Reclamações públicas

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T. S.
01/06/2019

Nao devolveram a caução de 300 euros no cartão de crédito

Efetuei uma locação dia 27 com devolução do carro dia 29 e até o momento eles não estornaram o valor da caução, 300 euros, no meu cartão de crédito MASTERCARD. Preciso que esse valor seja cancelado pois esta comprometendo o limite do meu cartão de crédito. Do mesmo modo bloquearam 75 euros para pagamento de pedágios e até o momento não devolveram este valor no cartão. Preciso desta solução o quanto antes.

Encerrada
S. G.
24/05/2019

Rescisão de contrato sem conhecimento

Venho por este meio comunicar que o meu contrato com a Via Verde foi rescindido, sem meu conhecimento. Continuei a utilizar a Via Verde, desconhecendo tal facto. Em parte errei, porque mudei de casa e não fiz no imediato a alteração de morada, contudo, a referida entidade tinha o meu contacto de email e telefónico para me poder notificar da situação. Agora recebo notificação de portagens a pagamento, que não tinham sido cobradas, quando em todos os meses me eram cobradas as mesmas na conta bancária, ora como a utilização era frequente, não tinha como confirmar se as portagens tinham sido todas liquidadas ou não. Neste momento tenho 722,06€ a pagamento, sendo que dos quais 189,45€ são portagens por liquidar, e 532,61€ são custos administrativos. Acho completamente indecente que estejam a cobrar tanto em custos administrativos, uma vez que desconhecia que alguma coisa se passava. Solicito ajuda neste processo, pois a minha vida financeira não me permite este pagamento absurdo. Tentei apresentar provas dos pagamentos efectuados, em que às vezes no mesmo dia o identificador não fazia a leitura, sendo que nesse sentido o problema não é meu, mas sim das infraestruturas. A entidade Pagamento de Portagens está irredutível perante tais factos, propondo apenas a possibilidade do pagamento em 4 prestações. Não concordo com os custos administrativos, pois são absurdos. Podem ajudar-me?

Encerrada
S. C.
21/05/2019

Permitir o passe Navegante na ponte da couraça

Bom dia, Tenho o passe navegante e pretendo apanhar os autocarros da Boa Viagem (Barraqueiro Transportes, SA) na paragem da Ponte da Couraça na Castanheira do Ribatejo, mas os autocarro tem indicação que a paragem não pertence a Vila franca de Xira.Se apanhar o transporte da Boa Viagem, no sentido Lisboa-Ponte da Couraça, os condutor do autocarro informam que o navegante termina naquela paragem, se for no sentido Ponte da Couraça-Lisboa não validam o passe indicando que temos de pagar bilhete. Geograficamente a paragem no concelho de Vila Franca de Xira, gostaria de saber porque tenho de pagar bilhete? É justo a paragem Ponte da Couraça seja abrangida pelo passe Navegante.Agradeço a vossa disponibilização para resolver esta situação.

Resolvida
M. F.
09/05/2019

Coimas e custas sobre taxas de portagens

Boa tarde,Venho por este meio expor a cobrança que apareceu desde 24/04/2019 através da Autoridade Tributária, acerca da cobrança de pagamento de taxas de portagens, de 2017, da Ascendi. Ora surgem agora, decorridos dois anos, 3 (três) portagens por pagar. Uma de 0,25€, outra de 0,90€ e outra de 0,45€. Neste momento, na AT tenho uma dívida à ascendi de 29,28€, que inclui taxas administrativas e à AT 189,75€. Assim sendo, para pagar 1,60€ tenho em dívida 219,03€. Isto é um ROUBO. Segundo a lei n.º25/2006 sendo uma contra-ordenação, teria uma coima de 25€. Acontece que além da coima, a AT acresce a cobrança de 38,25€ de custas (pago mais de custas do que da coima) para uma dívida de 0,25€/0,45€. Sinto-me completamente lesado, até porque nunca recebi qualquer pedido de pagamento por parte da entidade durante estes dois anos decorridos. É meu entendimento, que ainda segundo a mesma Lei, no art.º 10 e art.º 14, é estabelecido que deveria ter sido notificado pela empresa para pagamento destas taxas de portagem (acrescendo custos administrativos), por carta registada com aviso de recepção. Isto nunca existiu. Como me posso defender? Na AT? Na Ascendi? No Instituto de Infra-Estruturas Rodoviárias, I.P?

Encerrada
T. O.
06/05/2019

Dividas de Postagens de carro alugado 3 anos depois

Venho por este meio, reclamar a minha situação com a vossa empresa. No Ano 2016 em janeiro, aluguei um carro na Guerin, com a matrícula 07-PR-44. Este aluguer correu extremamente mal na altura, pois quando reservei o carro solicitei um carro a Diesel e quando ia em viagem e necessitei de abastecer reparei que era gasolina. Apesar de o funcionário que fez a reserva se desculpou e disse que não precisava entregar o carro atestado, para compensar.Mas agora 3 anos depois, vejo que mais surpresas tenho, não é que recebo uma multa das finanças de cerca 250€ em Portagens! Sendo que solicitei ao funcionário para ativar a via verde e fiquei descansado que tudo tinha ficado liquidado!Que falta de competência, umas portagens no valor de 15€, estou a apagar cerca de 250€! Tentei contatar a Guerin por telefone mas ninguém atende.Nunca mais!

Resolvida
L. S.
06/05/2019

Problema scuts

Eu, Luís Fernando Lima da Silva, arguido no processo n.º 19102019060000056016, instaurado em , 2019-04-18 venho por este meio solicitar junto de V.ª Exas, informações detalhadas sobre o processo acima identificado e se pronunciem sobre o mesmo. Da Infração: Na data e hora da infração praticada, 2017-01-11 04:24:04 e 2017-01-11 04:44:10, efetivamente efectuei passagens no referido local, com a viatura de matrícula 97-83-LZ, não tendo identificador associado à referida matrícula. No prazo de 5 dias desloquei-me a uma loja agente Payshop e não consegui visualizar as referidas passagens, ficando até à presente data a aguardar notificação da ASCENDI (o que nunca aconteceu). Da Notificação: Hoje no Portal das Finanças (06-05-2019) verifico que teria sido constituído arguido no processo n. º19102019060000056016, e que teria sido já instaurado Auto de Noticia n.º 110005485963/2019. Na referida notificação, não me foi facultada a “descrição dos factos”, não me dando assim na qualidade de lesado, a possibilidade de apreender a globalidade das circunstâncias que levaram à coima, limitando-me a possibilidade de defesa. NOTA: Verifiquei que desde que nasci o endereço do meu domicilio associado à viatura indicada corresponde efectivamente à minha morada actual (a mesma que está nas Finanças) pelo que não pode ser motivo por parte de V. Exas o não recebimento de minha parte de qualquer comunicação de não pagamento de alguma dívida. De acordo com o Art.º 14º da Lei 25/2006 de 30 de Junho, Notificações 1 - As notificações previstas no artigo 10.º efetuam-se por carta registada com aviso de receção, expedida para o domicílio ou sede do notificando. 2 - Se, por qualquer motivo, as cartas previstas no número anterior forem devolvidas à entidade remetente, as notificações são reenviadas para o domicílio ou sede do notificado através de carta simples. 3 - No caso previsto no número anterior, o funcionário da entidade competente lavra uma cota no processo com a indicação da data de expedição da carta e do domicílio para o qual foi enviada, considerando-se a notificação efetuada no 5.º dia posterior à data indicada, cominação que deverá constar do ato de notificação. 4 - Se o notificando se recusar a receber ou a assinar a notificação, o funcionário dos serviços postais certifica a recusa, considerando-se efetuada a notificação. 5 - Quando se verifique a existência de várias infrações cometidas pelo mesmo agente ou com a utilização do mesmo veículo pode efetuar-se uma única notificação. 6 - Caso uma única notificação se revele insuficiente para listar a totalidade das infrações cometidas em determinado período pelo agente, pode a administração tributária disponibilizar a informação relevante no Portal das Finanças, remetendo sempre segunda carta contendo a listagem das infrações cometidas. Como se pode constatar, eu, Luís Silva, arguido no processo supra, nunca fui em tempo algum notificado pela entidade concessionária ou subconcessionária “Ascendi .” para efetuar o referido pagamento conforme o disposto no n.º 1 do Art.º 10º da Lei n.º 25/2006, de 30 de Junho, Responsabilidade pelo pagamento: 1 - Sempre que não for possível identificar o condutor do veículo no momento da prática da contraordenação, as concessionárias, as subconcessionárias, as entidades de cobrança das taxas de portagem ou as entidades gestoras de sistemas eletrónicos de cobrança de portagens, consoante os casos, notificam o titular do documento de identificação do veículo para que este, no prazo de 30 dias úteis, proceda a essa identificação ou pague voluntariamente o valor da taxa de portagem e os custos administrativos associados. A ter em conta: Tendo em conta que a entidade concessionária tem obrigação legal de notificar os proprietários dos veículos em tempo útil para que procedam ao pagamento das taxas de portagem e referidos custos administrativos, e que tal possibilidade de pagamento não me foi legalmente facultada, uma vez que a única notificação que recebi foi a instaurada diretamente pela AT, em 18-04-2019, limitando-me desta forma a possibilidade de defesa e tendo em conta que em contacto com a Ascendi a mesma não me soube informar quando me enviou notificação por escrito, pois eu nunca a recebi daí eles também não terem esse registo, desta forma solicito a análise do processo, possibilidade de anulação do mesmo, facultando-me de forma legal a possibilidade do pagamento somente da referida taxa de portagem acrescida dos custos administrativos, conforme estabelecido na Lei. Certo de que este pedido será alvo da V.ª maior consideração, aguardo resposta o mais breve possível. Luís Fernando Lima da Silva

Encerrada
R. A.
02/05/2019

As novas regras de carregamentos de passe carris

Durante anos tenho sido cliente da carris porque necessito dos transportes para me movimentar em Lisboa. Faz qualquer coisa como 4 anos em que inclusive vejo muitas pessoas a utilizar os transporte sem pagar ou passar passe. Como o dia de pagamento mensal de salário é no dia 25 do mês, todos os meses é nesse mesmo dia que carrego o passe. Dia 25 de Abril carreguei o passe já com os ajustam tos de preços e paguei 40 euros pelo meu passe. Sem qualquer aviso tomei curso no que seria mais um mês a usar os transportes agora com novos custos. Chegado dia 1 de maio tento utilizar o meu passe para ir para o trabalho e dá inválido. Abordei o segurança no metro em campo grande e este simpaticamente dá me a conhecer que existem novas regras e que agora os carregamentos têm de ser feitos no início do mês obrigatoriamente. Fui forçado a carregar o passe outra vez porque o não carregamento implicava não usar os transportes. Hoje dia 2 de Maio vou ao apoio aos clientes em campo grande, e pergunto como posso reaver o dinheiro de um passe que carreguei dia 25 e usei uma semana até ser forçado outra vez a carregar. Gastei 80 euros em passe em questão de dias e dizem me que não fazem devolução de dinheiro. Como contribuinte estou a ser roubado por um serviço que mal reporta as mudanças de regras e força às pessoas a fazerem ajustes à força. Em mês algum falhei o carregamento do passe deste meio de transportes em que as próprias condições por vezes são deploráveis nos autocarros. Estou a ser roubado! Por favor peço apoio porque acho UE e uma injustiça não reembolsado de um dinheiro que é meu! Apenas peço o reembolso dos dias em que não foi usado o carregamento. Aguardo uma resposta positiva porque tem de existir uma maneira de darem o dinheiro que me pertence, obrigado

Resolvida
F. S.
28/04/2019

Site online da CP não permite compra com descontos das forças de segurança e militares

Venho por este meio comunicar, a V.Exª's que o site da CP não permite compra de títulos de viagem com descontos das forças armadas nem forças de segurança.Durante a minha vida profissional que se iniciou em 2010 primeiramente na Marinha de Guerra Portuguesa e em 2016 na Guarda Nacional Republicana sempre utilizei os serviços da CP no entanto até aos dias de hoje os serviços prestados às forças de segurança e militares têm vindo a deteriorar-se.Antes era possível através do Multibanco adquirir o titulo de transporte no entanto deixou de ser possível de o fazer, e como agravante a compra de títulos Online não permite essa opção.Como militar da Guarda Nacional Republicana estou sujeito a diversos horários que não me permitem agendar a compra de bilhetes antecipadamente inclusive muitas vezes sou chamado ao serviço mais cedo, obtendo os títulos de transporte a preços exorbitantes, devido a elevada procura turística que o nosso país tem recebido nos últimos anos.Portanto com esta reclamação gostava de perceber o porque de não ser possível adquirir os mesmo Online e a quem posso recorrer para mudar esta situação.A minha vida sempre foi ao serviço de Portugal em diversos pontos do país a Comboios de Portugal trata-se de uma empresa publica por isso qual é o entrave para ajudar e facilitar o transporte das suas forças de segurança e militares ?Se no site é possível obter títulos com todos os tipos de desconto inclusive Emirates, CP Empresas, Menores 25, Pessoas com deficiência, etc, porquê que nós militares e forças de segurança que estamos deslocados a centenas de quilómetros de casa e usamos a Comboios de Portugal todas as semanas gastando uma grande parte do nosso salário na compra dos vossos títulos não temos o mesmo direito que os demais portadores de descontos, sendo-nos obrigado a deslocar as vossas bilheteiras físicas que inclusive em muitos sítios nem sequer funcionam onde somos obrigados a tirar o bilhete dentro do próprio comboio ?

Encerrada
F. G.
22/04/2019

Taxa cobrada indevidamente

Boa tarde,O meu nome é Filipe Gomes e uso ocasionalmente a plataforma Bolt para me deslocar. Sempre confiei neste tipo de plataformas pela sua segurança e comodidade, mas infelizmente desta vez cometeram uma enorme falha. Passo a citar o caso:No dia 6 de Abril de 2019, por volta das 9h20, solicitei um motorista Bolt através da aplicação, para me deslocar desde a Avenida Combatentes da Grande Guerra 94 (Mina-Amadora) até ao Complexo Desportivo UDR Santa Maria (Pontinha-Odivelas), viagem essa que me iria custar 3,30€. Depois de esperar quase 1 minuto, foi-me atribuído o motorista Mário (Toyota Auris 73-VD-83), que se encontrava em Torres Vedras, a mais de 30 minutos de distância de mim. Devido ao tempo que teria de esperar, resolvi cancelar. Infelizmente a aplicação não me dava essa opção. Tentei ligar várias vezes para o motorista, com o intuito de ser ele a cancelar, mas a chamada ía para a caixa do correio.Acontece que o motorista em causa começou a minha viagem em Torres Vedras e terminou-a numa estrada incerta de Odivelas. Por esta viagem que eu não fiz, foi-me cobrado 29,05€. Felizmente tirei capturas de ecrã para poder comprovar esta má experiência e assim enviar-vos em anexo.Depois disto, quero ver a situação resolvida, reavendo o dinheiro que é meu por direito.Aguardo resposta.AtenciosamenteFilipe Gomes

Encerrada
L. N.
18/04/2019

TAP não credita milhas

Bom dia, Pretendo creditar no programa de passageiro frequente da TAP as milhas correspondentes aos voos realizados na passagem ano na companhia aérea parceira da TAP, a Turkish Airlines.As diversas tentativas que fiz ao longo destes meses foram até agora ineficazes, quer na própria página da TAP quer no mail de apoio ao cliente.As respostas que me dão são insatisfatórias e falsas: os voos não foram creditados como continuamente afirmam.As milhas só podem ser creditadas numa conta de passageiro frequente que seja minha. No grupo Star Alliance só tenho milhas na TAP.Pelo extracto de movimentos até à data de hoje é fácil comprovar que é falsa a vossa afirmação, mas continuam repetidamente a dar a mesma resposta.A completa indiferença com que tratam as várias situações que os clientes apresentam é tristemente desconfortante para os consumidores que vêem as suas situações, tão simples por vezes, arrastarem-se no tempo e obtendo apenas impessoais respostas padrão que mostram bem o quanto as empresas se preocupam com as pessoas.Solicito assim, mais uma vez, o crédito das milhas correspondentes aos voos realizados.Ao vosso dispor para qualquer esclarecimento,

Encerrada

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