Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. V.
29/04/2026

Falta de transparência

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma viagem para a Tailândia adquirida através da Agência Abreu. Desde o início, foi solicitado um orçamento para uma viagem com cerca de 10 dias no destino. No entanto, a solução apresentada resultou numa redução significativa da estadia efetiva, para cerca de 6 dias no destino. Esta alteração não foi comunicada de forma clara, objetiva ou destacada, nem foi explicado o impacto real face ao pedido inicial. A informação foi transmitida através de itinerários complexos, sem qualquer evidência direta da redução da duração da viagem. A aceitação da proposta foi, assim, feita com base em informação incompleta e pouco transparente, o que comprometeu totalmente a tomada de decisão. Caso essa informação tivesse sido clara, a solução nunca teria sido aceite. Estamos perante uma falha no dever de informação por parte da Agência Abreu, sendo que o consumidor não pode ser prejudicado por falta de transparência no processo de venda. Face ao exposto, solicito a intervenção no sentido de garantir uma solução justa. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
S. P.
29/04/2026
Spotahome

Cobrança indevida e incumprimento do senhorio – Spotahome (Booking YQLJ1G2-B5)

Exmos. Senhores da DECO PROTeste, Venho apresentar reclamação contra a plataforma Spotahome e o senhorio Best2Stay (WELCOME CORDIALITY LDA). Resumo dos factos: Aluguei uma studio através da Spotahome a partir de 18 de janeiro de 2026. Desde o primeiro dia o imóvel apresentava graves defeitos (máquina de lavar avariada, bolor nas paredes, buracos no chão) que não correspondiam à descrição anunciada. Durante mais de três semanas comuniquei repetidamente estes problemas à Spotahome e ao senhorio, sem qualquer resolução efetiva. Não foi agendada nem comunicada qualquer visita de técnico. Em vez de resolver a situação, o senhorio (Best2Stay) enviou-me mensagens com ameaças explícitas de despejo forçado com intervenção policial (“we will come with police and remove you today”), apesar de todos os pagamentos estarem em dia. Devido a estas ameaças, fui obrigado a abandonar o imóvel no dia 10 de fevereiro de 2026 por razões de segurança. Apesar disto: A Spotahome recusou-se a prestar assistência ou compensação, não tendo considerado as ameaças de despejo reportadas, e qualificou a situação como “early check-out”; A plataforma cobrou-me adicionalmente 310 euros no final de fevereiro, referentes ao período de março, apesar de eu já não ocupar o imóvel desde 10 de fevereiro; A plataforma não activou a sua própria Deposit Protection Guarantee; O senhorio recusa-se a devolver o depósito. Informações importantes: Todos os pagamentos de renda foram efetuados através da Spotahome. O depósito foi pago diretamente ao senhorio Best2Stay, conforme recomendação da própria Spotahome. Não assinei qualquer contrato diretamente com o senhorio. Anexo toda a documentação comprovativa: Gravação completa do ecrã das comunicações (prova da ausência de técnico), ameaças do senhorio; Fotos e vídeos do estado do imóvel no check-in; Comprovativos de pagamento. Peço a intervenção da DECO para: Devolução dos 800 euros cobrados pelo período não utilizado após a minha saída forçada. Auxílio na recuperação do depósito retido pelo senhorio. Análise da conduta da Spotahome neste caso (ausência de resolução efetiva e não ativação da sua garantia). Agradeço a vossa ajuda na resolução deste assunto. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
C. G.
29/04/2026

Plano Visual Fraudulento

No dia 17/07/2025 assinei um contrato (A0001846_009624.1) com a MultiOpticas (GrandVision). Tive que adquirir dois pares de óculos para que o plano fosse aceite, plano este que achei uma boa escolha visto que estava grávida, precisava mesmo dos óculos e não tinha como pagar a pronto um par. O valor mensal a ser retirado, sem ser necessário confirmação pois, apesar de tudo sempre tive dinheiro na conta, foi de 29,36€. Ora pois bem... No dia 01/08/2025 foram retirados 29,36€; No dia 19/08/2025 foram retirados 29,36€. Desde 20 de Agosto até 12 de Fevereiro do presente ano não foram retirados quaisquer valores nem fui informada de tal. No dia 13/02/2026 foram retirados 117,44€ (valor este que nem estranhei visto que tenho sempre os valores necessários na conta.) No dia 18/02/2026 foram novamente retirados 29,36€; No dia 04/03/2026 foram retirados 427,91€ sem avisos, sem qualquer contacto telefónico, sem nada e aqui, por ironia do destino, abri a minha conta para verificação de entrada da pensão de alimentos da minha filha e qual não foi o meu espanto ao constatar o que havia acontecido. Tentei logo entrar em contacto com a MultiOpticas pois com uma bebé recém nascida fica difícil este tipo de situações, os mesmos disseram-me que iam averiguar a situação e até aos dias de hoje nem me deram qualquer tipo de resposta nem voltaram a atender as minhas chamadas. Após isto, dia 21/04/2026 voltaram a retirar 29,36€ da minha conta. A minha mãe no mesmo ano (Agosto de 2025 - A00014664_117774.1 ) na necessidade de mudar de óculos pois a graduação havia mudado, decidiu aderir ao mesmo e para meu espanto, coloquei o meu cartão de débito afim que o valor (61€ e uns cêntimos) da sua mensalidade saísse e até aos dias de hoje nunca o fizeram. Hoje, dia 29/04/2026 a minha mãe recebe um email com o valor de 1049€ para pagar e se não fizer o mesmo tem de entregar os óculos no prazo de 14 dias. Agora pergunto: Seremos nós obrigados a passar a vida nas nossas contas bancárias? A minha mãe no dia de hoje acabou por se sentir mal, angustiada pela situação e sem saber o que fazer pois nunca recebeu qualquer tipo de aviso e eu, sua filha, nunca recebi qualquer tipo de contacto a falar da situação. Não existem qualquer tipo de soluções, só uma maneira desumana de extorquir as pessoas que tanto trabalham para algo ter na sua vida. É inadmissível este tipo de situações pois só eu sei o quão complicado foi para mim sobreviver no mês de Março após a retirada dos 427,91€ sem mais nem menos.

Em curso

Reclamação sobre possível caráter abusivo e desequilíbrio contratual em contrato de formação CEAC /

O meu nome é césar numero da matricula 21707 e venho solicitar análise e apoio relativamente ao contrato de formação celebrado com a entidade CEAC / PPT4U, por entender que o conjunto das cláusulas contratuais poderá configurar desequilíbrio grave em prejuízo do consumidor, suscitando dúvidas de conformidade legal. Não está em causa uma cláusula isolada, mas o efeito combinado de várias disposições contratuais. 1. Limitação prática do direito de cancelamento / cessação O contrato não prevê mecanismo equilibrado de denúncia ou cessação por iniciativa do consumidor, criando na prática uma vinculação rígida e excessivamente onerosa. Tal situação suscita dúvidas à luz do Decreto-Lei n.º 446/85, em especial quanto a cláusulas contratuais gerais suscetíveis de gerar desequilíbrio significativo entre os direitos e obrigações das partes e restringir desproporcionalmente direitos do aderente. Pode ainda colidir com o princípio da boa-fé contratual previsto no Código Civil português e com a proteção conferida pela Lei n.º 24/96. 2. Obrigação de pagamento integral independentemente do usufruto do curso A imposição de pagamento integral mesmo sem utilização efetiva do serviço suscita dúvidas de proporcionalidade e eventual caráter penalizador. Tal cláusula poderá ser apreciada à luz do Decreto-Lei n.º 446/85, nomeadamente quanto a cláusulas que imponham encargos desproporcionados ao consumidor. Poderá igualmente contrariar princípios gerais do Código Civil sobre equilíbrio contratual e proibição do abuso de direito, bem como a tutela dos interesses económicos do consumidor prevista na Lei n.º 24/96. 3. Suspensão do serviço com manutenção integral da cobrança O contrato prevê que, em caso de mora, a entidade suspenda o acesso aos conteúdos e acompanhamento pedagógico, mantendo simultaneamente a exigência de todas as prestações vencidas e vincendas. Afigura-se discutível a compatibilidade deste mecanismo com os princípios de proporcionalidade, reciprocidade das prestações e boa-fé contratual previstos no Código Civil, bem como com o regime do Decreto-Lei n.º 446/85, por eventual vantagem excessiva atribuída ao predisponente. 4. Regime de resolução contratual desequilibrado As cláusulas de resolução parecem favorecer essencialmente a entidade formadora, deixando o consumidor sem mecanismo equivalente e efetivo para cessação. Tal poderá suscitar apreciação à luz do Decreto-Lei n.º 446/85, no que respeita a cláusulas que excluam ou limitem excessivamente direitos do consumidor ou estabeleçam desequilíbrios injustificados. Pode igualmente relevar à luz do princípio da boa-fé contratual e da proteção do consumidor consagrada na Lei n.º 24/96. Face ao exposto, solicito apreciação sobre: eventual caráter abusivo do modelo contratual adotado; legalidade e proporcionalidade destas cláusulas; e mecanismos para cessação do contrato sem penalização indevida. Foi tentada solução amigável junto da entidade, sem sucesso. Solicito orientação e apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidor.

Em curso
V. R.
29/04/2026

APP Poupar é Ganhar – Rejeição indevida de reembolso submetido dentro do prazo

No dia 25/04, adquiri uma depiladora Braun Skin i‑Expert, tendo sido informada no momento da compra de que o produto estava abrangido por uma campanha de reembolso de 120 €, fator determinante para a minha decisão de compra. Nesse mesmo dia, instalei a APP Poupar é Ganhar e submeti a fatura dentro do prazo da campanha, anexando o PDF do talão completo e a fotografia do código de barras. Hoje, verifiquei que a submissão foi rejeitada por um motivo meramente formal (documentos não constarem num único ficheiro), não estando em causa a elegibilidade da compra. Assim que tive conhecimento desta rejeição, tentei proceder à correção, mas verifiquei que a própria APP não permite uma nova submissão imediata, obrigando o utilizador a aguardar nova rejeição para reiniciar o processo, uma limitação técnica completamente alheia à minha vontade. Contactei novamente (por email) o apoio técnico e fui informada de que a campanha teria “atingido o limite de reembolsos”, indicação que não faz qualquer sentido no meu caso e continua sem esclarecimento adequado. Esta é a primeira e única fatura que submeti nesta campanha, nunca fui reembolsada e é manifestamente impossível que, enquanto consumidora individual, tenha “atingido um limite de 10.000 €”, valor que corresponde a um limite global da campanha e não a um limite por participante. Importa ainda referir que, à data da submissão (hoje) e das tentativas de correção, a campanha encontra-se ainda em vigor, terminando apenas amanhã, e que a impossibilidade de correção resulta exclusivamente de falhas do sistema da APP. Considero esta situação injusta e lesiva dos direitos do consumidor, uma vez que: 1.cumpri os prazos e o procedimento indicado; agi de boa‑fé; 2.fui impedida de corrigir a submissão por limitações técnicas da plataforma; 3.e continuo a receber respostas genéricas, sem análise concreta do meu caso. Esta situação merece reavaliação, considerando válida a data da submissão, ou uma solução que permita o acesso ao reembolso anunciado no momento da compra. Obrigada.

Em curso

credito inexistente

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar esclarecimentos detalhados relativamente a um registo de incumprimento em meu nome na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, associado à entidade Hefesto/Whitestar Asset Solutions,S.A. Atendendo a que não reconheço a existencia de qualquer dívida atual para com esta identidade, e verificando que a mesma terá origem no ano 2007.

Em curso
B. C.
29/04/2026

Produto adulterado e problema de saúde

Boa tarde, No dia 22 de Abril, adquiri um produto em o site Nutritienda, identificado como bisglicinato de Magnésio. Após de ter tomado uma cápsula comecei a sentir um ardor intenso e desconforto no estômago, o que me causou grande preocupação. Diante dos sintomas apresentados, pretendo fazer testes laboratoriais para comprovaram que o conteúdo das cápsulas não corresponde ao bisglicinato de magnésio como indica na embalagem. Já que é a segunda embalagem que compro em este site, sendo que não tive problema algum com a primeira embalagem, embora seja diferente a actual ( maior ). Considero que está situação é grave, pois além do prejuízo financeiro, coloquei minha saúde em risco ao consumir uma substância diferente da anunciada. Solicito esclarecimentos, e reembolso do valor pago e medidas para garantir a qualidade e segurança dos produtos vendidos por vocês. Aguardo um retorno breve.

Em curso
P. F.
29/04/2026

Pedido de apoio – Reclamação contra agência de viagens (viagem escolar a Roma)

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de incumprimento por parte de uma agência de viagens, no âmbito de uma viagem escolar a Roma. A viagem, organizada para alunos do ensino secundário da Escola Secundária Alves Martins, em Viseu, decorreu entre 06 e 10 de abril de 2026, tendo o meu filho participado na mesma. Durante a viagem e respetivo regresso, verificaram-se diversas irregularidades: Condições de alojamento inaceitáveis, com problemas graves de canalização (incluindo saída de fe...es pelo ralo do chuveiro, inundação e cheiro a esgoto), sem substituição do quarto; Alteração significativa do voo de regresso: inicialmente previsto para as 12:00 com destino ao Porto, foi alterado para as 05:00 com destino a Lisboa, implicando saída do hotel às 03:00 da manhã e perda de tempo útil da viagem; Espera de cerca de 4 horas no aeroporto de Lisboa até ao transporte para Viseu; Constrangimentos na realização de visitas por falhas organizativas; Pequeno-almoço manifestamente insuficiente face ao contratado. Adicionalmente, apresentei reclamação diretamente à agência no dia 13/04/2026, não tendo até à presente data obtido qualquer resposta. Face ao exposto, solicito o vosso apoio na análise desta situação e na obtenção de uma compensação adequada pelos prejuízos sofridos. Anexo documentação comprovativa. Com os melhores cumprimentos, Pedro Freitas 928025741

Em curso
C. O.
29/04/2026

Incumprimento de paragens necessárias

Veio por este meio comunicar uma queixa sobre um condutor cujo nome não sei, que realiza a viagem de Braga/Guimarães ou Guimarães/Braga 101 da Cávado. O mesmo não parou nas devidas parangens, nomeadamente a paragem da Avenida da Liberdade. O mesmo pode contra argumentar que esta paragem, oficialmente, não faz parte do trajecto deste autocarro, contudo, houve duas pessoas que fizeram CLARAMENTE sinal para o autocarro parar e este simplesmente não parou, sendo estas uma criança com no máximo 10 anos, e a outra pessoa era um idoso com um saco de compras provavelmente pesado. É de notar também que havia um veículo quase parado à frente do autocarro, logo, este estava com a marcha bastante lenta, logo, não seria absolutamente nada incomodativo para os outros veículos que o autocarro parasse para deixar entrar as pessoas, já que estavam todos com marcha lenta. É também necessário ter em conta que o autocarro que as pessoas referias queriam apanhar é de Braga para Guimarães, não apenas um autocarro denteo da própria cidade, ou seja, o caso fica muito mais complicado porque o condutor deixou as pessoas penduradas NOUTRA cidade, longe do destino delas, cuja quantidade de autocarros é menor e a viagem demora mais tempo, atrapalhando completamente o dias das pessoas por razão nula. Eu sei que este viu o sinal das pessoas a pedir para parar porque que estava nos lugares da frente e foi extremamente evidente. Este tem por volta de 50 e tal anos, cabelo curto e cinzento e usa óculos, e é de notar também a sua má disposição com coisas simples diariamente. Obrigado

Em curso

Atraso na Reparação

Boa tarde , tive um acidente em 20-03-2026 , tenho o veiculo na oficina - Benmacar, Lda Rua Combatentes 9 Abril, 16 2695-699 São João da Talha - desde 23 de Fevereiro até presente data a peça em falta é uma Cablagem 821130D350B - Veiculo é um Toyota Yaris Cross Matricula BS93TT a previsão de entregue que começou por ser 30 Abril passou 30 Maio , isto é vergonhoso e serviço péssimo , desaconselho toda a gente a comprar Toyota , deveria de ser uma marca de excelência como já foi , para passar ser esta vergonha numa viatura nova 4 meses para chegar uma peça e viatura imobilizada . Simplesmente vergonhoso Melhores Cumprimentos Carlos Suzana

Em curso

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