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pagamentos
ex. mos sr. gostaria de saber se a firma sabores del rei esta a usar as normas de pagamento certas.. pois durante anos pagamos por multibanco e agora para usarmos o multibanco como forma de pagamento obriganos a gastar 5 euros como consumo minimo..atendendo a que nunca foi assim e têm multibanco somos obrigados a gastar os 5 euros por cada transação.. gostaria de reclamar.. sem mais de momento Número de identi
Cobrança errônea
Gostaria de solicitar a conferência referente a cobrança refeita pelo Svea Bank Solna. A cobrança é referente a última parcela de uma compra feita pela internet. Teve sua confirmação por intermédio de meu Banco e também pelo banco Svea, conforme pode se conferir por meio dos anexos. Agora recebo um e-mail alegando que a mesma teve solicitação de chargeback por meio de meu banco, afirmação que foi negada pelo mesmo, mesmo assim o banco Svea insiste na cobrança.
Tentativa de cobrança de dívida liquidada
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Intrum Portugal relativamente a uma tentativa de cobrança de uma alegada dívida associada à MEO. Informo que a referida dívida foi integralmente liquidada há vários anos, tendo o pagamento sido efetuado presencialmente nas instalações da Intrum por mim própria através de cartão bancário. Desde então, nunca mais fui contactado sobre qualquer valor em dívida, pelo que considero a presente tentativa de cobrança totalmente indevida e injustificada. De momento, encontro-me fora de Portugal, o que me impede de obter com a brevidade desejada o comprovativo do pagamento realizado, uma vez que o mesmo foi efetuado presencialmente e não tenho acesso imediato ao respetivo registo bancário. Ainda assim, tal não invalida o facto de a dívida ter sido regularizada na íntegra. Face ao exposto, solicito: 1. A imediata cessação de qualquer tentativa de cobrança associada a este processo; 2. A verificação interna dos vossos registos relativamente ao pagamento efetuado; 3. A confirmação por escrito de que não subsiste qualquer valor em dívida em meu nome; 4. A eliminação dos meus dados de quaisquer listas de cobrança relacionadas com esta situação. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta. Com os melhores cumprimentos 927606906 mayahbranco@yahoo.com
aumento exorbitante da anuidade da ocupação dos ossários
Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativa à alteração abrupta e desproporcional do valor das taxas de anuidade de ocupação aplicadas aos ossários no Cemitério do Feijó, gerido pela Câmara Municipal de Almada. Os ossários neste cemitério foram construídos há décadas. São um espaço com aproximadamente 40cmx40cmx60cm feitos em fibrocimento ou semelhante onde pode permanecer uma pequena urna com os ossos da pessoa defunta, sendo paga uma anuidade pela ocupação. Até ao ano transato (2025), o valor liquidado por este serviço era de 6.52€. No entanto, este ano, fui confrontado com uma fatura no valor de 78,77€. Trata-se de um aumento de 1208%, aplicado sem qualquer aviso prévio ou comunicação direta aos munícipes. Os valores das taxas previstas na tabela de taxas municipais deverão ter em conta o Índice de preços ao consumidor (IPC), e o valor pago não corresponde aos custos suportados pelo município com a prestação do serviço. Considero que esta atuação da autarquia carece de fundamentação e razoabilidade, pelas seguintes razões: Um aumento desta magnitude não parece corresponder a um acréscimo equivalente no custo do serviço ou na manutenção das infraestruturas (infraestruturas existentes há décadas com nenhuma ou insignificante manutenção, vou com muita regularidade ao cemitério) . Ou seja, a autarquia deve cobrar, pela prestação de um determinado serviço ou utilização de um bem, uma taxa equivalente ao custo associado à realização ou manutenção do mesmo, não no caso em apreço, não há proporcionalidade A grande maioria dos ossários são possuídos por pessoas idosas, cujo aumento é muito significativo para as reformas que muitas auferem . A alteração radical de um valor histórico sem um período de transição, progressividade ou justificação clara fere a confiança do cidadão nas instituições públicas. Face ao exposto, solicito a vossa intervenção junto da Sr.ª presidente da Camara Municipal de Almada no sentido de averiguar da conformidade deste brutal aumento, e de como pode ser revertido Grato pelo tempo dispensado
Cobrança reiterada e desproporcional de encargos por devolução de débito direto
Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a uma situação que considero lesiva e potencialmente abusiva no âmbito de um contrato celebrado com a empresa Radius Fuel Solutions. A referida empresa tem vindo a aplicar encargos no valor de 80€ por alegadas devoluções de débito direto. No entanto, importa esclarecer que tais devoluções não resultam de incumprimento efetivo das obrigações financeiras, mas sim de um desfasamento recorrente entre o momento em que os débitos são processados e o ciclo normal de entradas de caixa da empresa. Os débitos são efetuados na madrugada de domingo para segunda-feira, período em que, por funcionamento regular do sistema bancário, a conta ainda não se encontra provisionada. Os valores em causa são, contudo, sempre regularizados no próprio dia, poucas horas depois, não havendo qualquer prejuízo financeiro efetivo para a entidade credora. Apesar deste contexto, a empresa procede à cobrança sucessiva de encargos fixos de valor elevado, sem que: * exista previsão clara e expressa do valor no contrato celebrado; * seja apresentada qualquer justificação objetiva ou demonstração dos custos efetivamente incorridos; * seja proposta qualquer solução operacional que evite a repetição de uma situação que é, manifestamente, previsível. Acresce que, após contacto direto com a empresa, esta limitou-se a imputar integralmente a responsabilidade ao cliente, sem responder de forma concreta às questões levantadas sobre proporcionalidade, transparência e adequação dos encargos aplicados. Entendo, assim, que esta prática pode configurar uma aplicação desproporcional de encargos e uma possível violação dos princípios aplicáveis às cláusulas contratuais gerais, designadamente no que respeita à transparência e equilíbrio entre as partes. Face ao exposto, solicito a análise desta situação e eventual apoio na mediação com a entidade em causa, no sentido de: * promover a revisão ou anulação dos encargos aplicados; * assegurar a adoção de um modelo de cobrança mais adequado e transparente. Junto documentação de suporte, incluindo contrato, faturas e comunicações trocadas com a empresa. Com os melhores cumprimentos,
Mau atendimento telefónico e dívida já liquidada em 2024
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à vossa atuação no processo de cobrança que me tem sido dirigido. Informo que a alegada dívida em causa foi integralmente liquidada no ano de 2024, tendo já enviado o respetivo comprovativo de pagamento em momento anterior. Apesar disso, continuo a ser contactado(a) de forma recorrente para proceder ao pagamento de um valor que não se encontra em dívida, o que configura uma situação de cobrança indevida. Adicionalmente, os contactos telefónicos (intrum de Lisboa) efetuados têm sido marcados por uma postura inadequada por parte dos vossos colaboradores(exceto o senhor Paulo Silva que foi excelente), nomeadamente: •Tom de voz pouco cordial •Pressa na comunicação •Interrupções constantes, sem permitir uma explicação completa da minha parte •Desligar a chamada enquanto eu ainda me encontrava a falar Esta situação é inaceitável e causa transtorno desnecessário. Face ao exposto, venho exigir: A imediata cessação de todos os contactos relacionados com esta alegada dívida A confirmação por escrito do encerramento definitivo do processo A correção dos vossos registos internos, de forma a refletir o pagamento já efetuado Informo ainda que, caso a situação persista, irei apresentar queixa junto das entidades competentes. Aguardo resolução célere desta situação.
Cobrança indevida
Hoje acedi a minha conta bancaria e encontrei uma sequendia de 8 debitos no valor de 5,60€ referente a um seguro de um produto do qual eu nao pude concluir a compra, mesmo assim o valor foi debitado de minha conta, o montante total soma 44,80€. Solicito o cancelamento do débito direto e o estorno do valor completo. Identificação da entidade credora DD Domestic and G PT/V/AS5/85609 DE530000221022
Fiz um depósito que nunca chegou
Basicamente no dia 10 de março fiz um depósito no valor de 100 , no qual esse depósito nunca chegou. Já falei com o suporte do site o Live chat da 22bet inúmeras vezes , não me ajudam e só me dizem pra mandar um email , email esse já envido pro suporte deles que nunca foi respondido desde qu foi enviado que foi no dia 10. Eles repetidamente dão me prazos de espera e só sabem dizer que lamentam o sucedido. Abaixo deixo os comprovativos do depósito além de deixar também o meu id da conta no site de apostas.Se me conseguirem ajudar estarei aberto a qualquer ajuda possível.
Cobrança 225.81€ INDEVIDA
Exmos. Senhores da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, Venho por este meio solicitar, com carácter de urgência, o vosso apoio relativamente a uma situação que considero injusta e extremamente prejudicial para o meu agregado familiar. No dia 11/03/2026 recebi uma comunicação da seguradora N Seguros confirmando a anulação da apólice referente ao meu veículo Toyota Yaris (matrícula 23-28-SV), com efeitos a partir de 23/03/2026. Apesar desta confirmação formal de cessação do contrato, foi posteriormente efetuado um débito na minha conta bancária no valor de 225,81€, o qual considero totalmente indevido, uma vez que o contrato já se encontrava cancelado por indicação expressa da própria seguradora. Importa referir que junto a este email segue em anexo o documento emitido pela própria seguradora que comprova a anulação da apólice e a yindo fundamento para a cobrança desse valor. Acresce ainda que o meu banco não recebeu qualquer aviso prévio relativamente a este débito direto. Esta situação está neste momento a causar um impacto extremamente grave no orçamento do meu agregado familiar. Tenho três filhos a cargo e este valor representa uma parte essencial do orçamento destinado às despesas básicas da família. Neste momento encontro-me sem disponibilidade financeira devido a este débito indevido, o que compromete inclusivamente a possibilidade de assegurar necessidades básicas durante o fim de semana. Já solicitei diretamente à seguradora o estorno imediato do valor, mas até ao momento não obtive resolução. Assim, venho solicitar a vossa orientação e, se possível, a vossa intervenção urgente para que esta situação seja rapidamente corrigida e o montante indevidamente debitado me seja devolvido com a maior brevidade possível. Agradeço muito a vossa atenção e peço, se possível, que este caso possa ser analisado com prioridade dada a urgência da situação. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança Indevida
Assunto: Notificação formal – Cobrança indevida de 69,90€ e exigência de reembolso imediato À atenção do Departamento de Apoio ao Cliente da JobLeads, Venho por este meio apresentar reclamação formal e notificação de cobrança indevida, referente ao débito no valor de 69,90€, efetuado pela vossa empresa. Declaro expressamente que não autorizei qualquer renovação de subscrição, contratação de serviço ou débito automático que justifique esta cobrança. Assim, o valor debitado configura uma cobrança indevida e potencial prática comercial abusiva, em desacordo com as normas de proteção do consumidor aplicáveis em Portugal e na União Europeia, nomeadamente no que respeita à transparência contratual e consentimento explícito para renovações automáticas. Desta forma, NOTIFICO FORMALMENTE a vossa empresa para que proceda, com caráter de urgência, às seguintes medidas: 1. Cancelamento imediato e definitivo de qualquer subscrição ou serviço associado aos meus dados pessoais ou meios de pagamento. 2. Reembolso integral do valor de 69,90€ cobrado indevidamente. 3. Confirmação escrita da resolução desta situação no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis a contar da receção desta comunicação. Adicionalmente, informo que a ausência de resolução dentro do prazo indicado será interpretada como recusa de resolução amigável, situação na qual avançarei imediatamente com: - Reclamação formal junto da Direção-Geral do Consumidor - Participação às autoridades competentes, incluindo a ASAE - Registo de reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico - Pedido de estorno (chargeback) junto da entidade bancária ou operadora do cartão, com contestação formal da transação - Comunicação do caso às entidades europeias de defesa do consumidor, incluindo o Centro Europeu do Consumidor Caso a situação persista, reservar-me-ei ainda o direito de recorrer às vias judiciais competentes para salvaguarda dos meus direitos enquanto consumidor, incluindo a recuperação do valor indevidamente cobrado e eventuais encargos associados. Aguardo resolução imediata e confirmação do respetivo reembolso. Sem outro assunto de momento. Com os melhores cumprimentos, Ricardo Varella de Oliveira Cabral Portugal
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