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Correção de data fim da fidelização e valor da multa
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº 314275315. Alerto-vos para o erro existente nas faturas enviadas – à data de emissão da fatura de janeiro/2026, o número 185583135 tem em vigor um contrato do tipo Serviço Fixo, com data de fim 24-10-2026, e caso eu pretendesse terminar o contrato de prestação de serviço, teria a pagar um valor de €188,73 (valor com IVA incluído). Pra mim, nao tinha nenhum problema pagar esse valor, pois já não estava satisfeito com o cobrado mensalmente, por isso tentei através de vários contatos telefónicos e em loja, verificar a possibilidade de redução do pacote com a própria Vodafone, mas me disseram que não seria possível a redução e que eu teria que esperar o fim da fidelização em outubro/2026. No entanto, ao encontrar uma empresa que atendia minhas necessidades, assinei o contrato com ela no dia 15/02/2026. A mesma enviou a informação para a Vodafone quanto a portabilidade dos números de telemóveis e o cancelamento dos serviços de casa. Na fatura seguinte da Vodafone (fevereiro/2026), a mensagem já constava assim: 'À data de emissão desta fatura, o número 185583135 tem em vigor um contrato do tipo Serviço Fixo, com data de fim 16-02-2028. Caso pretenda terminar o contrato de prestação de serviço, terá a pagar um valor de €514,80 (valor com IVA incluído)'. Ou seja, com o pedido da portabilidade, os serviços foram renovados sem autorização. Solicito a correção imediata das faturas (fevereiro/2026 e seguintes) seguindo o valor e a data fim que consta na fatura de janeiro/2026 e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Valor do KWH fatura não corresponde ao estabelecido.
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº ( NÚMERO DE CONTRATO). Já por diversas vezes tentei contactar para o erro existente nas faturas enviadas – quando me apresentaram os valores a pagar pelo KWY, informaram me que pagaria em horario do vazio 0.09KWY, e em horario de ponta, pagaria 0.11KWY, e neste momento o que entendo das faturas enviadas. é que estamos a pagar 0.16KWY nas horas de ponta. Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Serviços activados sem autorização do cliente
Eu, Dora Maria dos Santos Bárbara com o NIF 19516660 com o nº cliente 310351098, venho por este meio informar V Exª. que me foram cobrados na sequência da activação automática de serviços adicionais não solicitados, isto é, serviços activados, faturados e cobrados para além dos que estão incluídos no pacote (tarifário) desde 2014 a 2021, é simples de cada vez que excedia os 1 GB de internet a que tinha direito, era automaticamente activado um pacote extra de 200 MG correspondende a 2,49€, ás vezes várias vezes por dia. A Vodafone Portugal vai ter que restituir aos clientes os pagamentos que lhes tenham sido cobrados na sequência da activação automática de serviços adicionais não solicitados, de acordo com o acordão do SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. As fidelizações são um engano GRAVE UM EMBUSTE, verdadeiramente chocante, as propostas de fidelização das operadoras são anticoncorrenciais e lesivas dos interesses do consumidor, isto num pais que paga telecomunicações 20% acima dos preços praticados na União Europeia um aumento de 8% no custo das telecomunicações nos últimos 12 ANOS quando Nos 27 os preços cairam 15% no mesmo período. Foi apresentado aos clientes que com as fidelizações as comunicações eram mais baratas, é um EMBUSTE no que é dito aos portugueses que são as vantagens ou descontos depois de aludir aos preços, qual é a razão?? para serviços como o de internet custarem o dobro em Portugal?? Não há razão absolutamente nenhuma. AS FIDELIZAÇÕES SÃO UM ENGANO, EM QUE O PAIS TEM CAIDO. Em conclusão gostaria de ter esclarecimentos, em relação aos serviços activados e faturados indevidamente desde 2014 a 2021
Faturação
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.ºAG-251122-3114264 , comuniquei-vos já em momento anterior o facto de não receber faturas desde janeiro aonde ficamos a espera sem saber o valor exato que vira a fatura e quando imitem a fatura vem valores super altos aonde somos obrigados a criar um plano de pagamento para pagar me recuso a fazer isso pois a falha não vem de mim isso já é um abuso pois sempre dizem que e uma.alteracao no sistema mais já vejo eles falarem isso a mais de um ano e me recuso ter que fazer um plano de pagamento tendo que fica com uma dívida mensal sem necessidade Reforço o meu pedido e informo, desde já, que irei invocar a prescrição, prevista na lei para os fornecimentos com mais 6 meses, caso tal seja aplicável. Solicito ainda que, tratando-se de uma falha vossa Cumprimentos.
Cobrança antecipada indevida
Boa tarde. Recebi por email dia 30/03/2026 uma cobrança valor 64,64 referente ao pagamento do seguro Automóvel do mês de Fevereiro e Abril com vencimento para dia 29/04. Paguei dia 01/04/2026, pois desde 25/10/2025 que a Generali não emviou-me minha carta verde. Pago o seguro mensalmente. Ja solicitei varias vezes a carta verde, e a Generali informa que ainda devo mes de Março, pois o que paguei foi mes de Maio. Como e possível se pago o seguro por mes e era o mes de Abrilque faltava, pois tenho da seguradora informando que o ultimo anterior wue fiz, daria cobertura ate 30/03/2026. Isso é enganar! Como poderia pagar o mes de maio se faltava Março. A empresa se recusa devolver o paguei para cancelar e não enviam carta verde. Tenhos os emails
Recusa de cancelamento de contrato e obstáculos ao exercício do direito de arrependimento – Impress
Venho por este meio solicitar apoio relativamente a uma situação de conflito com a clínica Impress e a entidade financeira seQura (SVEA Bank AB), no âmbito de um contrato de tratamento com alinhadores invisíveis financiado. No dia 31/03/2026 celebrei um contrato com a clínica Impress, tendo posteriormente contratado financiamento à distância com a seQura. Encontro-me atualmente dentro do prazo legal de 14 dias para exercer o direito de arrependimento relativamente ao contrato de crédito, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 133/2009. Solicitei o cancelamento tanto à clínica como à entidade financeira dentro deste prazo. No entanto, fui informada pela seQura de que o cancelamento depende da comunicação por parte da clínica, recusando assim dar seguimento direto ao meu pedido de revogação do contrato de crédito. Por sua vez, a clínica Impress recusa o cancelamento com o argumento de que o tratamento é um produto personalizado e que os alinhadores já se encontram em produção ("Informamos que este tratamento é um tratamento personalizado, desenvolvido exclusivamente de acordo com as necessidades individuais do paciente. Por esta razão, não pode ser devolvido ou transferido para outro paciente, uma vez que não é aplicável a terceiros. (O prazo para entrega do seu kit é de cerca de 8 a 10 semanas após terminar os pré-tratamentos indicados pela equipa médica na consulta de avaliação"). No entanto, mesmo após ligação com o gestor hoje 07/04/2026: • Não foi apresentada qualquer prova concreta do início da produção; • Não foi fornecida data de início nem documentação comprovativa; • O tratamento ainda não foi iniciado; • Fui informada anteriormente que o processo levaria várias semanas até à fase de produção; • Não foi prestado consentimento expresso e informado para início imediato da produção com perda do direito de livre resolução. Adicionalmente, o contrato foi assinado antes de uma avaliação clínica completa, o que levanta dúvidas quanto à qualidade da informação pré-contratual fornecida. Encontro-me assim numa situação em que: • A entidade financeira impede o exercício direto do direito de arrependimento; • A clínica recusa o cancelamento sem comprovação adequada; • Existe risco de cobrança indevida apesar de estar dentro do prazo legal. Desta forma, solicito apoio para: • Garantir o exercício do meu direito de arrependimento; • Esclarecer a legalidade da recusa apresentada pela clínica; • Impedir quaisquer cobranças indevidas; • Apoiar na obtenção de eventual reembolso de valores já pagos. Agradeço desde já a vossa análise e apoio urgente, tendo em conta que me encontro dentro do prazo legal para exercer os meus direitos. Com os melhores cumprimentos, Julia Casseb
Taxas ossário Cemitério do Feijó
Venho por este meio apresentar uma queixa relativa à alteração abrupta e desproporcional do valor das taxas de anuidade de ocupação referente aos ossários no Cemitério do Feijó, gerido pela Câmara Municipal de Almada. Os ossários neste cemitério foram construídos há décadas. Cúbiculos de 40x40x60 cm feitos em fibrocimento ou material muito idêntico onde permanece uma pequena urna com os ossos da pessoa defunta, sendo paga uma anuidade pela ocupação. Até ao ano transato (2025), o valor que se pagava era de 6.52€. No entanto, este ano (2026), fui confrontado com uma fatura no valor de 78,77€. Trata-se de um aumento de 1208%, aplicado sem qualquer aviso prévio ou comunicação direta aos munícipes. Os valores das taxas previstas na tabela de taxas municipais deverão ter em conta o Índice de preços ao consumidor (IPC), e o valor pago não corresponde aos custos suportados pelo município com a prestação do serviço. Considero que esta atuação da autarquia carece de fundamentação e razoabilidade. Um aumento desta magnitude não parece corresponder a um acréscimo equivalente no custo do serviço ou na manutenção das infraestruturas, que são há décadas nenhumas ou com insignificante manutenção. A autarquia deve cobrar, pela prestação de um determinado serviço ou utilização de um bem, uma taxa equivalente ao custo associado à realização ou manutenção do mesmo, não no caso em apreço, não há proporcionalidade A grande maioria dos ossários são possuídos por pessoas idosas, cujo aumento é muito significativo para as reformas e mesmo para quem trabalhar mas aufere ordenados ... A alteração radical de um valor histórico sem um período de transição, progressividade ou justificação clara fere a confiança do cidadão nas instituições públicas. Recebi a fatura no dia 25 de março para pagar até dia 5 maio. Face ao exposto, solicito a vossa intervenção junto da Sr.ª presidente da Camara Municipal de Almada no sentido de averiguar da conformidade deste brutal aumento, e de como pode ser revertido Grata, Cristina Fonseca
Me cobraram por um serviço não prestado
Em 25 de março de 2026 - Depois de ler as restrições no Google, dos nºs que são cobrados fora dos 1000 min, vi que estou trocando 6 por meia dúzia e mais caro Portanto desejo cancelar a adesão/contrato com vocês a partir desta data pode mandar alguém vir buscar o SIM card quando chegar Atentamente Jose Moura Mello NIF 280395361 Em março também não recebi nenhum SMS que seria debitado por um serviço que nunca usei (como podemos chamar isso?) em 07 de abril de 2026 - O cartão SIM ainda não chegou Como diz o modelo de resumo do contrato “o contrato inicia-se na data de instalação/ativação e vigora por um periodo de 1 meses” - ISTO NUNCA OCORREU POR NÃO TER O SIM PARA ATIVAR/INSTALAR. Portanto é meu direito ter o meu dinheiro devolvido Pode depositar nessa conta IBAN PT50 3560 0001 9001 8426 9838 6
Cobrança Indevida
Subscrição iniciada em setembro de 2025. Em 26/12/2025 foi realizada uma cobrança automática não autorizada, contestada na altura, tendo a empresa recusado reembolso alegando renovação automática. Não reembolsaram o valor de 45,99€. Solicitei o cancelamento nessa mesma altura. Em 28/02/2026 reforcei o pedido de cancelamento por email, sem qualquer resposta da empresa. Apesar disso, em 26/03/2026 foi efetuada uma nova cobrança no valor de 45,99€, referente a outra renovação, mesmo após ter pedido claramente o cancelamento. Ao contactar de novo a empresa, não obtive novamente o reembolso do valor. Considero esta cobrança indevida e uma falha grave no tratamento do pedido de cancelamento. Solicito o reembolso de 45,99€; o cancelamento definitivo e imediato da subscrição e confirmação por escrito.
Cobrança Indevida
Exmos Senhores, venho opor meio desta, formalizar uma reclamação a empresa Vodafone, por cobrança indevida. Primeiro, recebi um SMS com a seguinte mensagem: Ola, detetamos que desde o dia 17 de dezembro de 2025 nao foram taxados na sua fatura, conta 314227154, 24 servico(s) de valor acrescentado, subscritos pelo numero 912397393. O problema tecnico ja foi corrigido, e vamos faturar os valores em atraso na proxima fatura, no valor total de 41,04 eur + IVA. Obrigada. Na sequência um email : Olá, Devido a um erro técnico, alguns serviços de valor acrescentado não foram incluídos na sua fatura desde o dia 17/12/2025, referentes à conta n.º 314227154. No documento em anexo, pode consultar os serviços subscritos, as respetivas datas e o número que ativou e recebeu os avisos de taxação por mensagem. A situação já foi corrigida e os valores em falta serão incluídos na sua próxima fatura, conforme comunicado por SMS. Obrigada, Vodafone Portugal E na fatura de número 314227154, cobram um valor de "Correção faturação Playono" no valor de € 50,48 com IVA. Isso é um completo absurdo, não tenho ou assinei qualquer serviço extra contratado a minha conta. Liguei no serviço de atendimento, e a resposta foi que eera isso mesmo, e que iria ser cobrado, mostrando uma total falta de respeito para com o consumidor. Exigo o cancelamento imediato dessa cobrança, e ressarcimento do valor cobrado. Melhores cumprimentos Alexandre Feijó
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