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Violação de direitos do consumidor no sistema de caixas self-service (Loja IKEA de Loures)
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao funcionamento do sistema de pagamento na loja IKEA de Loures, nomeadamente pela inexistência de caixas assistidas e pela imposição prática do recurso exclusivo a caixas self-service, sem alternativa efetiva para o consumidor. Embora exista apoio humano junto às caixas automáticas, o mesmo é manifestamente insuficiente, não permanente e incapaz de garantir um acompanhamento adequado, o que resulta na transferência indevida de responsabilidades operacionais para o cliente. Esta prática levanta sérias preocupações do ponto de vista legal e dos direitos do consumidor, uma vez que: -elimina a liberdade de escolha na forma de pagamento; -prejudica consumidores idosos, pessoas com deficiência, limitações motoras ou dificuldades tecnológicas, podendo configurar uma falta de acessibilidade e tratamento desigual; -impõe ao consumidor tarefas que fazem parte do processo interno da empresa, sem formação, sem meios adequados e sem apoio contínuo. Mais grave ainda, tem-se verificado a prática de acusação explícita de furto a clientes quando ocorre algum erro involuntário no registo dos artigos nas caixas automáticas. Estes erros são previsíveis e inerentes a um sistema em que o próprio comerciante opta por substituir trabalhadores por autoatendimento. Tal conduta é inaceitável e juridicamente reprovável, porquanto: -viola o princípio da boa-fé nas relações de consumo; -presume indevidamente a má-fé do consumidor; -cria um ambiente de intimidação, constrangimento e desconfiança; -pode configurar uma prática comercial desleal, nos termos da legislação de defesa do consumidor. A responsabilidade pelo correto funcionamento do sistema de venda é do comerciante, não podendo ser transferida para o consumidor nem justificar abordagens que equiparem erros involuntários a tentativas de furto. Nos termos da legislação aplicável à defesa do consumidor, o cliente tem direito a: -um atendimento adequado, digno e respeitador; -informação clara e apoio suficiente durante o processo de compra; -não ser sujeito a suspeitas ou acusações injustificadas decorrentes de falhas de um sistema imposto pelo comerciante. Face ao exposto, solicito a intervenção das entidades competentes para que a IKEA: -disponibilize caixas assistidas ou uma alternativa real e funcional; -assegure apoio humano permanente, suficiente e eficaz nas caixas; -cesse qualquer prática que trate erros de registo como comportamentos ilícitos. Esta reclamação visa a reposição do equilíbrio na relação de consumo e o respeito pelos direitos legalmente consagrados dos consumidores. Com os melhores cumprimentos,
Veículo entregue
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente a uma situação ocorrida na aquisição de um veículo automóvel em Portugal. Celebrei um contrato de compra e venda de um veículo automóvel junto de um stand, tendo o financiamento sido tratado no próprio estabelecimento. O crédito foi apresentado pelo vendedor como aprovado, tendo eu procedido ao pagamento de entrada em dinheiro, após o que o veículo me foi entregue. Decorridos cerca de 3 a 4 dias após a entrega do veículo, fui contactado pelo stand com a informação de que, afinal, o crédito teria sido recusado, situação essa que me causou surpresa e grave constrangimento, uma vez que a entrega do veículo ocorreu com a indicação expressa de que o financiamento se encontrava aprovado. Esta atuação gerou insegurança jurídica, perturbação pessoal e prejuízo na minha vida quotidiana, configurando, no meu entendimento, uma prática comercial suscetível de enquadramento como informação enganosa, nos termos da legislação de defesa do consumidor, bem como fundamento para responsabilidade civil por danos não patrimoniais, nomeadamente pelo constrangimento, ansiedade e instabilidade causados. Solicito, assim, o apoio da DECO PROteste para: • Análise jurídica do contrato de compra e venda e da documentação associada ao financiamento; • Avaliação da legalidade da atuação do stand após a entrega do veículo; • Enquadramento dos factos em matéria de práticas comerciais desleais; • Apreciação da existência de fundamento para pedido de indemnização por danos morais/constrangimento; • Eventual mediação com o stand para resolução do conflito nos termos legais. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação relevante, incluindo contratos, comprovativos de pagamento e comunicações trocadas com o vendedor.
O Artigo Veio com Defeito
Olá, Venho por este meio reclamar o facto de ter comprado umas Sapatilhas Ralph Lauren Heritage Court branco preto que vieram com defeito. No couro a frente na sapatilha vem com relevo o couro não vem liso trás um defeito de fabrica. Já contactei a empresa e até hoje não me resolveram o assunto não me deixam fazer devolução quando eu não tenho culpa de ter comprado um artigo com defeito.
Opção de pão sem glúten não "permitida" para Whopper Veggie
O restaurante oferece opção de pão sem glúten mas não permite a venda de Whopper Vegetariano com pão sem glúten. Qual a razão de tamanha estupidez? O pão está lá, disponível, mas só posso comprar com um Whopper de carne? Perguntei à atendente de caixa e à supervisora e ambos afirmaram que estão impedidos de vender Whopper Vegetariano no pão sem glúten? Como assim, Burger King?? Que coisa ridícula é essa? Em pleno 2025, uma pessoa com restrições de dieta que poderia ter seu pedido atendido, simplesmente não pode porque "não é permitido"??? Solicito que essa "regra" obtusa seja removida, em consideração aos clientes. É vergonhoso eu precisar solicitar tamanha obviedade.
CARTÃO PRESENTE
Comprei uma blusa com um cartão presente físico no website da MANGO. Como não gostei da blusa, troquei a blusa na loja MANGO das Amoreiras. O valor da blusa foi enviado de volta para um cartão presente, que nem sei qual é porque quando comprei a blusa, utilizei todo o plafond do cartão físico, destruí e joguei-o no lixo. Resumindo, não consigo utilizar o cartão presente enviado por mail na devolução porque enviaram um número de cartão e não enviaram o CVV. Assim sendo, fui à loja tentar resolver o meu problema e me disseram que eu deveria entrar em contacto com o website porque eles não conseguiam resolve-lo. Entrei em contacto com o chat do website mas mais uma vez não consegui resolver o meu problema. Então entrei em contacto com a MANGO por mail e expliquei o meu problema. Para a minha surpresa a resposta foi de que não havia solução, se eu não tenho o CVV do cartão, o dinheiro fica "perdido" e obviamente para a MANGO (imagino quanto dinheiro fica "perdido" por questões relacionadas com cartões presentes na MANGO). Após cerca de uma dezena de mails trocados com a MANGO sem sucesso, pedi que me enviassem um link para fazer uma reclamação formal e o mesmo me foi negado. Me disseram que a única maneira de reclamar seria através destes mails e que não poderiam fazer mais nada para resolver o problema. Assim sendo, venho por este meio fazer esta reclamação formal, de modo a ver se algum superior me resolve o problema. Obviamente poderiam resolver a questão, transferindo este valor (que me pertence e cujos comprovativos tenho todos) para um novo cartão presente com CVV, mas pelos vistos não o querem faze-lo.
Instalação de equipamento de ar condicionado
Exmos. Senhores, No dia 20 de Novembro desloquei me à Rádio Popular de Abrantes, onde comprei um ar condicionado com instalação de oferta. O equipamento foi me entregue logo no dia 22 de Novembro. Mas a instalação faz-me pensar que andam a gozar com consumidor, neste caso comigo. Marcaram para dia 12 de Dezembro o que eu achei muito tempo, mas compreendi porque os serviços nem sempre correm como queremos. No início da semana desse dia ligaram-me a dizer que tinha de ser desmarcado por estar a chover, embora ficar triste compreendi. Achei que me marcassem logo de seguida e nada, liguei onde não tinham data prevista. Ligaram-me no dia 17 de Dezembro a dizer que só tinha vaga para 16 de Janeiro de 2026. É um absurdo, comprei o equipamento dado o frio que tem estado na minha localidade, tive de pedir aos meus sogros para uma pessoa da família lá ficar, dado não ter condições por causa da temperatura. Agora dois meses ou quase isso é abusarem. No meu pensar a empresa não quer é vir da Covilhã à sertã e passam outras pessoas a minha frente. Assim a empresa de instalação colocou férias até janeiro e a Radio popular não arranja solução.
Desumidificador funciona muito mal
O aparelho desumidificador que aparece em sites supostamente fidedignos como sendo a melhor escolha e com um desempenho e classificação energética A não passa de uma grande mentira. Vivo em Sintra e estou numa casa com bastante humidade. Depois de experimentar durante 60h (com interrupções) em full power não tenho mais do que 4 dedos de altura de água. Ou seja 1/3 do depósito. Tenho as roupas frias de humidade, os móveis a criar bolor, a humidade a escorrer pela janela e porta, etc... E depois tenho respostas de um comercial, que atira com areia aos olhos a dizer para aumentar a temperatura do quarto para 28°(para que precisaria eu de um desumidificador com essa temperatura num país como Portugal?!) e ventilar o quarto. Quando além de não fazer o mínimo sentido o que diz, não é isso que vem no manual. No manual pede para ter portas e janelas fechadas, e falam numa temperatura ideal para funcionamento de 15°. Ora em termos de temperatura variou entre os 12-17. Mas a maior parte do tempo entre os 15-17. E percentagem de humidade entre 88 e 90 e pouco. Nunca foi abaixo disso. Ou melhor, apenas 1 vez por pouco tempo, esteve a 79%. Já por várias vezes pedi para devolver o aparelho e ser ressarcida do valor e esse senhor vem sempre com a mesma conversa que contradiz o que vem no manual. Uma resposta previamente feita, de quem nem sequer se dá ao trabalho de ler os mails dos clientes. E ridiculamente sugeriu primeiro uma devolução de 5% do valor de um aparelho que não vou usar mais, pois não serve, e agora 7%. Apenas serve para gastar dinheiro em eletricidade e ocupar espaço. Pretendo enquanto consumidora exercer o meu direito de devolução do aparelho e ser ressarcida do valor que paguei pelo mesmo.
Veículo danificado
No dia 28 de novembro, deixei o meu veículo automóvel, matrícula 60-NI-93, na empresa roady santa iria da azóia, para realização de uma revisão normal, pela qual paguei 102+1,99. No momento em que fui buscar o carro e ao ligá-lo ainda nas instalações da oficina, surgiu de imediato a luz de avaria do motor no painel, situação que não existia antes da revisão. Informei imediatamente o funcionário que estava no balção, tendo-me sido dito posteriormente que existia uma "observação" interna que o veículo ja teria entrado com essa avaria, o que não corresponde à verdade, pois tal seria acrescentado por mim aquando da entrega do carro, caso existisse. Perante a situação e a tentativa de me ser cobrado um valor acerca de 600 euros por alegados problemas mecânicos que eu mesma comuniquei, optei por levar o carro comigo. Dois dias depois, levei o carro a um mecânico, que verificou que as fichas do motor encontravam-se desligadas. Apesar de inicialmente o problema estar resolvido, a luz de avaria voltou a surgir tendo sido posteriormente detetado que o motor principal se encontrava danificado. Até ao momento, já tive um prejuízo de 290 euros referentes a diágnostico, mão de obra e reparações efetuadas por outro mecânico, e fui ainda informada da necessidade de uma reparação adicional de 600 euros, prejuízos estes que surgiram exclusivamente após a intervenção indevida e falta de profissionalismo, resultando em danos no meu veículo em elevados prejuízos financeiros, motivo pelo qual solicito averiguação da situação e a responsabilização da empresa pelos danos causados. Aguardo resposta e resolução adequada.
reparaçao de uma viatura
A viatura deu entrada na oficina, no passado dia 13 de dezembro, para diagnóstico de uma avaria sob a garantia Leasy. Desde essa data, a vossa conduta tem-se pautado por um silêncio e inércia inadmissíveis. Não só não recebi qualquer comunicação proativa sobre o estado do processo, como as minhas repetidas tentativas de obter esclarecimentos se revelaram infrutíferas, denotando uma profunda desorganização e desconsideração pelo cliente. Sublinho que apenas a partir do17 de dezembro se verificou algum avanço, e tal deveu-se única e exclusivamente à minha persistente e contínua pressão junto de ambas as entidades – a vossa oficina e a gestão da Garantia Leasy.
Roupeiro danificado
Venho por este meio pedir pra ajudar a solucionar o problema, comprei um roupeiro com espelho, que o mesmo veio partido,e outra peça da parte superior danificado, a entrega foi feita a porta ,sem qualquer possibilidade de abrir,até pq a transportadora(entregador saiu as pressas)sem dar oportunidade de conferir.entrei em contacto com a loja,mas não se disponibilizaram em trocar as peças, e esperei mais de 1 mês para receber o roupeiro.,peço que me ajudem a solucionar o problema.
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