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subistuição do produto
Exmos. Senhores, Em 15/05/2026, adquiri uma Máquina de Lavar Loiça BECKEN BDW1965N IX (12 Conjuntos - 60 cm - Inox), no valor de 319,99 €. A referência da encomenda é 82736776. Sucede que este produto apresenta defeito desde a primeira utilização. A máquina funcionou durante cerca de 24 minutos e apresentou o erro E5 (transbordo). Além disso, a eletricidade da habitação desarma poucos segundos após o início do funcionamento da máquina, impossibilitando a sua utilização normal. O produto foi instalado por um técnico e o defeito manifestou-se desde a primeira utilização. Comuniquei-vos o problema e fui informada de que, por terem decorrido mais de 30 dias desde a compra, não seria possível proceder à substituição da máquina por uma nova, apenas à reparação ou substituição de peças. Entendo, contudo, que o produto apresenta um defeito de origem e que a solução apresentada não salvaguarda devidamente os meus direitos enquanto consumidora. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o valor pago ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não resolvam a situação nos próximos 15 dias, considerarei o contrato incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos, Dayana Gonzales
2 meses sem máquina de lavar loiça que se encontra na garantia
Venho expressar o meu desagrado relativamente ao serviço de assistência técnica da Candy e do representante João Raimundo Gonçalves. Estou há dois meses sem máquina de lavar loiça, mesmo estando ainda dentro do período de garantia. Já tive duas visitas técnicas em casa: na primeira constataram que a máquina não funcionava corretamente e, na segunda, trouxeram peças novas para tentar reparar, mas disseram-me que não era possível arranjar e que as peças não resolveram o problema, pelo que seria necessária a troca da máquina. Até ao momento, continuo sem qualquer solução nem resposta, apesar da máquina estar dentro da garantia. Sinto-me extremamente insatisfeito com a assistência técnica e o serviço pós-venda, especialmente depois de ter confiado nesta marca para equipar toda a minha casa. Contactei a empresa em meados de junho por telefone e email a explicar a situação e pedir esclarecimentos, mas até agora não obtive resposta. Hoje voltei a contactar o apoio ao cliente e informaram-me que o processo está em aberto, sem novidades, e que não sabem o que se passa. Disseram apenas que iriam reportar aos superiores e que teria de continuar à espera…
Incumprimento da garantia legal e exigência de resolução imediata
Exmos. Senhores, Em 01/02/2026 adquiri, uma maquina de louças - Bolero Aguazero 6700 Dark B por 426,55. A referência da encomenda é 208930343301344. Em 09/02/2026 recebi o vosso produto, mas sucede que este apresenta defeito: o equipamento deixou de utilizar corretamente o detergente, quer em pastilha quer em gel. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 23/04/2026, para que atuassem em conformidade, e após visitas do tecnico recebi como resposta que o defeito não tem reparação. Perante essa resposta, comuniquei-vos que queria então que me trocassem o artigo por outro igual. Ora, passado 69 dias sem que me tivessem substituído o artigo defeituoso, e também sem qualquer comunicação da vossa parte, o que não é admissível. Exijo que procedam à substituição imediata do artigo defeituoso, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Piscina colapsada
Adquiri diretamente à Intex uma piscina nova 450 × 220 × 84 cm. A piscina foi montada seguindo as instruções do manual. O enchimento decorreu normalmente e, cerca de 10 minutos após estar cheia, sem qualquer utilização, uma das peças em T da estrutura partiu, provocando o colapso da piscina e a saída de toda a água. Contactei o apoio ao cliente da Intex, enviei fotografias e expliquei toda a situação. A resposta recebida foi que se tratava de um alegado erro de montagem, sem que tivesse sido efetuada qualquer inspeção técnica ao produto. Como única solução, foi-me indicado um link para comprar a peça de substituição. Contudo, a peça indicada (referência 10575A) encontra-se indisponível para compra, pelo que a solução apresentada é inexequível e a piscina permanece inutilizável, apesar de ser um produto novo. Considero inaceitável que um produto novo fique inutilizado na primeira vez que enchi sem qualquer uso e que não seja apresentada uma solução efetiva.
Reclamação – Falta de devolução de equipamento em garantia e ausência total de resposta
O meu nome é Ricardo Oliveira e venho apresentar uma reclamação contra a empresa Alta Cosmética devido à forma como tem gerido uma situação que já se arrasta há demasiado tempo. Em dezembro de 2024, entreguei à empresa uma máquina que se encontrava dentro do período de garantia, para que fosse reparada ou substituída, conforme aplicável. Desde essa data, nunca mais me foi devolvida a máquina. Ao longo de todos estes meses tentei resolver a situação de forma amigável, realizando dezenas de chamadas telefónicas e enviando dezenas de mensagens, mas sem qualquer sucesso. A empresa simplesmente não responde, não atende as chamadas e não dá qualquer explicação sobre o estado do equipamento ou sobre quando será feita a sua devolução. O que torna esta situação ainda mais grave é o facto de a empresa continuar com o seu site ativo e a vender produtos normalmente, enquanto ignora completamente um cliente que aguarda há mais de um ano pela resolução de um processo de garantia. Considero este comportamento totalmente inaceitável e uma clara falta de respeito pelos direitos do consumidor. A retenção do meu equipamento durante tanto tempo, sem qualquer informação ou solução, causou-me prejuízos e demonstra uma total falta de profissionalismo. Solicito que a Alta Cosmética resolva esta situação com a máxima urgência, procedendo imediatamente à devolução da minha máquina, devidamente reparada ou substituída, ou, caso tal não seja possível, que apresente uma solução adequada nos termos da garantia e da legislação em vigor. Caso continue a não obter qualquer resposta, verei-me obrigado a recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos, incluindo o Livro de Reclamações Eletrónico, o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo e outras vias legais que se revelem necessárias. Espero que esta reclamação leve finalmente a empresa a assumir as suas responsabilidades e a resolver um problema que nunca deveria ter demorado tanto tempo. Ricardo Oliveira
Sofá com defeito grave e recusa de solução adequada
Assunto: Pedido de apoio – Reclamação relativa a sofá com defeito e recusa de solução adequada Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um conflito de consumo que tenho com a empresa HOMY CASA, referente à compra de um sofá modelo Califórnia. O sofá foi entregue no dia 18 de junho de 2026. Dois dias depois, no dia 20 de junho, fomos de férias, pelo que o sofá permaneceu praticamente sem qualquer utilização. Quando o utilizámos pela primeira vez, verificámos que um dos braços cede de forma anormal apenas com o apoio do braço de uma pessoa. Saliento que peso cerca de 50 kg, pelo que considero inadmissível que um sofá novo apresente este comportamento logo na primeira utilização. O sofá encontra-se praticamente novo, sem marcas de utilização, e disponho da fatura, bem como de fotografias e vídeos que demonstram o defeito. Após apresentar a reclamação à HOMY CASA, foram-me apresentadas as seguintes soluções: Reembolso de 50 €; ou Crédito em loja no valor de 100 €. Estas propostas são, na minha opinião, manifestamente desadequadas, uma vez que não resolvem o problema. O defeito afeta a estrutura do sofá e deixa-nos preocupados quanto à sua durabilidade e segurança. Temos receio de que, com uma utilização normal, a estrutura venha a ceder ainda mais, podendo provocar danos ou até lesões. Foi ainda proposta a recolha do sofá para reparação pelo fabricante, com um prazo estimado entre 18 e 24 semanas. Esta solução também não é aceitável para nós, pois implicaria ficarmos cerca de quatro a seis meses sem sofá e sem qualquer compensação que nos permita adquirir outro durante esse período. Existe ainda uma circunstância muito relevante: o nosso filho sofre de uma alergia severa aos ácaros. Precisamente por esse motivo adquirimos um sofá novo, não sendo uma opção recorrer temporariamente a um sofá usado ou em segunda mão. Assim, entendemos que as soluções apresentadas pela empresa não salvaguardam os nossos direitos enquanto consumidores nem têm em consideração as nossas necessidades concretas. Solicito, por isso, o vosso esclarecimento sobre quais são os direitos que a lei me confere nesta situação e se poderei exigir uma solução diferente, nomeadamente a resolução do contrato com devolução do valor pago ou outra solução que não nos deixe privados de um bem essencial durante vários meses. Agradeço desde já toda a ajuda e orientação que me possam prestar. Com os melhores cumprimentos, Juliete Souza +351 910311117
Venda de produto usado como novo e recusa de resolução adequada
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação ocorrida na loja Auchan Almada Fórum, que considero grave enquanto consumidora, tanto pela venda de um produto manifestamente não conforme como pela forma como fui tratada quando procurei resolver o problema. No dia 23 de junho de 2026 adquiri naquela loja um aquário vendido e faturado como produto novo. Ao abrir a embalagem, verifiquei que o artigo apresentava sinais evidentes de utilização anterior, encontrando-se enferrujado, incompleto e com claros sinais de desgaste, incompatíveis com um produto novo. Não se tratava de uma pequena imperfeição estética, mas de um artigo usado, degradado e incompleto, vendido como se fosse novo. Desloquei-me à loja para solicitar a substituição do produto ou, em alternativa, a devolução do valor pago. No entanto, em vez de existir uma análise séria da situação, o colaborador limitou-se a afirmar repetidamente que "a loja não vende produtos naquele estado". Quando questionei como explicavam que um artigo usado, incompleto e enferrujado tivesse sido vendido e faturado como novo, não obtive qualquer explicação concreta. Pelo contrário, foi-me transmitido que seria eu a explicar como aquela situação teria acontecido. Considero esta posição totalmente inadequada. O consumidor não tem acesso ao controlo de stock, aos procedimentos internos de devolução, à reposição de produtos, aos sistemas de videovigilância ou aos mecanismos de controlo de qualidade da empresa. A responsabilidade de apurar como um produto usado entrou novamente no circuito de venda pertence exclusivamente à Auchan. O momento mais grave ocorreu quando foi colocada em causa a credibilidade da minha versão dos factos antes de qualquer averiguação interna. Em nenhum momento me foi apresentada uma explicação plausível para o sucedido, nem me foi comunicado que a loja iria verificar os seus procedimentos internos, consultar registos ou investigar a origem daquela ocorrência. Em vez de investigar primeiro e retirar conclusões depois, optou-se por colocar em causa a palavra da cliente. Também considero relevante referir que nunca me foram solicitadas fotografias ou qualquer outro elemento adicional de prova. A fatura estava disponível e o próprio produto encontrava-se fisicamente na loja, mas a postura adotada foi de rejeição imediata da reclamação, e não de averiguação dos factos. Esta situação deixou-me numa posição inadmissível: adquiri um produto novo, recebi um produto usado, incompleto e enferrujado e, quando procurei exercer os meus direitos, fui tratada como se a situação suspeita fosse eu e não o artigo vendido. Entendo que uma empresa da dimensão da Auchan deve possuir mecanismos internos capazes de controlar devoluções, verificar o estado dos artigos antes de serem colocados novamente à venda, assegurar a conformidade dos bens comercializados e responder de forma adequada a uma reclamação legítima. Uma empresa pode cometer erros. O que considero inaceitável é que, perante uma falha desta natureza, a primeira resposta seja negar a possibilidade de erro interno e colocar em causa a honestidade do consumidor antes de qualquer investigação. Já apresentei reclamação através dos meios oficiais, juntando fotografias do produto e o comprovativo de compra. Solicito agora o apoio da DECO para que esta situação seja devidamente acompanhada e para que me sejam indicados os meios mais adequados para a defesa dos meus direitos. Pretendo: 1. A substituição do aquário por um artigo novo, completo e em perfeitas condições ou, em alternativa, a devolução integral do valor pago. 2. Que seja apurada a forma como um produto usado, incompleto e enferrujado foi vendido como novo. 3. Que seja analisada a atuação da loja no tratamento desta reclamação, nomeadamente pela forma como a minha palavra foi colocada em causa antes de qualquer averiguação. Junto a esta reclamação a fatura e as fotografias que demonstram o estado em que o produto foi encontrado. Agradeço a atenção dispensada e solicito a vossa orientação relativamente aos próximos passos.
Devolução dentro da garantia
Eu realizei uma compra no site da cecotec no dia 20/04/2026 de uma vara magica. Após receber o produto foi notado uma má qualidade e mal desempenho do produto, e diante disso solicitei a devolução dentro do prazo de até 14 dias para devolução. Estourar ate a data de hoje sem nenhum retorno do meu caso. Enviei diversos emails e só recebi um emial informando que iam contatar a transportadora para retirar o produto no meu endereço. Ja se passou dois que ainda nao foi resolvido e não responderam mais meus emails. Uma empresa péssima, que não cumpre os termos e trata os clientes de forma péssima, onde é impossível contatar por telefone ou por emails. Nao oferece nenhum suporte depois que realizamos a compra de algum produto de sua marca. Uma serviço péssimo e de roubo. Nunca mais irei comprar nada nessa loja e entrarei com um processo.
7 meses sem solução – colchão já foi 3 vezes para assistência e problema continua sem resolução
Venho expor a minha insatisfação com o serviço pós-venda desta empresa e alertar futuros consumidores para a dificuldade que enfrentei na resolução de um problema que já dura há 7 meses. Após pouco tempo de utilização, o colchão começou a apresentar defeitos visíveis, com cedência da espuma e perda significativa do conforto esperado para um produto deste valor. Desde então, o colchão já foi encaminhado três vezes para assistência técnica e, mesmo após várias intervenções, o problema continua sem resolução definitiva. Durante este processo: Houve sucessivos atrasos e longos períodos de espera; Faltaram previsões concretas e comunicação transparente; Foi necessário insistir constantemente para obter respostas; Foram dadas justificativas difíceis de aceitar, incluindo a indicação de que o problema estaria relacionado com a forma normal de utilização do colchão. Ao longo destes 7 meses, ficámos sem conseguir usufruir normalmente do produto adquirido, passando por recolhas, devoluções e novas assistências sem uma solução efetiva. Faço questão de reconhecer que o gerente Heranes e a equipa da loja Casa do Sono de Setúbal demonstraram disponibilidade e educação no atendimento. No entanto, isso não altera o facto de que o processo de pós-venda e assistência técnica falhou em resolver o problema até hoje. Neste momento, o objetivo desta reclamação é simples: Resolução definitiva do caso; Substituição do colchão por um produto novo, caso o defeito persista; Uma resposta concreta e um prazo real para encerramento do processo. Sete meses para resolver um problema num colchão é um prazo que considero totalmente desproporcional e incompatível com o nível de serviço esperado. Deixo este relato para que outros consumidores tenham em consideração não apenas o atendimento na venda, mas também a qualidade do acompanhamento no pós-venda.
Reclamação formal — incumprimento da garantia e exigência indevida de pagamento
No dia 26 de fevereiro desloquei-me à loja Rádio Popular do Estoril para comunicar a avaria de um forno BEKO adquirido neste estabelecimento e acionar a garantia. Fui informado de que teria de tratar diretamente da situação com a marca BEKO. Na sequência dessa indicação, contactei a BEKO no dia 28 de fevereiro, tendo sido iniciado um processo de assistência técnica. Apesar de diversas intervenções, contactos e sucessivos atrasos, a avaria nunca foi reparada. O processo prolongou-se por vários meses, ultrapassando largamente o prazo legal para a reposição da conformidade do bem ao abrigo da garantia, tendo o forno permanecido inoperacional durante todo esse período. Após uma reclamação formal apresentada à BEKO, fui informado de que a reparação não seria possível e que seria autorizada a substituição do equipamento através da Rádio Popular. No entanto, o processo continuou a sofrer atrasos, obrigando-me a efetuar várias deslocações à loja devido à falta de comunicação entre a marca e o vendedor. No dia 12 de junho fui informado na loja de que o modelo originalmente adquirido já se encontrava descontinuado e que seria substituído pelo modelo sucessor, com características equivalentes. Contudo, no dia 15 de junho fui contactado pela Rádio Popular a informar que teria de pagar cerca de 50 euros pela diferença de preço entre o modelo antigo e o novo. Considero esta situação inaceitável, uma vez que a substituição do equipamento decorre da garantia legal, após a impossibilidade de reparação dentro do prazo legal, não podendo ser exigido ao consumidor qualquer pagamento adicional pelo facto de o modelo original ter sido descontinuado. Apresento esta reclamação por considerar que o processo de garantia foi conduzido com sucessivos atrasos, ultrapassando largamente o prazo legal de resolução, e por me ter sido exigido um pagamento adicional para a substituição do equipamento ao abrigo da garantia, situação que considero contrária aos direitos do consumidor.
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