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Pedido de competência e honestidade
Exmos Srs (Credibom) Eu acima identificado venho por este meio mais uma solicitar a celeridade do assunto já exposto mais que uma vez. Como bem sabem entrei de baixa médica no dia 10/11/2025 , comecei desde logo a pedir a ativação do seguro de proteção ao crédito que foi subscrito á data do contrato de crédito. Houveram uma série de incongruências da vossa parte que incluíram a perda de emails por mim enviados, que depois apareceram e pediram desculpa, os pedidos de desculpa em Portugal evitam-se como sabem. Após uma troca de emails mais acesa, então no dia 27/02/2026 responderam dizendo que a companhia de seguros já tinha assumido o reembolso de três prestações, hoje são 05/03/2026 e o tal reembolso ainda não caiu na minha conta, mas as cobranças são sempre feitas no dia exato e caso não tenha saldo suficiente fico sujeito á penalização correspondente, mas sendo a falha da Credibom apenas pedem desculpa e não assumem as suas faltas de compromisso, mas cobram quando estas são do cliente, resume-se isto a dois pesos e duas medidas. O que para mim é grave essa falta de competência! Agora penso que já há tempo mais que suficiente para a companhia de seguros de proteção ao crédito me reembolsar as tais mensalidades em falta. É péssimo que um cliente seja obrigado a reclamar nas mais diversas plataformas e mesmo assim fazem-se de surdos, parece-me raro que uma empresa deste género que pertence ao grupo Crédit Agricole tenha atitudes tão medíocres e com tanta falta de competência. Exijo que me seja imediatamente reembolsado os créditos em falta, pois é vossa responsabilidade perante o cliente ou isto tudo é fachada? O tempo passa e o resultado é sempre o mesmo! Falta de ética, falta de rigor e capacidade! Aguardo a maior celeridade na resolução da minha situação, tomem atitudes porque isto é uma vergonha! A publicidade é o cliente que a faz e não outros meios bonitos! Sem mais de momento. Cumprimentos
Seguro multiriscos
Exms Senhores Relativamente ao processo 218368 datado de 5/02/2026 Apólice 4797707447 a seguradora diz que não vai proceder a qualquer indemnização de danos ocorridos pela tempestade Kristin ocorrida em 28/02/2026 Refere que os danos ocorridos num muro e respetiva chapa de vedação já tinham sido alvo da cobertura da seguradora aquando da ocorrência da tempestade Leslie em 2018 exigindo faturas da reparação realizada. Na altura não foram pedidas pela seguradora qualquer fatura e os trabalhos realizados foram feitas com recurso a materiais por mim comprados e com recurso a mão de obra familiar. Por outo lado não tenho as faturas da compra realizada uma vez que já se passaram mais de 5 anos e não sou obrigado a manter as referidas faturas. Por outro lado solicitei também a reparação da cimalha da habitação principal e não me foi dada qualquer resposta, continuando a seguradora a solicitar o envio de faturas. Envie fotos e orçamento dos danos e solicitei a comparência de um perito. Até ao momento a seguradora não me deu qualquer resposta agravando-se os danos ocorridos por causa das chuvas e ventos que têm ocorrido
Será burla
Fiz um pagamento de 35,86€ para a entidade 45648 com a referência 912388148 no dia 23 de fevereiro. Na altura não recebi confirmação da encomenda nem do pagamento e até agora não recebi a encomenda. Fui pesquisar e descobri registos de burlas da PPRO Payment Services mas com outra entidade. Também fui burlada?
Recusa de indemnização de seguro
Bom dia Sou assinante da Pro Teste , no nome da minha mulher, Maria Isabel da Costa Mimoso Cardoso Ferreira, moro em Santiago do Caem e venho pedir a vossa ajuda para tentar resolver a minha questão. Tenho contratado um segura na LOGO , contra terceiros e a cobertura de quebra isolada de vidros, fiz a participação de uma quebra do vidro de trás do meu veículo por desconhecidos, quando cheguei ao carro o vidro estava partido por uma pedra, talvez lançada pela roda de um camião, levei então o carro à CLASSDRIVE de Vila Nova de Santo André para se fazer a substituição. Tiraram fotos do carro e dos vidros e disseram que iam mandar para a LOGO, a pedir autorização para a reparação. Uns dias depois disseram que a LOGO se recusava a aceitar o trabalho. Ao reclamar para a LOGO fui informado que não faziam tal reparação por o meu carro ter um iman na porta que me identificava como consultor imobiliário e que portanto o veículo se destinava a atividade comercial. Ora essa resposta não me parece pertinente, visto que nunca fui informado desta inibição, peço portanto a vossa ajuda para resolver este assunto. Com os melhores cumprimentos Pedro Cardoso Ferreira
Domicílio fiscal
Caros Senhores, A minha esposa fez uma compra de eletrodomésticos na Darty, com a opção de sem juros durante dez meses, tendo o crédito sido aprovado. Agora o CETELEM está a pedir um comprovativo de morada baseada nos serviços de utilidade, só que todas essas faturas não se encontram em nome dela, foi apresentado a declaração de domicílio fiscal das finanças, só que esta não é aceite pela entidade credora, afirmando que futuros créditos serão recusados. Pode o CETELEM recusar a morada fiscal com o documento retirado do portal das finanças? Com os meus melhores cumprimentos. Jorge Alves Associado nº 7232928-26
Demora na resposta a reclamação e assunção dos danos causados na minha viatura e caleira de telheiro
Exmos. Senhores, Setúbal, 02 de Março de 2026 Ref.ª: Ocorrência n.º: 0025618057; Sinistro n.º: 0028081959 Apólice n.º 0010593761 Venho por este meio, reclamar da seguradora Generali-Tranquilidade, em virtude da demora na resposta a reclamação e assunção dos danos causados na minha viatura e caleira de telheiro. ANTECEDENTES: _ Em 28 de Janeiro do corrente ano pelas 4/5 horas da madrugada, Portugal Continental foi assolado pela tempestade Kristin que provocou à sua passagem diversos danos materiais. No meu caso em apreço, os danos materiais resultaram da queda de uma portada de janela (pertencente ao proprietário do 3.ºesq. do meu prédio, sito na rua António José Batista n.º 7 em Setúbal), na minha viatura Audi A4 e na caleira do telheiro contíguo à minha fração (Rés-do-Chão). CONCEITO: _Na manhã do dia 28 de janeiro do corrente ano, fui alertado da ocorrência pelo vizinho, proprietário da fração do 3.º andar(esq.). Dirigimo-nos ao local da ocorrência e constatamos os factos : vários danos na minha viatura((Capô (amolgadelas e pintura danificada); Tejadilho (amolgadelas e pintura danificada); Zona lateral esquerda (amolgadelas e pintura danificada); Espelho retrovisor esquerdo danificado; Vidro para-brisas danificado; Ótica do farol esquerdo danificado; "Braço" que segura o capô quando é executada a abertura danificado; Os apoios que seguram o reservatório que contem o liquido de refrigeração danificados e outros eventuais danos que possam ser detetados através de peritagem)) e a portada desintegrada e espalhada pelo piso em redor da minha viatura. Verifiquei também que tinha danos na caleira que recolhe as águas pluviais do telheiro contíguo à minha fração(Rés-do-Chão). O vizinho (proprietário da fração do 3.º andar(esq.)) prontificou-se a participar o sinistro à sua seguradora. Como a mediadora de seguros está situada na mesma rua (muito perto) donde ambos residimos, deslocámo-nos até lá, onde elaborou-se a participação do sinistro, tendo-se cumprido algumas formalidades (assinaturas, fotocópias de C.C., etc.), foi-me solicitado fotografias dos danos causados pelo sinistro (viatura e caleira) que enviei à posteriori por e-mail. Em 01 de fevereiro do ano corrente, tomei conhecimento através do meu vizinho que a seguradora (Generalli-Tranquilidade), da qual ele é o segurado, declinava qualquer responsabilidade sem direito a pagamento de qualquer indemnização. Por conseguinte, em 03 de fevereiro do corrente ano enviei uma reclamação (via e-mail) para a seguradora Generalli-Tranquilidade onde manifestei o meu inconformismo, atendendo a que a resposta dada é desprovida de facto e de direito, assim como, após análise da apólice do segurado (o meu vizinho), verifica-se que existe cobertura em caso de tempestades e de quebra/queda, motivo pelo qual renovei o pedido de pagamento da quantia que se vier a apurar como necessária para ressarcir os danos. Em 12 de fevereiro do corrente ano, recebi um telefonema de um colaborador da seguradora Generali-Tranquilidade, a questionar-me sobre quais eram as minhas pretensões relativamente à ocorrência/sinistro. Fiquei um pouco perplexo, uma vez que a seguradora recebeu a participação do sinistro, proferiu rapidamente uma resposta e recebeu a minha reclamação onde está escrito aquilo que pretendo. Até à presente data estou a aguardar uma resposta, quiçá definitiva, da seguradora Generali-Tranquilidade. Entretanto tive que levar a minha viatura à inspeção periódica, o que face aos danos expostos resultou na reprovação da mesma; tenho um mês para reparar alguns dos itens anotados e que resultaram dos danos sofridos. Solicitei à minha seguradora o acionamento da cobertura quebra isolada de vidros, afim de minimizar os danos sofridos, uma vez que a seguradora Generali-Tranquilidade demora a tomar uma decisão final. Nota: A reinspeção da minha viatura tem custos acrescidos. DECISÃO: _ Face ao exposto, pretendo que a seguradora Generali-Tranquilidade assuma a responsabilidade dos danos causados na minha viatura e na caleira do telheiro contíguo à minha fração e o pagamento da quantia que vier a ser apurada para ressarcir os referidos danos, o mais breve possível, assim como, o pagamento da taxa de reinspeção da minha viatura. Cumprimentos.
Gestão de Sinistro TVDE e Dever de Diligência
Exmos. Senhores, Na qualidade de tomador do seguro TVDE relativo à viatura matrícula BS-95-MR, venho apresentar reclamação formal quanto à forma como tem sido conduzida a gestão do sinistro ocorrido em 29 de setembro de 2025. Não há da vossa parte cumprjmento dos deveres legais de diligência, informação e acompanhamento do sinistro que impendem sobre a seguradora, nos termos do Regime Jurídico do Contrato de Seguro (DL n.º 72/2008), nem o princípio da boa-fé previsto no artigo 762.º do Código Civil. A viatura esteve imobilizada durante 136 dias, causando prejuízos já quantificados em €16.853,59, relativos a: Lucros cessantes da atividade profissional; Prémios de seguro pagos durante a imobilização; Prestações da viatura; Encargos fixos com rastreador. Fui informado de que a seguradora responsável apenas assumiria cerca de 4 dias de imobilização, correspondentes ao período técnico de reparação, entendimento que carece de fundamentação jurídica e que não se coaduna com o princípio da reparação integral. Verifica-se ainda ausência de intervenção eficaz e acompanhamento adequado por parte da seguradora e da mediadora, situação que contribui para o prolongamento do processo e agravamento dos prejuízos. Solicito, assim: Esclarecimento escrito e fundamentado sobre a posição assumida quanto aos dias indemnizáveis; Indicação concreta das diligências realizadas junto da seguradora do responsável; Intervenção ativa na defesa dos meus legítimos interesses enquanto segurado. Na ausência de resposta adequada, será apresentada reclamação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, para apreciação do cumprimento dos deveres legais e contratuais. Com os melhores cumprimentos, Vitor Boaventura da Conceição Empresa: Vertice Eficaz Contacto: 937606180 NIF: 517667339
Falta de resposta do Banco Montepio e condições indignas impostas a uma pessoa de 91 anos
Exmos. Senhores, Venho neste local de reclamações da DECO dar conta de num processo que se arrasta desde 2024 e que envolve o Banco Montepio, proprietário do imóvel responsável por uma infiltração que danificou gravemente o meu apartamento. Apesar de cinco visitas técnicas e múltiplos contatos, o Banco Montepio não reparou a origem da infiltração nem os danos causados. Mais grave ainda, não responde às reclamações apresentadas aos serviços e administração, incluindo a uma reclamação submetida no Portal da Queixa. A situação tornou-se insustentável porque a minha mãe, com 91 anos, reside no apartamento afetado. As paredes estão negras, o teto encontra-se empolado e escurecido, e os armários apresentam bolor. Estas condições são indignas e representam um risco real para a saúde de uma pessoa idosa e vulnerável. Considero inaceitável que uma instituição bancária, que se apresenta como séria e responsável, permita que esta situação se prolongue durante dois anos sem qualquer solução ou resposta adequada. Solicito que o Banco Montepio cumpra as suas responsabilidades e proceda de imediato à reparação da origem da infiltração e dos danos causados. Dados do processo: – N/ Ref.ª 439/25/R-2 Montepio – Processo UON 022840092 – Ref.ª Seguradora 34.01.00/14141/2025 – Ref. Externa 34.01.00/14141/2024 – Processo Uongroup José Oliveira
Nunca recebi o Computador
Eu ja reclamei varias vezes em 2003 fiz um contrato para compra de um computador e um curso de informática, que nunca chegou a ser realizado os donos da dita empresa de Santa Iria da Azoia assumiram na altura perante a câmara de Odivelas que um socio tinha desviado o dinheiro e que eles assumiam perante a financeira acontece de 23 anos depois vem estes senhores ameaçarem me a porem o meu nome no banco de Portugal ....... isto e uma vergonha quererem me fazer pagar algo 23 anos depois algo que nunca recebi.........
Bettli
Venho por este meio reclamar da bettlit, ontem tive que criar uma conta nova visto que a minha antiga não me permitia entrar, aparecendo mensagem a dizer que não era uma ligação segura e que estava o site bloqueado judicialmente. Consegui fazer uma conta nova no qual fiz 2 depósitos de 50€ e consegui fazer um ganho de 500€. Quando fui levantar o dinheiro não me foi permitido por o número de telefone estar associado a outra conta (que não permite entrar), pedi ajuda ao suporte bettlit o qual me encerrou a conta. Enviaram me dois emails a pedir os dados para devolução, foi tudo enviado e agora não respondem mais. Mandam emails pré feitos a dizer que os ganhos serão confiscados. Quero o meu dinheiro.
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