Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
C. V.
05/08/2026

Cobrança Indevida

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à cobrança efetuada pela JobLeads, associada ao processo n.º 101000523056347, no valor de 73,62 €. Em 2025, aderi exclusivamente a um período experimental gratuito de 14 dias disponibilizado pela JobLeads. Dentro do período previsto, procedi ao cancelamento da subscrição, não tendo, em momento algum, manifestado intenção de manter ou contratar o serviço após o término desse período experimental. Assim, não reconheço qualquer valor em dívida nem considero legítima a cobrança de 73,62 € que me está agora a ser apresentada. A minha utilização do serviço limitou-se ao período experimental disponibilizado pela empresa e a subscrição foi devidamente cancelada. Solicito, por isso, o cancelamento imediato desta cobrança e a confirmação, por escrito, de que não existe qualquer montante em dívida associado à minha conta ou ao processo n.º 101000523056347. Caso a JobLeads considere que existe fundamento para esta cobrança, solicito que me seja enviada documentação que demonstre de forma inequívoca a existência de uma contratação válida de um serviço pago, incluindo a data da alegada subscrição, as condições contratuais que terão sido aceites, o comprovativo do meu consentimento para a continuidade do serviço após o período experimental e a fundamentação concreta do montante agora exigido. Reforço que apenas utilizei o período experimental de 14 dias e que procedi ao respetivo cancelamento, pelo que considero esta cobrança de 73,62 € indevida e solicito a regularização da situação com a maior brevidade possível. Aguardo resposta e confirmação escrita do cancelamento desta cobrança e do encerramento do processo.

Em curso
L. K.
03/08/2026

Cobrança abusiva de multa por pagamento em dia

No mês de julho ocorreu uma falha no débito direto do pagamento semanal da minha conta de combustível e eletricidade, motivada por uma situação pontual na minha conta bancária. Assim que verifiquei que o débito não tinha sido efetuado, realizei de imediato uma transferência bancária, no próprio dia **01/07**, regularizando o pagamento sem qualquer atraso. No relatório emitido em **09/07**, com vencimento em **15/07**, foi incluída uma cobrança de **80,00 €** referente à devolução do débito direto. Considerei este valor manifestamente desproporcional e abusivo, uma vez que a dívida já se encontrava integralmente liquidada desde o dia 01/07. No dia **13/07**, entrei em contacto com a gestora Joana para expor a situação. Após análise, foi acordada a emissão de uma nota de crédito no valor de **60,00 €**. Embora continuasse a considerar excessiva a cobrança remanescente de **20,00 €**, aceitei essa solução de boa-fé para encerrar o assunto. Contudo, no dia **30/07**, recebi a nota de crédito apenas no valor de **40,00 €**. Voltei a contactar a empresa no dia **03/08**, tendo a gestora informado que, por lapso, se esqueceu de me comunicar que apenas tinham sido autorizados **40,00 €** de crédito. A justificação apresentada foi a existência de uma situação semelhante em **janeiro de 2026**, na qual também ocorreu uma falha no débito direto e foi aplicada a mesma taxa de **80,00 €**. No entanto, esse caso não é comparável ao atual, pois nessa ocasião o pagamento foi efetivamente efetuado com atraso, motivo pelo qual aceitei a cobrança. Na situação agora reclamada, o pagamento foi regularizado no próprio dia em que detetei a falha do débito direto, não existindo qualquer incumprimento que justifique a aplicação de uma penalização de **80,00 €**. Assim, considero esta cobrança desproporcional, injustificada e abusiva, solicitando a sua reapreciação e a devolução integral do valor cobrado, uma vez que não existiu qualquer prejuízo para a empresa decorrente de atraso no pagamento.

Encerrada
A. M.
03/08/2026

Banco Montepio - Transferências bancárias não autorizadas e ausência de resposta

Venho por este meio apresentar reclamação relativa a 30 transferências bancárias não autorizadas, realizadas a partir da nossa conta n.º 147.10.005616-6 no Banco Montepio (Balcão de Rio Maior), nos dias 2 e 3 de julho de 2026, no valor total de € 205.000,00. Estas operações foram precedidas de pelo menos 11 SMS de "Adesão Montepio24 Empresas" que não solicitámos, recebidos num período de poucas horas no dia 2 de julho. O nosso contrato prevê a suspensão automática de acesso ao fim de apenas 3 tentativas de acesso inválido, não houve qualquer bloqueio. Não introduzimos nem partilhámos qualquer código de acesso. As transferências destinaram-se a 21 beneficiários que não reconhecemos, com contas em Portugal, Espanha e Irlanda, sem qualquer relação com a nossa atividade de comércio de pneus. Apresentámos queixa-crime junto das autoridades competentes (04/07/2026) e reclamação formal junto do Banco Montepio (16/07/2026, referência 5145/26/R), ao abrigo dos artigos 113.º a 115.º do Decreto-Lei n.º 91/2018, que atribuem ao banco o ónus da prova e o dever de reembolso imediato em casos de operações não autorizadas. Desde então, enviámos já quatro comunicações escritas ao banco (16, 17, 24 e 30 de julho de 2026), incluindo pedidos de urgência com prazo. Até à presente data, não recebemos qualquer reembolso, nem resposta escrita e fundamentada a nenhuma destas comunicações. Esta situação está a agravar de forma significativa a situação financeira da nossa empresa.

Encerrada
B. T.
31/07/2026

Cobrança indevida

Venho apresentar uma reclamação contra a JobLeads devido às cobranças efetuadas após o cancelamento da minha subscrição. Após cancelar o serviço, continuei a receber cobranças que considero indevidas. Apesar de ter tentado resolver a situação, a empresa manteve a exigência do pagamento e, posteriormente, encaminhou o caso para uma empresa de cobrança. Ao pesquisar sobre a JobLeads, constatei que existem inúmeros consumidores a relatar situações idênticas, envolvendo cobranças após o cancelamento da subscrição e dificuldades na resolução do problema. Isto demonstra que não se trata de um caso isolado. Embora tenha decidido efetuar o pagamento apenas para evitar o agravamento da situação e o prosseguimento das cobranças, esse pagamento não significa que reconheça a dívida como legítima nem que concorde com a atuação da empresa. Solicito que esta reclamação seja analisada e que sejam averiguadas as práticas comerciais da JobLeads, em especial as cobranças efetuadas após o cancelamento da subscrição e a forma como os consumidores são tratados quando contestam esses valores. Pretendo igualmente que esta reclamação fique registada e que sejam adotadas as medidas que as entidades competentes considerem adequadas para a proteção dos consumidores.

Encerrada
G. C.
30/07/2026

Aluguel de carro Localiza - Wise não devolve o dinheiro

Exmos. Senhores, Venho solicitar a vossa intervenção relativamente a uma cobrança em duplicado efetuada no meu cartão Wise. No dia 20 de julho de 2026, a empresa Localiza Rent a Car efetuou duas cobranças referentes ao mesmo contrato de aluguer. Assim que detetei a situação, entrei imediatamente em contacto com a Localiza, que me informou que o estorno apenas seria processado após o encerramento do contrato. O contrato terminou no dia 27 de julho de 2026. No entanto, até à presente data, o valor cobrado em duplicado continua sem ser devolvido. Contactei várias vezes a Localiza e a situação continua sem resolução. Perante a falta de resposta e de reembolso por parte do comerciante, solicito que a Wise analise este caso e inicie o procedimento de contestação da cobrança pois que eu ja tento entrar em contato com a wise faz muito tempo e ninguém consegue fazer nada, uma vez que fui debitado duas vezes pelo mesmo serviço e apenas uma das cobranças é legítima. Anexo os comprovativos das duas cobranças, o contrato de aluguer e toda a documentação que demonstra as tentativas de resolução diretamente com o comerciante. Agradeço uma análise urgente deste caso e uma resposta o mais rapidamente possível. Com os melhores cumprimentos, Gabriel Candeias

Encerrada
L. H.
29/07/2026

RDGRG0QP

Ola. Bom dia. Venho por este meio a solicitar o reembolso de 125 euros deste cartão que não foi utilizado porque deu erro na transacção. Eu já abri uma disputa ainda sem resposta. Podem verificar que um par de horas depois usei outro cartão para o mesmo vendedor. O vendedor indica que só tem um pago feito e pertece ao segundo cartão. Verifiquem com eles o que aconteceu mais eu não vou pagar 2 vezes o mesmo montante. Também vocês não estão a facilitar um comrpovativo de esse pagamento duplo. No caso de não ser reembolsado os 125 euros abrirei um litígio legal com os advogados do deco proteste Obrigada

Encerrada
F. S.
27/07/2026

BURLA! Pagamento efetuado sem envio de encomenda e "vendedor" incontactável!

Efetuei a compra de uma trotinete no site bomsaldo.pt. Após realizar o pagamento, recebi apenas os dados para o fazer, mas desde então não tive qualquer confirmação de pagamento ou informação sobre o envio da trotinete. Não obtive qualquer resposta ao e-mail que enviei para o contacto disponível na página. Também já tentei ligar várias vezes, mas o telefone está sempre desligado. Sinto-me completamente enganado nesta situação e estou muito descontente, até porque vi vários comentários de outras pessoas a relatar o mesmo problema. Acho que devia ser feita alguma coisa em relação a isto. Dei-me ao trabalho de ir até à PSP de Espinho, levei todos os documentos e informação sobre o pagamento, bem como uma impressão da página do site, para tentar resolver a situação. Infelizmente, a resposta das autoridades foi que não podiam fazer nada e que deveria ter mais cuidado.

Encerrada
A. M.
24/07/2026

Reembolsos

Boa noite! Venho por este meio exigir resolução imediata pois no dia 18/7/2026 fiz uma compra no site da Amazon usando o vosso cartão de débito e posteriormente no dia a seguir pedi o cancelamento do artigo na Amazon e devolução do valor. Já falei com a Amazon por telefone e eles insistem que já deram vos autorização para devolverem o dinheiro. Não entendo é porque não aparece o movimento na conta do Novo Banco e falei hoje com uma assistente da linha de apoio do Novo Banco e também não lhe aparece a transação na qual há uns dias atrás aparecia. Exijo resolução imediata e mando o comprovativo da Amazon e do cartão que foi usado. Tenho este email da Amazon para vos comprovar ainda mais a situação. Os meus dados são: Ana Cristina Esteves Álvares de Miranda 220288879 916794104 Mais uma vez exijo resolução imediata. Grata pela atenção. Muitos cumprimentos, Ana Miranda

Encerrada

Whitestar: cobrança de dívidas prescritas, pressão por SMS e “desconto” de 60%

Exmos. Srs, Apresento esta reclamação relativamente aos processos internos 605340 e 600179, geridos pela Whitestar Asset Solutions, S.A. por conta da Hefesto STC, S.A. Estão em causa dois alegados créditos de cartões que a própria Whitestar situa em incumprimento desde 15 de setembro de 2014. Não se trata apenas de duas dívidas “contestadas”. Trata-se de dívidas prescritas, cuja prescrição invoquei formalmente, por escrito e de forma fundamentada. Pedi à Whitestar que explicasse claramente como foram calculados os valores atualmente exigidos, por que razão entende poder continuar a cobrá-los tantos anos depois e por que motivo mantém estes créditos registados negativamente na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal. Em 8 de julho de 2026, a Whitestar respondeu defendendo que estas dívidas podem ser cobradas durante vinte anos. O Acórdão Uniformizador de Jurisprudência n.º 6/2022 veio estabelecer que as dívidas de crédito pagas em prestações periódicas, compostas por uma parte do capital e pelos respetivos juros, prescrevem no prazo de cinco anos. Esse prazo mantém-se mesmo que, após a falta de pagamento, a empresa passe a exigir de uma só vez tudo o que ainda falta pagar. É precisamente nesta categoria que se enquadram os créditos de cartões em causa. Apesar disso, a Whitestar insiste em aplicar o prazo de vinte anos. Esta posição não é uma simples discussão jurídica sem consequências práticas. A tese dos vinte anos permite que uma entidade credora permaneça durante muitos anos sem resolver judicialmente a situação e reapareça mais tarde a exigir um valor muito superior. Durante todo esse tempo, os montantes reclamados podem continuar a crescer e o consumidor permanece sujeito às consequências da alegada dívida, incluindo a pressão da cobrança e o registo negativo no Banco de Portugal. Na prática, a empresa pode beneficiar da passagem do tempo, enquanto o consumidor suporta o aumento dos valores, o prejuízo financeiro e a incerteza. Depois de deixar a situação arrastar-se durante anos, a empresa pode apresentar um grande “desconto” sobre um valor entretanto muito elevado, criando a aparência de uma oportunidade excecional que o consumidor deve aproveitar rapidamente. Foi exatamente isso que aconteceu no meu caso. Pedi à Whitestar que comunicasse apenas por escrito e que cessasse os telefonemas e as mensagens de cobrança. Qual foi a resposta? Recebi uma nova SMS a anunciar uma “campanha de perdão” de 60%, propondo o pagamento imediato de 3.674,99 euros e terminando com a expressão: “evite custos judiciais”. Considero esta forma de atuação desleal e manipuladora. Quando um consumidor invoca a prescrição, contesta a cobrança, pede explicações e exige provas, a resposta não deve ser a criação de urgência, receio e pressão para pagar. Para cobrar, a Whitestar apresenta rapidamente valores, referências de pagamento, descontos extraordinários e alusões a custos judiciais. Para explicar claramente por que entende poder cobrar durante vinte anos dívidas em incumprimento desde 2014, a mesma clareza desaparece. Também não aceito a utilização da palavra “perdão”. Essa expressão sugere que a empresa está a fazer um favor ao consumidor, quando aquilo que está em discussão é precisamente se existe ainda o direito de exigir o pagamento. Não pretendo que me “perdoem” parte de dívidas prescritas. Pretendo que demonstrem que têm o direito de as cobrar. A situação é ainda mais grave porque estes créditos permanecem associados a um registo negativo na Central de Responsabilidades de Crédito. Esse registo já me causou um prejuízo económico concreto: um pedido de redução do spread do meu crédito bancário foi recusado devido ao incumprimento registado no Banco de Portugal. Assim, a Whitestar não se limita a exigir o pagamento de dívidas muito antigas e prescritas. Mantém também uma informação negativa com consequências reais sobre a minha vida financeira, enquanto insiste numa interpretação que lhe permitiria continuar a cobrar durante vinte anos. Esta reclamação não diz respeito apenas ao meu caso individual. Quantos consumidores estarão a ser confrontados com dívidas muito antigas, cujos valores foram crescendo ao longo dos anos, enquanto lhes é repetido que ainda podem ser cobradas durante vinte anos? Quantos receberão propostas de “perdão”, grandes descontos e referências a custos judiciais, acabando por pagar apenas por medo, cansaço ou desconhecimento? Quantos consumidores saberão que dívidas de crédito pagas em prestações periódicas, incluindo capital e juros, prescrevem ao fim de cinco anos? E quantos saberão que esse prazo não passa automaticamente para vinte anos apenas porque a empresa decidiu exigir de uma só vez todo o valor em falta? Não conheço as orientações internas da Whitestar e não posso afirmar que esta seja uma política formal da empresa. Mas a existência de outras reclamações públicas envolvendo dívidas antigas, prescrição, pressão para pagamento e registos negativos no Banco de Portugal torna legítimo perguntar se a tese dos vinte anos está a ser utilizada de forma repetida e massificada. Se existirem muitos consumidores na mesma situação, não estaremos perante casos isolados. Poderemos estar perante uma forma de cobrança que permite manter dívidas prescritas aparentemente vivas durante décadas, deixar crescer os valores reclamados e pressionar os consumidores a aceitar descontos sobre quantias cuja exigibilidade deveria ser previamente demonstrada. É importante que outros consumidores confrontados com situações semelhantes verifiquem as datas dos seus processos, peçam explicações por escrito, conheçam os seus direitos e não efetuem pagamentos apenas por causa de telefonemas, SMS, descontos ou referências a custos judiciais. Não pretendo uma campanha, um desconto ou um “perdão”. Não reconheço a exigibilidade nem os montantes atualmente reclamados. Exijo que a Whitestar: cesse os contactos telefónicos e por SMS e comunique apenas por escrito; responda de forma clara e compreensível à prescrição que invoquei; demonstre que tem o direito de continuar a cobrar estas dívidas tantos anos depois; reveja e corrija o registo na Central de Responsabilidades de Crédito, caso não consiga demonstrar a sua exatidão e legitimidade; cesse a pressão para pagamento enquanto estas questões permanecerem sem uma resposta séria e clara. Enquanto a Whitestar não esclarecer devidamente esta situação e não cessar a cobrança indevida, continuarei a utilizar os meios legais, regulatórios e públicos ao meu alcance. Continuarei também a alertar outros consumidores para a possibilidade de estarem a ser confrontados com a mesma situação, para que possam verificar os seus próprios processos e defender os seus direitos. A Whitestar conhece a minha identidade e dispõe de toda a correspondência anteriormente enviada sobre estes processos. Não pretendo um desconto para pagar dívidas prescritas. Pretendo que a Whitestar prove que tem o direito de as cobrar.

Em curso
A. S.
21/07/2026

Fraude e cobrança indevida

Venho por este meio contactar e solicitar pela ajuda do vossos serviços ( da deco PROTESTE) para poder estar a resolver esta situação que está pendente. Desde o ano passado solicitei um pedido de reembolso junto com o cancelamento do serviço que nem se quer foi prestado pela empresa chamada Jobleads, a qual está em dívida comigo ( a me dever um reembolso) num valor de aproximadamente mais de 100€ ( tenho todas as faturas dos débitos que foram feitos em minha conta, através do serviço da PayPal, a qual também não procedeu o meu pedido de reembolso. Agora estou a receber e-mails da PAIR Finance que também está a me cobrar valores absurdos por um serviço que nem usufrui. Por favor pesso pela ajuda e atenção para poder estar a me ajudar a resolver este caso. Com os melhores cumprimentos, André Silva.

Encerrada

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