Reclamações públicas

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J. S.
25/03/2026

Obrigatoriedade de uso de BPI app

Cara Deco, Sou subscritor vosso desde 1983 (10268). Os serviços do BPI degradaram-se enormemente desde que são La Caixa. Só estatuto com Marketing e Nova Sede, mas serviço miserável que posso testemunhar. Sou cliente das várias encarnações do banco - Alentejo, quando me fiz cliente em 1968, Fonsecas &Burnay, BPI e agora La Caixa, e conheço bem o que foi e já não é. Obrigam-me agora a ter app instalada no meu smartphone - como se todos os clientes fossem obrigados a ter um! - para validar pagamentos na Net com os cartões virtuais que crio, via BPInet no meu PC. Protestei junto banco, já que por questões de segurança não uso telemóvel para transacções bancárias. Recordo que para entrar no BPI net - o que faço no meu PC com todas as protecções e segurança - o banco recorre , e bem, a envio, por SMS, de código adicional a introduzir. Perguntas: Pode o banco obrigar os clientes a uso de uma sua app para utilização dos seus serviços? Não estará a implicar com os direitos individuais dos cidadãos? Não seria mais normal o banco oferecer as duas alternativas- quem faz transacções via telemóvel ,e com isso se sente feliz e seguro, usa app, e quem faz via PC autentica via envio, pelo banco, de código SMS, escolhendo o cliente a modalidade mais conveniente para si? Falamos de liberdade de escolha, não imposição! Face a ausência de uma resposta adequada do BPI socorro-me da DECO, de quem aguardo uma posição. Cumprimentos, José Maria Santos

Em curso
N. F.
24/03/2026

Atraso cartão

Exm. Senhores A situação é simples mas que me está a causar problemas pois estou sem cartão VISA Deco Unicre. A situação é a seguinte: No dia 28/2 telefonei para a UNICRE dando conta que a máquina tinha engolido p cartão. Fui informado que no prazo máximo de 15 dias tinha novo cartão e um custo de + ou - € 15.00 o que aceitei. Isto é o começo da historia da qual anexo mail datado de 18 de março com toda a história. Com telefonemas meus posteriormente fui informado que por lapso o cartão ainda não tinha sido emitido. Neste mesmo mail também faço referência a esta situação. Entretanto já reclamei novamente e continuo sem cartão e no dia 28 de Março faz i mês. Perante a situação e visto ser um parceiro da DECO, informo que não aceito o débito que me disseram pela emissão do novo cartão, pois já tive inconvenienters com a falta do mesmo. Agradeço a vossa interferência rápida para a solução deste assunto nomeadamente o atraso da emissão do cartão bem como o pagamento do mesmo que não vou pagar. Aguardo noticias Obrigado

Em curso

Cartao Multibanco

Bom dia. Eu, Lúcia Maria Mascarenhas representante da conta dos meus pais, junto da ABANCA venho por este meio apresentar reclamação relativamente a uma situação inaceitável. Atualmente encontro-me na posse de 2 cartões Multibanco que não se encontram a funcionar impossibilitando a utilização nas operações básicas. Já tentei resolver junto da ABANCA sem sucesso, evidenciando falta de eficácia na prestação do serviço. Está a causar danos e transtorno no acesso a fundos e gestão da conta, pagamentos necessários mensalmente. Já perfez 3 meses esta situação. Solicito a resolução imediata do problema e a garantia de acesso à conta. Aguardo resposta com brevidade. Obrigada. Lúcia Maria Mascarenhas

Em curso
V. S.
17/03/2026

Contestação de Dívida Indevida e Invocação de Prescrição

Exmos. Senhores, Fui interpelado por V. Exas. para proceder ao pagamento de uma alegada dívida à MEO, no valor de 1.161.04€. Venho, pela presente, contestar a referida cobrança e exigir a cessação imediata de qualquer contacto, com base nos seguintes fundamentos: 1.º Inexistência de Dívida (Erro de Identidade): O número de telemóvel associado a este processo foi por mim adquirido em 13 de fevereiro de 2022, conforme prova o comprovativo de compra que anexo em cópia. Qualquer débito anterior a esta data é da exclusiva responsabilidade do anterior titular do número, sendo-me totalmente alheio. 2.ºHistórico de Pagamentos: Fui cliente da MEO até novembro de 2024, data em que o contrato cessou sem qualquer valor pendente. Não reconheço, portanto, qualquer valor em dívida durante o período em que fui titular do serviço. 3.º Prescrição Legal: Ainda que a dívida fosse legítima (o que se nega), o direito ao recebimento do preço de serviços de comunicações eletrónicas prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação, conforme o Artigo 10.º da Lei n.º 23/96. Sendo os valores reclamados relativos a 2022 ou anos anteriores, a dívida encontra-se legalmente prescrita. Face ao exposto, recuso o pagamento dos valores peticionados e solicito a retificação imediata dos vossos registos. Caso os contactos abusivos continuem, não hesitarei em apresentar queixa junto da ANACOM e da CNPD (Comissão Nacional de Proteção de Dados) por uso indevido dos meus dados pessoais. Com os melhores cumprimentos, Victor Manuel Neves dos Santos Anexo: Cópia do comprovativo de compra do cartão/contrato de 13/02/2022.

Resolvida
A. R.
10/03/2026

Fraude com o cartão Universo

Exmos. Senhores Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação de fraude associada ao meu Cartão de crédito Universo de que fui vítima. No dia 9 de janeiro de 2026, foram realizadas supostamente com o meu cartão 14 transações consecutivas no Dubai, no valor de 1764,00€. Esclareço que não me encontrava no Dubai, mas em minha casa em Portugal, nem autorizei nenhuma dessas operações. Assim que tive conhecimento destas transações, telefonei de imediato para o Universo, contestando as mesmas por se tratar claramente de operações não autorizadas. No dia 12.01.26 fui contactado por email pelo Universo informando que iriam cancelar o cartão antigo e enviar um novo e que fazer o reembolso do montante das transacções. Para surpresa minha, no dia seguinte, dia 13.01.26, recebo novo extracto em que apresentam o estorno daquela quantia. Responsável da entidade emissora do cartão em dois contactos telefónicos efectuados no dia 4 e 9 de Março, depois de eu ter feito duas reclamações por email para o Universo, recusou-se sempre a assumir a responsabilidade pela fraude, alegando que no dia 2 de Janeiro de 2026, após a meia-noite, eu teria dado acesso aos meus dados através do computador, incluindo a introdução da minha password. Face a esta alegação, declaro expressamente que: Nunca acedi à minha conta Universo nesse dia nem nessa hora. Nunca forneci a password, PIN, código SMS, autenticação por aplicação ou qualquer outro método de validação a terceiros. Não validei as transações através de Código de autenticação (OTP), autenticação via App Universo ou 3D Secure (Secure Code). Nunca fui notificado por parte do Universo no decorrer das transações no Dubai, nem nunca me enviaram qualquer pin ou pedido de autenticação por qualquer meio para validar as transações. Só me contactaram por SMS no dia 9.01 à noite a informar que tinha ultrapassado o limite de crédito do cartão (1750,00€). Desconheço totalmente de que forma terceiros possam ter obtido os dados do meu cartão. Em momento algum tive comportamento negligente que pudesse justificar a realização destas operações. Assim, considero tratar-se de operações de pagamento não autorizadas, devendo aplicar-se o regime previsto na legislação de serviços de pagamento, que determina que o utilizador não é responsável por operações fraudulentas quando não tenha actuado com dolo ou negligência grave. Hoje mesmo, dia 10.03, enviaram-me SMS a informar que o montante a pagar não tinha sido liquidado na data prevista, 6 de Março, e que iriam efectuar uma nova cobrança dentro dos próximos 4 dias úteis no valor de 1764,00€. A entidade emissora do cartão, ao contrário do solicitado por mim, nunca apresentou qualquer dado por escrito a comprovar as falhas que supostamente teriam sido cometidas e optou sempre por apresentar as suas razões pelo telemóvel. Posto perante a recusa da entidade emissora em assumir a responsabilidade e proceder ao reembolso dos valores indevidamente debitados, venho solicitar que analisem esta situação e a atuação da entidade emissora do cartão, garantindo o efectivo cumprimento das obrigações legais aplicáveis às operações de pagamento não autorizadas. Com os melhores cumprimentos, António Rafael

Encerrada
D. F.
10/03/2026

Bloqueio de acesso a informação contratual

Reclamação — Falta de comunicação de dívida e bloqueio de acesso a informação contratual Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra o Novo Banco, relativamente à gestão do meu cartão de crédito associado à minha conta nessa instituição. Verifiquei recentemente que o cartão de crédito foi bloqueado unilateralmente pelo banco, tendo ficado impedido de aceder à informação essencial relativa ao mesmo, nomeadamente extratos, movimentos e valor total da dívida existente. Importa salientar que em momento algum fui devidamente notificado pelo banco sobre a existência de valores em atraso, nem recebi qualquer comunicação formal por carta, e-mail ou SMS alertando para a situação de incumprimento ou para eventuais comissões associadas à recuperação de valores em dívida. Apesar dessa ausência de comunicação, foram aplicadas comissões de recuperação de dívida, bem como efetuado o reporte do meu nome à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal. Considero que esta atuação viola o princípio da boa-fé contratual previsto no artigo 762.º do Código Civil. Considero esta situação grave e potencialmente irregular, uma vez que fui privado do acesso à informação necessária para conhecer e regularizar a alegada dívida, sendo posteriormente penalizado por uma situação da qual não fui devidamente informado. Assim, venho solicitar: A verificação da legalidade da atuação do Novo Banco neste processo; A análise da aplicação das comissões de recuperação de dívida cobradas; A averiguação do reporte efetuado à Central de Responsabilidades de Crédito sem comunicação prévia adequada ao cliente. Solicito igualmente que esta situação seja analisada com caráter prioritário, uma vez que pode afetar injustamente o meu registo de crédito. Com os melhores cumprimentos Deibson Félix da Silva

Encerrada

Bloqueio de cartão de débito sem resolução e falha grave no atendimento ao cliente

Abri conta nesta instituição há cerca de dois meses. Contudo, há aproximadamente duas semanas que o meu cartão de débito se encontra bloqueado, impedindo-me totalmente de realizar pagamentos com cartão físico, contactless ou MB Way. Desde o início do problema: Contactei o apoio ao cliente mais de 6 vezes; Fui sucessivamente encaminhado entre o apoio ao cliente e a gestora de conta; Nunca me foi apresentada uma solução concreta ou definitiva; Foi-me indicado que deveria realizar operações num multibanco para desbloquear o cartão. Segui as instruções fornecidas diversas vezes, sem sucesso. Na última tentativa, uma caixa multibanco de outra instituição reteve o meu cartão e não o devolveu. Desloquei-me ao balcão do banco onde o cartão ficou retido e fui informado de que apenas o poderiam devolver mediante declaração emitida pelo meu banco. Voltei a contactar a ABANCA, que novamente não resolveu a situação, limitando-se a indicar que o assunto só poderia ser tratado num balcão físico — o que não era possível no local onde me encontrava. Consequências: Fiquei duas semanas sem acesso funcional ao meu dinheiro; Não consegui realizar pagamentos básicos; Fui obrigado a recorrer a terceiros para levantar dinheiro e conseguir assegurar despesas essenciais; Total ausência de acompanhamento eficaz por parte do banco. Considero esta situação inadmissível, especialmente tratando-se de uma instituição bancária. Pretensão: Resolução imediata do problema; Esclarecimento formal sobre o ocorrido; Garantia de que situações semelhantes não voltarão a acontecer.

Encerrada

Pagamento mensal de 91 euros por um ano e amortizaram 0 cêntimos da dívida de 1400 euros

Exmos Senhores. Contactei a ONEY em janeiro de 2025 para saber qual a dívida disseram 1400 euros. Depois, passados 12 meses de pagamento de 91 euros aproximadamente em 2026 contacto e pergunto o valor da dívida, disseram 1509 euros. Como é possível nem um centavo da prestação paga mensalmente, foi direcionada para amortização da dívida? É isso legal senhores? Não. Não assinei qualquer contrato em que juros ultrapassam 91 euros mensalmente. Considero estar a ser roubado literalmente e ninguém faz nada. É de lamentar como empresas como essa continuam operando no Mercado. O cartão não é usado há mais de 2 anos. Tratam se então de Bandidos os quais o Governo de Portugal prefere fechar os olhos, este país é uma miséria a termos de transparência, profissionalismo, o que causa a decadência que vemos ao redor. É de lamentar como fecham os olhos a criminosos como esses mas , é Portugal, a decadência dum estado de direito que ganha salário com o dinheiro dos contribuintes e no final fecham os olhos a Justiça que deveria ser implacável. Que vergonha.

Resolvida
J. A.
26/02/2026

Cartão e conta bloqueada

Estou com cartão e aplicação bloqueada desde do dia 12/02/2026, só fiquei sabendo do bloqueio quando estava na fila de um caixa, a partir deste dia ligo quase que diariamente para tentar resolver a situação, porém contactei via telefone e via e-mail e não conseguem resolver nada. Preciso saber o motivo do bloqueio e também pagar a fatura que agora já se encontra em atraso pois não consigo uma solução.

Resolvida
J. B.
18/02/2026

Burla do cartão Universo

Boa tarde Já contactei por várias vezes a endidade Universo,nunca me responderam a situação fraudulenta do uso do cartão Universo Em 02.02.2026 foi remetida a reclamação formal a Universo pela minha Avogada e a resposta foi que iriam tratar da situação e /ou resolução que até ao dia de hoje ainda não aconteceu. Para além disso foram efectuados diversos contactos telefónicos e emails para o serviço da entidade e sem que tivesse sido apresentado solução . Acresce que me continuam a enviar SMS e emails pra a cobrança indevida que. já paguei 3. E vão continuando a empurrar a situação com a barriga. E assim vão continuar a enviar as cobranças . Vou mesmo via judicial e fazer queixa crime .

Encerrada

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