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eu escrevi me e nao recebi a oferta
eu escrevi me para receber um telemovel e nada a pessoa mete o nib e tudo e nada entao voçes axem que isto é gente seria? uma pessoa nao pode conviar em ninguem já entao vou disistir disto
pagamento de divida
boa tarde,Sou portadora de 2 cartoes de crédito,um da Unibanco e outro do Barclays,ambos estao bloqueados já há algum tempo.Eu entrei em acordo com ambas as entidas para o pagamento mensal dum montante,no caso do Unbanco,120€ e no caso do Barclays 160€,o que acontece é que o valor da dívida nao desde,muito pelo contrário,aumenta com os juros e esta situaçao arrasta-se há bastante tempo e parece me que alimento uma situaçao sem fim,deixo aqui alguns exemplos:Unibanco em Julho de 2014 a divida era de 5.016,31€,eu já estava a pagar 120€ mensalmente e,ao dia de hoje a divida é de 5.084,07€.NO caso do Barclays,em Março de 2013 a divida era de 14.833,66€ e ao dia de hoje é de 15.382,29€,no Barclays pago todos os meses 160€.Esta situaçao é insustentável,desde que tenho os cartoes que faço pagamentos,nalguns meses no passado tive alguns atrasos,mas também tive alturas em que paguei a totalidade da divida,o que vejo agora é que faço pagamentos e nunca abato a divida de ambos os cartoes.Neste momento gostaria de pedir um emprestimo ao meu banco para pagar uma só mensalidade destas despesas e nao osso porque a situaçao do cartao Unibanco está registada como renegociado e o banco nao aprova o crédito para pagar isto.A verdade é que me sinto defraudada porque efectuo pagamentos e nao vejo melhoras na situaçao.Agradeço o vosso apoio para melhorar esta stuaçao.Cumprimentos,Ana Variz
problema no telhado
nos passados dia03 e 04 de Fevereiro de 2017 devido ao mau tempo que ocorreu aqui nesta zona com chuva e vento forte, ocorreram danos no telhado que originaram infiltrações em certas zonas, do apartamento onde resido, visto ser o ultimo andar, foi informada o responsável do condomínio, que andou a tentar colar as telhas com espuma, foi-lhe questionado se o seguro do condomínio abrange os danos no telhado, não me souberam informar, disseram que já tinham falado com o seguro e que iria ser contactado pelo perito, até a data ninguém me contactou, pergunto eu será que o seguro que andamos a pagar é mesmo para um seguro de condomínio? Desloquei-me ao sotam e visualizei varias telhas estaladas, partidas, plásticos colocados no solo para que a agua não se infiltre.Este é apenas um dos exemplos visto que resido na rua santa Catarina nº10, 6º Esq desde 2011 a campainha já se encontrava avariada, até ao momento nada fizeram, estando eu sempre a fazer pressão junto deles.Há infiltrações na garagem, nada fazem para a resolver, para não falar na areia que se acumula e com as infiltrações torna-se em lama.
comparticipação de ortoteses oculares
A Multicare está a obrigar os seus clientes a adquirir óculos em grupos de óptica. Retirando a liberdade de escolha, ao não permitir o reembolso mediante o envio da factura para os serviços da Multicare.
Atualização Software
Sou proprietária de um Seat Ibiza 1.2 Diesel, matricula 10-LA-58 de 2010, e venho por este meio expor/impor a resolução da avaria do meu Seat que passo a explicar:Como é do vosso conhecimento, a vossa empresa esta a enviar cartas aos proprietários de carros Seat para se dirigirem a um concessionário a fim de resolverem a situação de emissões de gases, como proprietária de um Seat, recebi a carta e dirigir a um concessionário onde foi feita a atualização do software, esta situação ocorreu no dia 12 de Dezembro de 2016, no concessionário de Vila franca de Xira com o Sr. Vitor Santos.No mesmo dia 15 de Dezembro, quando o fui levantar o carro, notei que o trabalhar do motor estava diferente mas no concessionário disseram-me que era normal.No dia 28 de Dezembro de 2016, quando me deslocava para o trabalho, acendeu a luz do motor no painel, dirigi-me a uma oficina onde foi feito um diagnóstico cujo erro foi precisamente “avaria do sensor de temperatura da reciclagem dos gases”, mais precisamente válvula EGR têm de ser substituída.Como é possível esta situação se fui convocada pela Seat precisamente para fazer uma atualização do software e resolver a emissão de gases? situação que própria empresa Seat assume e que vai resolver a situação sem qualquer encargo para o cliente? Mais uma vez, tive de faltar ao meu trabalho, para me dirigir ao concessionário da Seat de Vila Franca de Xira e solicitar junto do Sr. Vitor Santos uma explicação/resolução desta avaria, a qual me respondeu que a atualização que fizeram nada interfere na avaria apresentada, “avariou porque tinha de avariar”, e se quiser a situação resolvida terá de pagar para substituir a Válvula e pagar todas as despesas.Os valores apresentados em 800 euros.Saliento: “O meu Carro Seat nunca teve qualquer avaria até a data”.Se o carro vem mal programado de origem, responsabilidade da Seat, e a válvula EGR tem influência na emissão de gases, ao fazerem a reprogramação, a válvula avaria, de quem é a responsabilidade? Do Cliente? Ou da própria Seat? que põe um carro em circulação com um sistema que não esta conforme as regras exigidas e que esta a enganar os clientes ao vende-lo?Havendo vários relatos e reclamações no “portal da Queixa” e que é de conhecimento público, não terá a Seat de assumir responsabilidades?A Seat teria obrigação de informar os clientes pormenorizadamente da atualização a fazer e suas consequências, e não o fez, estando agora os clientes com os seus carros avariados, com orçamentos exorbitantes e sem resolução da própria Seat.
Segurados da Mutlicare não podem adquirir óculos nas Opticas independentes
No outro dia tivemos uns clientes na Óptica para comprar óculos e lentes oftálmicas, quando ligaram para o seguro da Multicare disseram-lhes que se adquirissem fora das Ópticas que têm acordo com a Multicare, não comparticipariam nada e eles desistiram de comprar na nossa Óptica. Consideramos que esta situação é de uma tremenda injustiça com as Ópticas Independentes que assim não conseguem competir com os grandes grupos e não cumprindo desta forma com a Lei da Concorrência.
Restituição de caução - aluguer de viatura
Os motivos da queixa devem-se ao facto de eu não concordar com a explicação dada pela empresa. No meu entender não podem presumir que o pneu foi rasgado por negligência da minha parte. Presumem ainda que poderá ter sido na entrada para o parque do hotel, assim, todas as viaturas que entrassem naquele parque com esta medida de pneus teriam os pneus rasgados e para isso os clientes teriam de ser obrigados a alugar viaturas 4x4. Após análise das fotos, é visível que o pneu está careca, logo o seu próprio estado poderia levar à situação que motivou a cobrança de um orçamento indevidamente. Segundo opinião de um profissional na área, a subida de um passeio, ainda que motivasse o rasgão do pneu, nunca seria do lado interior e sim exterior. Pode sim, ter sucedido que o veiculo circulou com os pneus vazios antes do aluguer da viatura, a tela estar danificada e provocou uma bolha que deu origem ao rasgão interior.Logo, não se aplica negligência da minha parte, mas sim má-fé e desleixo da parte da empresa.Tentei expor a situação à gerência da empresa em questão e a mesma apenas limitou-se a enviar uma presumível causa que para mim não é satisfatória e na ausência da minha decisão sobre o meio de pagamento que deixei claro que não estava de acordo em pagar, a empresa pura e simplesmente fechou o processo no mesmo dia (30MAR17) e debitou o valor de 103.49€ do meu cartão de crédito. Tenho anexos em PDF se necessário. ---------------------//------------------- Boa tarde. Venho por este meio informar devido à logística, tivemos que proceder ao encerramento do processo em causa e respectivo débito através da franquia autorizada no inicio do aluguer. Aproveito também para lhe enviar os respectivos documentos referentes ao processo em causa. Cumprimentos, Regards João Lemos REGO COSTA & TAVARES, LDA.Aeroporto João Paulo II, s/n9500 - 749 Ponta Delgada (Açores)Phone: (+351) 296 304 800Phone Direct: (+351) 296 684 360Mobile: (+351) 965 977 799Fax: (+351) 296 684 892Email: rentivapt@ilhaverde.com-------------------------//----------------------- De: Rent IV APTEnviada: 30 de março de 2017 15:16Para: 'Leonardo.Silva@Portway.pt'Cc: Departamento de Reservas IV Joao Xavier Jaime CabralAssunto: Processo de orçamento de Pneu. Boa tarde Senhor Leonardo Silva. Pedimos desde já as nossas pela demora mas foi um processo demoroso. Após falar com o Departamento de Gestão de Frota, a recepção das fotografias e ainda após a indicação do responsável pelo departamento indicado, o pneu encontra-se com um corte na parte interior do mesmo que poderá ter sido causado por um lancil de um passeio. Tendo em conta que a viatura saiu do aeroporto com o pneu cheio e que se encontrava no parque já à algum tempo antes do levantamento da mesma, e como também chegou ao Hotel com o pneu ainda com pressão sendo somente detectado na manhã seguinte, presumimos que poderá ter “trincado” o pneu ao subir o acesso para o Hotel que ficou hospedado, pois o lancil do mesmo é muito elevado e de difícil circulação ou a estacionar a viatura junto a algum passeio. Após a analise do processo e após indicação do responsável do departamento de gestão de frota, envio o orçamento e as fotografias. Aproveito também para questionar em relação à forma de pagamento, se pretende utilizar o mesmo cartão em que ficou a franquia ou se pretende utilizar outro meio de pagamento. Cumprimentos, Regards João Lemos-----------------------//-------------------- Boa tarde,A/CSrª. Andreia Alegre (ou outro colaborador) / Chefia de ServiçoAinda estou a aguardar as fotos que me iam enviam relativamente ao pneu que teve de ser substituído e ao qual eu recuso o pagamento extra, não entrando em pormenores em relação ao valor ridículo que me foi apresentado. Como boas referências que tenho da vossa empresa e espero continuar a ter, agradeço que não tentem me enviar fotos de um outro pneu que não o respectivo porque eu tenho fotos originais no meu telefone.Relembro que continuo a recusar o pagamento a não ser que me provem com factos satisfatórios que o pneu ficou inutilizado devido a negligência da minha parte.A caução no meu cartão de crédito continua pendente e agradeço que seja removida o quanto antes.Fico a aguardar feedback.Obrigado.Cumprimentos,Leonardo Silva
Cobrança abusiva da CP
Realizei uma viagem de comboio CP com o meu cartão recarregável ML0210365258 tendo ficado, de acordo com o indicado no visor do terminal no momento da validação, com 1 viagem em saldo no cartão. No dia seguinte recarreguei o cartão com mais 3 viagens (factura identificada), mas quando o validei a informação da máquina foi de saldo de apenas 2 viagens (deveriam ser 3).Contactei a CP expondo a situação, primeiro no Gabinete de Apoio ao Cliente na Estação do Oriente e depois, por aconselhamento deste, directamente o fornecedor do serviço através do formulário on line no site da CP.Obtive a seguinte resposta:Ex.mo(a) Senhor(a), Acusamos a receção da comunicação de V. Ex.ª, merecedora da nossa melhor atenção. Face ao exposto, esclarecemos que, no modelo de zonamento tarifário o cliente deve adquirir o título de transporte de acordo com o número de zonas em que pretende viajar. Mais se esclarece que, caso não tenha validado o seu título na estação de entrada ou caso o mesmo não esteja válido para o percurso efetuado, à saída, ao passar nos canais de acesso será descontada uma viagem. Não obstante esta situação, esclarecemos que de acordo com a Lei n.º 28/2006 de 4 de julho, a falta de título de transporte válido, a exibição de título de transporte inválido ou a recusa da sua exibição na utilização do sistema de transporte coletivo de passageiros, em comboios, autocarros, troleicarros, carros elétricos, transportes fluviais, ferroviários, metropolitano e metro ligeiro, é punida com coima de valor mínimo correspondente a 100 vezes o montante em vigor para o bilhete de menor valor. No caso em concreto, tendo V. Ex.ª duas viagens de 2 Zonas carregadas e validado o título na estação de Oriente o mesmo ficou válido apenas até à estação de Monte Abraão. Assim, à saída na estação de Massamá-Barcarena, como o mesmo não estava válido para o percurso efetuado, foi descontada uma nova viagem. Lamentando o sucedido, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.À qual respondi:Boa tarde, Agradeço antes de mais a resposta célere e clara. Agora compreendo perfeitamente o sucedido. Todavia, agradeço que me informem onde devo receber a quantia excedente da viajem cobrada a mais (1,30€), dado que pelo raciocínio deveria ser me cobrado 1,90€ (3 zonas) e não 3,2€, conforme aconteceu. (Importa perceber se no momento em que carreguei o cartão o valor por viagem já era de 1,6€ ou ainda seria de 1,55€). Reconhecendo que a fragmentação de uma viagem possa não ser possível, é igualmente válido que a CP, como qualquer outro prestador de serviços, não pode cobrar por um serviço não prestado. É por isso necessário que a CP disponibilize o respetivo processo compensatório. Aliás, importa referir que caso se defendam em regulamento próprio para a não retribuição do valor indevidamente cobrado, prevê claramente a Constituição da República Portuguesa o princípio da hierarquia das Leis, perdendo esse argumento a sua validade à luz do Art.º 9º da Lei 47/2014 de 28/07 da Lei de Defesa do Consumidor. Sem mais, aguardo resposta.Tendo depois obtido a seguinte resposta:Ex.mo(a) Senhor(a), Acusamos a receção da nova comunicação de V. Ex.ª. Reiterando a resposta anteriormente remetida, lamentamos informar não ser possível proceder ao reembolso solicitado. Acrescentamos ainda que, de acordo com as Condições Gerais de Transporte dos Serviços da CP se o passageiro não utilizar o título de transporte por motivo alheio ao operador, não há lugar a reembolsos de bilhetes simples ou zapping. As referidas condições podem ser consultadas no site da CP em WWW.CP.PT ou em qualquer dos Gabinetes de Apoio ao Cliente da CP. Lamentando uma vez mais o sucedido, endereçamos os nossos melhores cumprimentos.Ora, existindo de facto um abuso na cobrança de um valor por um serviço não prestado, solicito o vosso acompanhamento.Obrigado.CumprimentosJoão Nunes
Valores indevidos junto Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal
-29.06.2004 -celebrei com o então Interbanco, SA (actualmente Banco Santander Consumer Portugal, SA) um Contrato De Financiamento para Aquisição a Crédito (Nº 2004.021629.01) de uma viatura ligeira de mercadorias (ficheiro em anexo).-Dezembro de 2014 - liquidei integralmente o referido contrato (ficheiro em anexo).-Janeiro de 2016 – após consulta de Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal (BSCP) apercebo-me da existência de valores vencidos comunicados pelo Banco Santander Consumer Portugal, SA.-07 Janeiro de 2016 – envio email ao Banco Santander Consumer Portugal SA solicitando esclarecimentos (ficheiro em anexo).-13 de Janeiro de 2016 – o BSCP informa-me que tais valores se referem ao contrato de seguro automóvel subscrito com a Império Bonança Companhia de Seguros SA (Apólice:AU15010500), tendo como objeto a “viatura locada” e que se mantinha em vigor. Os valores dizem respeito ao período após Dezembro de 2014.O referido contrato de seguro estava associado ao contrato de financiamento acima referido e que se encontra liquidado desde dezembro de 2014.A cláusula décima primeira do contrato é bastante clara: ” O cliente obriga-se a subscrever,…, até ao termo do contrato as apólices de seguro a que está obrigado por força da lei, comprometendo-se ao integral e pontual pagamento dos prémios”.Assim torna-se evidente que a minha obrigação de subscrição do referido seguro terminou em Dezembro de 2014. Acrescento que, durante este período- de dezembro 2014 até à data- nunca recebi qualquer documentação (carta verde, avisos de pagamento…) relativo a esse seguro. O próprio veículo foi vendido em Junho de 2015.13.01.2016 – envio novo email ao BSCP solicitando a anulação do registo dos valores junto do Banco de Portugal e o envio de declaração de inexistência de dívida. Lamentavelmente e até à data não só não obtive qualquer resposta por parte do BSCP como o valor registado no Banco de Portugal aumentou.
Burla Keyclub
No dia 22 de maio de 2007 ligaram-me a disser que tinha ganho um prémio, seria um fim de semana, apenas tinha de me deslocar a um hotel da zona. Assim o fiz, depois de passar várias horas numa sala foi me oferecido um produto do qual podia desistir a qualquer momento e o valor pago seria devolvido. Depois de pagar durante algum tempo fiquei com problemas financeiros e enviei uma carta a cancelar o contrato (fevereiro 2009). Passados alguns meses comecei a receber cartas com valores para pagar ás quais não respondi. Recebi outro valor para pagar que era de umas anuidades de um cartão do qual não tinha conhecimento. Já me fizeram várias penhoras no ordenado mas depois fiquei desempregado, quando voltei a ter emprego voltaram a penhorar, actualmente só tenho part-time.Agora recebo telefonemas de advogados que exigem que lhes pague a dívida. Propuseram-me um acordo onde pagaria 1500€ e mensalmente 100€ até perfazer cerca de 6000€. O problema é que não tenho o valor é não é justo pagar por um produto do qual não usufrui .
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