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falta de profissionalismo e muitas horas de espera
Exmos Senhores : Só agora apresento a minha reclamação porque, só com um braço, estava muito limitado para escrever e estar à espera que outras entidades respondessem. Tenho 64 anos, uma ataxia, apneia do sono, erisipela nas pernas. Não ando, a minha voz também está comprometida. No passado dia 12 para 13 de Janeiro, contatei SNS24 pelas 23H20 (mais minuto menos minuto), porque estava com uma dor no pescoço que se extendía ao braço, que não respondia aos medicamentos, que tenho acesso sem receita médica, (não recorri mais cedo), na esperança dos comprimidos fazerem efeito. Por ter caído, acelarou a minha intenção de ir ao hospital pensei que tinha agravado o que eventualmente podia ter (já que não conseguia dormir) . Respondi a tudo que me foi solicitado, fui informado, que iria receber uma mensagem no telemóvel , que deveria mostrar no hospital do Barreiro, que tinha de ligar ao 112, assim o fiz. Voltaram a fazer perguntas, onde disseram que NÃO ERA URGENTE QUE APANHASSE UM TAXI, referi várias vezes que não ANDAVA . As dores eram tantas, que me privava de sono e os comprimidos que tomava, não atenuavam a dor. Previa uma noite difícil, decidi então de ir ao hospital, chamando eu a ambulância e pago 32.50€ (se não os tivesse o que aconteceria) , para o médico ver o que se passava,e receitar um medicamento que me podesse ajudar. Telefonei para os Bombeiros (deveria ser bonito se fosse de táxi, como fui aconselhado pelo 112). Depois de fazer a a triagem, fui despejado num corredor. No hospital, depois de ser visto, por um médico, que pediu análises (não sei que análises foram) e verifiquei (não porque mo dissessem), que tinha a tensão alta. Os comprimidos a que fui sujeito, nada surtia efeito. O enfermeiro, referiu, então, tinha que ser o médico a mandar dar outro medicamento. Depois de 09 horas de espera, e quase a desfalecer de dores que uma sra enfermeira, antes de me acalmar, achou por bem em repreender, lá fui visto, agora, por uma médica, que pediu não sei o quê, que a enfermeira me deu numa veia. Este sim (não que dissessem) começou a atenuar as dores, e receitou-me MIODIA (cápsulas de libertação prolongada15mg e solac 400mg) não sei qual o problema de dizer ao doente o que lhe vão fazer. Estive cerca de 09 horas sentado numa cadeira com rodas pequenas (não dá para o utilizador movimentar sem ajuda de uma pessoa) , sem NINGUÉM do hospital chegar por perto (não sei para que serve a triagem, já que contrariou o 112 e não previu a impossibilidade de andar) já que os bombeiros, colocaram numa sala (ou corredor, parece que fui despejado ali, era mais um). A minha SORTE foi a chegada da minha esposa, onde pude ir urinar, e a partir daqui poder estar descansado, que tinha alguém que podia ajudar, na cadeira de rodas. Se telefono para o SNS24 e para o 112, se não resolvem, se é considerado uma NÃO URGÊNCIA, onde me dirijo, e a quem recorrer,numa situação análoga?Já que não existe NENHUM SERVIÇO que me ajude. sempre paguei os meus impostos, estou numa idade que já não tenho paciência destes meninos mimados, que se têm um curso, os meus impostos ajudaram. No momento que necessito, fecham-me as portas. Obrigado.
Demora para resolver uma solução de dinheiro
Fui na cex de Aveiro vendi meu PlayStation 5 para a cex,fizeram análise fizeram tudo,aceitei a proposta e eles me mandaram,o dinheiro caiu na minha conta só que meu banco recusou e o dinheiro estornou para cex novamente,fui na loja falaram que ia mandam Gmail mensagem para a cex responsável pela parte que mexe com isso,já fazem uma semana nada de resposta e nada do meu dinheiro e o PlayStation ficou com eles na loja e eu estou sem meu dinheiro,eles só falam que não falaram nada e já faz mais de uma semana que estou esperando isso,é um absurdo eles não ter um suporte sobre essas questões,o cliente fica bravo e chateado e ela perdem cliente também,essa é minha reclamação sobre a cex de Aveiro no shopping glicínias.
etenção Indevida de Valor e Falha na Prestação de Serviço - OSCAR
No dia 26 de Março, contratei um serviço de limpeza através da plataforma OSCAR (ID JOBBD4D0396). Nas observações do pedido, especifiquei 'limpeza de janelas' e 'necessidade de aspirador'. No dia do serviço, 15 minutos antes da hora marcada, o técnico contactou-me informando que não estava preparado para o serviço solicitado e instruiu-me especificamente a cancelar o pedido na app para reagendamento, informando que seria devidamente ajudada para que viesse outro profissional. Seguindo as instruções do representante da empresa, procedi ao cancelamento. Para minha surpresa, a plataforma reteve 100% do valor pago (55€), alegando erro no preenchimento do formulário, ignorando as observações claras e a instrução direta do seu colaborador. Esta prática configura: Violação do Princípio da Boa-Fé (Art.º 762.º, n.º 2 do Código Civil), pois fui penalizada por seguir indicações da própria empresa. Enriquecimento Sem Causa (Art.º 473.º do Código Civil), uma vez que a empresa retém o valor total sem qualquer contraprestação ou custo de deslocação que justifique 100% da taxa. Irregularidade Fiscal, dada a recusa e demora na emissão de fatura com NIF após o pagamento, pois dizem que apenas conectam clientes a profissionais, muito embora seja na própria app da Oscar que o cliente paga. Exijo o reembolso do valor ou a conversão do mesmo em crédito para a realização do serviço inicialmente contratado.
cobrança indevida
Boa tarde! Venho por meio deste, solicitar a devolução de 99,99 euros, cobrados em meu cartão de crédito, no dia 16/03/2026. Cobrança esta indevida.
Reclamação de Consumidor – Retenção Indevida de Caução – Contrato de Aluguer de Veículo
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra uma empresa de aluguer de veículos sediada na Região Autónoma da Madeira, solicitando a vossa intervenção no sentido de mediar a resolução deste litígio. Descrição dos factos: No dia 26 de dezembro de 2025, procedi ao levantamento de um veículo alugado através da plataforma Check24, em conformidade com o contrato de aluguer celebrado. A devolução do veículo teve lugar no dia 5 de janeiro de 2026, sem quaisquer danos, com o depósito completamente cheio e em perfeito estado de limpeza, conforme devidamente registado no contrato de devolução assinado por ambas as partes. No momento do levantamento do veículo, paguei uma caução no valor de 1.500€ (mil e quinhentos euros), diretamente ao locador. De acordo com as condições gerais do contrato e confirmação obtida junto do locador, a caução deveria ser reembolsada no prazo máximo de 14 dias úteis após a devolução do veículo, ou seja, o mais tardar até 26 de janeiro de 2026. Situação atual: À data de hoje, 26 de março de 2026, a caução ainda não foi devolvida, tendo decorrido já 80 dias desde o início da exigência (05/01/2026). O locador encontra-se, portanto, em manifesto incumprimento e atraso no pagamento. Ao longo dos últimos meses, efectuei as seguintes diligências sem qualquer resultado: Múltiplos contactos telefónicos e por e-mail com o locador, sem resposta — os meus contactos foram bloqueados; Contacto com a plataforma Check24, que informou não poder intervir na situação; Contacto com a AurumCars (intermediário da Check24), igualmente sem resultado; Definição de prazos formais para o reembolso; Esclarecimento sobre os direitos legais aplicáveis; Início de um processo de chargeback junto da entidade bancária, até à data sem sucesso. Apenas quando ameacei recorrer a um advogado é que o locador respondeu, afirmando que "todos os passos necessários tinham sido dados para efetuar o reembolso". Quando solicitei comprovativo de pagamento e número de transação, a comunicação voltou a cessar por completo. Acresce que a minha avaliação publicada no Google foi ridicularizada pelo locador, o que demonstra uma total falta de respeito pelo consumidor. Objetivo da reclamação: Solicito a vossa intervenção junto do locador no sentido de o notificar e incentivar a proceder à devolução imediata da caução de 1.500€, à qual tenho pleno direito legal. Tenho conhecimento de que não sou o único consumidor afetado por esta prática. Coloco-me à vossa disposição para fornecer toda a documentação necessária, nomeadamente o contrato de aluguer, o comprovativo de pagamento da caução, capturas de ecrã das comunicações trocadas e demais anexos relevantes. Aguardo o vosso contacto e agradeço antecipadamente a vossa atenção. Com os melhores cumprimentos,
Cancelamento de contrato e cobranças indevidas – FitnessUp Montijo
Eu, Núria Sobral, venho apresentar reclamação contra o FitnessUp Montijo por cobrança indevida e falta de confirmação de cancelamento do contrato. Resumo da situação: • Solicitei o cancelamento do meu contrato dentro do prazo previsto, com término contratual a 31/03/2026. • Presencialmente, no dia 18/03/2026, a gerente Jaqueline confirmou que não havia pagamentos adicionais e que a última quinzena de março seria a última prestação. • Foram efetuadas duas cobranças no mesmo dia (17,50€ e 17,60€); o segundo débito foi cancelado pelo banco, devido à falta de esclarecimento por parte do ginásio. • Posteriormente, o ginásio alegou cobrança do seguro anual e supostas prestações em falta, contradizendo informações anteriores. • Durante a comunicação telefónica, a primeira pessoa que atendeu não tinha registo de cancelamento; tive de conduzir toda a explicação. A gerente Jaqueline manteve a posição de que “não podem fazer nada” e que eu poderia fazer o que entender. • Até à presente data, não existe qualquer prova de que o cancelamento tenha sido formalmente processado pelo ginásio. • O valor indevidamente cobrado já foi regularizado pelo banco, sem qualquer justificação ou preocupação por parte do ginásio. Solicito à DECO: 1. Mediação junto do FitnessUp Montijo para confirmação do cancelamento definitivo do contrato; 2. Garantia de que não haverá quaisquer cobranças adicionais, incluindo o seguro anual ou supostas prestações em falta; 3. Orientação sobre eventuais medidas legais adicionais, caso o ginásio continue a não cumprir.
Venda irregular de motociclos
Exmo.(a) Senhor(a), Venho por este meio apresentar queixa relativa à atividade comercial da empresa “Moto Espaço”, situada na Rua do Parque 62, Vila Nova de Gaia, anteriormente associada à loja “Kawasintra” (Espinho), envolvendo a comercialização de motociclos com irregularidades que afetaram consumidores e terceiros, incluindo a situação que acompanhei. 1. Dados do agente visado Nome: Vítor Manuel Guerra Mourato Maninha (que se apresenta como “Vítor Cintra”) Empresas associadas: Potencial Acessível, Lda. (NIF 516057618) Fascínio Permanente, Lda. (NIF 517294753) Locais de atividade: Espinho, Valadares e Vila Nova de Gaia 2. Descrição dos factos 30/05/2022, loja Kawasintra, Espinho: Pagamento de €3.450,00 por motocicleta Lexmoto Aura LJ125T-18, matrícula AQ-81-EQ; Sem emissão de fatura ou recibo; Sem registo de propriedade em nome do comprador; Veículo registado em nome de terceiro (IRN nº07094 a 28/04/2022, NIF 504451120) com declaração de circulação emitida a 30/05/2022 e repetida em 01/04/2023 (VIN L4HTTEJP6M6001224). Posteriormente, devido à impossibilidade de transferir o registo de propriedade, foi proposta a substituição por outro veículo, Qooder QV3, matrícula AQ-47-CL, elevando o valor total pago para €7.700,00: Apresentou novamente dificuldade para registo de propriedade; Declaração de circulação entregue em 17/06/2023, com VIN Tac003306xkt004181, cuja correspondência carece de verificação. Em outubro de 2025, apurou-se que o veículo Qooder QV3 estava em regime de consignação, registado em nome de terceiro, sem autorização para transferência de propriedade e sem pagamento de valores ao legítimo proprietário. Apesar de diversas tentativas de contacto, deslocações ao estabelecimento e promessas de regularização, não houve restituição dos valores nem resolução da situação. Foi posteriormente ainda proposta a entrega de outro veículo igualmente pertencente a terceiro. Existem diversas reclamações públicas semelhantes associadas à mesma atividade comercial, sugerindo um padrão de irregularidades. 3. Natureza do problema Incumprimento contratual: venda de bens sem transferência de propriedade; Venda de bens de terceiros sem autorização; Falta de fatura ou recibo, dificultando prova legal da transação; Possíveis omissão de rendimentos e IVA; Afetação dos direitos do consumidor, incluindo restituição de valores pagos. Observação: embora eu não seja a lesada direta, acompanhei o processo e a situação afeta terceiros de forma grave, evidenciando práticas comerciais irregulares. 4. Solicitação Face ao exposto, solicito à DECO: Mediação junto da empresa para restituição dos valores pagos (€7.700,00); Orientação sobre eventual ação judicial caso a empresa não regularize a situação, considerando histórico de inexistência de bens num processo da empresa em 2025. Devido ao facto desta divida não tenho meios financeiros para entrepor qualquer acção judicial 5. Anexos Comprovativos de pagamento (transferência bancária, MBWay, etc.); Declarações de circulação dos veículos; Fotografias ou outros documentos relevantes. Espinho, 26/03/2026 Assinatura: Paula Faria paulaalexandrafaria@hotmail.com
Reparação de Forno não realizada
No dia 10 de janeiro, entreguei para reparação um forno Teka HLB 860 Inox, o qual, até à presente data, não foi objeto de uma reparação eficaz. Trata-se de um eletrodoméstico essencial ao quotidiano doméstico, cuja indisponibilidade prolongada me tem causado transtornos significativos e custos adicionais. Não é aceitável que um bem desta natureza permaneça imobilizado por um período tão extenso sem resolução definitiva. Segundo informação prestada pela empresa, foram já realizadas várias intervenções técnicas no equipamento, incluindo a substituição da peça alegadamente avariada por duas vezes, tendo ambas as tentativas resultado infrutíferas. Até ao momento, não foi possível concluir a reparação com sucesso, nem apresentar um diagnóstico claro e definitivo. Adicionalmente, importa referir a total ausência de comunicação proativa por parte da empresa, tendo sido sempre necessária a minha insistência para obtenção de qualquer informação. Em diversas ocasiões, foi prometida a entrega do equipamento na mesma semana, o que nunca se verificou. Mais recentemente, após novo contacto da minha parte, não foi sequer fornecida resposta, mantendo-se o padrão de incumprimento. A situação descrita configura um prazo de reparação manifestamente excessivo e ineficaz, não sendo aceitável que um equipamento com poucos anos de utilização permaneça indisponível por tanto tempo sem resolução adequada. Face ao exposto, venho por este meio exigir: A substituição do equipamento por outro de características equivalentes ou superiores; Acresce que, face ao tempo decorrido, às sucessivas tentativas de reparação sem sucesso e à ausência de um diagnóstico claro, deixei de ter qualquer confiança no processo de reparação em curso. Solicito uma resposta célere e a resolução definitiva da situação.
Equipamento danificado após reparação de ipad pro 10,5 na iservices amoreiras
Exmos. Senhores, No dia 24 de novembro de 2024 dirigi‑me à iServices das Amoreiras (Lisboa) para substituir a bateria do meu iPad Pro 10,5. O equipamento funcionava normalmente, apenas com desgaste natural de bateria devido à idade. Tinha um protetor de ecrã aplicado e o ecrã encontrava‑se sem qualquer dano visível. Após a substituição da bateria, ainda dentro da loja, o iPad desligou‑se sozinho e deixou de ligar. Voltei de imediato ao balcão; o funcionário confirmou que o aparelho não ligava e pediu que o deixasse. No dia seguinte informaram‑me que já estava “normal” e entregaram‑mo sem qualquer explicação adicional. Em casa, ao fim de algumas horas de utilização, o iPad voltou a desligar‑se sozinho e só consegui ligá‑lo após várias tentativas. Regressei à loja, deixei novamente o equipamento e, mais uma vez, foi‑me devolvido a funcionar, com a indicação de que estava tudo bem. Desde então, ao longo de cerca de um ano, o iPad foi apresentando desligamentos súbitos ocasionais, que não existiam antes da intervenção, mas que eu conseguia contornar voltando a ligá‑lo. Em novembro de 2025 reparei que o ecrã começou a descolar da estrutura, apesar de o equipamento nunca ter sofrido quedas ou danos físicos. A partir daí a autonomia da bateria degradou‑se drasticamente: carregava até 100% e o iPad desligava‑se por volta dos 60%, passando depois a indicar percentagens de bateria incoerentes. Desloquei‑me à iServices no inicio deste mês de Março, explicando que a bateria não a funcionar bem, e mostrando o estado do ecrã. O funcionário confirmou a substituição em garantia. No dia seguinte ligaram‑me a informar que a bateria instalada anteriormente tinha inchado e que não era a bateria correta para o meu modelo, alegando um “erro de catalogação” de logística, e que iriam encomendar e instalar a bateria correta. Além disso, ao abrirem novamente o iPad para instalar essa bateria correta, fui informado de que tinham partido uma ligação interna e que o equipamento teria de seguir para o laboratório para soldadura, garantindo que se tratava de uma reparação simples. Fiquei cerca de uma semana e meia sem o iPad. Quando me entregaram o iPad já com a bateria correta instalada, o equipamento já não tinha o protetor de ecrã que sempre teve desde antes da primeira reparação. Aceitei essa situação. Levei o iPad para casa e, ao final do dia, quis carregá‑lo: só à terceira tentativa é que o carregamento iniciou. No dia seguinte surgiram mais problemas: • reparei numa faixa vertical estreita, mais clara/deslavada/pixelizada, onde o brilho e as cores ficam diferentes do resto da imagem, visível por exemplo sobre os ícones e textos dos atalhos, e posteriormente em partes de outros textos e imagem – defeito que não existia antes; • liguei um teclado que utilizo há anos através do Smart Connector e ele não funcionava; ao testar o mesmo teclado noutro iPad com Smart Connector, funcionou perfeitamente; • tentei ligar o iPad por USB ao meu computador para transferência de ficheiros e não houve qualquer reconhecimento; testei com outro cabo e nada; experimentei ligar o cabo de carregamento e o iPad simplesmente não carregava. Regressei à loja na semana passada e expliquei todos estes problemas. Deixei novamente o iPad. À tarde no mesmo dia, ligaram‑me a informar que o problema do Smart Connector se devia a uma ligação que não tinha ficado bem conectada numa das aberturas anteriores do iPad, e que já tinham resolvido. O problema de carregamento, segundo a iServices, exigia novo envio para o laboratório durante cerca de mais uma semana. No dia 25 de março de 2026 ligaram‑me a dizer que o iPad estava pronto. Fui buscá‑lo levando o teclado para testar o Smart Connector; na loja, o teclado funcionou e o iPad aparentava carregar. No entanto, ao chegar a casa e tentar carregar o iPad com bateria baixa, o problema de não iniciar o carregamento voltou a repetir‑se. A faixa vertical mais clara/deslavada/pixelizada no ecrã mantém‑se. Neste momento, o Smart Connector é praticamente a única coisa que ficou a funcionar de forma consistente. Resumindo, após as sucessivas intervenções da iServices: • o iPad continua com problemas de carregamento – neste momento não carrega de todo; • o ecrã apresenta agora uma faixa vertical com defeito e já teve descolagem, danos que não existiam antes. O defeito no ecrã surge numa faixa vertical que parece começar precisamente na zona inferior, junto ao botão Touch ID, local onde o ecrã é aberto para acesso à bateria, o que reforça que se trata de dano resultante das intervenções. Antes da primeira reparação o iPad não apresentava qualquer falha de ecrã, de carregamento, de Smart Connector ou desligamentos aleatórios, apenas menor autonomia normal pela idade. Estou cansado desta sucessão de intervenções incompletas e novas avarias. Tenho‑me deslocado repetidamente à loja, onde os funcionários demonstram boa vontade, mas os problemas nunca ficam definitivamente resolvidos e não são feitos testes exaustivos antes da entrega ao cliente. Por deixar de acreditar que novas deslocações à loja tragam uma solução efetiva, recorro aqui para expor a situação e obter uma resolução adequada.
Keepwell’s - Agravamento contratual
Gostaria de reclamar a decisão por parte de uma avaliação baseada em um questionário online sobre meus hábitos e historial de saúde. Carta_Resultado_Proposta_093333960805_B0M_20260325.pdf Pois bem, sou uma pessoa que frequenta ginásio há mais de uma década, jogador de Volei federado pelo Clube atlético Albufeira, treino 3x por semana, com jogos do campeonato regional e nacional 3divisão aos finais de semana. Tenho percentual de gordura baixo e volume considerável de massa magra. Entretanto, por tudo isto que descrevi, fui penalizado com 25% sobre o valor que supostamente pagaria, “sobrepeso”. Gostaria de saber se todas as pessoas que frequentam ginásio, crossfit, atividades de maior intensidade e com objetivo de obter massa magra, resolverem adquirir ao seguro, serão penalizadas? Isto tudo através de um cálculo medíocre de IMC? Pelo meu caso, vejo que não faz o menor sentido a associação de “agravante” e “sobrepeso”. Por isto gostaria de reclamar formalmente esta decisão. Aguardo por respostas.
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