Reclamações públicas

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S. O.
05/11/2025
Mercador Editorial

atraso de 4 meses e ausência total de resposta

Exmos. Senhores, No dia 3 de julho de 2025, efetuei a encomenda #1754 na loja online da Mercador Editorial, referente ao artigo "Teoria do Caos", no valor total de € 18,00, que foi devidamente pago via PayPal. O prazo de entrega indicado no momento da compra era de 45 a 60 dias. Este prazo expirou, no máximo, no início de setembro. Estamos em novembro. Já passaram mais de 4 meses desde a compra (o dobro do prazo máximo) e continuo sem receber o meu artigo. O mais grave é a total falta de comunicação por parte da empresa. Após o prazo ter sido ultrapassado, contactei a empresa. Recebi uma única resposta vaga do Sr. Leonardo Costaneto (no dia 28 de outubro), a indicar "Vamos conferir e retornaremos breve a você." Desde essa data, e apesar da minha insistência, a Mercador Editorial ignorou por completo os meus emails de seguimento, enviados nos dias 31 de outubro e 5 de novembro. Até hoje, não tenho qualquer informação sobre o estado da encomenda, não sei se foi expedida, nem tenho uma data de entrega. A encomenda está paga, o prazo não foi cumprido e a empresa recusa-se a comunicar. O que pretendo: Dado o incumprimento contratual e a total falta de comunicação, exijo uma solução final e concreta. Solicito que a empresa me faculte imediatamente uma estimativa de entrega real e definitiva do artigo. Caso a Mercador Editorial não consiga (ou não queira) fornecer esta informação concreta, ou se a nova data for excessivamente longa, exijo então o cancelamento imediato da encomenda #1754 e o reembolso total do valor pago (€ 18,00). Aguardo uma resolução urgente por esta via. Com os melhores cumprimentos, Sara Oliveira

Encerrada
S. P.
04/11/2025

Omissão de informação

Na passada quinta-feira, a convite de um membro Interpass, eu e o meu marido fomos convidados a ir levantar um voucher para uma estada grátis em Portugal ou na Europa (algumas cidades selecionadas). Foi-nos entregue um voucher, onde indicava as opções, sendo que para usufruir das noites grátis, teríamos de adquiri vários outros serviços como transferes, excursões, refeições - logo aí passa a não ser "só a oferta das noites de hotel", à excepção da oferta de 2 noites do Hotel Interpass no Vau, para usufruir no mês de Março. Até aqui, tudo bem, é uma forma de oferecer algo em troca de outro algo. Foi-nos posteriormente apresentado o "Grupo Interpass" numa tentativa de angariar sócios. Após extensos minutos de explicação dos benefícios, e de todas as coisas boas que a interpass dava que eram superiores a qualquer outra agência de viagens ou plataforma de reserva, lá nos informaram do que era necessário para ser sócio: - Uma anuidade de 120 € - Uma jóia de entrada de 3.999€ , que podia ser paga em suaves prestações, obrigando o titular a pagar a sua totalidade sem oportunidade de desistência/cancelamento. Ora, para um compromisso de tal valor, é normal que a pessoa queira analisar o contrato e saber todos os detalhes. Foi-nos negado qualquer acesso às informações legais, sendo que teria de aceitar a proposta no imediato. Como é que uma empresa portuguesa registada, demonstra tal falta de transparência, que nem mostra o contrato com as respetivas condições antes da pessoa se comprometer ? Como é legalmente possível haver este tipo de esquemas à descarada em Portugal? Que tenham uma agência de viagens com protocolos vantajosos tudo bem, agora os valores solicitados e a falta de transparência na informação, é simplesmente uma vergonha. Sendo que o promotor "Fábio" indicou-nos que se um dos cônjuges falecesse , apresentado a devida prova, o contrato ficaria automaticamente pago, podendo haver a rescisão do mesmo. Ora, telefonicamente, após esta apresentação, aquilo que me foi dito foi que apenas contaria se fosse a morte do titular. Mais uma vez, a informação contraditória, prestada para apenas ter uma angariação confirmada e quantias avultadas dos novos possíveis sócios. Os meus pais tiveram a infelicidade de há muitos anos atrás "caírem" nesta "campanha" e arrependeram-se arduamente sem possibilidade de cancelamento/desistência do contrato. Venho por isso contestar para que outros não se sintam enganados da mesma forma. Em 2025 já não devia haver este tipo de promoções com o intuito de convencer (e enganar) as pessoas à descarada. Acho que a APAVT, a DECO, o Portal da Queixa e todas as possíveis identidades deviam verificar e obrigar estas entidades a cumprir a legislação portuguesa - pelo menos pela apresentação de um contrato de tal compromisso.

Encerrada
R. B.
04/11/2025
Be-Fit Torres Novas

Fui colocado na lista negra por reclamação

Exmos. Senhores, Sou membro da rede Urban Sports Club e queria frequentar o Be-Fit de Torres Novas que é um parceiro desta rede, mas ao ligar para o Be-Fit Torres Novas fui informado que tenho o meu nome na lista negra do ginásio aparentemente porque fiz uma reclamação do Be-Fit Torres Novas no passado. Acho que isto nao pode acontecer nos dias de hoje até porque se trata de um franchising e se não admitem reclamações, vão bloquear muita gente no futuro. Este tipo de retaliação não faz qualquer sentido, e a meu ver as reclamações são legítimas e servem para melhorar o serviço prestado. Peço por isso que seja emitido um pedido de desculpas por parte do ginásio e que seja removido o bloqueio do meu acesso ao ginásio. Obrigado pela atenção. Atentamente, Rui Borga

Encerrada
J. P.
04/11/2025

Aluguer carro

Bom dia, Envio o presente e-mail para apresentar uma RECLAMAÇÃO FORMAL serviço de aluguer de carros da BOOKING: Domingo, dia 02/11/2025, aluguei um carro no site da BOOKING. Podem confirmar os detalhes da reserva: 626780975. Desloquei-me de UBER ao ponto de recolha da viatura para a levantar e, após uma espera anormal, é me negado o levantamento do carro por não ter um cartão de crédito (??). Ainda propus cobrir a caução com o cartão de débito com que tinha realizado a reserva contudo, a liberdade na altura do pagamento não transitou para a reserva da caução. Ainda tentei apelar à razão ligando para a linha de assistência contudo o máximo que me conseguiram fazer (e a especial favor) foi a devolução parcial do dinheiro da reserva. E assim regressei para casa... outra vez de UBER, com planos desfeitos por inesperadamente ter deixado de ter carro e uma cara nova... de PALHAÇO. Muito obrigado BOOKING

Encerrada
A. B.
04/11/2025

Cobrança indevida e pedido de restituição do dinheiro

Exmos Senhores, Esta reclamação é dirigida à eDreams Portugal- Viagens de Lazer. No passado dia 24 de outubro recebi um email que me informava que a minha subscrição prime tinha sido renovada e, por conseguinte, me tinha sido debitado um valor de 89,99€. Ora, acontece que nunca, em momento algum, eu assinei a dita subscrição, de forma explícita. Liguei para a assistência ao cliente, a solicitar que me devolvessem o montante em questão, ao que me informaram que eu teria, supostamente, assinado a subscrição quando adquiri uma noite no Hotel Riviera em Cascais, no dia 11 de outubro de 2025 (referencia da reserva 24036091081) - subscrição essa, pasme-se!, que teria sido acionada quando selecionei a opção que não apresentava taxas! Ao selecionar opção não ficou explícito, em nenhum momento, que estaria a subscrever um serviço mais elevado e que iriam proceder - passado um mês - à cobrança do montante em questão, pelo que considero que estamos perante um caso de flagrante má-fé e, até, ilegalidade. Aproveito para informar os excelentíssimos senhores que estas práticas, para além de abusivas e moralmente muito duvidosas, são ilegais, ao abrigo dos art. 4.º, n.º 1 alíneas d), e), g), h), i), j), DL 24/2014; ao abrigo do art. 5.º, n.º 1, DL 24/2014 (obriga a que as informações sobre o contrato sejam prestadas de forma clara, compreensível e com respeito pelos princípios da boa-fé e da lealdade, algo que foi, flagrante e escandalosamente violado pela prática em questão); do art. 6.º, n.º 1, DL 24/2014 (exige que o prestador do serviço confirme a celebração do contrato, em suporte duradouro e no prazo de cinco dias úteis, o que não aconteceu, dado que não recebi informação nenhuma em como tinha subscrito o serviço); e do art. 9.º, n.º 1, DL 24/2014 (o contrato celebrado não prestava, de forma clara, as informações requeridas, pelo que é nulo). Adicionalmente, o art. 10.º, n.º 1, DL 24/2014, estabelece que o consumidor tem o direito a resolver o contrato, sem quaisquer custos, no prazo de 14 dias a contar da cobrança do montante em causa. Assim, fazendo uso destes factos e preceitos legais e ao abrigo do art. 12.º, n.º 1, DL 24/2014, que obriga a que o prestador do serviço reembolse o consumidor, no prazo de 14 dias a contar da data em este resolve o contrato, venho, por este meio, solicitar a devolução imediata do montante em questão (89,99€), pretendendo que o estorno seja restituído à minha conta bancária, de onde nunca deveria ter saído, e reservando-me a possibilidade de tomar medidas mais sérias, caso não seja devidamente atendido. Cordialmente, Ana Carina Batista

Resolvida
P. C.
04/11/2025

Valor de reservas incorreto

Em 30/10/2025 contactei telefonicamente a Booking devido à diferença de preços entre o anúncio e o valor efetivamente cobrado da reserva 603704.... Em 30/10/2025 a Booking.com respondeu: Confirmação: 603704.... Olá Pedro, Por favor, verifique a seguinte atualização na sua reserva 603704.... em Westotel Taverny - Paris Val-d'Oise(Fri, 21 Nov 2025 – Sun, 23 Nov 2025). Nota do serviço de apoio ao cliente. Esperamos que esta mensagem o encontre bem. Tentámos contactá-lo novamente por telefone, mas infelizmente não conseguimos estabelecer ligação. Após a investigação realizada pelo setor responsável, confirmamos que a cobrança está correta. A localização do hóspede pode influenciar a forma como o preço é apresentado. Alguns exemplos de taxas adicionais incluem o imposto municipal, o IVA, a taxa de destino e a taxa de limpeza. Devido a determinadas regulamentações locais, é obrigatório exibir o preço final com todas as taxas adicionais incluídas. Caso tenha mais alguma questão, estamos aqui para ajudar. Ainda em 30-10-2025, enviei a seguinte msg à Booking: Boa noite, O v/ esclarecimento não é minimamente esclarecedor. Antes pelo contrário, é confuso, contraditório e vago. Esta situação em qualquer lugar do mundo só tem um nome: PUBLICIDADE ENGANOSA !!! ("Inclui impostos e taxas"???) Em anexo, junto comprovativos de 3 reserva (anúncios e valores efetivamente cobrados). Digam-me, é correto a Booking cobrar um valor diferente daquele que é anunciado na sua plataforma? Desta vez, nesta viagem a França (Paris e arredores) são-me cobrados mais 27,05€ para além do anunciado, supostamente correspondente ao IVA. Porque razão o IVA não está incluído no preço total publicado no anúncio, se se anuncia que o preço "Inclui impostos e taxas"? Sinto-me enganado e por isso dou conhecimento à DECO, da qual sou sócio, esperando que esta situação possa ser devidamente avaliada e possa ser devidamente ressarcido do valor acima referido. Cumprimentos P.....

Encerrada
A. S.
03/11/2025

Cobrança indevida por dano já existente

Gostaria de efetuar uma reclamação por uma cobrança extremamente injusta e indevida que a Sixt está realizando, referente ao dano (risco) já existente. Aluguei um carro por apenas 2 dias, uma viatura bem depreciada e já com diversos riscos profundos e apontados no checklist. Porém, existia um risco superficial não apontado no checklist que eu não pedi para incluir em razão da sua superficialidade. Afinal, o carro não era novo e já continha diversos riscos profundos. A cobrança foi feita de forma unilaterial no meu cartão de crédito, sem minha autorização, e solicito URGENTEMENTE o seu estorno. Experiência horrível que tive com essa empresa, desde a chegada, que precisei esperar a viatura por quase 1 hora. Na saida, mais uma vez surpreendido negativamente com essa cobrança indevida. Aguardado o estorno urgente!

Encerrada
L. O.
03/11/2025

Calção não recebido

Prezados senhores da rentalcar eu e minha esposa Iryna Ferreira Agostinho alugamos um carro do dia 7 ao dia 13 de outubro com os matrícula BH64SB e até agora não recebemos o dinheiro do calção de volta espero q vocês possam resolver isso pra gente

Encerrada
E. W.
01/11/2025

Reclamação relativa à retenção integral da caução no aluguer através da plataforma Yescapa

Exmos. Senhores, No âmbito do aluguer efetuado através da plataforma Yescapa entre os dias 25 e 28 de agosto de 2025, com a referência de reserva nº 2770867, venho por este meio apresentar a minha reclamação relativamente à retenção integral da caução. A autocaravana entregue já apresentava diversos danos visíveis antes da nossa utilização, nomeadamente na parte traseira direita (painel/defensa), onde se observavam sinais evidentes de ferrugem, desgaste e fissuras. Estes danos eram claramente pré-existentes, conforme demonstrado pelas fotografias anexadas. Durante a utilização, colidimos inadvertidamente com um poste de carregamento no parque de campismo, o que resultou no desprendimento do painel traseiro. Tendo em conta o estado degradado e frágil do veículo, consideramos que a responsabilidade não deve ser imputada integralmente ao último arrendatário. Ainda assim, manifestamos total disponibilidade para assumir a parte proporcional da responsabilidade, mediante o pagamento do valor real e comprovado da reparação, desde que suportado por orçamento ou fatura emitida por oficina credenciada. Fomos entretanto notificados da retenção total da caução no valor de 1.500€, o que consideramos injusto e desproporcional. Adicionalmente, no dia 31 de outubro, recebemos um novo e-mail com a seguinte discriminação de custos: • Franquia de danos próprios: 1.500,00€ • Atraso: 30,00€ • Penalizações: 65,00€ (cassete WC não limpa – 50,00€; depósito de águas sujas não esvaziado – 15,00€) • Portagens: [valor não especificado] • Total: 1.595,00€ • Montante de caução retido: 1.500,00€ • Montante a regularizar pelo locatário: 95,00€ Relativamente ao alegado atraso na devolução da autocaravana, possuo registos de conversa com o proprietário que comprovam que foi ele próprio quem indicou a devolução pelas 15h00, não tendo havido qualquer pedido da nossa parte para prolongar o horário. Quanto às penalizações, no momento da entrega o proprietário confirmou verbalmente que, com exceção do dano exterior já identificado, o restante se encontrava em perfeitas condições, motivo pelo qual não aceitamos o pagamento adicional de 95,00€. Assim, vimos por este meio solicitar: A devolução imediata da parte da caução que não corresponde ao custo real da reparação. Aguardamos a vossa resposta e uma resolução célere e justa do presente caso. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida
R. D.
31/10/2025
Autatlantis

Enganação consumidor

A experiência com a empresa Autatlantis demonstrou uma total falta de transparência e respeito com o consumidor. No momento da devolução do veículo alugado, informamos sobre os danos e, imediatamente, a equipe da empresa fotografou o carro e nos garantiu, de forma expressa, que não haveria cobrança superior a 700 euros. Além disso, afirmaram que, dentro desse valor, o custo real provavelmente ficaria entre 200 e 300 euros, e que parte dessa quantia seria reembolsada, já que haviam retido um valor maior no cartão. Porém, o que ocorreu depois foi o completo oposto do que foi dito. A Alta Atlantis elaborou um documento afirmando que o para-brisa havia sido totalmente substituído por um novo, quando a realidade é que o dano era apenas pintura superficial no para-brisa, algo muito mais simples e barato. Ou seja: criaram um serviço que não existiu, com o claro objetivo de inflar os custos e cobrar indevidamente. Essa atitude caracteriza engano, má-fé e tentativa de extração de dinheiro, contrariando qualquer prática ética de mercado. O consumidor confia na palavra da empresa, assina documentos acreditando que está sendo tratado com honestidade e, em vez disso, recebe manipulação e falsas cobranças. É inaceitável que uma empresa que trabalha com turistas, viajantes e clientes internacionais adote esse tipo de conduta. Exijo transparência, comprovação real do serviço realizado e o reembolso da diferença cobrada indevidamente. A confiança de um cliente não pode ser tratada como oportunidade para enganar e lucrar de forma desonesta. Caso a situação não seja resolvida de forma clara e justa, estarei tomando as medidas cabíveis, incluindo denúncia aos órgãos de defesa do consumidor e abertura de processo legal, se necessário.

Encerrada

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