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Certificado de automovel não recebedo
Exmos. Senhores, Compré un automovel no mes de junho e nunca recebe o certificado de automovel, liguei para B.A automoveis Dois meses depois e disserão-me que nos registros estavão de greve, aguardei um mes pelo que escribe para eles por mail, e não recebe por que estava mal o endereço, e nesta empresa disse que a culpa é Minha e que podem-me "ayudar" a peder otra vez se pagó 40 €, eu ja paguei 65 € euro para fazer a tranfereça do carro se estava mal o endereço fue culpa deles, eu tengo faz muitos anos a mesma morada, agrad3ço vossa ajuda. Cumprimentos.
Pagamento antecipado
Solicitei a reparação de um telemóvel, a empresa ficou com meu telemóvel e posteriormente me ligou solicitando pagamento antecipado, ou seja, pela lógica desta empresa, temos que passar no caixa antes de iniciarmos nossas compras do supermercado, pagar na entrada de uma loja e depois escolher a roupa ou enviar minha viatura para a oficina e pagar antes de ter o serviço feito, valores invertidos, clientes perdidos, NUNCA MAIS compro nada nesta empresa de m&rd@ e fica a dica para quem ainda acha vantagem, posteriormente resgatei o telefone e fiz orçamento em 3 outras lojas, TODAS eram pelo menos 40% mais baratas que esse lix0, WORTEN, NUNCA MAIS !!!
Reclamação por incumprimento contratual e falta de reembolso – Robot Cecotec 880/890 Spraywater Conn
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Conforhome, em virtude do incumprimento das obrigações legais relativas à garantia e reembolso de um produto defeituoso. No dia 3 de setembro de 2022, adquiri na Conforhome o robot Cecotec 880 Spraywater Connected, pelo valor de 149,90 €. O equipamento revelou defeitos de funcionamento, motivo pelo qual acionei a garantia. A empresa substituiu o produto por outro de gama superior, Cecotec 890 Spraywater Connected, entregue em 2023. Contudo, o novo aparelho apresentou novamente mau funcionamento. Contactei o apoio ao cliente da Conforhome, através da Sra. Vera, que solicitou o número de série, morada, e-mail e elementos visuais (fotos e vídeos), atribuindo o número de apoio 02625378. Em 18 de junho de 2025, fui informado pela Sra. Vera de que o produto seria recolhido para reparação, o que ocorreu em 20 de junho de 2025, pela transportadora MRW (matrícula 33-PM-96). Apesar dos vários contactos posteriores, a empresa não apresentou qualquer solução efetiva. Em 31 de julho e 14 de agosto de 2025, reforcei o pedido de informação e sugeri a devolução do valor pago, face à demora injustificada. No dia 18 de agosto de 2025, recebi comunicação da Cecotec Portugal, informando que não era possível reparar o produto e que não existia modelo equivalente disponível para troca, sendo-me indicado que deveria dirigir-me à loja para que fosse encontrada uma solução alternativa, apresentando o número de ocorrência 03930628. Remeti essa informação à Sra. Vera, que respondeu que o assunto seria resolvido brevemente. No entanto, entre 1 de outubro e 17 de outubro de 2025, apesar dos meus sucessivos contactos, a situação manteve-se sem solução. A Sra. Vera chegou a solicitar o meu IBAN, alegando que o caso seria encaminhado para o departamento de contabilidade, mas até à presente data não recebi qualquer reembolso nem nova proposta de resolução. Contactei também a loja Chaparro e Torrão, associada à Conforhome (Rua da Bélgica 3, 7350-478 Elvas, tel. 268 031 352 / 937 298 494), sem sucesso. Enquadramento jurídico: Nos termos dos artigos 12.º, 13.º e 15.º do Decreto-Lei 84/2021, que regula as garantias dos bens de consumo, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem, à substituição, à redução adequada do preço ou à resolução do contrato com reembolso integral, caso a reparação ou substituição não sejam possíveis ou se revelem desproporcionadas ou demoradas. Neste caso, ficou claramente demonstrada a impossibilidade de reparação e a ausência de substituição disponível, o que impõe a devolução integral do montante pago (149,90 €), acrescido, se aplicável, de juros de mora legais desde a data em que a empresa foi formalmente informada da situação. Solicito, portanto: 1. O reembolso integral de 149,90 € pago pelo equipamento, a efetuar por transferência bancária; 2. A confirmação escrita da conclusão do processo, no prazo máximo de 10 dias úteis; 3. Caso contrário, reservarei o direito de acionar os meios legais competentes, incluindo queixa formal junto da ASAE, DECO e Tribunal Arbitral de Consumo. Sem outro assunto de momento, Leiria, 05 de Novembro de 2025
Reembolso não recebido
Boa tarde, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao incumprimento do prazo de reembolso de uma devolução que efetuei. Detalhes: N.º de Encomenda: JBQNKWUSS Data de Receção da Devolução: 15 de outubro de 2025 Data de Reembolso Prometida pela SKLUM: Dentro de 7 dias A devolução do produto foi processada corretamente, e foi confirmada a sua receção e a emissão do reembolso no dia 15 de outubro. No entanto, o valor não foi creditado na minha conta/método de pagamento original. Não só ultrapassa o prazo de 7 dias úteis, como vai hoje em mais de 15 dias úteis. Adicionalmente, lamento informar que as minhas tentativas de contacto telefónico têm sido inúteis, sendo impossível falar com um agente para obter um esclarecimento ou solução imediata para esta situação. Assim, chamo a atenção para os meus direitos enquanto consumidor, consagrados na legislação portuguesa, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que transpõe a Diretiva Comunitária sobre os Direitos dos Consumidores. Prazo Legal para Reembolso: De acordo com o Artigo 12.º, n.º 1, da referida legislação, após o exercício do direito de livre resolução (devolução), o fornecedor é obrigado a reembolsar o consumidor no prazo máximo de 14 dias úteis a contar da data em que foi informado da decisão de resolver o contrato. No meu caso, considerando a data de 15 de Outubro como a indicada pela SKLUM como tendo sido efetuado reembolso, este prazo legal já foi ultrapassado. Direito a Reembolso em Dobro por Atraso: Sublinho que o Artigo 12.º, n.º 6, estabelece que o não cumprimento deste prazo confere ao consumidor o direito de exigir a devolução em dobro dos montantes pagos. Considerando que a SKLUM me informou ter efetuado o reembolso a 15 de Outubro e que o valor não se encontra na minha posse, exijo a resolução imediata desta situação e a confirmação do reembolso em dobro, conforme previsto na lei. Agradeço a vossa rápida atenção a este assunto e aguardo uma resposta clara e a evidência do reembolso em falta.
Reembolso Pendente
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a vossa empresa, devido à falta de reembolso do valor de 179 euros, referente a uma encomenda cancelada no dia 5 de setembro de 2025. Após realizar a compra, fui informado de que os produtos não estavam disponíveis, motivo pelo qual procedi ao cancelamento da encomenda. A empresa confirmou que o reembolso seria efetuado no prazo máximo de 14 dias, conforme previsto na Diretiva 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, transposta para a legislação espanhola através do Real Decreto Legislativo 1/2007, de 16 de novembro. Contudo, já passaram mais de dois meses e o reembolso não foi realizado. Esta situação configura um incumprimento direto da legislação europeia e espanhola de defesa do consumidor, uma vez que o vendedor é legalmente obrigado a devolver o montante pago no prazo referido. Importa ainda referir que já enviei oito mensagens à empresa, todas sem resposta concreta nem qualquer ação efetiva. As respostas recebidas foram genéricas e não resultaram em qualquer resolução. Além disso, a empresa possui os meus dados de contacto, mas nunca se dignou a contactar-me telefonicamente, nem o gerente ou qualquer responsável demonstrou intenção de agilizar o processo de reembolso. Como me foi aconselhado, entrei em contacto com o meu banco, que remeteu formalmente o caso para a VISA, apresentando uma queixa por possível fraude comercial, uma vez que a retenção injustificada de fundos do consumidor pode configurar aproveitamento indevido de dinheiro alheio, o que é eticamente reprovável e juridicamente ilegal. Reforço que a retensão prolongada do meu dinheiro sem entrega de produto nem devolução do valor pago é uma situação inadmissível e inaceitável, que demonstra falta de boa-fé comercial e desrespeito pelos direitos do consumidor. Face ao exposto, solicito a intervenção das autoridades competentes para que a empresa proceda de forma imediata ao reembolso integral do montante de 179 euros e seja responsabilizada pelo incumprimento da legislação aplicável.
Encomenda Disfuncional
Encomendei um triturador ao fim de junho. A máquina não funcionou, não foi possível de utilizá- lá. FERRAMENTAS PT foi informado cedo em julho. Eu tratei com a recolha e pedi um reembolso. A companhia recusou, e fui aconselhado por DECO que eu tivesse o direito a um reembolso. A companhia ainda recusou, a dizer que a máquina estava a funcionar, e que eu tivesse feito algo errado. Eu expliquei várias vezes que não foi possível de utilizar o triturador, a máquina nunca começou a trabalhar. Eu tenho o direito de pedir um reembolso, dentro do apropriado quadro legal. A companhia ainda não aceitou isso. Aquele comportamento, na parte da companhia, não é aceitável. Fico agradecido pela ajuda de DECO, mas a disputa continua sem resolução.
Taxfree
Exmos.Senhores, levei minha irmã para fazer uma compra na Loja Gato Preto, e foi pedido o taxfree. Após o pagamento da compra, foi informado que estavam com problema no sistema. Mas que poderíamos voltar em alguns dias que o problema seria resolvido. Retornei a loja com minha irmã, e ainda sem solução. Aguardamos mais alguns dias, entrei em contacto e fui informada que estava pronto. Então entendemos o sistema para o Taxfree estava liberado. Mas fomos surpreendidas ao chegar na loja com a emissão de uma fatura de devolução de todos os produdos, e não tínhamos pedido para devolver nada e nem levamos os produtos. Então emitiram uma nova fatura (informada aqui) e continuam a informar que o sistema não foi resolvido. Minha irmã não tem residência em Portugal, e já está próximo o dia do retorno dela ao Brasil. Como resolver este problema do Taxfree?
Crédito em cartão continente
Exmos senhores: Comprei no site da Worten (encomenda 65778455), em 18/10, um televisor Samsung, aproveitando uma campanha que oferecia 10% do valor da compra, de produtos Samsung, em saldo de cartão continente. Estamos em 05/11 e esse crédito ainda não foi realizado. Contactei o apoio ao cliente nos dias 24, 28 (duas vezes) e 31/10 (duas vezes). Nesses contactos foi referido que a questão seria resolvida no prazo de horas. Vamos já a caminho de 3 semanas e da parte da Worten não existe feedback nem resolução do problema. Solicito que procedam de imediato ao crédito correspondente.
Recebi um artigo falsificado e deram razão ao vendedor
Exmos Senhores venho por este meio apresentar a minha reclamação por estas vias pois na plataforma de vendas de nada serviu. É incrível como o apoio ao cliente desta empresa de nada vale. Fui burlado por uma vendedora que me vendeu um artigo falsificado! Após apresentar provas e as mesmas terem sido acompanhadas de imagens que o comprovam a vinted decidiu dar razão ao vendedor, ficando eu com a falsificação e o vendedor com o dinheiro. O que posso concluir disto é que o sistema de verificação e investigação da vinted é inexistente e estão se marimbando para o cliente, pois até agora não tive uma resposta coerente e disponivel para tratar do caso com seriedade e profissionalismo. Apenas recebo mensagens automáticas de que o pedido foi concluído e que foi dada a razão ao cliente quando as provas que apresentou foram as fotos do código QR da etiqueta que por si só já revelam que são falsas pois não reconhecem o código e o serial number é o mesmo em ambas as sapatilhas que é único em cada sapatilha. Deviam ter mais brio naquilo que fazem. Se querem tornar a vinted um local seguro para vendas não aceitem menos do que um comprovativo de compra de uma loja original ou revendedora oficial com os detalhes do artigo com a cor e tamanho escolhido. Deixo as provas que apresentem escritas acompanhadas com imagens num documento à parte: • As sapatilhas teem o mesmo serial number na sapatilha esquerda e na direita o que nas sapatilhas adidas é impossivel pois cada sapatilha tem um serial number único. Refiro me ao número "FN3QMVZ100182" que aliás após pesquisar encontrei o mesmo código de outras sapatilhas à venda noutra plataforma onde apenas diferia o tamanho de 38 para 37,5. • As sapatilhas são produzidas na China e não no Vietname como diz na etiqueta. • As letras "Adizero" nas palmilhas estão exatamente no mesmo sentido em ambas as sapatilhas. Nas originais o sentido é o oposto numa delas. • Imperfeições no acabamento, cozimento e material das mesmas assim como falta de qualidade nos materiais. A espuma é muito dura enquanto deveria ser o contrário. As sapatilhas são pesadas para o normal delas e a rede parece feita de plástico em vez de um tecido respirável. • Na sola as varetas de carbono parecem borracha e as letras "Adizero" não só estão escritas ao contrário como a cor não é a mesma. • No calcanhar o cozimento é muito diferente do original assim como as imperfeições nas letras "Lighstrike pro" e "Adizero adios pro 3" claramente diferentes. • Na língua (parte que ajusta o peito do pé) o logotipo da "Adidas" e as letras "Adizero" teem relevo o que não acontece. • As 3 listas laterais da adidas também não se encontram no sítio certo e são muitos irregulares e desproporcionais. • Na parte de dentro da sapatilha e na palmilha está escrito à mão o número 38 correspondente ao tamanho da mesma. Coisa que um artigo original nunca teria ... Perfil do vendedor: "casigratisnueva"
divida com mais de 25 anos
Preciso da ajuda, por favor... Casei em 1991, com paulo Manuel de sousa castro, compramos um carro usado em nosso nome com os meus pais como fiadores, à empresa de credito foi a Credifin, sediada no Porto. separamo-nos, ele vendeu o carro, e gastou o dinheiro, ficando a divida por terminar de liquidar à Credifin. Foi um divórcio ligitioso que ocorreu em 1993, nesse período de tempo paguei várias dívidas sozinha e esta do carro foi ficando para depois... Contudo a empresa Credifin pressionou os meus pais porque eles eram os fiadores do nosso empréstimo. Em 1994, os meus pais, e eu , através do contacto da Credifin que anteriormente tinha falado com o sr. Paulo Castro, onde ele se comprometeu a pagar uma parte da dívida, sendo assim chegamos ao acordo de pagar mais de metade do valor mas a partir daí ficaríamos isentos de qualquer responsabilidade da dívida. O acordo foi selado, e foi pago o valor acordado de 405.642$00 escudos em 28 de Fevereiro de 1994. Só essa declaração só consta o nomes dos meus pais que foram fiadores, na altura, mas nunca a Credifin colocou nenhum processo contra mim em tribunal, nunca recebi nenhuma notificação! Nada! Até aqui tudo bem, mas agora comecei a receber telefonemas constantes de uma empresa chamada WHITESTAR a dizer que eu tinha uma dívida no valor de 2500 euros. Ou seja a Credifin foi comprada pela CETELAM que por sua vez foi comprada pela HEFESTO, Sociedade de Titularização de Créditos sa. A HEFESTO contratou a WHITESTAR para fazer a cobrança de dívidas, e a partir daí começou o meu inferno! Com contactos sucessivos a dizer que eu tinha em débito, um valor referente a uma divida contraída com Eu comuniquei sempre que tinha pago mais de metade do valor, ou quase a totalidade, e disse para contactar o meu ex marido. A WHITESTAR comunicou que o meu ex marido faleceu em Setembro de 2022, ora eu adquiri um carro com financiamento em 2023 e não tinha o meu nome no banco de portugal em 2023. Só que agora resolvi trocar de carro e para a qual preciso de financiamento e para quando é o meu espanto o stand onde vou comprar diz que tenho o meu nome no banco de Portugal. Contactei a WHITESTAR que confirmou que a dívida é com o meu ex marido Paulo Manuel de Sousa Castro, ou seja de 1994, mas diz que é de 2011, como é possível ??? 1. COMO PASSOU UMA DIVIDA DE 1994 PARA 2011, 2. SENDO QUE EU PAGUEI 405.000$00 DE UM TOTAL DE 550.000$00, E AGORA O VALOR É DE 2500 EUROS??? 3. O MEU EX MARIDO FALECEU EM 2022 E SEREI PENALIZADA POR ELE NÃO TER CUMPRIDO A PARTE DO ACORDO?? 4. ISTO É LEGAL? 5. O processo em tribunal teve desistência por parte da CREDIFIN, contudo o processo foi sempre contra o meu ex marido, paulo Manuel sousa castro 6. COMO POSSO FAZER PARA RESOLVER ESTA SITUAÇÃO URGENTE? 7. ESTOU A ESPERA DE RESOLVER ISTO PARA COMRPAR UM CARRO E NÃO ME É POSSÍVEL. 8. SERÁ QUE TEREI DE PAGAR DE NOVO POR UMA DIVIDA QUE PAGUEI , OU SEJA ATE OS MEUS PAIS PAGARAM EM 1994???
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