Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Fui cobrado por essa empresa, sem nunca ter autorizado nada
Foi debitado na minha conta o valor de 12,99, mas eu nunca estive com essa empresa, nem conheço e nunca autorizei qualquer cobrança!!
Reembolso
Prezados(as), Entrei em contato para solicitar informações a respeito do valor do meu reembolso, uma vez que até o momento não recebi nenhuma comunicação ou esclarecimento sobre o montante a ser reembolsado. Ressalto que solicito o reembolso integral no valor de €28,11, tendo em vista que o seguro de saúde não foi utilizado e que, conforme previsto em lei, encontro-me dentro do período de desistência. Peço, por gentileza, que verifiquem a situação e me informem o valor do reembolso, bem como, se possível, o prazo previsto para pagamento. Faz 15 dias, e até agora não recebi o meu reembolso, vocês por e-mail disse que enviar um recibo do estorno porém não enviaram. Resolvem meu problema pelo amor de Deus!
Penhoras individas
Exmos Senhores, Recebi há um mês, uma carta da segurança social segunda a qual eu deveria mais de 4000€ de subsidios de rendas que supostamente eu recebi entre 2024 et 2025. Sendo que eu nunca recebi apoio a renda e moro em quartos há anos. Eu já fiz uma reclamação no website via o e-clic mas meus pedidos ficam sempre sem respostas e são encerrados, sem eu recever nada de resposta.
Mudança de morada para outro país/ cobrança INDEVIDA de fidelização
Exmos. Senhores, Sou cliente de serviço de internet residencial e pedi o cancelamento do serviço pois vou me mudar para outro país pois aceitei proposta de trabalho fora de Portugal, eu apresentei esse motivo para cancelar o contrato antes do fim da fidelização, e é um motivo aceito para não aplicar a multa da quebra da fidelização, de acordo com a lei, mas a MEO mesmo assim está a me cobrar multa. Face ao problema detetado, solicito a não aplicação da multa, e que o contrato seja cancelado de acordo com meus direitos. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
contrato 50100076615
Olá muito boa tarde á mais de 2 anos que a medicare tem tem me suspendido o contrato e que os pagamento permanecem a contar , pois é de relembrar que só deixe de pagar em 2021 quando fui a França e não me aceitaram cancelar pois com tb não ia usar no extrangeiro nao fiz o pagamento desde agosto de 2022 posto isso voltei a portugal e a medicare continuou a tentar me cobrar tentando uma acordo pelo perdão dá dívida para que eu pudece voltar a ser cliente pois aceitei só que não foi o que fizerm quando deparei com a minha área de cliente os 6 mese ainda estavam e continuam a contar tanto que não entendi sendo que havia pago 6 meses novamente e depois pedi o cancelamento só mais uma vez a medicare mateu o contrato ate final do ano para pagar mesmo suspenso, ou seja não podia usar , mas podia pagar posto isto venho por este meio reclamar porque ando farto de receber as sms com ameaças de vários números em nome da mdecare agradeço um melhor acordo pois se possível poderei sim ser novamente cliente desde que fique tudo exclarecido sendo que não pretendo pagar um ano e meio de contrato que a medicare decidiu por si manter.
Cancelamento contrato
Boa tarde, Estou num contrato por voz da medicare, no qual me enganaram nos seguintes na altura de conversa por chamada: Obrigado a fidelização 12 meses Promessa de hospital da luz na zona Gaia nos próximos dias (falso) 50% desconto em todos os artigos farmácia, falso. Para alem disto, mandei email a informar que queria cancelamento por livre resolução, no qual só respondem de forma automática a dizer que só termina em Novembro 2026, por chamada também não resolveram. Tenho faturas não pagas, não usufrui do sistema e continuam a dizer que tenho que usar e pagar. Preciso de cancelamento deste contrato.
Cobranças indevidas e ameaças ilegais
No dia 26 de novembro de 2025, contactei a linha de apoio da E-Redes para reportar interrupções e falhas recorrentes no fornecimento de eletricidade, afetando toda a zona (não se tratando de um problema isolado na minha instalação). Expliquei claramente que o problema era geral na rede de distribuição, no entanto, a E-Redes insistiu em agendar uma visita técnica ao contador da minha habitação, marcada para o dia 28 de novembro de 2025.No dia agendado, pelas 16:20, recebi indicação de que o técnico alegadamente esteve no local, mas eu encontrava-me em casa durante todo o período e ninguém tocou à campainha, conforme é obrigação do técnico. Às 16:21 do mesmo dia, enquanto falava ao telefone com um operador da E-Redes a explicar que estava em casa e que o técnico não se anunciou, o próprio técnico procedeu a um reagendamento unilateral para o dia 22 de dezembro de 2025, sem qualquer consulta, autorização ou consentimento da minha parte.De imediato, contactei novamente a E-Redes para cancelar essa marcação, pois não estaria disponível nessa data. Foi-me confirmado que a visita estava desmarcada. No dia 20 de dezembro de 2025, verifiquei novamente e recebi confirmação via WhatsApp da própria E-Redes (assistente virtual): "Não existem visitas técnicas agendadas para esta instalação".No entanto, hoje, dia 2 de janeiro de 2026, recebi uma mensagem a informar que o técnico se deslocou novamente ao local dia 22/12/2025 (obviamente sem sucesso, pois não estava em casa) e procedeu a novo reagendamento unilateral para o dia 23 de janeiro de 2026. Ao contactar hoje a E-Redes para explicar toda esta sequência de eventos e exigir o cancelamento definitivo da visita (pois o problema reportado inicial é na rede geral e não na minha instalação), a resposta foi que "não conseguem cancelar as marcações". Esta situação revela uma total falta de coordenação interna, desrespeito pelo cliente, reagendamentos sem consentimento e incumprimento de confirmações anteriores de cancelamento. Trata-se de um serviço deficiente. Adicionalmente, a E-Redes já procedeu à cobrança indevida de 20€ relativa à alegada deslocação em vão de 28 de novembro de 2025 (quando eu estava em casa e o técnico não se anunciou), valor que foi incluído na minha fatura do comercializador (EDP Comercial). Existe ainda o risco concreto de nova cobrança indevida de 20€ referente à visita de 22 de dezembro de 2025 (que foi cancelada e confirmada como tal pela E-Redes) e potencialmente pela próxima marcação.Tais cobranças são manifestamente abusivas, pois: (i) o problema reportado não requer visita à minha instalação individual; (ii) no dia 28/11/2025 eu encontrava-me em casa e disponível; (iii) as visitas subsequentes foram canceladas ou reagendadas unilateralmente sem consentimento; (iv) houve falhas graves da parte da E-Redes na execução e coordenação das deslocações. Por coincidência, recebi no dia em que escrevi esta reclamação no portal da queixa e no livro de reclamações, uma ameaça por parte da e-redes que, e passo a citar: "Evite a interrupção do fornecimento de eletricidade à sua instalação Se o acesso ao contador de eletricidade continuar a não ser possível, de acordo com a regulamentação em vigor, iremos proceder à interrupção de fornecimento de eletricidade à sua instalação, na data acima indicada. As despesas associadas ao corte e religação da energia elétrica variam entre 29,94 e 146,10 euros (mais IVA à taxa legal), em função dos meios utilizados para sua realização." Podem cortar a rede por nada? Isto devia ser punido, claramente abusivo e infundado. Se precisar de provas, telefonemas, mensagens e emails, tenho tudo guardado, inclusive a confirmação por parte deles de "Consultados os registos técnicos, é possível confirmar que entre os dias 5 a 26 de novembro de 2025 ocorreram 12 interrupções com a duração total de 32 minutos, sem registo de anomalias."
Cobrança indevida e não encerramento da conta
Prezados senhores, encerrei o meu contrato com a Galp na Loja do Cidadão de Coimbra no dia 23 de setembro de 2025. No entanto, fui agora indevidamente faturado em dezembro por uma cobrança de gás natural através de débito direto. Esta situação é inadmissível, uma vez que não autorizei qualquer débito após o encerramento do contrato. Ainda assim, foi-me cobrado o montante de 90,59 €. Acresce que tenho tentado contactar os vossos serviços por telefone sem qualquer sucesso, não obtendo resposta às várias chamadas efetuadas. Solicito a imediata regularização da situação, com a devolução do valor indevidamente cobrado e o devido encerramento do meu contrato pois não moro mais no endereço desde setembro. Obrigado
Burla de um valor altíssimo
Exmos. Senhores, no dia 31/12/2025 parei a bomba para abastecer e quando fui pagar por mbway deu não autorizado. Tentou novamente e mais uma vez não autorizado. Entrei de imediato no aplicativo do Activo Bank e havia uma transaçao no valor de 2.038,53€, que não foi feita por mim. Eu nunca realizei uma compra em um valor tão alto de uma vez só. Liguei de imediato ao banco. O cartão físico que se encontrava comigo, então, foi cancelado, mas encaminharam o caso para análise para a Visa. Prestei queixa a polícia e hoje dia 02/01/2026 liguei mais uma vez ao banco e nada foi esclarecido ainda. Tendo em vista que este é o dinheiro para eu pagar a minha renda e as contas do mês, e não o tenho. Fiz uma breve pesquisa pelo nome que aparece para mim na compra desse valor, e é um tipo de site como um Airbnb no continente africano, em Camarões. Isso obviamente é uma burla. E como o banco autoriza uma compra nesse valor? Acabei de ler uma reclamação de uma outra pessoa, que aconteceu algo semelhante e vou deixar aqui também, pois parece que ela tem conhecimentos de lei para tal. Exijo que essa situação seja resolvida o quanto antes. "Tal resposta é manifestamente inadequada e contrária à legislação portuguesa aplicável aos serviços de pagamento. 1. Enquadramento Legal O Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e Moeda Eletrónica (RJSPME – DL n.º 91/2018) estabelece que: ➡ Art.º 115.º (Responsabilidade por operações não autorizadas) O prestador de serviços de pagamento deve reembolsar imediatamente o utilizador pelo montante de uma operação não autorizada, desde que comunicada sem atraso injustificado — o que ocorreu de forma inequívoca no meu caso, tendo informado o banco no próprio dia. ➡ Art.º 115.º, n.º 2 O utilizador não suporta quaisquer perdas resultantes de operações não autorizadas quando não tenha agido com negligência grave, situação claramente aplicável, uma vez que nunca autorizei, reconheci ou efetuei tal transação. ➡ Art.º 116.º (Reembolso imediato) O banco está legalmente obrigado a proceder ao reembolso imediato do valor indevido ou, no mínimo, à regularização provisória, enquanto decorre a investigação. ➡ Art.º 117.º (Segurança dos instrumentos de pagamento) O prestador de serviços de pagamento deve assegurar mecanismos de segurança adequados. Caso contrário, o risco da fraude não recai sobre o cliente, mas sim sobre a instituição. ➡ Orientações do Banco de Portugal O Banco de Portugal é claro ao determinar que, perante uma operação não autorizada: o banco deve proteger o consumidor, não pode transferir o risco para o cliente, e deve proceder ao reembolso provisório imediato enquanto aguarda decisão do operador (Visa). 2. Situação Atual Não reconheço a operação. Não conheço a entidade beneficiária. Sou a única titular e única pessoa com acesso ao cartão. O perfil transacional da minha conta evidencia claramente que não realizo compras de valores tão elevados, o que reforça a atipicidade da operação. O banco, apesar de notificado de imediato, não tomou as medidas de proteção previstas na lei. 3. Pedido Formal Face ao exposto, solicito: Reembolso imediato do montante de 2.038,53€, conforme previsto no art.º 115.º e 116.º do RJSPME. Caso o banco entenda que necessita de aguardar a decisão da VISA, que proceda desde já ao crédito provisório, conforme exigido pela lei e orientações do Banco de Portugal. Confirmação escrita das medidas adotadas, bem como do fecho da presente reclamação. Reitero que não existe qualquer fundamento legal para imputar ao cliente a responsabilidade por uma operação não autorizada, sobretudo quando comunicada imediatamente e quando há evidentes indícios de burla. Aguardo resposta formal e resolução célere, nos termos e prazos legalmente previstos."
Débito direto efectuado com valor errado
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº ( 311706100). Face ao problema detetado, (débito directo de valor indevido de 453,31 € ) solicito o reembolso da quantia em causa. O respetivo débito foi efectuado após contactar o vosso departamento de facturação no dia 13/12/2025 onde foi verificado o erro no valor apresentado e corrigido para o valor de 76.03 € valor esse liquidado por transferência bancária no dia 1 /1/2026. No mesmo contacto foi pelo vosso operador cancelado o serviço de débito directo a fim de evitar esta situação. Foi-me também enviado um SMS para poder posteriormente reativar o débito directo não entendo como poderam fazer o respetivo débito visto não terem autorização para o mesmo. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos. Joaquim bacala
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
