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Erro de débito de portagem na Ponte 25 de Abril
1. Equipamento (lado montante) de débito de portagem tem defeito há meses e a Via Verde reconheceu-o em visita a que fui forçado.2. Ao registar dados para débito direto (94-RS-90) alguém da Via Verde, segundo a empresa, errou a matrícula coisa a que sou alheio.3. Todas as passagens de portagem eram debitadas, exceto as da Ponte, nessa cancela do lado direito.4. A Via Verde notificou-me para pagar essas passagens (que ignorava) com exorbitante coima a que chama custos administrativos.5. Tive que iràs instalações de Oeiras, perder horas, pagar portagens de acessos e gasolina, para me dizerem que era tudo falta da Via Verde e podia pagar sem coima, o que fiz. 6. Com data de 28.Abril, de novo, a Via Verde, indiferente às causas e aos prejuízos, me notificou de mais uma contravenção. Teor igual às anteriores, i.e., arrogantemente, não corrige e coloca o ônus no consumidor. Não me foi possível aceder ao pagamento que, evidentemente, deveriam ter atribuíudo ao dispositivo instalado (3698999218) que funciona em todas as restantes portagens.7. Comoda e cinicamente a Via Verde notifica-me (anexo) para pagar uma contra-ordenação com a tal (creio que ilegal) coima disfarçada no valor de 126% da portagem.
Problema com alteração de bilhete
No dia 12/05/2017 comprei 3 bilhetes de avião através da agência Logitravel para voar pela companhia TAP. Aconteceu que me enganei num dos bilhetes no apelido e liguei para a companhia na qual ficaram de dar um feedback da parte da TAP e recebi um email a dizer que a TAP não autorizou a alterar. Fui obrigada a cancelar o bilhete e comprar um bilhete novo que ficou 5x mais caro.No dia do voo (25/05/2017) dirigi me a um balcão da TAP e questionei sobre essa situação e disseram que bastaria ter pago um valor para alterarem o voo, no avião perguntei o mesmo a um hospedeiro da TAP e foi me dito o mesmo.Sinto me totalmente enganada porque a companhia afirmou que pode se alterar dado que se trata apenas de um apelido.Reclamei junto da Logitravel na qual em anexo envio a resposta.
Bilhete de autocarro electrónico não enviado Reembolso por parte da empresa em falta
No dia 10/05/2017 comprei um bilhete de autocarro através do serviço informático que a empresa Rede Nacional de Expressos dispõe.Fiz o pagamento (16€) do bilhete dentro do tempo válido e o valor (16€) foi-me debitado da conta. Desloquei-me então ao terminal de autocarros (Portimão) para que me apresentassem uma solução visto que já tinha gasto 16€ e o autocarro era naquele mesmo dia no entanto apenas me foi dito que tinha havido uma falha no sistema informático e que não podiam fazer mais nada senão vender-me outro bilhete. Posto isto, tive de gastar mais 16€ para comprar novamente outro bilhete de autocarro. De modo a que os 16€ que a empresa me devia fossem reembolsados fiz uma reclamação através do email que a empresa dispõe para esse fim e foi-me dito que a situação seria resolvida através do reembolso desse mesmo valor e que para tal bastava enviar-lhes o meu NIF e IBAN. Assim o fiz. Além da reclamação via email, com receio que a situação não ficasse resolvida através de uma mera troca de emails desloquei-me à estação de Sete Rios no dia 11/05/2017 para registar também uma reclamação em papel. No dia 17/05/2017 mandei novamente email ao apoio ao cliente para saber quanto tempo mais é que a empresa Rede Nacional de Expressos iria levar até me reembolsar os 16€. Sem sucesso, visto que não me responderam. No dia 01/06/2017 passando quase um mês do sucedido, fiz nova insistência à empresa. Pelo que me foi enviado um email automático a lamentar a situação, dizendo que tinha ocorrido um erro informático do sistema e pedindo o meu NIB e IBAN novamente.Visto que hoje, dia 06/06/2017 a empresa ainda não entrou em contacto comigo nem me transferiu os 16€ que deve resolvi expor a situação ocorrida. Em anexo envio o email que a empresa me enviou com a entidade, referencia multibanco e tempo limite através do qual tinha de realizar o pagamento do bilhete de autocarro, o comprovativo de pagamento do valor em causa através do Net24 e os emails trocados com a empresa. Andreia Antunes Gonçalves
irregularidades na cobrança de portagens
Prezados,No passado dia 12 de Maio recebi carta da autoridade tributária para cobrança de divida no valor de 31.26 euros devido a não pagamento de portagens nos dias 08/06/2012, 19/08/2012 e 30/08/2012 no pórtico da Zibreira do meu veiculo 96-53-PSEm primeiro lugar é impossível esta portagem ter estado a pagamento nos CTT nos prazos devidos dado que faço o percurso desde a saída da A1 até ao corte para o IC8 passando por vários pórticos e todos foram regularizados dentro dos prazos. Obviamente este não constava na listagem de portagens a regularizar.Em segundo lugar não foi enviada para a minha residência nenhuma carta da empresa Portvias a indicar que teria estes pagamentos em falta. Destas portagens de 2012 a primeira indicação que recebo é em Maio de 2017 pelas finanças. A vossa empresa não me notificou por carta a dar conta destas dividas não me dando oportunidade de regularizar a questão antes dela ser enviada para as finanças.A empresa falhou ao não enviar para cobrança a portagem deste pórtico e falhou ao não notificar o utente da divida que lhe foi atribuída.Foram efectuados pagamentos no balcão de tesouraria das finanças no valor de 182.76 euros.Aguardo resolução para o caso apresentado.Com os melhores cumprimentos,Nuno Oliveira
Passe apreendido
No dia 14 de Maio de 2017 no Autocarro 758 sentido Porta de Benfica,fui interpelado por um fiscal da Carris que estava fazer o seu trabalho a fiscalizar os utentes e o meu passe que estava um pouco partido não foi possivel validar, apesar de esse problema ser só na Carris porque tenho o passe combinado CP-Carris-Metro, eu estava a usar normalmente na CP e Metro, já tinha sido fiscalizado várias vezes e nunca tive problemas, depois disso e como eu por esquecimento não tinha comigo o comprovativo do carregamento do passe fui autuado pelo Fiscal, e apreendeu-me o passe tambem por estar danificado, apesar de meus dados e foto estarem perfeitamente nítidos, apreendeu-me o passe sem dizer me uma razão apropiada, a única coisa que me disse é que era para eu ligar ao número que está na auto de notícia. O passe estava carregado até dia 04 de Junho de 2017, e como eu preciso do passe para ir todos os dias ao trabalho, fiquei sem a possibilidade de poder fazê-lo. Logo no dia seguinte 15 de Maio de 2017 liguei para o número indicado e a senhora me disse que não havia motivo nenhum do passe ser apreendido, a não ser se fosse por fraude, que não é o caso. A senhora me aconselhou a mandar um e-mail a reclamacoes@carris.pt.No mesmo dia, segunda feira 15 de maio de 2017 me dirigi ao Espaço Cliente Marquês de Pombal, onde também não me souberam explicar o porquê que meu passe tinha sido apreendido e também que não poderia fazer nada e não tinha idéia do que ia se passar com o valor que estava carregado no meu passe, apesar de ter também o comprovativo que o meu passe estava carregado. O senhor me aconselhou ir ao gabinete do cliente da Carris em Saldanha, Lisboa. No dia seguinte 16 de Maio de 2017 me dirigi ao Espaço Cliente Arco Cego Avenida Duque D´Ávila, nº 12, e o senhor também não soube me explicar o porquê o meu passe tinha sido apreendido e me disse que eu deveria pagar a coima, e sobre o valor que tinha sido carregado no passe que foi apreendido, ele não fazia idéia o que ia se passar. Disse que eu teria que fazer um cartão novo e carregá-lo novamente com os 36,20€. Desde que aconteceu esta situação, ninguém sabe me dar uma reposta sobre o porque o meu passe foi apreendido, também quanto ao valor que lá estava carregado, nenhum dos funcionários me disseram que este valor sería restituído, mas supostamente eu tenho que pagar esta coima. Desde o ocorrido eu estou todos os dias a pagar transportes no valor mínimo de 6,30€, apesar de ter um passe carregado que foi apreendido, e ainda vou ter que carregar mais logo o passe novo com 36,20€. Logo todo transtorno e dinheiro que sou forçado a gastar neste tempo que estive e estou sem passe é considerativo, sou autuado fico sem o passe e ainda tenho que andar a gastar dinheiro em bilhetes. Infelizmente não há nenhum atendimento pessoal, todos os funcionários não estão aptos a resolver este problema. Gostaria muito de saber qual foi o motivo de apreensão do meu passe, como especificado na Auto de Notícia: não faz leitua, danificado, não é motivo o suficiente para apreender o meu passe.Cumprimentos,Alexandre Bunch
Custos administrativos portagens
Venho por este meio reclamar pela exorbitante quantia de custos administrativos que me está a ser cobrada (usurpada) pela vossa empresa, associados ao Nif 231455291 e às matrículas das viaturas 78-PX-87 e 16-QZ-21,Confirmo que efetivamente era o condutor das viaturas na altura em que foram registadas as passagens nas portagens, Dado que as duas viaturas se tratarem de viaturas de aluguer por parte da Empresa para a qual trabalho, não tinha possibilidade de aderir ao serviço de via verde. Como não tinha outra alternativa utilizei as vossas infraestruturas nas minhas deslocações, sabendo que teria de regularizar posteriormente o pagamento apenas nos CTT ou numa Payshop, num prazo altamente limitado de 5 dias úteis, ainda assim fui regularizando os pagamentos deslocando-me aos únicos locais disponíveis sempre que me foi possível e pagando os custos administrativos elevadíssimos cobrados.Infelizmente e por mais incrível que pareça estando nós no século XXI e em plena era digital, a vossa dita empresa que tantos meios automáticos tem para registar as passagens em portagens, não disponibiliza qualquer serviço online para regularização dos valores de portagens, com a agravante de quer nos CTT quer nas Payshops os movimentos só ficarem disponíveis para pagamento um dia ou mais após a passagem nas portagens, quem quiser regularizar no próprio dia para evitar fazer contas de cabeça aos dias úteis que passaram, não o pode fazer.Este sistema quase surreal criado para regularizar as portagens, invariavelmente, como certamente saberão, faz com que as pessoas normais ( com trabalho, famílias, etc) se esqueçam de regularizar os valores das portagens, Num sistema normal/honesto estas pessoas teriam ferramentas que lhes permitissem facilmente regularizar estas portagens mesmo fora de data, no entanto isso não acontece, passado os 5 dias úteis as portagens saem dos registos dos CTT ou Payshop, ficando sem qualquer possibilidade de se regularizar esses valores, por muita vontade que se tenha.Após este prazo resta-nos esperar (muito tempo) que chegue a carta da vossa empresa com informação dos valores em dívida, mais os custos administrativos associados às portagens. Percebo perfeitamente que retirar dados de um computador e enviar uma carta registada tenha um custo muito significativo, quer de tempo dos vossos recursos, quer do ponto de vista de materiais e ferramentas informáticas utilizadas, ainda assim diria que o custo de 4,21€ por cada portagem não regularizada me parece claramente desajustado, ou falando diretamente, um autêntico ROUBO.No meu caso, teria de pagar de taxas de portagem (no total das 4 cartas enviadas) 42,75€, somando todos os custos administrativos e as taxas de portagem a minha dívida atual é de 272,59€,ou seja, um valor cerca de 6 vezes maior do que o serviço prestado, o que é totalmente desajustado e não sei até como é permitido legalmente. Concordo que num sistema de cobranças normal ( coisa que este não é pelos motivos descritos) quando existe algum incumprimento e o cliente tem todos os meios para regularizar os pagamentos e não o faz deve ser penalizado, ainda assim nunca seria nesta proporção. Duas ou três vezes o valor em dívida já é suficientemente penalizador, 6 vezes mais que o valor da dívida é um ROUBO.
RETORNO DE E-MAIL
Mandei um e-mail para o setor de reembolso da TAP (rarefunds.tps@tap.pt) no dia 30/04/2017 e outro em 07/05/2017 e ainda não obtive retorno. Ligo no 0300 210 60 60 e o atendente me fala que não sabe dar nenhuma informação sobre reembolso, que eu tenho mesmo que mandar um e-mail mas eu mando e ninguém responde.Estou precisando saber informações sobre o reembolso para que possa alterar minha passagem. Paguei caríssimo pelos bilhetes e não consigo sequer um atendimento da companhia.Estou perdendo oportunidade de comprar voos baratos em função da demora da resposta.
Bagagem Perdida
Ontem, dia 19 de abril de 2017, após uma viagem começada em São Jorge, com destino ao Porto (após paragem em São Miguel e Lisboa) percebi que a minha bagagem não tinha passado pelo tapete de recolha de bagagens. Sem que ninguém se preocupasse em avisar, fui procurar informações. Após chegar ao balcão de perdidos e achados da groundforce foi-me dito que a minha bagagem estaria em Lisboa e que apenas seria entregue no dia seguinte. Expliquei que tinha dentro da mesma objetos que se iriam estragar de um dia para o outro, no valor de 100€ aproximadamente, objetos esses que me eram essenciais para o dia seguinte. Os funcionários não demonstraram o mínimo interesse, limitaram-se a dizer que a groundforce não se responsabiliza.
Criança com alergia a nozes - Garantia da TAP não foi cumprida
No mês passado descobrimos que a nossa filha, de dois anos e meio, sofria de uma alergia severa a nozes (depois de ela quase ter morrido apos ter ingerido um caju). No início do mês de Abril, fiz uma queixa inicial a TAP (sobre a qual ainda aguardo resposta - reclamação n. 2017/46689) uma vez que alteraram o nosso voo de regresso de Lisboa para Londres Heathrow no dia 17 de Abril, na qual referia o problema potencialmente mortal da nossa filha. Novamente ao chegar ao check-in da TAP em Londres Heathrow no passado dia 8 de Abril para apanhar o voo TP359 das 13.45 para Lisboa, referi o grave problema de saúde da nossa filha e foi nos dito no balcão da TAP que não haveria problema.Qual não foi o nosso espanto ao embarcar no referido voo e ao informar o chefe de cabine que ela sofria deste problema e que tínhamos a Epipen e restante medicacao connosco, nos foi dito que haviam 114 pães contendo nozes e sementes a bordo. Ninguém soube gerir a situação, nem nos apresentar qualquer tipo de resolução. Um dos assistentes de terra do aeroporto de Heathrow, que ajudava a fechar o avião, chegou mesmo a sugerir que a única solução seria nos sairmos do mesmo e mudar os nossos bilhetes! A nossa filha teve de viajar todo o caminho na parte de trás do avião ao lado da tripulação de forma a evitar o contacto com nozes. Foi uma situação lamentável e caricata. O chefe de cabine mostrou-se igualmente desagradado com o ocorrido e explicou que no final da viagem escreveria um relatório para a companhia explicando o sucedido.De forma a evitar novo problema, contactei novamente a TAP no dia 13 de Abril, explicando o sucedido e lamentando o facto de uma companhia internacional como a TAP não ter estado minimamente preparada para lidar com este caso de emergência. Na troca de e-mails via Facebook, foi me dito (sic) relativamente a questão da sua filha e da alergia, reportamos e colocamos em sistema a informação que nos indicou, ficando escrito que não teríamos de enfrentar este problema uma segunda vez. Novamente mostrei o meu descontentamento com o sucedido na viagem de ida para Lisboa e agradeci o cuidado da companhia.Regressamos ontem, no dia 17 de Abril, no voo TP358 (saído de Lisboa as 19.05) e não queríamos acreditar quando ao embarcar e explicar o caso da nossa filha, fomos avisados que, novamente, o catering não tinha sido informado e tinham 156 pães com nozes e sementes a bordo. Não fosse isto uma situação de vida ou de morte e ate pensaria que este episódio era anedótico… O meu marido e eu ficamos furiosos, mostramos uma vez mais a tripulação as cartas do médico da nossa filha alertando para perigo, os e-mails trocados com a própria TAP garantido que o problema não se iria colocar novamente. Felizmente o comandante deste avião foi fantástico, pediu imensas desculpas em nome da TAP, disse que era uma situação lamentável e inadmissível (e que iria igualmente reportar o sucedido aos superiores através de um relatório) e propôs eu ir com a nossa filha na cabine de cockpit enquanto as refeições eram servidas e o ar do avião era limpo. Tivemos a sorte de ter, desta vez, um piloto que soube reagir face ao grave problema colocado pelo pouco profissionalismo da TAP e de perceber a gravidade da situação. Vários passageiros a bordo ao aperceberem-se da confusão vieram dizer-nos o quão escandalizados estavam com a situação – que recordo ocorreu duas vezes no espaço de uma semana - numa empresa como a TAP, havendo mesmo quem tenha oferecido para trocar o seu lugar de primeira classe. Como podem calcular, estas duas situações foram extremamente stressantes não só para nos, como para as respetivas tripulações e restantes passageiros. A TAP tem de melhor gerir um problema que pode ser de vida ou morte. Relembro que a nossa filha ia morrendo nas urgências de um hospital londrino no mês passado. E' um caso serio e gravíssimo!Esta viagem a Portugal não poderia ter corrido de pior forma. Primeiro, o nosso voo de regresso foi alterado sem sermos consultados, tendo eu perdido o dinheiro que tinha pago a mais para vir no voo da tarde de dia 17 de Abril. Já íamos irritados com esta situação… e depois deparamo-nos - duas vezes (!) - com esta falha gravíssima no catering da TAP quando nos tinha sido garantido pela própria empresa que tudo estaria resolvido. E' inaceitável! Foi um stress inacreditável para a nossa família e um desconforto total durante ambas as viagens. Para além de nem eu nem a minha filha termos vindo sentadas nos respetivos lugares, nenhum de nos os quatro pode comer e viemos ambas as viagens desejosos que estas terminassem o quanto antes para sairmos do avião. Esta situação não e’ admissível numa empresa como a TAP e espero que mais nenhum passageiro tenha de passar pelo mesmo que nos. O piloto do voo de regresso foi fenomenal, bem como a tripulação, e pelo menos percebeu a gravidade do problema e ofereceu a melhor solução possível (contrariamente ao voo de ida no dia 8 de Abril, no qual nos pareceu que ninguém sabia bem como reagir).
Obtenção de facturas do andante
Penso que é uma dificuldade inerente à maioria dos utilizadores do andante: a obtenção da factura para efeitos de IRS, uma vez que a mesma só se consegue ou nas lojas andante, sempre a abarrotar de pessoas ou em payshop no acto da compra. Há ainda uma 3ª opção no site do andante, o que diga-se de passagem não é uma solução democrática. Uma faixa grande de utilizadores não sabe ou não pode aceder a mecanismos tão sofisticados. E para acrescer a tudo isto, o prazo para requerer a factura é de “apenas” cinco dias o que é manifestamente insuficiente. Há que encontrar uma solução adequada para não parecer má fé na forma como o processo decorre…
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