Reclamações públicas
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Corte de fornecimento de água, internet e tv à cabo
O senhorio quer que eu saia do quarto que arrendei, mas ainda não denunciou o contrato, pois não recebi nenhum aviso. Propus resolução amigável, mas antes de obter qualquer resposta do senhorio percebi que os serviço de internet, tv à cabo e fornecimento de água foram cortados. Pago por estes serviços adiantadamente, junto com o pagamento da renda mensal. Apesar de haver diversos quartos e moradores, somente eu estou na casa neste período e acredito que esta situação seja para forçar minha saída, na qual, por motivos contratuais, eu seria prejudicado.Grave é a falta de água, pois não consigo tomar banho, escovar dentes, usar a sanita e cozinhar, ou seja, não consigo manter minimamente minha dignidade dada a situação na qual me encontro. Creio ter que alugar quarto em algum hotel e ter que comer fora de casa até que a situação se normalize, o que acarretará em custos não previstos.Tentei me comunicar por meio dos telefones para assuntos urgentes disponibilizados em contrato pelo senhorio, mas não fui atendido. Enviei e-mails e ainda não obtive respostas. Estou à procura de quarto para passar esta noite e me preocupo com meus pertences que ficarão no quarto e no frigorífico enquanto eu estiver fora.
Execução de dívida de condomínio
Sou proprietário da fração L do edifício Torre do Lago, sito na Maia. O apartamento em causa encontra-se alugado desde Fevereiro de 2017 e até então encontrava-se devoluto. Como não residia nesta morada, mantive ao longo do tempo um atraso na regularização nas responsabilidades do condomínio. Em fevereiro/março deste ano acordei com a empresa que gere o condomínio (Excelser) do referido edificio o compromisso de regularizar o montante devido em 4 prestações mensais proximas de 150€. Liquidei as duas primeiras prestações e solicitei á Excelser os respetivos recibos das verbas liquidadas, que nunca o fizeram. Enquanto aguardava pelos recibos para continuar a cumprir com o acordo sou confrontado com um processo de execução em fase de penhora de salários, que transformou uma dívida à volta dos 300€ num valor proximo dos 1250€, contando com os honorários do agente de execução. Transformaram uma dívida num valor 4 x superior de forma ilegítima. Tratou-se de um ato premeditado, de má fé, indigno, doloso e ilegitimo de uma empresa sem escrúpulos, sem principios e que se rege por códigos de conduta sem qualquer tipo de qualificação. Criaram-me um problema grave porque a minha mulher já tem o salário penhorado e os consequentes problemas familiares entre casal que esta situação acarreta. Espero que a empresa assuma o seu comportamento danoso e ilegitimo inerente a esta situação e assuma os custos associados aos danos provocados.
Remodelação de WC - pedido de reparação devido a infiltração
Em 15.11.2016, pedi a verificação urgente da base de duche instalada através de empresa parceira da Leroy Merlin, loja onde comprei todos os materiais necessários para a obra e que procedeu a todos os contactos com essa tal empresa (com quem eles trabalham sempre, aparentemente).O teor do pedido, enviado por e-mail à empresa executora da obra, c/c da Leroy, foi o seguinte: No decurso de mês de julho de 2015, a vossa empresa, parceira da Leroy Merlin (através da qual estabeleci relação comercial convosco), executou uma remodelação no WC do meu apartamento, conforme consta da Fatura/Recibo N.º A2275, emitida em 2015-07-17. No final das obras, estando tudo aparentemente funcional, informaram-me que na eventualidade de alguma ocorrência ou anomalia, que estaria garantida as respetivas reparações. Nessa fase, não tinha ainda vizinhos no apartamento de baixo, que entretanto foi vendido. O proprietário comunicou-me recentemente uma infiltração no teto do seu WC, que fui verificar (ver fotos em anexo). Apesar de ser leigo na matéria, a infiltração ocupa exatamente o espaço do caminho de água da base de duche para a caixa de água. O vizinho pede, compreensivelmente, urgência na determinação e correção da causa e dos danos que lhe foram causados. Nesta conformidade, solicito que me contactem com a máxima urgência possível para agendarmos visita, para a necessária reparação.. Enviei em anexo fotos da infiltração. O técnico da empresa fez visita ao apartamento do vizinho e depois ao meu, nas quais não utilizou qualquer aparelho, não se dignando sequer a verificar peças, canalizações, massas, etc. Garantiu que a situação seria resolvida e pediu testes e verificações adicionais, a executar por nós nos dias seguintes o que fizemos. Tentei sem êxito que me atendesse o telefone durante uma semana, acabando por reclamar por e-mail à Leroy, em 16.12.2016, neste termos: Após visita de avaliação do técnico da empresa (sr. Ricardo), este forneceu-me o seu contacto de telemóvel para lhe comunicar de forma expedita os resultados de um teste de água que pediu para fazer. Estou a tentar ligar-lhe há mais de uma semana e nunca atendeu as chamadas, nem devolveu. Ontem enviei sms e até ao momento nenhum contacto. É lamentável esta situação... Aguardo intervenção rápida para resolução deste impasse.Passados vários meses sem qualquer contacto, voltei a ligar ao tal sr. Ricardo, que me atendeu o telefone (já se devia ter esquecido do número), sem no entanto me dar qualquer indicação sobre a execução ou não das reparações. No início deste verão, acabei por me deslocar presencialmente aos serviços de apoio ao cliente da Leroy Merlin de Matosinhos, que contactaram a empresa em causa, uma vez que nem sequer tinham ainda o relatório da visita. De qualquer forma, a minha deslocação foi infrutífera, porque se comprometeram a resolver o impasse numa semana e nada aconteceu.Fui uma segunda vez à loja de Matosinhos, reclamei das falhas persistentes na resolução do meu problema, comprometeram-se novamente a resolver a situação, e mais uma vez o silêncio total de todos.
Debito em conta indevido - SEPA
Não conheço esta Empresa de lado nenhum e nunca os comprei nada. Não sei como e sem a minha autorização foi-me debitado na minha conta bancária 29,99 € não sei de quê que logicamente revoguei. Passadas duas semanas aconteceu de novo o mesmo débito que foi novamente revogado.
problema da fatura da encomenda
sou conselheira da marca yves rocher e tenho duas faturas em atraso uma no valor 29,52 euros, e a outra fatura no valor 29,72 euros. Nao consegui pagar mas pedi ajuda á minha chefe de zona para me ajudar,disse-me que sim que ajudava, mas quando foi para lhe pedir a tal ajuda disse-me que nao tinha possibilidades de vir a minha casa e ajudar e agora tenho que pagar 66 euros de encomendas.
problema no telhado
nos passados dia03 e 04 de Fevereiro de 2017 devido ao mau tempo que ocorreu aqui nesta zona com chuva e vento forte, ocorreram danos no telhado que originaram infiltrações em certas zonas, do apartamento onde resido, visto ser o ultimo andar, foi informada o responsável do condomínio, que andou a tentar colar as telhas com espuma, foi-lhe questionado se o seguro do condomínio abrange os danos no telhado, não me souberam informar, disseram que já tinham falado com o seguro e que iria ser contactado pelo perito, até a data ninguém me contactou, pergunto eu será que o seguro que andamos a pagar é mesmo para um seguro de condomínio? Desloquei-me ao sotam e visualizei varias telhas estaladas, partidas, plásticos colocados no solo para que a agua não se infiltre.Este é apenas um dos exemplos visto que resido na rua santa Catarina nº10, 6º Esq desde 2011 a campainha já se encontrava avariada, até ao momento nada fizeram, estando eu sempre a fazer pressão junto deles.Há infiltrações na garagem, nada fazem para a resolver, para não falar na areia que se acumula e com as infiltrações torna-se em lama.
Reclamação por incumprimento do contrato de arrendamento pelo Senhorio
- Compromisso de pequenas obras a realizar aquando da contratação e não realizadas.- Problemas detetados nos quartos, os quais foram reportados por telefone, assumindo o compromisso de realizar obras de fundo mas até a presente data- não realizadas.- Contactados por email informando que até as obras não serem efetuadas não seria realizado mais nenhuma liquidação de renda, foi-nos informado por telefone, que teríamos que aguardar pelo tempo bom e aguentar com o frio e continuar a pagar a renda mesmo vivendo precariamente, com bolor e problemas respiratórios vários, muito frio e humidade. Ou então procurar outra casa, porque na falta de pagamento nos iriam levantar uma ação de despejo.Pretendo ajuda, uma vez que não possuo recursos, eu e meu filho fomos abandonados pelo pai, estou a pagar dividas dele e não posso pagar o aconselhamento de um advogado.
Movimento de 465,09 € pendente desde 21/09 e ausência de resolução pela Europcar
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Europcar, relativa ao contrato de aluguer n.º 7019387276, devido a um problema com um movimento bancário no valor de 465,09 €, ocorrido no dia 21/09/2026, que até à presente data continua sem resolução. No início do aluguer foi efetuada uma pré-autorização/caução no valor de 565,09 € no cartão bancário. Posteriormente, aquando da devolução da viatura, foi processado o pagamento correspondente ao aluguer, no valor de 465,09 €. O problema é que, relativamente ao dia 21/09, surgiu um movimento de 465,09 € que continua a constar como pendente/bloqueado na minha conta bancária, apesar de já terem passado vários dias e de eu ter efetuado inúmeros contactos tanto com a Europcar como com a minha entidade bancária, o Millennium BCP. Desde o início tenho explicado à Europcar que aquilo que pretendo esclarecer não é a caução de 565,09 €, mas sim especificamente o movimento de 465,09 € datado de 21/09. Contactei a Europcar diversas vezes, tanto através de reclamações escritas como através do respetivo apoio ao cliente telefónico. Infelizmente, o apoio ao cliente telefónico tem-se revelado completamente incapaz de resolver a situação. Sempre que contacto a linha, não me conseguem fornecer o comprovativo de que necessito, não conseguem esclarecer concretamente o estado da operação de 465,09 € e acabam por me encaminhar novamente para outros meios de contacto. Tenho, portanto, sido obrigada a recorrer sucessivamente a e-mails e a plataformas de reclamações simplesmente para tentar obter um documento que permita ao banco localizar e resolver a situação. Contactei igualmente o Millennium BCP, uma vez que o movimento permanece pendente na minha conta. Para que o banco possa analisar adequadamente a operação, tenho solicitado à Europcar um comprovativo específico de anulação, cancelamento ou libertação relativo ao movimento de 465,09 € de 21/09, juntamente com a respetiva referência da transação ou autorização. Contudo, apesar dos vários pedidos, a Europcar não me forneceu esse comprovativo específico. Num dos contactos, a Europcar chegou a enviar-me documentação que não correspondia à operação que eu estava a solicitar. Voltei a esclarecer que precisava do documento referente aos 465,09 € de 21/09, mas continuo sem o receber. Mais recentemente, a Europcar respondeu informando que: * no início do aluguer foi realizada uma pré-autorização/caução de 565,09 €; * na devolução da viatura foi debitado o valor de 465,09 €; * a caução de 565,09 € teria sido desbloqueada; * segundo a empresa, esse desbloqueio é automático e o valor nunca teria estado na posse da Europcar; * e que eu deveria resolver a situação junto da minha entidade bancária. Esta resposta, porém, continua sem resolver o problema que lhes tenho apresentado. Não estou a pedir esclarecimentos sobre a caução de 565,09 €. Estou a solicitar informação e documentação relativa ao movimento de 465,09 € de 21/09 que continua pendente na minha conta. Se a Europcar considera que não existe qualquer operação pendente do seu lado, deveria conseguir fornecer uma declaração ou comprovativo identificando concretamente a transação de 465,09 €, com a data, referência/autorização e indicação de que a operação foi anulada, libertada ou concluída. Em vez disso, recebo respostas genéricas relacionadas com a caução e sou novamente encaminhada para o banco, enquanto o banco necessita precisamente da informação proveniente do comerciante/adquirente para poder localizar corretamente a operação. Face à ausência de resolução, apresentei também reclamação através do Portal da Queixa. Depois de várias interações e reaberturas da reclamação, a mesma acabou por ser encerrada com o estado “Sem Resolução”, uma vez que o problema continua por solucionar. Considero esta situação particularmente frustrante porque tenho realizado todas as diligências que me são solicitadas. Contacto o banco, sou remetida para a Europcar; contacto a Europcar, sou novamente remetida para o banco. Entretanto, 465,09 € continuam indisponíveis na minha conta, sem que nenhuma das entidades apresente uma solução concreta. O que solicito à Europcar é muito simples: 1. Que seja analisado especificamente o movimento de 465,09 € de 21/09/2026, e não a caução de 565,09 €. 2. Que me seja fornecido um comprovativo de anulação/libertação da operação, caso esta tenha sido anulada ou libertada. 3. Que seja indicada a data exata da anulação/libertação. 4. Que seja facultada a referência da transação, código de autorização ou outro identificador bancário que permita ao Millennium localizar a operação. 5. Caso a Europcar afirme que a operação está totalmente concluída do seu lado, que o confirme expressamente por escrito relativamente aos 465,09 €, identificando a respetiva transação. 6. Caso exista efetivamente algum bloqueio ou duplicação associado à Europcar ou ao seu fornecedor de pagamentos, que seja efetuada a sua libertação imediata. Depois de todos os contactos já efetuados, considero inaceitável continuar sem uma resposta concreta, sobretudo quando o apoio ao cliente telefónico não consegue prestar qualquer auxílio efetivo e as respostas escritas continuam a incidir sobre uma operação diferente daquela que estou a contestar. Possuo e posso disponibilizar extratos/movimentos bancários, comunicações da Europcar, documentação enviada pela empresa, contactos efetuados com o banco e o histórico da reclamação apresentada no Portal da Queixa, que comprovam as diligências efetuadas. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste para que esta situação seja finalmente esclarecida e resolvida. Deixo em anexo o documento enviado por parte da europcar, e o print relativo ao valor que se encontra pendente na minha conta. Com os melhores cumprimentos.
Devolução do dinheiro da peça
- A peça adquirida veio partidaVenho por este meio expor a minha situação por escrito, relativamente á compra de uma peça na vossa loja ISUVOL do Cartaxo, no dia 01/07/2015, pelas 18horas e 15 minutos.No dia acima referido foi comprada uma peça de referencia PJQ106, Hidráulica/atuação Lucas de valor unitário 134,58€ com desconto ficou em 96,90€ + IVA, paguei 119,19€.A peça inclusive não havia em loja no dia que realmente se pagou, foi pedida á fábrica e só no dia 02/07/2015, estaria disponível ( 1 dia depois da compra). Assim foi, o meu marido, Miguel Silva, pediu um carro emprestado a um amigo, pois estamos em Peniche, temporariamente e com o carro sem embraiagem, dirigiu se á loja do cartaxo para ir levantar a peça nova e levar junto da oficina para reparar o nosso carro.No dia a seguir, dia 03/07, o mecânico ligou para o meu marido no final da manhã, para que se desloca junto da viatura e verificar uma situação... Depois de montar tudo ao experimentar se estava tudo bem com o carro... Não estava. Voltou a desmontar tudo e verificou que a peça estava a verter óleo... Estava partida!O meu marido ligou para a loja Isuvol do Cartaxo e falou com o Sr. Alfredo Paulino, que também falou com o mecânico. Discutindo ao telemóvel. O Sr. Alfredo disse que poderia ter sido mal montada, mas o mecânico garante que não. A peça veio partida já da fábrica. O Sr. Alfredo, pediu que leva-se a peça até á loja para reparação ou substituição da mesma, mas só estaria disponível no dia a seguir. Dissemos lhe que não tinha transporte e como resolveríamos a situação?! Então o Sr. Alfredo disse nos para comprar a peça nessa oficina, para nos desenrascarmos por ali e que devolveria o dinheiro da que comprámos na loja Isuvol do Cartaxo.
Cessação de contrato dia 21 de agosto. E dia 1 de setembro foi tirado por débito directo o valor .
Foi efectuado contrato de seguro de um telefone comprado numa loja phonehouse.No dia 21 de agosto de 2015 foi enviado mail para o cancelamento do mesmo.Recebi um mail da empresa . Dizendo que apartir daquele dia seria cancelado o mesmo.Para meu espanto dia 1 de setembro foi me retirado o valor de 24.99 €.Hoje dia 6 de setembro liguei para a empresa. Fui informado que seria recercido noninicio do mês de Outubro sem qualquer aviso.Tenho prova dos e-mails trocados.
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