Reclamações públicas
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Reclamação pela conduta dos seguranças do Lidl da Estação de Sete Rios
Exmos senhores , Venho deixar uma reclamacao que fiz diretamente a CP Portugal por escrito via email, e que lamentavelmente nao tive qualquer resposta e , que a circulação de comboios esta cada vez pior o que voltei a sentir me mal novamente mais uma criança. Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente às condições de transporte nos comboios da Linha de Sintra, situação que se tem tornado cada vez mais preocupante e insustentável. Trabalho em Benfica e, ao final do dia, tenho de me deslocar para ir buscar o meu filho à escola. No entanto, diariamente deparo-me com comboios completamente lotados, ao ponto de não existir espaço suficiente para os passageiros se movimentarem ou sequer respirarem com algum conforto. Em várias ocasiões, não consigo entrar no primeiro nem no segundo comboio devido à elevada afluência de passageiros, sendo obrigada a apanhar um terceiro comboio igualmente sobrelotado. Viajo frequentemente com o meu filho de 5 anos e somos constantemente sujeitos a empurrões para permitir a entrada de mais passageiros. Já cheguei a ficar magoada devido a estas situações. Além disso, a falta de ventilação e de ar condicionado torna a viagem extremamente desconfortável, levando-me, por mais do que uma vez, a sentir-me mal, com tonturas e quase a desmaiar. Gostaria de saber que medidas estão previstas para resolver este problema, que considero inadmissível. Não é aceitável que os passageiros viajem em condições que colocam em risco a sua saúde e segurança, especialmente quando transportam crianças pequenas. Questiono ainda: se um dia eu desmaiar dentro de um destes comboios, quem ficará responsável pelo bem-estar e segurança do meu filho? Trata-se de uma preocupação legítima que não pode ser ignorada. Solicito uma resposta e, sobretudo, uma intervenção eficaz para melhorar as condições de transporte na Linha de Sintra. Caso esta situação persista sem qualquer solução, verei necessidade de encaminhar esta reclamação para as entidades competentes, incluindo organismos de supervisão e autoridades responsáveis pelos transportes públicos. Com os melhores cumprimentos, Cristina Lima
Reclamação pela conduta dos seguranças do Lidl da Estação de Sete Rios
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento de que fui alvo no supermercado Lidl da Estação de Sete Rios, hoje, por volta das 17h00. Entrei no estabelecimento acompanhada do meu filho, depois de sair de um dia de trabalho extremamente cansativo. Trazia comigo uma lancheira, uma mochila às costas e um saco com compras efetuadas noutro supermercado, uma vez que me tinha esquecido de comprar apenas dois produtos. Assim que entrei, fiz questão, por iniciativa própria, de mostrar o saco das minhas compras a um dos seguranças, um segurança negro. Apesar disso, o mesmo disse-me para fechar o saco para que os produtos que fosse comprar não se misturassem com os que já levava. A forma como fui abordada fez-me sentir imediatamente tratada com desconfiança, como se fosse roubar algo, quando fui eu própria que, de livre vontade, mostrei o conteúdo do saco. Enquanto fazia as compras, deparei-me com um homem do Bangladesh a retirar um frasco de perfume da prateleira e a escondê-lo rapidamente dentro do saco que levava na mão. Quando percebeu que eu tinha assistido à situação, olhou para mim, o que me fez sentir receio de o denunciar naquele momento. Depois de terminar as minhas compras, permaneci cerca de 30 minutos na fila para pagar. Durante esse tempo comecei a sentir-me muito mal, com tonturas, fraqueza e quebras de tensão, sintomas que já tinha sentido ao longo do dia de trabalho. Ainda assim, quando chegou a minha vez, fiz novamente questão de mostrar o saco à funcionária da caixa, demonstrando total transparência. Ao sair do supermercado fui novamente abordada por outro segurança, também ele negro, que exigiu revistar o meu saco. Informei-o de que o mesmo já tinha sido verificado por duas vezes e expliquei que precisava de sair rapidamente porque não me estava a sentir bem e necessitava de me deslocar ao hospital. A resposta que recebi foi: "Já vai", acompanhada de um sorriso de gozo, demonstrando uma enorme falta de respeito pelo meu estado de saúde. Nesse momento, vi sair apressadamente do supermercado o mesmo homem do Bangladesh que tinha visto esconder o perfume. Chamei imediatamente a atenção dos seguranças para essa situação e disse-lhes que deveriam fiscalizar todas as pessoas da mesma forma e não apenas aquelas que escolhem abordar. Para minha surpresa, um dos seguranças respondeu: "Se roubou, é problema dele." Essa resposta deixou-me completamente indignada. Em vez de averiguarem uma situação que lhes foi comunicada, preferiram continuar a tratar-me como suspeita, apesar de eu ter colaborado desde o primeiro momento e de nunca ter ocultado o saco que transportava. Senti-me profundamente humilhada, envergonhada e tratada como uma criminosa perante os restantes clientes e, mais grave ainda, perante o meu filho, que assistiu a toda esta situação. Perante tudo o que aconteceu, considero ter sido alvo de um tratamento discriminatório e sinto que fui escolhida para ser revistada de forma injustificada. Na minha perspetiva, esta atuação configura um comportamento discriminatório e entendo que poderá estar em causa um ato de racismo dirigido à minha pessoa, uma cidadã portuguesa, que apenas entrou naquele supermercado para comprar dois produtos e que colaborou voluntariamente em todos os momentos. Após sair do supermercado, o meu estado de saúde agravou-se ao ponto de ter de ser amparada por uma senhora na estação de comboios, que me deu água e me prestou auxílio para evitar que caísse ao chão. Exijo que esta situação seja devidamente investigada e que sejam tomadas medidas disciplinares relativamente à atuação destes dois seguranças, cuja conduta considero totalmente incompatível com as funções que desempenham. Um cliente não pode ser tratado desta forma, muito menos quando demonstra total colaboração, está acompanhado por uma criança e se encontra visivelmente debilitado. Informo ainda que irei apresentar queixa junto da Polícia de Segurança Pública e formalizar reclamação no Livro de Reclamações, para que esta situação seja devidamente apurada e para que nenhuma outra pessoa tenha de passar pela humilhação que eu vivi.
Exerço do Direito de Rejeição e Resolução de Contrato – Decreto-Lei n.º 84/2021
Vim por este meio apresentar reclamação e exigir a resolução do contrato de compra e venda referente à máquina de lixar identificada supra, adquirida neste estabelecimento. O equipamento apresentou uma avaria/defeito de funcionamento após cerca de 15 minutos de utilização normal, impossibilitando a sua utilização para o fim a que se destina. A avaria manifestou-se escassos dias após a compra, bem dentro do prazo legal dos primeiros 30 dias após a entrega do bem. Ao dirigir-me à loja para solicitar a devolução do equipamento e o respetivo reembolso do valor pago, foi-me recusada a resolução do contrato, tendo sido imposto o envio do bem para o serviço de garantia para verificação/reparação. Sublinho que esta recusa viola frontalmente o Artigo 16.º, n.º 4, do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que consagra expressamente o Direito de Rejeição do Consumidor. Nos termos do referido diploma legal, quando a falta de conformidade se manifesta nos primeiros 30 dias após a entrega do bem, o consumidor tem o direito de optar diretamente pela resolução do contrato (com reembolso integral do valor) ou pela substituição do produto, não estando obrigado a aceitar a reparação do bem.
Caução não devolvido!
Olá. Desde 2025 que aguardo um retorno da vossa parte. Aluguei um quarto durante alguns meses e, no fim, identificaram alguns danos, os quais corrigi, excetuando uma fronha de almofada que nem me apercebi. No entanto, mesmo após várias tentativas de contacto, ainda não recebi o reembolso do valor que me é devido. Fico com a sensação de que retêm o valor da caução e, no momento da saída, arranjam justificações para não o devolver. Considero esta situação inaceitável.
Faturas manutenção Peugeot 2008 (matrícula BB-69-IL) anteriores à venda de Julho 2025
Eu, Hermes Morais, venho por este meio apresentar reclamação à empresa Stellantis & You, com o NIF 501456040, por uma questão de pouca clareza do dono do veículo em 2023-2024 e pela Peugeot aparentar não ter uma base de dados completa (consulta de dados por parte da central sem certezas absolutas de que todas as faturas/serviços são carregados/registados no sistema). Foi apresentada em paralelo uma outra reclamação à empres Corlexis Lda com o NIF 514102730 relativa às manutenções do carro impactado. Avancei com o pedido de marcação de manutenção do carro Peugeot 2008 (BB-69-IL) para o presente ano (2026). Deixei o carro na Stellantis Sacavém no dia 20/07/2026 por volta das 11h da manhã.O valor estimado desta manutenção ronda os 200€. Já tinha feito manutenção em Setembro de 2025 (custo de 435,58€ - ver anexo). A venda do carro foi no início de Julho de 2025. A empresa Corlexis Lda., que detém o stand Prestimo automóvel (onde fiz a compra), fez a manutenção em julho de 2025 (custo de 87,10€ - ver anexo). Por que foram feitas duas manutenções no mesmo ano com apenas 2 meses de intervalo? A empresa Stellantis Portugal (Stellantis Sacavém) não conseguia confirmar na base de dados/computador de bordo do carro que foi feita outra manutenção no mesmo ano? É legal este ato? Estas manutenções seguem o plano de manutenções? (Deco proteste preciso que avaliem este ponto sff) Focando no principal problema: Por volta das 16h30 do dia 20/07/2026 recebo uma chamada de Filipa Soares (da Stellantis Sacavém) indicando que a correia pode partir a qualquer momento e que não poderia retirar o carro nas mesmas condições. Solicitou-me a fatura de 2024 de modo a apresentar todas as faturas à marca e então pedir o arranjo à Peugeot. Posto isto, pedi ao Joaquim Neves a fatura em questão. O mesmo apresentou-me a de 2025 (julho) e indicou que ainda estava à espera da de 2024 (fornecida no dia 21/07). Depois de vários contactos (mensagens e chamadas), indicou que as manutenções anteriores foram feitas na Peugeot e que o dono anterior do carro era a Stellantis e que assim de alguma forma conseguiam chegar a essa fatura. A Peugeot (apoio ao cliente) não encontrou qualquer fatura/manutenção na sua base de dados. Com este telefonema não me deram certezas de que tudo estava carregado no sistema, apenas que à data de 21/07/2026 não tinham info de qualquer fatura de manutenção do carro em 2024. Nas conversas com o Joaquim, o mesmo indicou que possivelmente a MSCAR tinha feito a manutenção em 2024. Liguei no dia 21/07/2026 à central MSCAR e não encontraram no sistema a mesma fatura. Liguei de novo à Stellantis e a Filipa indicou-me que precisa da fatura de 2024 e que sem isso não consegue pedir arranjo à marca. Também indicou que Stellantis não era a antiga dona do carro e que não tinha qualquer registo de manutenção do carro em 2024. Posto isto, temos os seguintes cenários para manutenção/fatura 2024: Não foi realizada; Realizada numa concessionária Peugeot mas não carregada no sistema; Realizada numa concessionária que não é da marca; O carro continua no mesmo estado, parado na Stellantis Sacavém à espera de avançar com o arranjo. Ajustei a minha agenda de ontem ao final do dia e de hoje (21/07/2026) por não ter o carro pronto. Com o desenrolar da situação, não sei se o assunto irá começar a ser resolvido amanhã. Pois o Joaquim diz que aguarda a fatura de 2024 e que a MSCAR está em conversações com a Stellantis, mas a Stellantis diz que não foi dona do carro em 2024. Tenho várias informações contraditórias e, posto isto, solicito o auxílio da Decoproteste para resolver a situação. Acrescentar que não tenho um meio de transporte alternativo nestes dias (entre a decisão se há fatura ou não, o pedido e a substituição do kit completo). Qual a empresa responsável por fornecer esse meio de transporte alternativo? Sem mais, Hermes Morais
Faturas manutenção Peugeot 2008 (matrícula BB-69-IL) anteriores à venda de Julho 2025
Eu, Hermes Morais, venho por este meio apresentar reclamação à empresa Corlexis Lda com o NIF 514102730 relativa às manutenções do carro impactado. Será apresentada uma segunda queixa à empresa Stellantis Portugal, S.A., com o NIF 502995912, por uma questão de pouca clareza do dono do veículo em 2023-2024 e pela Peugeot aparentar não ter uma base de dados completa (consulta de dados por parte da central sem certezas absolutas de que todas as faturas/serviços são carregados/registados no sistema). Avancei com o pedido de marcação de manutenção do carro Peugeot 2008 (BB-69-IL) para o presente ano (2026). Deixei o carro na Stellantis Sacavém no dia 20/07/2026 por volta das 11h da manhã.O valor estimado desta manutenção ronda os 200€. Já tinha feito manutenção em Setembro de 2025 (custo de 435,58€ - ver anexo). A venda do carro foi no início de Julho de 2025. A empresa Corlexis Lda., que detém o stand Prestimo automóvel (onde fiz a compra), fez a manutenção em julho de 2025 (custo de 87,10€ - ver anexo). Por que foram feitas duas manutenções no mesmo ano com apenas 2 meses de intervalo? A empresa Stellantis Portugal (Stellantis Sacavém) não conseguia confirmar na base de dados/computador de bordo do carro que foi feita outra manutenção no mesmo ano? É legal este ato? Estas manutenções seguem o plano de manutenções? (Deco proteste preciso que avaliem este ponto sff) Focando no principal problema: Por volta das 16h30 do dia 20/07/2026 recebo uma chamada de Filipa Soares (da Stellantis Sacavém) indicando que a correia pode partir a qualquer momento e que não poderia retirar o carro nas mesmas condições. Solicitou-me a fatura de 2024 de modo a apresentar todas as faturas à marca e então pedir o arranjo à Peugeot. Posto isto, pedi ao Joaquim Neves a fatura em questão. O mesmo apresentou-me a de 2025 (julho) e indicou que ainda estava à espera da de 2024 (fornecida no dia 21/07). Depois de vários contactos (mensagens e chamadas), indicou que as manutenções anteriores foram feitas na Peugeot e que o dono anterior do carro era a Stellantis e que assim de alguma forma conseguiam chegar a essa fatura. A Peugeot (apoio ao cliente) não encontrou qualquer fatura/manutenção na sua base de dados. Com este telefonema não me deram certezas de que tudo estava carregado no sistema, apenas que à data de 21/07/2026 não tinham info de qualquer fatura de manutenção do carro em 2024. Nas conversas com o Joaquim, o mesmo indicou que possivelmente a MSCAR tinha feito a manutenção em 2024. Liguei no dia 21/07/2026 à central MSCAR e não encontraram no sistema a mesma fatura. Liguei de novo à Stellantis e a Filipa indicou-me que precisa da fatura de 2024 e que sem isso não consegue pedir arranjo à marca. Também indicou que Stellantis não era a antiga dona do carro e que não tinha qualquer registo de manutenção do carro em 2024. Posto isto, temos os seguintes cenários para manutenção/fatura 2024: Não foi realizada; Realizada numa concessionária Peugeot mas não carregada no sistema; Realizada numa concessionária que não é da marca; O carro continua no mesmo estado, parado na Stellantis Sacavém à espera de avançar com o arranjo. Ajustei a minha agenda de ontem ao final do dia e de hoje (21/07/2026) por não ter o carro pronto. Com o desenrolar da situação, não sei se o assunto irá começar a ser resolvido amanhã. Pois o Joaquim diz que aguarda a fatura de 2024 e que a MSCAR está em conversações com a Stellantis, mas a Stellantis diz que não foi dona do carro em 2024. Tenho várias informações contraditórias e, posto isto, solicito o auxílio da Decoproteste para resolver a situação. Acrescentar que não tenho um meio de transporte alternativo nestes dias (entre a decisão se há fatura ou não, o pedido e a substituição do kit completo). Qual a empresa responsável por fornecer esse meio de transporte alternativo? Sem mais, Hermes Morais
Valor cobrado superior ao anunciado
Reclamação Hoje dirigimo-nos a uma loja PhotoSport para imprimir fotografias tipo passe. Fomos atendidos pela técnica Diana Mendonça. No preçário encontrava-se anunciado um pack de quatro fotografias tipo passe para outros países (nomeadamente para os Estados Unidos), com o valor de 10,00 €. Em momento algum o preçário indicava que as quatro fotografias teriam obrigatoriamente de corresponder à mesma pessoa. Assim, eu e o meu colega entendemos que poderíamos imprimir duas fotografias de cada um, perfazendo um total de quatro fotografias, pelo valor anunciado de 10,00 €. Contudo, no momento do pagamento, foi-nos cobrado o valor de 20,00 €, tendo apenas nessa altura sido informado que o preço de 10,00 € apenas se aplicava quando as quatro fotografias fossem da mesma pessoa. Importa salientar que, durante todo o processo de impressão, nunca nos foi prestada essa informação, nem nos foi dada a possibilidade de optar por imprimir quatro fotografias de cada um para beneficiar do pack anunciado. Caso essa condição nos tivesse sido comunicada previamente, teríamos tomado uma decisão diferente. Consideramos que a informação disponibilizada ao consumidor era insuficiente e suscetível de induzir em erro, uma vez que uma condição essencial da promoção não constava do preçário nem foi esclarecida antes da conclusão do serviço. Solicitamos, por isso, a análise desta situação e uma resolução adequada, tendo em conta a falta de informação prévia relativamente às condições de aplicação do preço anunciado.
Aspirador reparado nao foi devolvido
**Referência da reparação:** 54022145 **N.º de seguimento:** 54308882 Venho apresentar reclamação pelo serviço de assistência técnica da Dyson, devido aos sucessivos incumprimentos, falta de informação e atrasos na resolução do meu processo. No dia **29 de junho**, contactei a Dyson via WhatsApp para reparar o meu aspirador avariado. Foi-me indicado que deveria enviar o aspirador, carregador e bateria, após efetuar o pagamento antecipado da reparação, sendo garantido que receberia as etiquetas de envio da UPS por e-mail. Efetuei o pagamento dentro do prazo, mas as etiquetas não foram enviadas. Apenas após novo contacto e um pedido de desculpas é que me foram remetidas. O equipamento foi enviado na terça-feira e entregue à assistência técnica na quinta-feira. Nesse mesmo dia recebi um e-mail a informar que a reparação estava concluída e que o aspirador seria devolvido, mas nunca me foi facultado o número de seguimento da encomenda. Após vários dias sem receber o equipamento, contactei repetidamente o apoio ao cliente. Em cada contacto recebi informações diferentes: disseram-me para aguardar, que não tinham o número de seguimento, que teria de esperar 14 dias úteis para o caso ser escalado e que cada pedido teria resposta em 3 a 4 dias úteis. Apesar das sucessivas promessas de resposta em 24 horas, estas nunca foram cumpridas. Na última segunda-feira fui informado, por e-mail, de que o aspirador tinha sido devolvido novamente à Dyson, tendo-me sido solicitado apenas que confirmasse a minha morada. Respondi de imediato, mas continuo sem qualquer atualização ou previsão de entrega. Solicitei ainda o contacto do departamento jurídico da empresa, tendo-me sido respondido que o Livro de Reclamações era o respetivo "departamento jurídico", resposta que considero inadmissível. Até à data continuo sem o meu aspirador e sem uma solução. Solicito a resolução urgente desta situação, com a devolução
Ar condicionado / Plano Worten Resolve
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao equipamento de ar condicionado Samsung WF Comfort adquirido no dia 20/07/2024, bem como ao serviço associado do plano Worten Casa/Worten Resolve. Aquando da compra, adquiri também o serviço de instalação do equipamento, realizado pela própria Worten, assim como um plano que incluía manutenção anual. Quando o plano estava prestes a completar um ano, entrei em contacto para ativar a manutenção incluída no serviço. A intervenção foi agendada e realizada no dia 24/10/2025. No entanto, o técnico deslocado ao local informou-me que não poderia efetuar a manutenção porque o equipamento se encontrava “mal montado”. Saliento que a instalação foi realizada pela própria Worten, serviço esse que foi devidamente pago. O técnico indicou que iria reportar a situação internamente e que o processo poderia demorar algum tempo. Após vários meses sem qualquer contacto ou resolução, no dia 05/01/2026 voltei a contactar a Worten para obter informações. Nesse dia foi aberto um processo, tendo sido aberto outro adicional no dia 06/01/2026. Desde então continuo sem qualquer resolução ou contacto efetivo por parte da Worten. No dia 20/03/2026 voltei novamente a contactar o apoio ao cliente, tendo-me sido informado que ainda não existiam novidades e que receberia um contacto no prazo de 5 dias. Nunca mais disseram nada, decidi fazer uma reclamação no portal livroreclamacoes.pt. Dias depois uma empresa de manutenção ligou para agendar a remontagem do ar condicionado para dia 21/07/26. Qual é meu espanto nesse mesmo dia vendo que não chagavam contactei a empresa e disseram que não obtiveram a ordem da Worten para virem fazer a remontagem. Considero esta situação inaceitável, tendo em conta: O equipamento foi instalado pela própria Worten; O serviço de manutenção contratado não foi realizado; O problema mantém-se sem resolução há vários meses; Não houve acompanhamento adequado nem contacto por parte da assistência. Solicito, com urgência: A resolução definitiva da situação; A correção da instalação do equipamento sem custos adicionais; A realização da manutenção contratada; Ou, caso não seja possível, uma solução adequada ao prejuízo causado. Aguardo uma resposta célere para esta reclamação. Com os melhores cumprimentos, Carlos Gonçalves
IHRU — Apoio Extraordinário à Renda elegível, mas sem pagamento, sem decisão e sem resposta
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente ao meu processo de Apoio Extraordinário à Renda, uma vez que continuo sem resposta concreta, apesar de constar como elegível no Portal Consulta Cidadão. Sou arrendatário há vários anos, tenho contrato registado e já beneficiei do apoio em anos anteriores. No entanto, os processos relativos aos últimos anos continuam pendentes, sem decisão final ou sem processamento efetivo dos valores apurados. No Portal Consulta Cidadão constam processos em estado “Submetido” e “Em Revisão”, sem que exista uma explicação clara sobre o motivo da pendência ou sobre o prazo previsto para análise. Nos resumos de apuramento surge indicação de elegibilidade e valor de apoio apurado. Contudo, o processo permanece bloqueado devido à incongruência “Taxa de esforço superior a 100%”, sem que me seja dada uma explicação objetiva sobre o que falta validar, qual entidade está responsável pela validação ou quando será tomada uma decisão. Já submeti a validação/reclamação através do Portal Consulta Cidadão. Além disso, tentei contactar o IHRU por telefone diversas vezes, sem sucesso, pois ninguém atende. Também enviei pedidos de esclarecimento por e-mail e não obtive qualquer resposta. Considero esta situação inaceitável, sobretudo tratando-se de um organismo público responsável por um apoio essencial à habitação. Um cidadão não deveria ficar meses sem resposta, sem acompanhamento e sem qualquer explicação concreta sobre um processo que, no próprio portal, aparece como elegível. Pretendo apenas que o meu caso seja analisado de forma concreta, com indicação objetiva de: - Qual o motivo da manutenção dos processos pendentes; - Se existe algum documento em falta; - Se a validação depende do IHRU, da Autoridade Tributária ou de outra entidade; - Quando será emitida decisão final; - Se haverá pagamento retroativo dos valores apurados como devidos. Solicito ao IHRU uma resposta escrita, clara e concreta sobre o estado do processo e os passos necessários para desbloquear esta situação.
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