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Reclamação por recusa injustificada de embarque – Voo Ryanair FR4546 de 12 de junho de 2026
Venho apresentar uma reclamação formal contra a Ryanair relativamente a uma situação que considero profundamente injusta e desproporcionada, ocorrida no voo FR4546 das 07:35 no dia 12 de junho de 2026. Eu e outro passageiro encontrávamo-nos na fila de embarque, tendo já os nossos familiares embarcado normalmente. Durante o processo de embarque, fui chamada para verificar as dimensões da minha bagagem. A mala encaixava nas dimensões permitidas na vertical, embora não na horizontal. Procurei de imediato reorganizar o conteúdo das duas malas, de forma a cumprir os requisitos indicados pelos agentes de embarque. Apesar dos nossos esforços, foi-nos solicitado que apresentássemos novamente ambas as bagagens para nova verificação. Durante este processo, os agentes de embarque exerceram uma pressão significativa para que tomássemos rapidamente uma decisão sobre o pagamento de uma taxa adicional por excesso de bagagem, insistindo que a mesma não cumpria as medidas permitidas. Enquanto me dirigia rapidamente ao balcão para efetuar o pagamento solicitado, a supervisora responsável decidiu, sem qualquer aviso prévio ou tentativa de resolução, impedir o nosso embarque, alegando uma suposta "falta de respeito" da nossa parte. Importa esclarecer que nunca existiu qualquer comportamento agressivo, ofensivo ou desrespeitoso da nossa parte. Pelo contrário, procurámos sempre colaborar, cumprir as instruções recebidas e, perante a alegação da supervisora, apresentámos de imediato um pedido de desculpas caso tivesse existido algum mal-entendido. Ainda assim, a decisão de recusar o embarque foi mantida. Considero particularmente grave o facto de, após a nossa exclusão, terem sido autorizados a embarcar pelo menos mais dois passageiros, o que demonstra que o embarque não se encontrava encerrado e que existia margem para resolver a situação. Acresce que apenas me foi permitida a possibilidade de reagendar o voo, enquanto ao outro passageiro que se encontrava comigo, essa opção foi recusada, novamente com fundamento numa alegada "falta de respeito" que não corresponde à realidade. O único comentário efetuado pelo outro passageiro consistiu em pedir à supervisora que mantivesse a calma enquanto tentávamos cumprir as exigências impostas. Perante esta situação, e com a familia já dentro da aeronave foi solicitado auxílio à tripulação, que demonstrou surpresa com a atitude dos agentes de embarque e tentou interceder para encontrar uma solução. Contudo, essa intervenção revelou-se infrutífera, mais indicando que não existia motivo aparente para a falta de flexibilidade dos colegas na porta, alegando ainda que estariam a agir de má fé. Entendo que a recusa de embarque aplicada foi totalmente desproporcionada e injustificada. Tratava-se, na pior das hipóteses, de uma divergência quanto às regras relativas à bagagem de cabine, situação que estávamos a procurar resolver através do pagamento da taxa exigida e da adaptação das bagagens. Em momento algum existiu qualquer comportamento que justificasse uma medida tão gravosa como a recusa de embarque. Por fim, solicitei no balcão um documento formal que justificasse a recusa de embarque, pedido esse que me foi recusado pela supervisora Rosa Nolasco, impedindo-me de obter um registo oficial da decisão tomada e dos respetivos fundamentos. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste para que a Ryanair: Esclareça formalmente os motivos concretos que fundamentaram a recusa de embarque; Justifique a recusa de emissão de um documento comprovativo dessa decisão; Analise a atuação dos agentes de embarque envolvidos; Proceda ao ressarcimento dos prejuízos sofridos em consequência desta situação; Agradeço a apreciação desta reclamação e aguardo uma resposta fundamentada por parte da companhia aérea. Com os melhores cumprimentos, Sara Neves Reserva nºZ7J2GH Voo FR4546, 12 de Julho de 2026
Falha no sistema CHNAC impede legalização de veículo
Submeti um pedido de homologação no portal CHNAC e a declaração não é emitida. Tanto a linha telefónica como os balcões físicos do IMT informam que 'não têm acesso' ao sistema para resolver o bloqueio. No call center do imt o que me foi dito foi que havia uma falha porque a homologação existe está feita e não foi enviada por erro mas não me podem mandar porque tem de ser os colegas do técnico on-line , fui ao balcão de Viana do Castelo não podem resolver porque não tem acesso , enviei vários e-mail nomeadamente para mailto:apoio-coc@imt-ip.pt, mailto:callcenter@imt-ip.pt entre outros contactos de e-mail que o imt tem e nunca recebi resposta , resultado o carro é o meu carro “sou emigrante a regressar “ está parado por falta de legalização e o seguro viagem já terminou , tenho a inspeção B feita mas não posso fazer a dav porque não tenho o anexo da consulta de homologação nacional ! O meu caso é fácil de resolver em 1 segundo é só enviar uma coisa que está feita e existe mas por causa disso estou presa sem carro para andar e sem o poder legalizar e exercer o meu direito de trazer o meu carro no regresso ao meu país ! Se no telefone não me mandam o e-mail , se no balcão não tem acesso , se o CHNAC não me permite fazer novo pedido nem me manda o anterior , se não me respondem ao meus e-mail eu estou preso nas mãos do imt sem me poder mexer e a correr o risco de pagar multa da alfândega se passar 20 dias úteis que estão prestes a terminar . Eu quero e exijo que o imt me mande a consulta de homologação que eu pedi urgentemente porque isto é uma vergonha inadmissível! O número do meu pedido no CHNAC foi 712656
Carta de condução não recebida
Exmos. Senhores Venho por este meio apresentar a minha reclamação junto dos vossos serviços sobre o IMT. Efectuei o pedido de renovação no IMT em 24/03/2026 com o número de processo: 44975898. E até ao momento ainda não recebi o respectivo documento.
Reclamação sobre a prestação de serviços de formação de condução
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente aos serviços prestados pela Escola de Condução Galática e pelo respetivo grupo empresarial responsável pela sua gestão. Enquanto aluna desta escola, tenho verificado diversas situações que considero prejudiciais à qualidade da formação ministrada e ao meu processo de aprendizagem, comprometendo inclusivamente a minha preparação para o exame de condução. Em primeiro lugar, a escola dispõe apenas de um instrutor para assegurar simultaneamente as aulas teóricas e as aulas práticas. Esta situação tem originado sucessivos atrasos no agendamento das aulas de condução, obrigando-me a aguardar cerca de um mês por disponibilidade. Mais recentemente, devido à baixa médica do referido instrutor, fui novamente informada de um adiamento de mais um mês sem que tenha sido apresentada qualquer solução alternativa. Esta falta de recursos humanos tem causado interrupções prolongadas na minha formação, prejudicando a continuidade da aprendizagem e a consolidação dos conhecimentos adquiridos. Acresce que, das 32 aulas práticas de condução faltam-me 7 aulas e só ainda fui 2 horas para Lisboa. Considero esta situação particularmente grave, visto os exames de condução serem em Lisboa e apresentar características de circulação mais exigentes, com elevado volume de trânsito, múltiplas sinalizações, cruzamentos complexos e diferentes desafios de condução que os candidatos devem conhecer e praticar adequadamente antes da realização do exame Entendo que a reduzida exposição dos alunos às condições reais em que serão avaliados pode comprometer significativamente a sua preparação, aumentando o risco de insucesso nos exames e obrigando posteriormente à realização de mais aulas e ao pagamento de novos custos. Considero, por isso, inadmissível que uma escola de condução e o respetivo grupo empresarial prestem formação nestas condições, sem assegurar os recursos necessários para garantir um ensino contínuo, adequado e compatível com as exigências dos exames de condução.
Cobrança indevida de Seguro
Ex.mos Senhores Venho, por este meio reclamar perante a vossa empresa acerca de um constrangimento ocorrido no dia 07/06/2026 após o meu voo de Porto para Faro. Quando cheguei ao aeroporto de Faro, dirigi-me ao local definido para um Shuttle me levar para a sua empresa de aluguer de viaturas sugerida na vossa aplicação. Começou logo por o meu nome não constar na lista. Entretanto quando cheguei à empresa Klass Wagen, o funcionário disse-me que o seguro não estava feito e que teria de dispensar 158.88 euros pelo referido seguro automóvel de 3 dias. Referiram que o seguro já por mim pago anteriormente pela Ryaner não lhes tinha chegado… fiquei espantado com esta resposta. Sinto que fui burlado. Com os melhores cumprimentos
Danos causados por buraco não assinalado
Pretendo reportar e ser reembolsado pelos prejuízos causados pelo não sinalizado e muito deficiente estado de manutenção da estrada, apresentando vários buracos, falhas, e fissuras profundas e com arestas cortantes, o que no passado sábado dia 21, pelas 13:15, causou rebentamento de pneus. Foi levantado auto de notícia com nº68 pela autoridades locais - GNR Sesimbra - e procedida desempenagem e consução por reboque da viatura para a oficina mais próxima e aberta - NORAUTO (Retail Barrreiro), onde foi efetuado a reparação dos danos (substituição dos pneus do eixo dianteiro). O incidente teve danos colaterais, já que me fez cancelar importantes compromissos na tarde desse dia, uma vez que o carro só me foi devolvido cerca das 22:00. Está queixa foi apresentada na área de Cliente do sit das Infraestruturas de Portugal a 23FEV e até hoje, quase passados 4 meses, o assunto continua “em análise”
Encomenda nao recebida
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. Efetuei uma compra online cuja entrega ficou a cargo da transportadora [nome da transportadora]. Posteriormente, fui informado(a) de que a encomenda tinha sido devolvida ao remetente por alegada impossibilidade de contacto ou entrega. Contudo, esta justificação não corresponde à realidade. Não recebi qualquer chamada telefónica, mensagem SMS, e-mail ou aviso de tentativa de entrega. Apesar de a empresa afirmar que tentou contactar-me, não existe qualquer registo de contacto no meu telefone nem qualquer outra evidência de que essas tentativas tenham efetivamente ocorrido. Considero inaceitável que uma encomenda seja devolvida sem que o consumidor seja devidamente contactado ou informado, sobretudo quando os meus dados de contacto estavam corretamente fornecidos. Esta situação causou-me transtornos, perda de tempo e atrasos na receção do produto adquirido.
Incompetência
Venho por este meio, denunciar uma situação vergonhosa, por parte do IMT. Pretendo alterar as medidas dos pneumáticos da minha viatura. Segui todos os passos necessários para que o possa fazer sem que mais tarde não tenha qualquer tipo de problemas. Deste modo, pedi e paguei à marca o Certificado de Conformidade. De seguida, acedi ao ImtOnline, SEGUI TODAS as instruções que constavam no site, e efetuei o pagamento para que fosse emitido o DUA. Recebo mais tarde o DUA e, para minha surpresa, não continha as alterações pelas quais paguei. Reclamei, desloquei me ao balcão, e apenas recebi desculpas vazias (para não mencionar outra natureza). Recebi apenas ataques, onde alegam que a culpa é somente minha. Dizem que surge um aviso no site mas, realizei mais de 10 acessos, e nunca vi esse alerta. Mais ridículo ainda é que, no próprio site do IMT, dizem ser possível pedir alteração dos pneumáticos, num dos email's que recebi, dizem não ser possível....tanta incompetência!!! Estranho também é que, posteriormente às minhas reclamações esse aviso já surge.....paguei mais de 140 euros para ter um DUA exatamente idêntico ao que já tinha....paguei uma 2 via que nunca me fez falta....quero o DUA com as alterações e a resposta do IMT é.....paga mais 30 euros. Isto é vergonhoso. Uma roubalheira...É um serviço do Estado, aqueles que só sabem sacar dinheiro ao contribuinte. Trabalhar com seriedade não é com eles. Erram e quem paga é sempre o mesmo. Não tenho muita esperança na resolução deste assunto mas....o que poderá a DECO fazer?
impedidos de embarcar para o UK
Exmos Sr/a, A 7 de março do corrente ano, eu e a minha esposa tínhamos voo de Lisboa para Dubrovnik (Croácia) com escala em Manchester. Para o efeito, tínhamos em nossa posse o passaporte, cartão de cidadão e e-mail a confirmar o ETA, todos os documentos válidos para ambos os passageiros. No entanto, na porta de embarque a hospedeira exigiu documento do ETA com fotografia através da aplicação UKETA, não sendo suficiente o e-mail apresentado como comprovativo de termos efetuado o ETA. Na impossibilidade de aceder à aplicação a um documento com fotografia, a hospedeira impediu o nosso embarque, tendo informado que não tinha forma de verificar se o ETA estaria associado ao passaporte, o que impossibilitou a nossa chegada ao destino – Dubrovnik. Espanto nosso, quando descobrimos que outros colegas de trabalho embarcaram noutros voos com apenas o e-mail a confirmar a validade do ETA, tal como nós tinhamos. Além de termos de comprar novo bilhete aéreo para o destino (comprovativo em anexo 2ªViagemLX_Croacia) e de todo o transtorno causado, com despesas em transportes terrestres e estadia em Madrid (comprovativos em anexo), perdeu-se um dia e meio de trabalho.
Cobrança indevida de combustível — valor impossível para o modelo do veículo
Aluguei um veículo na Goldcar Porto (reserva nº 29271788) e fui cobrada indevidamente em 127€ na minha caução. O veículo atribuído foi um Fiat Panda (BT84QC), com depósito de 35 litros. A Goldcar cobrou-me 73€ de combustível + 50€ de multa, alegando que devolvi o veículo sem o depósito cheio. O problema é simples: encher um depósito de 35 litros custa no máximo 61€ ao preço atual da gasolina em Portugal (~1,75€/litro). É fisicamente impossível cobrar 73€ de combustível neste veículo, independentemente do nível do depósito. Contactei a Goldcar por email duas vezes. Na primeira resposta citaram a política de combustível sem responder ao argumento. Na segunda, recusaram o reembolso afirmando que a cobrança estava correta, sem apresentar qualquer prova ou justificação para o valor. Exijo o reembolso dos 127€ cobrados indevidamente.
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