Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Lesão corporal por tratamento a laser
NIF 297537628Foram contratadas 10 seções de laser para retirada de pelos corporais nas axilas, rosto, virilha e meia perna, durante varias seções do decorrer do processo tive queimaduras corporais, no rosto, virilha e perna, sempre me disseram que com o tempo as marcas sumiriam mediante a utilização de creme hidratante. Na última seção realizada 23/09/2019 fiquei com muitas queimaduras na axila esquerda, próximo a axila direita, varias na perna direita e esquerda próximo ao joelho. Algumas que até agora não sumiram e deixaram marcas escuras na pele que não somem até hoje. Quando contratei as seções o objetivo era me livrar de marcas deixadas pelos pelos, e agora fiquei com marcas maiores de queimaduras que não somem.No dia 30/09/2019 fui a clinica mostrei as queimaduras as técnicas, falei do incomodo e apesar de serem muito educadas não me deram nenhuma solução nem se ofereceram nenhum tratamento, na ocasião fiz uma reclamação no livro de reclamações n 25609601 e até hoje não recebi nenhuma resposta da empresa. Gostaria que empresa me desse uma solução para inimizar ou reparar as queimaduras que tive, que estão documentadas em fotos desde o ocorrido.
Problema com tratamento ortodôntico
Em dezembro de 2016 coloquei aparelho no Centro Médico Dentário do Bolhão no Porto e desde Julho de 2018, comecei a fazer as manutenções mensais no Centro Ortodontico da Avenida da Liberdade, visto que mudei de residência da zona Norte para a Grande Lisboa. Inicialmente o CMB tinha-me dado uma estimativa de 2 anos e meio para usar o aparelho, sendo que só agora em Novembro de 2019 é que o vou remover. Acontece que o meu dente frontal tem uma restauração e desde o ínicio do tratamento fui informada que quando removesse o aparelho, teria de fazer uma nova restauração antes de me darem os aparelhos de contenção. Visto que a remoção se estava a aproximar, em Julho de 2019 tive uma consulta de avaliação com a médica dentista que a COAL indicou e esta deu-me, gratuitamente, um orçamento de 45€ para o restauro. A remoção, de acordo com a COAL ficaria por 200€ (incluindo raio X, destartarização e aparelhos de contenção), sendo que no total, o processo todo ficaria por 245€. Agendei então a remoção para 14 de Novembro, pensando que o processo seria feito no mesmo dia na clínica visto que a médica dentista dava consultas lá. No entanto, mandei-lhes uma mensagem a pedir para adiar para a última semana de Novembro e para marcar essa nova data com a médica dentista. Informaram-me então que afinal a médica dentista em questão já não trabalhava com eles (algo que não me informaram no momento em que marquei pessoalmente apesar de saberem que eu ia ter de fazer o restauro, visto que isso estava na minha ficha de utente) e que teria de contactar o parceiro deles novo que faz os tratamentos médico-dentários ou contactar directamente a médica. Contactei o parceiro, que disse que só para me dar o orçamento do restauro teria de pagar 25€ (recordo que já tinha feito o orçamento com a médica e que foi grátis) e só depois me poderiam dar o valor final. Como o valor iria ficar obviamente muito acima do que tinha sido acordado em Julho, decidi que preferia fazer com a médica tendo-a contactado. Foi-me dito que só dava consultas ás sextas de manhã ou terças de tarde numa clínica em Lisboa e aos sábados de manhã numa clínica em Odivelas (recorde-se que vivo em Cascais, e a COAL fica na Avenida da Liberdade em Lisboa). A COAL disse-me também que o processo de remoção demoraria 1h30 e o processo de obtenção dos moldes outra 1h30. Visto que de 2ª a 6ª da parte de tarde tenho compromissos aos quais não posso faltar, e visto que a clínica abre as 9h30 e que teria que me deslocar para ir fazer o restauro noutro sítio de Lisboa, o processo iria demorar no mínomo 5h caso nada corresse mal, pelo concluí então que não iria conseguir fazer o processo numa manhã. Questionei então se podia fazer a remoção e restauração num dia e no dia a seguir ir fazer os moldes e disseram-me que há risco dos dentes se moverem, estragar o tratamento que durou 3 anos e custou mais de 2000€ e que a responsabilidade era minha. Pedi então para agendar a um sábado às 9h30 (visto que a clínica em Odivelas encerra às 13h e para me dar tempo para ir lá teria de ser o mais cedo possível) e disseram-me que só podem às 10h30 aos sábados, apesar de a COAL abrir as 9h30. E aliás, o único sábado que podem é 1 semana mais tarde do que o que eu pretendia (relembro que o tratamento já vai muito além dos 2anos e meio inicialmente estimados). Portanto: 1) não me informam que a médica que ia fazer a restauração já não trabalhava com eles e pelos vistos quando marquei a remoção nem tinham marcado nenhuma restauração apesar de saberem que eu não poderia fazer o processo sem restauração 2) não cumprem o orçamento que tinha sido dado porque remetem-me para um parceiro novo obviamente mais caro 3) não mostram sensibilidade nenhuma para que eu não tenha de faltar aos meus compromissos e insistem que o tratamento tem que ser feito todo no mesmo dia e se não for, a responsabilidade é toda minha 3) eu arranjo uma solução que involve ter que ir à clinica fazer a remoção, deslocar-me de proposito 17km para ir ter com a médica que trabalhava com eles, regressar para fazer os moldes e ir buscar os moldes antes que fechem as 18h30, mas são incapazes de iniciar o tratamento 1h mais cedo às 9h30, para me dar tempo de lá chegar e fazer tudo antes de que feche, dizendo que posso aparecer lá as 9h30 mas nada garante que seja atendida porque é por ordem de chegada. Sou cliente deles há 3 anos, sempre fiz todas as manutenções e limpezas mensais bem como os raios-X solicitados. Mas são incapazes de agendar comigo uma hora que me permita fazer um tratamento que necessito. Da minha parte já cedi bastante, visto que tive que andar a fazer telefonemas, procurar a médica anterior e ir de encontro a ela, uma vez que são incapazes de arranjar um parceiro a uma distância razoável que pratique os mesmos preços. E além do mais, tudo isto teve de ser conversado através de chat do facebook porque se recusaram dar-me um contacto móvel para eu ligar. Passado 3 dias de falar por mensagens de chat no messenger sem conseguir marcar uma data porque em cada dia tinha que repetir o que já tinha explicado no dia anterior, decidi então apresentar esta reclamação.
Recusa de ambulância
Boa noite, o motivo da minha queixa é a seguinte , dia 9/10/2019 pelas 9h20 da manhã mais ao menos , liguei para o 112 a pedir uma ambulância para a minha avó que estava doente , expliquei a situação dela que passou a noite a vomitar e não comia nada mais ao menos á dois dias e é doente oncológica , o que é certo é que depois desse meu pedido disseram que iriam mandar uma ambulância.Passado aproximadamente 5 minutos voltaram a ligar me a dizer que afinal não iam mandar ambulância nenhuma pois não era uma caso urgente , o que é certo é que a minha avó não teve direito ao INEM /ambulância e teve de arranjar alguém que a levasse demorando muito mais tempo a chegar ao hospital e acabou por ficar internada , portanto quero que alguém se responsabilize e rápido porque senão vou para os piores caminhos possíveis porque depois da frieza e desumanidade que tiveram a minha avó podias estar morta!! Agradeço uma resposta muito rápida
Abuso de confiança
Venho, por este meio, informar-vos de que a empresa prestadora de seguros de saúde, Medicare, fez uma tentativa de logro à minha pessoa enquanto consumidora.Há cerca de um ano atrás, a seguradora Medicare, contactou-me no sentido de me vender um seguro de saúde pelo valor de EUR 29.90. Uma vez que o meu seguro de saúde antigo iria terminar, pensei em aderir ao que me tentava vender a Medicare, por ter um valor mais baixo que o anterior. Neste sentido, ao falar com a operadora ao telemóvel, dei-lhe os meus dados bancários e contactos, mas sem fechar imediatamente o acordo, uma vez que iria ainda averiguar se a minha situação, na altura, me permitia, efectivamente, aderir a tal serviço. Dei os meus dados porque, na altura, pensei que em princípio iria de facto ficar com o mesmo serviço e seria apenas uma questão de confirmar. Recordo-me de, em chamada, ter até havido menção ao meu não-vínculo imediato.Foi-me enviado um contrato para casa, que acabei por não assinar, pensando que, assim, o serviço não seria activado, por ter chegado à conclusão que não iria aderir ao seguro.Descubro, entretanto, que me tiraram dinheiro via débito directo, sem o meu consentimento formal (sem assinatura de contrato e também não houve nenhuma chamada a pedir a minha confirmação). Telefonei à Medicare duas vezes, não só para me queixar mas para pedir o cancelamento do serviço que desconhecia estar activo. A operadora disse-me que não era obrigatório assinar o contrato e que as chamadas telefónicas prevalecem enquanto garantia de vínculo entre o cliente e a empresa. Perguntei então porque enviavam um documento para ser assinado. Não me soube responder. Reencaminhou-me, das duas vezes, a chamada para o departamento responsável pelos cancelamentos e activações de conta e, das duas vezes, foi-me negado falar com um membro do departamento, por estarem muito ocupados. Deixei, em chamada gravada, a garantia de que iria voltar a ligar e faria queixa caso não me cancelassem a conta antes do final do dia. Dirigi-me ao banco para cancelar o débito directo para a Medicare e foi-me reposto o último valor, mas não o total retirado desde a activação do serviço. Não sei quanto dinheiro me foi retirado, mas é garantido que não tenho dinheiro suficiente para alimentar uma empresa de cujo serviço eu não beneficio. Não sei se me vão repor a totalidade de dinheiro retirado em débito directo mas preciso do montante e tenho direito ao mesmo.Deixo esta queixa por duas razões: 1) ainda que seja legal assumir uma chamada telefónica como vínculo oficial entre um cliente e uma empresa, tal não mo foi dito ao telefone, 2) sendo legal tal procedimento, não parece haver então necessidade de ser enviado um contrato para assinar para casa. Lembro que a empresa careceu de explicação para tal fenómeno. Espero que algo seja feito no sentido de arranjar uma explicação para procedimentos enganadores por parte da Medicare, para não falar, em abusos claros de confiança e espero que a empresa me devolva o dinheiro. Obrigada desde já.Cordialmente,Catarina Tello de Castro
Tempos de Espera
Venho por este meio expor a situação inconcebível que se vive no serviço de urgências do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE.Domingo, dia 29 de setembro de 2019, à noite, dei entrada com fortes dores lombares, as quais não conseguia estar em nenhuma posição em que não me doesse.Para meu espanto inicial fui presenteado com uma pulseira verde. Após 3h de espera onde me contorcia com dores por não ter nenhuma posição e em que nenhum auxilio foi prestado dirigi-me ao balcão de informações para questionar se ainda demorava muito, uma vez que tinha muitas dores e ja havia passado uma hora a mais do que o admitido na Triagem de Manchester.Espanto o meu quando me respondem que ainda teria que esperar pelo menos mais 4h, porque a minha pulseira era verde e não era doente urgente.Questionei qual a validade dos ecrãs de informação ao minuto uma vez que estes mesmo ecrãs apresentavam a informação de que o tempo de espera se situava em 2h e 8minutos. Responderam-me que a informação desses ecrãs não é valida, uma vez que essa mesma informação é apenas administrativa para ser enviada para os ministérios.É inadmissível os tempos de espera que se fazem verificar nas urgências deste hospital. E pior é o facto de se ludibriarem e converterem números para que parece que todo o serviço decorre na normalidade quando na realidade é o caos completo.É necessário tomar medidas urgentes para que estes casos não se verifiquem mais e que as devidas consequenciais sejam aplicadas, quer no caso da fraca supervisão do ministério, que no caso da péssima gestão da administração do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, EPE.
Problemas com saúde pública.
CÂMARA MUNICIPAL DE MATOSINHOSEXMOS SENHORESVenho por este meio denunciar a causa de degradante paisagem q os condóminos da Rua da Estação Sita em S.Mamede de Infesta são obrigados a admirar todos os dias e anos.Além da poeira q entra em nossas casas, são motivo de alergias respiratórias e erupções no corpo.Estando em situação de saúde precária apelamos ao Exmo Sr Delegado de Saúde a solução.Constatamos q S.Mamede de Infesta nessecita de melhor limpeza de ruas, de actuar na poluição sonora das motos em excesso de velocidade e escapes livres na ponte até às circunvalação.Por isso viver em SMamede de Infesta está muito diferente do q seria uma cidade de paz e harmonia com outro ambiente.Respeitosos cumprimentos.Alfredo da Costa Correia da Silva
Cancelamento do contrato
Boa tarde,Venho por este meio, mais uma vez, solicitar que aceitem o cancelamento do meu plano de saude com a Medicare. Aceitei aderir ao Plano com a Medicare numa chamada telefónica, numa fase que queria fazer um seguro de saude. O vendedor disse-me que podia cancelar em qualquer altura e que tinha preços super competitivos. O que aconteceu foi que, as poucas vezes que fui ao Trofa Saude (onde têm parceria e onde eu sempre vou quando preciso de ir ao medico) ficava-me mais caro usar a Medicare porque o cartão de cliente do Trofa Saude não tem custos e dão 10 euros em cartão para usar nas consultas seguintes. Em outras situações tentei usar o cartão e também não era suficientemente vantajoso face a mensalidade e as vezes de uso. Entretanto, algumas prioridades pessoais mudaram na minha vida e precisava de curtar alguns gastos. Uma vez que mal usei o cartão seria um dos poucos cortes que poderia fazer nas despesas mensais. Falei com a Medicare e convenceram-me que o cancelamento era impossivel.. Entretanto li alguns testumunhas na internet que, com as mesmas condições, conseguiram cancelar o Plano. Venho pedir que revejam a situação e que compreendam que é mesmo importante que aceitem este cancelamento. Não estou satisfeita convosco desde o momento em que percebi que não compensava usar o cartão, em que percebi que estava fidelizada sem saber e por não ter a vossa compreensão nos pedidos já efetuados. (https://www.deco.proteste.pt/reclamar?int_source=decoproteste&int_medium=newsarticle&int_term=&int_content=medicare-fideliza&int_campaign=reclamar2019)Aguardo o vosso feedback com a maior brevidade possivel
Exigências de pagamento após desistência por mau serviço
Venho por este meio demonstrar o meu desagrado para com o espaço Be-Fit Setúbal que em nada fideliza os seus clientes mas que sabe exigir direitos sem olhar para os seus deveres. Inscrevi-me neste ginásio com o intuito de frequentar o seu espaço e serviços e foram constantes as vezes em que este, mesmo que por motivos alheios, esteve encerrado ou sem acesso à água que é do direito de todos os clientes. Mostrei o meu desagrado por e-mail para o Be-Fit Setúbal que nem seu deu ao trabalho de responder e, como estava a pagar por um serviço que não estava a corresponder às expectativas apresentei o cancelamento da minha inscrição e respectivo débito directo no dia 29 de Junho. A minha mensalidade era de 19,90€ e vêm-me exigir hoje 39,90€. Quando uma empresa não presta os serviços aos quais foram contratados tem o direito a exigir pagamentos mesmo depois de ter sido cancelada a inscrição por esses mesmos motivos?
Falta de profissionalismo, imoralidade e incompetência
Venho por este meio comunicar a V. Exas. que a empresa Palvidas não tem qualquer respeito pelas pessoas nem enquanto consumidores, nem enquanto humanos. O meu marido, teve um AVC hemorrágico que o deixou com uma incapacidade de 95%, sem mobilidade nenhuma e sujeito a medicação de 3 em 3. Assim sendo, o seu transporte é complicado e requer a intervenção de profissionais, como pensei erroneamente que a empresa Palvidas seria. O meu marido tem sido acompanhado pelo Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, para efeitos de fisiatria e controlo de medicação. Assim, tem de se deslocar de tempos em tempos para o centro de reabilitação. A pedido do Centro de Saúde da Buraca, o nosso centro de saúde, esta empresa é a que faz todos os transportes para as consultas do meu marido, incluindo as deslocações a Alcoitão.Ora, esta empresa fornece os pior serviço na sua indústria. Desde que começaram os transportes do meu marido, já se atrasaram de forma a que ele perdesse várias consultas e uma cirurgia, que, conhecendo o nosso sistema de saúde, são complicadíssimas de se marcar e a falta a uma consulta, implica uma longa espera para se marcar outra. Uma vez, numa clínica em Cascais, até o colocaram sentado numa cadeira normal de uma sala de espera (ele não se senta, sendo que está num estado vegetal e só se pode sentar em cadeiras de rodas com cintos de segurança para que não escorregue e caia), o que causou que ele tombasse no chão e foram-se embora. Quando contactei a empresa após este incidente, disseram-me que não é da responsabilidade deles que o meu marido tivesse caído. Em outra circunstância, enviaram uma ambulância com uma maca avariada, tendo o meu marido ficado à chuva, à espera que arranjassem forma de o colocar dentro da ambulância. Isto é completamente inaceitável por parte de um prestador de serviços de saúde deste tipo num país europeu.A mais recente atitude deplorável desta empresa ocorreu no dia 16 de Setembro de 2019. Um mês antes desta data, foi efetuado e confirmado o pedido de transporte para este dia às 11 da manhã, sendo que a consulta em Alcoitão era às 12:30.Até ao dia do transporte, não houve qualquer contacto da empresa para confirmar o horário do transporte. No dia do transporte, às 8:30 da manhã, eu contactei a empresa, pela segunda vez, a confirmar o horário do transporte, ao que eles me respondem que estivesse pronta às 9 da manhã para o transporte.Ora, isto é inaceitável pelos seguintes motivos:1- O meu marido é muito grande e eu sozinha não consigo efetuar a higiene dele, pelo que recorro a uma empresa que vem todos os dias às 9 da manhã para o fazer. Sendo que as auxiliares só vêm às 9, o transporte no horário comunicado pela empresa não seria possível. Isto foi explicado à central telefónica da empresa, ao que me respondem que se não fosse a essa hora, não seria feito o transporte.2- para um paciente que depende de medicação de 3 em 3 horas e se alimenta pela sonda, estas deslocações várias horas antes de uma consulta (e várias horas após a consulta, sendo que a empresa apenas podia vir buscar-nos em Alcoitão às 17:00 após uma consulta que acabava às 13:00!!).3- Expliquei a minha situação à central telefónica, inclusive que tenho uma bebé que está na creche e que tenho de ir buscar antes das 17, uma vez que ela está doente, ao que me responde a senhora com uma frieza inimaginável a dizer que aguarde, pois não pode adivinhar quanto tempo a ambulância demora.Após isto e no meio de tanto desespero, tive que chamar uma empresa privada de transportes, ao qual tive de pagar 65 euros, que nunca me serão reembolsados.Agradeço que alguma cousa seja feita, porque esta empresa não tem qualificação para lidar com doentes.
negligência veterinária
Venho por meio desta relatar o acontecido com meu animal no Hospital Veterinário universitário de Coimbra (Grupo Onevet). Meu nome é Laiza Coelho, sou brasileira, onde me formei e já trabalhei como Médica Veterinária. No dia 25/07, levei minha cachorra da raça Shih tzu, de 11 anos e 7 meses de idade, ao hospital pois ela estava ofegante e inquieta. Chegando na clínica, as 7horas da manha a Médica Veterinária observou febre e realizou exame de sangue, que constava tudo normal. Ela deu dipirona e eu pedi também um anti-inflamatório, e disse que se eu quisesse poderia deixa-la para fazer o Rx e a ecografia mais tarde quando o hospital tivesse em horário normal (9:30). Como achei que o exame físico no meu animal não foi realizado adequadamente, preferi leva –la comigo. Minha cachora respondeu bem a medicação, e permaneceu bem. No final da tarde ela começou novamente a ficar inquieta e taquipneica, dei 7 gotas de tramadol que tinha em casa e após 20 minutos ela respondeu a medicação e ficou mais calma, neste momento resolvi fazer exame físico para ver onde estava o problema. Neste momento ela tinha dor com uma leve palpação na coluna lombar (L4/L5), ela tinha todos os reflexos normais, exceto perda de propriocepção do membro pélvico esquerdo, e ela tinha ataxia leve (tenho vídeo da perda de propriocepçao e ataxia). Após isso, tentei marcar um Rx no hospital para manha seguinte. No dia 26/07 pela manhã ela voltou a ficar inquieta, não dei a medicação pois iria leva la ao hospital. Cheguei as 9:30 no Hospital, onde fui atendida pela Veterinária Andreia Freire, ao chegar ela não examinou meu animal, ela simplesmente olhou e disse que ela teria algo em respiratório superior que talvez fosse necessário cirurgia, expliquei que eu era veterinária e ela tinha dor na coluna lombar (L4/L5) e perda de propriocepção, que não era respiratório. Pedi para ela realizar um RX de coluna lombar, entretanto ela pegou minha cachorra e depois de um tempo voltou dizendo que não teria como fazer o exame pois ela estava muito dispneica (entretanto ela realizou um Rx de tórax neste momento sem me comunicar).A veterinária ignorou os sinais que ela tinha, por não ter realizado exame físico e não ter me ouvido! Após muito insistir eu permiti que a sedassem para fazer uma Laringotraqueoscopia para ver o respiratório superior, mesmo estando sedada eles não realizaram coleta de liquido cefalorraquidiano para análise. Após o exame me falaram que ela tinha o palato mole prolongado e inflamado, falei que era característica da raça, entretanto afirmavam que estava inflamado, pedi para fazer corticóide injetável e tópico, ela afirmou que havia administrado (porém no relatório que me deram não consta essa administração). Ela disse que teria que fazer uma ressecção cirúrgica (que desde o inicio era o que ela insistia mesmo sem a ter examinado). Eu insistia que não queria fazer a cirurgia que o problema era na coluna, mas ela disse a seguinte frase para me coagir a fazer a cirurgia: se você não fizer a cirurgia agora ela vai morrer, pois agora tem um cirurgião para fazer e no final de semana não terá cirurgião e ela morrerá. Após essa frase meu mundo desabou e aceitei fazer a cirurgia por pressão! Enquanto isso o meu animal continuava com a alteração neurológica progredindo. A cirurgia não iria melhorar a sua situação, e sim gerou sofrimento, tanto que após o procedimento ela continuou dispneica (durante mais 18 horas com a mesma dispneia que ela entrou no hospital). E mesmo observando isso, ainda não realizaram exame físico neurológico nela e nada fizeram para tratar essa parte! No dia 27/07 minha cachorra faleceu as 10 horas da manha. Por alteração neurológica que nunca foi investigada ou tratada neste hospital. Fui e conversei com a diretora clínica do hospital Ana Catarina Figueira, e ao conversar com ela descobri que não havia laudo ou imagens do exame feito para a decisão da cirurgia (laringotraqueoscopia). Após eu ter pedido um relatório clínico, demoraram mais de uma semana para me entregar, o relatório não continha dosagem e sem as medicações que me informaram terem feito no momento, entretanto, aparentemente não fizeram. Perguntei então para a diretora qual o motivo para meu animal ter falecido, já que todos os exames que eles fizeram nela não tinha alteração, e fizeram a ressecção do palato, e eles afirmavam não ser neurológico (mesmo eu tendo vídeo da alteração neurológica dela), ela não soube responder. Também perguntei o por que ela continuou dispneica após a cirurgia e ela também não soube responder.Eu tenho tudo documentado, inclusive vídeos da parte neurológica do meu animal, tenho uma testemunha para tudo que ocorreu no hospital, e tenho também opiniões de dois neurologistas importantes no Brasil, sobre esse caso e eles também acreditam que ouve má conduta por não terem dado atenção ao real problema, que levou minha cachorrinha a óbito. Tentei conversar pacificamente com a diretora, mas ela não admite o erro e não responde as perguntas feitas por mim!
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
