Reclamações públicas

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M. C.
13/06/2016

Problema com falta de água

Há 4 anos que resido em Monte Carvalho na freguesia da Ribeira de Nisa em Portalegre, junto à piscina de Monte Carvalho (apelidada de Fluvial) e à Ribeira de São Bartolomeu (que desagua na Ribeira de Nisa). Desde então que, a partir de Maio/Junho quando abre a piscina até que fecha (Setembro) que temos problemas com a pressão da água. Fiz reclamações por escrito e por telefone, inclusive através do serviço de reclamação online da Entidade Reguladora das Águas e Resíduos, que teve como consequência uma resposta vaga por parte da Smat. Uma máquina de lavar loiça avariou a bomba de água e o técnico acha que foi por falta de pressão. Fomos obrigados a comprar uma nova. Todos os dias durante estes meses se torna complicado gerir o tempo dos banhos (com uma criança de 3 anos), de lavar a loiça ou lavar a roupa.Este ano novamente se verifica o mesmo problema. A partir das 20h a pressão fica instável. Às 23h geralmente acaba a água e essa situação dura uma hora e meia, por vezes mais.Todas as noites temos telefonado para o piquete a reclamar. Entretanto, foi-nos dito que a causa seria uma electroválvula que está programada para essa hora e que liga a água de rega da relva da Piscina. Por um lado, é incompreensível que uma piscina dita fluvial use a água da rede pública para encher o vaso assim como para regar a relva e por outro, que os residentes (seis vizinhos) que pagam um serviço e têm os seus direitos, fiquem privados do mesmo, sem qualquer justificação ou compensação. Para não mencionar a falta de sustentabilidade. Hoje, dia de semana, às 7h da manhã deixou de correr água. À hora a que escrevo, 9h35 ainda não voltou. O piquete foi contactado sem nos ser dada nenhuma justificação.

Encerrada
A. C.
02/06/2016

Avaria no veículo aquirido

Eu, Ângelo Emanuel Pinto Cunha, venho por este meio apresentar a minha reclamação referente ao veículo Seat Ibiza, matrícula 08-LP-97, comprado na Filinto Mota (Guimarães) em Janeiro de 2015(usado).Em maio de 2015, entreguei o meu carro nas instalações em Guimarães, para verificação de anomalia: luz do filtro de partículas e do motor ligadas. Apesar de ter pedido, não tive acesso ao relatório da intervenção que foi feita, pois o Sr. Sérgio Carvalho(responsável automóveis usados) não autorizou a sua cedência!O que me transmitiram é que colocaram um filtro de partículas novo,não percebo o porquê da não cedência.Estão a esconder alguma coisa???Essa reparação não tem 2 anos de garantia de acordo com a lei?Em Fevereiro/16, a mesma anomalia apareceu. Contactei o Sr. Luís Fernandes (pessoa responsável pela venda do carro), que agendou uma reunião com o seu superior, Sr. Sérgio Carvalho. Este aceitou que o carro fosse entregue na Filinto Mota, para análise, apesar de, segundo ele, não estar abrangido pela garantia. Ficou acordado não ser feita qualquer intervenção com custos para mim, sem me contactarem primeiro.O carro foi entregue na Filinto Mota em Guimarães no dia 16/02/16. Foi verificado na Bosch em Braga (que pertence à Filinto Mota), que por sua vez o levou à SDA em Braga. Aí teve uma intervenção, com o aval da Filinto Mota. Estes passos foram sempre transmitidos pelo Sr. Luís Fernandes, que inclusive disse que pensava não haver custos, uma vez que não me tinham pedido autorização para fazer nada.No entanto, para poder levantar o meu carro no dia 26/02/16, tive que pagar 100€, sob pena de não o trazer se não o fizesse. O sr. Luís Fernandes, por ordem do Sr. Sérgio Carvalho, disse que a Filinto Mota pagava metade da fatura, mas o cliente tinha que pagar a outra metade. Apesar de não concordar, porque o carro tinha tido uma intervenção no ano anterior pela mesma anomalia e como reapareceu é sinal que não foi resolvida como deveria, a vontade de ter o assunto encerrado e o carro nas mãos fez com que cedesse e pagasse o valor.No dia 29/02/16 voltou a acender a luz do filtro de partículas. Contactei novamente o Sr. Luís Fernandes, que deu indicações para levar o carro à Filinto Mota. No dia 01/03/16 foi lá entregue. O carro voltou a ser levado para a SDA em Braga. No dia 11/03/16, fui buscá-lo à Filinto Mota. Passado 6 semanas a luz do filtro de partículas acendeu. Tentei fazer a regeneração na estrada, tal como me foi dito, mas como sempre não resultou. Poucos dias depois, a luz do motor também acendeu.Contactei o Sr. Luís Fernandes, que após falar com o seu superior, me disse para pegar na fatura da reparação e me dirigir à SDA em Braga, porque não poderiam fazer mais nada. Ora a fatura foi emitida à Filinto Mota, não a mim No entanto estão a esquecer que também temos uma fatura emitida pela Bosch nº 2.016/ 21.036.930 de 21/03/2016 se nos mandam ir a SDA por causa da garantia esta não terá??? A Filinto Mota não pode “lavar as mãos” deste assunto. É um problema que existe desde o ano de compra do carro e vocês são responsáveis pela forma de como ele me foi vendido. Não é um problema de desgaste, caso fosse já estaria resolvido…por isso, deve ser um problema muito mais grave,Quando a SDA não consegue resolver o problema imaginem a gravidade da situação... mas que tem que ser solucionado por vocês. O Sr. Sérgio Carvalho disse-me que esta venda já lhe estava a dar mais prejuízo que lucro. Imaginem para quem o comprou? Sinto-me roubado….Fiquei sem carro de todas as vezes que o entreguei à Filinto Mota, nem a decência de me emprestarem um carro tiveram. Em 2015 disseram que a garantia não cobria, em 2016 disseram que já não estava dentro de garantia…nem houve coerência na resposta!Se for possível gostaria que me facultassem todos os dados relativos com o contrato de compra e venda!Já apresentei queixa no vosso livro de reclamações( nº 22247352) no dia 16/05/2016, e o carro continua na mesma situação!

Encerrada
M. P.
30/05/2016

Devolução de dinheiro

Comprei uma aliança no dia 26/05/2016 na loja Joia Pura no Centro Comercial Forum Sintra no valor de 70,95 euros. A mesma apresentava um defeito mais precisamente lustro que não saiu mesmo após ser limpa só com um pano. No dia 29/05/2016, fui à loja Joia Pura no Forum Sintra para devolver o produto devido ao defeito supra mencionado mas não me ofereceram devolução do dinheiro como está previsto na Lei de Defesa do Consumidor – Lei n.º 24/96 de 31 de Julho, alterada pelo Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de Abril. Na altura optei por encomendar outra aliança. Encomenda feita no dia 29/05/2016. Ora acontece que no dia 30/05/2016, hoje, tive a notícia que alguém me ia oferecer as alianças. Por isso dirigi-me à loja Joia Pura no Forum Sintra para tentar anular a encomenda. Por sorte, a encomenda foi anulada atempadamente. A aliança encomendada não foi concebida por isso a encomendar foi anulado com sucesso. Acontece que a loja agora recusa em devolver-me o dinheiro quando o motivo original da minha ida à loja era por ter comprado um produto não conforme. Passaram-me uma nota de crédito NCR 06C/2483 mas o que eu quero é uma devolução do dinheiro porque a aliança que comprei não estava conforme, conforme A Lei de Defesa do Consumidor – Lei n.º 24/96 de 31 de Julho, alterada pelo Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de Abril.Agradeço que me devolvam o valor de 70,95 euros pagos por uma produto que não estava conforme, conforme A Lei de Defesa do Consumidor – Lei n.º 24/96 de 31 de Julho, alterada pelo Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de Abril.

Encerrada

Exigência de prestação de caução para entrega de viatura de substituição

Sou tomador do Seguro automóvel apólice nº 753305806 e proprietária dos dois veículos automóveis ligeiros de passageiros nela seguros. No passado dia 20 de Maio de 2016 (sexta-feira), pelas 16:00 horas (+-) a viatura de matrícula 94-RA-98, marca Renault e modelo Grand Scénic 1.6 DCI sofreu uma avaria, tendo ficado, em consequência, imobilizada e sem possibilidade de continuar a marcha (não houve qualquer acidente). A referida viatura estava emprestada ao meu filho que tinha ido buscar à escola os seus dois filhos. Tendo sido contactada pelo meu filho a propósito da situação em que se encontrava, por indicação minha, ele telefonou para o número de telefone de apoio e pediu um reboque para remover o veículo para uma oficina Renault e solicitou que lhe fosse disponibilizada uma viatura de substituição. Refiro que não accionei o plano auto-estima pois a viatura encontra-se no período de garantia de um ano que foi dado pelo Stand que o vendeu e que, de acordo com instruções do referido stand a viatura teria que ser deslocada para o concessionário Renault que me foi indicado ou, se eu a mandasse para outra oficina perderia a garantia, ou ela não funcionaria. O reboque foi fornecido e a viatura transportada para o local que lhe foi indicado e foi dito ao meu filho para se deslocar à Av. António Augusto Aguiar à EuropeCar (salvo erro) para aí levantar a viatura de substituição. Quando lá chegou de táxi, foi-lhe dito que antes da meia-noite não teriam possibilidade de lhe fornecer qualquer viatura e que, mesmo assim ele teria que proceder ao depósito de uma caução de 70€ para garantir o pagamento do combustível existente no depósito da viatura essa caução poderia ser prestada ou com recurso a um cartão de crédito ou ao depósito da verba exigida que seria, eventualmente, devolvida quando a viatura fosse entregue. Face ao insólito da situação que nunca antes aconteceu, contactei a mediadora do Seguro pedindo a sua intervenção pois o plano que contratei com a Fidelidade garante-me a assistência em viagem sem franquia e viatura de substituição também sem franquia, mais, inclui todas as protecções e todos os riscos possíveis. Acrescento que nunca em toda a minha vida como proprietária de viaturas (já há mais de 40 anos ) me foi exigida qualquer verba ou qualquer caução sempre que tive que recorrer ao veículo de substituição. Acresce que não tenho cartão de crédito, nem tal me pode ser exigido, e não tenho - nem eu nem o meu filho - disponibilidade financeira - para entregar 70 Euros (ou qualquer outra verba) durante, não sei quanto tempo, pois tal dependerá do tempo que demorar a reparação da viatura, sendo, no máximo 30 dias, conforme contrato com Fidelidade. A mediadora, segundo me relatou, tentou por todos os meios contornar a situação mas foi-lhe sempre dito que se trata de uma exigência da empresa de Rent-a-Car a que a Fidelidade é alheia e nada pode fazer relativamente a tal exigência. Decidi então eu telefonar para a Fidelidade, o que fiz pelas 20:00 do mesmo dia 20 de Maio (sexta-feira), tendo ligado para o nº 214405008 de onde me atendeu a Srª D. Inês Rangel a quem expliquei o sucedido e esclareci que estava fora de causa o depósito fosse de que quantia fosse para me ser entregue o veículo de substituição pois o mesmo consta das coberturas contratadas, não obriga a qualquer franquia e nada existe nas condições particulares que faça depender a entrega da viatura de qualquer relação comercial minha (mediante pagamento, depósito ou prestação de caução ) com qualquer empresa de Rent-a-Car contratada pela Fidelidade para lhe prestar o serviço que me foi, por esta, vendido. A referida senhora foi extremamente cortês e pediu-me para desligar pois iria ser contactada, no prazo máximo de duas horas, pelo serviço encarregue da atribuição de viaturas. Fui efectivamente contactada pelo Sr. Carlos Barradas da Fidelidade Assistance, que primeiro me foi dizendo que a Assistência em Viagem estava sujeita a uma franquia de 250€, o que de imediato refutei, lamentando que estando eu perfeitamente identificada e podendo o referido senhor consultar as condições do meu seguro, estivesse a tentar confundir-me com jogos inúteis de palavras pois, bastaria ler para ver que não tenho qualquer franquia. Relativamente à viatura de substituição explicou-me que a Fidelidade não dispõe de frota e por isso tem que recorrer aos serviços das empresas de Rent-a-car, limitando-se a sua intervenção a pagar a reserva da viatura mas não se responsabilizando pelas exigências que são feitas pelas referidas empresas, nem podendo interferir nelas. Expliquei ao Senhor Carlos Barradas que o meu contrato foi firmado com a Fidelidade e não com qualquer empresa de Rent-a-car e que não tenho absolutamente nada a ver com os contratos de prestação de serviços subscritos pela Fidelidade seja com quem for. Mais, referi que se as referidas empresas estão a exigir aos clientes da Fidelidade a prestação de cauções tal se deve ao facto de a Fidelidade não ter salvaguardado a posição dos seus clientes, permitindo as exigências que estão a ser feitas aos seus clientes. Face à minha recusa de depositar dinheiro para receber o carro foi-me dito que então não podia receber o veículo de substituição, o que efectivamente aconteceu, estando neste momento sem carro. Ou seja, contratei com a Fidelidade coberturas que estou a pagar e que me não são prestadas, sendo, neste caso, em meu entender, o referido contrato, pelo menos, no que à viatura de substituição se refere, nulo e de nenhum efeito.Porque a disponibilidade de um veículo é vital tive que pedir a um amigo o empréstimo de uma viatura , o que me obrigou a deslocar-me à Arruda dos Vinhos, depois de voltas para recolher o meu filho com prejuízo da minha vida particular e a gastar dinheiro em portagens e combustível, para além dos táxis que o meu filho teve que utilizar e de que, por desconhecimento, não guardou os recibos.

Encerrada
A. C.
23/05/2016

Serviço de Gartroenterologia

Tinha marcada uma endoscopia alta com biopsia para dia 11 de abril de 2016. Dois dias antes do exame fui contatada pela secretaria informando-me que o exame tinha sido adiado para outra data breve. Como nunca mais recebia um telefonema ou carta com a nova marcação e tinha consulta agendada para 2 de junho, telefonei várias vezes para a secretaria do referido serviço e sempre a mesma resposta, está para breve a marcação. Novo telefonema na semana passada com ameaça de reclamação por escrito, e assim foi remarcado o exame para hoje. Relembrei a secretaria que teria que haver coordenação com o Instituto Ricardo Jorge por duas vezes e obtive como respostajá está tudo tratado, não de preocupe.Hoje desloquei-me ao Hospital e quando fui chamada para realizar o exame disseram-me que o mesmo não poderia ser feito porque nada estava acordado com o Instituto Ricardo Jorge e que ainda não tinham o termo de responsabilidade. Este foi o resultado: desloquei-me ao Hospital perdendo 1 dia de trabalho, assim como o meu marido, percorri 40 Km para nada devido à incompetência do pessoal da secretaria que não fez o que lhe competia, perdi também a consulta de Gastroenterologia (nova vaga dentro de vários meses) com consequências imprevisíveis porque os resultados do exame demoram 2 a 3 semanas. Pedi o livro de reclamações disseram-me que teria que me deslocar às urgências, porque é que o livro não está disponível no edifício onde se faz a marcação das consultas? Que serviço de saúde oferece este Hospital?

Encerrada

Painel solar térmico furou após deficiente manutenção do fornecedor

Venho por este meio apresentar queixa contra a empresa Digal, S.A. (www.digal.pt), empresa que me vendeu o painel solar térmico SolaHart 181kj no âmbito do programa de governo, em 29-09-2009.Comprei um painel solar para aquecimento da água, no âmbito do programa do Governo que dava garantia de 6 anos e que tinha 6 anos de manutenção incluída, 1 vez por ano.No passado mês de abril apercebi-me que o depósito de água estava furado e a verter água. Só me apercebi em Abril porque foi quando começou a vir o sol e só aí me apercebi que estava a cair água do telhado.Fui inspecionar o painel e verifiquei que tinha no depósito ferrugem com aspecto de já ter pelo menos meses.Contatei um técnico que fosse averiguar e também ele me indicou que pelo menos, dentro do período da garantia, já se deveriam ter apercebido que algo não estava bem.Contatei a Digal S.A., responsável pela garantia e pela gestão das manutenções acerca de qual a posição dela relativamente a este assunto, tendo em conta que das 6 manutenções contratualmente obrigada a fazer, fez apenas 4. Indicou-me que nada iria fazer, que o produto já não tinha garantia (expirou em 29-09-2015).Uma vez que não cumpriram o contrato (o contrato indica inclusivamente que se as manutenções não fossem feitas eu poderia perder a garantia, sendo que nunca me opus a fazerem a manutenção e cheguei a ser eu a lembrar que a deveriam vir fazer), entendo que tenho direito a ter o painel reparado.Envio-vos esta reclamação no sentido de intercederem junto da empresa indicada, usando dos vossos poderes alertando essa empresa uma vez que não cumpriram o contrato.

Encerrada

Resposta tardia às solicitações

Venho por este meio mostrar a insatisfação e apurar os responsáveis pelos seguintes acontecimentos que aconteceram no Serviço Educativo do Museu Municipal Santos Rocha da Figueira da Foz, sendo a responsável por este serviço a Dr.ª Virgínia Espadinha e a Dr.ª Margarida Perrolas. Entre dezembro de 2015 e março de 2016 desenvolvi alguns trabalhos para o Serviço Educativo do Museu Municipal da Figueira da Foz, mais propriamente na lecionação de um curso de introdução à língua chinesa, e nessa altura deparei-me com estas situações: 1.Resposta tardia de autorização para o desenvolvimento de atividades no Museu da Figueira da Foz, a exemplo, enviei a proposta de um curso de introdução à língua chinesa para começar no dia 21 de outubro de 2015, no dia 27 de agosto de 2015 tive cerca de 3 meses à espera para que pudesse ser autorização e entretanto, não sei o que se passou durante esses 3 meses, pois o feedback da instituição era o mesmo e quase nenhum e, claro 3 meses sem trabalhar e como todos os cidadãos, tenho contas a pagar, embora esteja em casa da minha mãe, não pago a totalidade das despesas, mas com a reforma da minha mãe e o dinheiro que ganho por pontuais trabalhos não chega, às vezes não há muita comida na mesa e a minha mãe é diabeta e precisa de ter uma alimentação variada... 2.Outra situação foi o envio da proposta de um workshop de língua chinesa a ser realizados nos dias 4 e 11 de junho, enviada no dia 30 de março e informação foi enviada para o vereador da cultura no dia 28 de abril, entretanto, não sei o que se passou, pois só um mês depois é que a Dr.ª Virginia Espadinha elaboram a informação para que seja autorizado... Por fim, estava a espera da indicação para a continuação do curso de chinês, informação essa que pedi no dia 14 de março para ver se tinha autorização ou não da instituição. Porém, quando enviei um pedido de esclarecimentos para a Câmara Municipal (no dia 27 de abril) e para a Dr.ª Margarida Perrolas (no dia 5 de maio) é que me disseram que afinal não podia realizar estas atividades pois nos meses de maio e junho havia outras atividades e algum do pessoal ia para férias não tendo niguém para assegurar o fecho do museu às horas em que se realizaria essas atividades, tendo a Dr.ª Virginia Espadinha me dito por telefone, antes de saber das reclamações, que poderia realizá-las pois não havia qualquer problema, só estava à epera do despacho superior e inclusive já tinha dado ordens para fazer o cartaz de divulgação do workshop, pois quando chega-se a autorização, a atividade era logo divulgada. Sinto que é má vontade deles, parece que não se pode chamar ninguém às suas responsabilidades...Além disso, estas situações trouxeram-me também um grande transtorno a nível familiar. A minha mãe ao saber desta situação e ver que estava em casa sem trabalho, tive mais uma crise de depressão ( a minha mãe sofre depressão e anda a ser acompanhada no hospital da Figueira da Foz e toma medicação) e no dia 10 de maio, tive ir com ela de urgência ao hospital, pois esta situação trouxe-lhe sofrimento e, honestamente, nunca a vi tão aflita...Claro que reportei este facto à Dr.ª Virgínia Espadinha, mas mostrou-se insensivel por este facto.2.A falta de condições para a realização de formações na Sala do Serviço Educativo. Na minha opinião, esta sala carece que condições para a realização de formações quer do chinês, quer de outra natureza. O data show existente tem alguns problemas e por vezes não funciona, o que durante as minhas aulas trouxe alguns problemas, pois sem projeção das matérias é muito difícil para os alunos seguirem as aulas e, além disso, não há nenhum quadro onde pudesse escrever ( em tempos houve um quadro improvisado, mas era muito difícil escrever nele, ora o quadro caia, ora eu tinha que estar abaixado para escrever, porque este era muito baixo). Além disso, também não há computador, tive que trazer o meu de casa, o que me trouxe alguns dissabores, por exemplo, no dia 23 de março, no final da aula, quando retirei o meu computador do datashow , o ecrã do meu computador ficou preto e tive que o mandar arranjar (o arranjo foi de 85 euros) e esta situação trouxe-me alguns dias (talvez uma semana) sem puder trabalhar, pois pois o meu computador é a minha ferramenta para eu procurar trabalhos. Outro acontecimento relacionados com os equipamentos, foi o seguinte, no dia 30 de março, quando cheguei ao museu para dar a aula não havia datashow ( e este já estava reservado para a minha aula), nem papel para o quadro improvisado e não tinham ligado o aquecedor (pois aquela sala é muito fria...). Quando vi que a sala não tinha datashow dirigi-me à empregada que me disse que o datashow estava na câmara (eu não me importo que ele estivesse na câmara, porque à falta de equipamentos, mas gostaria que me comunicassem com antecedência que nessa aula não haveria datashow, para que pudesse organizar a aula de outra maneira.)Sobre estes acontecimentos, a Dr.ª Virginia Espadinha não prestou qualquer esclarecimentos e nem um pedido de desculpa (eu não quero eles me paguem o arranjo do computador, mas sim um pedido de desculpas e que dignifiquem o meu trabalho.)3.Por vezes é me difícil tirar e ligar o datashow ao computador e às vezes tenho que trazer as mesas de apoio de um lado para o outro , pois não tenho muita força (tenho uma deficiência num braço e numa perna e também sofro de doença de Ménière o que condiciona a minha mobilidade). A esta situação, também não me foi prestado esclarecimento. Parece que é o meu dever fazer estas coisas e sem força física...4.No dia 11 de fevereiro de 2016, realizei um workshop gratuito para este serviço e como foi gratuito, ofereceram-me o transporte, que agradeço muito, contudo era para me virem buscar nesse dia às 14:30, pois o workshop era às 15:00, mas só chegaram a minha casa por volta das 14:50. Assim só lá cheguei às 15:00 ou 15:05 e as pessoas já lá estavam à minha espera, o que na minha opinião isto não pode ser, pois dá uma má imagem do formador que chega atrasado e a culpa não é a minha.

Encerrada
A. C.
11/05/2016

Seguro de vida realizado a uma pessoa com doença oncológica

É de lamentar toda a situação associada a este crédito, mas ainda é mais grave permitirem e autorizarem a realização de um seguro de vida a clientes com doença oncológica em fase avançada. Todo o processo é muito complexo e tenho todos os documentos comprovativos da actuação de má fé de todas as entidades relativas a este crédito. Não compreendo como é que vendem seguros a pessoas que nunca poderiam usufruir deles. A vossa politica tem que mudar. Agora que o meu pai está morto é que pedem papeis comprovativos da sua boa saúde, pois esses papeis deviam ser pedidos no acto do contrato e não quando vos chega aí o pedido de utilização do crédito. Para mais em 2014 o meu pai já se encontrava isento por incapacidade a 60%. O meu pai na data do crédito estava sobre altas influências de quimioterapia, radioterapia e morfina, foi levado a fazer algo, manipulado por terceiros e infelizmente eu só soube da situação após a sua morte, pois nem sequer sabia da existência do crédito nem do dito veículo. Agora deviam pedir responsabilidades aos vossos associados e vocês próprios, pois se o stand soube fazer tão bem crédito e seguro agora também devia saber fazer o pagamento do restante crédito. E não venham dizer me que é impossivel saber se uma pessoa está ou não doente, pois neste caso o meu pai pouco ou nada falava, pois tinha sido operado ao cancro na laringe o que lhe impossibilitava a fala e era muito complicado expressar-se verbalmente, e mais a sua aparência fisica era a de um homem de 1m89 que pesava uns miseráveis 50kilos. Era mais do que visivel. A forma como estão a descartar a situação é no minimo vergonhosa.

Encerrada
A. C.
06/05/2016

Aproveitamento financeiro face à avaliação bancária do imóvel na Av. do Brasil nº 145

A minha queixa e a do meu marido recaí sobre a entidade Remax Latina, situada na Avenida Casal Ribeiro nº 12B. A situação é a seguinte: Foi feita uma proposta a um imóvel que a Remax Latina estava a comercializar na Avenida do Brasil, nº 145 de 270 000€. A proposta foi aceite sem reserva, com o acordo entre ambas as partes que, caso aparecesse propostas superiores, era-nos dado a prioridade de contrapropor ou de desistir da proposta. Da nossa parte, iniciou-se o processo junto ao banco para realizar o pedido de avaliação do imóvel. No dia 17 de Março somos contactados pelo banco para dar o contacto dos agentes imobilarios envolvidos para realizar a avaliação. Nesse mesmo dia, a Sra Carla Esteves (consultora imobiliária, representante da Remax Latina) envia um e-mail ao consultor imobiliário que nos estava a representar (Sr. Telmo Gomes, da Remax Radial) a mencionar que tinha recebido duas propostas superiores, sendo que o contrato de promessa compra e venda de uma delas iria realizar-se de imediato no dia 19 de Março. Posto este facto, decidimos não cobrir a proposta. Contudo, ficou o compromisso que caso as propostas não avançassem no decorrer desse fim de semana, a Srª Carla Esteves deveria contactar o Sr. Telmo Gomes a informar da situação, para que a nossa proposta pudesse permanecer. Como o mesmo não aconteceu, concluiu-se que a reserva do imóvel teria sido feita por outros clientes.Contudo, na segunda-feira, dia 21 de Março, a Srª Carla Esteves foi contactada pelo avaliador do banco Santander (relativamente ao nosso processo), para agendamento da Avaliação. A Srª Carla Esteves nunca comunicou ao seu colega Telmo Gomes, nem a nós enquanto clientes a informar do sucedido. Fomos informados da situação no dia 23 de Março de 2016, quando o Engenheiro responsável pela avalição liga ao Sr. Telmo Gomes por engano, chegando à conclusão que a avaliação do imóvel da Avenida do Brasil tinha sido feita.Após detectarmos a situação, a Srª Carla Esteves nada mais comunicou acerca do imóvel, aproveitando-se da avaliação para aumentar o valor de venda do imóvel no site da Remax por mais 9 mil euros.Posto isto, agendamos uma reunião com a Remax Latina, com a presença do Sr. Ricardo Fonseca (responsável), os clientes (eu e o meu marido) e o Sr. Telmo Gomes. A Srª Carla Esteves não compareceu. Foi pedido à Remax Latina que nos reembolsasse do valor da avaliação do imóvel por considerarmos que houve um aproveitamento financeiro da mesma instutuição ao qual nos foi negado.Deste forma, queremos apresentar queixa sobre esta entidade a fim de apurar responsabilidades.

Encerrada
C. M.
04/05/2016

Problema com falsificação de assinatura em contrato

Fizeram um contrato com a vossa empresa em meu nome e com os meus dados nomeadamente uma falsificação da minha assinatura no contrato. Mal recebi uma carta com essa informação, dei conta de quem tinha feio esse contrato falso e fui à Policia fazer queixa crime contra esse individuo. Após ter sido feita essa queixa, dirigi-me também à vossa empresa e à empresa de advogados que vos representa a solicitar a rápida resolução deste problema. Visto que já tinha feito queixa na Policia e pelo que me foi dito (esperar pelo contato do Ministério Público), esperei pelo mesmo. Não estando minimamente contente com esta situação, apresentei também uma série de documentos que provam a minha inocência em relação ao contrato feito, mesmo assim a empresa de contencioso relacionada com a vossa empresa, contactou-me dizendo que as provas que apresentei não eram justificação e que o contrato foi dado como válido, sendo o seu não pagamento sujeito a penhora no meu ordenado. Não acho que deva ser a empresa de contencioso a fazer esse tipo de investigação, deixando então esse trabalho para quem de direito. Como tenho plena consciência que não fui eu que realizei esse contrato nem sendo essa morada a minha, e tendo já apresentado provas mais que suficientes em relação a nesse assunto, não me prontifiquei a fazer o pagamento dessa dívida visto que nem sequer tenho rendimentos suficientes para o fazer. Deste contrato resultou uma penhora do meu ordenado (agora só recebo o valor do ordenado mínimo nacional, ou seja, 530€). Visto que não fui eu que realizei este contrato e que já apresentei provas mais que suficientes para a resolução deste assunto, solicito, mais uma vez, que este assunto seja resolvido. Fiz de tudo para resolver este assunto, nomeadamente, apresentar queixa do individuo em questão na PSP, contactar o Tribunal, requisitar um advogado público, visto que não tenho rendimentos para pagar um advogado do meu bolso.

Encerrada

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