Reclamações públicas

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A. C.
01/01/0001

Contratos vitalicios

O motivo da minha queixa é basicamente o querer cancelar um contrato da qual me dizem que é vitalícia, coisa que pelo entendi é ilegal. Gostaria imenso de desfazer me deste contrato pois não usufruio por não ter nenhum tipo de regaliasÉ de salientar que neste contrato estão 4 pessoas que em conjunto queremos cancelar.

Encerrada
J. T.
01/01/0001

Burla Keyclub

No dia 22 de maio de 2007 ligaram-me a disser que tinha ganho um prémio, seria um fim de semana, apenas tinha de me deslocar a um hotel da zona. Assim o fiz, depois de passar várias horas numa sala foi me oferecido um produto do qual podia desistir a qualquer momento e o valor pago seria devolvido. Depois de pagar durante algum tempo fiquei com problemas financeiros e enviei uma carta a cancelar o contrato (fevereiro 2009). Passados alguns meses comecei a receber cartas com valores para pagar ás quais não respondi. Recebi outro valor para pagar que era de umas anuidades de um cartão do qual não tinha conhecimento. Já me fizeram várias penhoras no ordenado mas depois fiquei desempregado, quando voltei a ter emprego voltaram a penhorar, actualmente só tenho part-time.Agora recebo telefonemas de advogados que exigem que lhes pague a dívida. Propuseram-me um acordo onde pagaria 1500€ e mensalmente 100€ até perfazer cerca de 6000€. O problema é que não tenho o valor é não é justo pagar por um produto do qual não usufrui .

Encerrada

roubo no balneário do ginásio

Roubaram-me o telemóvel e um casaco no cacifo do ginásio que estava fechado com um cadeado. O meu telemóvel é um importante utensílio de trabalho uma vez que sou jornalista. Apresentei uma queixa no livro de reclamações do ginásio e uma queixa na polícia do C.C. Colombo por furto.Falei com o gerente do ginásio por telefone e com o diretor de operações do Solinca. Ambos descartam qualquer tipo de responsabilidade uma vez que, dizem, só cedem os cacifos e não se responsabilizam por qualquer roubo dentro das instalações e que isso está no contrato. De facto está, percebi mais tarde. Alegam ainda que zelam pela segurança dos sócios e dos pertences apesar de não serem obrigados a tal o que, lamentavelmente, não é verdade. Uma total desresponsabilização que, a meu ver, é inadmissível. Questiono-me: será isto legal ainda que salvaguardado pelo contrato? Que medidas são eles obrigados a tomar para zelar pela segurança dos sócios? Com esta total falta de responsabilidade por qualquer coisa que ocorra dentro das instalações, tudo é permitido? Até que me roubem a roupa todos os dias, por exemplo, e nada seja feito? ! Não dará isto liberdade a qualquer tipo de gang para atuar de forma concertada em qualquer ginásio??

Encerrada
V. O.
01/01/0001

Problema com indemnização

No dia 30/07 tinha reservado um voo na companhia aérea Vueling que operava de BCN para OPO às 12:20, o qual foi cancelado por razões da exclusiva responsabilidade da Vueling. Apesar de ter solicitado a mais de 5 pessoas da Vueling em distintos locais no aeroporto de BCN (sempre encaminhado...) a única solução que me ofereceram foi viajar no dia seguinte ou então comprar um voo de outra companhia aérea e solicitar a devolução do dinheiro à vueling. Como devido a razões pessoais e profissionais era para mim imperativo estar no própria dia até às 21:00 no Porto acabei por realizar a reserva de um voo da Iberia BCN-MAD às 17:45 e MAD-OPO às 20:00, chegando desta forma ao Porto às 20:05 hora local. O custo desse voo foi de 580,10€ como tal solicito o reembolso do total do valor total de 717,59€ ou seja, a soma do que paguei pelo voo da Vueling (137,49€ + Voo da Iberia 500,80€). Infelizmente até há data a Vueling apenas me restitui parte do valor (137,49€) e é impossível estabelecer uma via de comunicação com a companhia já que através do call center não respondem ou gerem reclamações relacionadas com cancelamentos de voos e não obtenho resposta às reclamações que envio através do formulário da página da vueling.

Encerrada
J. P.
01/01/0001

Acesso a conta sem autorização

Em 05JUL15 acedi á minha conta bancária e verifiquei um débito de 2206.97 euros com a descrição 2206.97-978-CPR.ESTRANG.do qual não tinha qualquer conhecimento, sendo que estava a chegar do estrangeiro, sendo que o meu primeiro pensamento foi de que o meu cartão tinha sido pirateado.Acalmei-me e achei o valor do débito curioso e fui verificar se teria feito no passado alguma transferência neste valor, o que se confirmou ou seja em 27ABR15 fiz uma tranferência bancária do Totta para o Deutsche bank no valor de 2206.97 euros para pagar a compra de uma viagem no site da Edreams, cuja descrição foi TRF RESERVA 4ZKD2U. Fiz esta transferência depois de ter tentado não conseguido pagar a viagem com o meu cartão de débito. Estou incrédulo com esta situação pois a transferência bancária foi confirmada os bilhetes eletrónicos OK e emitidos e passados 2 meses vão a minha conta bancária e debitam-me outra vez e sem qualquer ordem ou autorização a mesma quantia que apenas me foi resposta no dia 06-07-2015 e sem qualquer esclarecimento ou pedido de desculpas ou seja ficaram com 2206.97 euros durante 5 dias e eu com saldo negativo na minha conta bancária os mesmos 5 dias. Desloquei-me ao meu Banco Totta falei com o meu gestor que me informou que a quantia já tinha sido reposta mas desconhece totalmente como conseguiram aceder a minha conta pois o cartão utilizado para a reposição não coincide com nenhum dos meus cartões de débito ou crédito nem com o da minha esposa.Utilizei o site da empresa para expor a situação e até a presente data não recebi qualquer esclarecimento.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Problema com rescisão de contrato.

Inscrevi-me no ginásio em Agosto de 2014. Preenchi os formulários de inscrição e paguei a inscrição, seguro e primeira mensalidade no valor de 70€. Disseram-me que depois receberia o recibo e cópia do contrato por correio. Já conhecia o ginásio por ter tido anteriormente o meu filho inscrito noutra modalidade. Por isso confiei e aguardei.Entretanto comecei a frequentar e continuei cerca de um mês. Trabalho por conta própria. Nessa altura comecei a ter impedimentos de ordem profissional que me obrigavam a deslocações frequentes e horário muito preenchido pelo que não pude voltar ao ginásio.Inicialmente esperava voltar a ter tempo disponível pelo que não comuniquei a desistência. Só quando confontado com cobranças efetuadas por transferência bancária, e em Abril de 2105, decidi contactar pessoalmente o ginásio no sentido de proceder ao cancelamento da inscrição. Nessa altura disseram-me que tal não era possível pois tinha fidelização de 12 meses e não reunia nenhuma das condições de cancelamento (desemprego / motivo de força maior não imputável ao próprio / ter alguém para me substituir). Decidi então fazê-lo por carta registada em Abril.Entretanto, o ginásio já tinha submetido cobranças por transferência bancária em Setembro de 2015 (40€), Janeiro de 2015 e Fevereiro de 2015. Ainda consegui cancelar duas cobranças de Março e Abril. Efetivou portanto, a cobrança de 4 mensalidades.Recebi hoje, 9 de Julho, a única resposta até à data, reclamando o pagamento de 400€, relativos a prestações vencidas e coimas do atraso de pagamento.Não recebi qualquer recibo nem cópia do contrato.

Encerrada

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