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Cobrança de instalação sem informar
Ao oferecerem os produtos NOS, foram informadas todas as informações boas, inclusive que eu poderia cancelar em caso de arrependimento. Ao cancelar por arrependimento, fui informado que devo pagar um valor de 400 euros. Valor alto para um serviço que foi instalado em 5 minutos por usarem a mesma instalação. Nunca me informaram sobre tal situação e se eu posso cancelar sem fidelidade, de qualquer forma tenho que pagar um valor altíssimo. Usei por poucos dias, menos de um mês, só querem se aproveitar e tirar dinheiro dos outros.
Cancelamento de plano Sorriso Mais
Quando fui aderir ao plano do Sorriso Mais me confirmaram na ligação que eu poderia cancelar o plano quando quisesse. Confirmei isso com a menina por telefone diversas vezes e ela sempre me confirmando que eu poderia cancelar a qualquer momento sem pagar multa qualquer. Agora me informaram que a um período de carência de um ano. Pedi para que ouvissem as gravações e enclusive que me enviassem, mas nada adiantou. Enclusive quando se entra em contato são despreparados para resolver problemas e mau educados.
PEDIDO DE ANÁLISE SOBRE CORTE DE ABASTECIMENTO DE AGUA E ENCARGOS DE REALIGAçAO
Exmos. Senhores da DECO, Venho por este meio manifestar a minha profunda preocupação relativamente ao procedimento adotado pelas Águas de Cascais em situações de falha pontual de pagamento por débito direto. Sou cliente das Águas de Cascais e pago habitualmente as minhas faturas por débito direto. A minha última fatura liquidada corresponde ao mês de maio. Ao que tudo indica, terá existido um mês em que não havia saldo suficiente na conta bancária para efetuar a cobrança. Situações destas podem acontecer a qualquer cidadão, sobretudo numa época em que muitas famílias vivem com enormes dificuldades financeiras. O que considero incompreensível é não ter sido informada atempadamente da situação, através de carta, SMS, e-mail ou contacto telefónico, permitindo-me regularizar o valor em dívida numa loja, por Multibanco ou por qualquer outro meio de pagamento. Quando me desloquei à loja, fui informada de que: Se pretendesse o restabelecimento da água no próprio dia, teria de pagar 112,03 €; Se aceitasse aguardar até ao dia seguinte, o valor seria de 80,11 €. Estamos a falar de um serviço essencial à vida humana, numa altura em que as temperaturas rondam os 35°C. A água é indispensável para higiene pessoal, utilização de instalações sanitárias, preparação de alimentos e necessidades básicas de saúde. Considero legítimo que exista uma penalização por falta de pagamento. Contudo, parece-me totalmente desproporcionado que uma situação que poderia ser resolvida através de um simples aviso prévio resulte em encargos desta dimensão. Pergunto ainda como conseguem suportar estes custos famílias com reformas baixas ou rendimentos reduzidos. Eu, felizmente, consigo pagar. Mas muitas pessoas não terão essa possibilidade. Mais preocupante ainda é o facto de, em determinadas moradias com vários contadores, estas cobranças poderem ser aplicadas a cada contador, agravando significativamente o impacto financeiro. Na minha opinião, algo está profundamente errado neste procedimento. Parece-me excessivo, desumano e incompatível com a natureza de um serviço público essencial. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada e que sejam ponderadas medidas mais equilibradas, designadamente: Aviso prévio obrigatório antes do corte do abastecimento; Prazo razoável para regularização da dívida; Penalizações proporcionais ao montante em falta; Proteção acrescida para idosos, pensionistas e famílias economicamente vulneráveis. Acredito que uma sociedade justa deve conciliar o cumprimento das obrigações de pagamento com o respeito pela dignidade das pessoas. Solicito que esta situação seja analisada e que me seja esclarecida a fundamentação destes valores de corte e religação de um serviço público essencial, bem como a proporcionalidade dos mesmos face ao valor eventualmente em dívida. Com os meus melhores cumprimentos, Maria Madeira Soares
Cobrança excessiva
Exmos. Senhores, Minha Mãe foi cliente da Meo com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº ( NÚMERO DE CONTRATO), cliente nº 1338700938, Julia Elvira Fatima dos Guimaraes Captivo. Como se trata de uma pessoa de muita idade, os seus assuntos são tratados por mim, sua filha. Por ocasião da tempestade Kirstin, a Meo deixou de fornecer o serviço, e declarou não poder restabelecê-lo na modalidade ADSL, propondo a instalação de uma antena via satélite, modalidade que foi sempre liminarmente recusada. Nessa data, a empresa não dispunha de fibra ótica para a nossa morada. Perante isto, mudámos para A Vodafone, e tem sido um problema evitar cobranças indevidas por parte da Meo, que pretende receber a penalização da fidelização, para além de as pessoas que fazem o atendimento telefónico protelarem ou não darem esclarecimentos sobre a forma definitiva de por termo ao contrato. É lamentável que uma empresa treine os seus empregados para prejudicar os clientes. Em todo este processo, foram já feitas duas queixas à ANACOM, que se limitou a informar a MEO. Perante isto, estamos já na fase em que a empresa ameaça com processos judiciais. Em conversas telefónicas com os funcionários, a culpa é nossa por não termos aceite a alternativa do satélite. É absurdo, porque o consumidor tem liberdade de escolha e não pode ser obrigado a comprar o que não quer. O que devo fazer? Pago? Qual é a probabilidade de ser processada e perder no tribunal? Quem defende o consumidor da ganância das empresas de telecomunicações? Como é que se deixa uma empresa receber por um serviço que não prestou desde finais de janeiro do corrente ano? O que faz a Anacom? Possuo provas de todos estes passos, com exceção das conversas com os atendedores de chamadas, porque essas, como é óbvio, ficam do lado da empresa (!). É portanto enquanto cidadã e filha de uma pessoa com 94 anos, que tive de deslocar várias vezes penosamente a uma loja da empresa, que vos peço ajuda. Seria mais fácil pagar, mas estamos perante um abuso e uma injustiça com os quais não se deve pactuar. Cumprimentos. Pela titular, Isabel Sá
FACTURAÇÃO INDEVIDA
Exmos. Senhores, Efectuei pedido de cancelamento de serviços prestados pela empresa NOS em 05/03/2026 conforme documentação que anexo, e estou a ser intimado por aquela empresa a pagar mensalidades até 08/06/2026, alegando que o contato só foi cancelado a 19/05/2026. Já efectuei reclamação sobre o assunto, mas a empresa continua a exigir pagamento indevido. Agradecia ajuda no sentido de me informarem como devo proceder para resolver esta situação. Anexo documentos confirmando cancelamento do contrato e mail da empresa a exigir pagamento Melhores cumprimentos Notificacao LRO [notificacao.lro@nos.pt] Anexosquarta, 24/06, 17:05 (há 15 horas) para mim [Este endereço não está programado para receber e-mails. Pode contactar-nos através dos meios alternativos em aqui] Caro Cliente, Analisámos a reclamação que apresentou no livro de reclamações e agradecemos a oportunidade de lhe prestar os esclarecimentos necessários. O seu pedido de cancelamento foi efetivado a 8 de junho Recebemos o seu pedido de cancelamento no dia 19 de maio. De acordo com as condições gerais do seu contrato, os pedidos de cancelamento devem ser feitos por escrito e com 10 dias de antecedência relativamente ao final do período de faturação. Informamos que tem um valor de €141,52 a pagar, referente às faturas FT 2026xxxxxx690, FT 20269xxxxxx501, FT 20269xxxxxx706 e FT 20269xxxxxx658 Pode pagar este valor numa loja NOS ou através de Multibanco (MB). Se tiver dúvidas fale connosco, estamos sempre disponíveis para si no site NOS Ajuda pelo telefone 931 699 000 ou 16990, em dias úteis das 9h00 às 21h00 numa loja NOS 2 anexos • Verificado pelo Gmail
cobrança indevida
Venho apresentar reclamação relativamente à forma como fui atendida na Clínica HeyDoc Norteshopping e à exigência de pagamento de um valor que contradiz as comunicações anteriormente efetuadas pela própria clínica. Em março de 2025 fui contactada pela clínica para regularizar um valor pendente. Após solicitar esclarecimentos sobre o montante em dívida, recebi comunicação escrita da Gestora de Clínica, Dra. Sandra Pereira, informando que, embora o valor total do tratamento fosse de 305€, devido à cobertura do meu seguro Multicare, o valor efetivamente a meu cargo seria de 70€. Na sequência dessa comunicação, a clínica enviou-me os dados bancários para pagamento dos referidos 70€, informação que foi reiterada posteriormente por e-mail. Não procedi ao pagamento naquele momento porque me encontrava fora da cidade do Porto e, posteriormente, em Moçambique, no âmbito das atividades relacionadas com a minha investigação de doutoramento e compromissos profissionais. Contudo, nunca recusei regularizar a situação. Assim que regressei a Portugal, entrei em contacto com a clínica para retomar o tratamento, levantar a prótese já produzida e resolver o assunto do pagamento pendente. Para minha surpresa, fui informada de que teria de pagar 305€ e não os 70€ que me tinham sido comunicados por escrito pela própria clínica. Quando procurei esclarecer a discrepância entre os valores, explicando que possuía e-mails da clínica indicando expressamente que o montante devido era de 70€ e que o meu seguro Multicare se encontrava ativo, não me foi apresentada qualquer justificação documental ou explicação para a alteração do valor. A situação foi agravada pela forma como fui atendida. A colaboradora que me recebeu recusou-se a analisar os esclarecimentos prestados e insistiu que o único valor aceite seria 305€. Posteriormente fui conduzida para uma sala onde se encontrava outra colaboradora, tendo ambas insistido no pagamento imediato daquele montante. Durante todo o atendimento senti-me pressionada e constrangida. Foi-me transmitido que, caso não efetuasse o pagamento imediato dos 305€, não teria acesso à continuação do tratamento nem à prótese já produzida. Considero particularmente grave que: Exista comunicação escrita da própria clínica indicando que o valor a meu cargo seria de 70€; Não me tenha sido apresentada qualquer fundamentação para a posterior exigência de 305€; O acesso ao tratamento e à prótese tenha sido condicionado ao pagamento imediato desse valor; O atendimento tenha decorrido de forma desrespeitosa, sem disponibilidade para analisar a documentação existente ou prestar esclarecimentos adequados. Solicito a apreciação desta situação, bem como o apuramento da conformidade da atuação da clínica relativamente aos deveres de informação, transparência e respeito pelos direitos dos utentes. Solicito ainda que a clínica seja instada a apresentar uma discriminação detalhada dos valores alegadamente em dívida e a justificar formalmente a divergência entre os 70€ comunicados por escrito e os 305€ posteriormente exigidos. Anexo cópia das comunicações eletrónicas trocadas com a clínica que comprovam os factos acima descritos. Anny Mireilles Sarea de Mendonça
Faturação em desacordo com valor confirmado por escrito pela Vodafone
Venho apresentar reclamação relativamente à faturação do meu contrato. Em 18 de dezembro de 2025, na sequência da ocorrência n.º 6607376, a Vodafone reconheceu expressamente a existência de uma divergência na faturação a meu favor e comunicou, por escrito, o seguinte: "Assim, procedemos à correção do valor de desconto da velocidade de Internet (serviços suplementares na fatura), ficando a partir de agora o valor da mensalidade em € 41,20 (com IVA)." Na mesma comunicação, a Vodafone informou ainda que tinha sido solicitado o acompanhamento da fatura seguinte "de forma a verificar que o valor já vem correto, com o desconto adicionado". Perante esta comunicação, ficou inequivocamente estabelecido pela própria Vodafone que o valor mensal a cobrar passaria a ser de 41,20€ (IVA incluído), tendo sido inclusivamente emitida nota de crédito para regularização da situação. Contudo, a Vodafone continua a recusar a aplicação deste valor, alegando que o montante atualmente faturado resulta do aumento tarifário aplicado em 09-01-2026 e comunicado em novembro de 2025. Esta justificação é contraditória com a comunicação enviada pela própria Vodafone em 18-12-2025. Com efeito, essa comunicação é posterior à alegada informação sobre o aumento de preços enviada em novembro de 2025, pelo que o valor de 41,20€ já deveria refletir todas as condições comerciais e atualizações tarifárias conhecidas e aplicáveis nessa data. Acresce que a Vodafone não comunicou que o valor de 41,20€ seria temporário, provisório ou sujeito a novo recálculo decorrente do aumento tarifário. Pelo contrário, afirmou expressamente que "a partir de agora o valor da mensalidade" seria 41,20€, criando uma legítima expectativa de que esse seria o valor contratualmente devido. Assim, solicito: 1. A correção imediata da mensalidade para o valor de 41,20€ (IVA incluído), conforme comunicado pela Vodafone em 18-12-2025; 2. A devolução ou crédito de todos os montantes cobrados em excesso desde essa data; 3. A apresentação de fundamentação documental que justifique por que motivo a Vodafone desconsidera a comunicação escrita enviada ao cliente em 18-12-2025, na qual definiu expressamente o valor mensal a cobrar. Importa ainda referir que, ao longo dos últimos meses, procurei resolver esta situação de forma amigável através de diversos contactos com o apoio ao cliente da Vodafone. No entanto, as respostas recebidas limitaram-se, de forma reiterada, a justificar o valor faturado com o aumento tarifário de janeiro de 2026, sem que fosse devidamente analisada a questão concreta que apresentei. Em várias ocasiões, ficou a clara perceção de que a reclamação não estava a ser efetivamente apreciada, sendo utilizadas respostas padronizadas e genéricas sobre o aumento de preços, ignorando por completo o facto de a própria Vodafone ter comunicado posteriormente, em 18/12/2025, que a mensalidade passaria a ser de €41,20. Esta postura inviabilizou a resolução do problema e motivou a presente reclamação que apresentei também no livro de reclamações.
Cobrança indevida de valores
Tive várias cobranças no meu cartão da amazon. com a referência de ANU AUT 8195 AMAZON 20260620 com cobrança no total de -45,65 no dia 20/06/2026. E foi feita várias cobranças assim: ANU AUT 8195 AMAZON 20260619 -1,01 ANU AUT 8195 AMAZON 20260619 +1,01 ANU AUT 8195 AMAZON 20260620 -43,63 ANU AUT 8195 AMAZON 20260620 - 1,01 ANU AUT 8195 AMAZON 20260620 +1,01 Dizem que foi por causa da minha conta de vendas da amazon, mas eu NUNCA USEI A CONTA DE VENDEDOR, NUNCA VENDI NADA. E mesmo assim me cobraram estes valores. Cobraram 26,85€ e 43,63€. Quero meu dinheiro de volta, já entrei em contacto com meu banco, já mandei mensagem para a amazon, mas tratam com descaso. Esses valores são indevidos. E não autorizei nenhum deles.
Faturação errada
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrônicas á mais de 20 anos com o nºC680960801. Na fatura 202691/1666596 foi cobrado um valor extra de 3,75€ que não concordo nem aceito. Solicito a correção da fatura ou e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Valor excessivo de gás
Fiz o contrato com a Gold recentemente antes não pagava mais que 40 euros, agora essa fatura simplesmente veio mais de 80 euros e eu mal fiquei em casa e meu consumo não tem como ter sido mais de 700 kw/h
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