Reclamações públicas

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P. P.
28/08/2026
WOO

Cobrança indevida

Bom dia. Quero reportar esta situação por este meio porque quero que fique registada a minha insatisfação com o serviço e apoio ao cliente. Ontem fui ao chat da aplicação WOO reportar uma situação inaceitável que surgiu de um desencadeamento de problemas e alegadas soluções que a meu ver roçam o criminoso. A semana passada precisei de trocar de telemóvel e tive um problema porque houve um alteração no método de troca de eSIM. Antes desta alteração, na pagina “gerir móvel” da app havia uma opção de instalar eSIM e da ultima vez que tinha precisado de trocar de eSIM o método era: apagar o eSIM do telemóvel atual> Abrir a aplicação no novo> selecionar activar eSIM. Agora esta ultima opção foi substituída por “pedir 2a via do eSIM” e a este ponto já tinha o tinha apagado do outro telemóvel. Parecia então que a única forma de voltar a usar algo que é meu por direito e pelo qual pago uma subscrição, me foi barrado com uma parede de 10 euros. Só após carregar esses 10 euros de saldo e pedir uma segunda via me apercebi que na opção de instalar o eSIM com QR Code no telemóvel havia uma opção muito escondida de colocar o código original por extenso que me foi enviado por email quando adquiri os vossos serviços. Antes de me aperceber disto e pedir ajuda do chat, o assistente só me sabia dizer que a segunda via era a única solução. E que se quisesse a minha primeira via do cartão físico seria o mesmo custo, a pesar de não haver opção na app para requisitar um. Tinha-me deixado enganar pela ignorância do vosso assistente e quase me custou 10 euros. Depois de pedir para cancelarem o pedido da segunda via e de instalar o eSIM desta forma continuaram 10 euros de saldo na minha aplicação WOO que eu julgava que seriam usados nas próximas mensalidades. Depois tive um problema com o telemóvel, tive que o arranjar e não tive qualquer problema a instalar o eSIM com a minha “primeira via” dos dados do cartão da mesma forma. Mas depois do arranjo precisei de voltar a transferi-lo e ao inserir os dados corretos, mas não ter sucesso na operação algumas vezes, surgiu uma mensagem a dizer que o cartão tinha sido bloqueado e que precisava de contactar a operadora. Voltei a entrar em contacto convosco pelo apoio ao cliente da app e desta vez após uma quantia menos que razoável ainda de tempo a tentar explicar como ainda tinha a primeira via do “cartão” e que seria completamente desmedido ter pagar por uma segunda via de algo que eu ainda tenho, o assistente informou-me que me ia ser enviada uma segunda via sem custos, mas que seria a ultima vez que o faziam e que a próxima vez que eu bloqueasse o cartão me seria cobrado o valor (com um tom de ameaça). E antes que conseguisse perguntar como podia então evitar que me voltasse a acontecer ficar com o eSIM bloqueado o assistente encerrou a conversa. Mais de 4 horas depois recebi então a minha tão desnecessária segunda via (que não foi o que requisitei). E depois de essas horas todas incontactável (apesar de pagar o serviço), qual não é o meu espanto quando olho para o saldo na minha conta WOO e vejo que os 10 euros me foram cobrados. Eu sei que as operadoras são reconhecidas por serem hipócritas, mas isto é um novo nível de falta de honestidade. Já perdi tempo a mais a redigir esta reclamação. E agora sim, em tom de ameaça (justificadamente): ou me devolvem esse dinheiro, ou é o ultimo dinheiro que vêem entrar.

Em curso
Y. A.
28/08/2026

Paid €454, then faced with an undisclosed additional €1,230 charge and refused a refund

I made a reservation through Uniplaces and paid a total of €454 on 30 June 2026. After I had made the payment, I was informed that I would have to pay an additional €1,230 in order to obtain the accommodation. This was a substantial additional amount that had not been disclosed to me as a mandatory payment before I made the €454 payment. Had this additional €1,230 requirement been disclosed before payment, I would not have made the reservation. Because I was not willing to pay this unexpected additional amount, I contacted Uniplaces and asked to cancel the reservation. Only after I requested cancellation did Uniplaces inform me that the €454 I had already paid was non-refundable. As a result, I was left in a situation where I had paid €454 for a reservation, was subsequently asked to pay a further €1,230 that had not been disclosed beforehand, and was then told that I could not recover the €454 when I asked to cancel because of this undisclosed additional requirement. I did not receive what I believed I was paying €454 for. Instead, after payment, the actual cost required to obtain the accommodation increased by €1,230. I consider this unacceptable. A substantial mandatory cost required in order to obtain the accommodation should have been clearly disclosed before I made the reservation and payment. I should not have been required to discover such a significant additional charge only after my €454 payment had already been made. I attempted to resolve this matter directly with Uniplaces and subsequently opened a dispute with PayPal, but the matter remains unresolved. I am therefore requesting a full refund of the €454. I can provide supporting documentation showing: the reservation and €454 payment; the subsequent demand for an additional €1,230; my request to cancel the reservation; Uniplaces' subsequent statement that the €454 was non-refundable; and my attempts to resolve the matter. I attach a screenshot from the Uniplaces website showing the information presented to me when making the reservation. Uniplaces advertised the accommodation at €252 for the first rental month and added a €202 one-time service fee, resulting in a clearly displayed total of €454. The payment summary stated that, following the landlord's approval, I would pay €454 through Uniplaces. At no point in this payment summary was an additional mandatory payment of €1,230 disclosed or indicated as a condition for obtaining the accommodation.

Em curso
V. G.
28/08/2026

Falta de comunicação interna

Reclamação — Encomenda 1ZH87Y506861825880 Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela UPS no âmbito da encomenda com o número de seguimento 1ZH87Y506861825880. No dia 27 de agosto, a encomenda não foi entregue no UPS Access Point inicialmente previsto, uma vez que os cacifos se encontravam cheios. Perante essa situação, entrei em contacto com a UPS e, durante esse contacto, foi-me sugerido pela própria empresa que alterasse a entrega para um ponto físico, onde eu pudesse deslocar-me pessoalmente para levantar a encomenda. Aceitei essa solução, apesar de o problema não ter sido causado por mim. A alteração ficou registada no sistema e, às 18h34 do dia 27 de agosto, o acompanhamento da encomenda confirmou expressamente: “A delivery change has been completed and your shipment will be forwarded to a UPS Access Point™.” Por considerar que a situação estava resolvida, aguardei pela entrega no novo local. Contudo, no dia 28 de agosto, às 12h35, surgiu uma nova atualização: “Unable to deliver to UPS Access Point™; will reattempt delivery to UPS Access Point™ the next business day.” Voltei imediatamente a contactar a UPS para perceber o que tinha acontecido. Durante esse contacto, a própria UPS confirmou que ocorreu um erro: o estafeta ignorou a alteração registada no sistema e voltou a encaminhar a encomenda para o mesmo cacifo que anteriormente já não tinha espaço. Considero esta situação inadmissível. A UPS já tinha conhecimento de que o primeiro local não tinha capacidade, sugeriu-me uma alternativa, recebeu a minha aceitação, registou a alteração no sistema e confirmou que a encomenda seria encaminhada para um novo UPS Access Point. Apesar disso, a instrução não foi cumprida. É razoável esperar que, antes de realizar uma nova tentativa de entrega, o estafeta consulte as informações e alterações existentes no sistema. Se isso tivesse acontecido, este problema teria sido evitado. Mais grave ainda, apesar de a UPS ter reconhecido o erro, fui informado de que, por política da empresa, não seria possível corrigir imediatamente a situação e realizar a entrega no local físico que havia sido solicitado e aceite. Assim, sou eu quem fica obrigado a aguardar por uma nova tentativa e a suportar os transtornos causados por uma falha da própria UPS. Não considero aceitável que o consumidor tenha de reorganizar a sua disponibilidade, perder tempo e aguardar novamente por uma encomenda devido a uma falha interna de comunicação ou execução entre o sistema da empresa e o estafeta. Reforço que colaborei em todos os momentos com a UPS e aceitei a solução que me foi proposta pela própria empresa. Não provoquei o problema, não recusei a entrega e não forneci informações incorretas. Ainda assim, fui prejudicado por uma alteração que, embora tenha sido devidamente registada, não foi cumprida. Solicito, por isso, uma explicação formal sobre o sucedido e uma solução adequada para a entrega da encomenda, sem que eu tenha de suportar novos transtornos resultantes deste erro. Solicito igualmente que a UPS analise internamente esta ocorrência, nomeadamente a forma como as alterações de entrega são comunicadas aos estafetas, para evitar que situações semelhantes voltem a acontecer. Considero lamentável que uma alteração de entrega confirmada pelo próprio sistema da UPS tenha sido ignorada e que, posteriormente, o cliente tenha ficado responsável por suportar as consequências dessa falha. E agora, em outro contacto com André Soares , fui informado que o estafeta está com meu contacto, e é ele quem decidirá se ligará, ou não para entregar a encomenda. Outro despreparado.

Resolvida
L. S.
28/08/2026

Pontos na App

Gostaria de apresentar uma reclamação relativamente a uma oferta que tentei utilizar ontem no McDonald’s de Torres Vedras, através do McDrive. Ativei o código da oferta na aplicação antes de chegar ao McDrive. No entanto, quando cheguei lá, já tinha passado o tempo de validade e o código começou a dar erro. Tentei então gerar um novo código, mas não foi possível, tendo entretanto os pontos sido descontados da minha conta. A pessoa que me atendeu informou-me que os pontos seriam posteriormente devolvidos, mas que, naquele momento, teria de pagar o pedido. Assim fiz, apesar de não ter conseguido usufruir da oferta que tinha ativado. Já passaram várias horas e os pontos continuam sem ter sido repostos, pelo que fiquei sem a oferta e sem os pontos correspondentes. Além disso, tentei apresentar esta reclamação diretamente através da aplicação, mas existe um problema na secção de apoio: a opção de seleção do restaurante não funciona, não sendo possível escolher o restaurante nem concluir o pedido de ajuda. Assim, solicito a reposição dos pontos que me foram descontados e, se possível, uma solução relativamente à oferta que não consegui utilizar por um problema no processo de validação do código. Agradeço a análise da situação e uma resposta com a maior brevidade possível.

Em curso
A. P.
28/08/2026

Contestação Guarda-Corpos como propriedade privada

Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO PROTeste relativamente ao seguinte litígio de consumo: 1. Objeto da reclamação Na sequência dos danos causados pela Tempestade Kristin nos guardacorpos e estruturas envidraçadas das varandas do edifício onde se situa a minha fração, a seguradora Ocidental recusou a indemnização, com fundamento no relatório pericial (pontos 5 e 7), que qualifica estes elementos como "área de terceiros", excluindo-os da cobertura de Tempestades prevista na apólice. Já apresentei reclamação formal junto da seguradora (email em anexo), sem até à data, pelo que solicito agora o apoio da DECO PROTeste para fazer valer os meus direitos enquanto consumidora. 2. Fundamentação — porque considero a recusa ilegítima Os guardacorpos e as estruturas de suporte das varandas integram a fachada e a estrutura do edifício, sendo partes comuns por imposição legal, nos termos do artigo 1421.º, n.º 1, alíneas a) e b), do Código Civil, independentemente de cada varanda estar afeta ao uso exclusivo de uma fração. A jurisprudência portuguesa é consistente neste entendimento: o uso privativo de uma varanda não descaracteriza a natureza comum dos seus elementos estruturais e de segurança (guardas, gradeamentos, fachada). Não se trata, portanto, de "área de terceiros", mas de uma parte comum do edifício da qual sou coproprietária, a par dos restantes condóminos, na proporção da minha permilagem — entendimento também confirmado pela empresa gestora do condomínio. Reforça esta posição o facto de danos idênticos, na mesma tempestade e no mesmo edifício, terem sido indemnizados pelas seguradoras de outros condóminos, o que evidencia uma aplicação inconsistente e sem fundamento técnico ou legal por parte da Ocidental no meu caso concreto. 3. Cobertura contratada A apólice inclui cobertura de Tempestades, com capital seguro de €192.171,33. Os danos verificados resultam diretamente da Tempestade Kristin, facto que não é contestado pela seguradora — a recusa assenta exclusivamente na errada qualificação dos elementos danificados como não sendo partes comuns. 4. Pedido Solicito à DECO PROTeste que: Analise a legitimidade da recusa de indemnização à luz do exposto; Contacte a seguradora Ocidental em meu nome, ou a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), caso a via de reclamação direta se esgote sem solução. Junto envio email da reclamação já enviada à seguradora e relatório pericial em causa, assim como as condicoes particulares da apolise. Fico ao dispor para qualquer esclarecimento adicional.

Em curso
V. R.
28/08/2026

Quarto reservado não corresponde ao anúncio e sem apoio adequado da plataforma para alternativa

Reservei um quarto através da Hoteis.com para o Hotel Altavilla, em Roma, entre 11 e 15 de agosto de 2026, com pagamento a realizar diretamente no local (único método de pagamento disponível). Quando cheguei, deparei-me com um quarto em condições inaceitáveis: havia humidade e bolor no teto, muita sujidade, a sanita estava dentro do duche, as tomadas estavam danificadas e a porta não tinha qualquer sistema de segurança. Nada disto correspondia ao que vi nas fotografias do anúncio. Saí imediatamente do quarto e fui pedir explicações ao rececionista, que admitiu não existir qualquer quarto igual ao que estava anunciado. Saí logo do hotel e fui obrigada a procurar uma alternativa de última hora em pleno mês de agosto, tendo de pagar 358€ a mais do meu próprio bolso. Contactei a Hoteis.com assim que consegui outro alojamento e expliquei toda a situação. Pediram-me para aguardar porque iriam tentar contactar o hotel para esclarecer os factos. Depois de mais de 20 minutos à espera, aconselharam-me a relatar a situação por email e a pedir mediação, porque não conseguiram contactar o hotel por telefone. Enviei a explicação por escrito com fotografias como prova, a pedir o reembolso do valor que paguei. Nas várias trocas de email — muitas vezes com respostas automáticas — a empresa: - Considerou o meu pedido como uma "alteração de reserva sem penalização", como se eu tivesse desistido por vontade própria; - Alegou várias vezes que tentou contactar o hotel sem sucesso, dizendo que não podiam forçar um reembolso por o pagamento ter sido feito diretamente no local (algo que claramente faz parte do esquema do Hotel pois assim não sofre nenhuma consequência e o dinheiro fica na posse deles); - Ofereceu 15%, depois 20% do valor da reserva como "compensação máxima", mas em forma de voucher para uma futura reserva, sem nunca esclarecer se seria possível o reembolso em dinheiro, mesmo tendo questionado diretamente; - Nunca deu resposta às perguntas concretas sobre o que teria acontecido se eu tivesse pedido apoio na altura da emergência, a meio da noite, noutro país (como me disseram inicialmente que era o que eu deveria ter feito no primeiro instante); - Ignorou as minhas questões sobre que medidas seriam tomadas contra o alojamento, que continua ativo na plataforma e disponível para outras pessoas. Descobri ainda que o problema da sanita no duche já é uma reclamação recorrente em outras plataformas, e que o mesmo endereço em Roma tem pelo menos três nomes diferentes online, com fotografias partilhadas entre eles, incluindo imagens de quartos e salas que nem existem. Apesar disto, na plataforma Hoteis.com os comentários do alojamento são positivos e não refletem estes problemas, o que me faz duvidar da fiabilidade das avaliações. Sinto-me totalmente enganada com esta situação e revoltada porque outras pessoas vão continuar a ser enganadas por este alojamento com a ajuda da Hoteis.com em não tomar medidas concretas.

Em curso
A. S.
28/08/2026

Reclamação por cobranças indevidas

Assunto: Exigência de Cancelamento Imediato de Assinatura e Reembolso de Cobranças Indevidas ​Exmos. Senhores, ​Venho por este meio apresentar formalmente uma reclamação referente ao serviço contratado na vossa plataforma OnlineCurriculo (ou OnlineCV). ​No dia 24/05/2026, efetuei o pagamento do valor pontual de 1,95€ com o único propósito de efetuar o download de um modelo de currículo. Contudo, tomei conhecimento recente de que me têm vindo a ser debitados recorrentemente 29,95€ a cada 4 semanas na minha conta/cartão bancário. ​Quero expressar o meu total protesto por esta prática, pelos seguintes motivos: • ​Falta de Transparência no Acto de Compra: A adesão a uma assinatura mensal de 29,95€ não me foi apresentada de forma clara, ostensiva nem explícita durante o processo de pagamento dos 1,95€. A informação foi omitida do fluxo principal de checkout. • ​Ausência de Consentimento Explícito: Jamais tive intenção de subscrever qualquer plano contínuo premium, nem autorizei expressamente cobranças periódicas recorrentes. • ​Prática Comercial Enganosa: A omissão de custos adicionais relevantes no momento da transação viola os direitos do consumidor previstos na Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e no Decreto-Lei n.º 24/2014 relativo aos contratos celebrados à distância. ​Face ao exposto, solicito expressamente: 1. ​O cancelamento imediato e definitivo de qualquer assinatura ou subscrição associada aos meus dados/conta. 2. ​O reembolso integral de todos os valores cobrados indevidamente desde maio de 2026 até à presente data. Fico a aguardar uma resposta obrigada pela atenção.

Encerrada
M. C.
28/08/2026
Generali Tranquilidade Seguros

Não concordância com repartição de responsabilidades do Sinistro

Exmos Senhores da Generali Traquilidade Seguros Apresento Reclamação, sobre a vossa face à vossa Comunicação da repartição de responsabilidades na proporção de 50% para cada um dos intervenientes do sinistro em causa, ocorrido no dia 3 de Julho de 2026, na Rua General Amilcar Mota, em frente à entrada da Escola de Sargentos do Exército. No dia do acidente o meu marido, é que conduzia o Opel Corsa (matrícula 49JX45) e estava a dirigir-se para o trabalho (Escola de Sargentos do Exército). Foi precisamente à entrada dessa unidade militar que o mesmo teve lugar. Dado que foi a viatura (Peugeot, matrícula BA52ER) a embater no Opel, gostaríamos de saber, de forma muito concreta e objetiva, qual a regra de trânsito /Código da estrada, em concreto, que não terá sido cumprida pelo condutor do Opel, para vos levar a atribuir responsabilidade de 50/50 aos 2 intervenientes. Saliento que o acidente resulta do Peugeot bater na frente do Opel que já estava praticamente parado. O Peugeot faz uma ultrapassagem, pela direita, numa zona de traço contínuo, no momento em que o Opel se encontra a sinalizar viragem à direita e a abrandar, para verificar se a passagem para entrar na da unidade militar estava ou não desimpedida (o que se verificou não estar, em virtude de se encontrar uma viatura que estava para sair). Sendo que a viatura Peugeot ultrapassa a alta velocidade e invade, inclusive, o passeio na sua ultrapassagem (só não acertando em nenhuma pessoa porque felizmente ninguém estava a passar naquele momento nessa zona do passeio), não se percebe como possam ser repartidas em 50% a responsabilidade deste acidente. Claramente o condutor do Peugeot estaria a conduzir distraído, ou em excesso de velocidade, ou sem respeitar a distância mínima de segurança entre veículos, ou até mesmo todas estas situações conjugadas. Gostaria, pois, de respeitosamente solicitar à companhia Generali Traquilidade Seguros que, em abono da verdade dos factos, se proceda à reconstituição presencial do acidente, no local, com o meu marido e com os Sr. Condutor do Peugeot que bateu no Opel Corsa, no dia e hora que vier a ficar definido para tal. Não posso de forma alguma, compactuar com um eventual desresponsabilizar do condutor do Peugeot que não ia atento (não sei se iria ou não a fazer outra coisa enquanto conduzia) que bateu na minha viatura Opel Corsa, quando esta já estava a abrandar e a parar, numa zona com muita visibilidade, com limite de velocidade, com traços contínuos na estrada, onde não é permitido ultrapassar, em frente à entrada/saída de uma unidade militar. Confesso que estou até mesmo incrédula sobre a decisão da Generali Traquilidade Seguros, mas percebo que da vossa parte esta será uma solução “optimizada”. Mas não é certamente a correta e tomarei todas as diligências possíveis para que esta decisão seja revertida. Aguardo as vossas comunicações no sentido de se proceder à reconstituição do acidente. Com os melhores Cumprimentos

Em curso
C. V.
28/08/2026

cada vez pior muito mau

Vão impor ás empresas para apagar todos os relatos verdadeiros e negativos sobre a ikea, pois preferem beneficiar os culpados pois assim eles defendem a empresa e negam tudo. É preocupante que, perante sucessivas denúncias de colaboradores, a IKEA continue a negar situações alegadamente relacionadas com assédio, perseguição, abuso de poder, humilhação, descredibilizacao dos colaboradores, avaliações injustas, favoritismo e conflitos de interesses. Depois pessoas da Ikea com cargos superiores que tem conduta impropria encontram-se Barbara Graf ( vejam as contas e os favorecimentos e o marido na Ikea, maltratar colaboradores, ameaçar, etc., Bruno (Logística) envolvimentos enfermeira, segurança, e mesmo depois de casado flertes que nega e engana, Narciso ate a mulher dele maltratava alem de andar a meter-se com muitas, Rui (Logística), Sandra Batista, Claudia (Logística), Jose Martins , Joao Ventura, Carla Pires, Jonny e a Team Leader de Caixas, bem como a atuação da responsável de Recursos Humanos. Existem alegações de que, em determinados casos, relações de amizade, proximidade pessoal ou relacionamentos entre chefias e colaboradores poderão ter influenciado avaliações, oportunidades, tratamento profissional e decisões internas. As alegações relativas a comportamentos inadequados, incluindo situações de flirt ou aproximações indesejadas, bem como eventuais situações de favorecimento e retaliação. Os departamentos de Logística, Customer Relations e IKEA Food são apontados por vários relatos como áreas onde existirá uma forte percepção de favoritismo e do chamado “fator C”, em detrimento de critérios objetivos e de igualdade de tratamento, as vagas em customer relations foram beneficiadas e ajudadas pela responsável de people and culture.

Em curso
D. T.
28/08/2026
Quinta do Crasto

Reembolso não recebido

Exmo. Srs. No dia 21/08/2026 fiz a reserva para um dia de degustação de vinhos com visita à quinta na Quinta do Crasto, no Cale do Douro. Reserva VA2408DT, para 2 adultos e 1 bebê Data da visita: 24/08/2026 Valor: 184 euros Conforme termos informados, era necessário o pagamento de 98 euros para garantir a reserva. Enviaram um link para pagamento. Tive problemas ao fazer o pagamento, por isso no dia 21/08/2026 enviei email solicitando auxílio. No dia 22/08/2026, mesmo sem ter obtido resposta ao pedido de auxílio, consegui fazer o pagamento do valor de 98 euros no cartão de crédito. No mesmo dia, enviei email solicitando a CONFIRMAÇÃO da reserva, porém não obtive resposta. Como não obtive resposta, não compareci ao evento no dia 25/08/2026. Solicitei o reembolso do valor pago, mas não obtive resposta. Acredito que houve FALHA na prestação do serviço pela ausência de confirmação. Eu estava hospedado em Guimarães, a 1:40h de carro da quinta, não queria correr o risco de comparecer dia 25/08 e receber a negativa de participar do evento, pela ausência de confirmação do pagamento. Não houve desistência de minha parte que justifique a cobrança, porque não compareci precisamente pela ausência de confirmação da reserva. Além disso, solicitei a confirmação com antecedência, dia 22/08, sendo que a visita era 24/08, mas não houve resposta, por isso a falha do serviço. Diante disso, solicito: A) devolução do valor de 98 euros pagos, com estorno da compra no cartão de crédito, ou outra forma de reembolso em dinheiro.

Em curso

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