- de 3000€) aquando da dação da minha casa no ano de 2015/2016. Valor esse que ficou diluído nos restantes anos do contrato, na impossibilidade de o abater na totalidade na altura. A Sra. Anabela, referiu que era necessário fazer o levantamento do valor em dívida à data, e fazer a transferência do montante calculado com a maior celeridade, de forma a que o valor não sofresse alterações, sendo necessário acrescentar o valor da prestação que iria vencer, bem como o valor de comissão de conta, de forma a não ficar em incumprimento durante os 10 dias seguintes, estes necessários para tratar do processo de amortização. Feito o cálculo, o valor à data de 30 de julho, o valor seria de 2550€. No dia 31 de julho, procedi à transferência no valor referido, com o envio dos comprovativos (em anexo) por email à Sra. Anabela . Após algumas tentativas de contato telefónico sem sucesso e resposta (registos disponíveis), enviei novo email a dia 06 de agosto onde faço o pedido de confirmação da receção do meu email. Nessa data, e em resposta ao email enviado, recebi um email da Sra. Anabela, que solicita que assine o pedido de amortização e o devolva pela mesma via, documento este que remete no email e necessário para dar seguimento ao processo. Na mesma data, devolvi o email com o documento devidamente assinado, e mais uma vez solicito a confirmação da receção do email com o documento solicitado, onde não foi obtida qualquer resposta. Nos dias 07, 08,14,19 de agosto foram sempre feitas tentativas de contato via email e telefónico (comprovativos disponíveis), mais uma vez sem sucesso. Na impossibilidade de conseguir estabelecer contato pelas duas vias, desloquei-me ao balcão na minha hora de almoço e deparei-me com a Sra. Anabela, onde pedi apenas uns segundos de forma a poder indicar, em que situação estava o meu processo e se tinha recebido o meu email com o documento que tinha solicitado, uma vez que não tinha tido qualquer contato por parte desta. A Sra. Anabela refere " você está em falta comigo, mas não tenho tempo para falar consigo agora", uma vez que ia para uma reunião. Perguntei -lhe com quem poderia falar, para ficar descansada de que o processo estava a ser tratado, e a Sra. responde "pode falar com qualquer um dos meus colegas, no entanto, sou eu que estou com o seu processo e nenhum deles sabe o que se passa". Considerando a dificuldade de estabelecer contato e resolver a minha situação, desloquei-me no dia seguinte ao balcão da Avenida da República, próximo do meu local de trabalho e expôs a situação a uma Senhora (atendimento), cujo não fiquei com o nome. A Sra. Sofia ou Sara ouviu-me com cuidado e pediu para verificar os documentos enviados anteriormente, e referiu que poderia tentar resolver a situação, no entanto teríamos um problema, pois o valor à data 09/10 era insuficiente para o montante de amortização, sendo que teriam já sido debitadas prestações e comissões, na conta, uma vez que não tinha sido dado seguimento ao processo inicial de amortização. No mesmo dia, pelas 17 horas, tive um contato por parte da Sra. a referir que tinha tirado um "tempinho" para verificar a minha situação / e-mails e que tinha reparado a receção de alguns emails que não tinha tido oportunidade de ler e outros que teriam ido parar à caixa Spam. Mas que haveria um problema, com o documento recebido, uma vez que este estava assinado digitalmente, e para o Novo Banco o documento não é válido, pois ainda não tem sistema para confirmar a validade das assinaturas, ainda que seja um documento com a mesma validade legal que o documento em papel, sendo este um problema do Novo Banco ainda não ultrapassado, e que haveria um segundo problema, haveria a necessidade de fazer um depósito no valor de (+/- 200€) uma vez que tinha caído prestações e comissões e o valor disponível não era suficiente para amortizar o valor total, conforme pedido feito por mim a 30/07. Referi à Sra. Anabela que o documento assinado tem validade, tal como um documento assinado manualmente, segundo a legislação em vigor e que não iria assinar outro documento, uma vez que esse novo documento teria uma nova data, e que traria algumas consequências. Ainda que em última alternativa teria arranjado prontamente forma, caso a Senhora Anabela tivesse comunicado essa " lacuna" do banco, na receção do documento enviado por mim a 31 de julho, e não a 09 de outubro passado, mais de um mês. e pelo que me tinha sido informado, como consequência o valor disponível não seria o mesmo, e o transferido. A Senhora Anabela referiu uma vez que não teria intenção de assinar novo documento e fazer um novo depósito, que iria eliminar os documentos que tinha na sua posse, e que caso considerasse, deveria deslocar-se a outro balcão para iniciar um novo processo para o objetivo inicial. Fiquei extremamente insatisfeita com o atendimento durante todo o processo, que não correspondeu ao que seria expectável.Toda esta situação causou-me prejuízos e consequências conforme documentos comprovativos que anexo e valores que estão a ser exigidos para poder concluir o processo de amortização. Sendo que procedi de todas as formas aos pedidos feitos pela Senhora em tempo útil, para evitar a situação com que me deparo actualmente. Após reclamação ao banco para o email de reclamações, tive um contacto na tentativa de resolver a situação, mas teria que assinar novo documento e fazer o depósito conforme comunicado anterior. Neste contato em nenhum momento houve uma justificação para o incumprimento do processo e procedimentos tidos. Assim, venho por este meio solicitar que V.Exª tome todas as medidas necessárias para ser possível concluir o processo inicial de amortização total sem prejuízo, considerando os valores iniciais e documentos enviados. Aguardo resposta o mais breve possível . Sem mais de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos . Maria José
Liquidação de dívida de crédito
Exmos. Senhores, Sou titular do contrato de crédito N 202612. Foi afetuado um crédito automóvel em meu nome ficando o mesmo á responsabilidade do proprietário que era na altura meu companheiro . Por falta de pagamento o automóvel seguiu para leilão onde foi vendido. Ficando no meu encargo o restante valor em falta. Há cerca de uma semana disponibilizei me perante o Bicredit e o Duo capital a efetuar o pagamento total da dívida. Há data de março de 2024 o valor em dívida era 3.250€ que consta no banco Portugal . Posteriormente a isto efetuei vários pagamentos superiores a 500€ estão me pedir 4.000€ para que a dívida fique totalmente liquidada . Venho por este meio apresentar a queixa de que estão a fazer um aproveitamento exagerado de toda esta situação. Agradecia que tivesse total atenção sobre este assunto . Obrigada Diana Sousa
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