Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
L. F.
10/09/2026

Bloqueio da conta bancária sem aviso, nem explicação do motivo

Saudações , sou o Laurindo Floriano com o número de contribuinte 315261943, venho por meio deste email demonstrar a minha insatisfação quanto ao funcionamento do banco no que diz respeito ao bloqueio da minha conta bancária, sem aviso prévio, sem nenhuma explicação do banco sobre o porquê do bloqueio pois a conta encontra-se bloqueada já a 2 meses e é a única conta aonde está todos os meus fundos e por azar o meu salário do corrente mês foi depositado novamente na mesma conta me trazendo assim grandes constrangimentos pois não tenho como pagar as minhas contas e a única resposta que eu recebo do banco é que o meu pedido está em análise porém já se foram 2 meses e eu não tenho nenhuma resolução do meu problema

Em curso
B. D.
09/09/2026

Falta de cumprimento e negação de pagamento

Gostaria de apresentar uma reclamação porque já passaram dois meses desde que ativei o seguro de proteção de pagamento e continuo sem resposta clara. Primeiro disseram-me que faltavam documentos, mas entreguei tudo o que me foi pedido. Após quase dois meses de espera, informaram-me que não podem proceder ao pagamento devido ao meu contrato ser a termo incerto. No entanto, a empresa aceitou este contrato e continuam a debitar o valor do seguro na minha conta bancária. Considero esta situação completamente injusta. Solicito que cumpram com o acordado, pois sempre souberam o tipo de contrato que eu tinha quando me aceitaram como cliente. Exijo uma resolução urgente, uma vez que continuam a cobrar pelo seguro mas recusam-se a fazer o pagamento a que tenho direito. Sinistro Pc72752613 Bruno silva

Encerrada
T. M.
09/09/2026
BEPCONTABIL

Extorsão para obter um documento oficial NIF

Venho apresentar uma queixa contra a responsável da empresa BEP CONTABIL, por factos que considero graves e que solicito às autoridades que investiguem. Esta pessoa tratou de assuntos relacionados com o meu processo de regularização em Portugal e teve acesso ao meu email e a dados associados ao meu NIF. Atualmente, não tenho acesso ao email associado ao meu NIF e a morada fiscal registada também não está sob o meu controlo.a Foi-me posteriormente exigido o pagamento de 800 euros. Foi-me enviado um IBAN para efetuar esse pagamento. Solicitei uma fatura, comprovativo e uma explicação detalhada que justificasse o valor de 800 euros, mas não recebi documentação suficiente que esclareça a origem desse valor. Na segunda-feira desloquei-me pessoalmente ao estabelecimento para tentar resolver a situação. A responsável não se encontrava no local e falei com a secretária. A polícia deslocou-se posteriormente ao estabelecimento e falou com a secretária, que informou que a responsável iria comparecer na quarta-feira. Tenho comigo as conversas de WhatsApp, comprovativos de pagamentos, mensagens relativas ao pedido dos 800 euros, o IBAN que me foi enviado e outros documentos relacionados com o processo. Solicito às autoridades que investiguem os factos, verifiquem a exigência do pagamento de 800 euros e me ajudem a recuperar o controlo dos meus dados pessoais, do email e dos acessos associados ao meu NIF. Declaro que estou disponível para entregar todas as provas e prestar quaisquer esclarecimentos necessários.

Em curso

Não assumiu acidente de trabalho

Exmos senhores, tive um acidente de trabalho no dia 15/07/2026, fui ao local que é indicado pela entidade patronal, em caso de acidente de trabalho, fui encaminhada para o ortopedista, que logo me marcou uma ressonância magnética à perna em questão, fui fazer essa ressonância e estive 5 dias pelo seguro, até saír o resultado da mesma. Fui novamente ao ortopedista, que me disse logo que entrei, que não havia motivo para não ir trabalhar, porque as minhas dores na perna, eram derivado à idade e também algo que já existia antes do acidente. Não fiquei muito convencida, porque estava com dores fortes na perna, depois do acidente, mas perguntei se me ia receitar algo para as dores? Logo respondeu que não, uma vez que isto solidificava sem medicação... Como fui trabalhar no dia seguinte, e ao fim de algumas horas, continuava com dores na perna, fui colocando gelo, e assim se foi passando o tempo. No dia seguinte, fui acomoanhar as crianças da escola a um passeio num parque , que haviam combinado, passeei com as crianças algum tempo no parque, mas logo fui me sentando, porque as dores eram cada vez mais fortes na perna. No final do passeio, comuniquei à entidade patronal que iría novamente ao hospital, porque não estava nada bem! Cheguei ao hospital em questão e, não havia qualquer tipo de médico para me atender, então resolvi recorrer a particular para me receitar algo para as dores, até pedir recaída ao seguro Lusítânia! No dia seguinte voltei a ir ao hospital, mas não havia ordem da seguradora, para recaída, dito pela entidade patronal! Como ninguém se disponibilizou para me ajudar, nem entidade patronal, nem seguradora, fui à médica de família entregar a carta que o ortopedista lhe mandou entregar, depois de me dar alta, SEM NEXO... A médica passou a baixa para ficar em repouso absoluto, até a seguradora, dar ordem de tratamento e solução ao problema. Isso nunca aconteceu, estavam em análise, mas não havia ordem para me tratarem depois de ter tantas dores na perna. Logo a entidade patronal, me contactou para dizer quw a seguradora, não assumia a recaída. Continuavam a dizer que não havia motivo para assumirem nada, uma vez que o médico tinha passado o relatório. SEM NEXO! Como ad dores continuavam e cada vez mais fortes, resolvi ir a particular, fazer novos exames, para ver o que se passava com a minha perna, uma vez que estava com dores fortes depois do acidente. Sabia que estava bem até aquilo acontecer, isso levava a crer que me estavam a negar o tratamento que merecia. Logo que fui à consulta de ortopedia, o médico, achou estranho, ter dores fortes na perna e, simplesmente o seguro não valorizar! Então, logo me mandou fazer uma ressonância à perna, que o resultado era: Perna PARTIDA... disse que me podia tratar, mas que devia ir para o seguro, uma vez que se tratava de um acidente de trabalho. Enviei logo o exame para a entidade patronal e seguradora Lusitânia, que respondeu que esse novo exame, não mudava em nada o que tinham dito em situação anterior. O médico também me mandou fazer um raio X, que se percebia o motivo das minhas queixas, uma vez que tinha uma fratura entre o perónio e a tíbia, RECENTE, e não algo já existente. Com tudo isto, pedi para ir à junta médica, para comparar os exames e ver quem tem razão... Estou à espera desde 29/07/2026, dia que pedi , via email para os recursos humanos, e ainda continu-o a aguardar, supostamente até dia 02/10/2026, dia que vou à junta médica, dito ao telefone, pelos recursos humanos... Enquanto tudo isto se está a passar, já comprei uma bota walker para estabilizar a perna, entretanto também estou a fazer fisioterapia. Tudo isto à minha custa, depois de existir um seguro de acidentes de trabalho. Estou à espera da junta médica, para ver o que vão fazer!

Em curso
J. T.
08/09/2026

Contatos abusivos e fraudulentos

Após ter apresentado uma reclamação sobre esta empresa (CREDIPOUPANÇA) no dia 29 de junho de 2026, devido a contatos abusivos relacionados com falsos pedidos de crédito atribuídos a alguém cuja identidade nem sequer conseguiram confirmar, fui hoje, 8 de setembro de 2026, novamente contactado pela mesma empresa. Desta vez já sabiam o meu nome, o que só aconteceu porque tomaram conhecimento dele através da queixa que apresentei anteriormente. Na primeira ocasião, nem sequer sabiam com quem estavam a falar, agora já sabem porque guardaram o meu registo! Mais uma vez, ligaram-me a afirmar que tinha feito um pedido de crédito online, algo que nunca aconteceu da minha parte. Continuam a inventar estes supostos "pedidos de crédito" e só me conseguiram identificar porque já fiz uma queixa contra eles. Atenção, considero esta situação muito grave e já apresentei várias queixas às autoridades competentes. Se continuarem com estes contatos, tomarei medidas mais drásticas. Numeros conhecidos pelos quais os mesmos tentam contactar e enganar as pessoas: - 916799122 - 910980078

Em curso
U. A.
08/09/2026

Impossível conseguir contato para cancelar

Já faz mais de um mês que não recebo nenhuma resposta da empresa Metlife. Estou tentando cancelar minhas apólices e nenhum contato com eles. A plataforma na internet também não funciona

Em curso
P. R.
08/09/2026

Operações não reconhecidas com cartão Universo via Apple Pay

Venho expor publicamente a minha reclamação contra a Universo, relativa ao tratamento de duas operações com cartão que não reconheço, não autorizei e não consenti. Nos dias 15/06/2026 e 16/06/2026 foram efectuadas duas operações no valor de 250,00 EUR cada, num total de 500,00 EUR, com destino Revolut/Dublin, classificadas com MCC 4829 — Wire Transfer Money Orders. Nunca tive conta Revolut, nem autorizei qualquer carregamento, transferência, pagamento ou operação para essa entidade. Assim que detectei a situação, comuniquei os factos à Universo, bloqueei/removi o cartão e apresentei participação junto das autoridades competentes. Existe processo criminal aberto, com NUIPC 000286/26.0GCOVR, tendo-me sido atribuído o estatuto de vítima. Apesar disso, a Universo mantém a imputação da dívida de 500,00 EUR no meu cartão, alegando que as operações foram validadas através de Apple Pay, com recurso a tokenização e alegada validação biométrica. A instituição sustenta que o cartão teria sido associado ao Apple Pay em 07/02/2026 e que esse facto permitiria concluir que as operações foram correctamente processadas. Não contesto que tenha adicionado o meu cartão Universo ao Apple Pay em fevereiro. O ponto essencial é outro: em 19/04/2026 mudei de telemóvel, deixando de usar o meu iPhone 12 e passando a usar um novo iPhone. O equipamento antigo foi reposto/resetado e passou a ser utilizado por um menor da família. Ora, sendo os tokens/Device Account Numbers do Apple Pay específicos de cada cartão e de cada equipamento, torna-se essencial perceber que token estava associado a que dispositivo nas datas das operações contestadas. A Universo enviou-me uma tabela técnica com dados como Transaction ID, ARN, RRN, STAN, Auth Code, MCC 4829, POS Entry Mode 81, ECI 242, Apple Pay, Token Reference ID, DPAN Reference ID, Token Device ID, device type e modelo iPhone. Contudo, essa informação continua a limitar-se às duas operações contestadas. Não foi apresentada qualquer comparação com operações legítimas que reconheço e realizei no dia 16/06/2026. Essa comparação é fundamental para perceber se as operações legítimas e as operações contestadas foram efectuadas com o mesmo token, o mesmo Device Account Number, o mesmo DPAN e o mesmo equipamento. Também não me foram disponibilizados logs completos, integrais e auditáveis de autenticação, sessão, validação biométrica individualizada, criação/utilização do token, eventos de activação/remoção/suspensão, análise antifraude, alertas de risco, bloqueio preventivo, contacto comigo, chargeback ou tentativa de recuperação dos fundos. O que recebi foram tabelas e conclusões resumidas, insuficientes para uma verificação independente. A Universo afirma que a responsabilidade decorre da utilização de Apple Pay e de alegada biometria. Porém, na minha perspectiva, a instituição não demonstrou de forma individualizada, completa e auditável que fui eu quem autorizou consciente e voluntariamente aquelas operações. Também não demonstrou fraude, dolo ou negligência grosseira da minha parte. Além disso, tratando-se de operações Card Not Present/e-commerce, para um merchant financeiro associado a transferências/carregamentos, com destino Revolut/Dublin, considero que deveriam ter existido mecanismos reforçados de prevenção, alerta, bloqueio ou contacto com a cliente, sobretudo perante duas operações sucessivas de 250,00 EUR para uma entidade com a qual nunca tive relação. O caso já foi reportado ao Banco de Portugal e à Provedora Universo. Pedi também validação técnica à Apple, precisamente porque a Universo está a sustentar a sua posição na premissa de que um token Apple Pay identifica um cartão e um equipamento. O que pretendo ver esclarecido é se o token indicado pela Universo corresponde ao equipamento antigo, ao novo equipamento ou a outro dispositivo, e se esse token podia efectivamente ter sido usado em junho após a minha mudança de telemóvel. Entretanto, continuo a ser confrontada com a manutenção da dívida e com contactos de cobrança, apesar de o montante estar formalmente contestado, participado às autoridades e em apreciação junto das entidades competentes. Solicito que a Universo reaprecie integralmente o caso, suspenda qualquer acção de cobrança enquanto a reclamação estiver em análise, deixe de me imputar como dívida um valor que não reconheço, disponibilize logs técnicos completos e auditáveis, compare as operações contestadas com as operações legítimas do mesmo dia e proceda ao reembolso/anulação do montante de 500,00 EUR. O que está em causa não é apenas a existência de Apple Pay ou de um token. Está em causa a prova efectiva, auditável e individualizada de que fui eu quem autorizou as operações, bem como a suficiência da investigação da instituição perante uma situação de fraude formalmente denunciada.

Em curso
D. P.
08/09/2026

22Bet - Erro na liquidação da aposta 86848494487 e ameaça de bloqueio de conta por parte do suporte

Exmos. Srs. da DECO PROteste e Equipa de Resolução da 22Bet, Venho por este meio expor uma situação de clara injustiça na liquidação de uma aposta e, simultaneamente, denunciar a conduta abusiva do serviço de apoio ao cliente da plataforma 22Bet.No jogo da Liga Italiana (Lega Serie A) entre a Udinese e a Lazio, realizei uma aposta no mercado de "Remates à Baliza" (Bilhete ID: 86848494487). O relatório oficial e a ficha de jogo emitidos diretamente pela própria entidade organizadora do campeonato (Lega Serie A) confirmam que a partida terminou com um resultado de 6 remates à baliza para a Udinese contra 7 para a Lazio. A minha aposta previa a vitória da Lazio neste critério, pelo que deveria ter sido ganha.Contudo, a 22Bet liquidou a aposta como "Perdida", alegando um empate de 6-6.Ao contactar o apoio ao cliente via chat, o assistente "Alexandre" informou-me que a plataforma se baseou na "transmissão de vídeo/televisiva" para fazer a contagem. Quando apresentei o documento oficial em PDF da Liga Italiana — provando o resultado de 6-7 —, o operador recusou-se a efetuar uma análise humana justa. Mais grave ainda: ao exigir os meus direitos com base nos Termos e Condições, o assistente ameaçou bloquear a minha conta por "spam" caso eu insistisse em obter esclarecimentos.Disponho de todas as capturas de ecrã (prints) que comprovam esta conversa, a desculpa inconsistente apresentada e a inadmissível ameaça de bloqueio, as quais anexo a esta reclamação.Exijo que a 22Bet proceda à revisão técnica e humana do bilhete de aposta 86848494487, aplicando os dados oficiais da federação organizadora, e faça a devida retificação e crédito do saldo na minha conta de jogador. Melhores cumprimentos, Daniel

Em curso
F. S.
06/09/2026

Aderir crédito adicional da wizink para reduzir prestações mensal

Boa tarde tenho cartão rewards wizink de crédito 4600€ tenho prestação de220€ é muito elevada para conseguir pagar tudo o que. Já mandei mensagem para eles wizink já atendi telefonemas para conseguir melhorar situação queria aderir crédito adicional que funciona como crédito pessoal mas dizem não ser possível agora baixava e muito minha prestação para metade nos telefonemas só querem é saber quando pago quanto perguntava se me podiam baixar prestação em alguma forma desligam telefone ora se noa consigo pagar também não me ouvem e querem ser sérios como irei conseguir comunicar com eles wizink

Resolvida

Pedido de intervenção – Atraso prolongado na reparação e transferência do processo para oficina no d

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção dos juristas da DECO PROteste relativamente a um processo de sinistro automóvel que se encontra pendente desde maio de 2026 e cuja resolução tem sido sucessivamente adiada, sem que me seja apresentada uma solução concreta pela seguradora ou pela oficina. Sou proprietário de uma viatura BMW Série 3 330e, envolvida num sinistro automóvel, cujo processo se encontra a ser tratado pela Generali. Cronologia da situação No dia 20 de maio de 2026 foi realizada a primeira peritagem da viatura. Nessa altura, solicitei desde logo que fosse efetuada uma reserva de data para a reparação da viatura, tendo indicado como objetivo que a mesma fosse reparada até ao dia 28 de julho de 2026. No dia 27 de maio de 2026 foi realizada uma segunda peritagem, tendo sido novamente transmitido o pedido para que a reparação fosse realizada até ao dia 28 de julho de 2026. Durante este período foi-me repetidamente transmitido que não era possível efetuar uma reserva de data para a reparação. No final de junho, quando voltei a contactar a oficina para saber a situação, fui informado de que já não seria possível realizar a reparação durante o mês de julho, sendo apenas apontadas possibilidades para agosto ou setembro. Solicitei então que me fosse indicada uma data concreta para a reparação. No entanto, demoraram aproximadamente duas semanas a apresentar-me uma nova data. Perante esta sucessão de atrasos e a dificuldade em obter uma solução, apresentei uma reclamação à Generali e solicitei formalmente a transferência do processo de reparação para uma oficina situada no distrito de Coimbra, por ser uma solução muito mais adequada à minha situação. Posteriormente, fui informado de que, para proceder à alteração da oficina, a Generali necessitaria de uma declaração da oficina atual confirmando que não seria cobrado qualquer valor pela transferência do processo. A oficina, a Caetano Auto Barreiro, recusou-se, segundo me foi transmitido, a emitir essa declaração, alegando que já teria procedido à encomenda de peças destinadas à reparação da viatura e que, caso o processo fosse transferido para outra oficina, não pretendia ficar com o prejuízo dessas peças. Considero esta situação particularmente preocupante, uma vez que uma eventual questão comercial ou financeira entre a seguradora e a oficina está, na prática, a impedir a resolução do meu processo e a transferência da reparação para outra oficina. Foi-me ainda apresentada a possibilidade de a viatura ser reparada no Montijo, mas nessa solução deparei-me novamente com dificuldades, tendo permanecido aproximadamente duas semanas à espera de uma resposta relativamente à garantia de uma viatura de substituição, situação que considero igualmente lamentável, sobretudo tendo em conta o tempo que já decorrera desde o sinistro. Desde o final de julho tenho enviado vários e-mails quer à Generali quer à Caetano Auto Barreiro, sem obter qualquer resposta. Só no passado dia 3 de setembro de 2026, após várias tentativas, consegui finalmente estabelecer contacto telefónico com a oficina. Nessa conversa foi-me transmitido que: a transferência do processo para uma oficina no distrito de Coimbra continua sem resposta; a oficina continua sem emitir a declaração necessária para a transferência; a justificação apresentada é novamente a existência de peças alegadamente já encomendadas; e a oficina não pretende assumir o eventual prejuízo relacionado com essas peças. Até à presente data continuo, portanto, sem uma decisão concreta da seguradora relativamente à alteração da oficina e sem uma data para o início da reparação. Situação atual O que considero particularmente grave é que estou desde maio de 2026 com a viatura sinistrada, continuando a aguardar uma solução. A viatura permanece com um farol traseiro partido e, entretanto, tenho ainda a necessidade de realizar a inspeção periódica obrigatória, cujo prazo termina no dia 11 de setembro de 2026. Esta situação coloca-me numa posição extremamente difícil, uma vez que continuo sem saber quando a viatura será reparada, qual será a oficina responsável pela reparação e como poderei resolver a questão da inspeção. Ao longo deste processo tenho procurado colaborar com todas as partes e encontrar uma solução, tendo contactado repetidamente a oficina, a seguradora e o meu mediador de seguros. Inclusivamente, o meu mediador foi contactado há cerca de uma semana, tendo também manifestado dificuldades em obter respostas concretas por parte da seguradora. Apesar de todos estes contactos, continuo sem uma resposta formal aos diversos e-mails que enviei. O que solicito à DECO PROteste Perante esta situação, solicito a intervenção dos vossos serviços jurídicos junto da Generali e da Caetano Auto Barreiro, no sentido de ser encontrada uma solução para o processo. Em concreto, gostaria de obter esclarecimento sobre: Se a seguradora pode condicionar a transferência do processo para outra oficina à apresentação de uma declaração que a oficina atual se recusa a emitir; Se a oficina pode recusar-se a emitir essa declaração com fundamento na existência de peças alegadamente encomendadas, especialmente quando não existe, da minha parte, qualquer intenção de cancelar a reparação, mas apenas de a realizar noutra oficina; Quem deve assumir o eventual custo de peças que tenham sido encomendadas pela oficina e se essas peças foram efetivamente autorizadas pela seguradora; Se é legalmente admissível que esta situação entre seguradora e oficina permaneça a impedir a reparação da minha viatura durante um período tão prolongado; Quais são os meus direitos relativamente ao atraso na reparação e à ausência de resposta da seguradora; Que mecanismos posso utilizar para exigir uma decisão concreta e uma data para o início da reparação; E se tenho direito a reclamar eventuais prejuízos decorrentes deste atraso, nomeadamente despesas de deslocação, impossibilidade de utilização normal da viatura e outros prejuízos que possam ser devidamente comprovados. Solicito ainda que, caso considerem adequado, intervenham diretamente em meu nome junto da seguradora e da oficina, procurando obter uma resposta formal e uma solução concreta para este processo. Estou disponível para fornecer todos os documentos necessários, incluindo as peritagens, comunicações por e-mail, reclamações apresentadas, contactos efetuados, documentação relativa ao processo de sinistro e restantes elementos que possam ser relevantes. Considero que, depois de mais de três meses desde a primeira peritagem e de sucessivos atrasos e períodos sem qualquer resposta, esta situação ultrapassou já aquilo que considero razoável, encontrando-me atualmente sem uma solução concreta e com a viatura ainda por reparar. Agradeço desde já a vossa análise e intervenção.

Encerrada

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