Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Carteira TOUS a desfazer-se por dentro — falta de responsabilidade da marca
Tenho uma Carteira Média Kaos Icon Branca da TOUS, no valor de 120 €, que me foi oferecida. Infelizmente, não tenho o talão de compra, mas trata-se de um artigo original e encontra-se praticamente nova por fora. O problema é que o interior da carteira está completamente a desfazer-se — o material está a deteriorar-se sem qualquer motivo aparente. Deixei de a usar precisamente por esse motivo, e mesmo guardada, o estado continua a piorar. Desloquei-me à loja TOUS das Caldas da Rainha, onde expliquei o sucedido. Informaram-me de que iriam contactar a marca e, posteriormente, ligaram-me a dizer que a TOUS não se responsabilizava, sem sequer pedirem para ver a carteira. Considero esta resposta inaceitável e pouco profissional. No mínimo, deveriam solicitar o artigo para análise nas instalações da marca e avaliar devidamente o defeito antes de recusar qualquer apoio ao cliente. É importante salientar que não se tratasse de mau uso, se o fosse a carteira apresentaria sinais de desgaste também no exterior, o que não é de todo o caso — por fora está praticamente nova. O problema está claramente no material utilizado no interior, que não tem a qualidade esperada num produto desta gama e preço. Por se tratar de uma carteira de 120 €, e de uma marca que se apresenta como gama média alta, considero esta situação inadmissível. Espero que a TOUS reavalie o caso com seriedade e proponha uma solução justa, seja através da substituição, reparação ou crédito em loja.
NCUMPRIMENTO DA GARANTIA LEGAL
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a empresa Castro Electrónica, Lda., pela falta de cumprimento das obrigações legais de garantia, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021. No dia 26 de julho de 2025, adquiri à Castro Electrónica uma máquina de lavar e secar roupa Hisense WD3S1043BW3 (10,5 kg / 6 kg, 1400 rpm), com valor total de 514,96 €, incluindo instalação e extensão de garantia (69 €). O primeiro contacto relativo a defeito de fabrico foi efetuado a 5 de setembro de 2025. Após semanas de contactos e atrasos, a máquina foi recolhida pela marca Hisense a 14 de outubro de 2025. Desde então, continuo sem equipamento funcional nem solução definitiva. No dia 28 de outubro, a Castro Electrónica informou-me telefonicamente que aguardava resposta da Hisense para confirmar a disponibilidade de um modelo de substituição. No entanto, no dia 29 de outubro, a Hisense confirmou-me expressamente que nunca recebeu qualquer contacto adicional da Castro Electrónica após o momento em que emitiu o abono do valor do equipamento delegando inteiramente no vendedor a resolução do caso. No mesmo dia, contactei novamente a loja e falei com um colaborador identificado apenas como “Sérgio”, que se recusou a fornecer o apelido ou número funcional, limitando-se a instruir-me a reenviar um e-mail “ao cuidado do colega Xavier Sousa”. Considero esta conduta pouco transparente e contrária ao dever de atendimento diligente e informado previsto no artigo 15.º do referido decreto-lei. Posteriormente, recebi um e-mail do colaborador Xavier Sousa (Dpt. Técnico, Castro Electrónica) informando que seria emitida uma nota de crédito e instruindo-me a “enviar o artigo para abate”, o que é absurdo, dado que a máquina encontra-se na posse da Hisense desde 14 de outubro. Pouco depois, recebi um e-mail automático com o assunto “Encomenda Cancelada!”, informando que o meu pedido fora cancelado unilateralmente, sem o meu consentimento e sem qualquer reembolso efetuado até 30 de outubro. O valor correspondente à compra permanece retido pela Castro Electrónica, configurando retenção indevida de quantia paga e violação do direito à restituição imediata do consumidor. Esta atuação representa incumprimento do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, que obriga o vendedor a repor a conformidade sem custos e com o mínimo de incómodo para o consumidor, por reparação, substituição ou reembolso integral, e nunca por nota de crédito. Acresce a violação do artigo 15.º, quanto ao dever de diligência, informação e cooperação do vendedor. O mesmo modelo (Hisense WD3S1043BW3) encontra-se disponível no site da própria Castro Electrónica, mas a um preço superior ao valor pago, o que significa que a nota de crédito não me permitiria adquirir o mesmo produto, violando o princípio da equivalência na reposição da conformidade. Neste momento, encontro-me há mais de sete semanas com um bem defeituoso (desde setembro) e há mais de duas semanas totalmente sem máquina de lavar e secar, um bem essencial ao quotidiano. Solicito: A intervenção da DECO junto da Castro Electrónica, Lda., para que: Seja efetuada a substituição imediata do equipamento por outro de características iguais ou superiores, sem custos adicionais; ou, em alternativa, Seja realizado o reembolso integral do valor pago, incluindo o montante da extensão de garantia (69 €). A análise da falta de transparência, da retenção indevida do valor pago e da transferência indevida de responsabilidade para a marca, em violação dos artigos 13.º e 15.º do Decreto-Lei n.º 84/2021. Com os melhores cumprimentos,
Falta de resposta após várias reclamações
Bom dia, Venho por este meio expressar o meu total desagrado em relação á Bestway. Adquiri uma piscina em 2024, em Junho do presente ano reparei que as escadas tinham ferrugem e que a bomba deixou de funcionar (após 2 utilizações no ano de 2025). Dirigi-me á loja onde comprei o produto, onde me informaram que tinha que fazer reclamação diretamente para a marca. Explicaram-me como deveria fazer e, assim o fiz. No total, entre Junho e Setembro fiz 3 reclamações por escrito, onde enviei fotos dos artigos defeituosos e onde expus a situação. Apenas recebi um email a informar que iriam entrar em contato e, até hoje, Outubro, não foi realizado qualquer contato com a minha pessoa por parte da Bestway. Tive que comprar uma bomba nova, para passar o verão e os outros artigos continuam com defeito e nenhum comentário e/ou justificação da parte da marca. Acho inadmissível esta atitude. Já me dirigi diversas vezes á Auchan, local onde efetuei a compra do produto, no entanto dizem que a única forma de ser ressarcida com novos produtos é da forma que me indicaram e que fiz. Comprei uma piscina de 300 euros, cujas escadas ganharam ferrugem após um ano de utilização e onde a bomba deixou pura e simplesmente de dar de um dia para o outro. Ao adquirir uma bomba nova, tive que gastar mais 50 euros, sem necessidade nenhuma, uma vez que ainda estava ao abrigo da garantia e a mesma tinha que me valer. Gostaria de saber como me podem ajudar a resolver esta situação. Obrigada. Rosália Russo
Garantia internacional Bimby – promessa indevida
Exmos. Senhores, A Bimby foi um presente dos meus pais e só foi adquirida em Portugal porque a agente comercial garantiu e prometeu que a garantia seria válida na República Checa, país onde resido. Possuo áudios que comprovam esta promessa indevida. A confiança nos agentes oficiais da marca é essencial, e, neste caso, a agente não só confirmou a validade da garantia várias vezes, como chegou a incentivar-me a promover as vendas da Bimby na República Checa, reforçando a mesma premissa de que a garantia funcionaria. Posteriormente, a máquina apresentou um defeito de fabrico. Ao dirigir-me a uma loja Vorwerk na República Checa, fui informada de que a garantia não seria válida fora de Portugal. Os funcionários, de forma excepcional , resolveram o problema, mas confirmaram que esta assistência não reflete a política oficial da marca. Desde então, tenho enviado várias reclamações à Vorwerk Portugal, solicitando que se responsabilizem pela promessa da agente. Apesar de apresentar provas, a marca recusou emitir um documento confirmando a validade da garantia na República Checa e não aceitou a devolução do produto, mantendo-se inalterada a recusa de validar a queixa. Considero esta situação inaceitável, dado que a compra foi realizada com base numa informação clara da representante oficial da marca. Solicito que a Vorwerk Portugal confirme formalmente a validade da garantia na República Checa ou, caso não seja possível, permita a devolução do produto, por não aceitar limitações deste tipo num bem de elevado valor.
LOJA SAMSUNG ONLINE
Exmos Srs eu comprei 2 equipamentos de frio, a saber 1 arca vertical e um frigorifico para uma casa nova. Experimentei os 2 ligando e verifiquei que funcionavam. Só me mudei para a casa passados 36 dias e comecei a verificar que a arca não fazia frio suficiente para congelar. Ainda estive um dia a fazer testes com a vossa linha, no local do frio. Passada esta experiencia nula, solicitei apoio técnico, e qual o meu espanto quando o técnico, da empresa que elaborou o relatório anexo, me informou que teria de reparar no local a arca. Eu pensei que era brincadeira e liguei para a Samsung para substituir o equipamento, onde me informaram, depois de tudo explicado, conforme podem verificar nas chamadas gravadas, numa atitude prepotente e intransigente que passaram 30 dias e não substituíam o aparelho. Depois de várias chamadas em vão, tentei falar com o responsável do departamento de qualidade da marca, que tenho como sendo de excelência e muito acima da média. Acesso sempre negado e mais uma vez a mesma prepotência de quem não quer saber., Passado tudo isto solicitei relatório técnico e resposta da qualidade, POR ESCRITO, para poder reclamar no livro vermelho e enviar para a Samsung Internacional (pode ser que tenham uma gestão orientada para o cliente). Mais uma vez o desdém e prepotência em enviarem apenas o relatório técnico e dizerem que se quero tudo por escrito, o faça também por escrito. Faz sentido! Assim aqui estou eu a pedir, agradeço resposta por escrito, uma vez que a máquina com a avaria que tem nunca poderia ter funcionado, não foi um equipamento que usei e depois avariou, ele sempre esteve danificado, estamos a falar do motor do frio, o coração do equipamento e não uma lâmpada ou um vidro partido no transporte, VEJAM RELATÓRIO TECNICO em anexo, feito 38 dias depois de o aparelho ser entregue como novo . Cordialmente, Pedro Silva
Defeito calçado
Exmos. Senhores, Em 04/05/2025 adquiri umas RUN2200BROWN -Ténis em Camurça Castanha e Elástico Metalizado por 118,83€. A referência da encomenda é (914216). Sucede que este apresenta defeito: O artigo em questão apresenta um defeito claramente visível e anormal, que compromete a sua utilização normal, e que, na minha perspetiva, configura um defeito de fabrico. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 13/10/2025 para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos (10) dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Prazo de reparação excedido
Exmos. Senhores, Em 15/7/2024 adquiri uma máquina de café DELONGHI ECAM220.21.B Magnifica Start por 329,99 Euros. A referência da encomenda é 62128931. Sucede que este apresenta defeito: o moinho do café deixou de funcionar em Agosto de 2025. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 5/9/2025, para que procedessem à reparação. O artigo encontra-se na vossa posse desde essa data, mas até agora já se passaram mais de 30 dias sem que me devolvessem o artigo reparado. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo que tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Recusa de Reparação no 3º ano de Garantia
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao meu equipamento Macbook Air M2 (8gb), adquirido na loja worten amoreiras, no dia 17/8/2022, custando o valor de 1369 euros, o qual levantei a 21/10/2025, sob protesto, após intervenção técnica pela marca. O equipamento funcionou normalmente durante os primeiros 2 anos e 11 meses de utilização, sempre em condições adequadas e seguras. A 31/7/2025 o macbook deixou de funcionar completamente, não ligando nem apresentando qualquer sinal de atividade. Importa referir que o equipamento nunca sofreu qualquer dano físico, nem foi sujeito a mau uso, sendo sempre carregado em ambiente controlado, com corrente elétrica estável, com um regulador automático de tensão. Assim exclui-se qualquer hipótese de avaria causada por fatores externos ou por utilização incorreta. O O diagnóstico técnico determinou que a avaria se deve a falha da logicboard, componente essencial do sistema. É importante salientar que a falha da logic board em computadores Apple com processadores M2 constitui um problema técnico conhecido e documentado, existindo múltiplos relatos públicos de consumidores e técnicos certificados Apple que descrevem falhas recorrentes deste componente específico nesta geração de equipamentos. O facto de o meu equipamento nunca ter sido objeto de qualquer reparação anterior, de ter sido utilizado em condições normais de uso doméstico, sem quedas, impactos ou danos físicos, e de a avaria corresponder a um defeito técnico reconhecido neste modelo específico, demonstra inequivocamente que se trata de um defeito de origem/fabrico. Não posso aceitar a resposta prestada pela Worten e Apple, uma vez que o relatório técnico não identifica a origem exata do problema, e, ainda assim, pretendem que eu suporte o custo da substituição da peça, sem garantia de resolução definitiva (pela informação veiculada, não conseguiram identificar qualquer outro dano). A informação prestada pela Apple é " ..it is unlikely that a manufacturing defect would only surface after 2plus years of use". Afirmar que “é improvável” não prova que o defeito não exista — apenas exprime uma suposição. O consumidor tem direito a uma avaliação técnica objetiva e não a uma recusa baseada em presunções genéricas. Os defeitos de fabrico podem ser latentes, ou seja, manifestam-se após certo tempo de uso normal, quando uma peça defeituosa atinge determinado ponto de desgaste Assim, o facto de o defeito surgir após 2 anos não exclui a origem de fabrico. A garantia legal europeia cobre defeitos de fabrico latentes, mesmo após o 2.º ano, e o decreto-lei n.º 84/2021 estabelece que o consumidor tem direito à reparação ou substituição sempre que o bem não esteja conforme, mesmo que o defeito se manifeste mais tarde, desde que seja de origem não imputável ao uso indevido. Deste modo exijo formalmente que seja efetuada a reparação ou substituição ao abrigo da garantia legal, dado que o defeito não resulta de uso indevido mas de defeito pré-compra e nos termos do decreto lei 84/2021, cabe ao vendedor (worten) assegurar a conformidade do bem durante todo o período De garantia de 3 anos, sendo inaceitável transferir para o consumidor os custos de uma avaria de fabrico. Aguardo resposta formal.
Diagnostico incorreto - Tentativa de culpar cliente
Foi adquirido, no final de agosto de 2023, um portátil Toshiba Satellite Pro C50-G-101 à empresa MBIT. Apenas algumas utilizações depois, ao tentar utilizar novamente o portátil, este já não arrancava o sistema operativo, ia para a BIOS. Foi então submetido à primeira assistência em garantia (cerca de 6 meses após aquisição). Nota: Informei via e-mail que o problema ocorreu cerca de 7 dias após compra, mas como o utilizador tem muitas dificuldades a manusear computadores, pensou-se que o problema era inexperiência por parte do utilizador. Ou seja, o computador tinha poucas horas de utilização. Recebi que o RMA aberto estava concluído: “Processo Concluído RMA #: 22207 / Vossa Referência: SB-479371 (…) Conclusão: Efectuada a respectiva reparação/substituição do equipamento conforme os termos e condições em garantia do Fabricante.” Pelo texto depreendi que tinham substituído o disco, pois o disco era apresentado na altura como ‘0B’ na BIOS (problema de hardware). Não recebi em nenhum momento uma notificação que o problema tinha sido software e de que a reparação tinha sido efetuada por cortesia (detalhe importante). Em junho de 2025 (cerca de 1 anos e 5 meses depois), menos de dois anos após a compra e com pouquíssimo uso (o equipamento foi utilizado esporadicamente e sempre de forma cuidadosa, com períodos de meses sem utilização), o mesmo problema voltou a ocorrer: o sistema não arrancava e o disco nem sequer era reconhecido na BIOS, sendo apresentada a sua capacidade como "0B". Abri novo processo de RMA, mas informando desde início que e passo a citar: “(…)apesar de ter sido alvo de substituição de disco em garantia, voltou a apresentar exatamente o mesmo problema. Conforme podem verificar pela imagem em anexo, (…) encontra-se novamente inoperacional, não reconhecendo qualquer disco de arranque e apresentando o erro já reportado anteriormente aquando da primeira intervenção em garantia. Este tipo de situação, sobretudo quando ocorre duas vezes no espaço de pouco tempo -Nota, tendo em conta ao tempo real de uso e não tempo de posse do equipamento- , é indicativo de falta de fiabilidade do equipamento em questão, impossibilitando o seu uso regular e com confiança(…). Dado que o problema persiste mesmo após reparação, solicitamos, com base na legislação aplicável e no princípio da conformidade dos bens de consumo, que seja feita a substituição do equipamento por um novo, uma vez que o produto não cumpre, de forma reiterada, com as condições de funcionamento esperadas. (…)” Após início do diagnóstico por parte da MBIT a mesma refere que seria instalado o sistema operativo. Verificando esta situação que ia em contra do que tinha solicitado (não reparo), enviei um e-mail pedindo informações, no qual a MBIT responde: “(…) Até ao momento a única anomalia verificada foi falta de sistema operativo, exatamente a mesma da primeira vez que veio para a assistência em garantia. Nesta situação as "reparações" são cortesia pois o software não é coberto em garantia, dado que o mesmo pode ser adulterado. (…)” – Note-se que agora referem cortesia e que da primeira vez apenas instalaram o sistema operativo. Note-se também que ao instalar o sistema operativo em um disco defeituoso, é apenas um remendo no problema. Visto que o diagnóstico da MBIT estava incorreto, ‘ausência de sistema operativo’, pedi a um familiar que trabalha na área de TI para entrar em contacto. Após esse contacto (telefónico) a MBIT informou que os seus técnicos tinham referido que era apenas falta de sistema operativo, mas que iam investigar. Após esta insistência, telefónica, enviei novo e-mail reforçando a ideia de que o problema era de hardware. Foi quando recebi uma atualização do RMA informando que o disco estava com uma marca de caneta. Nas imagens partilhadas, podemos ver uma marca, pequeno ponto, na etiqueta do disco, na parte em que não tem nada impresso, como o número de serie. Após esta receção, enviei um e-mail a questionar o porquê colocar essa informação, mas já desconfiando do que se tratava. Resposta: “Conforme indicado anteriormente a anomalia detetada na primeira vez que o seu equipamento veio para as nossas instalações foi a falta do sistema operativo (Software - não coberto em garantia). Após a instalação do mesmo (efetuada por cortesia) - note-se que não foi mencionado na primeira intervenção que apenas tinham instalado o SO e que tinha sido efetuado por cortesia e que esse trabalho não era coberto pela garantia - não foi confirmada a avaria reportada por s. Salienta-se que uma vez que o equipamento estava funcional e sem nenhuma anomalia não foi necessária a abertura do seu equipamento. Por isso a sua questão de que "poderá ter origem na própria intervenção anterior (a primeira assistência em garantia), ou em processos anteriores ao envio do equipamento" não é plausível, dado que o equipamento nunca foi aberto pela Mbit até ao dia de ontem, no qual se constatou que o mesmo sofreu de uma abertura não autorizada. Apesar da existência de marcas de abertura não autorizada, iremos verificar a anomalia do seu equipamento.” Refuto mencionando que o equipamento nunca foi aberto do nosso lado, e que se a MBIT continuasse com a sua posição, que iria efetuar uma reclamação. A MBIT colocou o pé firme respondendo: “(…)Não descartamos a possibilidade se ser um problema de Hardware, o que lhe foi indicado é que a devolução não pode ser considera dado que o mesmo sofreu de abertura não autorizada. Equipamento não tem selos que comprovem que o mesmo não foi aberto, os parafusos nota-se que já tinham sido desapertados e a pinta de caneta no disco são provas que o equipamento teve abertura não autorizada. Foi detetado nos teste anomalia no disco e conforme já indicamos anteriormente, poderemos proceder a reparação por cortesia, dado que após abertura não autorizada o equipamento perde a garantia. (…)” – note-se que a MBIT afirma que há problema no disco. Note-se que também alega que os parafusos têm indícios de já terem sido utilizados (alegadamente em uma abertura não autorizada). Visto que adicionaram mais uma variável (parafusos) para fugir do seu dever legal (devolução do dinheiro/equipamento novo), fiz reclamação explicando a situação - ROR00000000045398042. Após a reclamação efetuada, recebi a seguinte resposta: “(…)As conclusões técnicas foram claras: o equipamento apresentava marcas nos parafusos evidenciando uma abertura anterior (note-se que a Mbit nunca tinha procedido à abertura do equipamento), o disco tinha marcas de caneta e encontrava-se em falta, ainda, uma peça, peça essa que foi substituída pela Mbit antes de fechar o equipamento. Assim, só se poderá concluir que a anomalia não existia à data da entrega do equipamento (até porque surgiu 2 anos depois) e que terá sido causada por esta intervenção técnica não autorizada, cuja responsabilidade não poderá ser assacada à Mbit. Não obstante, por uma questão de cortesia comercial, a Mbit mostrou-se e mostra-se disponível para efetuar a reparação do equipamento. (…)” – note-se que foi adicionado uma nova variável, ‘um peça’ em falta. Ou seja, Alegaram que o equipamento tinha sido aberto previamente, com base em: - Marca de caneta no disco (única prova fotográfica apresentada) - Supostas marcas nos parafusos - Suposta falta de uma peça (não identificada) Apesar de alegar perda de garantia, a MBIT diz que irá “reparar por cortesia” e devolver o equipamento. Já manifestei por diversas vezes que não aceito a devolução do equipamento, pois: - É uma reincidência exata do mesmo problema. - A MBIT errou nos dois diagnósticos técnicos iniciais, insistindo numa explicação de software quando era um defeito de hardware. - Houve perda de dados em ambas as ocasiões. - A confiança no equipamento foi totalmente comprometida. O tempo de utilização do disco poderá ser verificado via tecnologia S.M.A.R.T., caso a MBIT queira comprovar que o uso foi extremamente reduzido.
Prazo de reparação ultrapassado
Exmos. Senhores, No final de agosto de 2024, adquiri um veículo novo da marca Citroën no Stand A MATOSCAR, Portalegre. Um novo C4 ,1200 gasolina (Chassis - VR7BAHNSAPE088255). Em agosto de 2025, efetuei a revisão no mesmo concessionário, em Portalegre. Sucede que este no dia 8 de setembro de 2025, o veículo deixou de funcionar. Apareceram várias luzes amarelas no painel e o veículo ficou sem potencia, ao tentar arrancar. Comuniquei-vos de imediato o problema e, nesse dia 8 de setembro de 2025, o reboque levou a viatura para o vosso concessionário STELLANTIS, em Paço de Arcos, conforme sugerido telefonicamente, para que procedessem à reparação. O artigo encontra-se na vossa posse desde essa data. Acresce que até à data não obtive qualquer previsão concreta de entrega e nas últimas 2 semanas ninguém atende o telefone. Da última vez que consegui, há 15 dias, pedi para falar com o chefe de oficina e até ao momento ninguém me contactou (uma indiferença inacreditável). Até agora já se passaram mais de 30 dias sem que me devolvessem o artigo reparado ou me fosse apresentada uma previsão concreta para a sua entrega. Exijo, portanto, que procedam à reparação imediata do veículo defeituoso, ou, caso tal não seja possível, à sua substituição por um novo (substituição da viatura, nos termos legais da garantia). Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo que tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos enquanto consumidora. Cumprimentos. Luís Carvalho
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
