Reclamações públicas

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J. F.
09/03/2021

Aposta não paga

Venho, por este meio, informar que no dia 3 de fevereiro de 2021 fiz um levantamento de 100€ de uma aposta ganha. Até ao dia de hoje, 9 de março de 2021 não foi feito nenhum depósito na minha conta bancária com o devido valor. Já falei várias vezes desde o dia 12 de fevereiro com o suporte da empresa e os mesmos indicaram que a minha situação foi reencaminhada para a entidade responsável do pagamento. No entanto desde o último email que tive resposta, que foi no dia 28 de fevereiro, voltaram a dizer que a situação foi reencaminhada para a entidade reponsável do pagamento. No entanto, nunca obtive qualquer solução para o meu problema. Tenho conhecimento de amigos meus que fazem o levantamento por exemplo no dia 5 de março e no dia seguinte já tem o valor depositado na conta. Já estou a aguardar o valor na minha conta desde dia 3 de fevereiro. Ou seja, ha mais de 1 mês. Gostaria de saber se me podem ajudar com esta situação visto que a empresa Betclic não consegue..

Encerrada
C. J.
08/03/2021

Tentativa de cobrar dívida prescrita

Venho, por este meio informar a vossas excelências de que a cobrança que estão a tentar fazer referente a 2012, prescreveu ao fim de 6 meses de acordo com o disposto no código civil sobre prazos de prescrição.Infelizmente teimam em ignorar o código civil, adoptando uma postura intimidatória como se todo o mundo fosse ignorante.

Resolvida
M. C.
08/03/2021

Conta Ordem Não Encerrada

No dia 07 de agosto dirigi-me à agência do Bankinter de São João da Madeira para proceder ao encerramento da minha conta (327/ 203280297), conforme documentos em anexo. Antes de efetuar o cancelamento tive o cuidado de garantir que a última compra com o cartão de crédito tinha sido paga. Nesse mesmo dia a colaboradora que me atendeu destruiu o único meio de pagamento e de movimentação de conta que eu tinha, o cartão. Qual não é o meu espanto quando a 27 de janeiro de 2021 (mais de 5 meses após o encerramento da conta) recebo uma carta do Bankinter, a informar-me que estava a dever 20 cêntimos ao Banco. Tentei ligar de imediato para a agência de São João da Madeira, como ninguém atendeu, enviei um e-mail (em anexo).No dia 01 de fevereiro uma vez que continuava sem resposta tentei ligar uma vez mais sem sucesso e voltei a enviar um e-mail. Como continuava sem resposta no dia 05 de fevereiro em pleno Estado de Emergência e com confinamento obrigatório decretado desloquei-me de Vale de Cambra a São João da Madeira para esclarecer esta situação. O colaborador que me atendeu, após analisar a documentação, indicou-me que a conta nunca tinha sido encerrada, mas para eu não me preocupar que iria tratar do assunto na semana seguinte e que obviamente eu não teria que pagar qualquer valor ao Banco. Eu pedi então que me enviasse uma confirmação por escrito quando o assunto estivesse resolvido. No dia 17 de fevereiro recebo a confirmação que já tinha sido solicitado o estorno e que iriam proceder ao encerramento de conta. No dia 22 de fevereiro recebo uma carta (PERSI), pedi novamente explicações ao Banco e apresentei reclamação na provedoria do cliente. O gerente da sucursal, respondeu-me que o assunto já estava resolvido e não existia nenhum valor em incumprimento. Hoje recebo uma carta (em anexo), onde me informam que vão intentar uma ação judicial contra mim, por estar em incumprimento.

Resolvida
M. C.
08/03/2021

Conta Ordem Não Encerrada

No dia 07 de agosto dirigi-me à agência do Bankinter de São João da Madeira para proceder ao encerramento da minha conta (327/ 203280297), conforme documentos em anexo. Antes de efetuar o cancelamento tive o cuidado de garantir que a última compra com o cartão de crédito tinha sido paga. Nesse mesmo dia a colaboradora que me atendeu destruiu o único meio de pagamento e de movimentação de conta que eu tinha, o cartão. Qual não é o meu espanto quando a 27 de janeiro de 2021 (mais de 5 meses após o encerramento da conta) recebo uma carta do Bankinter, a informar-me que estava a dever 20 cêntimos ao Banco. Tentei ligar de imediato para a agência de São João da Madeira, como ninguém atendeu, enviei um e-mail (em anexo).No dia 01 de fevereiro uma vez que continuava sem resposta tentei ligar uma vez mais sem sucesso e voltei a enviar um e-mail. Como continuava sem resposta no dia 05 de fevereiro em pleno Estado de Emergência e com confinamento obrigatório decretado desloquei-me de Vale de Cambra a São João da Madeira para esclarecer esta situação. O colaborador que me atendeu, após analisar a documentação, indicou-me que a conta nunca tinha sido encerrada, mas para eu não me preocupar que iria tratar do assunto na semana seguinte e que obviamente eu não teria que pagar qualquer valor ao Banco. Eu pedi então que me enviasse uma confirmação por escrito quando o assunto estivesse resolvido. No dia 17 de fevereiro recebo a confirmação que já tinha sido solicitado o estorno e que iriam proceder ao encerramento de conta. No dia 22 de fevereiro recebo uma carta (PERSI), pedi novamente explicações ao Banco e apresentei reclamação na provedoria do cliente. O gerente da sucursal, respondeu-me que o assunto já estava resolvido e não existia nenhum valor em incumprimento. Hoje recebo uma carta (em anexo), onde me informam que vão intentar uma ação judicial contra mim, por estar em incumprimento.

Resolvida
M. M.
08/03/2021

Ocorrência com seguradora

Venho, por este meio, comunicar a V. Exª de que, estou a ser lesada nos meus direitos.Em 09/06/2016 adquiri uma máquina de lavar roupa, Samsung WF70F5EQW2W, a qual tinha garantia de dois anos. Subscrevi extensão da garantia por mais três anos através da seguradora já referida. No dia 17/02/2021, participei a avaria do equipamento.No dia 19/02/21, recebi a visita do técnico. Este referiu que o equipamento necessitava de um novo painel eletrónico, que ia participar a avaria e que seria contactada para se efetuar a reparação.Até hoje, 08/03/21, nunca fui contactada. Tenho efetuado chamadas para o nº de apoio 800787023, no sentido de resolver o problema. Por três vezes, a resposta foi a mesma, que estão à espera de um parecer do gabinete técnico.Tenho eczema atópico. Não posso usar qualquer detergente nem amacioadores. Já fui lavar a minha roupa à lavandaria Self Service mas aqui, não posso dosear o detergente nem o amaciador, dado que, as máquinas são automáticas. Acabei por desistir desta solução, pois o meu problema de pele agravou-se. Lavo a roupa em casa, o que é um grande transtorno.Assim, venho solicitar ajuda para que o caso seja resolvido com a maior brevidade possivel.Com os meus cumprimentos,Maria do Carmo Sereno de Castro e Melo

Encerrada
J. D.
07/03/2021

Pensão de Reforma Unificada

Venho por este meio reiterar os inúmeros pedidos para retificação da DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS 2020 e devolução do excedente do valor 3.118,42 € que me foi pedido para devolver em Fevereiro/2021, uma vez que os valores da Pensão de Reforma Unificada foram fixados em definitivo em 11/2/2021, e nesta data tenho a meu favor cerca de 1.276 euros, que me fazem imensa falta nesta quadra pandémica.

Encerrada
A. L.
06/03/2021

Burla Wevesting

Gostaria de partilhar a minha experiência em relação ao curso da Wevesting.Adquiri o curso digital no dia 28 de novembro de 2020 durante a promoção de blackfriday (em que o preço ficava a metade do preço, 249.50€ e sorteava 5 Smarts). De referir que o sorteio continha determinadas regras e foram alteradas durante a realização do mesmo, onde os prazos foram alargados diversas vezes, onde me senti enganado pois começou a ser uma coisa e acabou por ser outra. Mais tarde vim a descobrir que o próprio concurso era ilegal. Nas imagens anexadas, irei provar que o mesmo fez 2 sorteios em 2 datas diferentes, indo contra o que tinha anunciado que seria o sorteio.O instrutor do curso, David Soares, que não tem um certificado na CMVM para vender legalmente cursos de mercados financeiros, demonstra nas suas redes sociais a facilidade de conseguir vencer no mercado cambial. Apesar de na página da sua empresa referir que os CFD são instrumentos complexos e que entre 74 a 89% dos investidores perdem o seu capital, este não refere no seu Instagram (começou a referir no dia 4/03/2021) levando a que eu, como muitas pessoas sejam aliciadas para este tipo de negócio.Relativamente ao curso em si, li e estudei o curso todo. O curso explica diversas ferramentas e os gráficos e outros fatores importantes, no entanto não explica como o suposto. Através do curso não aprendi a fazer uma linha de resistência, a explicação é muito sucinta e para inexperientes como eu não se consegue compreender e pôr em prática (de salientar que o curso referia que podia ser para experientes e inexperientes), para conseguir desenhar uma trendline, resistência e suporte tive de recorrer a um canal do Youtube (Rayner Teo). Este canal possui vídeos que explicava ao detalhe como utilizar as ferramentas e como as pôr em prática, ao contrário do curso da Wevesting.Até ao final do curso não existiu uma explicação dos passos a fazer, ou seja, por onde começar, como olhar para os gráficos e pôr tudo em prática. Em suma apesar de o curso explicar por alto as diversas ferramentas, gráficos o mesmo não faz o suposto, explicar em detalhe e exemplificar para que o aluno consiga pôr em prática. Ou seja, o curso de 500€ (que foi adquirido a 249.50€) teve de ser complementado por um canal do Youtube que explica tudo o que está no curso da Wevesting, mas gratuitamente. Após reler diversas vezes o curso não me foi possível começar a interpretar gráficos, marcar SL, TP, entradas, etc. autonomamente, pois somente com o curso da Wevesting nenhum aluno consegue fazer tudo o que é necessário para operar autonomamente no mercado cambial (sendo que o curso da wevesting tinha como objetivo tornar alunos experientes ou inexperientes autónomos para que consigam operar no mercado cambial).Antes disso, em Outubro de 2019 aderi ao serviço de posições deles, onde efetuei perto do depósito mínimo (mínimo eram 350€ e depositei 360€) e após 2 meses perdi todo o capital investido, visto ser um esquema pois muitas das trades enviadas não eram feitas pelos mesmos mas sim copiadas por outros traders, o que é burla.Pretendo o reembolso dos 249,50€ do curso pelo menos, pois não constituía a realidade e, se possível, dos 360€ investidos pois o serviço deles não foi o melhor.

Encerrada
S. C.
05/03/2021

Reclamação Seguradora - Gestao do sinistro 21038324

Exmo Srs,No seguimento do processo de Sinistro com a ref 21038324, vimos por este meio apresentar reclamação relativamente à conduta da Companhia de Seguros Aegon Santander Portugal na sua relação com o Tomador de Seguro e na condução e gestão deste processo. Desta forma, gostaríamos de reprovar, na qualidade de consumidores, o comportamento negligente, falta de profissionalismo e pouca transparência da seguradora, nomeadamente nos seguintes aspetos: 1- Falta de transparência e recusa em enviar a informação relativa à apólice subscrita, nomeadamente conteúdo das condições particulares da apólice e respectivos comprovativos de pagamento, já por nós solicitados por diversas vezes.2- Falta de transparência e nao divulgação de documentação e informação relativamente ao conteúdo da peritagem técnica que foi efetuada no local do sinistro bem como da fundamentação técnica, jurídica e comercial para o não enquadramento do sinistro 3- Informação de não enquadramento do sinistro de forma pouco credível, pouco profissional e não documentada, incluindo informações incorretas4- Atendimento telefônico e por email ao cliente pouco claro e deficiente e processo de gestão do sinistro com tempos de espera acima do razoável e lesivos para o cliente.

Resolvida
R. R.
04/03/2021

Reembolso

Venho por este meio comunicar a V. Exas. a seguinte reclamação:Foi-me apresentada, através de um marketer da Lyconet, o negócio CashBack e os seus packs de investimento na recruta de um novo marketer para a sua equipa. Este marketer, afirmou-me serem packs totalmente reembolsáveis, no caso de arrependimento, dentro de 30 dias, o que constatei mais tarde, como sendo falso, pois nos Termos e condições para compra de Benefit Voucher no artigo 5.1 - os pagamentos efetuados não podem ser reembolsados.O pack foi-me impingido sem me terem mostrado ou dado tempo para ler os termos e, infelizmente comprei um desses packs, no valor de 999€. O Marketer fez a compra online comigo, dizendo: agora clica aqui e aqui, clica em avançar e clica também que leste todos os artigos, depois vês mais tarde com mais calma, etc. Fui conduzida para fazer uma compra, da qual me arrependi mais tarde, pensando que iria obter qualquer lucro com isso. Pois o objetivo da empresa é criar equipas que a possam ajudar a crescer no mercado e assim cada Marketer obter uma percentagem do lucro desta mesma empresa.Comuniquei ao marketer de que iria cancelar os packs comprados e este ainda me pediu, fazendo manipulação psicológica, para esperar 30 dias, porque me disse que é perfeitamente normal ter dúvidas no início e que um dia mais tarde poderia continuar. Pesquisei os termos da Lyconet onde é afirmado: Termos e Condições Gerais de Negócios para Membros myWorld - 4.1 Os Membros têm o direito de resolver, sem causa justificativa, no prazo de 14 dias a contar do dia em que adquiram a posse física do bem, um contrato à distância ou um contrato celebrado fora das instalações comerciais (período de livre resolução definido pelo Decreto Lei dos Contratos Celebrados à Distância e Fora do Estabelecimento Comercial). O crédito relativo a Benefits provenientes de compras online nos termos da Cláusula 5.3 faz, em particular, com que o direito de livre resolução previsto na legislação de venda à distância expire e que oMembro não denuncie a desistência.Escrevi um email a Lyconet Portugal a explicar a minha situação e responderam-me que não era possível devolução de nenhum ou quaisquer vouchers comprados a empresa.Sendo o meu objetivo com esta reclamação receber, no mínimo, o reembolso dos 999€ do pack comprado, invocando expressamente a prescrição para todos os efeitos legais.Desde ja agradeço a atenção dispensada.Com os melhores cumprimentos.Solução pretendida* Reembolso: € 999

Resolvida

Comunicação indevida de incumprimento ao Banco de Portugal

Efetuei uma compra de equipamento informático, no mês de novembro, com o pagamento fracionado em 4 prestações, sendo a instituição ONEY BANK o intermediário de crédito, usando como meio de pagamento um cartão bancário. As duas primeiras prestações foram cobradas sem qualquer problema e no dia 26 de janeiro recebi um sms e um email do ONEY BANK a dizer que não havia sido possível debitar a terceira prestação e que por esse motivo devia alterar o meio de pagamento, coisa que fiz prontamente. No dia 1 de fevereiro o cenário repetiu-se e voltei a alterar o meio de pagamento. Contactei a minha instituição bancária e, tal como estava à espera, fiquei a saber que os meus cartões não tinham qualquer problema.Como continuei a receber mensagens relatando a impossibilidade de débito da prestação, contactei o ONEY BANK telefonicamente no dia 5 de fevereiro e, via email, no dia 9, no sentido de informar a respeito da validade dos cartões que até então tinha usado para tentar efetuar o pagamento.Entretanto em email enviado no dia 22 de fevereiro pelo ONEY BANK confirmou-se que a não cobrança da prestação não me era imputável, pelo excerto que abaixo transcrevo:Aproveitamos para sublinhar que, na medida em que esta demora na cobrança do pagamento da prestação devida ao Oney não lhe é imputável, não iremos naturalmente proceder à cobrança de juros de mora nem da comissão de valores em dívida, nem reportar à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal qualquer incumprimento.Acontece que eu e o meu cônjuge vimos alguns dos nossos cartões de crédito bloqueados, o que me levou a supor que, contrariamente ao prometido, o alegado incumprimento havia sido reportado ao Banco de Portugal, coisa que não consegui confirmar no site dessa instituição devido ao facto de os relatórios de incumprimento serem mensais.Na tentativa de perceber o que se passava e de resolver a situação enviei quatro emails (nos dias 24 e 25 de fevereiro e 2 e 3 de março) ao ONEY BANK, sem que tivesse obtido qualquer resposta. Efetuei igualmente dois telefonemas (nos dias 22 e 25 de fevereiro) para o serviço de atendimento ao cliente, sem que as assistentes conseguissem resolver fosse o que fosse ou sequer esclarecer o que se passava, limitando-se a dizer que iam encaminhar o assunto para os serviços competentes pedindo que me contactassem com urgência, coisa que infelizmente não aconteceu.Hoje, dia 4 de março, devido à continuada inexistência de qualquer contacto, voltei a ligar para o serviço de atendimento ao cliente. Finalmente obtive confirmação de que realmente tinham dado conta do incumprimento à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, porque os incumprimentos são comunicados de forma automática. Fiquei também a saber que neste momento já foi enviada nova comunicação ao Banco de Portugal e que já temos, eu e o meu cônjuge, o “nome limpo”.Tudo isto me foi comunicado sem sequer ter havido lugar a um pedido de desculpas. A assistente falou comigo com um ar de “o que é que quer que eu lhe faça”, repetindo, em mau tom, que não adiantava queixar-me. Parecia que a queixosa era ela e que eu a estava a importunar.Posso afirmar com elevado grau de certeza que, neste momento, se eu não me tivesse queixado ainda nem sequer deviam ter dado conta de que haviam reportado um incumprimento que não me é imputável, tal como não deram conta, até à minha queixa, que a impossibilidade de débito da prestação se devia a uma falha técnica. Considero, enquanto cliente, que fui tratada de forma completamente irresponsável e negligente.O automatismo do sistema informático não deve, nem pode, ser dado como desculpa para de forma leviana causar transtornos e pôr impunemente em causa o bom nome dos clientes.Entretanto continuo a ser bombardeada com mensagens e emails comunicando a impossibilidade de débito das prestações em falta, dado que a falha técnica, pelos vistos, ainda não foi reparada. Já solicitei via email no dia 3 de março e via telefone nos dias 25 de fevereiro e 4 de março que me fosse dado um meio alternativo de pagamento e continuo a aguardar.

Encerrada

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