Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
ACESSO A CONTEÚDO DIGITAL NEGADO DPOIS DE PAGA ASSINATURA
Exmos. Senhores, Fiz uma assinatura por 1 mês, da Revista Visão digital, com a Ordem de compra 5967702, em 11/10/2025 e paguei-a. de imediato via multibanco Acontece que, até hoje, sempre que tento aceder ao conteúdo, a resposta do site é de que eu não tenho esse direito. Já enviei e-mails para o apoio de cliente e tentei falar através do nº de telefone +351 21 870 50 50, e, simplesmente a resposta é de que este nº não está atribuído. Solicito a devolução da quantia paga, no valor de 9,6 €. Cumprimentos. Jorge Pinto de Araújo
Sofá com defeito
Ex.mos senhores, Em maio comprei um sofá Floyd na loja Silva & Campos de Paredes. O sofá ficou embalado até outubro, pois a casa estava em obras. Quando o montámos, percebemos que o tecido tinha duas tonalidades de cinza, um defeito evidente de fabrico! Após relatar o problema por email (visto que é a única forma de entrar em contacto com a empresa) e muita insistência, enviaram finalmente um técnico a minha casa, que confirmou o problema. Durante a visita, efetuou uma chamada telefónica pois eram essas as ordens que tinha. Ouvimos alguém da empresa dizer que a cor alterou com o sol, o que é falso, já que o sofá nunca esteve exposto! Para agravar, informaram-nos que teríamos de pagar a reparação. Desloquei-me pessoalmente à loja de Paredes primeiro disseram que a cor do tecido tinha mudado por causa do sol. Quando expliquei que era impossível ser do sol visto que a cor do tecido está também alterada em locais impossíveis de serem atingidos pelo sol, alegaram que a forma como o tecido era colocado poderia alterar a cor. Desculpas infundadas de quem não quer assumir qualquer responsabilidade! Sou advogada e conheço bem os direitos dos consumidores! O consumidor tem 6 meses para denunciar defeitos de fabrico, prazo que cumpri integralmente. Para além disso, e segundo o artigo 12.º da lei do consumidor, o consumidor tem ainda direito a uma indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais resultantes do fornecimento de bens ou prestações de serviços defeituosos. Este atendimento é inaceitável e revoltante. Já vi inúmeras queixas semelhantes e é vergonhoso que esta empresa continue a enganar clientes impunemente. Os argumentos utilizados pelos funcionários são sempre os mesmos. Tentei resolver de forma cordial, mas avançarei judicialmente. Já não se trata do valor do sofá, trata-se da forma rude e desrespeitosa como trataram esta situação. Tenho pena que a maior parte dos clientes lesados não recorram também às vias judiciais porque, infelizmente, os custos com todo o processo poderá não compensar. Mas eu farei valer todos os meus direitos e vingarei os direitos de tantos outros consumidores! É uma vergonha o que esta empresa faz com os clientes! Não poderá ficar mais impune!
Código promocional não cedido ao cliente
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar uma situação que ocorreu ontem na compra pela app da Oysho. Ontem subscrevi a newsletter e recebi um código promocional de 10% no valor total da compra. Fui proceder então à compra dos produtos e ao finalizar o pagamento verifiquei que o desconto de 10% não tinha sido aplicado. Como o apoio ao cliente estava encerrado àquelas horas, cancelei a compra e pressegui com nova compra, desta vez tendo a certeza absoluta que o código tinha sido validado. No entanto, verifico que no final do pagamento, o valor continuava sem ter os 10% aplicados. Ainda pensei que possivelmente emitissem esse valor para compras futuras, pelo que deixei que a compra prosseguisse. Hoje após sair do meu emprego, contacto o apoio ao cliente e a assistente Mariana responde que a única solução é devolver a encomenda quando chegar e voltar a repetir o processo, uma vez que esta já se encontra na transportadora. Nesse sentido, venho reclamar a falta de suporte ao cliente que devia ser ressarcido em 10%, tal como tem direito, e não causar ainda mais transtorno ao receber, devolver e fazer nova compra, e possivelmente acontecer o mesmo. Se o erro é da app da Oysho, o dano ao cliente deve ser minimizado e não o contrário. Exijo, no mínimo, a devolução do dinheiro em débito bancário ou em vale a usar numa próxima compra. Cumprimentos Carla Lopes
Medicamentos prescritos de psiquiatria
Exmos Srs, Os psiquiatras do HGO prescreveram me medicamentos que me causaram a doença diabetes, aumento de peso e psoriase nas orelhas.
Atraso na Emissão Guia/cartão TVDE
Bom dia, A análise e resolução do meu processo já está muito atrasada, o prazo é de 15 dias úteis e já passou muito mais e ninguém resolve. Já fiz reclamação online, liguei no Call Center do IMT, já fui presencialmente no IMT e já mandei diversos emails sempre com a mesma resposta rasa que tenho que aguardar a análise que já passou do prazo. Iniciei meu processo dia 04/09, e quero saber o que mais preciso fazer pra ser liberado minha Guia e meu Cartão TVDE? Solicito uma atenção especial a este problema que não está sendo resolvido.
Pós venda
Eximos Senhores venho através desta fazer minha reclamação sobre uma compra que fiz de uma rebarbadora da Dexter de 125mm e em menos de um mês a rebarbadora avariou e não tem como eu ultiliza_la em meu trabalho diário e fui até a loja da leroy do mar shopping em loulé e a atendente só a enviou pra reparação, se tem menos de um mês eles teria que devolver o dinheiro ou me dar outra rebarbadora nova ,porque eu comprei pra mim usar e não pra ficar em reparação sei lá por quanto tempo. Ficarei contente se esse caso dor solucionado o mais breve possível certo disso já externo minha gratidão
Burla - Não devolve valor por artigo devolvido
Dia 23/09/25 comprei ao user alberto9503 2 tapetes cada um, supostamente, com 3 metros. Ao receber a encomenda confirmo que um deles não chega a 3 mt, outro pouco mais de 1 mt tem. Falo com o vendedor (Itália) que com muita insatisfação aceita a devolução tendo eu de pagar os portes de volta do artigo quando o erro não foi meu por ter comprado algo que não foi corretamente publicitado de acordo com fotografias e descrição. Quando o vendedor recebe o artigo de volta recebo apenas a notificação em como foi recebido e ao questionar pelo meu valor que não foi reembolsado a Vinted responde-me que o vendedor notificou que recebeu o artigo danificado e que, desta forma, irá recebeu fundos e ficar com o artigo de volta. Sendo obrigatório o pagamento de uma taxa de proteção em cada compra acho lamentável em como a Vinted se ausenta de qualquel responsabilidade nas vendas da sua plataforma permitindo que o comprador pague por uma encomenda e portes de um artigo que não recebe e que um vendedor desonesto fique com um artigo que não vende e mesmo assim receba dinheiro por este. Alerto que a devolução do artigo foi feito prontamente e na mesma embalagem em que me foi entregue e tendo em conta o material em que estava condicionado e o tapete em questão, não acredito que tenha sido danificado e nunca me foi apresentada qualquer prova em foto destes danos. Não recomendo de todo o uso desta plataforma de vendas e não usarei mais o serviço.
Recusa de pagamento
Nº do Processo: 25AA136556/003 Apólice: 756381804 Venho por este meio reclamar a minha insatisfação com a seguradora FIDELIDADE. No dia 17 de Junho sofri um acidente de viação, sem culpa, com um cliente vosso. A declaração amigável foi preenchida pela esposa do senhor que me bateu que não estava no local do acidente. Desloquei-me até ao local de trabalho dela para fazer o preenchimento. Nessa altura comentei com a senhora que tinha uma cadeira e base de bebé dentro do carro e que estava a apitar, no entanto, como nunca tinha sofrido outro acidente não sabia como proceder. O conselho da senhora foi colocar a cadeira e a base noutro carro para ver se deixava de apitar, mas como se trata da segurança do meu filho, fui á loja onde comprei a cadeira e base e foi-me informado que a partir do momento em que a cadeira esteja envolvida em qualquer tipo de impacto não garantem que esteja em perfeito estado e continue a ser segura. Com esta informação entrei em contacto com a fidelidade para explicar a situação e enviar uma fatura proforma da cadeira e da respetiva base, para pagamento da mesma, no entanto foi recusado por não haver prova que a cadeira estava no carro e por não haver um relatório de um técnico especializado que prove que a cadeira ficou danificada e que não cumprirá a sua função no futuro. Imediatamente dirigi-me à oficina onde o meu carro esteve a arranjar para pedir uma declaração em como a cadeira estava dentro do carro ( por lapso na declaração da oficina diz que dispararam os airbags frontais , o que não está correto. O que disparou foram os do banco do pendura e o da lateral direito), no entanto o que importa na declaração da oficina é se a cadeira estava ou não dentro do carro na altura do acidente. Fui novamente à loja onde comprei a cadeira pedir uma declaração da marca. Essa declaração diz que as cadeiras têm que passar por inúmeros testes, antes de sair da fábrica, no entanto, a partir do momento em que a cadeira auto seja envolvida em qualquer tipo de impacto, não podem garantir que a cadeira se encontre em perfeito estado e continue a ser segura para o meu filho. Com o impacto podem causar fissuras na estrutura da cadeira que nem sempre são visíveis a olho nú. A recomendação da marca é que se deixe de utilizar qualquer cadeira Cybex que tenha estado envolvida em qualquer tipo de acidente. A garantia da cadeira expira assim que a mesma tenha estado envolvida num acidente. Enviei toda a documentação para a fidelidade, em que me foi pedido fotografias da cadeira e foi enviado. A resposta final da seguradora é ir contra as informações que me foram dadas pela marca em que dizem que a cadeira não foi afetada diretamente pelo impacto e que não foi afetada pelos componentes que deflagraram dentro da viatura, no entanto tudo se deflagrou no lado direito onde estava a cadeira.. Nessa mesma informação a fidelidade diz que os airbags deflagraram pelo cinto, o que não é verdade. Os airbags do banco do pendura e o da lateral direito deflagraram pelo impacto do acidente uma vez que não ia ninguém do lado direito que fizesse os airbags dispararem, e não foi um acidente de raspão, como foi dito pela fidelidade, senão os airbags não abriam e o carro não tinha ficado bloqueado na estrada. Como é possível a fidelidade ir contra a recomendação da marca e afirmar que é tudo por interesse comercial? Estamos a falar da segurança de uma criança e que o impacto pode ter provocado danos na cadeira e na base não visíveis a olho nú. Esta será a minha última reclamação feita á Fidelidade. ESTAMOS A FALAR DA SEGURANÇA DO MEU FILHO e não tenho que sair prejudicada de um acidente ao qual não tive culpa.
Serviço garantia Skoda Kamiq
Bom dia, caro Deco. No dia 21/09/2022, procedi à aquisição de uma viatura Škoda Kamiq Ambition DSG, para a qual está previsto um prazo de garantia de 3 anos. Tendo em conta que este ano se aproxima o final desse período de garantia, solicitei à concessionária Škoda de Aveiro (onde foi efetuada a compra) a realização de um check-up de final de garantia, com o objetivo de verificar o estado da viatura e algumas situações que já haviam sido identificadas. O pedido foi feito com antecedência, no dia 01/09/2025, mas apenas obtive resposta após insistência, no dia 09/09, sendo-me indicada disponibilidade apenas para 23/09. Por motivos de agenda de ambas as partes, o serviço acabou por ser agendado para o dia 06/10. Nessa data, desloquei-me à oficina da concessionária e deixei a viatura para a respetiva peritagem. Após ser notificado para levantar a viatura, fui confrontado com uma cobrança no valor de 147,71 €, referente a “Localização assistida de avarias”. Tendo de imediato questionado o motivo, foi-me indicado que o valor se devia ao facto de o período de garantia já se encontrar expirado. No entanto, esclareci que tal apenas aconteceu porque a primeira data disponibilizada pela própria oficina já ultrapassava o termo da garantia, o que considero injusto. Para além deste facto, na peritagem realizada foram sinalizadas anomalias em alguns dos pontos que referi — nomeadamente Ponto 1 e Ponto 2 — tendo-me sido apresentado o respetivo orçamento (em anexo), novamente com o argumento de que a garantia já tinha terminado. Relativamente ao Ponto 3, sobre sinais de corrosão, apenas após a minha insistência foi registado que os componentes identificados com corrosão “são de ferro e, portanto, é normal que apresentem esse estado”. Atendendo a todo este enquadramento, solicito a vossa melhor atenção, análise e indicação sobre a legalidade da situação, bem como orientações sobre como deverei proceder. Agradeço desde já o tempo dispensado. Por impossibilidade de upload de documentos segue os descritivos: Doc Num: WFJ/6730/2025 OR: WOK/3149/2025 Matricula: AT86FU Com os melhores cumprimentos,
Indenização por acidente auto
Exmos. Senhores Venho por este meio reclamar da seguradora Mapfre relativa a um acidente auto do qual fui sinistrado e que fiquei com o veiculo imobilizado. Resumidamente, fui abalruado pelo cliente da Mapfre dentro de uma rotunda com transito parado no dia 15.09, conduzia uma mota e encontrava parado na rotunda e o cliente Mapfre bateu de lado na mota, ficando logo com a mota imobilizada até ao corrente dia. A Mapfre indica que só tenho direito a 150€ dias referentes a dia 17/09 a dia 01/10. No entanto por contacto telefonico, com autorização da gravaçao do audio, quando foi altura de seleccionar a oficina as que me foram facultadas não reparam motas, logo escolhi a oficina onde adquiri a moto. E questionei se seria prejudicado ao ser eu a selecionar a garagem relativamente a algum tipo de veiculo de substituiçao ao que me foi indicado que não e que deveria apresentar todas as despesas relacionadas com o transporte enquanto a mota estivesse imobilizada. Aparentemente não tenho direito a veiculo, pois como fui eu a selecionar a oficina não tenho direito a veiculo de cortesia (apesar de ter sido uma mota, logicamente tenho carta de carro), mas não foi a informação que me foi facultada via telefonica. Não tenho direito ao valor das despesas de gasolina que usei no meu carro que se não fosse o acidente não teria necessidade de as ter. Informação também oposta ao que me foi indicado telefonicamente. Envio em anexo a info que foi passada pela seguradora. Basicamente neste momento encontro-me ainda sem veiculo e a seguradora apresenta apenas o valor de 150€ como indenização. Cumprimentos e obrigado Bruno Fonseca
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
