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Devolução de artigo
Exmos Senhores No dia 26-03-2026 desloquei-me à loja do Auchan localizada no Centro Comercial Ubbo, após aconselhamento de um colaborador do espaço em questão, optei por adquirir um Aspirador elétrico, Aspirador esse que indicava que o tempo útil da bateria seria de 55 minutos, ( essa informação está escrito em letras grandes na caixa do equipamento) tempo que me pareceu suficiente para a utilização que pretendia. Após primeira utilização verifiquei que a bateria infelizmente não chegou a 20 minutos de utilização, voltei a carregar o mesmo, e na segunda utilização repetiu-se o feito, a bateria não durou 20 minutos. Com esta situação vi-me obrigado a deslocar-me novamente a loja em questão no dia 28-03-2026 ( 2 dias depois ) com a respetiva fatura, reportei o sucedido e a minha intenção de trocar o equipamento por outro modelo de qualidade superior e foi aí que fiquei surpreendido, foi-me negado a troca, coloquei com opção receber o valor por mim pago, também me foi negado, a única opção que me foi dada, passa por enviar o aspirador para o departamento técnico e aguardar uma resposta, ( se o mesmo apresenta algum defeito ou não ). O que está escrito na lei é : “ Em Portugal, se um produto apresentar defeito nos primeiros 30 dias após a entrega, a lei (Decreto-Lei n.º 84/2021) permite ao consumidor exigir a substituição imediata ou a devolução do dinheiro, conhecido como direito de rejeição. Após este prazo, aplicam-se as regras gerais de garantia, que incluem reparação ou troca. “ Após largos minutos de conversa, onde esteve presente a PSP, tive que ceder e deixar o aspirador seguir para o departamento técnico e aguardar ( pois esta é a lei do Auchan ) e eu tenho que aguardar o desfecho. Ainda me foi dito que a garantia do equipamento por mim adquirido é de 24 meses se eu quisesse garantia de 36 meses teria que passar 12 meses de garantia de forma a garantir os 36 meses que supostamente é a garantia obrigatória. “Em Portugal, o prazo de garantia legal na compra de um aspirador novo é de 3 anos. Esta garantia aplica-se a defeitos de conformidade e aplica-se a compras feitas a partir de 1 de janeiro de 2022. “
Inexistência de apoio técnico
Exmos. Senhores, Em Junho de 2024 foi adquirida, uma maquina de lavar loiça da Candy na Emporio 7 em Corroios. Sucede que o LED da máquina deixou de funcionar pelo que não conseguimos utilizar a máquina. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 26/01/2026, para que procedessem à reparação. Até agora já se passaram mais de 30 dias sem que recebesse sequer a visita técnica. Exijo, portanto, que procedam à reparação imediata do artigo defeituoso. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. NOTA: nº de pedido 0008003478 e indicado como centro de assistência a entidade RUI RIBEIRO - MARGEM SUL.
Botas em garantia
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a um par de botas adquirido na vossa loja (Craze Shoes), no dia 06/12/2025, pelo valor de 24,99€. Após cerca de 2 meses de utilização, o artigo começou a desfazer-se, evidenciando um defeito claro. Dirigi-me à loja para resolução ao abrigo da garantia. Após análise, foi-me proposta uma compensação de aproximadamente 12€, solução que recusei por não corresponder aos meus direitos enquanto consumidora. O artigo foi novamente enviado para análise, tendo aguardado mais cerca de duas semanas. No entanto, a resposta manteve-se inalterada, continuando a ser proposta apenas a mesma compensação, sem alternativa de substituição ou devolução do valor pago. Importa referir que já apresentei reclamação no Livro de Reclamações físico no dia 6 de março de 2026, sem qualquer resposta dentro do prazo legal. Face ao exposto, venho por este meio solicitar a resolução da situação, através de: Substituição do artigo por outro equivalente; ou Devolução do valor total pago (24,99€). Caso a situação não seja resolvida, reservo-me ao direito de prosseguir com o processo junto das entidades competentes. Aguardo resposta com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, Paula Costa
Artigo danificado e tentativa de burla
Exmos. Senhores, Em 13/10/2025 adquiri uma Mesa de jantar extensível castanha clara 160/240 x 90 cm MADURA EAN: 4255664854155 por 459,99€. A referência da encomenda é 13018184 A 24/10 recebi o vosso produto, mas sucede que este apresenta defeito: A zona extensível da mesa foi utilizada uma vez e foi identificado que duas das dobradiças estão com defeito, fazendo com que essa zona não feche completamente deixando um espaço aberto. Esta situação torna a mesa extensível inutilizável, pois existe o risco de crianças se magoarem nessa zona. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 27/01, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o defeito não tem reparação. Perante essa resposta, em 27/03 comuniquei-vos que queria então a devolução do valor pago, e que esta tivesse lugar de imediato. Ora, a resposta que me foi dada foi que não aceitam restituir o valor total do artigo e que poderiam emitir um voucher para compras na Beliani no valor de 200€ ou uma restituição em dinheiro de 100€. Para poder proceder à reclamação de forma oficial solicitei ao colaborador que me atendeu, o seu nome completo e respectivo número de colaborador. Recebi a resposta que o nome do colaborador era Jonathan Cabral, mas que a empresa Beliani era uma empresa familiar e não possuíam número de colaborador. Sendo uma empresa com mais de 700 colaboradores, muito estranho esta situação. Exijo que procedam à devolução imediata do preço, caso contrário tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Reclamação – Segunda avaria idêntica / Recusa de substituição / Incumprimento do DL 84/2021
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação formal relativamente ao tratamento dado ao meu telemóvel adquirido na Worten, ainda dentro do período legal de garantia. 1. Sequência dos factos 1. O telemóvel apresentou a avaria “não carrega/não liga". 2. Entreguei o equipamento para garantia e foi realizada uma reparação. 3. Após a reparação, a mesma avaria voltou a ocorrer, demonstrando que a reparação não repôs a conformidade. 4. Dirigi‑me novamente à loja e solicitei a substituição, conforme previsto na lei. 5. Fui informado de que primeiro teria de ser novamente reparado, e que só se a reparação falhasse é que poderia haver substituição. 6. Quando apresentei o Decreto‑Lei n.º 84/2021, fui informado de que a responsabilidade seria “da marca” e não da Worten. Quando apresentei a lei do consumidor que remete para a responsabilidade do vendedor e não "da marca" o colaborador respondeu que não é obrigado a conhecer as leis e que responde é perante a Worten. 7. Fui ainda pressionado a aceitar nova reparação, sendo dito que a substituição “teria de ser autorizada superiormente” e que “demoraria mais tempo”, o que me deixou sem alternativa prática. 2. Violação clara do Decreto‑Lei n.º 84/2021 A atuação da loja viola vários pontos do DL 84/2021, nomeadamente: a) Direito de escolha do consumidor Artigo 15.º, n.º 2: “O consumidor pode escolher entre a reparação ou a substituição do bem, salvo se o meio escolhido (…) for impossível ou impuser custos desproporcionados.” A avaria é grave e impede o uso normal do bem, pelo que a substituição não é desproporcionada. Para além disso, utilizo o meu telemóvel como meio de comunicação com sistemas de saúde, tanto para mim como para a minha esposa como para dois idosos dependentes que tenho a meu cargo. b) Reparação falhada dá direito a substituição Artigo 15.º, n.º 4, alíneas b) e c): O consumidor pode optar por redução do preço ou resolução do contrato quando a falta de conformidade reaparece após reparação ou quando ocorre nova falta de conformidade. Isto aplica‑se diretamente ao meu caso: segunda avaria igual / reparação falhada = direito imediato a substituição ou resolução. c) Responsabilidade é do vendedor, não da marca O vendedor é responsável por repor a conformidade do bem, através de reparação ou substituição. DL 67/2003 A Worten não pode legalmente remeter o consumidor para a marca. Além disso, desconhecimento da Lei não pode ser invocado para o seu incumprimento. d) Pressão para aceitar reparação A insistência da loja em forçar uma nova reparação, alegando que a substituição depende de autorização superior e demoraria mais, constitui uma tentativa de limitar direitos legalmente garantidos, o que é inaceitável. 3. Pedido Face ao exposto, e ao abrigo do Decreto‑Lei n.º 84/2021, exijo a substituição do equipamento por um novo, uma vez que: - a avaria é grave, - já houve uma reparação que não resolveu o problema, - a mesma avaria voltou a ocorrer, - e a lei determina que, nestes casos, o consumidor tem direito à substituição ou resolução. Solicito que a Worten cumpra as suas obrigações legais e resolva esta situação com a maior brevidade possível. Aguardo resposta. Com os melhores cumprimentos, António Pardal
Devolução de artigo com defeito na aceite
Exmos. Srs. Comprei, em loja física, Santa Marinha,Vila Nova de Gaia, um máquina de lavar e secar Foi entregue dois dias depois, com defeito: não para de meter água. No dia seguinte apresentei-me na loja a pedir a resolução do problema. Fui encaminhado para a marca, ficando á espera do contacto da mesma para visita de um técnico, quando esperava a troca do artigo. Estou errado pela expectativa? Está certa a posição da loja?
Indícios de prática comercial desleal e incumprimento da garantia legal
Exmos. Senhores, Em 08-09-2024 adquiri um portátil lenovo L 5 15ACH6-926 por 699,99 €. A referência da encomenda é 24097223. No final de fevereiro de 2026, o computador começou a apresentar anomalias ao nível do carregamento da bateria, deixando de carregar corretamente quando ligado à corrente. Por se encontrar dentro do período de garantia, dirigi-me à loja para acionar a respetiva assistência técnica. Decorridas cerca de duas semanas, foi-me apresentado um orçamento no valor de 523€, com a indicação de que a avaria não se encontrava abrangida pela garantia. O motivo invocado revelou-se particularmente preocupante: foi alegado que a fatura associada ao equipamento seria inválida, com base na informação de que o mesmo já teria sido alvo de reparação em 2022. Ora, esta justificação levanta sérias questões, uma vez que o equipamento foi adquirido por mim em 2024. Não é, por isso, compreensível nem aceitável que exista qualquer registo de intervenção anterior à data da compra. Esta situação leva-me a questionar se o equipamento vendido poderá ser recondicionado ou previamente utilizado, sem que tal tenha sido devidamente informado no momento da compra, o que, a confirmar-se, poderá configurar uma prática comercial desleal e lesiva dos direitos do consumidor. Acresce que: Nunca fui informada de que se tratava de um equipamento recondicionado ou usado; A fatura apresentada é válida e corresponde à compra efetuada em 2024; Face ao exposto, venho por este meio solicitar que averiguem: Se a reparação do equipamento se encontra abrangida pela garantia legal, devendo, em caso afirmativo, ser assegurada sem quaisquer custos, salvo prova em contrário devidamente fundamentada; O histórico do equipamento, nomeadamente quanto a qualquer eventual utilização, intervenção ou reparação anterior à sua venda, e se o mesmo foi comercializado como novo ou recondicionado sem informação prévia ao consumidor. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Assistência Técnica Péssima
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao processo nº 5110746689 de assistência técnica da minha máquina de lavar louça, iniciado a 12 de fevereiro de 2026. Cronologia dos Factos: - 12/02: Participação da avaria (equipamento dentro da garantia). - 14/02: Contacto da assistência técnica. Foram fornecidos os códigos de erro e realizados todos os despistes solicitados (desligar da tomada, verificar ligações, etc.). - 06/03: Primeira visita técnica. Apesar de os erros serem conhecidos, os técnicos não trouxeram peças, limitando-se a encomendá-las no local. - 11/03: Segunda visita. Uma das peças novas estava avariada. Nova encomenda efetuada com promessa de contacto na semana seguinte, que nunca ocorreu. - 19/03: Contacto da minha parte (Assistente Filipa Santos). Foi solicitado um pedido de celeridade e o contacto urgente de um supervisor. - 24/03: Novo contacto da minha parte. Informam que não há novidades e que o pedido de contacto do supervisor foi dado como "concluído". - 25/03 (15:00): Consegui finalmente falar com uma supervisora, que assumiu o compromisso de me contactar num prazo máximo de 24 horas para indicar se a máquina seria trocada ou não. - 26/03 (17:00): Passadas 26 horas, e sem qualquer contacto de parte da empresa, vi-me obrigado a ligar novamente para o apoio ao cliente. A resposta foi a mesma de sempre: ninguém sabe dizer nada, nem existe qualquer atualização no processo. Sobre a Falha de Contacto da Supervisão: Relativamente ao contacto solicitado com a supervisão no dia 19 de março, considero inadmissível a postura da empresa. O facto de terem efetuado uma única tentativa de chamada, que não tive oportunidade de atender, não constitui um contacto efetivo nem resolve a minha solicitação de esclarecimentos. Dar um pedido de auxílio como "concluído" apenas por um registo de chamada perdida demonstra uma total falta de respeito pelo consumidor e uma tentativa deliberada de "fechar o ticket" internamente sem resolver o problema. Incumprimento Legal (Decreto-Lei n.º 84/2021): De acordo com a lei portuguesa, o prazo máximo para a reparação de um bem em garantia é de 30 dias. Este prazo expirou a 12 de março. A incapacidade de fornecer peças funcionais e a negligência no acompanhamento constituem uma violação clara dos meus direitos. Esta é, sem dúvida, a pior experiência de assistência técnica que já tive com eletrodomésticos. Exigências: Dada a privação do uso de um bem essencial por mais de 45 dias, exijo: - Reembolso total do valor pago, conforme previsto na lei por ultrapassagem do prazo de 30 dias; - Uma proposta formal de compensação pelos transtornos causados e custos adicionais suportados durante este período. Com os melhores cumprimentos, Diogo Miguel Moreira Pinto Contacto: 918965120 Nº do Processo: 5110746689
Produto defeituoso nao foi reembolsado completamente
Exmos. Senhores, Solicito a vossa intervenção na resolução de um litígio com a Bershka (Inditex), relacionado com a devolução de um artigo defeituoso. Efetuei uma compra onde utilizei um voucher de 5€, aplicado a uma encomenda com mais do que um artigo. Um dos produtos apresentava defeito, tendo sido devolvido e aceite pela empresa. No entanto, a Bershka recusou restituir o valor correspondente ao voucher, alegando que, por se tratar de um artigo com desconto, apenas procede ao reembolso do valor efetivamente pago. Considero esta posição injusta, uma vez que a devolução não foi voluntária, mas sim motivada por defeito do produto. Na prática, estou a ser penalizado por uma falha que é exclusivamente imputável ao vendedor. Apesar de diversas tentativas de contacto, a empresa deixou de responder desde 06/12, não demonstrando disponibilidade para resolver a situação. Pretendo, com esta reclamação, obter a reposição do valor de 5€, de forma a repor a situação económica que existiria caso o produto não apresentasse defeito. Agradeço desde já a vossa intervenção. Com os melhores cumprimentos, João Palma
Loja esta acima da lei
Boa tarde, Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Castro Electrónica, relativa ao incumprimento das obrigações legais no âmbito da garantia de um produto. No dia 29/01/2026, entreguei para reparação, ao abrigo da garantia, um aspirador Dreame T30 (Xiaomi). Contudo, apenas no dia 12/03/2026 fui informado de que o artigo tinha sido rececionado, tendo o mesmo sido enviado para a minha morada no dia 16/03/2026, ultrapassando claramente o prazo legal de 30 dias para resolução da situação. No dia 17/03/2026, recebi o equipamento, alegadamente “novo”. No entanto, o produto apresentava claros sinais de uso, nomeadamente: visor partido ausência de autocolantes riscos visíveis Ou seja, o equipamento não corresponde a um produto novo nem se encontra em conformidade. Adicionalmente, no dia 01/03/2026, solicitei expressamente o reembolso do valor pago, não tendo obtido qualquer resposta até ao dia 12/03/2026, data em que fui informado de que o equipamento teria sido substituído pela marca, ignorando o meu pedido. Nos termos da legislação em vigor relativa à defesa do consumidor, a reparação ou substituição de um produto deve ser efetuada no prazo máximo de 30 dias. Ultrapassado esse prazo, o consumidor tem o direito de exigir a substituição por um bem novo ou a resolução do contrato com reembolso do valor pago. Face ao exposto, verifica-se: incumprimento do prazo legal entrega de produto não conforme desconsideração do pedido de reembolso Esta empresa nas notas de credito anda a tirar o valor do transportes também , aconteceu com outro produto . Com os melhores cumprimentos
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