Reclamações públicas

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Arbitrariedade da generali tranquilidade

Exmos. Senhores, Boa tarde Venho por este meio denunciar Generali tranquilidade por arbitrariedade Identifico ocorrência 0024478618 Sinistro 0026899443 Tivemos um sinistro no dia 21/8 Estávamos estacionados no Aldi supermercado da Nazaré , quando bateram em nosso carro que estava estacionado . Obviamente não tivemos culpa nenhuma do sinistro e mesmo assim a generali tranquilidade não assumiu a totalidade do prejuízo Alegando contradição , Pedimos várias vezes Reconstituição no local. Não levaram em consideração as 4 testemunhas que no carro . . Não levaram em consideração as fotos do sinistro . Apenas resolveram pagar 50% Meu contato 916573233 Email snsmontagens@hotmail.com Cumprimentos Noé Pires jasmim Cumprimentos.

Encerrada

Veículo em nome da Abanca já pago à muitos anos

Boa tarde, o meu companheiro já tem o veículo ligeiro pago à Deutsche banco, desde 2014, sendo que nunca conseguiu que passassem o carro para o nome dele, em 2019, com a alteração para a Abanca, ele insistiu para essa alteração se realizar, sendo que eles cobram para que essa alteração fosse feita. Recebemos um livrete novo, qual não é o nosso espanto quando nos apercebemos que o livrete em vez de vir no nome do meu companheiro, veio em nome da Abanca. Tentamos novo contacto pessoal com a Abanca, mas nada se resolveu, em 2021, mudamos de residência e não conseguimos mudar a morada do veículo, por estar ainda em nome da Abanca.... Voltamos a tentar que isso se resolvesse e até agora, nada feito.... Ontem tentamos emitir o documento para pagamento do IUC, quando nos apercebemos que não conseguimos porque foi emitido pela abanca, sendo que o prazo de pagamento é hoje, não sabemos como iremos resolver a situação.

Resolvida
F. F.
30/09/2025

Pack EDP Full

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a EDP pela associação não solicitada e não consentida do serviço “Pack EDP Full” após o cancelamento do contrato de fornecimento. Linha temporal dos factos (objetiva e verificável) Março de 2025 – O serviço “Pack EDP Full” foi associado sem o meu consentimento ao meu contrato. Não autorizei, não subscrevi e não fui devidamente informado/a das condições. Entre março e agosto de 2025 – Foram cobrados valores referentes a esse serviço, apesar de nunca o ter contratado. Agosto de 2025 – Cancelei o contrato de fornecimento de energia com a EDP e mudei de fornecedor. Após agosto de 2025 – A EDP manteve o “Pack EDP Full”, um serviço claramente incompatível com a cessação do contrato e sem qualquer base legal para subsistir. Isto configura prática abusiva: ativação indevida de serviço (sem consentimento explícito) depois de cessada a relação contratual. Além de contrariar princípios elementares de boa-fé, transparência e legalidade, viola direitos do consumidor e cria constrangimentos injustificados. Exijo, de imediato: . Cancelamento definitivo do “Pack EDP Full” e de qualquer associação ao meu NIF/conta-cliente. . Anulação de eventuais processos de cobrança ou contactos intimidatórios por terceiros. . Retificação de dados e bloqueio de novos tratamentos relacionados com este serviço, quando não indispensáveis por lei, ao abrigo da proteção de dados. Notas finais Não aceito quaisquer penalizações, taxas ou “fidelizações” relativas a um serviço não contratado e incompatível com contrato cancelado. Na ausência de resposta escrita e solução efetiva, escalarei a situação para as entidades competentes, bem como apresentarei participação por práticas comerciais desleais. Cumprimentos, Manuel Rosa de Freitas 153994371 933082987

Encerrada
F. S.
30/09/2025

Falta Pagamento do Apoio a Renda

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar o meu descontentamento para com o Ministro da Habitação. Desde que a medida Apoio a Renda foi instituída que recebo o pagamento automáticamente. No início deste ano retiraram-me dinheiro, sendo a minha taxa de Esforço Igual. E agora no mês de Setembro, o mesmo não foi processado. Recebi uma carta a dizer que tinha direito e se tivesse dados novos sobre o contrato de arrendamento para fazer alteração no portal. O meu contrato de arrendamento é o mesmo. Mas o senhorio subiu a renda duas vezes ( ano de 2023 e 2024).Mas pelo q vi, só faz sentido fazer alterações se fosse um novo contrato arrendamento. Se até Agosto de 2025 estava tudo bem, porque mudou ?! Penso que o Governo para dar o extra aos Idosos retirou da prestação das Rendas ( mas eu sou má língua). Tentei entrar em contato com a IHRU e Nada. Telefone indisponível, enviei vários emails e tb nada. Estou de mãos atadas este mês também. Estou desempregada, sou singular e não sei o que faça. O Governo tb não pagou até momento, 30 setembro de 2025 , aos membros de Mesa das Eleições Legislativas. Situação nunca antes registada. Estamos a menos de 1 semana de novas eleições e ainda ninguém recebeu. Será que vão abrir mesas d voto. Onde ele colocou tb este dinheiro?! Agradeço atenção. Aguardo resposta Cordialmente, F.S.

Encerrada
P. V.
30/09/2025

O aparelho não corresponde ao que anunciaram

Em 19 Agosto 2025 recebi o aparelho Instachill o qual me foi dito ao telefone que refrescava uma divisão da casa por inteiro e isso não corresponde á realidade. Apenas refresca em frente á pessoa. Paguei a pronto e não estou satisfeita. Nunca mais compro nada á galeria porque fazem publicidade enganosa.

Encerrada

Cobrança de valor indevido - reclamação datada de 01/04/2025, pendente de resposta

Exmos. Senhores, No passado dia 27/03/2025, cerca das 15h00m, procedi ao pedido de duas certidões prediais permanente online, em representação da empresa onde trabalho. Para o fazer acedi ao google, digitei “certidão predial permanente” e acedi à primeira opção apresentada, site https://www.certidaopermanente.pt/, link https://www.certidaopermanente.pt/?gad_source=1&gclid=CjwKCAjw5qC2BhB8EiwAvqa41teWxQOf2zRBtkATDx3tIkMcj1BS9GYB8lXVh4EpQxzvb3TCMYSevxoC8eoQAvD_BwE. Preenchi os dados solicitados e carreguei as duas certidões prediais permanentes caducadas, tendo, para cada um dos processos, sido gerada uma referência MB para proceder ao pagamento, no valor de 42,61€ cada. Estranhei o valor ser tão elevado face ao que tinha em memória (15€ - 16€, era o que me recordava), no entanto, face ao aumento dos preços que temos vindo a sentir, à urgência da documentação e a não ser algo habitualmente solicitado, avancei com o respetivo pagamento, introduzindo inclusivamente os dados da empresa para emissão das respetivas faturas. Recebi e-mails comprovativos dos pedidos originários de noreply@certidaopermanente.pt, sem qualquer indício de eventual anormalidade. No dia seguinte, recebi dois novos e-mails de noreply@certidaopermanente.pt, onde o estado de cada um dos pedidos era dado como “pago” e era identificado o código de acesso a cada uma das certidões. E até aqui tudo parecia absolutamente normal, com exceção do custo de cada um dos documentos, que me continuava a causar alguma estranheza. Ontem consegui validar os dois códigos de acesso às certidões entretanto recebidos e, como não obtive as faturas solicitadas aquando dos pedidos, questionei quer o facto de não as termos recebido, quer a diferença de preço que, também entretanto, confirmei existir entre o valor pago e o valor mencionado no site do IRN para este serviço, acreditando que havia algum erro no processo e que tudo se iria resolver (cada certidão custa 15€ e não 42,61€). Hoje recebi dois novos e-mails de noreply@certidaopermanente.pt, onde indicavam que a Conservatória ainda não havia procedido à realização da correspondência entre os códigos de acesso e as certidões e, no sentido de acelerarem o pedido, solicitavam cópia da certidões permanentes prediais caducadas ou das cadernetas prediais via email para geral@certidaopermanente.pt, com referência aos números dos pedidos. Respondi de imediato para geral@certidaopermanente.pt dizendo que já tínhamos acedido a ambas as certidões e validado os códigos, mas o que pretendia eram as faturas inerentes aos pagamentos e esclarecimento do motivo pelo qual havia divergência entre os valores. Para minha desagradável surpresa, recebi email de resposta de geral@certidaopermanente.pt, subscrito por uma colaboradora (Assistente de Produção), com uma das faturas referente a um dos pedidos, referindo que “O valor cobrado é da nossa empresa, nós somos uma empresa privada e não o estado.”. A fatura que anexou foi emitida pela empresa Certigera - Certificação Energética, Unipessoal, Lda, com morada na Rua Abel Salazar Loja 38ª, 1600-819 Lisboa, email geral@certigera.pt e NIF 518155242, onde a referida empresa nos faturava 34,64€ + IVA = 42,61€ por cada certidão (que recordo tem um custo efetivo e já verificado, de 15€). Incrédula com a situação, solicitei de imediato a outra fatura, referente ao segundo pedido e perguntei de onde tinham surgido, dado que os nossos pedidos haviam sido feitos no IRN. Enviaram a segunda fatura, nos mesmos moldes da anterior. e responderam negativamente com “O pedido foi efetuado no nosso site.” Solicitei devolução do valor pago a mais dado que me considerava “enganada” pelo serviço que argumentavam ter prestado, pois nunca o havia solicitado à Certigera, não conhecia a empresa em causa, nem lhes havia delegado qualquer serviço. Além disso, o “suposto serviço” que argumentavam ter prestado era igual ao do IRN, em termos de prazo e finalidade, não tendo retirado eu (consumidora) nada mais do que o dissabor de me considerar enganada e pago uma exorbitância por nada mais além do serviço habitual do IRN. Solicitei a devolução do valor excedente a 15€ para cada certidão, ao que a já referida colaboradora (Assistente de Produção) respondeu que “Após o serviço ter sido prestado, já não nos é permitido efetuar devoluções.” Face a tudo o exposto, venho por este meio apresentar a minha queixa contra esta empresa Certigera, que se imiscui no meio de processos administrativos online, levando os consumidores a acreditar que estão no site de organismos públicos e depois, apenas quando recebem a fatura, se apercebem que se tratam de empresas privadas que cobram um valor significativamente inflacionado face ao custo real da certidão em causa. Verifiquei também que existem diversas queixas contra a Certigera e, mesmo assim, continuam no mercado, lesando os consumidores. Quando insisti na devolução do dinheiro, a Certigera deixou de responder aos e-mails e não atende o telefone que indicam nas faturas (+351) 963 326 380). O que devemos nós, consumidores (neste caso em representação da empresa onde trabalho), fazer? Quem nos vai ressarcir do dinheiro pago a mais? Poderei facultar toda a documentação inerente a este processo, caso necessário: não estou a conseguir anexar ficheiros Estou desde 01/04/2025 a aguardar uma resposta. Cumprimentos.

Encerrada
M. S.
30/09/2025
MEO

Emigração (Justa Causa não informada)

Exmos. Senhores, Esta minha reclamação é por cobrança indevida no âmbito do meu contrato de serviços (cuja fidelização terminava a 15 de Setembro de 2025), após rescisão pelo que deveria ter sido por motivos de emigração. Histórico da Comunicação e Prova: Contactei a MEO em Junho / Julho de 2025, a informar que iria mudar de país permanentemente e vender a minha residência. Esta chamada foi feita com antecedência e está gravada nos sistemas da operadora. A MEO, ao receber esta informação (que é um motivo válido para rescisão), deveria ter-me informado de que eu podia cancelar o contrato de imediato e sem custos (apesar de a fidelização terminar a 15 de setembro de 2025) resultando em prejuízo para mim. A operadora optou por não me informar desse direito, levando-me a crer que teria de pagar até 15 de setembro. Em vez disso optou por desbobinar ofertas comerciais. Achou mais pertinente do que informar o seu cliente. Tentativas Fracassadas de Resolução Formulário Online: Submeti hoje uma reclamação detalhada via formulário MEO: resposta genérica. Também hoje tentei resolver através do apoio ao cliente por durante cerca de 50 minutos. A situação não foi resolvida. Exijo obviamente o reembolso integral das mensalidades cobradas desde a data da minha primeira comunicação até o fim da fidelização, a 15 de setembro de 2025. Tenho contrato de compra e venda como prova que vendi a casa e prova de contrato de renda em meu nome na Bélgica. Cumprimentos.

Encerrada
M. S.
30/09/2025

Eliminação de luvas plásticas higienizadas para recolha de pão e bolos para

Exmos Senhores, Venho fazer reclamação de uma regra imposta pelas chefias Pingo Doce há poucos meses atrás, através da qual foi retirado o acesso a luvas plásticas higienizadas para recolha de pão e bolos dos gavetões self service na secção de padaria das lojas Pingo Doce, que não possuem balcão para o efeito. Pedi por várias vezes, bem como outros clientes q estavam por perto e a resposta foi sempre que têm ordens expressas das chefias para as ter retirado e não as fornecerem mais. Acrescentaram q têm os garfos metálicos e que os clientes tirem o pão com isso. ( Tarefa difícil para pães grandes e pesados, por isso é feito com a mão) Hj, mais do que nunca, é imperioso haverem regras exigentes de higiene no que toca a bens alimentares, neste caso que estão tão suscetíveis de serem tocados com as mãos e até, como vi por várias vezes, tirarem e porém de novo para depois escolherem outro pão. Inadmissível. Sou cliente de outros espaços comerciais, Continente, Aldi, Lidl, Auchan e todos oferecem luvas para tirar o pão. Peço e agradeço que dêem a devida atenção a este assunto que considero importante para a saúde e bem de todos e que seja revertida esta situação. Fico a aguardar o vosso feedback e agradeço a disponibilidade e bom serviço que prestam aos associados Melhores cumprimentos Gabriela Santos

Encerrada
B. J.
30/09/2025

Reclamação contra stand automóvel – Defeito oculto e incumprimento legal

Venho por este meio solicitar o apoio da DECO na mediação de um conflito com o stand f2 Car, relativamente à compra da viatura mini cooper S, matricula AX-98-RI , adquirida a 28 de agosto de 2023, com 190.000 km. A viatura sofreu a rutura da correia de distribuição ao fim de apenas 22.000 km, ficando totalmente inutilizável, apesar da garantia de 1 ano. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações, mas a empresa não respondeu dentro do prazo legal de 15 dias úteis. A falta de resposta agrava a posição do stand, configurando incumprimento legal. Solicito o apoio da DECO para que: • Seja exigida a reparação ou substituição da viatura, ou a resolução do contrato; • Seja garantido o cumprimento das obrigações legais do vendedor. Junto cópia da reclamação efetuada e do contrato de compra. Atenciosamente, Ruben Almeida

Encerrada
F. Z.
30/09/2025

Cortes constantes de energia em Castanheira do Ribatejo

Exmos. Senhores, Escrevo-vos em desespero de causa para expor uma situação que se arrasta há mais de 20 anos na minha localidade, Castanheira do Ribatejo (Vila Franca de Xira), e que se tem agravado gravemente nos últimos anos. Estamos a viver com cortes de energia constantes, muitas vezes superiores a 12 horas e que ocorrem dezenas de vezes por ano. Além da frequência absurda, a energia volta e falha repetidamente, criando picos elétricos perigosos que colocam em risco todos os equipamentos domésticos e industriais. As consequências desta situação são devastadoras: Perigo para a segurança pública: casas às escuras, ruas sem iluminação, semáforos desligados, idosos e crianças em risco. Impacto social e humano: famílias que não conseguem aquecer a casa, tomar banho, cozinhar ou sequer preservar alimentos (que, ao estragarem-se, não são compensados por ninguém). Danos económicos: comerciantes locais veem os seus negócios paralisados, com quedas brutais de vendas e prejuízos irreparáveis. Risco de avarias permanentes: todos os aparelhos eletrónicos (desde frigoríficos até computadores de trabalho) estão constantemente expostos a picos de tensão. O mais alarmante é que estas falhas não acontecem apenas em condições extremas: basta chuva fraca ou ventos ligeiros mesmo em dias de sol para que a rede colapse e a população fique privada de eletricidade. Exemplo prático disso ocorreu no dia 27 de setembro, pelas 16h, após uma chuva fraca: registou-se nova falha de energia que se manteve de forma intermitente durante quase uma hora, colocando em risco a segurança dos residentes e a integridade dos equipamentos. Apesar das inúmeras denúncias, o sistema da E-Redes registou de forma incorreta a situação como concluída às 4h da manhã de 28 de setembro. Na realidade, continuávamos sem luz, incluindo na iluminação pública e nos semáforos, o que obrigou a um novo reporte pelas 8h. A energia regressou apenas às 9h, voltou a falhar às 11h e só ficou estabilizada por volta das 13h. Foram quase 24 horas sem eletricidade. Este episódio evidencia falhas graves de comunicação e subestimação do problema, cuja resolução só avançou pela insistência dos residentes. Este problema, segundo informações de técnicos locais, deve-se a infraestruturas antigas e mal instaladas, incapazes de suportar o crescimento populacional e industrial da zona. Apesar das múltiplas reclamações à E-REDES e da utilização do Livro de Reclamações eletrónico, a situação permanece sem qualquer resolução estrutural. A população já apresentou queixas formais e informais no passado, sem qualquer efeito prático. Desta vez, em apenas 2 dias, foi criada uma petição pública já assinada por 320 pessoas, que exige a resolução imediata deste problema. (https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT127376) Sinto que estamos a ser tratados como cidadãos de segunda, obrigados a pagar contas de energia a preço cheio, mas sem acesso a um serviço que cumpra os mínimos legais e humanos. Assim, solicito à DECO: O vosso apoio jurídico e institucional para exigir que a E-REDES e as entidades reguladoras atuem com urgência. Orientação sobre os direitos dos consumidores a compensações e indemnizações pelos danos sofridos. A vossa intervenção para dar visibilidade pública a esta situação que já não é apenas técnica, mas de dignidade humana e segurança social. Esta não é apenas a minha voz, mas a de centenas de famílias e comerciantes que vivem no mesmo abandono. Agradeço desde já a vossa atenção e ajuda.

Encerrada

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