Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Cobrança de consulta como particular em vez de seguro de saúde
'ID=046-428-386' SAF CC | Hospital Lusíadas Amadora | HLU-1837094 | N Fatura ou NIF - D26C05/59641 |Fatura não emitida pela EFR [#111092] Estão a cobrar-me uma consulta como "Particular", sendo que eu sempre fiz marcações pelo meu Seguro Saúde (afinal é para isso que ele serve)!!!
Encomenda Não Recebida
No dia 02/06/2026, realizei uma compra e efetuei o pagamento de imediato via MBWAY. O prazo de entrega indicado era de, no máximo, 7 dias, mas já passou mais de um mês e a minha encomenda continua sem ser enviada. Tentei entrar em contacto através do email disponibilizado no site, por diversas vezes mas não obtive qualquer resposta. Entrei em contacto com a Farmácia Lima (253 262 384), que tem a mesma identidade Fiscal (Sá Esteves, Unipessoal Lda, NIF/NIPC 517670755) mas sem resposta/resolução. Desta forma, pretendo solicitar a devolução do valor pago ou entrega dos produtos comprados.
Faturacao excessiva
Acuso a receção da vossa carta datada de 27 de maio de 2026, relativa à reclamação RE/96027. Contudo, os esclarecimentos prestados não respondem adequadamente às questões centrais levantadas, motivo pelo qual venho reiterar e reforçar a minha reclamação. Em primeiro lugar, não corresponde à verdade a afirmação de que a avaliação especializada em regime remoto ocorreu em circunstância do meu conhecimento. Em nenhum momento durante o episódio de urgência fui informada de que o meu filho seria objeto de uma consulta ou avaliação remota por um especialista em Ortopedia Pediátrica, nem me foi solicitado qualquer consentimento para a realização desse ato clínico. Apenas tomei conhecimento da sua existência posteriormente, através da faturação efetuada. Considero que a realização de um ato médico, presencial ou remoto, pressupõe que o doente ou o seu representante legal seja devidamente informado da sua natureza, finalidade e eventuais custos associados, o que manifestamente não aconteceu neste caso. Em segundo lugar, também não corresponde à realidade a interpretação de que o acompanhamento subsequente foi apresentado como uma opção disponibilizada para reavaliação. Pelo contrário, a consulta realizada dois dias depois foi-me apresentada pelos profissionais envolvidos como uma etapa necessária e mandatória do seguimento clínico da situação, não como uma alternativa facultativa cuja aceitação dependeria da minha decisão informada. Em momento algum me foi transmitido que se tratava de uma mera possibilidade de reavaliação ou que existiam outras opções de acompanhamento. Assim, mantenho a minha discordância relativamente à faturação da consulta remota, por entender que não existiu informação prévia adequada nem consentimento para a sua realização, bem como relativamente à forma como foi conduzida a comunicação sobre a necessidade da consulta subsequente. Solicito, por isso, a reapreciação da situação à luz destes factos e o envio dos elementos documentais que, segundo a CUF, demonstram que fui previamente informada da realização da consulta remota, que prestei consentimento para a mesma e que a consulta subsequente me foi apresentada como facultativa.
Faturação Indevida por Violação do Direito à Informação Prévia
Exma. Direção do Hospital CUF Tejo / Apoio ao Cliente, Escrevo em resposta à vossa comunicação anterior, a qual rejeito categoricamente. A vossa alegação de que uma advertência genérica no momento da marcação é suficiente para justificar a cobrança posterior não tem qualquer validade legal face ao direito e regulamentação da saúde em vigor em Portugal. De acordo com a Lei n.º 15/2014, de 21 de março (que consolida os Direitos e Deveres do Utente dos Serviços de Saúde) e com as normas explícitas da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) relativas às Questões Financeiras, a informação sobre custos e encargos adicionais deve ser prestada ao utente de forma antecipada e proativa no momento da prestação de cuidados. Durante a minha consulta de Otorrinolaringologia, o médico assistente realizou procedimentos com recurso a ferramentas técnicas sem nunca me transmitir que os mesmos acarretavam custos extra (que resultaram nas faturas adicionais de 74,00€ e 7,40€). Ao ocultar essa informação antes de realizar o procedimento, o vosso hospital violou a lei portuguesa ao: Impedir o meu direito de recusa: Não me foi dada a oportunidade de rejeitar o exame ou o encargo financeiro associado. Prestar cuidados sem consentimento financeiro: O consentimento clínico não implica a aceitação cega de custos ocultos. O que a CUF está a praticar é ilegal, violando frontalmente o direito à transparência, à boa-fé e à proteção dos interesses económicos do consumidor. Face ao exposto, exijo a anulação e o cancelamento imediato de ambas as faturas (74,00€ e 7,40€). Caso a vossa posição se mantenha, a presente reclamação será imediatamente escalada para a tutela regulatória da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) e registada no Livro de Reclamações Eletrónico para os devidos efeitos contraordenacionais. Fico a aguardar a vossa resposta com a confirmação do cancelamento dos valores. Melhores cumprimentos, Sercan Eygi
Renovação de contrato sem consentimento
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente à renovação do meu contrato do plano **Vetecare Platinum**, a qual foi efetuada sem o meu conhecimento nem o meu consentimento expresso. Não autorizei a renovação do referido contrato, nem me foi solicitada qualquer confirmação prévia nesse sentido. Pelo contrário, no dia **27 de fevereiro de 2026**, enviei um e-mail a solicitar expressamente o cancelamento do contrato antes da sua renovação. Para minha surpresa, apenas no dia **2 de abril de 2026** recebi uma resposta a informar que o contrato havia sido renovado, ignorando o pedido de cancelamento previamente apresentado. Acresce que esta intenção de não renovar o contrato já havia sido igualmente manifestada por via telefónica em mais do que uma ocasião. Face ao exposto, considero que a renovação foi efetuada de forma indevida, não refletindo a minha vontade nem respeitando o pedido de cancelamento apresentado em tempo útil.
Não quererem cancelar o contrato
Exmos. Senhores da DECO Proteste e Apoio ao Cliente da Medicare, Venho por este meio solicitar o vosso apoio para mediar um conflito contratual com a empresa Medicare, relativo ao meu plano de saúde Plano Platinium Mais (Contrato Nº 45100336421). No passado dia 28 de maio de 2026, contactei a empresa por e-mail a manifestar a minha total oposição à renovação do contrato. Fui informada pela Medicare de que o meu pedido deu entrada fora do prazo de 30 dias de aviso prévio por escassos dias, uma vez que a data limite teria sido 18 de maio. Por esse motivo, a empresa recusa o cancelamento imediato e pretende forçar uma renovação por mais 12 meses inteiros, prolongando o contrato até ao final de junho de 2027. Por motivos de carência financeira, possuo algumas mensalidades em atraso relativas ao período anterior. Em resposta ao meu contacto, a Medicare enviou-me uma referência Multibanco (Entidade: 45746, Referência: 038591992) com o valor acumulado de 239,40€, válido até ao dia 03/07/2026. Quero deixar claro que possuo total boa-fé e disponibilidade para liquidar IMEDIATAMENTE este valor de 239,40€ que se encontra em dívida, desde que a empresa utilize este pagamento para encerrar definitivamente a minha conta e o meu contrato agora em junho de 2026. Contudo, a Medicare recusa-se a fazê-lo, exigindo que eu pague a dívida antiga e continue vinculada a pagar mensalidades por mais um ano inteiro (até 2027) por um serviço que já recusei e que se encontra suspenso por falta de pagamento. Considero esta postura abusiva, inflexível e contrária ao princípio da boa-fé contratual. Não faz qualquer sentido comercial ou legal obrigar um consumidor em dificuldades financeiras a manter-se vinculado a um plano de saúde contra a sua vontade expressa. Solicito, por isso, a mediação da DECO para que a Medicare aceite o pagamento dos 239,40€ como quitação total e definitiva, emitindo a respetiva declaração de distrate e cancelamento do contrato com efeitos imediatos, sem a cobrança de qualquer valor referente ao período de 2026/2027. Com os meus cumprimentos, Gabriella Da Silva Nunes
Falha grave de informação, transparência e consentimento na CUF Cascais
Venho apresentar reclamação referente ao atendimento na CUF Cascais no dia 29/06/2026. Ao chegar para a consulta, questionei repetidamente no balcão qual seria o valor da consulta através da Multicare. Mesmo oferecendo a apólice, a equipa recusou informar o valor. Após entrar na consulta, fui encaminhado para realizar uma radiografia intraoral sem qualquer explicação de que se tratava de um exame adicional e pago. Não me foi dada opção de aceitar ou recusar. Assumi que fazia parte da consulta de avaliação. Só fui informado do custo após o exame, no guiché, o que viola o dever de consentimento informado e o protocolo da rede convencionada. Solicito: isenção da cobrança do exame, uma vez que não houve consentimento informado nem comunicação prévia de custos
Cancelamento de plano Sorriso Mais
Quando fui aderir ao plano do Sorriso Mais me confirmaram na ligação que eu poderia cancelar o plano quando quisesse. Confirmei isso com a menina por telefone diversas vezes e ela sempre me confirmando que eu poderia cancelar a qualquer momento sem pagar multa qualquer. Agora me informaram que a um período de carência de um ano. Pedi para que ouvissem as gravações e enclusive que me enviassem, mas nada adiantou. Enclusive quando se entra em contato são despreparados para resolver problemas e mau educados.
cobrança indevida
Venho apresentar reclamação relativamente à forma como fui atendida na Clínica HeyDoc Norteshopping e à exigência de pagamento de um valor que contradiz as comunicações anteriormente efetuadas pela própria clínica. Em março de 2025 fui contactada pela clínica para regularizar um valor pendente. Após solicitar esclarecimentos sobre o montante em dívida, recebi comunicação escrita da Gestora de Clínica, Dra. Sandra Pereira, informando que, embora o valor total do tratamento fosse de 305€, devido à cobertura do meu seguro Multicare, o valor efetivamente a meu cargo seria de 70€. Na sequência dessa comunicação, a clínica enviou-me os dados bancários para pagamento dos referidos 70€, informação que foi reiterada posteriormente por e-mail. Não procedi ao pagamento naquele momento porque me encontrava fora da cidade do Porto e, posteriormente, em Moçambique, no âmbito das atividades relacionadas com a minha investigação de doutoramento e compromissos profissionais. Contudo, nunca recusei regularizar a situação. Assim que regressei a Portugal, entrei em contacto com a clínica para retomar o tratamento, levantar a prótese já produzida e resolver o assunto do pagamento pendente. Para minha surpresa, fui informada de que teria de pagar 305€ e não os 70€ que me tinham sido comunicados por escrito pela própria clínica. Quando procurei esclarecer a discrepância entre os valores, explicando que possuía e-mails da clínica indicando expressamente que o montante devido era de 70€ e que o meu seguro Multicare se encontrava ativo, não me foi apresentada qualquer justificação documental ou explicação para a alteração do valor. A situação foi agravada pela forma como fui atendida. A colaboradora que me recebeu recusou-se a analisar os esclarecimentos prestados e insistiu que o único valor aceite seria 305€. Posteriormente fui conduzida para uma sala onde se encontrava outra colaboradora, tendo ambas insistido no pagamento imediato daquele montante. Durante todo o atendimento senti-me pressionada e constrangida. Foi-me transmitido que, caso não efetuasse o pagamento imediato dos 305€, não teria acesso à continuação do tratamento nem à prótese já produzida. Considero particularmente grave que: Exista comunicação escrita da própria clínica indicando que o valor a meu cargo seria de 70€; Não me tenha sido apresentada qualquer fundamentação para a posterior exigência de 305€; O acesso ao tratamento e à prótese tenha sido condicionado ao pagamento imediato desse valor; O atendimento tenha decorrido de forma desrespeitosa, sem disponibilidade para analisar a documentação existente ou prestar esclarecimentos adequados. Solicito a apreciação desta situação, bem como o apuramento da conformidade da atuação da clínica relativamente aos deveres de informação, transparência e respeito pelos direitos dos utentes. Solicito ainda que a clínica seja instada a apresentar uma discriminação detalhada dos valores alegadamente em dívida e a justificar formalmente a divergência entre os 70€ comunicados por escrito e os 305€ posteriormente exigidos. Anexo cópia das comunicações eletrónicas trocadas com a clínica que comprovam os factos acima descritos. Anny Mireilles Sarea de Mendonça
Pedido formal de esclarecimento, cancelamento de subscrição e reembolso de cobranças não autorizadas
Assunto: Exmos. Senhores, No dia 16 de abril de 2026 procedi à instalação da aplicação Mindway, da responsabilidade da Medical Score UAB. No momento da subscrição, o único valor que me foi apresentado foi €6,49, o qual aceitei expressamente e relativamente ao qual prestei o meu consentimento. Posteriormente, foram processadas cobranças adicionais sem que as mesmas me tivessem sido clara, expressa e transparentemente comunicadas previamente, nem objeto do meu consentimento informado, nomeadamente: 23 de abril de 2026: €37,98; 25 de maio de 2026: €37,98; 22 de junho de 2026: €37,98. Estas cobranças totalizam €113,94, montante que não autorizei, uma vez que não me foi fornecida informação clara e transparente relativamente à alegada subscrição, aos seus termos contratuais, condições de renovação, periodicidade de faturação ou valores efetivamente a cobrar. Nos termos da legislação aplicável à proteção dos consumidores e dos princípios da transparência, da informação pré-contratual e do consentimento informado, venho pela presente solicitar formalmente: Uma explicação detalhada de todos os montantes cobrados, incluindo as datas de cada transação e o fundamento contratual invocado para tais cobranças; Uma cópia integral dos termos e condições, contrato de subscrição e qualquer documentação que alegadamente comprove a minha aceitação da subscrição e autorização das cobranças em questão; O cancelamento imediato de qualquer subscrição ativa e/ou renovação automática associada à minha conta; O reembolso integral de €113,94, correspondente aos valores cobrados sem o meu consentimento expresso e informado. Em anexo, apresento os dados da referida entidade disponíveis na plataforma da mesma
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
