Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
D. L.
02/10/2026

Indminização por Trantornos devido a Overbooking

No dia 30/8 tinha voo de Sao Vicente para Lisboa no voo 1558 e foi me negado o embarque no aeroporto Cesária Évora mesmo chegando á tempo e horas pelo Staff da TAP alegando "Overbooking" mesmo sabendo que era imprescindível que eu viajasse nesse dia, pois no dia seguinte tinha compromissos pessoais e profissionais e que eu tinha adquirido o meu bilhete (16/2) e organizado os meus compromissos meses antes para que retornasse nesse dia e só consegui retornar no dia 31/8. É completamente incompreensível e inconcebível o procedimento de deixar o voo em "aberto" e um passageiro que compra o bilhete meses antes ser prejudicado, e que a "justificativa" passa por realocar o passageiro noutro vôo, hospedagem e pequena compensação financeira achando que isso resolve o problema do passageiro, sendo que para efetuar a mudança do bilhete estavam a cobrar 550€. A TAP me atribuiu nesse dia transporte, vouchers de refeições e ainda um voucher de 400€ para descontar quando chegasse aqui, eu recusei alojamento já que possuia. Ao chegar submeti uma reclamação no site oficial da TAP pedindo para que responsabilizassem pelo sucedido, pediram os meus dados bancários para que depositassem o voucher, que segundo eles ja foi depositado por esses dias mas não chegou, ainda eu pedi para que eles responsabilizassem através de uma indemnização pelos transtornos causados pois faltei o trabalho noutro dia foi me descontado o dia no salario e tive despesa de uber tambem ao chegar por esse dia ja nao ter alguém para me buscar e pelo transtorno e stress que passei no aeroporto aquando do não embarque no dia anterior e eles se negaram dizendo que o procedimento é só o pagamento do voucher de 400€ ao passageiro que há meu ver nao compensa os transtornos causados e a falta respeito para com o passageiro. Se fosse possível eles serem responsabilizados pelo sucedido de forma justa para comigo como passageiro.

Em curso
I. V.
30/09/2026

Acidente

Exmos Senhores No dia 18/09/2026 efetuei viagem no autocarro da rede expresso nº 52, partida de Lisboa-Sete Rios pelas 18:00, com destino a Macedo de Cavaleiros com hora de chegada prevista pelas 23:40. Comprei 3 bilhetes, em nome de Isabel Veiga tendo sido atribuído automaticamente o lugar nº 52, Elisabete Veiga lugar nº 53 e Eduardo Veiga lugar nº51. Após minutos de viagem, o autocarro procedeu a uma travagem brusca e um camião bateu violentamente na parte traseira do autocarro partindo o vidro traseiro onde estávamos sentados. Estilhaços de vidro caíram em cima de nós e minúsculas partículas ficaram incrustadas na pele, roupa cabelo. Após o embate, ficamos em choque e muito preocupadas com a saúde do meu pai, dado que tem 86 anos e diversos problemas de saúde (insuficiência cardíaca, renal e câncer). Durante alguns dias ficamos com dores de costas e ainda encontrávamos pequenos estilhaços no corpo. Acresce referir a atitude do motorista, que não foi de empatia e preocupação para com os passageiros, não se deslocou à parte traseira do autocarro para averiguar a situação dos passageiros nem os estragos do acidente. Assim, e tendo em conta o referido solicitamos uma indemnização pelos danos causados, tanto emocionais, como físicos. Junto anexo imagens do acidente. Atenciosamente, Isabel Veiga Contato 930445669 E-mail : isabel67veiga@gmail.com

Em curso

Código de homologação não enviado

Exmos. Senhores, Venho por este meio demonstrar a minha frustração pois ainda não me enviaram o código de homologação de um veiculo que importei e já passaram 3 semanas. Aguardo, Pedro Freitas

Em curso
L. C.
25/09/2026

Condução agressiva e inadequada

Assunto: RECLAMAÇÃO URGENTE — Condução extremamente perigosa e risco para a segurança dos passageiros | Viatura 93 | Viagem 99309 Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal e urgente relativamente à viagem da Rede Expressos com o código 99309, realizada no dia 24 de setembro de 2026, no percurso Lisboa (Sete Rios) – Faro, com partida por volta das 18h30, na viatura 93. Viajava com o meu filho, nos lugares 45 e 46, e considero importante comunicar formalmente o que aconteceu, uma vez que a condução praticada durante a viagem me causou receio pela nossa segurança e pela segurança dos restantes passageiros. Durante o percurso, o motorista apresentou, na minha perceção enquanto passageira, uma condução muito agressiva, com acelerações e manobras bruscas e velocidade que me pareceu excessiva para as circunstâncias. Num dos momentos da viagem, uma manobra foi particularmente assustadora: o autocarro apresentou uma movimentação extremamente brusca, chegando a parecer levantar/inclinar-se de forma anormal, provocando uma sensação real de instabilidade dentro da viatura. Para quem viajava no interior, foi uma situação que poderia ter tido consequências muito graves caso o veículo tivesse perdido o controlo. A situação não se limitou a esse momento. Já na aproximação a Faro, presenciei o motorista a ultrapassar outros veículos pela direita, mantendo uma velocidade elevada, comportamento que considerei particularmente preocupante num veículo de transporte coletivo com passageiros a bordo. Não estou a apresentar esta reclamação por uma questão de desconforto ou preferência pessoal relativamente à forma de conduzir. Estou a fazê-lo porque, enquanto passageira e mãe que viajava com o filho, senti que a margem de segurança estava a ser colocada em causa. Uma situação desta natureza merece, na minha opinião, uma averiguação séria e não apenas um registo administrativo da reclamação. Solicito expressamente que a Rede Expressos proceda à averiguação da viagem, incluindo, caso existam, a consulta dos registos de localização/velocidade da viatura, dados da viagem, eventuais sistemas de videovigilância e quaisquer outros elementos que permitam apurar objetivamente a condução praticada. Solicito ainda que a empresa verifique se existem outros elementos ou ocorrências associados à mesma viagem que possam contribuir para o apuramento dos factos. Peço que esta reclamação seja tratada com a devida gravidade, tendo em conta que estamos perante um serviço de transporte coletivo de passageiros, no qual a segurança deve constituir uma prioridade absoluta. Agradeço que me seja enviada uma resposta formal sobre o resultado da averiguação e as medidas tomadas na sequência desta ocorrência. Apresento esta reclamação com o objetivo de alertar a empresa para uma situação que considero suficientemente grave para merecer análise e acompanhamento, antes que uma situação semelhante possa resultar num acidente com consequências para passageiros ou terceiros. Com os melhores cumprimentos, [Nome] Passageira Viatura: 93 Lugares: 45 e 46 Código da viagem: 99309 Data: 24/09/2026 Percurso: Lisboa (Sete Rios) – Faro

Em curso
A. C.
25/09/2026

Queixa contra motorista da linha 1713 da Carris Metropolitana e Viação Alvorada por insultos

Hoje 25/09/2026 eu estava a passar passadeira junto à rotunda da Amadora este, perto do metro e das paragens quando, por volta das 09h57 o autocarro 1713 (Algés) da Carris metropolitana com a matrícula AL-30-VT parou na passadeira para eu passar. Quando eu estava quase no fim da passadeira o motorista apitou me e avançou de imediato, sendo que eu ainda me encontrava na passadeira. Eu olhei para o motorista com cara de espantada e ele olhou para mim com desprezo e seguiu. Uns metros à frente parou o autocarro e saiu do mesmo para verificar alguma coisa na parte exterior do autocarro, eu fiz questão de lá ir perguntar porque é que ele tinha apitado se eu estava numa passadeira ao que ele me responde: "eu nem lhe respondo" e depois diz "você deve achar que é a Madonna" de seguida ele coloca os fones, vira me costas e dá a volta para entrar novamente no autocarro, eu vou atrás e aponto para as minhas pernas, nais quais se nota visivelmente a diferença de uma para a outra, qualquer pessoa vê (tenho pé boto e isso além afetar o pé afeta a perna também e, consequentemente, a minha locomoção e a velocidade da mesma) e perguntei lhe "você acha que eu consigo andar mais rápido do que aquilo, acha?" Ao que ele me responde "você é uma otária". Eu voltei a dar a volta ao autocarro para ver a matricula e o número e voltei a entrar para lhe perguntar o nome ao que ele me responde: "eu não tenho que lhe dar o meu nome". Com tudo isto eu caí porque obviamente enervei me e se me enervo e tento andar mais rápido a minha perna não aguenta e eu acabo por cair. Agora estou prestes a entrar no meu trabalho sem saber como vou aguentar sem chorar o resto do dia e como serei eu produtiva hoje depois disto. Acho que a Carris metropolitana e a Viação Alvorada deviam ter mais atenção a quem empregam, porque há pessoas que não valem nada, nem como profissionais nem como pessoas. É horrível ter que passar por isto, espero que ele nunca tenha um filho que nasça com o mesmo problema que o meu.

Em curso
M. S.
24/09/2026

Péssimo serviço

Bilhetes nos. 5180-12892 e 5180-12893 emitidos em 2026.09.11 11:26
. Ao adquirir bilhetes 1a. classe ida e volta para viagem para eu e minha esposa, com destino a Vila Real de Santo Antonio, solicitei a atendente escolher assentos. Contudo a atendente me entregou os bilhetes já com assentos marcados sem que eu tivesse a oportunidade de os escolher. No embarque na estação de Pinhal Novo não houve informação sobre a posição da carruagem em relação a composição, o que nos fez ficar distante da carruagem da 1a. classe, gerando já de início um desconforto no embarque. A viagem de ida até o Faro foi realizada no IC, numa carruagem velha, sem wifi acessível, sem tomada para carregar telemóvel, com assentos desconfortáveis, com uma casa de banho em mal aspecto. E a viagem teve um atraso de mais de trinta minutos na chegada. A viagem de volta a partir do Faro foi realizado no AP, numa carruagem também velha, sem wifi acessível, com tomadas para carregar telemóvel danificadas, com assentos desgastados e desconfortáveis, e com o agravante de os assentos serem num conjuntos de quatro lugares com mesa, onde dois dos assentos ficam obrigatoriamente de costas para o sentido da viagem - justamente os assentos que me foram destinados, o que causou extremo mal estar a mim e minha esposa pois sofremos de cinetose. A situação se agravou ao longo da viagem pois a proximidade física com outros passageiros e a limitação de espaço para as pernas impedem que se incline ligeiramente o corpo ou mude de posição para aliviar a náusea. Que pese ainda o fato de os assentos estarem no final da última carruagem da composição. Resumindo, uma péssima experiência que poderia ter sido minimizada com um correto atendimento no guichê.

Em curso
J. G.
24/09/2026

Encomenda não recebida

Fiz uma encomenda na Druni.pt no passado dia 14/09/2026, sendo que no dia 16/09/2026 recebi mail da Druni a confirmar o envio da mesma através da transportadora sending com a referência 5000557265 e com o número de rastreio 316272511758. Nesse mesmo dia recebi mail da sending a informar que a encomenda seria entregue no dia 18/09/2026. A encomenda não só não foi entregue nesse dia, como até ao momento informação fornecida através do rastreamento da encomenda data do dia 18/09 às 8:07 em que diz que a encomenda se encontra em entrega. Já contactei via email a Druni.pt e a Transportadora e até ao momento não obtive qualquer resposta por parte de nenhuma das empresas.

Em curso

Documentação não recebida

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à aquisição de uma viatura com a matrícula BZ-55-CJ, adquirida à empresa Matrizauto no dia 2 de janeiro de 2026. Até à presente data, 23 de setembro de 2026, continuo sem receber os documentos da referida viatura, tendo já decorrido mais de 8 meses desde a data da aquisição. Durante este período, tenho-me deslocado presencialmente às instalações da Matrizauto por diversas vezes, com o objetivo de obter esclarecimentos e resolver a situação. Contudo, apesar das várias diligências efetuadas, a situação continua sem resolução, não me tendo sido apresentada uma explicação concreta para o atraso nem uma data definitiva para a entrega dos documentos. Considero esta situação extremamente preocupante e lesiva dos meus direitos enquanto proprietário/comprador da viatura, uma vez que adquiri o veículo há mais de oito meses e continuo sem ter na minha posse a documentação necessária. Face ao exposto, venho solicitar ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) que, dentro das suas competências, analise esta situação e me informe sobre os procedimentos que devo adotar para regularizar a documentação da viatura, bem como, se aplicável, que proceda às diligências necessárias junto da entidade responsável. Solicito igualmente que me seja prestada informação sobre a situação documental/registal da viatura com a matrícula BZ-55-CJ e sobre a eventual existência de algum impedimento que esteja a impedir a emissão ou entrega dos respetivos documentos. Agradeço a atenção dispensada e aguardo uma resposta por escrito, uma vez que, apesar das várias tentativas efetuadas diretamente junto da Matrizauto, continuo sem uma solução para esta situação. Dados da viatura: Matrícula: BZ-55-CJ Data de aquisição: 02/01/2026 Vendedor: Matrizauto Com os melhores cumprimentos, Lúcia de Fátima Pimentel Bulhão Nif: 227862279 Tlf: 969567264 luciabulhao@gmail.com

Em curso

Documento não recebido

Apos falar ao telefone com o operador o mesmo me informou que se submeter online e pagar iria ter de imediato a guia para poder trabalhar paguei a guia nem vela não entendi porque enganam as pessoas Pedido Estado Guia Ofício Certidão 45382844 Transportes Certificado de Motorista de TVDE - Emissão e Renovação Em Processamento

Em curso
D. G.
16/09/2026

informação errada

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente a uma situação que aconteceu hoje, dia 6 de setembro, num comboio da CP com origem em Guimarães e destino a Porto São Bento. Entrei no comboio em Guimarães às 19h51 e, durante a viagem, quando o ecrã do comboio indicou que a paragem era Ermesinde, preparei-me para sair. Assim que saí do comboio, apercebi-me, juntamente com mais duas senhoras que estavam na mesma situação, de que afinal não estávamos em Ermesinde, mas sim em Rio Tinto. Chegámos a Rio Tinto por volta das 21h. As três saímos do comboio convencidas de que aquela era a estação de Ermesinde, uma vez que era essa a informação que estava a ser apresentada no ecrã do próprio comboio. Só depois de sairmos é que percebemos o erro. Considero esta situação inadmissível. Se a informação apresentada aos passageiros dentro do comboio indica uma determinada estação, é perfeitamente normal que os passageiros confiem nessa informação e saiam nessa paragem. Neste caso, três pessoas saíram do comboio no local errado por causa de uma informação incorreta disponibilizada pela própria CP. Gostaria, por isso, de perceber o que aconteceu e de saber como é possível o sistema de informação do comboio ter indicado Ermesinde quando a paragem era, na realidade, Rio Tinto. Espero que esta situação seja devidamente averiguada, uma vez que um erro destes pode causar transtornos bastante significativos aos passageiros, sobretudo a quem não conhece a linha ou a zona. Agradeço uma explicação relativamente ao sucedido e espero que sejam tomadas medidas para que situações semelhantes não voltem a acontecer.

Em curso

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.