Reclamações públicas

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D. P.
29/08/2026

Reclamação contra Skydive Maia Incumprimento de Contrato e Encerramento de Atividade sem Reembolso

Venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico na qualidade de lesado(a) pelo encerramento repentino da empresa Skydive Maia, com quem mantinha um contrato de prestação de serviços ativo desde 2019. Em 11 de novembro de 2019, adquiri um voucher para a realização de um salto de paraquedas no valor de 160€ (posteriormente atualizado com um segundo voucher de 179€ em dezembro de 2021). Contrariamente ao que a empresa possa alegar com base em cláusulas abusivas de "não reembolso" inscritas no voucher, a verdade é que o serviço nunca foi prestado por exclusiva responsabilidade e impedimentos da Skydive Maia. Ao longo de quase 7 anos, tentei sucessivas marcações que foram sistematicamente canceladas pela gerência com os seguintes fundamentos registados: 05/08/2020: Cancelamento devido a restrições COVID-19 / Piloto afetado; 07/12/2021: Emissão de segundo voucher atualizado (179€); 08/12/2021: Cancelamento por infeção COVID do piloto; 07/2022: Cancelamento por indisponibilidade de marcação da empresa; 08/2023: Cancelamento devido a restrições aéreas; 08/2024: Cancelamento por indisponibilidade de marcação da empresa; 08/2025: Cancelamento devido a restrições no aeroporto; 2026: Encerramento definitivo da empresa e corte total de contactos. A empresa manteve o meu voucher e a respetiva validade vinculados ao serviço de forma contínua até ao início de 2026, altura em que encerrou a atividade sem efetuar o reembolso dos valores devidos aos clientes lesados, configurando uma situação de enriquecimento sem causa e burla. Tendo em conta que possuo o registo cronológico destas interações e adiamentos forçados, solicito a vossa intervenção para perceber que diligências extrajudiciais ou judiciais coletivas estão a ser tomadas para responsabilizar os gerentes da empresa e tentar reaver o valor investido. Junto em anexo a prova documental da linha temporal dos cancelamentos, bem como o comprovativo de compra original.Fico a aguardar a vossa resposta e orientações. Melhores cumprimentos.

Encerrada
M. S.
29/08/2026

Retenção indevida de caução

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente à Avis Budget, na sequência de uma caução/pré-autorização no valor de €200,01, efetuada no âmbito de um aluguer de viatura no Aeroporto do Porto no dia 28 de junho de 2026. A operação de €200,01 foi efetuada no meu cartão bancário e encontra-se atualmente identificada na aplicação do meu banco como “pendente de confirmação pelo comerciante”. O veículo foi entretanto devolvido à Avis, tendo o contrato de aluguer terminado há várias semanas. Após a devolução, contactei a Avis para saber quando seria libertado o valor da caução. Foi-me indicado pela empresa que a libertação poderia demorar até 28 dias úteis. No entanto, esse prazo já foi largamente ultrapassado e os €200,01 continuam indisponíveis. Tenho tentado resolver esta situação diretamente com a Avis, através de contactos telefónicos e por email, mas não tenho conseguido obter uma resposta ou uma solução. As minhas tentativas de contacto permanecem sem resposta. Importa salientar que não fui informada de qualquer dano causado à viatura, penalização, dívida ou outro motivo que justificasse a retenção deste montante. O valor corresponde à caução/pré-autorização efetuada aquando do aluguer. Neste momento, apesar de o aluguer já ter terminado há bastante tempo e de o prazo de 28 dias úteis indicado pela própria empresa já ter sido ultrapassado, continuo sem poder utilizar os €200,01. Considero particularmente preocupante que, além de o valor continuar pendente, a empresa não esteja a responder às minhas tentativas de contacto para esclarecer e resolver a situação. O que solicito Solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de me ajudar a obter uma resposta e uma solução por parte da Avis, nomeadamente: 1. A libertação imediata dos €200,01 correspondentes à caução/pré-autorização; 2. Caso a Avis alegue que o montante já foi libertado, que me seja fornecido comprovativo da data em que a pré-autorização foi cancelada/libertada; 3. Uma explicação clara para o facto de o valor continuar pendente depois de ultrapassado o prazo de 28 dias úteis indicado pela própria empresa; 4. Uma resposta formal às minhas anteriores tentativas de contacto. Já tentei resolver a situação diretamente com a empresa, sem sucesso, pelo que recorro agora à DECO PROteste para obter apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Envio em anexo alguns documentos que comprovam as minhas tentativas de comunicação com a empresa.

Encerrada
J. G.
28/08/2026

Imputação incorreta e ilegal de dano do veículo alugado

Descrição dos factos: Aluguei uma viatura na empresa Klass Wagen (reserva/contrato n.º LIS-246914222727644, matrícula BS 45 SV), no dia 16 de agosto, das 9:00 às 17:00. Após a devolução, a empresa alegou a existência de dano no para-brisas (fissura/rutura), imputando-me a responsabilidade e pretendendo cobrar 1150 EUR (150 EUR de taxa administrativa + 1000 EUR pelo vidro) através do depósito bloqueado no meu cartão de crédito. Contestei formalmente a alegação por email, solicitando prova documental do estado da viatura antes do meu aluguer (fotografias datadas do check-in), identificação dos responsáveis pelas inspeções, e a fatura/orçamento da reparação. A empresa recusou fornecer esta documentação, invocando proteção de dados e cláusulas contratuais, limitando-se a afirmar que o dano “não constava registado como preexistente” na Ficha de Entrega. Sem, contudo, apresentar qualquer prova concreta de que o dano ocorreu durante o meu período de utilização, como lhe compete nos termos legais do ónus da prova. Acresce que a Ficha de Entrega que me foi apresentada no início do aluguer registava apenas 9 danos, quando a viatura já apresentava na ocasião, na realidade – como resulta claramente comprovado nos seis vídeos do estado da mesma que fiz e que desde logo enviei à empresa -, numerosos e profundos danos exteriores e interiores não documentados. Isto demonstra que o processo de inspeção e registo de danos aplicado é manifestamente deficiente e não reflete o estado real do veículo, o que desvaloriza totalmente, só por si, a fiabilidade da Ficha de Entrega como prova do estado inicial da viatura. Um dano da natureza alegada (fissura/rutura no para-brisas) não passaria despercebido durante a utilização e não ocorreu qualquer incidente desse género durante o período do meu aluguer. Já aluguei viaturas nesta empresa em diversas ocasiões anteriores sem qualquer problema. Considero que a empresa está a imputar-me a responsabilidade por um dano que não causei nem ocorreu no período do meu aluguer, sem apresentar prova bastante como lhe incumbe legalmente e a reter indevidamente o valor do meu cartão. Solicito a intervenção da DECO para avaliação e procedimento adequado a esta situação.

Encerrada
J. C.
28/08/2026

Cobrança Indevida

Ex. Sr Eu,João Carvalho com o email/user jpclmf@sapo.pt, venho apresentar uma reclamação devido à cobrança de 79,99 € efetuada pelo comerciante EDREAMS PRIME, numa operação datada de 13/07/2026 (ver anexo 1). Esta cobrança é indevida, pois cancelei a minha subscrição do eDreams Prime em 2025 e não autorizei nenhuma renovação. Além disso, ao aceder à minha conta eDreams, o próprio sistema indica que houve um problema com o método de pagamento e pede-me para atualizar os dados, a fim de renovar a subscrição (ver anexo 2). Ou seja, fica claro que, segundo as informações da eDreams, a renovação não foi processada, mesmo assim, o valor de 79,99 € foi lançado no cartão e debitado na conta à ordem a 20/08/2026. Considero esta situação totalmente inaceitável e exijo o reembolso de imediato.

Resolvida
V. R.
28/08/2026

Quarto reservado não corresponde ao anúncio e sem apoio adequado da plataforma para alternativa

Reservei um quarto através da Hoteis.com para o Hotel Altavilla, em Roma, entre 11 e 15 de agosto de 2026, com pagamento a realizar diretamente no local (único método de pagamento disponível). Quando cheguei, deparei-me com um quarto em condições inaceitáveis: havia humidade e bolor no teto, muita sujidade, a sanita estava dentro do duche, as tomadas estavam danificadas e a porta não tinha qualquer sistema de segurança. Nada disto correspondia ao que vi nas fotografias do anúncio. Saí imediatamente do quarto e fui pedir explicações ao rececionista, que admitiu não existir qualquer quarto igual ao que estava anunciado. Saí logo do hotel e fui obrigada a procurar uma alternativa de última hora em pleno mês de agosto, tendo de pagar 358€ a mais do meu próprio bolso. Contactei a Hoteis.com assim que consegui outro alojamento e expliquei toda a situação. Pediram-me para aguardar porque iriam tentar contactar o hotel para esclarecer os factos. Depois de mais de 20 minutos à espera, aconselharam-me a relatar a situação por email e a pedir mediação, porque não conseguiram contactar o hotel por telefone. Enviei a explicação por escrito com fotografias como prova, a pedir o reembolso do valor que paguei. Nas várias trocas de email — muitas vezes com respostas automáticas — a empresa: - Considerou o meu pedido como uma "alteração de reserva sem penalização", como se eu tivesse desistido por vontade própria; - Alegou várias vezes que tentou contactar o hotel sem sucesso, dizendo que não podiam forçar um reembolso por o pagamento ter sido feito diretamente no local (algo que claramente faz parte do esquema do Hotel pois assim não sofre nenhuma consequência e o dinheiro fica na posse deles); - Ofereceu 15%, depois 20% do valor da reserva como "compensação máxima", mas em forma de voucher para uma futura reserva, sem nunca esclarecer se seria possível o reembolso em dinheiro, mesmo tendo questionado diretamente; - Nunca deu resposta às perguntas concretas sobre o que teria acontecido se eu tivesse pedido apoio na altura da emergência, a meio da noite, noutro país (como me disseram inicialmente que era o que eu deveria ter feito no primeiro instante); - Ignorou as minhas questões sobre que medidas seriam tomadas contra o alojamento, que continua ativo na plataforma e disponível para outras pessoas. Descobri ainda que o problema da sanita no duche já é uma reclamação recorrente em outras plataformas, e que o mesmo endereço em Roma tem pelo menos três nomes diferentes online, com fotografias partilhadas entre eles, incluindo imagens de quartos e salas que nem existem. Apesar disto, na plataforma Hoteis.com os comentários do alojamento são positivos e não refletem estes problemas, o que me faz duvidar da fiabilidade das avaliações. Sinto-me totalmente enganada com esta situação e revoltada porque outras pessoas vão continuar a ser enganadas por este alojamento com a ajuda da Hoteis.com em não tomar medidas concretas.

Encerrada
L. N.
26/08/2026

Tentativa de fraude com dados obtidos no Booking

A aplicação Booking não protege os dados dos seus clientes. Após fazer uma reserva de alojamento através da App Booking estou a receber mensagens fraudulentas via WApp, com o meu nome, o do hotel, e as datas das reservas, a pedir confirmações de dados "em falta". Contactei o hotel destino que me informou estar a receber muitas chamadas de clientes que estão na mesma situação.

Resolvida
C. E.
26/08/2026

Publicidade enganosa

Exmos. Senhores/as, Antes de mais perdao pela falta de pontuacao, mas o teclado em que escrevo nao tem versao Portuguesa. Venho por este meio tentar expor a falta de claridade e publicidade enganosa feita no Booking.com, via a GUESTREADY. Fiz a marcacao de uma propriedade em Arcos de Valdevez atraves do booking.com, a propriedade foi apresentada no booking como privada, com piscina privada e com 4 quartos e duas casas de banho completas. Paguei 1,442.25 Euros. Ao chegar a casa dia 2 de Agosto de 2026, percebemos que nao teriamos uso de toda a propriedade, porque um dos quartos e casa de banho ficavam num edificio separado, do qual nao nos foi fornecida a chave. Comuniquei com a Guestready que ja tinha mandado os detalhes para fazer o checkin, que me informou entao de que a propriedade era partilhada, incluindo a piscina. Expliquei que a propriedade foi publicada como privada e os screen shots como prova. Apos examinar a propriedade, deparamosnos com varios defeitos, alguns que poderiam ate causar danos severos, no local onde estava sinalizado o extintor estava, enfim um guarda-chuva, na varanada o corrimao estava completamente solto, a piscina tinha uma grelha partida, num dos quartos o guarda-fatos estava cheio de material the pintura e tintas, havia uma caixa de ferremantas debaixo das escadas, as luzes eram fracas e oscilavam quando se entrava no chuveiro, o exaustor do fogao deixou de trabalhar, apos alguns dias de barulho. Continuamos a contactar com a guestready, que tudo o que fez foi dizer que lamentam, e interroper as nossas ferias com alguem que foi ver o corrimao da varanda e outra pessoa para cortar a relva, foi um dia sem usifruir de privacidade e da piscina, que pagamos para usar. Tentei fazer acordo com a guestready, sobre um valor consideravel de re-embolso, mas tudo o que nos ofereceram foi 132,22 Euros. Achei que era um valor ridiculo e por tal fiz a contra proposta de 300 Euros, que mesmo assim nao acho que compence as faltas.

Encerrada
D. S.
26/08/2026

Reembolso negado

Venho apresentar uma reclamação contra a eDreams relativamente a uma cobrança de 89,99 €, referente a uma subscrição que contestei junto da empresa. O problema é que existem dois endereços de e-mail associados à minha utilização da eDreams, e foram identificadas cobranças de 89,99 € relacionadas com cada um deles. Não faz sentido eu manter duas subscrições iguais e, sobretudo, não autorizei conscientemente a duplicação deste serviço. Assim que percebi a situação, entrei em contacto com o apoio ao cliente da eDreams para solicitar o cancelamento e o reembolso do valor cobrado indevidamente. No entanto, a empresa recusou o reembolso, alegando que já havia passado o prazo, chegando a oferecer apenas um voucher como alternativa. Deixo claro que não pretendo um voucher. Pretendo o reembolso do valor cobrado, uma vez que estou a contestar a cobrança e a existência de uma subscrição duplicada que não solicitei nem necessito. Considero igualmente inadequado que, depois de várias tentativas de resolução diretamente com a eDreams, a empresa simplesmente se recuse a devolver o dinheiro e limite a solução a um voucher, que não corresponde ao que estou a solicitar. Solicito, por isso, a intervenção da DECO PROteste para que a eDreams analise devidamente o caso e proceda ao reembolso dos 89,99 €, bem como esclareça de forma transparente como foi criada/mantida esta subscrição e por que razão foram associadas duas subscrições ao mesmo consumidor. Tenho disponíveis os comprovativos das cobranças, os e-mails associados às contas e os registos/conversas com o apoio ao cliente da eDreams, caso sejam necessários para comprovar a situação. Aguardo orientação da DECO PROteste e uma solução adequada para este caso.

Resolvida
M. C.
25/08/2026

Falta de Informação

Fizemos uma reserva através desta agência e informámos de que se tratava da nossa lua de mel. Apesar de termos aproveitado uma promoção, em nenhum momento fomos informados de que o quarto incluído no plano Confort teria apenas duas camas individuais. Chegámos ao hotel depois de uma viagem e deparámo-nos com duas camas separadas. Ao questionarmos o hotel, foi-nos explicado que, naquele tipo de quarto, não existia cama de casal, pelo que tivemos de pagar um valor adicional para mudar de quarto. Não teríamos qualquer problema em pagar mais por um quarto com cama de casal se isso nos tivesse sido explicado no momento da reserva. O que consideramos incorreto é a agência ter conhecimento dessa limitação e não nos ter informado, sobretudo sabendo que se tratava da nossa lua de mel. Qualquer casal que faça uma reserva para duas pessoas espera ter uma cama de casal, seja ou não uma lua de mel, ou pelo menos ser informado previamente caso isso não seja possível. Ficámos com a sensação de que houve mais preocupação em vender a promoção e despachar a reserva do que em garantir uma boa experiência e satisfação dos clientes. Faltou transparência e, acima de tudo, preocupação com o cliente. Fica o aviso para quem estiver a pensar reservar: confirmem muito bem todas as condições da promoção e do quarto antes de pagar, porque, pela nossa experiência, não podem contar que essa informação vos seja transmitida de forma clara.

Encerrada
A. M.
25/08/2026

Pedido não recebido

Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao pedido realizado através da Uber Eats no restaurante Telepizza, em Punta Umbría. O pedido foi efetuado sábado dia 8 de agosto às 19:45 (hora local), tendo sido indicada pela aplicação uma previsão de entrega entre as 20:15 e as 20:35. No entanto, o pedido nunca foi entregue. Apesar disso, a aplicação marcou-o como “entregue” às 22:41, ou seja, várias horas depois da realização do pedido, e foi efetuada uma cobrança de 27,70 €. Não recebi a encomenda, não autorizei qualquer entrega sem contacto e não fui contactada pelo estafeta para proceder à entrega. Contactei ainda diversas vezes a Telepizza que indicou não ter recebido qualquer pedido através da plataforma. Portanto, considero que a cobrança de 27,70 € é indevida, uma vez que o serviço pelo qual fui cobrada não foi prestado. Já tentei resolver esta situação através do apoio automático da aplicação, mas não foi apresentada uma solução adequada nem foi efetuado o reembolso. Só depois tive oportunidade de verificar que o valor foi efetivamente cobrado, pois foi-me informado que, uma vez que a Telepizza não tinha recebido o pedido, o valor em causa seria reposto na conta. Facto que não se verificou, tendo sido efetivamente descontado dia 12 de agosto. Solicito, por isso, ajuda para obter o reembolso integral dos 27,70 € para o método de pagamento utilizado, e não créditos Uber. Peço igualmente que seja verificado o registo da entrega, incluindo a localização do estafeta, eventuais tentativas de contacto e a hora exata em que o pedido foi dado como entregue, uma vez que não recebi a encomenda. Com os melhores cumprimentos.

Encerrada

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