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Garantia recusada
Bom dia venho por este meio e mais uma vez tentar perceber qual a recusa da minha tentativa de acionar a garantia de umas chuteiras com 8 meses em que descolaram completamente mas assim que as apresentei um dos colaboradores aceitou fazer a minha reclamação depois um elemento que penso ser um responsável de loja olhou e disse uma frase que já o ouvi dizer a muita gente na loja ( sou cliente assíduo) “” sabe isso deve ser recusado porque a Adidas tem botas para relvados de quarta geração e Portugal se tiver alguns são muito pouco e é normal que se estraguem , isso é desgaste “” ou seja parece que já está avaliado antes de ir para avaliação . Para umas chuteiras de quase 300€ acho que se será assim tão normal estragarem-se porque a causa é Portugal e os seus relvados então não vendam esse tipo de chuteiras com garantia e para Portugal, como um produto de topo mas que depois se estraga porque “”os relvados são maus “” Estou a reclamar um produto com poucos sinais de desgaste e sem mau uso como foi alegado pelo vendedor na recusa de acionar a garantia .
Falta de assistência, silêncio perante a DECO e não conformidade de artigos (Poltrona e Sofá)
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a loja Feira dos Sofás de Alverca devido à total ausência de apoio ao cliente, incumprimento das obrigações de garantia e falta de resposta a tentativas de contacto diretas e institucionais. A própria associação de defesa do consumidor DECO já enviou 3 emails à empresa, os quais foram completamente ignorados. Atualmente, o cenário agravou-se: o sofá está a romper perto das costuras, já efetuei mais de 20 chamadas telefónicas (o telefone não funciona) e enviei 2 emails que permanecem sem resposta, impedindo-me de exercer o meu direito à garantia.O histórico de problemas com os artigos adquiridos divide-se da seguinte forma: 1. Situação da Poltrona:A empresa assumiu a responsabilidade pelo defeito apresentado. Desloquei-me presencialmente à loja a pedido da mesma, mas a única solução inicial foi a substituição por modelos de cores incompatíveis com a escolha original. Após dias sem resposta, a loja propôs, a título excecional, a devolução do valor e recolha do artigo. Contudo, esta solução causa-me graves prejuízos logísticos e financeiros: teria de faltar ao trabalho para a recolha e, como resido a cerca de 130 km da loja, teria de efetuar novas deslocações dispendiosas para procurar outra alternativa. Perante isto, propus ser ressarcida de parte do valor da poltrona, assumindo eu a reparação, proposta à qual a loja não deu seguimento. 2. Situação do Sofá:O sofá apresentou um corte numa zona de pouca visibilidade (motivo pelo qual passou no controlo rápido da entrega, feito à pressa por necessitar de regressar ao trabalho). Importa sublinhar que esta situação foi reportada 9 dias após a receção porque, até essa data, o sofá esteve sempre tapado com uma manta no sentido de o proteger, uma vez que só por essa altura seria realizada a sua impermeabilização. O corte foi detetado imediatamente após este procedimento. Inicialmente, foi-me garantido por telefone que o sofá seria substituído e novamente impermeabilizado. Contudo, após o envio de fotografias de pormenor solicitadas pela própria loja, a empresa alterou a sua posição de forma incoerente, recusando a solução com o argumento de que o defeito afinal era "muito visível". Foram trocadas 24 chamadas e vários emails sobre este ponto sem qualquer resolução. Para agravar a situação, o sofá apresenta agora um novo defeito grave, estando a romper junto às costuras. Face ao exposto, aguardo uma resposta urgente por parte da gerência da Feira dos Sofás para resolver a desconformidade de ambos os artigos de forma justa e sem custos adicionais ou transtornos laborais para mim, salvaguardando os meus direitos enquanto consumidora.
Reclamação formal – Encomenda n.º 1050036-253668548
No dia 23/08/2025 adquiri, através da SPARTOO.PT, um par de ténis Adidas Adizero, correspondente à encomenda n.º 1050036–253668548. Após cerca de 13 meses de utilização normal e adequada, o tecido da parte superior dos ténis começou a romper-se, apresentando uma deterioração que considero prematura tendo em conta a natureza do artigo e a utilização a que se destina. Contactei a SPARTOO para solicitar a aplicação da garantia legal de conformidade, tendo enviado fotografias dos ténis e do defeito apresentado. A SPARTOO recusou o pedido, alegando que o problema não constitui uma falta de conformidade nem um problema de resistência, mas resulta da utilização do artigo. Perante essa resposta, solicitei expressamente à SPARTOO que indicasse quais os elementos, sinais ou fundamentos técnicos concretos que permitiam concluir que o rompimento do tecido resultava de desgaste decorrente da utilização ou de utilização inadequada. Apesar desse pedido, a SPARTOO não apresentou qualquer análise técnica, perícia, relatório ou outro elemento concreto que demonstrasse a origem do dano ou que permitisse concluir que este foi provocado por utilização inadequada ou por desgaste normal. Limitou-se a reiterar que o problema resulta da utilização do artigo. Posteriormente, a SPARTOO informou que a sua decisão era definitiva e que eu poderia contactar diretamente a marca ou recorrer a uma entidade de resolução de conflitos de consumo. Considero que a situação deve ser apreciada à luz do regime legal aplicável à garantia de conformidade dos bens de consumo, uma vez que a aquisição ocorreu em 23/08/2025 e o problema se manifestou durante o período legal de responsabilidade aplicável. Saliento que não está em causa uma simples alteração estética, perda de aparência ou desgaste superficial decorrente da utilização. Trata-se do rompimento do tecido da parte superior do calçado após um período relativamente reduzido de utilização normal. Considero igualmente insuficiente a fundamentação apresentada pela SPARTOO para recusar a aplicação da garantia, uma vez que, perante a alegação de que o dano resulta da utilização, solicitei expressamente que fossem indicados os elementos concretos que sustentavam essa conclusão, não tendo sido apresentada qualquer fundamentação técnica adicional. O objetivo da presente reclamação é, assim, obter uma resposta concreta e fundamentada da SPARTOO quanto: 1. À razão técnica e factual pela qual considera que o rompimento do tecido resulta da utilização do artigo; 2. Aos elementos concretos que sustentam essa conclusão; 3. À razão pela qual entende que a situação não configura uma falta de conformidade abrangida pelo regime legal aplicável; 4. À solução que se propõe apresentar para o problema, designadamente a reparação, substituição ou outra solução legalmente aplicável. Informo ainda que já apresentei o caso junto de uma entidade de resolução de conflitos de consumo, para que a situação possa ser apreciada por uma entidade independente. Solicito, por isso, que a presente reclamação seja devidamente registada e que a SPARTOO se pronuncie de forma concreta e fundamentada sobre os factos acima descritos e sobre a solução que pretende apresentar para o problema.
Má qualidade do Produto
Exmos. Senhores, Em 30/11/2025 adquiri um Sofá de canto conversível por 679,00€. A referência da encomenda é #19000003055. Sucede que este apresenta defeito: o tecido aos fim de 6 meses está a esgaçar praticamente a romper. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 07/07/2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 30 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Recusa de garantia – corrosão nas portas de frigorífico Bosch KGN36NWE
Adquiri na Auchan um frigorífico BOSCH KGN36NWE, em 29/07/2025. O aparelho apresenta atualmente corrosão/ferrugem extensa nos cantos inferiores direitos de ambas as portas, particularmente acentuada na porta inferior, acompanhada de levantamento e deterioração do revestimento branco. Não houve qualquer pancada, risco, utilização de produtos inadequados ou intervenção que tenha provocado este dano. Contactei a Auchan para acionar a garantia. Foi realizada uma visita técnica no dia 08/09/2026, durante a qual o técnico levantou a hipótese de a corrosão ter sido causada pela utilização de uma esfregona na limpeza da cozinha. Não considero esta explicação plausível, uma vez que a corrosão ocorre de forma semelhante e precisamente na mesma zona das duas portas, incluindo a porta superior. Não é claro de que forma a utilização normal de uma esfregona na limpeza do pavimento poderia provocar este padrão de corrosão na porta superior. Após a reclamação, a Auchan informou-me de que a garantia não cobre ferrugem. Considero que a simples existência de ferrugem não pode, por si só, determinar a exclusão da garantia, sendo necessário apurar a causa da corrosão e se esta resulta de utilização inadequada ou de uma eventual falta de conformidade do aparelho. As fotografias que anexo mostram o levantamento e deterioração do revestimento, com corrosão do metal subjacente, e não apenas uma pequena mancha superficial. Assim, solicito a intervenção da DECO na análise deste caso e no apoio à resolução do conflito com a Auchan. Pretendo que seja assegurada a reposição da conformidade do aparelho, designadamente através da substituição das portas afetadas, sem custos para mim, caso se confirme que a corrosão não resulta de utilização inadequada. Caso a Auchan mantenha a recusa da garantia por alegada utilização inadequada, solicito que seja apresentada uma fundamentação técnica concreta, indicando os elementos que permitem concluir que a corrosão foi efetivamente causada pelo consumidor. Anexo as fotografias das zonas afetadas
Período de reparação ultrapassado
Vem a presente reclamação expor o grave incumprimento legal por parte da Mcoutinho Coimbra, e por consequência da marca Jeep relativamente à reparação em garantia do meu veículo automóvel, um Jeep Renegade Hybrid Plug-in, adquirido nesta mesma concessão em 28 de Agosto de 2025. O referido veículo avariou no dia 6 de Abril de 2026 e deu entrada nas instalações da oficina da Mcoutinho Coimbra no dia 9 de Abril de 2026, após ter estado retido pela empresa de reboque esses 3 dias, devido a uma avaria que se encontra coberta pela garantia legal de conformidade do bem. À data de hoje, o veículo encontra-se imobilizado na oficina há cerca de 150 dias consecutivos, sem que tenha sido reparado por alegada falta de peças de substituição e sem qualquer previsão para a entrega das mesmas. Esta situação constitui uma violação flagrante dos mais fundamentais direitos do consumidor, consagrados na legislação portuguesa: Entre outros, o direito do consumidor à reposição da conformidade do bem que não pode ficar refém de problemas logísticos internos do vendedor ou da marca. Face ao evidente incumprimento do prazo legal visto que não se trata da complexidade técnica da reparação mas sim a insistência de peças e com a agravante de não haver data para a reparação por não haver data de entrega das peças em falta, a oficina mantém uma atitude de pressionar a espera pelas peças sem que haja data prevista para a entrega em vez de fazer a resolução do contrato de compra e venda devolvendo o valor de compra ou a entrega de um veículo novo de características iguais ou superiores. Venho também denunciar que a Mcoutinho Coimbra não facultou veículo de substituição nos primeiros 30 dias alegando também não ter, situação até a data não compensada.
Recusa de alternativas de devolução após sucessivas falhas de recolha de artigo com defeito
Exmos. Senhores da DECO PROTESTE, Venho por este meio solicitar o vosso apoio e expor uma situação de incumprimento grave por parte da Amazon.es (Order # 406-4161956-6407555). Adquiri um artigo em segunda mão (Open Box) — Cardo FREECOM 4X Motorcycle 2-Way Bluetooth Intercom System, Black, Double, Set of 2 — no valor de 338,26 €. O produto foi-me entregue com defeito de funcionamento devido à evidente ausência de controlo de qualidade antes do envio. Solicitei a devolução imediata do artigo, tendo a Amazon agendado a recolha com a transportadora Seur. Contudo, o processo transformou-se num ciclo inaceitável de falhas: Primeiro agendamento: A Seur não compareceu na data prevista e nenhum contacto me foi feito. Segundo agendamento: Após nova reclamação ao apoio ao cliente, foi remarcada uma segunda recolha. A transportadora voltou a não comparecer. Terceiro agendamento: Ao contactar novamente o suporte da Amazon, a única solução apresentada foi agendar uma terceira tentativa com a mesma transportadora que já falhou duas vezes consecutivas. A Amazon recusa-se a fornecer opções viáveis e razoáveis — como a emissão de uma etiqueta de envio pré-paga para entrega num ponto CTT ou num ponto de recolha local —, obrigando-me a permanecer em casa por tempo indeterminado a aguardar por recolhas que não acontecem, enquanto mantêm retido o valor de 338,26 €.
Burla
Tive o mesmo problema..coloquei lá o carro por uma luz que tinha acendido..desconfiava que poderia ser da bomba..dizem-me que era o termostato..450€ de reparação..fui buscar o carro..ecrã danificado..trocaram apenas o vidro..mas a tela às riscas..😫reclamei e dizem que não foi lá..😅 Questionei sobre ter película no vidro..não souberam responder..(sendo que o meu já não tinha).. Em Burgos Espanha..o carro acende novamente a luz..carro foi para Portugal..para a Roady obviamente pois tinha sido lá supostamente reparado..depois de alguns dias dizem-me que o problema foi bem resolvido..que agora o problema vinha de umas sondas do escape..😅 Ou seja também não se responsabilizaram pelo dano..Brincam com o dinheiro das pessoas..mas o que eh deles está guardado..não fica assim..foram 450€ de reparação 400 e tal euros para poder chegar a França..mais os bilhetes de avião para ir buscar o carro..a viagem de volta e ainda a reparação feita noutro mecânico..enfim colocam garotos a fazer não importa o que..incompetentes..ainda por cima colocam outro problema para se desculparem de não terem feito bem o trabalho..😡 Ps: só o coloquei lá porque nana não havia mecânicos que pudessem fazer o trabalho antes de me vir embora..🤯 Irei reclamar no livro de reclamações da Roady..quando for levantar o carro que deixei noutro mecânico para resolver o problema..
Reclamação de Qualidade
No dia 09/09/2025, adquiri um par de sapatilhas da marca Adidas na loja Snipes, situada no Parque Nascente. No dia 1 de setembro, dirigi-me à referida loja com o objetivo de apresentar uma reclamação relativamente ao estado das sapatilhas, uma vez que o tecido interior de ambas apresenta um desgaste significativo e prematuro. A reclamação apresentada na loja não foi aceite, tendo-me sido transmitido que o desgaste verificado seria considerado normal decorrente da utilização. Perante esta resposta, decidi contactar diretamente a marca Adidas, na expectativa de obter uma avaliação mais aprofundada da situação. Contudo, a minha reclamação foi novamente recusada, sem que, para esse efeito, tivesse sido realizada qualquer análise ou inspeção física às sapatilhas. Não considero aceitável que uma situação desta natureza seja classificada como desgaste normal sem que o produto tenha sido fisicamente analisado, sobretudo quando o desgaste se verifica em ambas as sapatilhas e num período de utilização inferior a um ano à data em que a reclamação foi apresentada. Enquanto consumidor, considero legítimo esperar que um produto de uma marca com o reconhecimento e reputação da Adidas apresente um nível de qualidade e durabilidade adequado ao seu preço e à sua utilização normal. Não aceito, por isso, que o problema apresentado seja simplesmente desconsiderado como desgaste normal, sem uma avaliação técnica e física que permita determinar, de forma objetiva, a origem do desgaste e se este resulta efetivamente da utilização ou de uma eventual falta de qualidade ou resistência dos materiais. Assim, venho solicitar que a situação seja novamente analisada e que as sapatilhas sejam submetidas a uma avaliação física e técnica adequada, de forma a determinar a origem do defeito apresentado. Considero que uma recusa baseada exclusivamente numa apreciação à distância, sem qualquer inspeção física do produto, não é suficiente para esclarecer a situação de forma justa e objetiva.
Recusa ilegal de garantia em TV LG de exposição danificada na loja FT BLI006/005320
Exmos. Senhores, Vem por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à aquisição de uma televisão LG de exposição na loja Worten, no valor de 930 € (acrescido do custo de 55 € referente a um seguro), efetuada no dia [Data da Compra]. 1. Negligência e Mau Atendimento na Loja Durante o processo de venda e entrega do equipamento de exposição, os funcionários da loja demonstraram extrema dificuldade em retirar a televisão do suporte de parede e em acondicioná-la na caixa. Chegaram a tentar entregar um comando Samsung para a TV LG e deixaram cair o comando no interior da caixa juntamente com os parafusos metálicos. Adicionalmente, foi informado de que o ecrã daquele modelo de exposição já tinha sido substituído anteriormente pela loja. 2. Prova Técnica do Dano Pré-existente e Recusa Ilegal de Garantia Após chegar a casa — tendo o transporte sido feito com total segurança num veículo amplo e espaço almofadado —, verifiquei que a televisão não funcionava. A assistência técnica oficial da LG deslocou-se à minha residência e constatou que a televisão estava estalada por dentro num dos cantos, sem qualquer marca de impacto externo. Em resposta, a Worten recusou prestar a garantia legal (Decreto-Lei n.º 84/2021), alegando "palavra contra palavra" e obrigando-me a acionar o seguro. 3. Venda Omissa do Seguro e Prejuízo Causado A contratação do seguro (55 €) assentou numa prática omissa ("A TV custa 1100 €, mas fazemos a 980 € com seguro"). Após ser obrigado a acioná-lo, o seguro declarou a TV como irreparável. A Worten respondeu formalmente à reclamação no Livro de Reclamações ao fim de 13 dias úteis recusando qualquer responsabilidade. Pedido Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, a responsabilidade recai sobre a Worten. Não aceito o reembolso do valor promocional ou vale, pois tal inviabilizaria a aquisição de um bem com o mesmo nível de desempenho (modelo topo de gama equivalente à LG G5 de 65''). Exijo expressamente: A substituição imediata por um equipamento novo de características técnicas e desempenho equivalentes (concretamente o modelo topo de gama LG G5 de 65" ou equivalente atual), sem qualquer custo adicional; A restituição integral do valor do seguro (55 €). Com os melhores cumprimentos,
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