Reclamações públicas

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Botas com defeito

Exmos Senhores Comprei uma botas no final de 2024. Tendo em conta que habitualmente o meu calçado dura bastantes anos (incluindo os que adquiri na mesma loja)... Achei estranho quando verifiquei que estava a entrar água através da sola.... Mais tarde vi que a sola estava com várias fissuras por entre o rasto (as botas são de sola de e borracha, tipo militar). Como claramente é um defeito da sola dirigi-me a uma das lojas para apresentar o problema... Informaram-me que as botas já tinham mais de um ano, pelo que com toda a certeza já não iriam fazer nada.... Pois bem, tendo em conta que na página da Seaside garante a substituição de produtos com defeito de fabrico por modelos similares ou superiores, quando a reparação não é viável, dentro do prazo legal de conformidade (atualmente 3 anos na UE).... Esperava que cumprissem a legislação a que estão obrigados.... No entanto a resposta foi negativa... As botas já tinham sido usadas (como é lógico) e já tinham mais de um ano (estão dentro da garantia...) Por tudo o descrito... Agradeço que cumpram a legislação e assumam as suas obrigações para com os clientes. Aguardo resposta.

Em curso
V. C.
12/02/2026

Recusa Indevida de Garantia

Venho reclamar da recusa de garantia da minha trotinete, com a justificação de "vestígios de oxidação". A FNAC limitou-se a apresentar esta afirmação genérica, acompanhada de fotografias (o qual chamam de relatório), sem qualquer laudo técnico, diagnóstico detalhado ou explicação objetiva da origem do problema. O equipamento possui certificação IPX4, o que significa ser resistente a salpicos de água, não sendo o simples aparecimento de oxidação suficiente para concluir mau uso sem prova técnica. Adicionalmente, a trotinete já esteve e, reparação em garantia há cerca de 8 meses, tendo sido analisada pelo serviço técnico sem qualquer referência a oxidação, o que reforça possibilidade de vício de qualidade ou defeito de vedação, cuja manifestação ocorreu posteriormente. Nos termos do DL 84/2021, durante os dois primeiros anos vigora a presunção de falta de conformidade, cabendo ao vendedor o ónus da prova de que existiu mau uso, o que não foi demonstrado. Apenas recebi uma declaração, sem embasamento técnico algum. Solicito a revisão da recusa de garantia e reparação ou substituição do equipamento conforme previsto no DL 84/2021. Na ausência de disto, considero que a FNAC está a violar os direitos do consumidor e solicito intervenção de entidade competente.

Em curso

Tempo indefenido para chegada de peças

Exmos. Senhores, Estou desde dia 27/01/2026 com a minha viatura Peugeot 508 Sw matrícula AD-58-NH imobilizada no reparador oficial motorpor em Portimão. Pois a viatura desde esse dia deixou de trabalhar. Foi detectado que o problema foi a correia da árvore de Cames de (7mm) que partiu, um problema que vocês próprios já admitiram ser de fábrica e que iriam suportar todos os custos da reparação e alterar a correia para as de (8mm). É então que dia após dia tenho falado com o apoio ao cliente e o problema é que me dizem que não têm previsão para a entrega das peças. Ou seja estou completamente no escuro sem saber o tempo que terei de esperar e em suspenso em relação á minha vida. Pois ainda por cima moro no Algarve e os transportes públicos é para esquecer. Venho por este meio, reclamar que me ofereçam alguma alternativa de transporte para mim, ou seja um carro de substituição. Visto para mais isto ser um problema de fábrica em nada afeto á utilização da minha parte da viatura. Pois eu sim estou a sair prejudicado desta situação porque não tenho a viatura há mais de duas semanas. E nem tenho a previsão de quabto tempo. Neste tipo de situação a Peugeot tem de sair em defesa do seu cliente e tentar ao máximo minimizar os prejuízos á vida da pessoa. Caso contrário tentarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
A. S.
11/02/2026

Encomenda devolvida

Exmos. Senhores, Em (DATA) adquiri um/uma (DESCRIÇÃO DO OBJECTO) por (PREÇO PAGO). A referência da encomenda é (COLOCAR REFERÊNCIA). Sucede que este apresenta defeito: (DESCREVER OS PROBLEMAS). Comuniquei-vos de imediato o problema, em (DATA), para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos (NÚMERO DE DIAS) dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
A. P.
11/02/2026

Recusa de garantia por humidade sem fundamento

Exmos. Senhores, A 6 de fevereiro de 2025 adquiri um Portátil HP 2 EM 1 Envy X360 14-fa0000np por 1199€. A referência da encomenda é 315172. Sucede que este apresenta defeito: no dia 27 de janeiro deixou de ligar. Comuniquei-vos de imediato o problema, a 27 de janeiro, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. O relatório da inconformidade é pouco consistente e incompleto. Não qualquer forma de reclamar por escrito com a Worten, estando o e-mail mencionado na documentação fora de serviço. Não houve qualquer contacto da Worten devido a esta questão, havendo apenas um link de rastreamento do processo, sendo que me é pedido um valor de 982, 28€ para a reparação do equipamento. O que reportam é a existência de humidade no computador, quando não houve qualque incidente com água ou outro líquido. Fazendo-me questionar o que realmente se passa. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Por outro lado, exijo que haja um e-mail para reclamações no site da Worten, para além do chatbot e da linha de apoio ao cliente. Acho também inadmíssivel a falta de comunicação formal ao cliente em assuntos tão delicados, sendo necessário mais do que um link de rastreamento para comunicar este tipo de questões. Caso não me resolvam a situação nos próximos 16 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
L. C.
10/02/2026

Duas fontes de alimentação avariadas — danos em placa gráfica e falta de apoio da PC Componentes

No seguimento do processo relativo à fonte de alimentação adquirida na PCComponentes, venho reiterar que, em menos de 24 horas após a sua instalação normal, a mesma sofreu um curto-circuito, causando danos na minha placa gráfica. Informo que já solicitei por cinco vezes o respetivo relatório técnico da análise efetuada à fonte, sem que até à data me tenha sido facultado qualquer documento ou conclusão escrita, o que configura uma clara falta de transparência e impede o exercício dos meus direitos enquanto consumidor. Recordo que, nos termos do Decreto-Lei n.º 383/89 (responsabilidade por produtos defeituosos), o produtor/importador e, subsidiariamente, o vendedor, são responsáveis pelos danos causados por um produto defeituoso a outros bens. Solicito, assim, no prazo máximo de 1dias úteis: 1. O envio do relatório técnico completo da análise efetuada à fonte, ou 2. A assunção da responsabilidade pelos danos causados à placa gráfica. Na ausência de resposta dentro do prazo indicado, irei avançar com reclamação formal ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, juntando todo o histórico de comunicações. Ja foram solicitadas mais de 6 vezes o relatorio tecnico da fonte e ate a presente data sem sucesso. Levei minha placa grafica ao tecnico da CHIP 7 para fazer uma analise do problema da placa grafica e foi alegado que veio curto de uma fonte enviei este relatorio a pc componente e nao obtive uma resposta.

Em curso
C. Q.
10/02/2026

Recusa indevida de garantia legal

No dia 5 de Janeiro de 2024, adquiri uma mala da marca Misako. O artigo foi utilizado apenas numa única viagem (ida e volta). Após essa primeira utilização, a mala apresentou danos graves, nomeadamente a destruição da estrutura interior da base e dos pontos de fixação, tornando-se inutilizável. De imediato contactei a empresa, tendo sido inicialmente enviada uma substituição das rodas. Após desmontagem da base, verificou-se que o problema não estava relacionado com as rodas, mas sim com um dano estrutural interno grave, conforme fotografias enviadas à empresa. Apesar de toda a informação prestada e da evidência apresentada, a Misako recusou a aplicação da garantia legal, alegando que os danos resultam do uso do artigo. Tal alegação foi feita sem qualquer relatório técnico, perícia ou prova que demonstre mau uso por parte da consumidora. Importa salientar que o artigo foi utilizado apenas uma vez e que uma mala de viagem deve estar preparada para o manuseamento normal inerente ao transporte aéreo. A inutilização total do produto após uma única utilização não pode ser considerada desgaste normal. Nos termos da legislação aplicável aos bens de consumo, durante o período de garantia presume-se que a falta de conformidade já existia à data da entrega, cabendo ao vendedor ilidir essa presunção, o que não aconteceu no presente caso.

Em curso
A. C.
10/02/2026

Garantia recusada perante defeito de fabrico previamente reportado

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar queixa formal contra a FNAC Faro pela recusa indevida de reparação em garantia do meu MacBook Air, adquirido na FNAC em junho de 2024, pelo valor aproximado de 1.300€, com base numa avaliação tecnicamente infundada, cronologicamente incoerente e marcada por uma clara alteração de critério ao longo do processo. O equipamento sofreu, efetivamente, uma pequena queda vários meses após a compra, queda essa que originou exclusivamente uma mossa no chassis, localizada no canto inferior direito. Após esse incidente, o computador continuou a ser utilizado normalmente durante vários meses, sem qualquer anomalia no ecrã, sem linhas verticais, manchas ou fraturas visíveis. Em novembro de 2025, surgiram de forma completamente súbita e aleatória linhas verticais no ecrã, enquanto o computador estava a ser utilizado normalmente (Safari), sem qualquer impacto, pressão ou evento externo associado. No momento em que o defeito se manifestou, o ecrã encontrava-se intacto, facto comprovado por registos fotográficos datados. No início de dezembro de 2025, desloquei-me presencialmente à FNAC Faro exclusivamente para mostrar o problema das linhas verticais e perceber quais seriam os passos a seguir. Nessa ocasião, uma colaboradora da FNAC avaliou o equipamento e afirmou verbalmente que o ecrã não apresentava qualquer dano ou fratura visível, não tendo sido identificado qualquer sinal de mau uso ou dano acidental. Esta informação é particularmente relevante, pois demonstra que, à data, o problema não foi considerado dano acidental nem imputado a mau uso. Não avancei com o processo nessa altura por me encontrar em período de frequências universitárias e necessitar do computador para fins académicos. Posteriormente, em 2026, entreguei formalmente o equipamento para reparação em garantia. Desde o primeiro momento, o colaborador que recebeu o MacBook deu a entender que o problema seria imputado a mau uso, referindo alegada “pressão” na zona da mossa, apesar de o defeito do ecrã ter surgido muitos meses depois dessa ocorrência. Em todos os relatórios e comunicações subsequentes, a FNAC passou a referir de forma sistemática a existência de “ecrã partido”, descrição que considero manifestamente exagerada e tecnicamente enganadora. O que existe é, quando muito, uma microfissura localizada, com cerca de 2 mm, identificada apenas posteriormente, que não existia aquando do aparecimento das linhas nem aquando da avaliação presencial em dezembro de 2025. Esta insistência em classificar a situação como “ecrã partido” representa uma clara alteração de critério face à avaliação inicial e revela uma tentativa de agravar artificialmente o estado do equipamento para afastar automaticamente a aplicação da garantia, ignorando a cronologia dos acontecimentos e as provas apresentadas. A alegada “pressão” mencionada nos relatórios nunca foi tecnicamente demonstrada como externa. Em ecrãs ultrafinos como os utilizados nos MacBooks, é tecnicamente plausível que defeitos internos do painel, falhas de colagem, delaminação progressiva ou stress estrutural provoquem inicialmente linhas verticais e apenas posteriormente microfissuras visíveis. Sem abertura do equipamento e sem análise interna do painel, é impossível afirmar com rigor que a microfissura identificada é a causa do defeito e não uma consequência da sua evolução. A FNAC recusou a reparação em garantia sem realizar qualquer diagnóstico técnico aprofundado ao painel, sem desmontagem do equipamento e sem apresentar prova objetiva de nexo causal entre a microfissura visível e o defeito apresentado. A decisão baseou-se exclusivamente numa inspeção visual posterior, utilizada para classificar o problema como dano acidental e encerrar o processo. Foram entregues fotografias com datas distintas que comprovam: – a existência da mossa no chassis sem qualquer anomalia no ecrã; – o aparecimento inicial de uma linha vertical com o ecrã intacto; – o surgimento de uma segunda linha apenas semanas depois; – a inexistência de fratura visível aquando do aparecimento inicial do defeito. Apesar de toda esta documentação, a FNAC limitou-se a invocar genericamente a Garantia Limitada Apple, sem responder aos factos concretos apresentados nem demonstrar tecnicamente que o defeito resulta de mau uso. Acresce que defeitos de linhas verticais em ecrãs de MacBooks são amplamente reportados por outros consumidores, tratando-se de um problema conhecido associado a falhas de painel, o que reforça a necessidade de uma avaliação técnica séria e independente, que não foi realizada. Nos termos da legislação aplicável, não é dever do consumidor provar que o defeito é interno; compete ao vendedor demonstrar que a falta de conformidade resulta de mau uso ou de causa externa. Tal prova não foi apresentada. Apresentei reclamação no Livro de Reclamações, tendo obtido uma resposta que se limita a reiterar a posição inicial, continuando a ignorar a cronologia documentada, a avaliação verbal inicial e as provas fornecidas. Importa acrescentar que, nessa mesma interação, foi-me transmitido verbalmente que, caso tivesse avançado com a entrega do equipamento em dezembro, a situação teria sido tratada em garantia, o que demonstra uma mudança de critério grave das partes dos mesmos. Além disso, não posso deixar também de constatar a falta de postura do apoio ao cliente porque recordo-me claramente do responsável pela Clínica FNAC de Faro rir-se de toda a situação na minha cara quando fui diretamente presencialmente apresentar reclamação formal. Perguntei-lhe de imediato qual era a piada, mas também não me soube responder. Adicionalmente, quando me desloquei à GMS para pedido de orçamento, a primeira coisa que me apontaram no macbook não foi a “fratura nem a moça acentuada”, mas sim e cito - “a Fnac esquivou-se outra vez, aposto”… Aparentemente as queixas são várias e o conhecimento acerca dos defeitos de fabrico dos equipamentos que vendem muito pouco. Face a tudo o exposto, considero que a FNAC está a recusar indevidamente a aplicação da garantia, recorrendo a uma descrição exagerada do estado do equipamento e alterando o seu próprio critério de avaliação ao longo do processo, motivo pelo qual solicito a intervenção da DECO para apreciação do caso e apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Adriana Cândido

Em curso
A. S.
10/02/2026

Nao estão cumprindo a garantia

Comprei um colchão da (Intex insuflavel Dura Beja Deluxe Comfort plus elevated cinzento) no dia 22/07/2024 na loja WORTEN onde fui informada que teria garantia de 3 anos! Semana passada fui utilizar o mesmo e para minha surpresa não está segurando o ar, após 3 horas de encher o colchão estava se esvaziando sozinho, após nossa verificação não encontramos o local da fuga de ar! Pois bem não sabemos o que ocorre, se é na válvula de enchimento ou outro local não achado. No dia 22/01/2026, fui até a loja da WORTEN para solicitar reparo ou troca do mesmo, e fui informada que teria que contatar a Intex. Feito isso pela página oficial da mesma, recebo e-mail dizendo que a garantia deles é só de 1 ano, e nada poderiam fazer, me orientado a procurar novamente a WORTEN. Liguei para o apoio ao cliente da WORTEN , que me informam que mesmo estando dentro da garantia de 3 anos, não poderiam aceitar o produto para fazer o reparo ou troca, ( apenas se tivesse extensão da garantia por mais 3 anos) aí aceitariam o produto para resolver o problema! quer dizer que … a garantia inicial não serve de nada? Novamente questionei por e-mail a Intex solicitando ajuda e pedindo então que me digam como obter o serviço de reparo pois o colchão como já citei somente foi usado 4 vezes. Pois bem… me responderam que nada poderiam fazer porque se tratava de questão de higiene!!!! Enviei novo e-mail solicitando falar com algum gerente do setor e explicação sobre isso, se no próprio site tem uma solicitação que se pode fazer para pedir isso! E até o presente momento sem resposta. Resumo nem a WORTEN nem a Intex me solucionan o problema sendo que tenho essa garantia ainda por um ano

Encerrada

Falta de conformidade persistente em maquina lava e seca Qilive

No dia 2 de Setembro de 2025 adquiri, na loja BOX / Auchan, uma máquina de lavar e secar roupa Qilive ( Marca própria Auchan), conforme fatura n.º0251512025090001/000160, equipamento que se encontra abrangido pela garantia legal prevista no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de Outubro. O referido equipamento apresentou anomalia de funcionamento, tendo sido necessária intervenção técnica realizada em Dezembro de 2025 ao abrigo da garantia. Contudo, no presente mês Fevereiro de 2026, o equipamento voltou a apresentar defeitos, demonstrando tratar-se de uma situação de falta de conformidade persistente. Nos termos do artigo 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem através de reparação ou substituição. Atendendo a que: O equipamento já foi alvo de intervenção técnica sem resolução definitiva do defeito; A avaria reapareceu num curto espaço temporal; Trata-se de um bem essencial ao uso doméstico diário, cuja indisponibilidade causa prejuízo significativo; Existe perda de confiança na fiabilidade do equipamento; Venho, por este meio, solicitar a troca do equipamento por um novo ou a resolução do contrato solicitando a restituição do valor do equipamento. Solicito ainda que a situação seja resolvida com a maior brevidade possível e sem quaisquer encargos para mim consumidora, conforme previsto na lei. Na ausência de resolução célere e adequada, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes de resolução alternativa de litígios de consumo.

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