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DEVOLUÇAO DE EQUIPAMENTO
Boa tarde, segue a minha reclamaçao ao qual me sinto totalmente enganada pelos colaboradores de loja. Eu, no passado dia 14Março, dirigi-me à loja Vodafone Centro comercial Forum para obter informaçoes sobre a compra de um Apple watch. No dia 15Março passei na loja para fazer mais umas perguntas e efetuar a reserva. No dia 18Março passei para fazer o levantamento do equipamento. No dia 20Março tomei a decisao de devolver o equipamento porque como trabalho teletrabalho nao vou usar tanto o relogio, ao qual me dirijo à loja para fazer a devoluçao e sou surpreendida com uma informaçao que a loja fisica vdf nao aceita devoluçoes de equipamentos Apple. Em momento algum nos 3contatos que tive com os colaboradores de loja me foi dito que nao poderia fazer devoluçao do equipamento. É possivel fazer devoluuçao em 14dias via online, e nao é possivel em loja? Eu tenho 10% de desconto e esse desconto obrigatoriamente só pode ser usado em loja, tal como a colaborada disse, os 10% só podem ser aplicados em loja fisica. Fi-lo para usufruir do desconto, se nao, teria feito a encomenda online. E agora nao aceitam o equipamento como devoluçao, nao vou o usar o equipamento. Competencia dos colaboradores de loja, zero, sabendo que os valores da apple sao valores de compra bastante consideraveis, nao informam? nao indicam que nao é possivel devolver ou trocar o equipamento? Eu sinto-.me totalmente lesada pela falta de informaçao que nao foi passada nos 3contatos que tive em loja, e que é possivel verificar esta informaçao atraves da minha Conta. Gostava de uma resoluçao deste problema.
Quantidade parcial da encomenda
Exmos. Senhores Mais uma vez encomendei 1000 unidades de pulseiras e só recebo 1 caixa com 500 un Esta situação é recorrente Muito difícil o contacto, não tem contacto telefonico No site o assistente virtual não resolve, não consigo reportar quantidades em falta Só veio um 1 volume de 1 conforme fotos em anexo
Desativação indevida de contas Facebook e Instagram sem resposta ao recurso
Venho por este meio apresentar reclamação contra a Meta Platforms, Inc., responsável pelas plataformas Facebook e Instagram. A minha conta foi desativada permanentemente alegadamente por violação dos Padrões da Comunidade. No entanto, considero que esta decisão foi tomada por erro, uma vez que o conteúdo em causa consistia apenas num repost de uma imagem inocente (bochechas de um bebé), sem qualquer teor impróprio ou intenção de violar regras. Já apresentei recurso através dos meios disponibilizados, mas até ao momento não obtive qualquer resposta ou esclarecimento adicional. Adicionalmente, o bloqueio afetou também o acesso à minha conta de Facebook, impossibilitando-me de utilizar serviços essenciais e associados. Solicito assim uma revisão manual do caso, bem como uma explicação clara e detalhada sobre a alegada violação, garantindo o meu direito à informação e a um tratamento justo enquanto utilizador. Agradeço a vossa intervenção no sentido de obter uma resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos,
Prestação de informação incorreta / eventual prática comercial enganosa
Eu, Bruna Thayane Scarparo, titular do NIF 273374729, cliente da NOS com serviços instalados na morada Rua Dom António Ferreira Gomes, nº 244, Rés do Chão Traseiro Centro Hab. 6, 4250-527 Porto, venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a informações contraditórias e incorretas prestadas por colaboradores desta operadora, das quais resultaram prejuízos financeiros. No início do presente ano, celebrei igualmente um contrato de serviços em nome da empresa Cabaz D’Abundância Fumeiro, Lda., com o NIF 514098937, com instalação na morada Rua Manuel Francisco Correia, nº 108, 2º esquerdo, 4455-158. Durante o processo de contratação do referido serviço empresarial, foi expressamente comunicado aos colaboradores da NOS que a intenção seria transferir/migrar os números de telemóvel associados ao contrato residencial para o contrato empresarial. Foi-me garantido, de forma clara, que tal procedimento seria possível, sendo apenas necessário proceder posteriormente à alteração de titularidade do contrato residencial para o novo inquilino. Posteriormente, numa deslocação a uma loja NOS, esta informação foi novamente confirmada por um colaborador, que reiterou a possibilidade de transferência dos números entre contratos, tendo em conta que ambos pertencem ao mesmo operador. Contudo, no dia 05/03/2026 em que me desloquei novamente a uma loja NOS, juntamente com o novo titular do contrato residencial, para proceder à alteração de titularidade e à transferência dos números, fomos informados por outro colaborador de que tal procedimento não seria possível, tendo sido indicado que apenas poderia ocorrer após o término do período de fidelização do contrato empresarial, celebrado em janeiro. Adicionalmente, no dia 19/03, fui contactada pela NOS na sequência de uma reclamação anteriormente apresentada. Durante esse contacto, estive em comunicação com cerca de sete colaboradores diferentes, sem que a situação tivesse sido resolvida. Foi-me apenas indicado que voltariam a entrar em contacto posteriormente. Até à presente data, continuo sem qualquer solução concreta, mantendo-se o problema. Como consequência direta desta situação, encontro-me desde janeiro a suportar custos relativos a quatro números de telemóvel distribuídos por dois contratos distintos, situação que não teria ocorrido caso a informação inicialmente prestada tivesse sido correta e transparente. Importa ainda referir que a decisão de manter dois contratos com a NOS foi tomada exclusivamente com base na garantia de que seria possível, numa fase posterior, transferir os números para o contrato empresarial, aquando da alteração de titularidade do contrato residencial — procedimento que já foi realizado. Face ao exposto, considero que esta situação configura uma falha grave no dever de informação ao consumidor, podendo enquadrar-se em práticas suscetíveis de induzir o cliente em erro, uma vez que a decisão contratual foi tomada com base em informações incorretas. Assim, venho solicitar a vossa ajuda para a revisão urgente desta situação e a sua regularização, nomeadamente através da transferência dos dois números de telemóvel atualmente associados ao contrato residencial para o contrato empresarial, conforme foi inicialmente assegurado, bem como a devida compensação pelos encargos indevidamente suportados. Com os melhores cumprimentos, Bruna Thayane Scarparo
Atraso por erro da DPD
Exmos. Senhores, Encomenda nº13389396609413D em atraso dizem que morada não está correta quando está volta para armazém ligo peço para entregar em ponto de recolha assim fico registado sai de armazém na foi entregue dizem que saiu na carrinha de entrega errada volta para armazém mais um dia e nada volta a sair para entrega mais uma vez não é entregue dizem que o sistema não actualizou a morada nova de entrega. É assim passam dias…… Cumprimentos.
Contestação de dívida indevida e erro de faturação por reutilização de número
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a MEO, face à transmissão de dados errados à empresa de cobrança INTRUM, que me reclama uma dívida de 1.161,04€ relativa ao número [inserir o seu número de telemóvel]. A referida pretensão é totalmente improcedente e ilegal, baseando-se nos seguintes factos: Início da Titularidade: Adquiri o referido número numa loja oficial MEO apenas em 13/02/2022, conforme fatura/comprovativo de compra em meu poder (anexo 1). Qualquer valor acumulado anterior a esta data pertence ao titular anterior do número, sendo-me totalmente alheio . 2.ºInexistência de Dívida e Portabilidade: Fui cliente da MEO até 22/11/2024, data em que efetuei a portabilidade para a operadora NOS (anexo 2). O processo de portabilidade foi autorizado pela MEO e decorreu sem qualquer impedimento, o que comprova a inexistência de faturas vencidas e não pagas à data da cessação do contrato. 3.º Prescrição Legal: Mesmo que a dívida fosse legítima (o que se nega), qualquer valor relativo a comunicações eletrónicas de 2022 encontra-se prescrito, nos termos do Art.º 10.º da Lei n.º 23/96, que fixa em 6 meses o prazo para a cobrança destes serviços. 4.º Proteção de Dados (RGPD): A MEO está a facultar dados incorretos a terceiros (INTRUM), causando-me transtorno e pressão psicológica por um débito que sabe ser de outrem. Face ao exposto, exijo: A anulação imediata de qualquer registo de dívida associado ao meu NIF na MEO; Que a MEO instrua formalmente a INTRUM a cessar todos os contactos e a encerrar o processo de cobrança n.º [inserir n.º do processo da Intrum se o tiver]; A confirmação por escrito de que não existem valores pendentes. Caso a situação não seja resolvida, apresentarei queixa junto da ANACOM e da CNPD. Com os melhores cumprimentos; Victor Manuel Neves Dos Santos NIF: 189152680
Correio registado não entregue
Exmos. Senhores, Sempre que existe uma entrega de correio/encomenda por parte dos CTT, a pessoa encarregue da mesma, nunca toca à porta. Esta situação obriga à deslocação ao ponto CTT da àrea da minha residência, cujos horários são incompatíveis com os de qualquer pessoa que trabalhe. A autorização do levantamento por terceiros, implica a entrega de um documento oficial de identificação, o que por si só levanta questões legais. Esta situação é ainda mais grave, quando se trata de correio registado com aviso de receção. Nos dias, 08/09/2025 e 17/03/2026, foram deixados "Aviso de Entrega" na caixa de correio. Na primeira data, encontravam-se duas pessoas em casa. Na segunda três. Ninguém tocou à porta, logo, a justificação de que, "O Aviso foi emitido devido a: Não atendeu", é falsa. Mais, não é sequer indicada a hora da falsa tentativa de entrega! Pior ainda. No dia 08/09/2025, encontrava-me no estrangeiro. Quando regressei, tinha passado o prazo para a recolha. Ainda assim dirigi-me ao ponto CTT. Sem sucesso. Assim se no futuro vier a ter qualquer problema legal, relacionado com a situação de 08/09/2025, a responsabilidade será imputada aos CTT. Penso que estas duas situações não são casos isolados, nem sequer extraordinários, parecem ser a regra! Afirmo isto, porque fui informado de que, nesta zona, existem muitas queixas relacionadas com sete assunto! Passo a indicar os elementos relativos aos avisos: Data: 08/09/2025 Hora: ??:?? Estafeta: Rodrigo Nº do Giro: 120 Código do Objeto: RV 697002958PT Remetente: CMP Data: 17/06/2026 Hora: ??:?? Estafeta: Rodrigo Nº do Giro: 120 Código do Objeto: RV 758911565PT Remetente: CMP Código Postal: 4150-798 Ponto CTT: Lordelo do Ouro Cumprimentos, Mário Lopes
Pagamento de Multa Abusivo
Exmo.º Senhor / Entidade Requerida, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a Vodafone Portugal, S.A., relativamente ao meu contrato de serviços de Tv, Net e Voz, identificado pelo nº de conta 315228922 e NIF 302791370, titular Luiz Moreira, telemóvel 934494730. Comuniquei formalmente o meu pedido de cancelamento dos serviços para a data de 31 de março de 2026. Enviei o formulário de cancelamento já preenchido, que foi reconhecido internamente pela Vodafone, com Ticket #6778499. Não vou preencher novamente este formulário. O meu contrato tem um período total de 24 meses. Para saber quantos meses faltam pagar como multa, basta fazer uma conta simples: contar os meses que já decorreram entre o início do contrato e a data de cancelamento, e subtrair esse valor ao total de 24 meses. Entre maio de 2025 e março de 2026 já foram cumpridos 11 meses, que estão sendo pagos normalmente. Sendo assim, apenas 13 meses futuros é que poderiam, em tese, ser sujeitos a penalização, ou seja, o período de abril de 2026 até ao final do contrato em maio de 2027. A Vodafone indicou um valor de 182€, correspondente a 14 meses de multa. Se somar esses 14 meses aos 11 que já pagou, o total passa a ser 25 meses, o que ultrapassa o período de fidelização que assinei. Isso não faz sentido jurídico nem matemático. Ainda pior, o mês de março de 2026 é tratado duas vezes: como mês de serviço ativo, porque o serviço só é desligado a 31 de março, e também como mês de multa, como se fosse um mês futuro. A Vodafone não pode cobrar o mesmo mês como mês de serviço e como mês de multa ao mesmo tempo. Considerando uma mensalidade de 26€ e uma penalização de 50% sobre os meses futuros, a multa correta deve incidir apenas sobre 13 meses, o que resulta no valor de 169€. O valor de 182€ apresentado é, por isso, errado, injusto e abusivo, porque inclui indevidamente o mês de março e faz-me pagar mais do que o período de fidelização original. Neste sentido, solicito de forma expressa que a Vodafone receba o cancelamento já efetuado com o formulário já entregue, corrija imediatamente o valor da penalização de 182€ para 169€, envie de forma urgente o IBAN oficial para pagamento dessa quantia corrigida e comprove por escrito que o cancelamento dos serviços ocorre na data de 31 de março de 2026, sem qualquer tentativa posterior de cobrança indevida. Solicito ainda que a registrem esta reclamação como defesa dos meus direitos de consumidor, nomeadamente o direito à informação clara e correta sobre encargos, a proibição de práticas desleais e abusivas e o direito ao cancelamento na data solicitada, sem imposição de procedimentos desnecessários e errados. Caso se comprove erro ou cobrança indevida, intervenham para que a Vodafone cumpra o disposto e, se necessário, reembolse qualquer valor pago a mais. Reitero que não vou preencher novamente o formulário já entregue. A Vodafone deve tratar este caso de forma célere, transparente e respeitosa, enviando o IBAN e o comprovativo de cancelamento a 31 de março de 2026. Caso isto não seja feito dentro de cinco dias úteis, reservo‑me o direito de avançar com meios judiciais e extrajudiciais complementares. Obrigado.
MEO - Meo recusa cancelar serviço
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à forma como a minha situação está a ser tratada. Solicitei o cancelamento imediato do serviço, no entanto, até ao momento, não fui devidamente contactado para a resolução do problema. Em vez disso, recebi uma comunicação a indicar que a situação se encontrava resolvida, o que não corresponde à verdade. Considero inaceitável a ausência de contacto direto comigo, quando disponho de um número de telefone ativo para esse efeito. Mais grave ainda é a tentativa, direta ou indireta, de colocar em causa a veracidade da minha exposição. Adicionalmente, informo que não existe qualquer contrato assinado por mim que estabeleça a obrigatoriedade de permanência por mais um mês após o pedido de cancelamento. Assim, rejeito qualquer tentativa de prolongar o serviço contra a minha vontade. Reforço que não aceito a continuidade de um serviço que já solicitei cancelar, e exijo que a situação seja resolvida com urgência, com o devido respeito, transparência e profissionalismo. Caso a situação não seja resolvida com a máxima brevidade, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente o Livro de Reclamações Eletrónico e a ANACOM. Aguardo contacto urgente para resolução definitiva deste assunto. Com os melhores cumprimentos,
Comprei um Portátil com defeito
Comprei um Portátil dia 13 de fevereiro, que estava apresentando problemas. Desde o terceiro dia da compra que vou a loja e me mandam para o fornecedr, o fornecedor indica que situações de DOA é com a Meo, e nunca é resolvido. Por fim, o vendedor me orientou a enviar o Portátil para o galpã da meo, que cuida do pós venda, que eles me enviariam um computador novo. Foi enviado dia 5 de março. Até agora não tenho retorno, não tenho prazo, náo tenho acompanhamento, NADA!! É ridículo o que fazem com o cliente. Hoje me ligou alguém da MEO para ENTENDER o que estava acontecendo, como assim? Depois de um mês ainda não sabem?? Me disse que náo era possível eu ter um acompanhamento e nem tinha prazo de resolução. Comprei pois preciso para trabalho, e além de todo gasto que tive indo inúmeras vezes na loja, ainda estou tendo meu trabalho prejudicado e me sentindo uma otária. Cada meu computador?? Já náo quero mais outro, quero o reembolso. É inadmissível essa falta de consideração com o consumidor.
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