Reclamações públicas
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Suspensão recorrente da conta e cobrança injustificada de valores
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente à gestão de pagamentos e à suspensão recorrente da minha conta Google Ads (ID: 3997228849), situação que tenho tentado resolver diretamente com o suporte da Google sem sucesso. A conta tem vindo a ser repetidamente colocada em pausa, sendo-me exigidos pagamentos para que possa voltar a apresentar anúncios. Esta situação já foi reportada ao suporte da Google, nomeadamente através do processo/ticket n.º **7-9547000041296**. Num dos contactos efetuados, questionei expressamente a Google sobre o facto de a conta ser bloqueada sucessivamente e de, em cada ocasião, serem solicitados valores cada vez mais elevados, apesar de esses montantes não corresponderem a gastos realizados em publicidade. Em resposta, o suporte informou-me de que se tratava de uma "etapa obrigatória" de verificação de pagamento e explicou que o valor solicitado era calculado com base no histórico da conta, indicando inclusivamente os pagamentos anteriores de **192,24 € em maio, 95,95 € em junho e 107,00 € em julho**. O suporte instruiu-me então a aceder à área de Administração da conta, selecionar "Use sua forma de pagamento", escolher um método de pagamento e efetuar o pagamento solicitado, informando ainda que, se o pagamento fosse realizado com sucesso, receberia uma notificação confirmando a reativação da conta. Segui as instruções fornecidas pela própria Google. No dia 19 de agosto de 2026, efetuei um pagamento manual no valor de 215,00 €, através do cartão de crédito que adicionei à conta. Contudo, poucas horas depois de efetuar este pagamento, a conta voltou a ficar em pausa e passou a ser-me exigido um novo pagamento no valor de 422,00 € para que os anúncios possam voltar a ser apresentados. Esta situação é incompreensível. Mais grave ainda, atualmente a própria área de faturação do Google Ads apresenta um crédito de 252,05 € na conta, ao mesmo tempo que impede a utilização da conta e exige um novo pagamento de 422,00 €. Ou seja: * existe atualmente um crédito de 252,05 €na conta; * foi efetuado um pagamento manual de 215,00 € em 19/08/2026, conforme solicitado; * esse pagamento foi realizado precisamente no âmbito do processo de validação indicado pela Google; * apesar disso, a conta foi novamente colocada em pausa; * e é agora exigido um novo pagamento de 422,00 €, sem que me tenha sido apresentada uma justificação clara e individualizada para este montante. Tenho contactado repetidamente o suporte da Google para tentar perceber e resolver esta situação. No entanto, as respostas recebidas limitam-se essencialmente a repetir as instruções automáticas para efetuar novos pagamentos, sem esclarecer a origem dos valores exigidos e, sobretudo, sem resolver o problema. Importa ainda referir que faço gestão profissional de várias contas Google Ads e nunca me deparei com uma situação semelhante. Não considero aceitável continuar a efetuar sucessivos pagamentos para desbloquear uma conta quando existem fundos disponíveis na mesma e quando os pagamentos anteriormente solicitados pela própria Google não resolvem a suspensão. Perante o exposto, solicito formalmente: 1. A análise manual e individualizada da conta Google Ads ID 3997228849; 2. A explicação detalhada e documental da origem e do cálculo do valor de 422,00 € atualmente exigido; 3. O esclarecimento sobre a finalidade e aplicação do pagamento de 215,00 € efetuado em 19/08/2026; 4. O esclarecimento sobre o crédito de 252,05 € atualmente existente na conta e sobre a razão pela qual esse montante não pode ser utilizado; 5. A justificação para a conta ter sido novamente suspensa poucas horas após eu ter cumprido as instruções de pagamento fornecidas pelo suporte; 6. A regularização da conta e o levantamento da suspensão, caso não exista qualquer dívida efetivamente vencida e devidamente demonstrada; 7. A garantia de que não continuarão a ser exigidos sucessivos pagamentos de "verificação" sem uma explicação concreta da sua natureza, finalidade e fundamento. Até que me seja apresentada uma discriminação clara e documental do valor de 422,00 €, contesto formalmente a exigência desse pagamento e não reconheço esse montante como uma dívida decorrente de serviços de publicidade efetivamente prestados. Disponho dos comprovativos dos pagamentos, capturas da área de faturação e das sucessivas suspensões, bem como das comunicações trocadas com o suporte da Google, que demonstram os factos acima descritos. Solicito uma resposta concreta sobre a situação e a respetiva resolução, e não apenas a repetição das instruções automáticas anteriormente fornecidas pelo suporte. Atenciposamente, Rita Figueiredo
Atraso na entrega de artigo de substituição após devolução de produto defeituoso
Exmos. Senhores, Sou cliente desta marca há vários anos e sempre fiquei satisfeita, até que recentemente tive um problema devido a um defeito de fabrico num espelho com cerca de 7 quilos (Número de pedido: 130900050797). Quando relatei a situação, a 12 de julho de 2026, senti que tentaram convencer-me a ficar com o artigo danificado e a proceder à sua reparação por minha conta, oferecendo apenas um valor simbólico. O espelho estava mal soldado, o que fez com que caísse ao ser pendurado. Por sorte consegui segurá-lo a tempo, caso contrário poderiam ter ocorrido danos materiais significativos, nomeadamente numa mesa e numa televisão. Inacreditavelmente, esperavam que eu mesma fizesse este tipo de reparação, como se fosse apenas apertar um parafuso. Esta situação ultrapassa os limites do razoável. Após vários emails lá me enviaram finalmente o link da transportadora para poder devolver o artigo. O artigo chegou ao destino a 20 de julho e, até 25 de julho, ninguém me deu feedback, tendo sido eu a pedir informações sobre a troca. Só no dia 31 de julho é que me informaram que tinham tentado realizar uma entrega a 28 de julho, mas a transportadora indicou 'Destinatário ausente / Local fechado'. No entanto, nunca fui avisada desta tentativa de entrega, nem me forneceram qualquer número de seguimento, por isso era impossível eu adivinhar que a encomenda iria ser entregue nesse dia. A 2 de agosto disseram-me que iriam pedir uma nova tentativa de entrega, mas que não podiam garantir uma data ou hora, pois isso depende da empresa de logística (não me forneceram nenhum nº de seguimento). Após mais um contacto da minha parte em 18 de agosto disseram me que o envio do artigo de substituição de 2 de agosto não tinha sido efetivado (a sério ?!) e que iam pedir outro. Não me fornecem nº de de seguimento, o que solicitei, e que estou neste momento a aguardar pois não posso estar presa em casa já que informam que o prazo de entrega pode ir de 3 a 7 dias. Estamos nisto desde 12 de julho e esta empresa não mostra qualquer interesse em resolver questões de pós venda a que são obrigados por Lei. Cumprimentos. Margarida Correia
Reclamação por extravio e danificação de bens – pedido de indemnização
Reclamação formal, extravio e danos de bens durante transporte de mudança Venho, na qualidade de cliente e consumidor, apresentar reclamação formal relativamente ao serviço de transporte de bens pessoais contratado para uma mudança entre o Porto e Ponta Delgada, Açores, bem como solicitar o ressarcimento dos prejuízos sofridos em consequência do extravio e dos danos verificados em diversos bens transportados. O transporte foi realizado em 23 de janeiro de 2026, tendo como destino final Ponta Delgada. Aquando da descarga, conferência e posterior inspeção dos bens, foram identificadas diversas irregularidades, tanto ao nível da quantidade entregue como do estado de conservação dos objetos transportados. 1. Extravio de uma palete e respetivos bens O transporte contratado compreendia 17 paletes, tendo sido entregues apenas 16. Da palete em falta constavam, designadamente: * uma caixa contendo diversos livros de Medicina, no valor global estimado de 1.815,00 €; diverso material de escritório, no valor estimado de 132,10 €; 14 vasos com diferentes plantas, bem como um vaso de vidro contendo cinco pés de bambu, no valor global estimado de 298,00 €. Os respetivos artigos, quantidades e valores de reposição encontram-se discriminados em documentação própria. O valor total estimado dos livros e material de escritório extraviados ascende, assim, a 1.947,10 €. 2. Bens entregues danificados Para além do extravio referido, vários bens foram entregues com danos que não apresentavam antes do transporte, designadamente: cama individual de criança partida — 259,00 €; pés de cómoda partidos — 109,00 €; espelho redondo partido — 149,00 €; móvel de escritório com três gavetas, com rodas danificadas ou partidas — 18,00 €; cama individual de criança, estofada, com revestimento rasgado e danificado — reparação estimada em 100,00 €; Cómoda branca de quarto de casal partida — 85,00 €; quadro de 40 × 50 cm partido — valor estimado de 25,00 €; tapetes afetados por bolor, alegadamente relacionado com as condições em que foram transportados, cujo orçamento de lavagem e recuperação ascende a 210,00 €. O valor global estimado dos bens danificados e respetivas reparações é de 955,00 €. 3. Prejuízo patrimonial reclamado Face aos elementos disponíveis, os prejuízos encontram-se atualmente quantificados da seguinte forma: Livros de Medicina e material de escritório extraviados: 1.947,10 €; Plantas e vasos extraviados: 298,00 €; Mobiliário e restantes bens danificados: 955,00 €. Valor global reclamado: 3.200,10 €. Encontro-me na posse de documentação destinada a comprovar os factos e respetivos prejuízos, designadamente: documento relativo ao transporte realizado; listagens discriminativas dos bens extraviados; tabelas com quantidades e valores estimados de reposição; fotografias dos bens danificados; orçamentos de reparação e recuperação; demais documentação suscetível de demonstrar o estado e o valor dos bens. 4. Responsabilidade pelo transporte Nos termos do regime aplicável ao contrato de transporte rodoviário nacional de mercadorias, designadamente do Decreto-Lei n.º 239/2003, de 4 de outubro, o transportador responde, nos termos legalmente estabelecidos, pela perda total ou parcial das mercadorias e pelas avarias ocorridas entre a receção dos bens e a respetiva entrega, sem prejuízo das situações de exclusão ou limitação de responsabilidade previstas na lei. No presente caso, os bens foram confiados ao transportador para serem entregues no respetivo destino, na quantidade e estado em que foram recebidos. Porém, uma das 17 paletes não foi entregue e diversos bens chegaram ao destino danificados, circunstâncias que determinaram um prejuízo patrimonial significativo. Considero, por isso, que existem fundamentos suficientes para que a situação seja formalmente apreciada e para que seja apurada a correspondente responsabilidade, com o consequente ressarcimento dos danos comprovados. 5. Tentativa de resolução e pretensão Pretendo uma resolução célere, transparente e extrajudicial da situação. Solicito, concretamente: 1. O reconhecimento e apreciação formal da reclamação relativa ao extravio de uma palete e aos danos causados nos restantes bens; 2. A abertura, quando aplicável, do correspondente processo de sinistro junto da seguradora responsável; 3. Informação escrita quanto à posição assumida relativamente à responsabilidade pelos prejuízos; 4. A indicação de eventual documentação adicional necessária para instrução do processo; 5. A apresentação de uma proposta concreta para o ressarcimento dos prejuízos, atualmente estimados em 3.200,10 €; 6. Que a situação seja resolvida com a maior brevidade possível, evitando a necessidade de recurso a mecanismos administrativos, arbitrais ou judiciais. Apesar das sucessivas diligências desenvolvidas no sentido de obter uma solução, a situação permanece por resolver (volvidos 6 meses), motivo pelo qual recorro agora aos mecanismos de proteção do consumidor. A minha pretensão não excede o prejuízo efetivamente sofrido: procuro apenas ser colocado, tanto quanto possível, na situação patrimonial em que me encontraria caso os bens tivessem sido integralmente entregues e em adequado estado de conservação. Permaneço inteiramente disponível para fornecer fotografias, documentos, listagens, comprovativos, orçamentos e demais elementos necessários à adequada apreciação da presente reclamação. Valor total da indemnização reclamada: 3.200,10 €.
Disputed EUR 1,010 vehicle upgrade charge
This is the complaint I sent to Tangerine about 2 weeks ago but haven't heard back yet. Please process this through your official channel: I am writing to file a formal complaint regarding a deeply unsatisfactory experience during the pickup of my rental vehicle, and to request a full refund of €1,010 plus applicable taxes that were charged without justification. BOOKING DETAILS Booking Reference: D014522785 Pickup Date: 07/16/2026 Pickup Location: Lisbon Vehicle Reserved: Volkswagen T-Cross SUMMARY OF COMPLAINT 1. EXCESSIVE WAIT TIME Upon arrival, my group waited approximately 2 hours to complete the pickup paperwork. This is wholly unacceptable and caused significant disruption to our travel plans. 2. VEHICLE UNAVAILABILITY Your agent informed us that the VW T-Cross we had reserved was not available. This is a breach of our rental agreement. Tangerine Rent is contractually obligated to provide the reserved vehicle category or a comparable equivalent at no additional cost. 3. FALSE CLAIM REGARDING LUGGAGE CAPACITY Your agent stated that the VW T-Cross could not accommodate our two large suitcases. This claim is factually incorrect. The VW T-Cross has a boot capacity of 385 litres (455 litres with rear seats adjusted), which is sufficient for two large suitcases. This appears to have been used as a pretext to justify a forced upgrade. 4. UNAUTHORIZED UPGRADE CHARGE OF €1,010 + TAX Despite our clear objections, your agent presented a Ford vehicle as the only available option and demanded an upgrade payment of €1,010 plus tax. We were given no alternative and no choice but to pay this amount in order to collect a vehicle and not lose further time from our vacation. This constitutes a forced upsell under duress, which is contrary to Portuguese consumer protection law and EU Regulation 2019/1150. REQUESTED RESOLUTION I request a full refund of €1,010 plus applicable taxes within 14 days of this email.
Fui enganada!!Omissão nas informações sobre plano visual
Em maio de 2025 estive nesta loja para olhar alguns óculos e fui abordada por uma funcionária que me ofereceu um plano visual,na qual duraria 2 anos e durante estes dois anos poderia mudar os óculos ao final de cada ano e ao final os óculos seriam meus.Me empolguei e fiz para mim e meu esposo o plano.Depois indiquei aos meus filhos e fizeram tbm.Hoje depois de 1 ano e 3 meses resolvi mudar os óculos e para minha supresa,eu ao fazê lo renovaria o contrato,sendo que foi me dito que fazia parte dos 2 anos.A pior notícia foi dizerme q ao completar os dois anos terei q devolver os óculos.Paguarei 2.372€ pra simplesmente poder utilizar os óculos?! Que lógica há nisso?? Me sinto lesada,enganada e muito frustrada!Me convenceu que era um excelente plano e q poderia trocar os óculos ao final de cada ano e que no final de tudo os q estivessem em mãos ao finalizar os 2 anos seriam meus.Foi me totalmente omitido que era um aluguer e que ao trocar os óculos teria q renovar contrato. Não quero mais isso,me enganaram completamente!! Não indico para ninguém,é burla!!Publicidade enganosa!!!
Não adicionaram as crianças à reserva
No dia 16 de Agosto tentei fazer uma reserva na Stayforlong para estadia de 7 noites a partir de dia 21 de Agosto. O pagamento foi aceite no meu cartão mas não foi retirado por alguma razão. Como também não recebi email de confirmação, enviei eu email para a Stayforlong a perguntar se tinha sido efectuada a reserva, sem resposta até hoje, dia 19 de Agosto. Ontem, dia 18 de Agosto, com receio de chegar dia 21 e não ter reserva efectuada, efectuei outra reserva para o mesmo hotel, mesmos dias, e mesmas pessoas. Essa reserva já foi efectuada e paga mas com erro, não adicionaram as duas crianças à reserva. Apercebi-me assim que recebi a confirmação ontem de manhã e estou a tentar falar com eles desde essa altura sem sucesso, os emails não respondem, o telefone e o chat não dão. O valor é exatamente igual com crianças ou sem crianças porque o hotel em questão não cobra as mesmas, por isso era só uma questão de corrigir o quarto onde vamos ficar e ter pulseiras para as crianças porque é tudo incluído. Estamos na noite de quarta e não sei o que fazer pois a reserva é para sexta e temos 8h de carro pela frente... Enganam-se na reserva e não consigo falar com ninguém para resolver a situação. Já liguei para o hotel e dizem que tenho de resolver com eles pois só têm os 2 adultos reservados num quarto duplo e não quarto familiar... Poderia fazer outra reserva mas depois das reclamações que já li parece que eles nunca devolvem valores indevidos e não vou arriscar pois ainda é um valor considerável para um tudo incluído para 4 pessoas em Agosto! A stayforlong deveria ter mais consideração pelos seus clientes, muitos estão um ano inteiro a juntar para conseguir umas férias em família! A minha reclamação tem como finalidade alertar a empresa já que o telefone não funciona e os emails não têm resposta... Preciso de uma resolução deste problema até ao dia de amanhã ou irei tomar vias legais para indemnizar a perda das nossas férias! Grata Ana Rita Semedo
EDreams Prime
# Reclamação relativa a cobrança indevida do eDreams Prime **Assunto: Pedido de intervenção da DECO – cobrança de 5 € pela eDreams Prime e recusa de reembolso** Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a uma cobrança de **5 € efetuada pela eDreams, relacionada com o serviço eDreams Prime**, que considero indevida. Tomei conhecimento da cobrança através do meu meio de pagamento e, perante a situação, entrei em contacto com o serviço de apoio ao cliente da eDreams para solicitar esclarecimentos e o respetivo **reembolso do valor de 5 €**. Apesar de ter manifestado a minha discordância relativamente à cobrança, a eDreams **recusou proceder ao reembolso**, não tendo ficado satisfeito(a) com a justificação apresentada. Considero que, caso tenha existido uma subscrição ou renovação do serviço, esta deveria ter sido apresentada de forma clara e transparente, com informação inequívoca sobre as condições aplicáveis e sobre qualquer cobrança associada. Não considero aceitável ser cobrado(a) por um serviço que não pretendia manter/que não reconheço ter autorizado nas condições em que foi efetuada a cobrança. Assim, venho solicitar à DECO que me informe sobre os meus direitos enquanto consumidor(a) e, se possível, que me ajude a **obter o reembolso dos 5 € cobrados pela eDreams**, bem como a esclarecer se a cobrança efetuada respeitou as regras aplicáveis à contratação e renovação de serviços por subscrição. Junto, ou poderei facultar, os comprovativos da cobrança e das comunicações mantidas com a eDreams, incluindo a resposta em que recusaram o reembolso. Agradeço a análise da situação e a indicação dos próximos passos que devo seguir. Com os melhores cumprimentos, Nome Conceição Email : regina-gomes2@hotmail.com Data da cobrança: 19-08-2026Valor cobrado: 4,99€ Subscrição: 1029714197 Referência/número da reserva ou cliente: 25269266890
Reclamação à DECO — Cancelamento de contrato de ginásio por incapacidade médica
Reclamação à DECO — Cancelamento de contrato de ginásio por incapacidade médica Entidade reclamada: Fitness UP – Paços de Ferreira Assunto: Pedido de apoio e análise da legalidade da cobrança de taxa de cancelamento perante incapacidade médica comprovada Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio e a intervenção da DECO relativamente a um problema que estou a ter com o ginásio Fitness UP – Paços de Ferreira, relacionado com o cancelamento da minha inscrição e a exigência de pagamento de uma penalização. Entrei no ginásio há aproximadamente um mês e meio, acreditando que a prática de exercício físico poderia ser benéfica para a minha saúde. No entanto, devido às minhas limitações físicas, nomeadamente artrose nos dois joelhos e dores nos joelhos e na região lombar, apenas consegui frequentar o ginásio cerca de três vezes. Após essas poucas utilizações, verifiquei que não conseguia continuar a praticar os exercícios sem agravamento das dores e, por motivos de saúde, decidi solicitar o cancelamento da inscrição. Sou titular de um Atestado Médico de Incapacidade Multiuso, emitido pelas autoridades de saúde portuguesas, que certifica 62% de incapacidade permanente. Trata-se, portanto, de uma incapacidade oficialmente reconhecida em Portugal, e não de uma simples desistência ou falta de vontade de frequentar o ginásio. Quando me inscrevi, fi-lo na expectativa de que a atividade física pudesse contribuir positivamente para a minha saúde. Contudo, após iniciar a frequência, percebi que, nas minhas atuais condições, não consigo praticar exercício físico naquele estabelecimento de forma adequada. Além disso, não cheguei sequer a assinar fisicamente o contrato que me foi apresentado, pelo que solicito à DECO que analise também a questão da formação do contrato e, nomeadamente, se me foi efetivamente disponibilizada uma cópia integral das condições contratuais e das cláusulas relativas ao período de fidelização e à penalização por cancelamento. No dia 19 de agosto de 2026, enviei formalmente um e-mail ao Fitness UP Paços de Ferreira e ao respetivo Apoio ao Cliente, solicitando o cancelamento imediato da minha inscrição e anexando o meu Atestado Médico de Incapacidade Multiuso de 62%. Apesar disso, fui informada pela rececionista do estabelecimento de que terei obrigatoriamente de pagar uma multa/taxa de cancelamento, mesmo apresentando a documentação médica que comprova a minha incapacidade. Esta posição causa-me particular preocupação, uma vez que não estou a solicitar o cancelamento por mera conveniência. Estou perante uma situação de incapacidade médica oficialmente reconhecida, que me impede de usufruir adequadamente do serviço que contratei. Tenho conhecimento de que a Lei n.º 24/96, de 31 de julho — Lei de Defesa do Consumidor, estabelece, designadamente no artigo 9.º, o direito à proteção dos interesses económicos do consumidor e determina que, nas relações de consumo, deve existir igualdade material, lealdade e boa-fé. A mesma disposição estabelece ainda que não devem ser incluídas cláusulas contratuais que originem um significativo desequilíbrio em prejuízo do consumidor. Assim, solicito à DECO que analise concretamente: Se é legal a Fitness UP exigir uma taxa/multa de cancelamento numa situação de incapacidade médica devidamente comprovada; Se a cláusula contratual que prevê essa penalização pode ser aplicada nestas circunstâncias; Se a existência de um Atestado Médico de Incapacidade Multiuso de 62%, de caráter permanente, deve ser considerada para efeitos de resolução/cancelamento do contrato sem penalização; Se a situação poderá configurar um desequilíbrio contratual significativo em prejuízo do consumidor, à luz da Lei n.º 24/96 e do regime das cláusulas contratuais gerais; Se a circunstância de eu ter frequentado o ginásio apenas cerca de três vezes e não ter chegado a assinar fisicamente o contrato tem relevância jurídica para a validade e/ou cessação do contrato; Se a Fitness UP pode continuar a efetuar cobranças após a comunicação formal do cancelamento e apresentação da documentação médica. Solicito ainda, se possível, o apoio da DECO na tentativa de resolução desta situação junto da Fitness UP, com vista ao cancelamento do contrato sem aplicação de penalização, bem como à cessação de quaisquer cobranças futuras relacionadas com a inscrição. Considero que a exigência de uma penalização, perante uma incapacidade médica oficialmente reconhecida e permanente, merece uma análise jurídica específica, sobretudo quando o serviço deixou de ser adequado e utilizável para mim por razões de saúde que não dependem da minha vontade. Documentação que disponibilizo Cópia do Atestado Médico de Incapacidade Multiuso — 62% de incapacidade permanente; Cópia do e-mail enviado à Fitness UP a solicitar o cancelamento; Comprovativo do envio do e-mail e do respetivo anexo; Eventuais respostas da Fitness UP; Outros documentos relativos à inscrição/contrato, caso sejam necessários. Agradeço desde já a análise da situação e a indicação dos meus direitos enquanto consumidora, bem como das medidas que poderei tomar caso a Fitness UP mantenha a exigência da penalização. Com os melhores cumprimentos, Judina Rocha dos Santos
Devolução da noites não usufruídas
Devido ao não cumprimento das comodidades descritas do hotel como o não funcionamento do jacuzzi, a porta da sauna e banho turco não fecha não mantendo assim o calor, jantar mal servido e com falta de funcionários. Relato também que no google e no booking estão várias críticas a relatar os mesmos problemas - Envio os prints anexados. Só fiquei hospedada nesse hotel uma noite (tendo pago 3 noites) - dia 17 e 18 de agosto e peço o reembolso das duas noites não usufruídas. Solicito assim a devolução das noites não usufruídas visto ter entrado várias vezes em contacto com o hotel e não obter qualquer tipo de resposta Obrigada Sofia Ribeiro
Pedido de reembolso após presença de percevejos na HI Ovar – Pousada de Juventude
Durante a minha estadia na HI Ovar – Pousada de Juventude, tinha uma reserva de duas noites para quatro pessoas, incluindo uma criança de 7 anos. Após a primeira noite, o meu irmão acordou com dezenas de picadas. Ao regressarmos ao quarto nessa noite, encontrámos vários percevejos vivos na cama. As picadas provocaram uma reação intensa, pelo que tivemos de o levar ao médico, onde lhe foram receitados anti-histamínicos e corticóides. Perante a presença de percevejos e para evitar que a criança também fosse picada, fomos obrigados a abandonar a Pousada por volta das 2 da manhã, não podendo usufruir da segunda noite da reserva. Após apresentar a reclamação à Movijovem, esta confirmou por escrito que foi efetivamente detetada a presença de percevejos no quarto e que foi necessária uma intervenção urgente de uma empresa especializada para realizar a desinfestação. Solicitei inicialmente o reembolso da segunda noite, mas a Movijovem recusou e ofereceu, em alternativa, um vale correspondente a uma noite de alojamento. Expliquei que esse vale não me é útil, uma vez que não tenho prevista uma nova viagem a Portugal e que as pessoas que me acompanhavam irão viver para o estrangeiro, tornando impossível voltar a reunir o grupo. Considerando a gravidade da situação, a presença confirmada de percevejos, as picadas sofridas, a necessidade de assistência médica e o facto de termos sido obrigados a abandonar o alojamento durante a madrugada, considero que a compensação proposta não é adequada. Solicito, por isso, a intervenção da DECO e o reembolso integral do valor pago pelas duas noites da reserva, uma vez que considero que as condições de alojamento prestadas não foram adequadas e que a situação afetou de forma significativa toda a nossa estadia.
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