Reclamações públicas

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J. O.
01/01/0001

Urgência Pediátrica

No dia 12 Junho 2015 o meu filho sofreu uma queimadura e dirigimo-nos à urgência do Hospital CUF Porto. Passou na triagem às 20h31, tendo sido observado pela médicapediatra pelas 20h58. Esta observação durou um máximo de 1 minuto na sala de triagem e, após pagar e ver a discriminação dos actos médicos facturados percebi que esse minuto custo 60eur. Foi convocada a especialidade de Cirurgia Pediátrica para orientação da situação clínica. Foi realizada, pelas 21h10, a consulta pelo Cirurgião Pediátrico de apoio, culminando aobservação clínica com desbridamento e aplicação de penso com sulfadiazina.Não tenho nada a dizer dos procedimentos necessários, mas reclamei electronicamente do pagamento da consulta de urgência pediátrica ao qual reconheceram todos os factos e referiram o seguinte:Desta forma foram assegurados todos os cuidados clínicos que se impunham observar.Concretamente, em relação à exposição apresentada, informamos que todas as crianças que recorrem ao APP são sempre avaliadas em consulta médica em primeiro lugar pelos médicos pediatras de serviço, os quais, quando necessário, como foi o caso, solicitam um pedido de consulta de especialidade. No presente caso, excecionalmente, a observação sumária da pediatra ocorreu na sala de triagem, para aproveitar a presença física do Cirurgião Pediátrico no APP e desta forma permitir uma resposta mais célere e confortável para a criança. Como tal, e apenas por esta circunstância, o CUF Porto Hospital entendeu proceder à isenção da consulta de Pediatria.Nesse sentido, foi solicitado de imediato ao serviço de Faturação a emissão de um cheque reembolso, no valor de 60€, a ser enviado para a morada que consta na ficha do Cliente, via CTT, juntamente com a respectiva, e nova, fatura recibo.Foi enviada a nova factura (0000135257) e nunca cheguei a receber o cheque. Gostaria de saber o que posso fazer para dar fim a esta situação.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

cancelamento da inscrição

Bom dia,Venho por este meio solicitar a vossa ajuda na seguinte situação:Em Dezembro do ano de 2014 foi solicitado no balcão do ginásio holmes place em braga o cancelamento da minha inscrição devido a problemas de saúde, nomeadamente uma cirurgia, que me impedia de frequentar o referido ginásio, Foi me dito no momento que estava tratado e nada mais seria precisava fazer. Por minha surpresa e surpresa essa desagradável quando começo a receber telefonemas que tinhas um valor em dívida pendente, logo de imediato foi dãoo por mim que já tinha solicitado o cancelamento e como tal não procederia ao seu pagamento. Pelo que entendi a referida empresa alega que teria de ter feito o pedido por escrito mas a mim nada me foi pedido no momento que procedi ao cancelamento ao balcão. Não fui informada da situação e depois começo a ser incomodada com telefonemas desagradaveis a pedir o pagamento dos valores em divida. Considero que fui mal informada e não tenho qualquer culpa pelo sucedido, e como tal solicito a vossa ajuda na resolução da situação.Obrigada pela atenção.

Encerrada

Brisa - Avaria após assistência na auto estrada.

Fui assistido no dia 16/09/2016 ao KM 4.6 da A5 sentido Lisboa Cascais .Quando fiquei sem combustível e circulava na faixa da direita, fui rapidamente assistido por uma viatura da BRISA onde eu envergonhado comentei que fiquei sem combustível , o técnico apos eu ter comentado vendeu gasóleo e ao tentar por o carro a trabalhar insistido varias vezes no motor de arranque ate ter saído bastante fumo pela zona do motor onde deixo logo de funcionar. perguntou se não me importava que ele tenta-se meter o carro a pegar por empurram alegando apos de ter saído aquele fumo todo ainda podia dar cabo do motor de arranque , eu autorizei-o e assim pós o carro a trabalhar de marcha a trás. onde logo ficou com uma luz de ABS acesa onde me informou me que era normal . voltei para casa. e mais tarde quando fui para dar a chaves o motor de arranque já não deu qualquer tipo de sinal.Tentei reclamar directamente a empresa , e dirigi me ao Beco Anexo à Estrada Mata da Torre - Edifício Brisa, 2785-599 São Domingos de Rana. Expliquei a situação e disse que queria deixar uma reclamação , as senhoras da recepção não conseguiram me dar uma resposta , mas tentaram descobrir o que se deve fazer com alguém falando ao telefone. Passando algum tempo aconselharam me deixar a reclamação via Email. Entrei no portal oficial da Brisa, que não dispõe o email para tais situações , mas tem o numero de telefone , que cobra pelas chamadas , resumindo , para deixar reclamação é preciso pagar. Em fim depois de ter ligado consegui o email, e enviei a minha reclamação explicando pormenorizado o que aconteceu, não recebi resposta , apos de varias telefonemas , as técnicas de atendimento confirmaram me que o processo esta em analise , passando três semanas finalmente recebi uma resposta , não tendo meio de transporte que foi avariado este tempo todo com o seguinte mensagem : Em nosso parecer, e salvo melhor prova que venha a ser aduzida, a anomalia que refere, nomeadamente o motor de arranque, não estará relacionada com a nossa intervenção.Esperamos vê-lo em breve na nossa rede de autoestradas.A minha opinião e totalmente contraria , e acho extremamente injusto a Brisa não tomar a responsabilidade , foi com intervenção do técnico da Brisa que acontece avaria, que por sua vez , não foi feita de modo correcto e criou os danos que tenho,e por estas intervenções , a companhia não tem vergonha cobrar valor monetários , tanto que pelo gasóleo extremamente caro . Não tenho certeza se técnico preencheu correctamente a factura , visto que ligou alguém para pedir informações o que tinha a cobrar e quanto que custa isto etc.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Taxação de portagens indevida

A notificação nº 3563689 e o processo 3744984 (segundo o sitio www.pagamentodeportagens.pt), descrevem quatro contraordenações indevidas ao veículo de que sou titular. Nunca o veículo e/ou a minha pessoa, se deslocaram às localidades, percorreram qualquer uma das vias mencionadas ou efetuaram qualquer contraordenação desta ou doutra natureza. Estamos perante uma situação de fraude, com recurso a matricula falsa, ou detecção errada da matricula do veículo. Não me ocorrem outras possibilidades.Dada a regularidade das ocorrências, sou levado em crer que esta situação voltará a suceder em breve, o que naturalmente me causa e causará enorme transtorno.Uma vez que não é descrito qualquer forma de reclamação na notificação ou como verificar se a identificação automática está a funcionar correctamente, apresento os dados reais do veículo ao qual pertence a matrícula, com fotos do mesmo e dos respectivos documentos, para que possam comparar com as fotografias obtidas nas portagens nos momentos das alegadas contraordenações.Em virtude desta situação será apresenta queixa junto das autoridades competentes.

Encerrada
C. G.
01/01/0001

Cobrança indevida de portagens

Venho por este meio reclamar a cobrança indevida de portagens.No passado dia 19 de Outubro recebi duas cartas da Autoridade Tributária e Aduaneira referente a dividas por passagem em portagens com as datas de 26-07-2014, 30-08-2014 e 31-08-2014. No entanto, as dividas referem-se a um automóvel com a matricula 30-57-DM que já não está em minha posse, nem em termos de registo, desde Setembro de 1999.Com este facto em mão e, sabendo que não era o responsável das dividas, contactei a Via Verde para saber o porquê de ser eu o visado, foi-me informado que o veiculo em questão tinha uma via verde activa em meu nome, facto que me surpreendeu pois pouco depois da venda do automóvel em questão desloquei-me a loja da via verde de Loures para colocar a via verde no novo automóvel que adquiri, mas como o meu novo automóvel era de classe 2 não foi possível usar o mesmo identificador, então entreguei na loja o identificador antigo do veiculo em questão e foi-me fornecido um novo identificador para o novo automovel. Com o acto de entrega do identificador não teria mais nenhum ónus e o mesmo seria consequentemente desactivado. Ao questionar de como podia resolver a questão foi-me dito que não dependia da Via Verde mas sim das Finanças. Para agravar a questão fui notificado de novo, dia 21 de Outubro, com coimas das referidas dividas. No dia 26 de Outubro desloquei-me ao departamento das Finanças de Almada para expor a situação de que estava a ser notificado e penalizado por um acto pelo qual não posso ser responsabilizado pelo simples facto de o veiculo em questão não ser meu desde 1999 e por isso não podiam estar a responsabilizar-me por algo que aconteceu em 2014. Foi então que a 25 de Novembro recebi por carta registada a resposta do serviço das Finanças a dizer que a relação foi indeferida e que teria de pagar a totalidade das coimas em questão.

Encerrada
D. G.
01/01/0001

Multa

Eu estava a viajar nos autocarros da STCP na cidade do Porto quando um fiscal da empresa 2045 me abordou para verificar se eu estava a viajar cumprindo as normas impostas pela STCP quando verificou, que apesar de eu possuir títulos disponíveis no meu cartão Andante para viajar por algum motivo desconhecido este mesmo cartão não ficou validado, e me pediu a minha identificação. Pedi ao fiscal que me explicasse o que se estava a passar, uma vez que não sou residente da área do Porto e por isso não tenho por habito usar os transportes públicos desta mesma cidade, logo não sei quais são os procedimentos adotados pelos fiscais, e o porque de ele querer os meus dados, uma vez que apenas a PSP e a GNR possuem competências e autoridade suficiente para identificar um cidadão, contudo o fiscal forneceu-me algumas informações que mais tarde verifiquei que tinham sido enganosas e que não retratavam a realidade do processo. Inclusive perguntei ao fiscal se ele me estaria a passar uma multa ao qual o mesmo me respondeu que apenas queria a minha identificação para preencher os meus dados e para me fornecer um notificação para que eu comparece-se junto de uma loja do Andante onde a minha situação seria esclarecida e resolvida, no entanto a informação que obtive junto da loja do andante foi que eu teria de pagar a multa que o fiscal me tinha passado, quando na verdade ele me tinha indicado que aquilo não era uma multa, ou que então podia expor a minha situação à STCP e a situação iria ser analisada. No entanto, obtive informações junto de alguns clientes habituais da STCP e dos transportes do Porto e fui informado que os fiscais em situações como a minha, onde os usuários possuem títulos disponíveis nos passes, contudo o passe não está validado, eles efetuam a validação do mesmo na hora da fiscalização. Assim os principais motivos da minha queixa devem-se ao facto de ter tentado obter esclarecimentos no momento em que ocorreu a situação, sendo que o fiscal me forneceu informações enganosas, ao qual junto o fato dos colaboradores da STCP me terem informado que eles fazem isso para despachar as pessoas. Assim não vejo forma possível de aceitar este comportamento Outro motivo que me leva a efetuar a queixa está relacionado com o facto dos fiscais que regulam os transportes do Porto atuarem de modo diferente perante situações que em tudo são idênticas, isto é, em certas situações o problema é resolvido na hora e noutras, como o meu caso, as pessoas são autuadas sem sequer saberem e sem obterem os devidos esclarecimentos. Para tentar resolver este problema entrei em contacto com a STCP e com a 2045, SA, todavia, da parte da STCP não me adiantaram qualquer informação relativa ao desenvolvimento do processo e da parte da 2045, SA, apenas me informaram que na verdade o comportamento do fiscal que me autuou não tinha sido correto mas que nada havia a fazer.Posteriormente voltei a contactar a STCP via telefone, aconselharam-me a enviar um email mais ainda estou a aguardar a resposta.

Encerrada
J. N.
01/01/0001

Cobrança abusiva da CP

Realizei uma viagem de comboio CP com o meu cartão recarregável ML0210365258 tendo ficado, de acordo com o indicado no visor do terminal no momento da validação, com 1 viagem em saldo no cartão. No dia seguinte recarreguei o cartão com mais 3 viagens (factura identificada), mas quando o validei a informação da máquina foi de saldo de apenas 2 viagens (deveriam ser 3).Contactei a CP expondo a situação, primeiro no Gabinete de Apoio ao Cliente na Estação do Oriente e depois, por aconselhamento deste, directamente o fornecedor do serviço através do formulário on line no site da CP.Obtive a seguinte resposta:Ex.mo(a) Senhor(a), Acusamos a receção da comunicação de V. Ex.ª, merecedora da nossa melhor atenção. Face ao exposto, esclarecemos que, no modelo de zonamento tarifário o cliente deve adquirir o título de transporte de acordo com o número de zonas em que pretende viajar. Mais se esclarece que, caso não tenha validado o seu título na estação de entrada ou caso o mesmo não esteja válido para o percurso efetuado, à saída, ao passar nos canais de acesso será descontada uma viagem. Não obstante esta situação, esclarecemos que de acordo com a Lei n.º 28/2006 de 4 de julho, a falta de título de transporte válido, a exibição de título de transporte inválido ou a recusa da sua exibição na utilização do sistema de transporte coletivo de passageiros, em comboios, autocarros, troleicarros, carros elétricos, transportes fluviais, ferroviários, metropolitano e metro ligeiro, é punida com coima de valor mínimo correspondente a 100 vezes o montante em vigor para o bilhete de menor valor. No caso em concreto, tendo V. Ex.ª duas viagens de 2 Zonas carregadas e validado o título na estação de Oriente o mesmo ficou válido apenas até à estação de Monte Abraão. Assim, à saída na estação de Massamá-Barcarena, como o mesmo não estava válido para o percurso efetuado, foi descontada uma nova viagem. Lamentando o sucedido, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.À qual respondi:Boa tarde, Agradeço antes de mais a resposta célere e clara. Agora compreendo perfeitamente o sucedido. Todavia, agradeço que me informem onde devo receber a quantia excedente da viajem cobrada a mais (1,30€), dado que pelo raciocínio deveria ser me cobrado 1,90€ (3 zonas) e não 3,2€, conforme aconteceu. (Importa perceber se no momento em que carreguei o cartão o valor por viagem já era de 1,6€ ou ainda seria de 1,55€). Reconhecendo que a fragmentação de uma viagem possa não ser possível, é igualmente válido que a CP, como qualquer outro prestador de serviços, não pode cobrar por um serviço não prestado. É por isso necessário que a CP disponibilize o respetivo processo compensatório. Aliás, importa referir que caso se defendam em regulamento próprio para a não retribuição do valor indevidamente cobrado, prevê claramente a Constituição da República Portuguesa o princípio da hierarquia das Leis, perdendo esse argumento a sua validade à luz do Art.º 9º da Lei 47/2014 de 28/07 da Lei de Defesa do Consumidor. Sem mais, aguardo resposta.Tendo depois obtido a seguinte resposta:Ex.mo(a) Senhor(a), Acusamos a receção da nova comunicação de V. Ex.ª. Reiterando a resposta anteriormente remetida, lamentamos informar não ser possível proceder ao reembolso solicitado. Acrescentamos ainda que, de acordo com as Condições Gerais de Transporte dos Serviços da CP se o passageiro não utilizar o título de transporte por motivo alheio ao operador, não há lugar a reembolsos de bilhetes simples ou zapping. As referidas condições podem ser consultadas no site da CP em WWW.CP.PT ou em qualquer dos Gabinetes de Apoio ao Cliente da CP. Lamentando uma vez mais o sucedido, endereçamos os nossos melhores cumprimentos.Ora, existindo de facto um abuso na cobrança de um valor por um serviço não prestado, solicito o vosso acompanhamento.Obrigado.CumprimentosJoão Nunes

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Reclamação arranjo da caldeira

Contactei esta empresa, porque tenho a minha caldeira a perder água. Vieram no dia seguinte, após o contato e não conseguiram arranjá-la, porque era necessária uma peça, cobraram-me 86,10 euros (30 pela deslocação, sendo a empresa a 2 kms de minha casa e 40 de mão de obra) e a caldeira ficou pior. Tentaram vender-me uma caldeira nova, mas eu disse que não estava interessada e ficaram de me dar o valor da peça no dia seguinte, o dia da vinda cá a casa foi no dia 29/12, esperei até dia 11/01 liguei para a empresa não sabiam de nada, ficaram de me ligar no dia seguinte, mas não o fizeram. Dia 14/1 liguei a reclamar e ligaram-me no dia seguinte a dizer que a peça custaria 262 Euros mais a mão de obra. Até hoje continuo com a caldeira a perder água, tendo que ter a torneira de segurança fechada, porque ficou francamente pior após a manipulação do técnico.

Encerrada

Problema com preço da consulta

Ex.mos senhores venho expor o seguinte o meu marido marcou uma consulta para ortopedia pela ADSE a qual ficava por 3.99€como explicou na sua reclamação, a quando da sua consulta de ortopedia, o medico pediu para a alteração de (danos corporais)sabendo como funcionam os hospitais e sabendo das nossas possibilidades de pagamento, perguntou no ato de alteração se tinha custos adicionais, tendo me sido dito que não, tendo então feito a consulta, quando se dirigiu ao balcão para pagar apresentaram a conta de 120 €ele disse a menina que havia qualquer erro pois a pessoa a quem perguntou no ato da alteração disse que não tinha custos adicionais.Perguntou pela pessoa responsável pela recepção tendo lhe sido dito que vinha muito mais tarde que podia reclamar através de um formulário e foi o que ele fez, so passado meses é que recebeu a resposta.Quero perguntar o seguinte, o erro não foi dele ele paga sim a consulta que pediu como disse sempre que pagava , tem consigo a msn que mandaram da confirmação da consulta, a resposta da parte do hospital a dizer que a colega que forneceu a informação errada pede imensa desculpa pelo erro como podem confirmar.Suspenderam me os serviços e ameaçar com o tribunal.Gostaria de saber se o meu marido tem que pagar por um erro que nao foi deleo meu muito obrigada

Encerrada
A. S.
01/01/0001

Reclamação por negação de acesso a docmento

O meu nome é Anabela Maria de Sousa e Silva, sou de Santo Tirso e venho por este meio colocar uma questão relativamente á minha situação que irei especificar. Eu estava a trabalhar em uma empresa de Santo Tirso desde 29 de Junho de 2015, nomeadamente a CSM Ibéria através da empresa de trabalho temporário Randstad ( NIF: 503299006), e tive dores no pulso poucos meses depois, a empresa marcou uma consulta com a Clitirso, situada também em Santo Tirso, que é a clínica associada á empresa e seguradora também. Nessa consulta foi me dito que teria uma Tendinite no pulso esquerdo derivada ao esforço no trabalho dessa empresa, mas na altura o médico simplesmente me informou da minha situação, dizendo para simplesmente colocar creme e voltar a trabalhar. Há cerca de 4 meses num exame feito exterior á clínica e á empresa, vim a descobrir que esse mesmo problema se agravou passando a um quisto, entre outras coisas. Agora no passado dia 28 de Novembro essa empresa me despediu então dirigi-me ao Tribunal do trabalho, para saber os meus direitos relativamente a este acidente de trabalho acontecido na empresa embora já não estivesse a trabalhar na empresa. No Tribunal do Trabalho informaram-me que necessitavam do relatório clínico da consulta em questão que tive na Clítirso, e que se o fosse pedir á clínica que tinha direito a ter acesso ao mesmo. Hoje dirigi-me então á Clítirso e fiz então o pedido do relatório dessa mesma consulta, em primeiro lugar diziam que não percebiam o que eu queria, quando eu disse que me tinham dito no tribunal do trabalho que podia pedir disseram me então que quem poderia ter acesso era a empresa e não eu porque a consulta foi pedida através da empresa, depois de muita insistência disseram que me forneciam o relatório mediante a marcação de uma consulta na clínica com o médico que me teria atendido na outra consulta, e que aí pedia directamente ao médico o relatório, mas o problema de ir por essa forma é que ao marcar a consulta terei que a pagar como uma consulta normal só para ter aceso a um simples relatório clínico. Então, por isso estou a entrar em contacto com vocês porque realmente acho um absurdo não poder ter acesso a um relatório clínico, que é de uma consulta minha, são os meus dados, é o meu acidente de trabalho, e está-me a deixar bastante revoltada quererem que eu pague por este acesso. Exposto isto, a minha questão perante vocês é se por lei tenho direito ou não a ter acesso a este relatório clínico, ou se só a empresa têm, e se realmente tenho que pagar o valor de uma consulta simplesmente para obter um papel que é a cópia das notas colocadas pelo médico relativamente a dita cuja consulta.

Encerrada

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