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Encomenda não recebida deste AGOSTO
Exmos. Senhores, Bom dia, em Agosto encomendei um produto, de número UL081176138GB , com o fim de colocá-lo no meu automóvel, vindo este de UK, chegou a Portugal pela Royal Mail, tendo necessidade então de a desalfandegar. Desalfandeguei a mesma, paguei quase mais caro que o produto, encontrando-se então por entregar no meu domicílio desde AGOSTO. Já fui por 3x a balcões CTT, já realizei queixa eletrônica e sem sucesso, espero que seja desta que a receba em casa, visto esta grande margem de entrega. com os melhores cumprimentos.
Estacionamento abusivo
Pois bem foi, realizada uma reclamação no mês de Julho 2025 para esta identidade devido a um veiculo estar parado há mais de UM ano no mesmo sitio. Passaram se meses e nada foi feita nem uma resposta dada!! No mês de Outubro 2025 deram-se inicio a trabalhos de reabilitação no prédio e seria necessário remover o veiculo por necessidade de montagem de andaimes que por grande coincidência foi dada uma resposta nesse mesmo dia e o veiculo removido para uns metros mais abaixo e sem quaisquer consequências!!! E a grande surpresa em resposta foi , " para que o veiculo seja notificado terá de estar parado no mesmo local mais de 30 dias.." Pergunto eu... quantos dias já passaram desde outubro ate 22 de Dezembro 2025??? E ate a data de hoje, 08/01/2026 nada foi resolvido nem uma uma resposta dada
Retenção de bens pessoais, falta de transparência e omissão de informações – Europackers
Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste junto da empresa Europackers - Mudanças Internacionais, Lda., devido a uma situação insustentável de incumprimento contratual e falta de transparência. Contratei os serviços desta empresa para o transporte da minha mudança de Portugal para o Brasil (bens de uso pessoal). No entanto, o prazo de entrega já foi ultrapassado há mais de 30 dias e os meus pertences encontram-se retidos num porto brasileiro há cerca de dois meses. A empresa alegou que a carga está parada na alfândega e que estaria a avançar com uma ação judicial para a respetiva libertação. Contudo, recusa-se terminantemente a fornecer-me o número do referido processo, bem como o comprovativo de transporte (House Bill of Lading) e o número do contentor. Sem estes dados, estou totalmente impedido de verificar o paradeiro dos meus bens ou a veracidade das informações prestadas. O atendimento tem sido deplorável e omisso. A equipa de apoio limitou-se a enviar uma mensagem afirmando que 'da nossa parte infelizmente não temos mais nada a acrescentar', remetendo o assunto para o responsável, o Sr. Carlos Campos. Este, por sua vez, nem sequer se dignou a responder à notificação extrajudicial que lhe enviei, mantendo um silêncio absoluto. Sinto-me totalmente desprotegido e lesado, tanto a nível material como moral, estando privado dos meus pertences pessoais num novo país. Solicito a ajuda da DECO para forçar a empresa a disponibilizar os dados técnicos da minha carga (HBL e Container) e o número do processo judicial, bem como para garantir a entrega imediata da minha mudança.
Encomenda trocada, nunca entregue
Exmos senhores, No passado dia 2.1.2026 fiz uma encomenda pela Glovo na qual sou glovo prime. A encomenda com um custo de 41€ nunca chegou, e chegou outra que não a minha - com produtos totalmente diferentes e com um custo de 15€. Reclamei várias vezes mas a resposta é de que não cumpre os requisitos para receber o valor de volta. Não sei como proceder. Obrigada
Fidelização indevida
Sou titular do contrato nº 775456, celebrado a 30/11/2023 com a Securitas Direct, para instalação de um sistema de alarme na minha residência, contrato de prestação de serviço que mantenho com a empresa, e que previa uma fidelização única de 24 meses, segundo o exposto pela equipa comercial door-to-door. Adiantar que a empresa invoca uma cláusula que fideliza o cliente, automaticamente, e por períodos sucessivos de 12 meses devendo, se pretendido, ser requerida a rescisão do contrato nos 30 dias que antecedem a data de renovação, por escrito, e em carta registada. Ora, friso que, durante a fase de angariação, a equipa comercial que contratou apenas referiu a fidelização de 24 meses, sem nunca ter sido mencionada uma fidelização suplementar anual, de renovação automática. Acrescento que tal se trata de uma prática eticamente e legalmente abusiva, e que tal regulamentação é anacrónica, nunca me tendo sido explicada a condição acessória, prevista na cláusula acessória do contrato em questão. Face ao disposto, e após contacto com a linha de apoio no qual manifestei o meu absoluto descontentamento, adianto que cancelei o débito bancário associado ao meu contrato cliente. Noto que, a Securitas Direct procedeu à renovação sem que fosse enviada qualquer comunicação formal sobre a intenção de renovação ou sobre alterações das condições contratuais, nem via carta nem via eletrónica. Mais acrescento que me foi bloqueado o acesso à contratação realizada, à qual me é reservado absoluto direito de acesso. Como esta posição por parte da empresa contraria a minha vontade, solicito a Vª intervenção e apoio para resolver este impasse. Finalmente, e tratando-se de uma fidelização que viola o ordenamento jurídico no artigo 22º do DL nº 446/8, e de epígrafe “Regime jurídico das cláusulas contratuais gerais”, junto com a Lei nº24/96 e a Lei de Defesa do Consumidor, tenciono expor às instituições reguladoras do ramo o sucedido. Aguardo breve retorno.
Falta de transparência na gestão do dinheiro do condomínio
Esta empresa gere o condomínio da Rua Alexandre Herculano nºs1-3 Santo António dos Cavaleiros Há 3 anos que não há assembleias de condóminos. Desde 2022 que não há qualquer informação sobre a gestão dos dinheiros do condomínio , tendo a administração proposto o desaparecimento do comissão fiscalizadora, o que infelizmente os condóminos aprovaram. A empresa tem ignorado as solicitações que tenho efectuado para que me sejam facultadas as contas do condomínio, conforme carta em anexo.
Impedimento ao cancelamento do contrato
Venho por este meio expor a minha reclamação relativamente às dificuldades criadas no cancelamento do contrato celebrado com o vosso ginásio. Ao longo de vários meses manifestei, por diversas vezes, a minha intenção de cancelar o contrato, informando que me encontrava ausente da cidade de Aveiro por motivos profissionais e que não frequentava o ginásio há cerca de quatro meses. Apesar disso, foi-me sempre exigida a comparência presencial como única forma de cancelamento, não me tendo sido apresentada qualquer alternativa viável à distância. Durante esse período, continuaram a ser efetuadas cobranças, apesar da inexistência de utilização do serviço. Apenas após o cancelamento do débito direto, ocorrido em 26/12/2025, e na sequência de contacto telefónico recente 06/01/2026, me foi indicado que poderia formalizar o cancelamento por email, opção que não me tinha sido anteriormente facultada, apesar das várias tentativas de contacto. Ao enviar o referido email a solicitar o cancelamento, rececionei uma resposta no dia 07/01/2026 com a seguinte indicação: “Posto isto, conforme lhe foi comunicado, o cancelamento tem efetivamente de ser efetuado presencialmente e por escrito junto à receção.” Considero que esta atuação é pouco transparente e potencialmente abusiva, por dificultar de forma desproporcionada o exercício do direito à rescisão contratual, ao mesmo tempo que se mantinham as cobranças. Assim, solicito: O cancelamento definitivo do contrato; A confirmação de que não serão efetuadas novas cobranças.
Pedido de apoio – Relatório incorreto da seguradora Mapfre e imputação indevida de responsabilidade
Exmos. Srs. Venho solicitar apoio relativamente a um conflito com a seguradora Mapfre, no âmbito do processo de sinistro n.º 2025201008443/1, associado ao meu seguro multirrisco habitação. Após participação de infiltrações reclamadas pelo vizinho da fração inferior, foi realizada vistoria técnica. O perito e os serviços da Mapfre confirmaram-me sempre verbalmente que a infiltração tem origem em partes comuns do edifício, não sendo da minha responsabilidade. Contudo, o relatório escrito da Mapfre contém informações incorretas, ao assumir que as obras realizadas no meu terraço foram feitas para corrigir infiltrações. Tal não é verdade. As obras foram uma opção de melhoria, limitadas à colocação de um novo piso. A impermeabilização foi feita apenas por precaução, e nunca foram contratados trabalhos em paredes, que são da responsabilidade do condomínio. A Mapfre utiliza este pressuposto falso para me imputar responsabilidade por danos no prédio. Após contactar novamente o perito, este confirmou a origem comum das infiltrações e ficou de falar com a seguradora. Ainda assim, a Mapfre disse-me que se recusa a falar com o perito e afirmou que não irá corrigir o relatório. Existe ainda uma contradição evidente: em situação anterior, quando as guardas do terraço se partiram, a Mapfre recusou intervir, alegando que o terraço era parte comum. Agora, pretende responsabilizar-me por esses mesmos elementos. Este comportamento está a causar-me sérios prejuízos perante o condomínio e podre obrigar-me a arranjar fissuras em paredes que são da responsabilidade do condomínio e não da minha. Solicito apoio para que a seguradora seja instada a: 1. A emissão de um relatório técnico corrigido, que elimine pressupostos falsos sobre as obras realizadas e identifique de forma clara que a origem das infiltrações é em partes comuns do edifício; ou, em alternativa, 2. Uma declaração escrita formal da Mapfre confirmando que a infiltração não tem origem na minha fração autónoma. Em anexo, junto o relatório emitido pela Mapfre. Com os melhores cumprimentos, Carla Caldeira Lima
Visita técnica agendada não concretizada
Nos últimos tempos tenho sido alvo de várias visita técnicas (já me mudaram o contador inteligente duas vezes e também colocaram comunicação GPRS). Adicionalmente tenho recebido avisos de visitas técnicas que não puderam ser efectuadas por o contador estar no interior sem que tenha recebido qualquer notificação prévia. Ontem recebi uma notificação prévia de nova visita técnica (sem data) e que deveria agendar se o contador não estivesse acessível. Fiz esse agendamento via WhatsApp para o dia de hoje (07/01/2026 no período das 15:30 às 18:00 tal como me foi proposto). Estive presente no local essas duas horas e meia e ninguém apareceu nem houve qualquer contacto. Dado que especificaram que se não comparecesse teria de pagar 20€, e numa relação de igualdade espero que da mesma forma seja compensado no mesmo valor pela disponibilidade e espera inglória.
Má instalação
No passado dia 31/12/2025 foi-me instalado um termoacumulador pelo prgrama e-lar, comprado na superficie Worten. No entando a instalação não ficou conforme e o equipamento verte àgua, assim que os técnicos sairam da minha residência fiz logo reclamação. Tenho vindo a fazer reclamações diárias e desde então ninguém me resolveu a situação. Trata-se de um bem essencial, pelo que, deverim ter consideração e respeio pois qui em casa ninguém consegue tomar banho.
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