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Pedido Mediação Urgente - Recusa Venda CeX apesar Oferta €85 (Recl. ROR00000000045549673)
Exmos. Senhores DECO Proteste, Sou BC, residente Porto. Registei reclamação na CeX (loja Santa Catarina) por recusa venda monitor LG 34GP63GB-B exposto a €85 (metade do site €190), apesar acordo inicial. Resumo Caso: 25/03/2026: Artigo exposto com etiqueta oficial €85, 5 anos garantia [foto em anexo]. Vendedor recusou alegando "defeito devolvido", sem provas. Resposta CeX admite "lapso operacional" mas nega venda [texto completo anexado]. Agora disponível noutra loja CeX a €210 [prints anexados]. Suspeita violação Decreto-Lei 67/2003 e Código Civil (boa-fé). Anexos: Fotos, reclamação e resposta da CeX, prints preços. Peço mediação urgente para forçar venda/compensação. Obrigado, BC
Produto baixa qualidade diferente do encomendado
Aparentemente, e após leitura do histórico de reclamações e busca na internet, sou mais uma vitima desta empresa. Encomendei uma máquina de fazer massas (esparguete e similar) que supostamente seria elétrica e fornecem uma manual. Embalagem danificada, produto com amolgadelas. Tentei o contato por e-mail mas veio devolvido, por não existir. Esta reclamação é igual a tantas outras que encontrei na internet. Ultima tentativa antes de queixa às autoridades.
Venda irregular de motociclos
Exmo.(a) Senhor(a), Venho por este meio apresentar queixa relativa à atividade comercial da empresa “Moto Espaço”, situada na Rua do Parque 62, Vila Nova de Gaia, anteriormente associada à loja “Kawasintra” (Espinho), envolvendo a comercialização de motociclos com irregularidades que afetaram consumidores e terceiros, incluindo a situação que acompanhei. 1. Dados do agente visado Nome: Vítor Manuel Guerra Mourato Maninha (que se apresenta como “Vítor Cintra”) Empresas associadas: Potencial Acessível, Lda. (NIF 516057618) Fascínio Permanente, Lda. (NIF 517294753) Locais de atividade: Espinho, Valadares e Vila Nova de Gaia 2. Descrição dos factos 30/05/2022, loja Kawasintra, Espinho: Pagamento de €3.450,00 por motocicleta Lexmoto Aura LJ125T-18, matrícula AQ-81-EQ; Sem emissão de fatura ou recibo; Sem registo de propriedade em nome do comprador; Veículo registado em nome de terceiro (IRN nº07094 a 28/04/2022, NIF 504451120) com declaração de circulação emitida a 30/05/2022 e repetida em 01/04/2023 (VIN L4HTTEJP6M6001224). Posteriormente, devido à impossibilidade de transferir o registo de propriedade, foi proposta a substituição por outro veículo, Qooder QV3, matrícula AQ-47-CL, elevando o valor total pago para €7.700,00: Apresentou novamente dificuldade para registo de propriedade; Declaração de circulação entregue em 17/06/2023, com VIN Tac003306xkt004181, cuja correspondência carece de verificação. Em outubro de 2025, apurou-se que o veículo Qooder QV3 estava em regime de consignação, registado em nome de terceiro, sem autorização para transferência de propriedade e sem pagamento de valores ao legítimo proprietário. Apesar de diversas tentativas de contacto, deslocações ao estabelecimento e promessas de regularização, não houve restituição dos valores nem resolução da situação. Foi posteriormente ainda proposta a entrega de outro veículo igualmente pertencente a terceiro. Existem diversas reclamações públicas semelhantes associadas à mesma atividade comercial, sugerindo um padrão de irregularidades. 3. Natureza do problema Incumprimento contratual: venda de bens sem transferência de propriedade; Venda de bens de terceiros sem autorização; Falta de fatura ou recibo, dificultando prova legal da transação; Possíveis omissão de rendimentos e IVA; Afetação dos direitos do consumidor, incluindo restituição de valores pagos. Observação: embora eu não seja a lesada direta, acompanhei o processo e a situação afeta terceiros de forma grave, evidenciando práticas comerciais irregulares. 4. Solicitação Face ao exposto, solicito à DECO: Mediação junto da empresa para restituição dos valores pagos (€7.700,00); Orientação sobre eventual ação judicial caso a empresa não regularize a situação, considerando histórico de inexistência de bens num processo da empresa em 2025. Devido ao facto desta divida não tenho meios financeiros para entrepor qualquer acção judicial 5. Anexos Comprovativos de pagamento (transferência bancária, MBWay, etc.); Declarações de circulação dos veículos; Fotografias ou outros documentos relevantes. Espinho, 26/03/2026 Assinatura: Paula Faria paulaalexandrafaria@hotmail.com
Equipamento danificado após reparação de ipad pro 10,5 na iservices amoreiras
Exmos. Senhores, No dia 24 de novembro de 2024 dirigi‑me à iServices das Amoreiras (Lisboa) para substituir a bateria do meu iPad Pro 10,5. O equipamento funcionava normalmente, apenas com desgaste natural de bateria devido à idade. Tinha um protetor de ecrã aplicado e o ecrã encontrava‑se sem qualquer dano visível. Após a substituição da bateria, ainda dentro da loja, o iPad desligou‑se sozinho e deixou de ligar. Voltei de imediato ao balcão; o funcionário confirmou que o aparelho não ligava e pediu que o deixasse. No dia seguinte informaram‑me que já estava “normal” e entregaram‑mo sem qualquer explicação adicional. Em casa, ao fim de algumas horas de utilização, o iPad voltou a desligar‑se sozinho e só consegui ligá‑lo após várias tentativas. Regressei à loja, deixei novamente o equipamento e, mais uma vez, foi‑me devolvido a funcionar, com a indicação de que estava tudo bem. Desde então, ao longo de cerca de um ano, o iPad foi apresentando desligamentos súbitos ocasionais, que não existiam antes da intervenção, mas que eu conseguia contornar voltando a ligá‑lo. Em novembro de 2025 reparei que o ecrã começou a descolar da estrutura, apesar de o equipamento nunca ter sofrido quedas ou danos físicos. A partir daí a autonomia da bateria degradou‑se drasticamente: carregava até 100% e o iPad desligava‑se por volta dos 60%, passando depois a indicar percentagens de bateria incoerentes. Desloquei‑me à iServices no inicio deste mês de Março, explicando que a bateria não a funcionar bem, e mostrando o estado do ecrã. O funcionário confirmou a substituição em garantia. No dia seguinte ligaram‑me a informar que a bateria instalada anteriormente tinha inchado e que não era a bateria correta para o meu modelo, alegando um “erro de catalogação” de logística, e que iriam encomendar e instalar a bateria correta. Além disso, ao abrirem novamente o iPad para instalar essa bateria correta, fui informado de que tinham partido uma ligação interna e que o equipamento teria de seguir para o laboratório para soldadura, garantindo que se tratava de uma reparação simples. Fiquei cerca de uma semana e meia sem o iPad. Quando me entregaram o iPad já com a bateria correta instalada, o equipamento já não tinha o protetor de ecrã que sempre teve desde antes da primeira reparação. Aceitei essa situação. Levei o iPad para casa e, ao final do dia, quis carregá‑lo: só à terceira tentativa é que o carregamento iniciou. No dia seguinte surgiram mais problemas: • reparei numa faixa vertical estreita, mais clara/deslavada/pixelizada, onde o brilho e as cores ficam diferentes do resto da imagem, visível por exemplo sobre os ícones e textos dos atalhos, e posteriormente em partes de outros textos e imagem – defeito que não existia antes; • liguei um teclado que utilizo há anos através do Smart Connector e ele não funcionava; ao testar o mesmo teclado noutro iPad com Smart Connector, funcionou perfeitamente; • tentei ligar o iPad por USB ao meu computador para transferência de ficheiros e não houve qualquer reconhecimento; testei com outro cabo e nada; experimentei ligar o cabo de carregamento e o iPad simplesmente não carregava. Regressei à loja na semana passada e expliquei todos estes problemas. Deixei novamente o iPad. À tarde no mesmo dia, ligaram‑me a informar que o problema do Smart Connector se devia a uma ligação que não tinha ficado bem conectada numa das aberturas anteriores do iPad, e que já tinham resolvido. O problema de carregamento, segundo a iServices, exigia novo envio para o laboratório durante cerca de mais uma semana. No dia 25 de março de 2026 ligaram‑me a dizer que o iPad estava pronto. Fui buscá‑lo levando o teclado para testar o Smart Connector; na loja, o teclado funcionou e o iPad aparentava carregar. No entanto, ao chegar a casa e tentar carregar o iPad com bateria baixa, o problema de não iniciar o carregamento voltou a repetir‑se. A faixa vertical mais clara/deslavada/pixelizada no ecrã mantém‑se. Neste momento, o Smart Connector é praticamente a única coisa que ficou a funcionar de forma consistente. Resumindo, após as sucessivas intervenções da iServices: • o iPad continua com problemas de carregamento – neste momento não carrega de todo; • o ecrã apresenta agora uma faixa vertical com defeito e já teve descolagem, danos que não existiam antes. O defeito no ecrã surge numa faixa vertical que parece começar precisamente na zona inferior, junto ao botão Touch ID, local onde o ecrã é aberto para acesso à bateria, o que reforça que se trata de dano resultante das intervenções. Antes da primeira reparação o iPad não apresentava qualquer falha de ecrã, de carregamento, de Smart Connector ou desligamentos aleatórios, apenas menor autonomia normal pela idade. Estou cansado desta sucessão de intervenções incompletas e novas avarias. Tenho‑me deslocado repetidamente à loja, onde os funcionários demonstram boa vontade, mas os problemas nunca ficam definitivamente resolvidos e não são feitos testes exaustivos antes da entrega ao cliente. Por deixar de acreditar que novas deslocações à loja tragam uma solução efetiva, recorro aqui para expor a situação e obter uma resolução adequada.
Keepwell’s - Agravamento contratual
Gostaria de reclamar a decisão por parte de uma avaliação baseada em um questionário online sobre meus hábitos e historial de saúde. Carta_Resultado_Proposta_093333960805_B0M_20260325.pdf Pois bem, sou uma pessoa que frequenta ginásio há mais de uma década, jogador de Volei federado pelo Clube atlético Albufeira, treino 3x por semana, com jogos do campeonato regional e nacional 3divisão aos finais de semana. Tenho percentual de gordura baixo e volume considerável de massa magra. Entretanto, por tudo isto que descrevi, fui penalizado com 25% sobre o valor que supostamente pagaria, “sobrepeso”. Gostaria de saber se todas as pessoas que frequentam ginásio, crossfit, atividades de maior intensidade e com objetivo de obter massa magra, resolverem adquirir ao seguro, serão penalizadas? Isto tudo através de um cálculo medíocre de IMC? Pelo meu caso, vejo que não faz o menor sentido a associação de “agravante” e “sobrepeso”. Por isto gostaria de reclamar formalmente esta decisão. Aguardo por respostas.
Incumprimento de prazos
Exmos. Senhores: Venho por este meio apresentar reclamação formal relativa ao contrato de prestação de serviços “Worten Casa Total+”. No dia 27/02/2026 solicitei assistência técnica para uma máquina de lavar loiça, tendo-me sido garantido contacto no prazo máximo de 5 dias úteis. Tal prazo não foi cumprido. Perante a ausência de resposta, no dia 16/03/2026 voltei a contactar o serviço, tendo-me sido assegurado novo contacto no prazo de 2 dias úteis, o que igualmente não se verificou até à presente data. Verifica-se, assim, um incumprimento reiterado das obrigações contratuais por parte da Worten, nomeadamente no que respeita aos prazos de resposta e prestação do serviço contratado, o qual tenho vindo a pagar mensalmente. Importa salientar que, nos termos da legislação aplicável à defesa do consumidor, a existência de fidelização contratual não é oponível ao consumidor em caso de incumprimento por parte do prestador do serviço. Mais, o atraso no agendamento está a impedir-me de aproveitar uma campanha em vigor. Acrescento ainda que este tipo de situação já aconteceu anteriormente, pelo que são repetentes na matéria! Registo que apenas após múltiplos contactos e intenção de rescisão fui finalmente contactada para agendamento, o que demonstra atraso significativo no cumprimento do serviço contratado. Assim, solicito a resolução imediata desta situação. Cumprimentos,
Impossibilidade de acesso à conta my triumph via google há várias semanas
Submeto esta reclamação relativamente à marca Triumph, devido a um problema persistente com o acesso à plataforma My Triumph. Há várias semanas que não consigo entrar na minha conta através da opção de login com Google, sendo este claramente um erro técnico da plataforma. Apesar de já ter contactado o apoio ao cliente por quatro vezes, todas as respostas recebidas foram genéricas, sem qualquer solução concreta ou acompanhamento eficaz da situação. Importa referir que tenho um cupão associado à minha conta, o qual não consigo utilizar devido a este problema de acesso, o que agrava ainda mais a situação. É inaceitável que, após múltiplas tentativas de contacto, o problema continue por resolver, demonstrando falta de suporte adequado ao cliente e ausência de resolução de falhas técnicas evidentes. Desta forma, venho por este meio expor a situação publicamente e solicitar uma intervenção célere por parte da entidade, com vista à resolução definitiva do problema — seja através da correção do erro de login, seja através de uma alternativa que permita o acesso à conta ou a utilização do cupão. Fico a aguardar uma resposta concreta e eficaz.
OBRA NAO TERMINADA
Celebrei um contrato com o empreiteiro desta empresa para a realização de obras na minha habitação. A obra teve início em julho de 2025, estando contratualmente prevista a sua conclusão no prazo de 75 dias. No entanto, à presente data (março de 2026), a mesma permanece inacabada, tendo-se verificado atrasos significativos e injustificados. Foram efetuados pagamentos, incluindo transferência bancária e valores em numerário, estes últimos devidamente comprovados por declarações assinadas pelo próprio. Importa ainda referir que, relativamente ao pagamento efetuado por transferência bancária, foi incluído o valor correspondente a IVA, tendo sido assegurada a emissão da respetiva fatura. No entanto, até à presente data, a mesma nunca foi entregue, apesar de solicitada, o que constitui uma situação grave e irregular. A obra acabou por ser abandonada pelo empreiteiro, ficando incompleta e com diversos problemas de execução. Entre as principais situações identificadas, destaco: Quadro elétrico executado sem conformidade técnica e com potenciais riscos de segurança Instalação elétrica incompleta (falta de focos de iluminação) Pavimento não aplicado na totalidade, incluindo zonas por baixo dos móveis da cozinha Sistema de exaustão não instalado Azulejos aplicados com defeitos de execução e acabamentos irregulares Problemas nos chuveiros (perfurações e falhas) Acabamentos irregulares nas casas de banho Elementos decorativos e remates aplicados de forma inadequada Lavatório do WC instalado de forma desalinhada Tomadas elétricas instaladas incorretamente Apesar de várias tentativas de contacto, o empreiteiro deixou de responder, demonstrando falta de responsabilidade e incumprimento do acordado. Adicionalmente, importa referir que, até à presente data, o empreiteiro não procedeu à devolução das chaves do imóvel, o que agrava a situação e levanta preocupações sérias ao nível da segurança, ao qual já tomamos medidas de precaução para salvaguardar. Esta situação causou prejuízo financeiro e transtornos significativos, encontrando-me neste momento com a obra inacabada e com necessidade de correções adicionais. NÃO RECOMENDO, TENHAM CUIDADO A PESSOA É MUITO BOA DE LÁBIA, E ADORA COLOCAR CULPA NAS PESSOAS PELA QUAL JÁ PRESTOU SERVIÇOS.
O Produto recebido não corresponde com onrecebido
Adquiri um drone numa publicação no Instagram , mas o drone que recebi não corresponde com o anunciado
Processo CAS-5051055-G2C0B0 – Reclamações submetidas e pedido de esclarecimentos internos
Venho solicitar apoio relativamente a um litígio com a MOEVE (ex-CEPSA), relacionado com a não atribuição de saldo no programa de fidelização GOW e com a gestão inadequada da reclamação por parte da empresa. Apesar de ter cumprido todos os requisitos nas transações (apresentação da app e NIF), parte do saldo não foi creditada. Adicionalmente, num dos abastecimentos, não foi possível aplicar os benefícios devido a falha do colaborador em loja. A empresa reconheceu parcialmente a situação, tendo creditado apenas 1,10€, quando o valor total devidamente fundamentado ascende a 5,03€. A justificação apresentada baseia-se numa alegada incompatibilidade entre cupões de valor e o programa GOW. No entanto, esses cupões foram adquiridos como meio de pagamento e já foram anteriormente aceites pela própria empresa em situações idênticas, tendo inclusive sido objeto de análise interna e validação. Verifica-se assim: * aplicação inconsistente de critérios; * decisões contraditórias em processos semelhantes; * ausência de fundamentação clara; * e encerramento indevido do processo sem resolução completa. O consumidor foi obrigado a insistir repetidamente para reabertura do caso, sem que tenha sido apresentada resposta técnica adequada. Pretendo: * a regularização do valor em falta (3,93€); * a clarificação dos critérios aplicáveis; * e a garantia de tratamento consistente e transparente. Solicito o apoio da DECO na mediação desta situação.
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