Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

ACESSO A CONTEÚDO DIGITAL NEGADO DPOIS DE PAGA ASSINATURA

Exmos. Senhores, Fiz uma assinatura por 1 mês, da Revista Visão digital, com a Ordem de compra 5967702, em 11/10/2025 e paguei-a. de imediato via multibanco Acontece que, até hoje, sempre que tento aceder ao conteúdo, a resposta do site é de que eu não tenho esse direito. Já enviei e-mails para o apoio de cliente e tentei falar através do nº de telefone +351 21 870 50 50, e, simplesmente a resposta é de que este nº não está atribuído. Solicito a devolução da quantia paga, no valor de 9,6 €. Cumprimentos. Jorge Pinto de Araújo

Encerrada
D. M.
22/10/2025

Sofá com defeito

Ex.mos senhores, Em maio comprei um sofá Floyd na loja Silva & Campos de Paredes. O sofá ficou embalado até outubro, pois a casa estava em obras. Quando o montámos, percebemos que o tecido tinha duas tonalidades de cinza, um defeito evidente de fabrico! Após relatar o problema por email (visto que é a única forma de entrar em contacto com a empresa) e muita insistência, enviaram finalmente um técnico a minha casa, que confirmou o problema. Durante a visita, efetuou uma chamada telefónica pois eram essas as ordens que tinha. Ouvimos alguém da empresa dizer que a cor alterou com o sol, o que é falso, já que o sofá nunca esteve exposto! Para agravar, informaram-nos que teríamos de pagar a reparação. Desloquei-me pessoalmente à loja de Paredes primeiro disseram que a cor do tecido tinha mudado por causa do sol. Quando expliquei que era impossível ser do sol visto que a cor do tecido está também alterada em locais impossíveis de serem atingidos pelo sol, alegaram que a forma como o tecido era colocado poderia alterar a cor. Desculpas infundadas de quem não quer assumir qualquer responsabilidade! Sou advogada e conheço bem os direitos dos consumidores! O consumidor tem 6 meses para denunciar defeitos de fabrico, prazo que cumpri integralmente. Para além disso, e segundo o artigo 12.º da lei do consumidor, o consumidor tem ainda direito a uma indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais resultantes do fornecimento de bens ou prestações de serviços defeituosos. Este atendimento é inaceitável e revoltante. Já vi inúmeras queixas semelhantes e é vergonhoso que esta empresa continue a enganar clientes impunemente. Os argumentos utilizados pelos funcionários são sempre os mesmos. Tentei resolver de forma cordial, mas avançarei judicialmente. Já não se trata do valor do sofá, trata-se da forma rude e desrespeitosa como trataram esta situação. Tenho pena que a maior parte dos clientes lesados não recorram também às vias judiciais porque, infelizmente, os custos com todo o processo poderá não compensar. Mas eu farei valer todos os meus direitos e vingarei os direitos de tantos outros consumidores! É uma vergonha o que esta empresa faz com os clientes! Não poderá ficar mais impune!

Encerrada
C. L.
22/10/2025

Código promocional não cedido ao cliente

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar uma situação que ocorreu ontem na compra pela app da Oysho. Ontem subscrevi a newsletter e recebi um código promocional de 10% no valor total da compra. Fui proceder então à compra dos produtos e ao finalizar o pagamento verifiquei que o desconto de 10% não tinha sido aplicado. Como o apoio ao cliente estava encerrado àquelas horas, cancelei a compra e pressegui com nova compra, desta vez tendo a certeza absoluta que o código tinha sido validado. No entanto, verifico que no final do pagamento, o valor continuava sem ter os 10% aplicados. Ainda pensei que possivelmente emitissem esse valor para compras futuras, pelo que deixei que a compra prosseguisse. Hoje após sair do meu emprego, contacto o apoio ao cliente e a assistente Mariana responde que a única solução é devolver a encomenda quando chegar e voltar a repetir o processo, uma vez que esta já se encontra na transportadora. Nesse sentido, venho reclamar a falta de suporte ao cliente que devia ser ressarcido em 10%, tal como tem direito, e não causar ainda mais transtorno ao receber, devolver e fazer nova compra, e possivelmente acontecer o mesmo. Se o erro é da app da Oysho, o dano ao cliente deve ser minimizado e não o contrário. Exijo, no mínimo, a devolução do dinheiro em débito bancário ou em vale a usar numa próxima compra. Cumprimentos Carla Lopes

Encerrada
M. M.
22/10/2025

Medicamentos prescritos de psiquiatria

Exmos Srs, Os psiquiatras do HGO prescreveram me medicamentos que me causaram a doença diabetes, aumento de peso e psoriase nas orelhas.

Encerrada

Atraso na Emissão Guia/cartão TVDE

Bom dia, A análise e resolução do meu processo já está muito atrasada, o prazo é de 15 dias úteis e já passou muito mais e ninguém resolve. Já fiz reclamação online, liguei no Call Center do IMT, já fui presencialmente no IMT e já mandei diversos emails sempre com a mesma resposta rasa que tenho que aguardar a análise que já passou do prazo. Iniciei meu processo dia 04/09, e quero saber o que mais preciso fazer pra ser liberado minha Guia e meu Cartão TVDE? Solicito uma atenção especial a este problema que não está sendo resolvido.

Encerrada
R. G.
22/10/2025

Pós venda

Eximos Senhores venho através desta fazer minha reclamação sobre uma compra que fiz de uma rebarbadora da Dexter de 125mm e em menos de um mês a rebarbadora avariou e não tem como eu ultiliza_la em meu trabalho diário e fui até a loja da leroy do mar shopping em loulé e a atendente só a enviou pra reparação, se tem menos de um mês eles teria que devolver o dinheiro ou me dar outra rebarbadora nova ,porque eu comprei pra mim usar e não pra ficar em reparação sei lá por quanto tempo. Ficarei contente se esse caso dor solucionado o mais breve possível certo disso já externo minha gratidão

Encerrada
A. F.
22/10/2025

Burla - Não devolve valor por artigo devolvido

Dia 23/09/25 comprei ao user alberto9503 2 tapetes cada um, supostamente, com 3 metros. Ao receber a encomenda confirmo que um deles não chega a 3 mt, outro pouco mais de 1 mt tem. Falo com o vendedor (Itália) que com muita insatisfação aceita a devolução tendo eu de pagar os portes de volta do artigo quando o erro não foi meu por ter comprado algo que não foi corretamente publicitado de acordo com fotografias e descrição. Quando o vendedor recebe o artigo de volta recebo apenas a notificação em como foi recebido e ao questionar pelo meu valor que não foi reembolsado a Vinted responde-me que o vendedor notificou que recebeu o artigo danificado e que, desta forma, irá recebeu fundos e ficar com o artigo de volta. Sendo obrigatório o pagamento de uma taxa de proteção em cada compra acho lamentável em como a Vinted se ausenta de qualquel responsabilidade nas vendas da sua plataforma permitindo que o comprador pague por uma encomenda e portes de um artigo que não recebe e que um vendedor desonesto fique com um artigo que não vende e mesmo assim receba dinheiro por este. Alerto que a devolução do artigo foi feito prontamente e na mesma embalagem em que me foi entregue e tendo em conta o material em que estava condicionado e o tapete em questão, não acredito que tenha sido danificado e nunca me foi apresentada qualquer prova em foto destes danos. Não recomendo de todo o uso desta plataforma de vendas e não usarei mais o serviço.

Encerrada

Recusa de pagamento

Nº do Processo: 25AA136556/003 Apólice: 756381804 Venho por este meio reclamar a minha insatisfação com a seguradora FIDELIDADE. No dia 17 de Junho sofri um acidente de viação, sem culpa, com um cliente vosso. A declaração amigável foi preenchida pela esposa do senhor que me bateu que não estava no local do acidente. Desloquei-me até ao local de trabalho dela para fazer o preenchimento. Nessa altura comentei com a senhora que tinha uma cadeira e base de bebé dentro do carro e que estava a apitar, no entanto, como nunca tinha sofrido outro acidente não sabia como proceder. O conselho da senhora foi colocar a cadeira e a base noutro carro para ver se deixava de apitar, mas como se trata da segurança do meu filho, fui á loja onde comprei a cadeira e base e foi-me informado que a partir do momento em que a cadeira esteja envolvida em qualquer tipo de impacto não garantem que esteja em perfeito estado e continue a ser segura. Com esta informação entrei em contacto com a fidelidade para explicar a situação e enviar uma fatura proforma da cadeira e da respetiva base, para pagamento da mesma, no entanto foi recusado por não haver prova que a cadeira estava no carro e por não haver um relatório de um técnico especializado que prove que a cadeira ficou danificada e que não cumprirá a sua função no futuro. Imediatamente dirigi-me à oficina onde o meu carro esteve a arranjar para pedir uma declaração em como a cadeira estava dentro do carro ( por lapso na declaração da oficina diz que dispararam os airbags frontais , o que não está correto. O que disparou foram os do banco do pendura e o da lateral direito), no entanto o que importa na declaração da oficina é se a cadeira estava ou não dentro do carro na altura do acidente. Fui novamente à loja onde comprei a cadeira pedir uma declaração da marca. Essa declaração diz que as cadeiras têm que passar por inúmeros testes, antes de sair da fábrica, no entanto, a partir do momento em que a cadeira auto seja envolvida em qualquer tipo de impacto, não podem garantir que a cadeira se encontre em perfeito estado e continue a ser segura para o meu filho. Com o impacto podem causar fissuras na estrutura da cadeira que nem sempre são visíveis a olho nú. A recomendação da marca é que se deixe de utilizar qualquer cadeira Cybex que tenha estado envolvida em qualquer tipo de acidente. A garantia da cadeira expira assim que a mesma tenha estado envolvida num acidente. Enviei toda a documentação para a fidelidade, em que me foi pedido fotografias da cadeira e foi enviado. A resposta final da seguradora é ir contra as informações que me foram dadas pela marca em que dizem que a cadeira não foi afetada diretamente pelo impacto e que não foi afetada pelos componentes que deflagraram dentro da viatura, no entanto tudo se deflagrou no lado direito onde estava a cadeira.. Nessa mesma informação a fidelidade diz que os airbags deflagraram pelo cinto, o que não é verdade. Os airbags do banco do pendura e o da lateral direito deflagraram pelo impacto do acidente uma vez que não ia ninguém do lado direito que fizesse os airbags dispararem, e não foi um acidente de raspão, como foi dito pela fidelidade, senão os airbags não abriam e o carro não tinha ficado bloqueado na estrada. Como é possível a fidelidade ir contra a recomendação da marca e afirmar que é tudo por interesse comercial? Estamos a falar da segurança de uma criança e que o impacto pode ter provocado danos na cadeira e na base não visíveis a olho nú. Esta será a minha última reclamação feita á Fidelidade. ESTAMOS A FALAR DA SEGURANÇA DO MEU FILHO e não tenho que sair prejudicada de um acidente ao qual não tive culpa.

Resolvida
L. O.
22/10/2025
Caetano Urban

Serviço garantia Skoda Kamiq

Bom dia, caro Deco. No dia 21/09/2022, procedi à aquisição de uma viatura Škoda Kamiq Ambition DSG, para a qual está previsto um prazo de garantia de 3 anos. Tendo em conta que este ano se aproxima o final desse período de garantia, solicitei à concessionária Škoda de Aveiro (onde foi efetuada a compra) a realização de um check-up de final de garantia, com o objetivo de verificar o estado da viatura e algumas situações que já haviam sido identificadas. O pedido foi feito com antecedência, no dia 01/09/2025, mas apenas obtive resposta após insistência, no dia 09/09, sendo-me indicada disponibilidade apenas para 23/09. Por motivos de agenda de ambas as partes, o serviço acabou por ser agendado para o dia 06/10. Nessa data, desloquei-me à oficina da concessionária e deixei a viatura para a respetiva peritagem. Após ser notificado para levantar a viatura, fui confrontado com uma cobrança no valor de 147,71 €, referente a “Localização assistida de avarias”. Tendo de imediato questionado o motivo, foi-me indicado que o valor se devia ao facto de o período de garantia já se encontrar expirado. No entanto, esclareci que tal apenas aconteceu porque a primeira data disponibilizada pela própria oficina já ultrapassava o termo da garantia, o que considero injusto. Para além deste facto, na peritagem realizada foram sinalizadas anomalias em alguns dos pontos que referi — nomeadamente Ponto 1 e Ponto 2 — tendo-me sido apresentado o respetivo orçamento (em anexo), novamente com o argumento de que a garantia já tinha terminado. Relativamente ao Ponto 3, sobre sinais de corrosão, apenas após a minha insistência foi registado que os componentes identificados com corrosão “são de ferro e, portanto, é normal que apresentem esse estado”. Atendendo a todo este enquadramento, solicito a vossa melhor atenção, análise e indicação sobre a legalidade da situação, bem como orientações sobre como deverei proceder. Agradeço desde já o tempo dispensado. Por impossibilidade de upload de documentos segue os descritivos: Doc Num: WFJ/6730/2025 OR: WOK/3149/2025 Matricula: AT86FU Com os melhores cumprimentos,

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
B. F.
22/10/2025

Indenização por acidente auto

Exmos. Senhores Venho por este meio reclamar da seguradora Mapfre relativa a um acidente auto do qual fui sinistrado e que fiquei com o veiculo imobilizado. Resumidamente, fui abalruado pelo cliente da Mapfre dentro de uma rotunda com transito parado no dia 15.09, conduzia uma mota e encontrava parado na rotunda e o cliente Mapfre bateu de lado na mota, ficando logo com a mota imobilizada até ao corrente dia. A Mapfre indica que só tenho direito a 150€ dias referentes a dia 17/09 a dia 01/10. No entanto por contacto telefonico, com autorização da gravaçao do audio, quando foi altura de seleccionar a oficina as que me foram facultadas não reparam motas, logo escolhi a oficina onde adquiri a moto. E questionei se seria prejudicado ao ser eu a selecionar a garagem relativamente a algum tipo de veiculo de substituiçao ao que me foi indicado que não e que deveria apresentar todas as despesas relacionadas com o transporte enquanto a mota estivesse imobilizada. Aparentemente não tenho direito a veiculo, pois como fui eu a selecionar a oficina não tenho direito a veiculo de cortesia (apesar de ter sido uma mota, logicamente tenho carta de carro), mas não foi a informação que me foi facultada via telefonica. Não tenho direito ao valor das despesas de gasolina que usei no meu carro que se não fosse o acidente não teria necessidade de as ter. Informação também oposta ao que me foi indicado telefonicamente. Envio em anexo a info que foi passada pela seguradora. Basicamente neste momento encontro-me ainda sem veiculo e a seguradora apresenta apenas o valor de 150€ como indenização. Cumprimentos e obrigado Bruno Fonseca

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.