Reclamações públicas
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Rescisão de Contrato
Exmos senhores Pretendo rescindir o contrato aue tenho há 4 anos e 3 meses com a Securitas Direct, e que previa uma fidelização de 24 meses. Liguei para o serviço de apoio a clientes e fui informada que estou novamente fidelizada por mais um ano. A empresa invoca uma cláusula que fideliza automaticamente os clientes por 12 meses, podendo estes requerer a rescisão do contrato apenas nos 30 dias que antecedem a data de renovação, por escrito e em carta registada. Ora de acordo com a legislação europeia, esta situação configura a aplicação de uma cláusula potencialmente abusiva, uma vez que findo o período de fidelização obrigatória, o consumidor é condicionado a poder rescindir apenas numa janela temporal muito curta, ficando sujeito a ter de pagar 12 meses de um produto que não usufrui.
PAGAMENTO DE RETROATIVOS
Boa tarde, o apoio à renda foi-me cortado no início do ano de 2025, voltei novamente a receber no inicio de Setembro, mas o portal da habitação diz que estou legível desde Janeiro 2025, sendo que em Setembro só me foi pago o valor referente a 1 mensalidade e agora o Outubro novamente 1 mensalidade. Gostava de saber quando vão pagar os retroativos dos meses anteriores, uma vez que o IHRU não responde aos e-mails que envio e nem atendem os telefones e na conclusão do apuramento no portal da Habitação refere inicio de apagamento Janeiro 2025, mas eu ainda não recebi nenhuns retroativos. Na entrevista no dia de ontem 30/09 na SIC, informaram que os retroativos seriam pagos agora no mês de Outubro, isso é mentira! os pagamentos já foram todos processados pela Segurança Social e ninguém tem retroativos a receber este mês. Quando é que vão ser pagos os meus retroativos? Solicito a vossa ajuda na resolução do meu problema e de milhares de pessoas. Obrigada
Burla | entidade 50410
Exmos. Senhores, No dia 30-09-2025, entre as 14 e as 15 horas fui burlado tendo por origem mensagens do telemóvel, com usurpação de identidade (fazerem-se passar pela minha filha usando o nome dela e fotografia dela), +351 966 427 441, sendo usada para o efeito a entidade 50410 processada por Safecharge Limited (SAS APOSTAS SOCIAIS, SAFECHARGE LIMITED). O valor em causa é de 1549,00 euros; a referência gerada para o pagamento foi: 653 874 944. Essa referência foi identificada na PSP resultante da minha queixa crime. Solicito que a vossa empresa colabore de modo a fornecer informação que permita o rastreamento do valor e identificação dos autores da burla. Peço ainda o cancelamento desse pagamento com o devido estorno para a conta de origem. Solicito a vossa resposta escrita e meios de contacto telefónico ou e-mail. Cumprimentos. ____________________________________ Dear Sirs, On September 30, 2025, between 2:00 PM and 3:00 PM, I was scammed using mobile phone messages, impersonating my daughter using her name and photo. The number +351 966 427 441 was used for this purpose. The entity 50410, processed by Safecharge Limited (SAS APOSTAS SOCIAIS, SAFECHARGE LIMITED), was used for this purpose. The amount in question is €1,549.00; the reference number generated for the payment was: 653 874 944. This reference number was identified by the PSP (Public Security Police) following my criminal complaint. I request that your company cooperate by providing information that will allow the amount to be traced and the perpetrators of the scam identified. I also request that this payment be canceled with a corresponding refund to the original account. I request your response in writing and provide contact information by phone or email. Compliments.
Consultas confirmadas não registadas
oa tarde Marquei duas consultas há vários meses para a Dra. Patricia Pintoi Teixeira: consulta para hoje consulta para 15/12 11h40 Percebi hoje quando contactei o my cuf e serviços que as consultas não estavam registadas e que não existem no sistema. Os problemas com marcações de consultas nesta unidade são frequentes e nem marcações telefonica nem via my cuf se mostram fiáveis. Neste momento não tenho consulta marcada para Dezembro e a proxima vaga é para Março, ficou feito pedido para consulta "urgente" este ano e foi-me dito que devo esperar 15 dias a 3 semanas por uma resposta. Situação inadmissível que se não for resolvida nos proximos dias deixarei de ser cliente desta unidade hospitalar
SERVIÇO DEPLORÁVEL
Venho por este meio expor e registar a minha mais profunda indignação com o serviço absolutamente incompetente e negligente prestado pela DHL, que culminou na necessidade de eu próprio ter de me deslocar ao armazém para recolher uma encomenda urgente, após uma sucessão de falhas, mentiras e desinformação. A encomenda em questão, um berço para o meu filho, tinha como data máxima de entrega o dia 21 de setembro de 2025. Hoje, dia 1 de outubro, e após um calvário de telefonemas e informações contraditórias, a única solução foi cancelar a entrega (que a DHL se mostrou incapaz de fazer) e organizar a recolha pelos meus próprios meios. A data limite de entrega (21/09) foi largamente ultrapassada. Na sexta-feira, dia 26/09, o site de rastreamento da DHL indicava que a encomenda estava num ponto de recolha. Desloquei-me ao local para ser informado que não havia nada para mim e que "isto acontece com frequência com a DHL". Perdi tempo e recursos com base em informação falsa. Após regressar a casa, passei mais de uma hora em espera numa chamada para o apoio ao cliente. Quando finalmente fui atendido, a operadora informou-me que a encomenda estava, afinal, parada no armazém de Coimbra desde o dia 19 de setembro. Onze dias retida sem qualquer justificação ou contacto! Como suposta solução, foi-me agendada uma "entrega prioritária" para o dia 30 de setembro. Como era de esperar, a DHL falhou redondamente o compromisso. Ninguém apareceu, ninguém ligou. Mais um dia perdido à espera de um serviço que nunca se concretizou. O ponto de rutura deu-se hoje, 1 de outubro. Perante a total ausência de contacto, liguei para a linha de apoio a empresas (DHL Parcel), num ato de desespero. A resposta que obtive foi surreal: a minha encomenda "sequer consta no sistema" deles. É inadmissível que uma empresa com o nome da DHL demonstre este nível de desorganização. Como é possível uma encomenda estar fisicamente no vosso armazém desde dia 19, mas ser "inexistente" no sistema para outro departamento? Esta sucessão de erros, informações contraditórias e promessas não cumpridas demonstram uma total falta de respeito pelo cliente. A vossa incapacidade de localizar e entregar um bem de primeira necessidade para um bebé forçou-me a desistir do vosso serviço de entrega e a ter de resolver o problema pessoalmente, com todos os custos e inconvenientes que isso acarreta. Esta reclamação serve não só para registar a minha péssima experiência, mas também como um alerta a todos os outros consumidores: o serviço da DHL é pouco fiável, a sua comunicação é inexistente e o seu sistema logístico é, aparentemente, um caos. É uma empresa a evitar a todo o custo.
Conduta inaceitável do funcionário da SEPRAMA durante serviço de reboque
Exmos. Senhores, No âmbito do serviço de reboque solicitado no dia 25/09/2025, relativo à viatura da nossa empresa, apresentamos uma reclamação formal quanto à conduta do vosso colaborador destacado para a ocorrência. Após quase três horas de espera na berma da autoestrada VCI, no sentido Ponte da Arrábida – Ponte do Freixo, o vosso reboque, identificado com a matrícula AT57IS e n.º de pronto-socorro 701423, chegou ao local por volta das 20h08. Contudo, em vez de assegurar de imediato a recolha da viatura e a segurança do nosso colaborador, o vosso funcionário informou que iria jantar primeiro, antes de descarregar o veículo na oficina, acrescentando que, caso a oficina estivesse encerrada, a viatura seria levada para o parque privado da SEPRAMA, atrasando a entrega em 2 a 3 dias úteis. Foi-lhe informado que já passavam das 20h00 e que a oficina estaria naturalmente encerrada, mas garantimos ajuda e pessoal para a descarga, sendo necessário apenas que nos contactasse quando estivesse próximo do destino. Mais grave ainda, o vosso colaborador recusou-se inicialmente a transportar o nosso funcionário no lugar de passageiro, alegando que este “teria de chamar um táxi” ” e que não esperaria que o mesmo chegasse ao local, deixando-o sozinho na berma da autoestrada, sujeito a riscos evidentes de acidente e insegurança, justificando a sua decisão com o início do seu turno às 07h00, priorizando a sua refeição em detrimento da segurança do trabalhador. Apenas mais tarde aceitou transportá-lo, deixando-o no Alameda Shopping, sem fornecer qualquer guia ou comprovativo da recolha da viatura, em clara violação das boas práticas e obrigações inerentes ao serviço. Ficou igualmente acordado que o vosso funcionário entraria em contacto connosco para agilizar a descarga da viatura na oficina. No entanto, tal não ocorreu. Tentativas de contacto via WhatsApp não foram respondidas, aumentando a incerteza e o receio quanto ao destino da viatura. Apenas após a segunda tentativa de contacto telefónico, realizada diretamente pelos dois gerentes da nossa empresa, o vosso colaborador respondeu, informando de forma muito breve que a carrinha já havia sido descarregada na oficina, sem aviso prévio, deixando-nos numa situação de total insegurança e falta de confiança. A atitude obstinada e pouco profissional do colaborador da SEPRAMA, ignorando repetidamente a gravidade da situação e colocando a sua conveniência acima da segurança do trabalhador, evidencia um quadro de negligência e falta de profissionalismo inaceitáveis, tornando a experiência extremamente perigosa, emocionalmente desgastante e profundamente frustrante para todos os envolvidos. Consideramos este episódio inaceitável e exigimos uma resposta formal da SEPRAMA, com esclarecimentos sobre as medidas a adotar relativamente ao colaborador em questão e aos vossos procedimentos internos, de modo a garantir que situações desta natureza não se repitam.
Falha grave no serviço de reboque
Exmos. Senhores, No dia 25/09/2025, um funcionário da nossa empresa ficou avariado juntamente com os restantes colegas de trabalho na autoestrada VCI, no sentido Ponte da Arrábida – Ponte do Freixo. O funcionário iniciou a participação da avaria e o pedido de reboque via WhatsApp às 17:23, confirmando a matrícula e marca do veículo, assim como a localização exata. Às 17:27, recebeu uma resposta automática: "Serviço de reboque: estamos a encaminhar o seu pedido para um dos nossos operadores..." Enquanto aguardavam a chegada do reboque, uma funcionária da empresa deslocou-se ao local para levar os restantes colegas de trabalho para casa, ficando apenas o funcionário que conduzia a viatura e fez o pedido de reboque na berma da autoestrada. Nesta altura, o funcionário ainda não tinha sido informado do destino da viatura pelos seus superiores. Às 18:23, tentou indicar a oficina de destino, mas não conseguiu, pois, as respostas automáticas não permitiam interação. Às 18:52, a administrativa da empresa contactou a linha da Tranquilidade pelo número 213 863 322, tentando esclarecer onde se encontrava o reboque, a estimativa de chegada e fornecendo a morada de destino. Ao indicar a matrícula da viatura, a operadora informou que não existia nenhum pedido de reboque associado à mesma, quase uma hora e meia depois do pedido inicial. Foi então agilizado o pedido com a operadora, que indicou um tempo de espera de 45 a 60 minutos, o que significaria que os funcionários estariam mais de duas horas na berma da autoestrada, completamente expostos a risco, sem qualquer tipo de assistência. Às 19:03 e 19:27, o funcionário recebeu mensagens automáticas do serviço de reboque: "Já identificamos o reboque que vai realizar o seu serviço, logo que disponível." Às 19:29, finalmente foi informado que o reboque chegaria em 35 minutos e que seria da empresa SEPRAMA. Por volta das 20:08, o reboque chegou, mas o condutor afirmou que iria jantar primeiro e só depois descarregaria a carrinha na oficina. Caso a oficina estivesse fechada, levaria a viatura para o parque privado da SEPRAMA, o que atrasaria a entrega em 2 a 3 dias úteis. O condutor do reboque (matrícula AT57IS, n.º de pronto-socorro 701423) recusou-se a levar o funcionário no lugar de passageiro, deixando-o completamente sozinho na berma da autoestrada, alegando já ter iniciado o turno às 07h00 e demonstrando uma postura teimosa e pouco colaborativa, desconsiderando o risco evidente a que expunha o nosso funcionário. Foi acordado que o condutor do reboque entraria em contacto com o número fornecido pelo nosso funcionário para agilizar a entrega da viatura na oficina. Por volta das 20:25, o condutor deixou o funcionário à porta do Alameda Shopping, enquanto a entrega da viatura estava ainda por confirmar. Durante o trajeto, não foi entregue qualquer guia ou comprovativo por parte do funcionário da SEPRAMA. Posteriormente, outra funcionária da empresa deslocou-se ao Alameda Shopping para levar o funcionário para casa. Às 21:40, o funcionário tentou obter informações sobre a entrega da viatura, sem sucesso. Apenas mais tarde, os gerentes da empresa conseguiram confirmar que a viatura tinha sido descarregada por volta das 21:30. Esta situação é absolutamente impensável e inadmissível: quase três horas na berma de uma autoestrada, sem qualquer tipo de assistência adequada, colocaram os nossos funcionários em sério perigo físico, expondo-os a riscos de acidentes, intempéries e stress elevado, totalmente desnecessários. A situação foi agravada pela falta de registos da Tranquilidade, que demonstrou uma total ausência de controlo e acompanhamento do pedido de reboque, e pela despreocupação e ineficiência da operadora, que não ofereceu qualquer informação concreta durante todo o período. Acresce a isto a atitude obstinada e pouco profissional do condutor da SEPRAMA, que repetidamente ignorou a gravidade da situação, colocando a conveniência própria à frente da segurança do trabalhador, recusando-se inicialmente a permitir o transporte do funcionário no seu veículo, só não o deixando sozinho por pragmatismo pessoal, sem qualquer consideração pela vulnerabilidade do trabalhador na berma da autoestrada. Este conjunto de falhas evidencia um quadro de negligência e falta de profissionalismo inaceitáveis, tornando a experiência não apenas extremamente perigosa, mas também emocionalmente desgastante e profundamente frustrante para todos os envolvidos. Exigimos uma resposta formal e urgente da vossa parte, bem como esclarecimentos sobre as medidas que irão tomar para garantir que este tipo de ocorrência não volte a acontecer, de forma a proteger os clientes e os funcionários envolvidos.
Encomenda nao recebida
No dia 10/09/2025 efetuei uma encomenda no valor de 118€, paga no ato da compra. O prazo indicado de entrega era de 5 a 10 dias úteis, mas até hoje não recebi a encomenda. No site da Primor, o pedido aparece como “em processamento”. Já no site da transportadora, consta que a encomenda está “danificada” e que deveria contactar o remetente. Além disso, o site da Primor alterou indevidamente a data da encomenda para o dia de hoje, quando na realidade foi realizada a 10/09/2025. Enviei quatro emails para o apoio ao cliente sem qualquer resposta. Solicitei o cancelamento da encomenda, mas não obtive nem o reembolso nem o produto. Atualmente, no site da transportadora a encomenda aparece como inexistente e no site da Primor continua “em processamento”. Exijo a devolução imediata do valor pago (118€) ou a entrega da encomenda em perfeitas condições. Dado o valor da encomenda acho isto um absurdo.
Retenção de Ordenado
Exmos. Senhores, Venho expressar a minha total indignação pela retenção indevida do meu ordenado, uma situação que considero absolutamente inaceitável. Tenho uma dívida junto do Novo Banco, mas esta já foi negociada e estou a cumprir rigorosamente o acordo firmado: paguei a primeira parcela em agosto e a segunda deveria ser paga hoje. Não existe qualquer justificação para que o banco retenha o meu salário, colocando-me em grave dificuldade financeira e impossibilitando-me de cumprir com compromissos essenciais, como alimentação, transporte e pagamento de outras contas. Exijo respostas claras e imediatas: Qual a razão concreta para a retenção do meu ordenado? Como é possível que o banco privilegie uma retenção indevida de fundos de um cliente que cumpre as suas obrigações? Estive ontem na agência e fui informado que o valor seria devolvido em 24 horas, mas até ao momento não houve qualquer ação. Esta demora é inaceitável. Solicito a regularização imediata do valor retido, bem como uma explicação formal e por escrito sobre como ocorreu esta falha. Não aceitarei mais atrasos ou desculpas.
Resolução de contrato por violação do dever de informação e incumprimento das condições pré-contratu
Exmos. Senhores, No dia 9 de setembro de 2025 fui contactado pela MEO com uma proposta de mensalidade de 59,99€, que aceitei por considerar mais vantajosa do que as propostas da concorrência. Posteriormente, recebi um email para aceitação das condições. Contudo, ao receber a primeira fatura, constatei que o valor cobrado era superior ao acordado. Verifiquei então que, no contrato em PDF enviado pela MEO, a mensalidade indicada era de 63,99€, em vez de 59,99€. De imediato contactei a MEO para expor a situação. Foi-me transmitido que a empresa confirmara, através dos registos e gravações telefónicas, a proposta inicial de 59,99€, e que seria enviado um novo contrato retificado. Mais tarde, porém, fui novamente contactado e informado de que a MEO não iria cumprir o valor proposto, alegando tratar-se de um erro do colaborador, mantendo a mensalidade em 63,99€. A divergência entre a oferta (59,99€) e a cobrança realizada (63,99€) consubstancia: • Violação do dever de informação pré-contratual; • Incumprimento contratual por parte da MEO; • Prática suscetível de se enquadrar em prática comercial enganosa, nos termos do DL 57/2008. Nestes termos, e ao abrigo dos art.º 9.º e 12.º do DL 24/2014, declaro a resolução imediata do contrato, sem qualquer penalização ou custo associado, por violação de deveres legais e incumprimento das condições contratadas.
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