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Reclamação Prosegur
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal à Prosegur, relativamente à emissão indevida de faturas após a cessação do meu contrato, situação que, apesar de repetidamente reportada, permanece por resolver. Informo que solicitei a não renovação do contrato com a antecedência de 30 dias, conforme estipulado nas condições contratuais, sendo que o mesmo terminou no dia 17 de abril. Adicionalmente, no dia 27 de março, reiterei o pedido e solicitei expressamente a emissão da respetiva nota de crédito, uma vez que não deveriam ser cobrados quaisquer serviços para além da data de término contratual. Importa ainda referir que, no seguimento deste pedido, entrei em contacto telefónico com os serviços em diversas ocasiões — nos dias 27/03, 02/04, 10/04, 14/04 e 20/04 — sempre com o objetivo de solicitar a resolução da situação, a emissão da nota de crédito e o envio dos dados corretos para pagamento. Apesar dessas diligências, a situação não só não foi regularizada, como se agravou. Acresce que, na presente data, recebi mais uma mensagem SMS a solicitar o pagamento da fatura incorreta referente ao mês de abril, insistindo numa cobrança indevida já anteriormente contestada. Recebi cinco mensagens SMS a indicar falta de pagamento relativamente a uma fatura incorreta referente aos 30 dias de abril, bem como um contacto telefónico no dia 21/04 a questionar o motivo do não pagamento de uma fatura que já havia sido devidamente contestada. Acresce ainda que, no dia 27/04/2026, foi emitida uma nova fatura indevida, desta vez referente ao mês de maio, evidenciando uma total falta de controlo e tratamento da situação previamente reportada. Perante este cenário, voltei a contactar os serviços no dia 28/04/2026, tendo-me sido indicado que o departamento responsável pelas rescisões entraria em contacto comigo, o que, até agora, não aconteceu. Face ao exposto, considero esta situação inaceitável e reveladora de uma grave falha nos procedimentos internos da Prosegur, bem como de desrespeito pelos direitos do cliente. Sem outro assunto,
Falta de conformidade e pedido de resolução do contrato
Eu, Iluise Solange Barbosa Carmelino venho por este meio apresentar reclamação relativamente a um Apple Watch adquirido em Fevereiro de 2025 na antiga entidade MediaMarket, atual Darty do retail park Sintra. O referido equipamento apresentou, desde cedo (dezembro de 2025) anomalias graves, nomeadamente descarga anormal da bateria (autonomia de cerca de 2 horas), o que compromete claramente a sua utilização normal. O produto foi enviado para reparação por duas vezes. Na primeira intervenção, o equipamento foi devolvido com novos problemas, designadamente falhas no envio e receção de mensagens. Após nova reparação, o equipamento voltou a apresentar exatamente os mesmos defeitos, não tendo sido reposta a conformidade do bem. O equipamento foi para análise através do seguro, sem que até ao momento tenha sido apresentada uma solução eficaz e definitiva. Nos termos da legislação em vigor relativa à garantia de bens de consumo (Decreto-Lei n.º 84/2021), verifica-se uma clara situação de falta de conformidade persistente, uma vez que, após múltiplas tentativas de reparação, o produto continua a apresentar defeitos. Assim, venho por este meio exigir a resolução do contrato, com a consequente devolução do valor pago, por incumprimento das obrigações legais de reposição da conformidade do bem. Solicito ainda uma resposta célere à presente reclamação, sob pena de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Agualva-Cacém , 28/04/2026 Solange Carmelino
ROUBO
Aluguel um carro de 9 lugares pela CARJET para ir de Portugal até Espanha já a 700 kms de Portugal o carro apresenta defeito . O seguro sugere voltar para Lisboa pegar dois carros, ou seja uma proposta absurda porque voltariamos 700 kms para pegar 2 carros e depois teriamos que andar 700 kms para voltar de onde o carro tinha dado problema. Chegamos a conclusão que era melhor eles nos deixar no nosso destino final cerca de 300 kms . Mas com toda essa confusão eles não devolveram nosso dinheiro do aluguel , ficamos com o carro cerca de 1 dia mais o menos e pagamos quase 500€. já mandei email e nada só respostas vazias.
encomenda não recebida
Exmos Srs no dia 26 de novembro encomendei uns tênis á GINova, o que foi posterio0rmente informado que teria sido a uma empresa de nome smoothsaturday, foram logo pagos e ate á presente data, 28/04/2026 não foram entregues, apesar de já ter reclamado inúmeras vezes com a empresa, com a PSP e Policia Judiciaria
Reserva n.º 6443134888 — Falha na gestão de emergência, omissão de informação crítica
Reclamação contra a Booking.com — Reserva n.º 6443134888 — Falha na gestão de emergência, omissão de informação crítica e compensação manifestamente insuficiente Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Booking.com pela sua responsabilidade directa nos factos ocorridos no âmbito da reserva n.º 6443134888, referente ao alojamento Rooftop Teatro Aveiro (RNAL n.º 122038/AL), com check-in a 25 de abril de 2026, para 2 adultos e 2 crianças menores de 7 e 9 anos. 1. O Booking.com falhou na gestão da emergência em tempo real Durante a situação — com a minha família à porta do alojamento, sem acesso, sem saber quando ou sequer se conseguiria entrar num alojamento integralmente pago —, contactei o serviço de apoio ao cliente do Booking.com. Foi-me informado apenas que seria aberto um pedido de reclamação com resposta em até 48 horas. Em nenhum momento fui informado da existência de um procedimento de realocação de emergência com resposta em 45 minutos. Só tomei conhecimento desta possibilidade no dia seguinte, quando já era demasiado tarde. Esta omissão de informação crítica, em momento de urgência extrema, com crianças menores na via pública, é uma falha grave e directa do Booking.com que agravou os danos sofridos pela minha família. As chamadas ao serviço de apoio ficaram gravadas nos sistemas da plataforma e constituem prova desta falha. 2. O Booking.com não resolveu a situação nem protegeu o hóspede A plataforma limitou-se a abrir um pedido de reclamação sem actuar em tempo útil, sem me dar alternativas e sem contactar o alojamento de forma eficaz durante a situação. O acesso ao alojamento só foi concedido mais de uma hora após a hora de check-in contratada, sem qualquer intervenção activa da plataforma. O Booking.com falhou na sua responsabilidade de garantir que os parceiros cumprem as condições que publica e anuncia aos consumidores. 3. O Booking.com não penalizou o alojamento de forma adequada Após a resolução da situação, o alojamento não sofreu qualquer consequência visível ou comunicada na plataforma. Um parceiro que recusou o acesso a um hóspede dentro do horário contratado, que humilhou reiteradamente o hóspede em duas ocasiões distintas — declarando explicitamente "a casa é minha, espera até eu dizer quando pode entrar" e "até prefiro que não fique" —, e que entregou um alojamento em condições abaixo do anunciado, deveria ter sido penalizado com a suspensão de actividade na plataforma. Nada disso aconteceu. 4. A compensação de €25 é manifestamente insuficiente e sem fundamento Em resposta à minha reclamação, o Booking.com ofereceu €25, justificando ser "o valor mais alto que o sector responsável pode aprovar". Esta justificação não tem qualquer fundamento legal nem corresponde a qualquer critério de proporcionalidade. Os danos sofridos incluem: incumprimento contratual, humilhação reiterada documentada, crianças menores mantidas na via pública sem garantia de acesso, omissão do procedimento de realocação de emergência disponível, e alojamento entregue em condições abaixo do anunciado — ar condicionado inoperacional e chuveiro com fuga de água. 5. Fundamentação legal Os factos constituem: Violação do artigo 762.º do Código Civil — incumprimento contratual com violação da boa-fé; Violação do artigo 4.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) — direito a serviços nas condições contratadas; Responsabilidade do intermediário ao abrigo dos Termos de Serviço do Booking.com e da legislação europeia de protecção ao consumidor; Fundamento para indemnização por danos morais ao abrigo do artigo 496.º do Código Civil — humilhação, angústia e frustração sofridas, agravadas pela presença de crianças menores e pela omissão deliberada de informação crítica em momento de emergência. 6. O que solicito Reembolso integral do valor pago pela reserva; Indemnização adequada e proporcional pelos danos morais e materiais causados a mim e à minha família, incluindo as crianças; Penalização formal e suspensão de actividade do alojamento na plataforma; Revisão do procedimento de apoio ao cliente em situações de emergência, garantindo que a opção de realocação é sempre comunicada ao hóspede em tempo útil e não apenas no dia seguinte. Evidências disponíveis: Comprovativo da reserva n.º 6443134888 com condições contratadas, historial completo do chat na plataforma, registos de chamadas ao alojamento e ao serviço de apoio do Booking.com com datas e horas, e fotografias das condições do alojamento. Fábio Ramos Viseu, 28 de abril de 2026 Reserva n.º 6443134888
Carrinha na garantia a dar problemas
Exmos, senhores: No ano passado (2025), em julho, comprámos uma carrinha de 7 lugares citroen de 2019 ao stand auto seco. A mesma, começou a dar problemas cerca 1 mês depois, aparecendo "defeito de motor", pelo que alertamos logo o stand do ocorrido. Marcámos com o stand para ir arranjar a carrinha na oficina deles para resolver este problema, a carrinha foi e veio na mesma, já é a quarta vez que isto acontece e o problema não desaparece. Quase um ano depois, no mês de abril, a carrinha apareceu defeito de motor e defeito de antipoluição, liguei ao dono que me disse que era só andar com ela, para ir ver ao manual de instruções e à internet que isso era normal, no dia seguinte, a carrinha dá sinal de que iria parar a 800km, voltei a reforçar junto do stand, que tinha aparecido o sinal do ad blue e que necessitava que a carrinha fosse para lá. Ao início queriam que fosse para lá 15 dias depois, ao qual eu respondi que não poderia ser, porque ela estava a dizer que em X km iria parar. Combinamos de deixar lá hoje, dia 28 de abril de 2026, e assim foi, mas tinha pedido um carro de substituição no dia 24 de abril ao qual o rapaz me respondeu que estaria disponível e que o tinham e eu disse que só assim é que a minha carrinha poderia lá ficar, porque tenho uma criança com deficiência permanente que no dia seguinte, teria uma inspeção médica e o rapaz concordou. No dia 27 de abril, já depois de o stand fechar dizem me que o carro de substituição está indisponível e eu liguei e disse que não poderia ser assim. Hoje, dia 28 de abril, disseram ao meu marido que a carrinha teria que ficar lá porque ainda não sabem o que ela tem (depois de quase 1 ano e de ter ido já 4 vezes para lá) e que a carrinha já levou muitas peças e que já causou muito prejuízo ao stand. Ficámos perplexos e disse que iria falar com um advogado e os mesmos não se importam e referi que iria escrever no livro de reclamações e também não se importaram. Comprei a carrinha porque preciso dela e fico sem ela na mesma, porque anda sempre no stand e nunca vem arranjada. Disse que iria levar a carrinha à citroen e que o stand teria que pagar porque estava na garantia e eles não estavam a ter competência para arranjar, mas recusam isso e ainda gozam com a situação e com as pessoas. Não sei o que fazer. Sendo que está na garantia deveriam arranjar como deve ser e ter mais respeito pelos clientes, porque é muita falta de respeito. Ou arranjam, ou trocam, ou devolvem o dinheiro.
Experiência negativa
A minha experiência com a Centauro no Aeroporto de Faro foi extremamente negativa. À chegada, fomos obrigados a esperar cerca de duas horas por uma carrinha de transporte até ao ponto de levantamento do veículo, sem qualquer tipo de informação clara ou apoio adequado durante esse tempo. Quando finalmente chegámos ao balcão, fomos confrontados com a tentativa de cobrança de várias taxas adicionais — incluindo Via Verde, combustível e outras franquias — que não estavam previstas nem acordadas no momento da reserva. A situação transmitiu uma sensação clara de falta de transparência e de práticas pouco corretas, aparentemente em articulação com plataformas de reserva online. Para agravar ainda mais a situação, não aceitam pagamento em dinheiro e exigem que apenas o titular da reserva efetue o pagamento. No meu caso, como não tinha os códigos do meu cartão de crédito disponíveis, não consegui completar o pagamento. Também não aceitaram alternativas como Revolut ou MB Way. Resultado: fiquei impossibilitado de levantar o meu próprio carro, num fim de semana, com os bancos fechados, sem qualquer solução apresentada. Estávamos ainda com um bebé de colo, o que tornou toda a situação ainda mais stressante e inaceitável. Face a tudo isto, apresentei reclamação formal, mas infelizmente acabei por perder o carro e o valor pago pela reserva, sendo obrigado a recorrer a um Uber para seguir viagem até Portimão, o que implicou ainda mais custos e transtorno. Foi, sem dúvida, a pior experiência que já tive com uma rent-a-car. Não recomendo este serviço a ninguém.
Contrato de parceria para TVDE com cláusulas abusivas
Assunto: Reclamação formal – contrato abusivo e prejuízo na atividade TVDE Eu, Paulo, venho apresentar reclamação contra a empresa BlueAlk referente ao contrato de aluguer de veículo para atividade TVDE. Iniciei a atividade há apenas 1 semana e, mesmo trabalhando mais de 40 a 50 horas, verifiquei que os rendimentos não são suficientes para cobrir os custos básicos, como aluguer do veículo e carregamentos, tornando a atividade financeiramente inviável e gerando prejuízo. Diante disso, solicitei a devolução do veículo no prazo de 7 dias para evitar maiores perdas, mas fui informado de que sou obrigado a cumprir um aviso prévio de 30 dias, com pagamento integral, o que considero abusivo dada a inviabilidade da atividade. Além disso, recebi cobrança no valor de 137€, mesmo estando em prejuízo desde o início. Considero que estou a ser colocado numa situação injusta e desproporcional, onde assumo todo o risco sem possibilidade real de evitar prejuízo. Solicito: A aceitação imediata da devolução do veículo sem penalização; A anulação de valores cobrados indevidamente; A análise desta situação por prática abusiva. Aguardo resolução urgente. Paulo Casali
Serviço Indisponível
Boa tarde. Tinha serviço de telecomunicações na minha habitação da operadora Meo. Entretanto recebi chamada de comercial da Nós Comunicações S.A. a oferecer as condições do serviço da Nós, e apesar de terem boas condições referi que quando fui para a morada onde estou só era possivel ter cobertura de fibra através da meo, e o comercial da Nós insistiu várias vezes que de momento já estava disponivel fibra para a Nós. Aceitei as condições da Nós e assinei contrato prestação de serviços para a morada Rua da Lagarteira nº 9, 4705-417 BRAGA e NIF 241706351, e como normal, cancelei os serviços da Meo, sendo que já não tenho internet e tv em casa, estou neste momento sem serviço que me faz muita falta estava agendado ser instalado o serviço da Nós hoje dia 28/04/2026 entre as 17h e as 21h. Recebi mensagem da nós a indicar que não era possivel efetuar a instalação na minha morada. liguei com o apoio da Nós que me confirmaram que não era possivel efetuar a instalação, e quando me deram a certeza que tinha fibra da Nós a passar, não tinham a certeza, que tinham suposição que tinha e que qunado foi lá hoje o técnico é que viu que não tinha. Peço desculpa pelas palavras, mas isto é mesmo brincar com as pessoas, pois prescindi dos serviços da Meo e estou sem serviço em casa neste momento, e agora tenho de procurar novamente outro serviço e não sei se vou conseguir serviço pelo preço que tinha ou se vou pagar mais caro. Posto isto venho por este meio apresentar a minha reclamação e solicitar informação de como vou ser indemnizado pela falta de serviço que estou por culpa da Nós, e pelo valor que possa pagar a mais por serviço novo a contratar
Quebra de contrato
Estamos pagando um plano de saúde da medicare, onde são oferecidas diversas especialidades e exames, oftalmologia e exame da tiroide na ilha Terceira, arquipélago dos Açores. Quando contatamos a medicare a solução deles foi dizer para nós procurarmos esses especialistas e os convencer a serem colaboradores da medicare. Quando tentamos desistir do plano de saúde, disseram que se o fizéssemos antes de um ano teríamos de pagar os meses em falta até ao término do contrato. Fomos induzidos em erro por má fé da medicare aquando na adesão que nos informou da disponibilidade de todas as especialidades. cumprimentos.
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