Reclamações públicas

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I. C.
13/08/2026
Lumilabo

Cobrança Indevida de Serviço não desejado

Bom dia, No passado mês de abril, fui convocada para realizar os exames de Medicina do Trabalho nas vossas instalações. Na altura, tinha algumas análises clínicas para realizar a título particular, pelo que perguntei à enfermeira se me poderia facultar os respetivos valores, de forma a decidir se as faria nesse laboratório ou noutro local. A mesma informou-me que deveria obter essa informação junto da receção. Após sair do consultório, dirigi-me à receção, onde me foi fornecido um contacto telefónico para solicitar os valores pretendidos. Durante a chamada, indiquei quais os exames em que estaria interessada e foi-me pedido que enviasse a respetiva prescrição médica para que os preços pudessem ser verificados. Foi ainda acordado que receberia posteriormente essa informação por e-mail, para poder decidir se pretendia ou não avançar com a realização das análises. Por volta do meio-dia, recebi um e-mail com o orçamento solicitado, ao qual respondi informando que não tinha interesse em prosseguir, uma vez que os valores apresentados eram significativamente superiores ao que poderia suportar naquele momento. Considerei, por isso, o assunto encerrado. No entanto, quatro meses depois, fui contactada telefonicamente pelo departamento de faturação, sendo informada de que tinha uma fatura pendente de pagamento. Expliquei toda a situação à colaboradora, que me respondeu que as análises já tinham sido realizadas e que, por esse motivo, teria de proceder ao respetivo pagamento, apesar de eu ter comunicado previamente que não pretendia avançar com o serviço. Mesmo após os esclarecimentos prestados, recebi um novo e-mail a exigir o pagamento do valor alegadamente em dívida, com a indicação de que, caso não efetuasse o pagamento, seriam acionados os meios legais adequados. Com o objetivo de evitar mais transtornos e desgaste, acabei por efetuar o pagamento. No entanto, os resultados das análises e a respetiva fatura apenas me foram enviados cerca de duas semanas depois. Em conclusão, fui obrigada a pagar por análises que alegadamente tinham sido realizadas há quatro meses, quando entretanto já as tinha efetuado noutro laboratório devido aos preços mais elevados praticados pela Lumilabo. Além disso, após o pagamento, ainda tive de aguardar aproximadamente duas semanas para receber os resultados e a respetiva fatura. Face a esta experiência, não recomendo os serviços da Lumilabo.

Encerrada
N. F.
12/08/2026

Cancelamento de contrato.

Venho por este meio reclamar contra a faturação e renovação abusiva do contrato pela Sorriso Mais. Solicitei o cancelamento do serviço por telefone em 2024, altura em que não me foi prestada a informação de que tal ato exigia e-mail. Posteriormente, o processo transitou para a Intrum. Celebrei um acordo de pagamento com a Intrum (já totalmente quitado e arquivado) e liguei para a Sorriso Mais a informar. Nessa chamada, a vossa operadora garantiu-me que o contrato seria cancelado assim que terminasse de pagar as prestações acordadas. Agora, a empresa recusa cumprir o acordado verbalmente, alegando uma renovação automática em dezembro de 2025 com o argumento de falta de e-mail. Exijo o cumprimento do acordo telefónico, a anulação de todas as faturas posteriores à quitação da dívida e o encerramento imediato da conta."

Resolvida
J. O.
12/08/2026

Abusiva faturacao

Cara Direcao, No passado dia 29/05/2026 fui intervencionado para a realizacao de colonoscopia pelo Dr. Daniel Conceicao que alinal a nao pode realizar por razoes que ele entendeu plausiveis. A esta fatura correspondeu um valor total de 585,90 euros. Dias mais tarde fiz o exame pelo valor de 242,00 euros. Sera este o procedimento normal naqueles servicos!? Atentamente, J C Orvalho CC 00641188 NIF 179471856

Em curso
R. P.
08/08/2026

Tentativa de cancelamento do contrato no 14 dias úteis e terem tirado o meu dinheiro

Queria deixar bem clara a minha frustração com esta clínica de seguros. Liguei várias vezes para cancelar e ainda fiz questão de perguntar se o meu débito direto estava indisponível, porque não queria nada com eles. Estava à procura do melhor serviço de seguros para a minha família, mas não me deixaram expressar as minhas dúvidas, só queriam despachar-me. Só no mesmo mês de julho liguei umas 10 vezes para pedir o cancelamento, mas me falaram que eu tinha que esperar que me ligassem para eles poderem cancelar o contrato. No dia 16 ou 17, Uma senhora me ligou. Eu disse que queria cancelar e pronto, mas em vez de me ouvir, esteve meia hora a promover o seguro. Ela disse para eu instalar a aplicação deles, coisa que eu não fiz porque não queria o seguro deles, mas mesmo assim não me ouviu. Eu disse que já tinha encontrado algo melhor e voltei a questionar se o débito direto estava cancelado, e ela disse que sim. Eu aí fiquei aliviada porque tinha-me livrado deles e não queria mais nada com eles. Mas no final, eu disse que não queria nada e demos como terminada a chamada. No mês de agosto, vi que me tiraram dinheiro da conta. Eu digo: "Como isto é possível se eu tinha cancelado e até a senhora disse que estava?" Liguei para eles outra vez e disse, furiosa, que eu tinha especificado que não queria nada com eles, porque até liguei várias vezes para cancelar o serviço, mas a pessoa disse que eu tinha aceitado sendo que é mentira, são aldr*bões vig*rist*s e mentirosos que só querem tirar a porcaria do dinheiro aos portugueses.

Encerrada
P. C.
07/08/2026

Cobrança de valores não devidos

Exmos. Senhores, da Agilidade, Lda Relativamente á vossa exigência de pagamento, reitero que o contrato foi denunciado pôr justa causa através de uma carta regista e datada de 20/02/26. O facto da declaração oficial do IEFP ter sido enviada na segunda carta deveu-se apenas aos prazos de emissão do próprio Centro de Emprego. Contudo, como podem verificar no documento que têm em vosso poder, a declaração atesta formalmente que me encontro em situação de desemprego desde o mês de Fevereiro/2026. A verdade jurídica da minha situação de insuficiência económica desde Fevereiro está, por isso, plenamente comprovada pelo Estado Português. Assim, não existe qualquer fundamento legal para a cobrança de mensalidades posteriores á minha primeira comunicação. O caso foi já exposto ás autoridades competentes via Livro de Reclamações Eletrónico. Atentamente Paula Castro

Encerrada
A. M.
06/08/2026

Cobrança sem autorização em débito direto.

Nunca utilizei esse serviço, e fica cobrando débito direto da minha conta, detalhe sem autorização agora por último está sendo 74,49€ esse mês e fica nisso eu bloqueando eles volta no mês posterior fazendo o mesmo crime . Já liguei , mandei email ...se fosse algo de cancelar o que nunca tive conhecimento..mais não adianta.

Encerrada
F. T.
04/08/2026

Cobrança indevida

Exmos. Senhores, Em 2024, celebrei um contrato com a Medicare. Em determinada altura, atrasei-me no pagamento de uma mensalidade e fui contactada telefonicamente por uma representante da empresa, que me informou da existência desse atraso. Durante essa chamada, a representante explicou-me de forma clara que, caso eu não efetuasse o pagamento, o contrato ficaria anulado e eu deixaria de ter qualquer vínculo contratual com a Medicare. Esta informação foi frisada várias vezes durante a conversa. Perante essa explicação, informei a representante de que pretendia, então, a anulação do contrato e que, por esse motivo, deixaria de efetuar pagamentos à Medicare. A representante confirmou-me que, sendo essa a minha intenção, o contrato ficaria anulado. Questionei expressamente se seria necessário realizar alguma diligência adicional, nomeadamente enviar um pedido escrito ou contactar outro departamento. Foi-me respondido que não seria necessário fazer mais nada e que o contrato ficaria anulado a partir daquele momento. Confiei na informação que me foi transmitida por uma representante da própria Medicare e deixei de efetuar os pagamentos, convicta de que o contrato se encontrava efetivamente cancelado e de que já não existia qualquer relação contratual com a empresa. Algum tempo depois, fui novamente contactada pela Medicare e informada de que existia uma dívida associada ao contrato. Expliquei toda a situação e solicitei esclarecimentos, tendo sido então informada de que o contrato, afinal, não poderia ser anulado daquela forma. Considero esta situação injusta e inadmissível, uma vez que a minha decisão de deixar de pagar resultou diretamente da informação clara e inequívoca prestada pela própria Medicare. Caso me tivesse sido explicado que o contrato continuaria ativo, teria adotado outro procedimento ou apresentado formalmente o pedido de cancelamento. Não posso, por isso, ser responsabilizada por uma dívida criada na sequência de informações incorretas ou contraditórias prestadas pelos serviços da empresa. Solicito: O acesso às gravações de todas as chamadas telefónicas relacionadas com esta situação; O reconhecimento de que manifestei a intenção de cancelar o contrato durante a chamada; A anulação do contrato com efeitos a partir da data dessa comunicação; O cancelamento de todos os valores alegadamente em dívida após essa data; O envio de um documento escrito que comprove a anulação definitiva do contrato; A confirmação de que não será efetuada qualquer comunicação desta alegada dívida a entidades de cobrança ou bases de dados de incumprimento. Pretendo que esta situação seja analisada com base nas gravações telefónicas, que deverão demonstrar a informação que me foi prestada e a minha manifestação expressa de vontade de terminar o contrato. Considero especialmente grave que uma representante da Medicare me tenha confirmado expressamente a anulação do contrato e que, posteriormente, outra representante tenha apresentado uma versão contraditória, pretendendo a empresa responsabilizar-me pelas consequências de uma informação incorreta prestada pelos seus próprios serviços. Solicito que a alegada dívida fique suspensa até à análise das gravações e à conclusão da reclamação.

Encerrada
L. C.
04/08/2026

Pedido de Intervenção

Solicito a intervenção da DECO PROteste relativamente a um litígio com a Medicare. O meu contrato tinha renovação prevista para janeiro de 2026 e efetuei o pedido de cancelamento dentro do prazo contratualmente exigido, tendo inclusivamente enviado um e-mail em **04/12/2025** a formalizar esse pedido. Antes disso, realizei diversos contactos telefónicos com a empresa, durante os quais fui sempre informado pelos atendentes de que o processo de cancelamento estava em andamento. Apesar disso, a Medicare continuou a cobrar as mensalidades de janeiro e fevereiro de 2026. Apenas em **19/02/2026** recebi uma comunicação da empresa a informar que o cancelamento tinha sido agendado, ou seja, quase três meses após o meu pedido formal. Entendo que a demora interna da empresa não pode produzir efeitos negativos para o consumidor, uma vez que cumpri integralmente as minhas obrigações contratuais. Solicitei ainda o pagamento faseado do valor que se encontrava em dívida, devido à minha situação financeira, pedido esse que foi aceite pela Medicare. Mesmo assim, continuo a ser contactado para pagar mensalidades que considero indevidas. Pretendo que seja reconhecido que o pedido de cancelamento produziu efeitos a partir da data em que foi apresentado, sendo anuladas as cobranças referentes às mensalidades de janeiro e fevereiro de 2026. Solicito igualmente que a empresa disponibilize todas as gravações telefónicas e registos dos contactos efetuados entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026, ao abrigo do direito de acesso previsto no RGPD, por constituírem prova relevante do processo.

Encerrada
S. N.
04/08/2026

Cobrança indevida/abusiva

Boa tarde, Fiz cirurgia dia 27/05 no hospital da Luz Lisboa. Paguei na totalidade no check in o valor do orçamento. Posteriormente à cirurgia recebi uma fatura com valor diferente do combinado (e que constava no orçamento). O hospital já sabia que eu não queria passar lá a noite, expliquei que tenho uma bebê em casa e nao tinha com quem a deixar, por isso precisava sair no mesmo dia. Por isso a Sra Ana Antunes adiantou o horário da cirurgia para 13h30. Acontece que a cirurgia atrasou e muito. Eu cheguei antes do horário combinado, 11h16 eu já tinha check in e pagamento feitos. 11h40 eu já estava vestida para entrar no bloco operatório. Mas tive que esperar até 15h52 para entrar. Devido a isso me fizeram pernoitar no hospital contra minha vontade. E agora cobraram por esta noite, o que é obviamente um abuso. Além de cobrarem por um erro deles, me enviaram uma carta ameaçando ação judicial. Enviei emails, formulário ewhatsapp sobre o assunto. Eles reconhecem que houve erro, que atrasaram muito a cirurgia, que me obrigaram a ficar no hospital quando eu não podia - pois como mae tenho a responsabilidade de cuidar do meu bebé - MAS ainda assim têm a arrogância de manter a fatura ativa como se eu tivesse uma dívida??? Aguardo que anulem esta fatura já que o valor da cirurgia já foi pago, e como todos sabem, cirurgias no setor privado sem plano de saúde são muito caras. Obrigada. Cumprimentos Suzana Nunes

Encerrada
R. C.
03/08/2026

Cancelamento subscrição

Exmos, Venho pelo presente solicitar a vossa ajuda. Foi feito via email, um pedido de cancelamento da subscrição enviado no 13/05/2025. Recebi inclusivamente a confirmação da receção desse mesmo pedido. No entanto continuo a receber valores de cobrança e com aplicação de umas taxas de atraso. Ja reclamei e inclusive propos pagar os valores até ao mês em que enviei o pedido de cancelamento. Mas continuo a receber cobrança. Como posso proceder?

Encerrada

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