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Objeto estragado
Bom dia, venho por este meio informar que procedi a uma compra, de um samsung Galaxi A17, na loja online sa Samsung Portugal, no mês de Novembro, que chegou ás minhas mãos no dia 3 de Dezembro. Assim que recebi, retirei da caixa com o maior cuidado, e verifiquei que a caixa interna estava toda amassada, Ao pôr o telemovel a carregar, verifiquei que este não mostrava qualquer sinal de carregamento, Esperei duas horas a carregar e este continuava morto. Observando o aparelho ao pormenor vi que trazia um risco quase imperceptivel no vidro. Alem de tentar carregar não mexi mais no telemovel. E liguei imediatamente para a linha de apoio da Samsung, reportando o estado morto do aparelho, o risco no vidro e a caixa amassada, que me pediram fotos da caixa. Tentei tambem enviar fotos do vidro mas não consegui tirar nenhuma em que se visse o risco com nitidez. Recebi um mail da Samsung, a explicar-me como proceder com a devolução, o que segui escrupulosamente, tendo devolvido o mesmo no fia 4/12. Após o que se seguiu um longo silencio por parte da Samsung. Como o tempo passou, liguei novamente para a linha de apoio ao cliente, que me informaram que o mesmo nào tinha chegado ao armazem em Madrid. Entretanto, comecei a ser pressionada pela Klarna, por cuja forma de pagamento optei, Liguei novamente para Samsung que me informou que estavam em contato com a Klarna, fato que não é verdadeito. Posteriormente soube pelo traking da transportadora, que o aparelho chegou a Madrid dia 18/12, e informei a Klarna. Ao contrario do que me disse a Samsung, que mal recebessem o aparelho entrariam em contato para proceder ao reembolso, os dias passaram e nem uma comunicação da parte da Samsung recebi, até ao dia 30/12 quando eu mesma entrei novamente em contato com Samsung, que depois de 2 horas ao telefone e várrios setores, me disseram que receberia o reembolso até dia 31/12, quando recebi um telefonema a dizer-me que no meu caso o reembolso não seria possivel visto que o vidro tinha um risco, e que EU, teria danificado o aparelho. Expliquei novamente que o aparelho veio com a caixa amassada, que nunca carregou ou ligou, que já trazia o risco no vidro, sobre o qual os informei por telefone, uma vez não ter conseguido mostrar por fotografias. Que para alem, de o tentar carregar, não lhe mexi mais, nem sequer para pôr o cartão sim, e que imediatante no mesmo dia reportei o estado do telemovel. Nào voltei a receber qualquer comunicação da parte da Samsung, estou sem o telemóvel ou o reembolso, e ainda tenho 2 prestações do mesmo para pagar. Peço a vossa ajuda porque ja não sei o que fazer.... Atenciosamente Matia Costa
Entrega Incompleta
Realizamos a compra de uma porta dupla através do site da Leroy Merlin através do pedido número 333152. Após o recebimento, contratamos um instalador que, ao verificar a encomenda, constatou que a porta estava incompleta (faltavam um dos blocos de porta e outras peças). Após inúmeros contactos nos canais de atendimento da loja nos foi informado que um novo pedido havia sido criado com previsão de entrega para 20/01/2026, o qual pude conferir na minha conta na plataforma (pedido número 346946). Hoje entretanto, ao checar o status do pedido, verifiquei que o referido pedido se encontra com status cancelado. Verifiquei ainda que um novo pedido foi criado no dia 17/12/2025, número 347527 e que também se encontra cancelado. Reitero que não recebi nenhum contacto adicional a informar sobre modificações quanto ao acordo da nova data de entrega inicialmente agendada para o dia 20/01/2026. É inconcebível tamanha falta de comprometimento com o consumidor. Solicito entrega do artigo na data acordada ou restituição total do valor pago.
Recusa de embarque injustificada no voo FR5485 – Regulamento CE 261/2004
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamacao contra a companhia aerea Ryanair DAC, relativa a uma recusa de embarque injustificada ocorrida no voo FR5485, na rota Porto-Madrid, com partida prevista para o dia 27/12/2025, as 18h10. No referido dia apresentei-me atempadamente no Aeroporto do Porto para efeitos de embarque. Por motivo de perda da minha carteira, nao dispunha do Cartao de Cidadao fisico, tendo apresentado como identificacao a aplicacao oficial do Governo Portugues ID.GOV.PT, a qual contem os meus dados de identificacao validos e e legalmente reconhecida em territorio nacional. Apesar da apresentacao deste documento oficial, o staff da Ryanair recusou-se a proceder a qualquer verificacao do mesmo e negou o embarque exclusivamente com base na ausencia do documento fisico, sem qualquer tentativa de validacao da identificacao digital apresentada. Em consequencia direta desta decisao, fui impedido de embarcar no voo contratado e obrigado a adquirir um novo bilhete com outra companhia aerea, partindo cerca de duas horas depois, o que originou custos adicionais, atraso significativo e transtornos relevantes. Considero que a situacao descrita configura uma recusa de embarque contra a vontade do passageiro, nos termos do artigo 4 do Regulamento CE n. 261/2004, sendo juridicamente irrelevante a inexistencia de atraso ou cancelamento do voo. Solicito, assim, a intervencao da DECO PROteste para efeitos de mediacao do presente conflito, com vista ao reembolso do voo nao utilizado, ao reembolso das despesas adicionais incorridas e ao pagamento da compensacao legalmente devida.
Comparticipação recusada
Exmos. Senhores, No dia 29/11/2025 apresentei pedido de reembolso de uma ortótese anexando prescrição do meu ortopedista. Esta ortótese foi adquirida no site amazon.es que tem a sua sede em Espanha. No dia 12/12/2025 a Multicare enviou-me e-mail com a seguinte argumentação: "Após análise da despesa ref.ª 13989748, verificámos que não é passível de comparticipação, visto que a aquisição de produtos no estrangeiro não se encontram abrangidos pelas tabelas do plano de saúde. No entanto, este valor irá constar da declaração de valores não reembolsados para efeitos de IRS." Argumentei junto da Multicare com o conteúdo abaixo e não aceito a recusa pelo que recoloco a exposição: 1 -A recusa de comparticipação por parte da Multicare para uma ortótese comprada no estrangeiro, neste caso em Espanha, está em violação da livre circulação de serviços consagrada no Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE) e na Diretiva dos Cuidados de Saúde Transfronteiriços. De acordo com o Princípio da Livre Circulação (Artigo 56.º TFUE), o mercado único da União Europeia (anteriormente estabelecido pelo Tratado de Roma) garante a livre circulação de pessoas, bens e serviços entre os Estados-Membros. Isto significa que os cidadãos da UE, onde se incluem os cidadãos portugueses, têm o direito de procurar e receber tratamento ou adquirir produtos de saúde (como ortóteses) noutros países da UE, sem autorização prévia, desde que o tratamento ou produto seja elegível para cobertura no seu país de origem. Enquanto paciente tenho o direito ao reembolso até ao nível dos custos que seriam cobertos se a mesma aquisição fosse realizada em Portugal, de acordo com o sistema de saúde nacional (SNS e por extensão quaisquer seguros de saúde que funcionem como complemento ao SNS, o que é ocaso sendo eu beneficiário do Serviço Nacional de Saúde). 2 - Não faz sentido que as seguradoras se furtem ao cumprimento de uma lei que o Estado português não só aceita para si (SNS), como obriga entidades terceiras a cumprir. Seria no mínimo estranho que o Estado português tivesse de assumir a totalidade da comparticipação porque a seguradora o não quer fazer, como aliás consta da resposta da seguradora. 3 - Acrescento ainda que a ortótese que adquiri em Espanha custou menos de metade do preço de artigos similares à venda em Portugal, tendo eu ido a 2 lojas e vários sites online. Creio ser objetivo da implementação das diretivas europeias garantir uma efetiva concorrência para beneficiar o consumidor e não manter barreiras à livre circulação de bens. Solicito que façam chegar esta reclamação à entidade supervisora de seguros, uma vez que não posso recorrer diretamente à justiça europeia, que dar-me-ia certamente razão, conhecendo a jurisprudência que tem sido emanada nos últimos anos. Cordiais Cumprimentos
Devolução de cauções
Tinha um contrato de arrendamento com a empresa Norfin/Neptunecategory que terminou a 9/11/25 e o qual fiz a entrega da chave e liquidei os valores ate à referida data a 13/8/25. Ate ao momento ainda não me devolveram as cauções no valor de 1600 euros . Conforme estipulado no contrato o senhorio tinha um prazo de 30 dias seguintes a devolução do imóvel para devolver as cauções. Entretanto já passaram mais de 120 dias após a entrega do imóvel e depois de várias tentativas de contato continuo sem obter qualquer resposta.
Veículo com defeito mecânico oculto nao mencionado - Ruído caixa de velocidades
Adquiri a viatura Peugeot 208 1.6 BlueHDi Active, ano 2016, referência JG54774, com 86.974 km, através da plataforma AUTO1 Profissional. Após a entrega da viatura, foi de imediato detetado um ruído mecânico forte, contínuo e claramente audível proveniente da caixa de velocidades / rolamentos da caixa, durante um simples test-drive normal, realizado pela empresa precisamente para despiste de problemas graves e vícios ocultos. O ruído é facilmente perceptível em condução normal, sobretudo a baixa velocidade, entre os 40 km/h e os 70 km/h, sendo contínuo e anómalo, não compatível com o estado expectável da viatura, atendendo ao seu ano e quilometragem. Este defeito não foi mencionado nem descrito em momento algum no anúncio ou nos detalhes do leilão, configurando um vício oculto pré-existente à venda, que condicionou diretamente a decisão de compra. Foram enviadas provas em vídeo à AUTO1, nas quais: • O ruído da caixa de velocidades é claramente audível; • É possível confirmar o número de chassis (VIN) da viatura; • É visível a quilometragem real (86.974 km) no painel de instrumentos. Apesar da evidência apresentada, a AUTO1 recusou qualquer responsabilidade, alegando “falta de provas”, exigindo procedimentos técnicos dispendiosos, como a abertura da caixa de velocidades, sem qualquer garantia de assunção de custos, transferindo indevidamente o risco para o comprador. Salienta-se que não foi solicitada a substituição da caixa de velocidades por uma nova, mas apenas a reparação da mesma, de forma proporcional e adequada ao defeito identificado. A presente situação configura omissão de informação relevante, violação do dever de boa-fé contratual e prejuízo financeiro direto, uma vez que a viatura se encontra condicionada na sua circulação e comercialização.
Problemas com um carro novo
Comprei um Dacia Spring em Janeiro de 2025. Tenho apenas 9 mil quilômetros e ao longo do ano passado tive três problemas semelhantes. Todos ao tentar carregar o carro diziam "Carga bateria impossível". O primeiro foi no final de Agosto e fiquei impedido de usar o carro. Liguei para a linha para verificar se seria algo simples e se poderiam me ajudar sem me ter que deslocar à oficina pois preciso do veiculo para trabalhar mas infelizmente tinham de fazer o diagnostico do mesmo. Mas agora vem a parte pior. Disseram que só podiam fazer o diagnostico na oficina do Stand que adquiri o carro no dia 29 de Outubro. (daqui a + de 2 meses). Disseram que poderia ver noutras oficinas próximas de Lisboa se tinham uma alternativa mais rápida. Disseram que o mais rápido que poderia ser seria dia 10 de Outubro. Estamos a 28 de Agosto. É lamentável este tipo de serviço pós-venda e falta de consideração pelo cliente. Não é um erro pequeno que o rádio não funciona ou algo parecido. É mesmo impeditivo de circular com o carro. Tive que alugar um carro durante esse tempo com os custos associados e fiquei com o carro parado. Deveriam no mínimo dar um carro substituto gratuito. Não é alugar um carro como o senhor da linha me estava a dizer. Se o meu carro está dentro da garantia é inacreditável esta situação! Entretanto chegou o dia para resolver e fui à oficina da Carby do TagusPark. O carro ficou a circular normal. Disseram me apenas que o carro tinha dado um erro e por isso não funcionava o carregamento. Eles apagaram o erro. Eu mudei o lugar de carga para os postos EDP ao inves dos do Continente pois achei que poderia ser isso. No entanto, no dia 28 de Outubro aconteceu a mesma coisa. A sorte é que não tinha desmarcado o serviço de 29 de Outubro na Carby de Alfragide e por isso mesmo desloquei me lá. Aqui é que me avisaram que os carregadores públicos por vezes davam problemas. Apagaram novamente o erro. A senhora disse que não podia dizer o que era mas que basicamente eram dois erros diferentes e que tinham apagado. Por segurança coloquei a carregar num sitio privado. A verdade é que dia 11 de Novembro aconteceu a mesma coisa e mais uma vez liguei para a linha a explicar a situação e disseram que só tinham vaga para Janeiro. Disse que não poderia ser pois já perdi imenso dinheiro a alugar carros porque o meu novo que comprei no inicio de 2025 não funciona e por isso eles têm que corrigir a situação. Ela passou me a linha para oficina do TagusPark e eles disseram que iria falar com o chefe para ver se arranjavam vaga mais cedo e ligavam. Nunca ligaram. Tive que voltar a ligar novamente para a linha e marcar para 13 de Janeiro. Desde entao tenho o carro parado. Há cerca de 2 meses. É lamentável. Investi num carro novo para não ter problemas e estou a ter mais problemas que alguma vez com carros usados que já tive. Peço a intervenção da Deco para me ajudarem a resolver este problema. A questão não é só apagar erros. Há algum problema com o carro e por isso ou arranjam o carro como deve ser ou têm que me dar outro carro ou devolver o dinheiro. Aguardo rapidamente uma solução
Erros atrás de erros
No dia 25 de Novembro desloquei me ao Ikea de Alfragide para adquirir alguns produtos que queria, inclusive uma estrutura de roupeiro que se encontrava em promoção na area circular mais barato. O mesmo encontrava se embalado por montar. A promoção era porque a caixa do mesmo encontrava se danificada. Mas o móvel em si estava sem defeitos. Aproveitei também a promoção que iria ganhar um cupão de 15% na compra que fiz neste dia para depois gastar no mês de Dezembro. Até aqui tudo bem. Como não tinha espaço no meu carro decidi utilizar o serviço de transporte do ikea. Apesar do custo de 39€, compensava me pois tinha usufruido da promoção. Quando chegou a minha vez para fazer a marcação do dia e hora de entrega o sistema não estava a funcionar. A senhora que me atendeu indicou que me iriam ligar ainda naquele dia para combinar a hora. Ligou ao final da tarde quando ja me encontrava longe do Ikea a dizer que infelizmente não poderiam entregar os artigos por incluir um artigo que estava descontinuado. Uma informação nova que obtive naquele momento. Eu disse então que tinha que arranjar um transporte alternativo para eu próprio transportar a encomenda. A senhora disse que me ligava no dia seguinte. (26 de Novembro) Mas não ligou. Liguei eu no dia a seguir (27 de Novembro) e falei com uma senhora que realmente estava a tentar ajudar, que falou directamente com a loja mas que disse que a situação estava confusa e que era melhor eu ir a loja para resolver. Eu nesta altura estava no Porto, indiquei mesmo isso à senhora e só voltaria na terça feira (2 de Dezembro), ou seja, só poderia ir à loja na terça feira. Durante a sexta-feira (28 de Novembro) alguém ligou me em número privado 3 vezes. Não atendo números privados pois já tive mais experiências e por isso acho que é compreensível. Nesse mesmo dia enviaram me mensagem do Ikea às 18h12m a dizer que me tinham tentando contactar sem sucesso. Aqui é que percebi que o número privado era do Ikea. Liguei logo de seguida mas recebi uma mensagem automática a dizer que aqueles serviços fechavam às 18h. E funcionavam nos dias úteis. Ora só poderia ligar na terça feira. Liguei da parte da manhã durante vário tempo mas sem sucesso. Não me atenderam. Como iria levantar a encomenda nesse próprio dia, já tinha um carro que tinha alugado de propósito para este serviço. (Custou me no total cerca de 45€), desisti e dirigi me então à loja para levantar os móveis. Quando cheguei a recepção a senhora que se encontrava lá e que tinha conhecimento da situação disse que o móvel já estava novamente à venda na área circular. Eu disse lhe tudo o que se tinha passado. E ela disse que tinham me tentando ligar naquele próprio dia (o que não corresponde à verdade, conseguem ver isso nos registos acredito) e que na mensagem que me enviaram tinha lá a dizer para eu entrar em contacto até dia x, ou iriam cancelar a encomenda. O que também não corresponde à verdade pois tenho a mensagem guardada. Entretanto a senhora disse que me tinham devolvido o valor dos moveis e do transporte pago e informou me que o móvel ainda estava disponível mas que tinham montado e que estava mais caro do que eu tinha pago. Disse para eu me dirigir lá e explicar o que tinha acontecido para baixarem o preço para o que eu tinha pago. Disse é que não podiam desmontar, tinha que ser eu. Ora tive que comprar tudo novamente e ainda desmontar o móvel. E ainda tive que insistir para me baixarem o preço pois não queriam baixar. Entretanto tinha estabelecido um horário para o aluguer do carro e estava a ficar apertado com todos estes inconvenientes. Tentei desmontar o roupeiro mas não estava a conseguir. Pedi ajuda aos funcionários mas ninguém queria ajudar. Finalmente veio um rapaz que estava a tentar ajudar mas que fez questão de dizer que não podia estar lá muito mais tempo. Neste processo de desmontagem e com o tempo apertado e tudo o mais acabei por danificar o roupeiro como podem ver nas fotos. Toda esta situação foi um pesadelo. O Ikea cometeu erros atrás de erros. Sou um cliente do ikea desde que abriu em Portugal e nunca me tinha acontecido algo do género. Não sei como podemos resolver mas acho que no mínimo deveria ser compensado por toda esta situação.
carro nao tem menus em portugues
Comprámos o Forthing Friday EV em dezembro de 2024. Fui a 3 revisões onde falei sobre este problema. Quando comprámos o carro, não nos foi dito nada sobre não ter linguagem em português, só nos foi dito depois da entrega do carro. Em vários lados, o carro tem autonomia até 700 km, mas ele mal faz os 600 km sem nada a trabalhar (ar condicionado, sofagem, aquecimento) a velocidades médias de 50 a 80 km em localidades, sempre em Eco. 1.º foi-nos dito que estava para breve a atualização e, com essa atualização, verificavam a autonomia. 2.º Que, devido à guerra da Ucrânia, não era possível para já. Falei com o vendedor, que diz que não sabe de nada, que diz que falou com o chefe de vendas que não sabe de nada. O diretor da marca não sabe de nada. O serviço pós-venda não sabe nada, a oficina não sabe de nada. O que eu sei é que o carro está em Portugal desde maio de 2024. Na revisão de maio, disseram que estava para vir uma atualização do sistema de navio da China. Na revisão de agosto, disseram que não dava para atualizar porque o programa que tem era para as versões mais novas. Na revisão de dezembro, não disseram nada e que não têm data para a mudança. Para cada revisão, tenho de ligar mais de 50 vezes. Dizem que é temporário, mas é assim desde maio, sempre a agravar. Em novembro, fiz 98 tentativas de chamadas nunca atenderam em nenhum departamento durante 3 semanas. tive de pedir ao vendedor para ajudar. Ao fim de uma semana, ligaram para marcar a revisão, estive na sala de espera 12 horas e, no final, não sei o que fizeram. Cheguei às 9:20 da manhã, saí às 18:30 da tarde.
Entrega danificada
Encomendei um tapete a um fornecedor indiano. A FedEx ficou responsável pela cobrança de direitos de importação no valor de 445,11 €. A embalagem estava claramente marcada com a indicação «não usar ganchos» em vários locais. Depois de a FedEx ter cobrado o pagamento e partido, abri a embalagem e encontrei um grande rasgão no tapete. A área danificada da encomenda estava coberta com fita adesiva da FedEx, sugerindo que tentaram ocultá-la. Não deveriam ter feito a entrega nem cobrado os direitos aduaneiros, e estou a solicitar um reembolso. Eles alegam que chegaram a um acordo com o fornecedor e que não me devem nada. Admitem que não lhe pagaram os direitos aduaneiros e sei que o acordo foi de cerca de 10% do valor do tapete. Consideram o assunto encerrado e não responderão ao livro de reclamações. Anexei a encomenda original, algumas imagens dos danos, a fatura dos direitos aduaneiros e a última resposta deles à minha reclamação no Livro de Reclamações.
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