Reclamações públicas

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negligencia médica

exmos,sofri um acidente de trabalho, sentindo dores e inflamação no punho dto, ao qual tive de me deslocar ao hospital terra quente dia 20/11/2018 para efetuar um RX e uma ecografia. a ecografia foi inconclusiva, vindo no relatorio escrito a negrito sugere-se reavaliação clinica, nomeadamente RM complementar. Fui visto pelo Ortopedista Dr. Afonso Ruano, que negligentemente e ignorando o relatório da eco, diagnostica a situação como sendo tendinite de Quervain, dando medicação e retirando a baixa. a inflamação e as dores foram aumentando, perdi força na mão, e desloquei-me ao hospital da luz arrabida, onde fiz RM e a mesma indicou luxação escafo-lunar com ruptura de ligamentos. tive de ser submetido a cirurgia mas como passou muito tempo, fiquei com sequelas( pouca força na mão e mobilidade reduzida).apresentei queixa em tribunal contra a seguradora(aguardo resolução) e escrevi no livro de reclamações do hospital terra quente, o que não deu em nada.gostaria de ter a vossa opinião.cumprimentosFilipe Fernandes

Encerrada

Faturacao de produto nao conforme

Em final de janeiro/20 foram me fornecidas duas goteiras pelo valor de 250€ cada (total 500€). Quando as goteiras foram testadas pelo Dr. Pedro Fernandes verificou-se que a inferior não estava OK. O Dr. encaminhou-me para a Dra. Ana Rita para terminar a parte estética e avaliar a goteira. Mencionou que se não estivesse OK esta faria o molde para uma outra. Saí da consulta com indicação de que não tinha de passar pela receção para pagamento. Passados 2 dias, ainda antes da consulta com a Dra., recebi uma SMS com um débito de 500 euros. Na consulta com a Dra. ficou confirmado que a goteira não estava OK tendo esta cortado uma parte da goteira para que eu pudesse aplicar a restante. Esta sugeriu-me aplicar uma coroa e remeteu para o fim do tratamento corrigir a goteira já com a nova coroa.O tratamento iniciou mas, à data, ainda não esta concluído (consequência da situação de Covid-19).1. Tenho um valor em crédito, no valor de 208€, que me devia ter sido transferido em início de janeiro. Quando emitiram esta fatura, no final do mês de janeiro, deram-se ao direito de não fazer a transferência, devido a esta fatura2. Desde emissão da fatura que insistem com sms, cartas, chamadas para pagamento. Sugeri ao hospital pagar uma goteira, abatendo o crédito tendo me sido dito que não podem. Não podem emitir notas de crédito e voltar a faturar?3. A cada vez que sou contactada é como se estivesse a ser pela primeira vez (não há passagem de informação internamente) e nunca sabem do crédito só do débito4. Até ao dia de hoje (18.05) sempre permitiram que fosse admitida para qualquer especialidade de consulta e foram várias as admissões para diferentes especialidades (porque sabiam da situação e abdicavam da condição de pre pagamento de faturas vencidas)5. Hoje tinha uma consulta subsequente noutra especialidade e o hospital deu-se ao direito de me negar o acesso (quando, como escrevi, ate à data sempre fui admitida). Qual o respeito e cuidado para com a saúde do utente?

Encerrada
L. R.
22/05/2020

cobrança indevida

Na realização de dois exames de imagiologia relizados hoje, dia 22 de maio de 2020, na altura do check-in, foi-me pedido o pagamento de 7,5 euros para pagamento de um Kit de proteção a ser utilizado pelos técnicos. Como entendo que eu me apresentei devidamente protegida com máscara, tendo sido por mim acautelados todos os outros procedimentos de protecção que se pediam à entrada deste hospital, esta entidade deve como qualquer outra entidade (restauração, centros de saúde, et) respeitar os cuidados e normas de segurança emanadas pela DGS e proteger o seus colaboradores. Assim sendo, enquanto cliente, não me cabe a mim ser responsável pela segurança dos colaboradores, pelo que não devo ser eu a assegurar os custos com a sua protecção.

Encerrada
M. M.
21/05/2020

Preços apresentados sem IVA

Acedi ao site da Farmacianaweb e selecionei uma série de artigos que encomendei e apenas depois de pagar (essa parte culpa minha) reparei que o valor cobrado não era igual à soma dos artigos selecionados por não incluir iva. Em lugar nenhum no site vi qualquer referência de que os valores apresentados eram sem IVA. Isto induz, como aconteceu no meu caso, em erro e não me parece que seja, no mínimo, transparente. É legal isto?

Resolvida

Cancelamento seguro Medis

Bom dia,fiz uns meses a trás fiz um seguro de saúde Medis para mim, esposa e filha pela internet com o valor de cerca 23 euros mensais. Quando fui ver o seguro não abrangia ambulatório, e era isso que eu mais precisava. Depois de trocar email com a Medis a solicitar a mudança, para que tivesse o ambulatório, fui informado que o meu seguro tinha sido alterado e que ficaria a pagar 93 euros por mes, mas sem me perguntarem se aceitaria esse valor ou não! simplesmente assumiram que eu tinha as condições para suportar esse valor, e não tinha!! Apesar de ser bastante difícil eu suportar esse valor deixei estar, pois nao entendo nada de leis, e de como cancelar um serviço deste tipo. Agora com esta crise fiquei sem a mínima condição de pagar essa mensalidade.Eu não assinei qualquer papel do seguro e quero perguntar se existe a possibilidade de efectuar o cancelamento imediato da minha apólice. Somos 4 pessoas em casa, só eu estou a trabalhar e 93 euros dá para comer...peço que a empresa Medis use o bom senso numa altura dessas e me cancele o seguro por favor.

Resolvida
C. S.
15/05/2020

Cobrança indevida

Dos fatos:1- No dia 14 de agosto de 2019, comparecemos ao Hospital dos Lusíadas para consulta particular previamente marcada com a Dra. Luisa Monteiro. 2- Durante a consulta médica foi identificada a necessidade de novos exames auditivos para orientar o diagnóstico, tendo a citada médica encaminhado para execução imediata no próprio hospital, sem o fornecimento de qualquer informação aos pais sobre os custos envolvidos. Tendo a desinformação nos causado estranheza e desconforto, consultamos o setor de atendimento, que em resposta asseverou a impossibilidade de repassar tal informação antes da finalização de todos os exames.3- Ao final da consulta, como em muitas outras (a maior parte delas em clínicas particulares), solicitamos uma recomendação médica para que a nossa filha obtivesse atenção especial na sua escola, mais especificamente em relação ao seu posicionamento na sala de aula, solicitação esta prontamente aceita pela Dra. Luísa Monteiro. Alegando o horário avançado (o pagamento foi realizado às 12h54min, conforme atesta o comprovante anexo), fomos informados de que a referida prescrição seguiria posteriormente via correio eletrônico.4- Algumas semanas depois, no mês de setembro do mesmo ano, recebemos ligação do Hospital Lusíadas informando que o documento estava pronto e, para nossa surpresa, que deveríamos efetuar o pagamento para sua obtenção. Em resposta, informamos que o valor em si não era impeditivo (poderíamos pagá-lo), contudo não aceitaríamos fazê-lo, pois não nos foi informado que o relato médico teria custos e que, caso tivéssemos conhecimento destes desde o início, não o teríamos requerido, por considerá-lo parte da consulta e não um serviço adicional.5- Surpreendendo-nos mais uma vez, e tendo passado quase 8 meses, recebemos no último dia 11 de maio ligação dessa entidade hospitalar/comercial cobrando-nos indevidamente o pagamento da mencionada recomendação/prescrição médica que sequer aceitamos receber, o que motivou esta carta, com os desgastes e prejuízos envolvidos.Do contestação da cobrança:6- Conforme relatado, em nenhum momento fomos informados que a recomendação médica solicitada e pela qual estamos sendo cobrados se tratava de serviço não incluído na consulta realizada e por nós paga, muito menos que teria custos e consequências pelo não pagamento. 7- Considerando que o contrato de prestação de serviços médicos enquadra-se na legislação portuguesa como um verdadeiro contrato de consumo, plenamente abrangido pela Lei n.º 24/96, de 31 de Julho (Lei de Defesa do Consumidor), na medida em que se considera consumidor “todo aquele a quem sejam fornecidos bens, prestados serviços ou transmitidos quaisquer direitos, destinados a uso não profissional, por pessoa que exerça com carácter profissional uma actividade econômica que vise a obtenção de benefícios” (cfr. art. 2.º, n.º1), alega-se que a cobrança relatada é clara e inquestionavelmente indevida à luz do regime jurídico aplicável à defesa dos consumidores, que estabelece em seu art. 8º que:“1 - O fornecedor de bens ou prestador de serviços deve, tanto na fase de negociações como na fase de celebração de um contrato, informar o consumidor de forma clara, objetiva e adequada, a não ser que essa informação resulte de forma clara e evidente do contexto, nomeadamente sobre:....c) Preço total dos bens ou serviços, incluindo os montantes das taxas e impostos, os encargos suplementares de transporte e as despesas de entrega e postais, quando for o caso....f) As modalidades de pagamento, de entrega ou de execução e o prazo de entrega do bem ou da prestação do serviço, quando for o caso....l) As consequências do não pagamento do preço do bem ou serviço.....5 - O fornecedor de bens ou o prestador de serviços que viole o dever de informar responde pelos danos que causar ao consumidor, sendo solidariamente responsáveis os demais intervenientes na cadeia da produção à distribuição que hajam igualmente violado o dever de informação.....7 - O incumprimento do dever de informação sobre as consequências do não pagamento do preço do bem ou serviço determina a responsabilidade do fornecedor de bens ou prestador de serviços pelo pagamento das custas processuais devidas pela cobrança do crédito.”8- Além disso, considerando que o dever de informação (designadamente sobre a situação clínica ou diagnóstico) compreende um dos deveres que, por força de norma imperativa aplicável à atuação médica, aplica-se ao contrato de prestação de serviços médicos, não nos parece razoável admitir o simples relato escrito do diagnóstico como produto adicional, desassociado da consulta contratada e paga.9- A entidade hospitalar, não apenas pela cobrança indevida que ora questionamos, mas também pelo tratamento puramente comercial que dela recebemos, demonstrou desrespeito à ética e seu reduzido compromisso e empatia com os clientes, não condizentes com a missão e valores que declara como seus.Das solicitações e providências:10- Ante todo o exposto, servimo-nos desta para cobrar o que segue:a. Imediata cessação da cobrança em questãob. Emissão e envio por correio eletrônico de declaração de inexistência de qualquer dívida do signatário desta carta com essa entidade ec. Eliminação de todos os dados e informações referentes à cliente Lanna Gonzalez Moreira e a seus responsáveis (nomes, telefones, NIF etc.) da base cadastral da entidade.11- Por fim, independentemente do atendimento do solicitado, comunicamos que registraremos os fatos e contestações nos principais cadastros de reclamação e de proteção ao consumidor do país para que outros cidadãos possam tomar conhecimento do ocorrido e sejam incentivados a denunciar abusos como estes e a exercer dignamente seus direitos de consumidor.

Encerrada
F. M.
15/05/2020

Pagamentos extra nas consultas de Medicina Dentária

Boa tarde Venho por este meio solicitar uma informação sobre a obrigatoriedade de pagamento de material de proteção individual no atendimento de um utente na consulta de Medicina Dentária do Hospital de Dia da Maia.Acho desnecessário para tal pois que os clinicos têm de usar sempre este equipamento, independentemente da atual situação relacionada com o COVID-19.Muito obrigadaCom os melhores cumprimentosFernanda Mendonça

Encerrada
F. F.
15/05/2020

Preço da Consulta

Venho por este meio comunicar a vossas Excelências a minha reclamação.No dia 11 de Maio 2020 as 10h55 da manhã, liguei para o contacto telefónico 210019500 do Hospital da CUF a pedir informações sobre as consultas de Dermatologia e se o Seguro do Cartão de Saúde da DECO - ECCO SALVA estava abrangido para usufruir de algum desconto. Quem me atendeu pediu me o numero do cartão e informou-me que não me conseguia confirmar se havia protocolo, só mesmo no dia da consulta e que o valor da consulta não seria mais de 45€ sem seguro.Posto isto aceitei marcar a consulta para o dia 15 de Maio de 2020 as 11h20 da manhã na Clínica CUF de Alvalade.No dia da consulta e já na recepção foi me informado que o Seguro DECO nao estava abrangido e que por ser uma primeira consulta teria um custo de 98€.Venho reclamar pelo facto de ao entrar em contacto previamente no intuito de me precaver e esclarecer os procedimentos e valores, fui mal informado e induzido em erro de forma a marcar uma consulta que por sua vez não correspondia ao valor transmitido no contacto telefónico prévio.Dado o facto de ser uma consulta de dermatologia achei que pela minha saúde e visto que sentia algum desconforto num sinal que me apareceu no couro cabeludo ao longo dos últimos dias, decidi pagar os 98€ e avançar a com consulta.Venho pedir o reembolso da diferença do valor que paguei ao valor que me foi informado por telefone, visto que tomei as minhas precauções, tentei me informar e fui mal informado por lapso ou má fé de quem me atendeu.Agradeço o vosso apoio na resolução deste problema.

Encerrada
V. B.
14/05/2020

Mercadorias pagas e não entregues

www.vidaxl.ptPaguei estas 2 encomendas dia 5/5 e 6/5 num total de 551,50€ com divulgação de entrega em 5 dias úteis.Terminado o prazo de entrega, sentindo-me prejudicado, tento comunicar com a empresa através da área de cliente do site, pois não têm nem contacto telefónico nem emails para contacto, e o que recebo passado 2 dias são respostas automáticas, a dizer para esperar e confiar na palavra deles.O meu direito não passa por aí, se paguei quero a mercadoria, se não há mercadoria quero o dinheiro de volta. E mesmo assim, ainda faltaria a compensação pelo transtorno.Eu cumpri, exijo que a contraparte também cumpra!Para cúmulo, com sintomas de possivel burla, a área de cliente do site ficou hoje inacessivel, que era o único meio de visualizar a encomenda e interagir com a empresa.

Resolvida
F. A.
13/05/2020

Taxa extra - Kit Epis Covid

Venho por este meio mostrar o meu desagrado com cobrança extra que o Hospital do grupo Trofa Saúde está a cobrar aos seus pacientes designada como “ Proteção de Covid19-ambulatório”. Esta taxa, nem o meu seguro de saúde consegue comparticipar neste grupo Trofa Saude e que acaba por ficar um valor desproporcional ao valor da consulta. Pergunto eu, somos nós [ pacientes] que temos que suportar o custo dos epis dos vossos profissionais de saúde? Além disso, existe pouca transparência no detalhe daquilo que estamos a pagar. Será um par de luvas ou dois? Será uma máscara? Será gel desinfetante? Por aquilo que assisti em primeira pessoa, não neste hospital [boa nova] porque acabei por não ter a consulta mas já irei explicar mais a frente, mas sim noutra unidade de centro hospitalar do grupo trofa saúde [privado gaia] onde tive uma consulta que também me cobraram o kit Covid-19, e observei na profissional de saúde que me estava atender no consultório a usar uma máscara cirúrgica e apenas um par de luvas. Depois falta saber se mudam sempre de máscara a cada consulta ou se são os mesmos epis durante todo o turno do médico. Pouca transparência neste negócio que ressuscitam muitas duvidas a mim e a quem lá vai. No meu estabelecimento que também tenho aberto ao público noutro ramo, eu como proprietário, tenho que proteger as minhas funcionárias e os meus clientes, e para isso, tenho que suportar todos os custos associados a proteção da atual pandemia, nomeadamente, as luvas, máscaras, gel desinfetante, batas, entre outros. Os meus clientes não tem culpa nenhuma de eu ter um estabelecimento com porta aberta e ter custos acrescidos com a covid-19 .Chamo a isto, “aproveitarem-se dos pacientes” para manter a mesma margem de lucros do vosso centro hospitalar. Mas continuando ainda no tema Epis, quero acrescentar que quando tive a consulta no H.privado Gaia, que ficava no primeiro andar, enquanto esperava pela minha vez para entrar no consultório, utilizei-me do w.c, e ao sair do mesmo procurei por uma unidade de gel desinfetante e não encontrei. Admirado, questionei uma funcionária que lá passava no momento, e disse-me que eu tinha que me digerir ao piso inferior e que iria encontrar lá alguns. Afinal parece-me que nem a taxa extra consegue cobrir uma área por piso com pequenos depósitos com gel desinfetante, para quem sai do w.c.Agora muito brevemente passo a explicar o motivo de não ter tido a consulta no hospital Boa Nova, isto porque eu marquei no dia 7 maio através da vossa aplicação, uma consulta e recebi a confirmação para as 13:00 através da mesma e desloquei-me de vila nova de gaia para matosinhos. Ao chegar a entrada no hospital com a minha máscara, fazem uma pequena triagem, ( mediram a temperatura e umas breves questões) e dirigi-me a receção para tirar a minha senha. Ao ser atendido pediram-me por favor para pagar a consulta no valor de 17,50€ [12,50€ +5€] e quando fui para a sala de espera completamente vazia, e passado uns 10minutos encontro uma funcionária e questiono o porquê da demora , e diz-me que o médico já tinha despegado ao serviço cerca das 11horas da manhã e pediu-me pra ir a receção reclamar. Já desperado assim o fiz, tirei mais uma vez uma senha, esperei novamente, e comecei por perguntar como é possível cobrarem-me o valor da consulta quando o médico já nem se encontrava no hospital. A menina que me atendeu disse que sendo pela aplicação a marcação de consultas pode acontecer estes casos. [Justificação curta e pouco mais ].Pedi que me devolvessem o dinheiro(17,50€), mas teria que deixar o meu nib (enviei por email um print do meu Nib em frente ao balcão antes de sair da receção, e disseram que dentro de momentos teria o meu dinheiro! Hoje dia 13 de maio ( passado 6 dias) ainda não recebi o meu dinheiro, nem qualquer justificação da parte do hospital Boa Nova. E Sim, ja liguei várias vezes, e disseram que a administração me ligava. E até hoje.....nada....No fundo isto que estou aqui a relatar é mais que uma reclamação. A reclamação do “kit covid-19” e o atraso da devolução do dinheiro. Esta foi a minha experiência no grupo Trofa saúde na qual a minha satisfação é Negativa, certamente já me encontro a procura de outras alternativas no mercado paralelo com ajuda do meu seguro de saúde. Obrigado

Encerrada

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