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Reclamação por instalação inadequada do inversor e bateria Growatt
Remetente: Vitalii Butenko Rua dos Valadeiros 23A Pataias, Leiria. 2445-123 935 125 935 Email: vit533503@gmail.com Data: 28 de junho de 2025 Destinatário: Otovo Unipessoal LDA Praça de Alvalade 7, 6D 1700-036 Lisboa Portugal Email: sol@otovo.pt Assunto: Reclamação por instalação inadequada do inversor e bateria Growatt Estimados Senhores, Com base no contrato sem número, celebrado entre mim e a vossa empresa em 19 de novembro de 2024, foi efetuada a instalação de painéis solares, um inversor e uma bateria Growatt. Chamo a vossa atenção para um erro crítico cometido pelos vossos instaladores na escolha do local para o equipamento (inversor e bateria). O equipamento foi instalado no espaço entre telhados, sob telha de barro. Atualmente (verão), a temperatura no referido espaço atinge valores extremamente elevados. As leituras do sensor de temperatura interno do inversor (sensor.growatt_ipm_inverter_temperature) indicam regularmente quase 80 graus Celsius. As leituras que comprovam esta temperatura estão anexadas no ficheiro: "Growatt_Temperature_Log_2025-06-28.jpg". De acordo com as instruções oficiais do fabricante, as condições de operação seguras para o inversor Growatt MIN 3600 (e modelos análogos) situam-se no intervalo de -25°C a +60°C. As temperaturas de funcionamento atuais excedem significativamente os limites especificados pelo fabricante, o que acarreta: • Aumento do desgaste e degradação do equipamento, reduzindo substancialmente a sua vida útil. • Diminuição da eficiência do inversor (o chamado "derating"), resultando numa menor produção de energia. (Note que o derating inicia-se a partir de +45°C ). • Elevado risco de falha total do equipamento, o que constitui uma violação dos termos do contrato e das obrigações de garantia. Por este meio, exijo a correção imediata dos erros cometidos, através da relocalização do inversor e da bateria para um local que cumpra os requisitos de temperatura definidos pelo fabricante. Solicito que entrem em contacto comigo no prazo de 48 horas para agendar a data e hora da realização dos trabalhos. Alertamos que, em caso de incumprimento desta exigência num prazo razoável, serei forçado a recorrer à defesa dos meus direitos de consumidor junto das entidades competentes em Portugal (nomeadamente, a Direção-Geral do Consumidor e/ou através dos mecanismos previstos na Lei n.º 24/96, de 31 de Julho - Lei de Defesa do Consumidor, e outra legislação aplicável), a exigir a reparação de todos os prejuízos sofridos (incluindo custos com especialistas externos para correção do vosso erro e compensação pela energia não produzida), bem como a iniciar o procedimento de aplicação das sanções previstas na legislação e/ou no nosso contrato. Com os melhores cumprimentos, Vitalii Butenko
Alteração de morada
Exmos. Senhores, No dia 17 de maio de 2025 procedi à mudança do meu contrato de fornecimento de eletricidade para a Endesa. Para meu espanto, ao consultar a fatura na vossa aplicação, deparei-me com a morada do local de consumo incorreta. De imediato, contactei telefonicamente a vossa linha de apoio, tendo-me sido indicado que a correção da morada teria de ser feita através da aplicação, anexando um comprovativo de morada. Assim o fiz, enviando o comprovativo de morada emitido pela Autoridade Tributária. Contudo, no seguimento da exposição apresentada no dia 26-06-2025 pelas 16:31, com o n.º CA-24175063, recebi um email da vossa parte a informar que o comprovativo enviado não é aceite e que teria de apresentar outros documentos, nomeadamente certidão emitida pelo município ou junta de freguesia, comprovativo de atribuição de número de polícia ou comprovativo emitido pelos CTT. O meu companheiro voltou a contactar-vos telefonicamente, mas a resposta manteve-se: recusam a aceitação do comprovativo das Finanças, alegando que a morada incorreta é da responsabilidade da E-Redes. Gostaria de salientar que resido nesta morada há cerca de um ano e meio e que é já a terceira entidade fornecedora de eletricidade com quem trabalhamos, sem que alguma vez tenha existido qualquer problema semelhante. Para além disso, considero incompreensível que, para celebrar o contrato, tenha bastado fornecer a morada por telefone, mas para corrigir um erro que não foi nosso, seja exigida documentação adicional. Acresce ainda que, se consultarem as gravações da chamada inicial, facilmente poderão confirmar que a morada fornecida por nós foi correta, sendo a que consta no contrato e na fatura diferente daquela que foi indicada. Face ao exposto, considero esta situação totalmente inaceitável. Não faz sentido transferirem para o cliente a responsabilidade de resolver um erro que, claramente, pode ser comprovado por documento oficial emitido pela Autoridade Tributária. Venho, por este meio, formalizar reclamação no Livro de Reclamações, uma vez que a vossa entidade insiste em não corrigir a morada, mesmo após várias tentativas de resolução amigável. Infelizmente, não nos resta outra alternativa senão ponderar mudar novamente de fornecedora de eletricidade, o que significa que perdem mais um cliente devido a uma situação que poderia ser facilmente resolvida. Aguardo uma resposta célere, bem como uma solução efetiva para este problema. Com os melhores cumprimentos,
Reclamação contra EDP Comercial – renovação abusiva de plano, cobranças sem contrato e exigência de
Exmos. Senhores da DECO PROTESTE, Venho apresentar reclamação contra a EDP Comercial, relativamente à renovação sucessiva e abusiva de um plano de serviços associado à referência de cobrança nº 766385368, utilizada pela empresa Intrum nas mensagens e exigências de pagamento. Esta referência não corresponde a um contrato assinado por mim, mas apenas ao código atribuído para efeitos de cobrança extrajudicial, o que demonstra a total ausência de formalização contratual. O plano em causa foi mantido e renovado automaticamente durante anos, mesmo após eu ter deixado de residir na morada (Avenida da República – Vila Nova de Gaia), cancelado o débito direto e deixado de pagar — ou seja, em claro incumprimento contratual. As renovações foram feitas sem o meu consentimento expresso, sem envio de contrato, termo de renovação, nem qualquer documento legal. Apenas recebi uma mensagem SMS, que na altura não percebi tratar-se de uma renovação, só tendo conhecimento do vínculo contratual quando fui cobrado. Apesar dos meus pedidos, a EDP nunca me enviou os documentos por e-mail — apenas indicavam que “estariam disponíveis na área de cliente”. Durante anos, fui pressionado por comunicações e ameaças da Intrum, e inclusive de um advogado contratado pela EDP, o que me levou a fazer pagamentos injustos sob coação, mesmo sem saber exatamente do que se tratava. Atualmente, a cobrança ativa é de 85,98€, mas já efetuei pagamentos anteriores ao longo dos anos, diretamente à Intrum e ao advogado. Apresentei queixa no Portal da Queixa, mas a EDP não respondeu formalmente — a reclamação foi encerrada automaticamente com o estado de “resolvida”, sem contacto por escrito. Toda a comunicação foi feita por via telefónica, sem envio de qualquer documentação. A manutenção e renovação de um plano em situação de incumprimento grave é juridicamente nula, conforme o art. 280.º do Código Civil, e toda a conduta da EDP e da Intrum viola princípios básicos de transparência, boa-fé e proteção do consumidor. Assim, venho solicitar à DECO PROTESTE: 1. O cancelamento imediato do plano e da dívida atual (85,98€); 2. O reembolso integral de todos os valores pagos indevidamente à Intrum e ao advogado ao longo dos anos; 3. A entrega por escrito dos seguintes documentos por parte da EDP: • Contrato original e termos de renovação; • Prova de consentimento informado; • Justificação formal para a cobrança e manutenção do serviço em incumprimento. Caso esta situação não se resolva amigavelmente, irei apresentar queixa à ERSE, à Autoridade da Concorrência, e tomarei medidas judiciais cabíveis. Além disso, solicito expressamente que a empresa Intrum cesse imediatamente qualquer tipo de contacto, cobrança ou perturbação, nomeadamente por SMS, e-mail, telefone ou carta, relacionado com esta situação. Tais contactos, efetuados de forma insistente e repetitiva, sem base contratual válida, constituem verdadeira pressão psicológica indevida e têm causado constrangimentos inaceitáveis. Requeiro que seja garantido o bloqueio total do meu contacto nos sistemas da Intrum e de qualquer outra entidade de cobrança associada, sob pena de prosseguir por violação do meu direito à tranquilidade e à proteção como consumidor. Com os melhores cumprimentos, Jhessen Vieira Nascimento anjos NIF: 291775497 Telemóvel: 937550379 Email: Jhessen.vna@gmail.com
CONTRATO SEM AUTORIZAÇÃO, FRAUDE, COBRANÇA INDEVIDA
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa G9. A referida empresa ativou um contrato de fornecimento de energia em meu nome sem qualquer solicitação ou autorização da minha parte, utilizando indevidamente os meus dados pessoais. Ressalto que tenho contrato ativo com a Endesa, minha fornecedora oficial, e jamais solicitei qualquer mudança. Recebi, inclusive, uma carta de cobrança da G9 referente a um contrato que não subscrevi, o que caracteriza fraude e uso indevido de dados pessoais. Solicito que a Deco intervenha para garantir a anulação imediata do contrato indevido, a suspensão de qualquer cobrança e a regularização da minha situação contratual com a Endesa. Caso contrário, reservo-me no direito de recorrer judicialmente pelos danos causados. Sabrina Beatriz Sousa de Alcântara NIF 323019595 E-mail: sabrina061reserva@hotmail.com Cumprimentos.
Pack Full renovação indevida
Exmos. Senhores, Venho, por meio desta, apresentar a minha reclamação formal contra a EDP Comercial, relativamente à renovação automática do serviço Pack Full, com imposição de nova fidelização de 12 meses, sem o meu consentimento prévio, explícito ou qualquer comunicação adequada por parte da empresa. Fui surpreendido ao verificar que o referido serviço foi renovado sem que me fosse dada a opção de decidir ou de manifestar a minha concordância, prática que considero abusiva e contrária aos direitos do consumidor. Solicito, assim, que esta situação seja revista com urgência, procedendo-se ao cancelamento imediato da renovação do Pack Full e da respetiva fidelização associada, sem qualquer penalização para mim enquanto cliente. Aguardo uma resposta formal e resolução desta situação no prazo máximo legalmente estabelecido. Com os melhores cumprimentos, Jonatha Barbosa Gomes
Prejuízo causado por agendamento tardio e desmarcação de visita técnica para instalação de painéis s
Exmos. Senhores, No dia 08/05/2025, entrei em contacto com a EDP com o objetivo de contratar a instalação de painéis solares com bateria, aproveitando o benefício fiscal do IVA reduzido a 6%, que termina a 30 de junho. Deixei claro que estaria indisponível entre os dias 01 e 13 de junho, e mesmo assim fui informada de que só havia vaga para visita técnica no dia 23 de junho. Perguntei expressamente se esse agendamento permitiria usufruir do IVA a 6%, e a resposta foi afirmativa: "Sim, desde que o técnico confirme viabilidade, avançamos com o contrato a tempo." Para meu espanto, no próprio dia 23 de junho, recebo uma mensagem a cancelar a visita e a reagendar para dia 27 de junho. Contacto novamente a EDP e sou informada de que já não é possível beneficiar do IVA a 6%, pois a instalação só será possível em julho, passando para 23% de IVA — o que representa mais de 1000€ de diferença! Isto é inaceitável e desrespeitoso para com o consumidor. Fiz tudo atempadamente, de boa-fé, confiei na palavra da EDP e agora sou penalizada por uma falha de agendamento interna que não é da minha responsabilidade. Exijo que a EDP honre o valor apresentado com IVA a 6% na proposta recebida a 08 de maio, e que resolva esta situação de forma justa. Caso contrário, terei de recorrer a entidades de defesa do consumidor e outros meios legais para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Corte de fornecimento que nunca foi feito
Exmos. Senhores, Deixo o e-mail enviado à prestadora de serviços no passado dia 30 de Maio, até hoje sem qualquer resposta. Já efetuei 3 telefonemas, fui presencialmente à loja, sem sucesso. Só espero que este tempo todo não sirva para se descartarem das responsabilidades, irem ao local retirar o contador, para que não haja mais nada a fazer. exmos. Senhores, Venho por este meio expor uma situação no mínimo, caricata. Tenho um contrato ativo, com a smas desde 2012, com o numero de cliente designado por 1085**** Há uns anos aderi ao débito direto, com o intuído de beneficiar o meu crédito habitação. Essa conta é apenas utilizada para o débito direto do serviço NOS, no qual nunca tive qualquer problema, o débito direto da SMAS e o pagamento do crédito habitação. Confesso que não sou uma pessoa muito atenta, e existem diversas situações do dia a dia que me passam despercebidas, perdendo até a noção do tempo. Por não utilizar essa conta e não estar muito atenta, por vezes é retirado um valor a mais, seja por manutenção da conta ou por alguma alteração pontual de valores que deixa a conta com menos saldo do que o suposto. Penso que tenha sido isso que aconteceu para ter ficado 2 faturas a pagamento, nomeadamente do mês de maio e julho e 2024. No passado mês de abril, tive a sensação de já ter passado demasiado tempo desde a última carta de faturação da SMAS, não me recordando sequer, da última fatura que recebi. Fui analisar o meu extrato e percebi que não tinha o débito direto pelo menos nos últimos 3 meses. Procurei na internet se existia uma app para ter acesso à minha área de cliente e as respetivas faturas e encontrei o balcão digital. Ao analisar, percebi que perdi completamente a noção do tempo e o que eu pensava ser uns 3 meses, são na verdade mais de 7 meses. Constatei que tinha faturas a zeros desde outubro de 2024. Procurei respostas na internet, pois não entendia porque tinha faturas a “zeros”, sem sucesso. Entrei em contacto com a linha de apoio e agora de uma forma muito resumida, pois colocar por escrito aquilo que foi falado verbalmente não é de todo fácil e transparente. Fui tratada como uma criminosa, acusada de estar a consumir água ilegalmente. Alegadamente e devido as faturas mencionadas anteriormente, tive um corte de serviço no dia 12 de Agosto, e uma revisão de corte no dia 12 de setembro, confirmando assim o alegado corte. Desta forma, fui acusada de ter retirado o que quer que seja que colocam no contador para impedir o abastecimento de água, que não faço a mínima ideia do que seja, e de estar a consumir água de forma ilegal. Em momento algum, excepto a senhora que me contactou, no dia seguinte, e me aconselhou a ir presencialmente ao balcão tratar do assunto, que aproveito para parabenizar pelo atendimento, pois foi a única que me tentou verdadeiramente ajudar, mesmo que não acreditasse na minha palavra, ao menos fingiu acreditar. Todos os restantes funcionários, partem do princípio, tal situação ser impossível de acontecer, sendo a única e possível verdade o que diz no sistema, dessa forma fui tratada como se estivesse a roubar água. Exijo um esclarecimento, exijo uma prova, uma fotografia, do meu contador, da minha porta, com o suposto corte, que nem faço ideia que objecto é colocado ou retirado do contador. Não vale a pena me enviarem um papel assinado por alguém a dizer que efetuou o corte pois isso não prova absolutamente nada. Qualquer pessoa, em qualquer espaço ou qualquer momento, assina um papel. Para não falar de nem sequer me ter sido enviado o aviso de corte, obrigatório, por lei. Recebo as faturas, o mês de junho de 2024, foi pago, e por isso seria muita coincidência não receber apenas o aviso de corte. Esta situação não vai passar em branco e eu não vou ser intitulada de algo criminoso quando não fiz absolutamente nada de ilegal. Aproveito para informar que bati a porta dos meus vizinhos com a intenção de perceber se poderia ter havido um erro no corte, e ter sido efetuado a outro condómino, mas tal não aconteceu. Fui presencialmente ao balcão, tendo de me ausentar do meu emprego, para tentar resolver a situação, levei fotografias do contador e fui completamente ignorada. Mais uma vez tratada de forma rude como se realmente eu é que tivesse cometido um ato ilegal. A colega ligou para a suposta empresa que confirmou o corte, não quis ver as fotografias, não confirmou o número do meu contador através das fotografias com o que quer que seja que tenham registado em sistema a comprovar o corte. Não me conseguiu explicar como é efetuado o corte e que tipo de aparência tem, até agora ainda não consegui perceber como é que eu consigo violar o contador e consumir água de forma ilegal. Encaminhou-me para casa, dizendo para expor através de um e-mail, a situação. Eu pergunto, se realmente eu tivesse violado o contador, estava com este trabalho todo? A perder horas do meu trabalho? A entrar em contacto com o serviço e aparecer presencialmente no local? Mais informo que por estar extremamente desagradada, não do erro, pois somos humanos e todos temos o direito de errar, mas pela forma como fui ignorada e tratada. Não irei proceder ao pagamento das faturas em atraso, por se tratarem de faturas prescritas, com mais de 6 meses. Invoco assim a prescrição das faturas que se encontram a pagamento e a anulação imediata das mesmas. Segue em anexo as fotos do contador, tiradas exatamente no dia em que fui contactada pela técnica, a única que tentou realmente ajudar e que aconselhou a tirar fotos imediatas, pois através delas conseguiriam ver que não cometi nenhuma infração Cumprimentos.
Redução injustificada do horário de rega
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a ARM – Águas e Resíduos da Madeira, S.A., na qualidade de consumidor afetado por uma alteração unilateral e injustificada do horário de rega agrícola atribuído à minha exploração. No ano de 2024, foi-me atribuído um horário de rega de 5h52. No entanto, em 2025, esse tempo foi reduzido abruptamente para 2h52, sem qualquer aviso prévio, justificação técnica ou base legal conhecida. Tal redução teve impacto direto na produção agrícola, colocando em causa a viabilidade da atividade desenvolvida e o acesso a um bem essencial. No dia 3 de junho de 2025, apresentei uma reclamação formal à ARM (n.º 65343), da qual ainda não obtive qualquer resposta, ultrapassando largamente os prazos legais de resposta previstos no Código do Procedimento Administrativo. Junto em anexo cópia da reclamação enviada, bem como os planos de rega dos anos de 2024 e 2025 que evidenciam a redução injustificada. Face ao exposto, venho solicitar o apoio da DECO para: Obter resposta formal e fundamentada da ARM sobre o motivo da alteração; Garantir a reposição do tempo de rega original ou a atribuição de uma alternativa justa; Salvaguardar os meus direitos enquanto consumidor de um serviço público essencial. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico ao dispor para qualquer esclarecimento adicional.
EDP Pack Saúde
Exmos. Senhores, EDP Comercial, 22-05-2025. Código Contrato: 160806967658 Em consequência da anexaçao do Pack Saúde EDP ao a adesão do serviço de Luz, cujo contrato está em nome de Didia Ribeiro, NIF: 204266793, foi solicitado ao balcão o cancelamento do mesmo. Verifique em que circunstancia teve lugar a anexação do Pack Saúde junto do respetivo balcão, e dê por cessado, por não fazer parte do serviço de luz. Solicitamos o favor de não enviar sms coersivos nem emails Quanto ao Pack Saúde EDP. Cumprimentos.
Falta de informação contratual
Exmos. Senhores, No dia 14 de junho de 2025, utilizei um posto de carregamento de veículos elétricos localizado no parque de estacionamento do Lidl em Paços de Ferreira, operado pela vossa empresa ou por parceiro sob a vossa responsabilidade. Antes de iniciar o carregamento, fui corretamente informado de que seria feita uma retenção de 50€ no meu cartão bancário, o que aceitei. O carregamento decorreu com sucesso e o valor real cobrado foi de 8,30€. Contudo, em nenhum momento (nem no posto, nem na interface de pagamento) fui informado sobre o prazo de duração da retenção, o que considero uma violação clara do dever de informação ao consumidor, previsto na Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e no Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os contratos celebrados à distância. Após horas sem acesso ao montante retido, contactei a vossa linha de apoio, onde me foi informado que o valor poderia ficar bloqueado até 8 dias úteis. Posteriormente, a minha entidade bancária confirmou que a retenção é da vossa responsabilidade e que o valor permaneceria cativo pelo menos até 24 de junho de 2025. Cumprimentos.
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