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Recusa de emissão de 2ª via Fatura
Ontem, dia 1 de agosto, adquirimos uma T-shirt Petronas Mercedes na loja Adidas do Centro Comercial Norteshopping, com o intuito de oferecer. Pretendíamos comprar o tamanho 3XL, mas os funcionários persuadiram-nos de que o 2XL serviria, alegando que os tamanhos eram amplos. Concordámos, comprámos a peça e fomos muito bem atendidos. Hoje, quando a prenda foi entregue, percebemos que afinal não servia. Voltámos à loja para tentar trocar por um tamanho maior, se houvesse disponibilidade. No entanto, como não conseguimos encontrar a fatura, solicitámos uma 2.ª via. Fomos surpreendidas com a recusa da sua emissão, apesar de termos oferecido comprovativo de pagamento e o NIF da empresa associado à compra. Para além da recusa, ainda ouvimos comentários desagradáveis, insinuando que perder uma fatura é como perder dinheiro. Tentamos que aceitassem uma fotografia de fatura, foi-nos ainda assim, recusado. Trabalho como secretária administrativa e, em vários anos de carreira, nunca assisti a uma recusa em emitir uma 2.ª via de fatura, especialmente tratando-se de uma compra em nome de empresa, em que o documento é obrigatório para a contabilidade. Não encontro qualquer justificação para esta postura dos funcionários e gerente da loja. Por tudo isto, exijo a emissão urgente da 2.ª via da fatura e, de seguida, o reembolso do valor pago e a emissão da respetiva nota de crédito. Depois desta experiência, não tenciono voltar a fazer compras nesta empresa.
Produto com indicação errada
Exmos. Senhores No dia 22 de Maio de 2026 enviei email dirigido a boostplus@sonaemc.com sobre um produto restaurador de faróis que não produziu o efeito pretendido referindo eu que após releitura mais atenta me parecia que as instruções. não estariam corretas. Recebi resposta de: apoio cliente@continente.pt dizendo-me que poderia devolver o produto, mas as instruções estavam corretas. Pedi uma resposta técnica do fabricante e não administrativa, porque entretanto fiquei com a certeza que as instruções estariam erradas, e queria uma confirmação oficial da empresa comercializadora. Após várias tentativas para obter uma resposta, não o consegui. Pretendo utilizar o restante produto mas com as indicações de utilização corretas. Não sei como pressiona-los para obter uma resposta. Meus cumprimentos J.R.
Obras não terminadas
A empresa Make obras, não terminou a minha obras. Um prédio construido de novo e chove lá dentro. Também não faculta os documentos necessários para a emissão dos Certificados
Recusa de reembolso
Exmos. Senhores, Sou subscritora da DECO PROteste e venho solicitar o vosso apoio jurídico e eventual intervenção num conflito de consumo com a Foot Locker, relativamente à recusa de reembolso de um produto que devolvi através da UPS. Efetuei uma compra online na Foot Locker, referente ao pedido nº 31903510303390222592. Posteriormente, procedi à devolução do produto utilizando o procedimento de devolução disponibilizado pela própria Foot Locker, através da UPS. O número de rastreamento da devolução é 1Z034A1Y9197853777. Declaro que coloquei o produto dentro da embalagem antes de a entregar à UPS para devolução. Segundo informação posteriormente fornecida pela UPS, a remessa foi entregue à Foot Locker no dia 9 de julho de 2026. Após a devolução, entrei em contacto com a Foot Locker para obter informações sobre o estado da minha devolução. Foi apenas no dia 27 de julho de 2026, depois de eu própria ter contactado a empresa, que fui informada de que a Foot Locker alegava ter recebido a embalagem vazia, sem o produto no seu interior. Contestei imediatamente essa alegação, uma vez que o produto foi colocado por mim dentro da embalagem antes de esta ser entregue à UPS. Solicitei à Foot Locker provas e informações que justificassem a recusa do reembolso, incluindo o peso da encomenda no momento da receção, fotografias da embalagem, informações sobre o seu estado e eventuais registos ou relatórios relativos à inspeção. Inicialmente, a Foot Locker informou que a embalagem teria chegado completamente vazia e sem sinais externos de violação, dano ou abertura, recusando o reembolso e informando que não iria iniciar uma investigação junto da UPS. Posteriormente, após novas solicitações minhas, a Foot Locker enviou-me fotografias da embalagem, alegando que esta se encontrava vazia. Informou também que não pesou a embalagem no momento da receção, por considerar que não havia conteúdo no seu interior e que o peso seria praticamente nulo. Entretanto, contactei diretamente a UPS para tentar esclarecer o sucedido. A UPS informou-me por escrito que a remessa 1Z034A1Y9197853777 foi registada durante o processo logístico com um peso de 1,0 kg. A UPS confirmou também a entrega da remessa em 9 de julho de 2026. A UPS informou inicialmente que não poderia abrir uma investigação formal, alegando que a comunicação relativa ao alegado conteúdo em falta teria sido apresentada fora do prazo aplicável. Expliquei que só tive conhecimento da alegação de que a embalagem teria chegado vazia no dia 27 de julho de 2026, quando a Foot Locker me informou dessa situação, depois de eu própria ter procurado informações sobre a devolução. A situação permanece sem esclarecimento. Por um lado, a Foot Locker afirma que recebeu uma embalagem vazia e que, por esse motivo, não efetuou uma pesagem no momento da receção. Por outro lado, a UPS confirmou por escrito que a encomenda foi registada com 1,0 kg durante o processo logístico. Reconheço que o registo de peso da UPS, por si só, não permite determinar exatamente quais eram os conteúdos da embalagem naquele momento. No entanto, considero que é um elemento relevante que deve ser analisado para esclarecer o que aconteceu com o produto e em que momento este alegadamente deixou de estar dentro da embalagem. A Foot Locker mantém a recusa do reembolso e não apresentou, até ao momento, elementos que permitam determinar em que circunstâncias o produto terá desaparecido ou em que momento a embalagem terá ficado vazia. Desta forma, solicito à DECO PROteste: 1. A análise jurídica da situação e dos meus direitos enquanto consumidora; 2. A avaliação da responsabilidade da Foot Locker relativamente à devolução e à recusa do reembolso; 3. A vossa orientação sobre a relevância do registo de peso de 1,0 kg fornecido pela UPS; 4. A avaliação da questão relativa ao prazo alegado pela UPS para apresentação de reclamações, considerando que eu só fui informada pela Foot Locker sobre o alegado desaparecimento do produto em 27/07/2026; 5. Se possível, a intervenção da DECO PROteste junto da Foot Locker para solicitar a reavaliação do caso e a resolução do conflito. Tenho disponíveis para anexar todos os documentos relevantes, incluindo o comprovativo da compra, comprovativo da devolução, informações de rastreamento da UPS, comunicações com a Foot Locker, fotografias da embalagem fornecidas pela Foot Locker, a resposta da Foot Locker recusando o reembolso e a comunicação escrita da UPS confirmando o registo de peso de 1,0 kg. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo a vossa análise e orientação sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Jessica Vieira
Falta de Profissionalismo
Exmos senhores, No final de junho efetuei uma reserva através da plataforma da Hyundai para a revisão dos 60.000 km, tendo posteriormente recebido a confirmação da marcação para o dia 31 de julho. No dia 20 de julho, após me terem solicitado novamente os meus dados por e-mail, informação essa que já tinha sido previamente introduzida na plataforma da Hyundai, responderam-me informando que o serviço apenas poderia ser realizado no dia 21 de agosto. Nesse mesmo dia respondi de imediato, informando que não tinha disponibilidade para essa data. Após essa resposta, nunca mais obtive qualquer contacto ou esclarecimento. No entanto, no dia 29 de julho, recebi um lembrete automático a confirmar a marcação para o dia 31 de julho, o que naturalmente me levou a concluir que esse agendamento se mantinha válido. Nesse mesmo dia enviei ainda um e-mail a solicitar confirmação da marcação, ao qual, uma vez mais, nunca obtive resposta. Adicionalmente, tentei contactar a central de marcações por telefone nos dias 27 e 29 de julho, permanecendo cerca de 20 minutos em espera em cada uma das chamadas, sem que ninguém atendesse. Face a todas estas indicações, organizámos a nossa agenda em função da marcação. O meu namorado teve inclusivamente de tirar um dia de férias para poder levar o veículo à oficina. Quando se deslocou às instalações no dia 31 de julho, fomos informados de que afinal a revisão não estava agendada, sendo-nos explicado que "a Hyundai não pode confirmar logo a reserva". Esta justificação é, no mínimo, incompreensível. O cliente recebe uma confirmação de marcação, recebe um lembrete automático poucos dias antes, não obtém resposta aos e-mails nem às chamadas telefónicas e, no final, descobre que afinal nunca existiu qualquer agendamento efetivo. É inaceitável que um serviço de aproximadamente 600 € seja acompanhado por um nível de atendimento tão pouco eficiente e profissional. Independentemente da articulação existente entre a Hyundai e os seus parceiros, essa falta de coordenação não pode ser transferida para o cliente, que cumpriu todos os procedimentos solicitados e viu o seu tempo desperdiçado devido à ausência de comunicação. Todas as datas que me foram propostas posteriormente, quer em Guimarães quer em Braga, são incompatíveis com a minha disponibilidade. É completamente inaceitável que, após um erro exclusivamente da vossa responsabilidade, seja eu a ter de suportar as consequências, incluindo a necessidade de tirar mais um dia de férias para realizar uma revisão que já deveria ter sido efetuada. Segue anexo comprovativos. Acrescento ainda que o email que está disponível de apoio ao cliente da oficina em causa não está atribuido (apoio.cliente@mcostas.pt). Espero que seja apresentada uma solução que compense o prejuízo e o transtorno causados, compatível com a falta de profissionalismo demonstrada ao longo de todo este processo.
Conta permanentemente suspensa injustamente
A minha conta foi suspensa pela Vinted sem qualquer aviso prévio ou motivo claro. Sou estudante universitária e, devido à dificuldade em encontrar trabalho este verão, optei por vender algumas roupas que já não uso para conseguir algum dinheiro extra. Ontem, dia 30 de julho, quando acedi à app percebi que a minha conta estava bloqueada sem qualquer mensagem de alerta ou avisos posteriores. Reclamei e apenas me disseram que iam avaliar o caso em cerca de cinco dias. Estou à 20 horas sem resposta alguma. Com esta suspensão, uma encomenda que tinha em andamento foi automaticamente cancelada sem que eu pudesse sequer explicar ao comprador o que aconteceu. Além disso, fiquei sem acesso ao estado de outras encomendas, que estão agora sem acompanhamento por minha parte. Perdi 7 euros devido à encomenda cancelada — pode parecer pouco, mas para mim tem bastante impacto. Ao questionar o motivo da suspensão, informaram-me que se devia a uma possível suspeita sobre um produto, mas tenho provas de que o artigo (uma saia) é totalmente legítimo, pois fotografei todos os detalhes e etiquetas importantes. Além dos problemas com as encomendas, utilizei "bumps" pagos para promover os meus anúncios, que estão a ser gastos mesmo sem eu conseguir aceder à conta e tirar partido deles. Só peço que a situação seja resolvida rapidamente e a minha conta seja reposta, pois trata-se da minha única fonte de rendimento neste momento e esta suspensão inesperada já me prejudicou financeiramente, tanto nas encomendas como nos "bumps" pagos desperdiçados.
Problema na segurança no carrinho Kinderkraft
Exmos. Senhores, No dia 07-02-2026 adquiri no site oficial da Kinderkraft em Portugal um sistema de carrinho de bebé (Kinderkraft Nea 2) e um sistema de cadeiras auto com sistema isofix (ENDURA SAFE Modular System). A escolha destes produtos deveu-se especificamente porque ambos são apresentados pela marca como sendo totalmente compatíveis entre si. No entanto, após o nascimento da minha bebé em junho-2026, e com a utilização do sistema detetei que, quando a cadeira auto é colocada na estrutura do carrinho, a minha bebé fica numa posição claramente não anatómica e potencialmente insegura. Como é possível verificar nas fotografias e no vídeo que envio em anexo, a cabeça da bebé fica significativamente mais baixa do que os pés, colocando-a numa posição quase de cabeça para baixo. Esta situação verifica-se mesmo com o redutor para recém-nascidos colocado. Sem o redutor, o problema torna-se ainda mais evidente, ficando a bebé praticamente deitada de cabeça para baixo, o que não é, de todo, a posição recomendada para um recém-nascido. Esta situação foi observada e considerada preocupante por vários profissionais de saúde, nomeadamente pediatras, enfermeiras especialistas em pediatria e uma fisioterapeuta pediátrica, que alertaram para o facto de esta posição poder comprometer o alinhamento adequado da cabeça, do pescoço e da coluna, além de não corresponder à posição fisiológica esperada numa cadeira auto corretamente instalada no carrinho. Além disso, referiram ainda que a posição em que a bebé se encontra quando a cadeira está acoplada ao carrinho pode agravar sintomas de refluxo ou causar RISCO DE ENGASGAMENTO. Escolhi estes produtos precisamente porque a Kinderkraft informa que são compatíveis. Contudo, a posição em que a bebé fica quando o ovo é montado no carrinho leva-me a questionar seriamente essa compatibilidade, ou a eventual existência de um defeito de fabrico ou de conceção. Tentei enviar reclamação para o formulário oficial da marca mas apenas obtive resposta automática do site e tentei contactar a linha de apoio ao cliente (tanto o número espanhol como o polaco) e nunca me atenderam. Assim, solicito que esta situação seja analisada com a máxima urgência e que me seja feita a devolução do valor da encomenda para eu poder proceder à compra de um novo sistema, adequado e seguro para a minha bebé. Sendo esta uma questão diretamente relacionada com a segurança de um recém-nascido, agradeço uma resposta célere. Cumprimentos.
Produto recebido defeituoso e dificuldades no processo de reembolso
No dia 9 de Julho de 2026 eu efetuei a compra (Nº do pedido: 3074681146705922) de 4 lâmpadas com sensores de movimento (https://pt.aliexpress.com/item/1005008688503389.html?gatewayAdapt=glo2bra), além de outros itens na Aliexpress, sendo que as lâmpadas foram adquiridas especificamente do vendedor Shop1102777072 Store (https://pt.aliexpress.com/store/1102777072?spm=a2g0o.detail.0.0.210bSzWkSzWkN4). Quando finalmente as recebi, no dia 23 de Julho de 2026, notei que todas as quatro lâmpadas não funcionam. Sendo que, na verdade, pareciam se tratar de simulacros do produto encomendado. Uma completa fraude e golpe perpetrado pelas duas empresas em causa. Ainda no dia 23 de Julho de 2026 eu tentei fazer uma reclamação junto à Aliexpress, sem sucesso, porque o site não tem meios de contato direto o que viola as normas de operação para qualquer e-commerce na União Europeia e em Portugal. Então às 11:14:04 eu pedi reembolso dos referidos produtos e, como solicitado, enviei um vídeo demonstrando que os mesmos não funcionavam. Às 23:32:44 o vendedor propôs me devolver 1/4 do valor pago, o que, mais uma vez, só demonstra se tratar de um golpe gerido e suportado pela Aliexpress, uma clara violação aos meus direitos como consumidor. O que prontamente eu recusei. No dia 30 de Julho de 2026 às 17:14:53, 7 dias depois de pedir o reembolso e 1 dia depois do prazo estipulado pela própria Aliexpress em seu Termos e Condições para que o vendedor fornecesse uma morada de devolução, outra clara violação dos meus direitos o vendedor e a Aliexpress estão a exigir que eu pague os portes para efetuar a devolução de um engodo, portes que custam mais que os produtos falsos enviados pelo vendedor. O que mais me surpreende é que todo o processo que permitiu que eu fosse vítima desse golpe foi suportado e apoiado pela empresa Aliexpress, que ao invés de reconhecer o problema e tentar tratá-lo da forma adequada exigida pela legislação da União Europeia e de Portugal foi cúmplice. Tendo disto tudo isso, comunico que estou a fazer a devida queixa à Direção-Geral do Consumidor, à Direção-Geral da Justiça e dos Consumidores (DG JUST) e ao Centro Europeu do Consumidor (CEC) informando-lhes sobre o golpe perpetrado pela Aliexpress e a Shop1102777072 Store - já que, apesar de operar em Portugal, a Aliexpress não possui um Livro de Reclamações como é exigido a qualquer empresa que opera no país.
Incumprimento da devolução de sinal por cancelamento de contrato de pré-reserva
No dia 3/Julho/25 assinei um contrato de pré-reserva de um apartamento T0+1 num novo empreendimento designado Ribamar, da empresa espanhola Aedas Homes, através da sua representante em Portugal - Garvetur, aparentemente o escritório de vendas do empreendimento. Com a assinatura desse contrato, foi feito, no mesmo dia, um pagamento de um sinal no valor de 15.000€. Posteriormente, no dia 5/Ago do mesmo ano, isto é cerca de 1 mês depois, procedemos a um aditamento ao contrato original, para substituição da reserva do T0+1 por um apartamento T1+1. Esta alteração ficou oficialmente contratada a 8/Ago. Esta pré-reserva viria a ser confirmada a 8/Set, por uma empresa designada AHLC - Promoção Imobiliária, identificada no contrato como promotor, num contrato de Reserva. Nesta altura, era anunciada uma calendarização da obra com o inicio de construção previsto para o 1º trimestre de 2026 e a data de entrega do apartamento para o primeiro semestre de 2030. Em Abril deste ano, desloquei-me pessoalmente ao escritório de vendas para confirmar que se mantinha o calendário inicialmente anunciado, tendo tido a confirmação de que não havia nenhuma alteração aos planos iniciais. Ate aqui, nada disto é matéria de reclamação, apenas informação de contexto. No dia 24/Abr, apenas poucos dias após o meu contacto pessoal, fui surpreendido por um email (não um email de caráter pessoal, mas um mailing standard presumo eu enviado a todos os clientes com contratos de reserva asinados) a anunciar um novo calendário em que a obra estava agora prevista iniciar-se em Abril de 2027, isto é, cerca de 1 ano mais tarde do que o inicialmente previsto, e a solicitar a a minha assinatura de concordância com o novadats prevista para a assinatura do CPCV. Face a estas significativas alterações de calendário, mas sobretudo pelo desagrado quanto à forma impessoal, automática e insuficiente desta comunicação (só após um pedido de esclarecimentos fui informado que afinal a data de conclusão e entrega do apartamento estava agora prevista para 2030, e já não em 2028), decidi solicitar o cancelamento do meu contrato de pré-reserva. Esse cancelamento foi confirmado contratualmente a 30/Jun/26, estando nele explicitamente estabelecido que "a proprietária procederá à devolução do montante entregue a título de pré- reserva, sem qualquer penalização pela desistência dos clientes, efetuando a transferência bancária para a conta indicada pelos CLIENTES, no prazo máximo de 1 mês a contar da assinatura do presente documento, do montante de QUINZE MIL EUROS (15.000,00€)". Tendo esse prazo já expirado, estando portanto perante um incumprimento contratual, venho apresentar esta reclamação, solicitando do contratante incumpridor a respetiva reparação do impacto deste incumprimento.
Campanha da Peugeot
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Olá a Peugeot está realizando uma campanha de modernização do seu produto (motor) mas infelizmente no meu caso não foi realizada a reparação ou modernização da junta, pelo que saiba isto é de fabricação o erro da junta, e é a grande dor de cabeça desses motores, continuo cm o carro a Deitar óleo l, conforme as imagens em anexo. Então saber como é que fica esta situação que é erro da Peugeot e não do cliente. Simplesmente só foi feito actualização de software no carro. Cumprimentos.
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