Reclamações públicas

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A. P.
01/04/2026

Reclamação – Colchão Pikolin com defeito dentro da garantia

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a um colchão da marca Pikolin, adquirido em julho de 2025 na loja Conforama. O referido produto encontra-se dentro do período de garantia e apresenta manchas e anomalias que não resultam de mau uso, situação que já foi anteriormente reportada e inclusivamente verificada. Apesar dos vários contactos efetuados, quer junto do ponto de venda, quer diretamente com a marca, continuo até à presente data sem qualquer resposta ou solução, o que considero inaceitável. Tendo em conta que se trata de um produto que não cumpre os requisitos de qualidade e conformidade expectáveis, venho por este meio solicitar: 👉 A substituição do colchão por um novo, sem defeitos como nós foi informado que seria feito pelos colegas que vieram cá a casa. OU 👉 A devolução do valor pago Solicito uma resposta com a maior brevidade possível e no prazo máximo de 10 dias, sob pena de avançar com a reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente o Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo. Com os melhores cumprimentos, Ana Peixoto

Em curso
I. G.
01/04/2026

Reparação de artigo

Exmos. Senhores, Em 27/08/2025, adquiri um roupeiro Alhambra na loja Conforama de Corroios, no valor de 513,43€. A referência da encomenda é 126221. Logo nos primeiros meses apercebemo-nos da fraca qualidade do roupeiro, tendo em conta que com pouca roupa colocada nas prateleiras, as mesmas começaram a ceder. Para além disso, a porta do roupeiro que se encontrava pregada por parafusos a uma dobradiça, simplesmente desprendeu-se e caiu, apenas ao deslizar a porta de correr. Efectuámos um pedido de assistência técnica por forma a accionar a garantia do roupeiro. Segundo a colaboradora da loja, aquando da venda do roupeiro, referiu que "caso acontecesse alguma coisa", o roupeiro seria substituido. No dia 16 de Fevereiro, um técnico deslocou-se à habitação, retirou a porta e colocou-a na horizontal encostada à janela do quarto (impossibilitanto o seu manuseamento). Identificou que o Cliente tinha razão. Que, de facto, as prateleiras estavam vergadas e a porta se tinha partido. Quando efectuou o relatório alterou o discurso, referiu que foi manuseamento incorrecto do Cliente. Questiono: como se explica que um roupeiro com cerca de 5 meses não suporte algumas camisolas e TODAS as prateleiras tenham cedido? Como se explica que uma porta que se abre por deslizamento, se desprenda da dobradiça, podendo cair em cima da nossa criança de dois anos? No dia 27 de Fevereiro, após nossa insistência e dado que não obtivemos mais nenhum contacto da Conforama sobre este tema, o meu marido deslocou-se à loja e efectuou uma reclamação no Livro de reclamações, visto que a esta data nem sequer a loja tinha aberto a incidência e ficha de trabalho (ou seja, de dia 16 a 27 Fevereiro não deram qualquer seguimento a esta situação). No dia 2 de Março, a Conforama, respondeu a um email dizendo que tinha solicitado as peças ao fornecedor para proceder ao "arranjo" do roupeiro. Estamos a dia 1 de Abril e não existe qualquer resolução. Penso que o prazo de "arranjo" já ultrapassou o aceitável. Acho inadmissivel o tratamento que estão a dar a este tema e a forma como os colaboradores em loja se dirigiram ao meu marido como forma de descredibilizar o que foi dito. O serviço pós venda é péssimo e não tem em conta a fraca qualidade do material. Afirmar que o manuseamento foi incorrecto quando para abrir e fechar o roupeiro bastar deslizar uma porta de um lado ao outro e afirmar que existia sobrecarga nas prateleiras quando uma delas (p.e.) apensas contém tshirts leves?! Parece-me uma resposta "tipo" para descartar qualquer responsabilidade. Afinal qual o propósito de um roupeiro? Se não for para guardar roupa, então desconheço. Já não aceito mais nenhuma justificação para o atraso na resolução deste tema. Desde dia 16 de Fevereiro, data em que foi feita a reclamação, já passou um mês e meio. Em Portugal, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021 (lei das garantias), o prazo geral é de 30 dias para reparar ou substituir um artigo com defeito, sem custos para o consumidor. Tendo em conta que este prazo foi ultrapassado, exigo a resoluçao do contrato e devolução do dinheiro. Obrigada. Cumprimentos, Irina Guerreiro

Em curso
A. P.
01/04/2026

Reclamação – Colchão com defeito e falta de resposta da Conforama

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Conforama relativamente à compra de um colchão da marca Pikolin, efetuada em julho de 2025. O referido produto apresenta manchas e anomalias que não resultam de mau uso, situação que já foi anteriormente reportada e inclusivamente verificada, sem que até à data tenha sido apresentada qualquer solução. Apesar de múltiplos contactos efetuados junto da Conforama e da marca, continuo sem qualquer resposta ou resolução, o que demonstra uma clara falta de assistência ao cliente e incumprimento das obrigações legais. Informo ainda que: Já tentei resolver a situação diretamente com a empresa A situação mantém-se sem resolução até à presente data Tendo em conta que o produto se encontra dentro do período de garantia e apresenta falta de conformidade, venho por este meio exigir: 👉 Substituição do colchão por um novo, sem defeito OU 👉 Devolução do valor pago Solicito que esta situação seja resolvida com carácter de urgência, reservando-me o direito de prosseguir com os meios legais ao meu dispor, nomeadamente junto do Centro Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo. Com os melhores cumprimentos, Ana Peixoto

Em curso
R. K.
31/03/2026

Ultrapassado o prazo para a reparação

Exmos. Senhores, No dia 09/08/2024 adquiri uma câmara automóvel pelo valor de 64,80 €, correspondente à encomenda n.º 13743. O equipamento revelou defeitos, nomeadamente falhas na gravação de eventos (função essencial do produto) e autonomia de bateria claramente insuficiente, comprometendo a sua utilização normal. Nos termos legais, comuniquei a desconformidade em 23/02/2026 e entreguei o equipamento para reparação, encontrando-se o mesmo na posse do vendedor desde essa data. Até à presente data, já decorreram mais de 30 dias sem que o bem tenha sido reparado e devolvido, o que constitui incumprimento do prazo legalmente estabelecido para reposição da conformidade. Acresce que: - Não foi prestada qualquer informação sobre a previsão de conclusão da reparação; - Os contactos efetuados por email e através do apoio ao cliente foram ignorados; - Em atendimento presencial, foram prestadas informações incorretas e potencialmente enganosas quanto aos direitos do consumidor, nomeadamente no que respeita aos prazos legais aplicáveis. Nos termos da legislação em vigor relativa à defesa do consumidor e garantias de bens, a reparação deve ser efetuada no prazo máximo de 30 dias, findo o qual assiste ao consumidor o direito de exigir a substituição do bem ou a resolução do contrato, com consequente reembolso. Face ao exposto, venho por este meio exigir a resolução do contrato e a restituição integral do valor pago, no montante de 64,80 €, por incumprimento das obrigações legais por parte do vendedor. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
J. R.
31/03/2026

Candy sem garantia!

Adquiri uma máquina de lavar loiça em 2024, que avariou em 2026 ainda dentro do período de garantia. Relatei a avaria e forneci os elementos requeridos via email. Sucederam-se vários contactos telefónicos, sempre por minha iniciativa e com custos associados, sem qualquer resolução. Indicaram um centro de assistência técnica "Rui Ribeiro - Margem SUL", do qual nunca recebemos qualquer contacto, e que desconhecemos sequer se existe. Volvido mais de um mês e atenta a falta de qualquer solução ou expectativa de resolução, solicitámos reembolso de acordo com o DL84/2021 de 18out. Decorridas mais umas semanas, não tivemos qualquer resposta ao email, e nos vários contactos telefónicosnão houve qualquer indicação de que o problema será efetivamente resolvido.

Em curso
T. S.
31/03/2026

Avaria

Ganhei de oferta de uma televisão Samsung no programa de televisão numa parceria da RTP com a Samsung a data top de gama ,novembro de 2022 a data de junho 2025 ainda dentro dos 3 anos de garantia por lei A mesma deixou de funcionar, contactamos a RTP E DISSE QUE TERÍAMOS de contactar a SAMSUNG e após várias reclamações ainda estamos aguardar uma solução , claramente que o tempo está a passar mas temos registos da troca de emails a pedir para resolver antes que a garantia cavasse .

Em curso

Produto com defeito e Recusa de Garantia

Exmos Srs, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a um sofá adquirido em setembro de 2025, o qual, ao fim de poucos meses de utilização, apresenta uma deformação acentuada e perda significativa de firmeza numa das zonas de assento. Após contacto com a entidade e envio de fotografias e vídeos comprovativos da situação, foi-me transmitido que se trataria de “desgaste natural das espumas decorrente do uso recorrente”. Não posso, no entanto, concordar com esta conclusão, não só pelo período de tempo ocorrido desde a aquisição do produto, como também por a deformação só se verificar num dos assentos do sofá. Um produto desta natureza, ainda por cima adquirido com opção de espuma de maior qualidade, deve manter as suas características de conforto e estrutura por um período de tempo razoável, o que manifestamente não se verifica neste caso. A degradação apresentada em tão curto espaço de tempo não é compatível com um uso normal do bem. Adicionalmente, não foi realizada qualquer verificação presencial do artigo, tendo sido retirada uma conclusão sem uma avaliação técnica adequada. Importa ainda referir ainda, que após ter referido que familiares adquiriram um produto com as mesmas características, que não apresenta qualquer alteração, foi solicitado o envio de dados relativos à encomenda por eles realizada. Tal informação não é relevante para a análise da presente reclamação, que diz exclusivamente respeito ao produto por mim adquirido, mas, ainda assim, foram enviados os dados. Acresce ainda que, após o envio das informações solicitadas pela entidade reclamada, não obtive qualquer resposta até à presente data, tendo já decorrido mais de 5 dias úteis. Saliento que, de acordo com a própria indicação da empresa, o prazo de resposta situa-se entre 3 a 5 dias úteis, prazo esse que não foi cumprido. Face ao exposto, considero que estamos perante uma situação de falta de conformidade do produto, ao abrigo da garantia legal aplicável. Solicito, assim, uma resolução célere e adequada da situação, nomeadamente através da reparação, substituição ou outra solução que reponha as condições normais de utilização do sofá. Fico a aguardar a devida resolução da situação. Seguem abaixo a troca de e-mails, assim como comprovativos da conversa de encomenda do produto. Com os melhores cumprimentos, Pedro Fernandes (Encomenda realizada por Joana Fernandes)

Em curso
M. D.
30/03/2026

Falta de condições de habitabilidade

Reclamo contra a empresa BERENS ESTATE MANAGEMENT, UNIPESSOAL, LDA devido à redução significativa das condições de habitabilidade do imóvel arrendado. Entre 08/03/2026 e 28/03/2026, 8 inquilinos ficaram com apenas uma casa de banho funcional, devido a obras prolongadas, sem comunicação adequada, sem prazos definidos e sem acompanhamento por parte da empresa. Apesar do impacto direto na utilização do imóvel, foi solicitado o pagamento integral da renda, sem qualquer proposta de compensação. Solicito a avaliação da situação e o ajuste proporcional da renda. Possuo provas.

Em curso
S. N.
30/03/2026

Printer Brother / Staples

Adquirimos uma impressora na Staples, em Sétubal, no dia 19 de janeiro de 2024 (fatura em anexo). Optámos por um modelo profissional e encomendámos também os cartuchos de tinta originais. No dia 6 de março deste ano, a impressora deixou subitamente de funcionar. Nem sequer conseguimos ligá-la e suspeitamos que se trate de um pequeno problema. Colocámos a impressora de volta na embalagem original e levámo-la à mesma loja. Lá, constataram que está avariada, que está fora da garantia e informaram-nos que agora o problema é nosso. Podemos levá-la de volta e temos de contactar a Brother para resolver a situação??? Após insistência veemente (durante a qual ainda fomos ridicularizados pelo responsável da loja), decidiram ficar com a impressora para a reparar, mas tivemos de assinar um documento em que nos comprometíamos a pagar 61,5 € para que a analisassem??? Um dia depois, recebemos este e-mail: “No seguimento do seu processo, informamos que, quando vier levantar o seu equipamento, no relatório de encerramento do mesmo, estará descrito que o seu equipamento se encontra fora da garantia.” Sentimo-nos, enquanto clientes, abandonados pela Staples e nem sequer estamos convencidos de que este aparelho esteja fora de garantia (encontrámos esta informação: Decreto-Lei 84/2021 (garantia de 3 anos). Estamos também indignados com a reação da Staples E da Brother. Se o aparelho avariar, deita-o fora e arranja-te como puderes???? Fizemos mais uma tentativa na semana passada, mas fomos novamente ridicularizados. Esperamos que, enquanto clientes, tenhamos direito a alguma forma de respeito? Cumprimentos, Stijn Neuteleers Alentegria Lda.

Em curso
A. B.
30/03/2026
Sct power

Falta de conformidade de bomba de calor, multiplas reparacoes sem sucesso

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação de incumprimento contratual e ausência de resolução de um problema com um equipamento adquirido para a minha habitação. Em novembro de 2024, adquiri, através da empresa SCT Power, uma bomba de calor da marca Thermor, a qual foi instalada em fevereiro de 2025. Desde a sua instalação, o equipamento nunca funcionou corretamente, apresentando falhas recorrentes e graves no seu funcionamento, nomeadamente ao nível do aquecimento de águas e do sistema de aquecimento central. Ao longo de cerca de dois anos, foram realizadas múltiplas intervenções técnicas — mais de oito deslocações — sem que tenha sido possível resolver o problema de forma definitiva. As tentativas de reparação incluíram substituição de componentes, ajustes de parâmetros, instalação de equipamentos adicionais e diversas ações de diagnóstico, todas sem sucesso. Importa salientar que: A própria SCT Power reconheceu, por diversas vezes e por escrito, que o sistema não estava a funcionar corretamente; Existe um histórico extenso de comunicações por email que comprovam quer os problemas reportados, quer as sucessivas tentativas falhadas de resolução; Foram registadas falhas graves no serviço de assistência técnica, incluindo atrasos recorrentes, incumprimento de agendamentos e longos períodos de espera; O equipamento chegou a permanecer inoperacional durante períodos prolongados; A empresa chegou a propor formalmente a substituição do equipamento por uma nova bomba de outra marca, assumindo todos os custos associados — solução que nunca veio a ser concretizada, apesar de posteriormente terem indicado que o equipamento já se encontrava em expedição. Adicionalmente, a SCT Power tem vindo a adotar uma postura de desresponsabilização, remetendo a origem dos problemas para o fabricante (Thermor), quando o contrato foi celebrado diretamente com a SCT Power, sendo esta a entidade responsável perante o consumidor. Apesar das sucessivas tentativas de reparação e das soluções propostas, o equipamento continua a não cumprir a sua função, o que configura uma clara falta de conformidade com o contrato, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. Acresce que: O problema persiste desde a instalação; Já foram concedidas múltiplas oportunidades para reparação; O prazo para reposição da conformidade foi manifestamente ultrapassado; A situação tem causado transtornos significativos, incluindo a ausência de água quente e aquecimento, bem como impactos financeiros. Importa ainda referir que, apesar de inicialmente ter sido admitida a possibilidade de substituição do equipamento ou devolução do valor pago, face ao histórico prolongado de falhas, incumprimentos e ausência de solução eficaz, deixou de existir qualquer relação de confiança com a empresa. Nestes termos, entendo que a única solução adequada e proporcional será a resolução do contrato, com a devolução integral do montante pago e a remoção do equipamento da habitação. Face ao exposto, venho solicitar o apoio da DECO para: Análise da situação; Intervenção junto da empresa SCT Power; Esclarecimento sobre os meus direitos; Apoio na eventual adoção de medidas legais adequadas. Informo ainda que disponho de documentação comprovativa extensa, incluindo faturas, comunicações por email e registos das intervenções técnicas, onde se evidencia, entre outros aspetos, o reconhecimento do problema pela própria empresa e a proposta de substituição do equipamento que não foi cumprida. Com os melhores cumprimentos, Pedro Boullosa Gonzalez Pedrobgonzalez@hotmail.com Nota: infelizmente os emails sao ficheiro demasiado pesados para anexar, por isso so envio uma amostra. Estou disponivel para enviar os restantes por outra via.

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