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Atraso no pedido da guia do certificado tvde
Boa tarde , estou desde de dezembro à espera do meu pedido da guia do certificado tvde, e dizem que está em análises e não obtenho resposta concreta de nada
Transferência indevida
Venho por este meio reforçar a reclamação já apresentada relativamente a um débito no valor de 305.1€, efetuado após o cancelamento do cartão da Unibanco / Unicre. O valor foi retirado sem autorização e após o cancelamento do cartão e da respetiva subscrição. Considero esta situação extremamente desagradável e injusta. Já passaram mais de duas semanas desde os primeiros contactos realizados para resolução do problema e, até ao momento, continua tudo por resolver. Peço que esta situação seja tratada com urgência e que o valor seja devolvido o mais rapidamente possível. Aguardo uma resposta concreta
Burla
Boa tarde Comprei um produto paguei por entidade e referencia e afinal a empresa e fraude shopportugues.pt como ja e do vosso conhecimento destas burlas VExas vao ter de assumir as burlas em questao porque pactuam com a situacao agradecia o reembolso 24,90 Obrigado Fernanda
Encomenda desaparecida - documentos
Contratamos o serviço para enviar uns documentos. Coloquei a morada correta, mas por lapso, a localização no mapa não ficou correta. O estafeta chegou até o local (ponto do mapa, incorreto) e ligou-me a Sra. Fernanda, da Central da Glovo, para dizer que o estafeta estava no local. Detectei então que estava no local errado (ficava a 700m do local correto). Pedi à Sra. Fernanda que o estafeta fosse até o local correto, mas a mesma disse que não era possível. Falei com a minha cliente e pedi a ela que fosse até o local, pedido que foi prontamente atendido. Avisei a Sra. Fernanda que a cliente estava a caminho e pedi que o estafeta esperasse. Para a minha surpresa, logo quando desligamos a chamada, o pedido foi marcado como entregue e nunca mais consegui ter notícias dos documentos. Abri uma reclamação e a proposta da Glovo foi apenas devolver o valor do envio. Não aceito e estou com graves problemas com o meu cliente pois eram documentos importantes e não temos conhecimento da localização dos mesmos. Preciso que a Glovo entre em contato com o estafeta para saber o que o mesmo fez com os documentos. Entregou a quem? E onde?
Pedido de fatura nunca enviado
Venho por este meio reclamar da companhia eDreams, que dia após dia só me dão desculpas a cerca de uma fatura, realizamos a viagem e já estamos a mais de 10 dias úteis à espera de uma fatura invoice, recibo do bilhete eletrônico, declaração para efeitos de subsídio de mobilidade. Contactamos a empresa várias vezes e a resposta recebida é sempre igual, “estamos a realizar o seu pedido, mas neste momento ainda não está pronto tem de aguardar” Quando realizamos a viagem tivemos de pagar senão não podíamos viajar, agora para entregarem a fatura que é obrigatório por lei, não conseguem responder ao cliente, solicito a fatura para receber o reembolso do governo regional, que também tem prazos a comprir, gostaria de saber se a eDreams vai se responsabilizar caso não consiga receber o reembolso por demora da entrega da fatura. Recebi ente e-mail após várias tentativas de obter os documentos solicitados.
Devolução Máquina de Secar
Boa noite! Venho por este meio apresentar está queixa contra a empresa Castro Eletrónica. Queixa essa que se prende com o facto que fui informado no dia 8 de Dezembro da entrega do equipamento que comprei (Máquina de Secar Roupa) entre às 8h e às 12h. Informei no mesmo dia que não estaria disponível nesse horário e virem da parte da tarde porque estaria numa consulta ao qual iria ser submetido a uma segunda cirurgia devido a uma amputação do dedo. Não quiseram saber do meu pedido e chegaram a minha casa estava um familiar em casa e só deixaram a máquina no hall de entrada e foram se embora. Na compra da máquina paguei o transporte, um seguro para que o mesmo esteja em condições e a sua montagem e instalação. Não o fizeram! Depois de várias queixas via e-mail, dirigi me loja do Porto no dia 17 de Dezembro e o funcionário disse e ajuda me a fazer um RMA de reclamação a dizer que já não queria o equipamento e sim a devolução do mesmo. No dia 23 de Dezembro foram a minha casa efetuar o levantamento do equipamento, isso passado 15 dias da entrega do equipamento. Na compra efetuei um crédito na compra da mesma com a financeira SeQura que trabalha com a Castro Eletrónica. Notifiquei a mesma financeira SeQura que o equipamento tinha sido devolvido no dia 23 de Dezembro. Recebi um email automático da mesma a dizer que a empresa Castro Eletrónica tem um aplicativo da financeira e quando eles confirmarem a devolução da mesma me devolviam o dinheiro pago pelo equipamento. O tempo foi passando e dia 9 de Janeiro depois de eu já me ter deslocado duas vezes a loja de Mozelos que não aceitavam o equipamento passado 15 dias do seu levantamento a dizer que o equipamento está arranhado. Informei que o equipamento foi embalado corretamente e a empresa transportadora que levantou o equipamento assim o viu. O débito continuei a pagar mas na passada terça feira, dia 3 de Fevereiro anulei o débito, já que não teria de pagar nada já que não tenho o equipamento e o banco entrou também com uma queixa do débito a fim de eu ser reembolsado
Encomenda errada
Mandei vir uma encomenda pelo uber eats, neste caso do continente. Quando a encomenda me foi entregue o pedido estava completamente errado (para terem a noção o pedido tinha pensos higienicos e eu sou homem). Quando pedi ajuda pela aplicaçao deram o meu caso como resolvido sem me darem qualquer solução, nem devolução de dinheiro, nem nova entrega, nada. Quando tentei pedir ajuda novamente a aplicação automaticamente diz que o meu caso já está resolvido e nao me deixam continuar.
Solicitação de apoio jurídico ( sócia número 7299344-94) - Conflito com Agilcare/Agilidade S.A
Exmos. Srs. do Departamento Jurídico da DECO, Eu, Andréia Filipa Bernardino Simões, titular do NIF 239175654 e sócia da DECO n.º 7299344-94, venho por este meio solicitar a vossa intervenção urgente num conflito de consumo com a empresa Agilidade S.A. (Marca Agilcare), NIF 510164897. Exposição dos Factos: Celebrei um contrato de prestação de serviços de saúde em 24/09/2019 (N.º Cliente 62110), com uma fidelização inicial de 12 meses, a qual terminou em setembro de 2020. Em 12/01/2026, solicitei formalmente o cancelamento do contrato por não utilização do serviço. A empresa recusou o cancelamento imediato, invocando as cláusulas 6.ª e 7.ª das suas Condições Gerais para alegar uma renovação automática da fidelização por períodos sucessivos de 12 meses, pretendendo cobrar mensalidades até setembro de 2026. Considero tal prática abusiva e nula à luz do Decreto-Lei n.º 446/85 (Cláusulas Contratuais Gerais) e da Lei de Defesa do Consumidor, visto que a renovação do serviço não pode implicar a renovação automática da fidelização sem consentimento expresso e nova vantagem económica. Recebi recentemente uma notificação da advogada da empresa (Dra. Ana Cristina Domingues) com ameaças de cobrança coerciva através da empresa INTRUM. Já procedi ao cancelamento do débito direto e apresentei queixa na ASAE (Processo ROR00000000045477938) e no Centro de Arbitragem (CACCL). Solicitação: Na qualidade de sócia, solicito que a DECO intermedeie este conflito junto da Agilcare, exigindo o cancelamento definitivo do contrato sem custos e a cessação das ameaças de cobrança por valores indevidos. Anexos em arquivo: Cópia do Contrato de 2019; Troca de e-mails com a Agilcare e notificação da advogada; Comprovativo da queixa na ASAE. Aguardando as vossas instruções, subscrevo-me com os melhores cumprimentos, Andréia Filipa Bernardino Simões Contacto: 916040517
Práticas comerciais enganosas e retenção indevida de valor
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Klass Wagen Faro – Rent a Car, pelos factos ocorridos no âmbito de um contrato de aluguer de viatura em Portugal. Efetuei uma reserva de viatura através de uma plataforma de reservas online. À chegada às instalações da empresa, foi-me apresentada a possibilidade de agilizar o processo burocrático através do carregamento prévio dos meus documentos pessoais e do pagamento da caução. Durante esse procedimento, fui informado de que não eram aceites cartões de débito nem determinados cartões bancários online. No entanto, apesar dessa indicação, o sistema permitiu a realização e aceitação do pagamento da caução, tendo o valor sido efetivamente debitado. De acordo com a prática comum no setor, quando um cartão não cumpre os requisitos exigidos, a transação é automaticamente recusada, o que não sucedeu neste caso. Posteriormente, já ao balcão, após confirmação de que o pagamento havia sido processado com sucesso, fui informado de que apenas poderia levantar a viatura caso efetuasse o pagamento da caução adicionalmente à contratação do seguro total. Esta exigência contradiz claramente a opção pelo colaborador da empresa que assinalou expressamente a modalidade “insurance without deposit” no seu sistema. Considero que esta atuação configura uma prática comercial enganosa, uma vez que as condições apresentadas inicialmente não corresponderam às condições posteriormente exigidas. A situação foi remetida ao gerente da loja que, adicionalmente, não dominava a língua portuguesa, apesar de exercer funções de gestão em território nacional. Após ter exposto a incoerência da situação e manifestado a minha discordância, foi-me recusada a entrega da viatura. Importa ainda referir que, não tendo sido celebrado qualquer contrato efetivo de aluguer, solicitei a eliminação dos meus dados pessoais ao abrigo do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), nomeadamente nos termos do artigo 17.º (Direito ao Apagamento). Exijo que os meus dados pessoais sejam eliminados de forma definitiva, uma vez que deixaram de existir fundamentos legais para o seu tratamento. Até à presente data, o valor da caução debitado não foi restituído.
Recusa/omissão de entrega ao domicílio e conduta imprópria de estafeta
No dia 25/02/2026, recebi notificação por SMS da DPD a informar que a encomenda com o n.º 09868719031559H seria entregue " nos próximos minutos" na minha morada. Pelas 10:00, fui contactada telefonicamente pela estafeta, que afirmou estar “à porta” e perguntou se eu poderia subir para receber a encomenda. Informei que não podia e tentei explicar que a recepção é habitualmente feita por uma senhora de 86 anos, com dificuldades de mobilidade, precisamente por eu não estar normalmente em casa. Antes de eu conseguir concluir a explicação, a estafeta desligou a chamada. Tentei voltar a ligar por duas vezes, sem sucesso (não atendeu). Imediatamente depois, às 10:01, o tracking da DPD passou a indicar: “LOCAL DE ENTREGA NÃO ACESSÍVEL” com o comentário “RUA FECHADA”. Esta justificação não corresponde à realidade: o local é acessível. Importa esclarecer que, para aceder à minha residência, é necessário abrir o portão do n.º 48 e percorrer uma viela de alguns metros até à Casa B. Esta instrução é sempre deixada nas observações da entrega em compras online: “Abrir o portão do número 48, entrar e tocar à campainha da casa B.” A conduta descrita traduz-se numa recusa prática de entrega ao domicílio, agravada pelo facto de a destinatária habitual ser idosa e com mobilidade reduzida, sendo inaceitável exigir que percorra a viela para levantar a encomenda. Acresce que a DPD tem sido reincidente neste comportamento nesta morada, alegando frequentemente falta de estacionamento, quando outras transportadoras (incluindo CTT) realizam a entrega à porta sem qualquer problema. O apoio ao cliente limita-se a remarcar a entrega ou a indicar levantamento em ponto de recolha, o que não corresponde ao serviço pago, pois optei por entrega para não ter de me deslocar a um ponto.
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